quarta-feira, 22 de maio de 2013

Registro. Divaldo Pereira Franco – roteiro Europa 2013 Zurique, Suíça

20-05-2013

Encerrando as atividades na Suíça, mais precisamente em Zurique, no feriado de Pentecostes, Divaldo Franco proferiu mais uma conferência no G-10, abordando agentileza. Ressaltou a proposta da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO – que estabeleceu no ano 2000 um memorando composto de seis itens promotores da paz. 1. Rejeitar a violência; 2. Preservar a paz; 3. Ser tolerante; 4. Ouvir para compreender; 5. Proteger a natureza; e 6. Redescobrir a solidariedade.
O último item, frisou, é de profundo conteúdo com base na gentileza. Ser gentil é contribuir para a manutenção da paz, a não-violência. O ser humano da atualidade vive solitário, embora rodeado por uma multidão. Quando se descobrir a solidariedade, deixará de ser solitário. A gentileza é fácil de ser praticada. O homem moderno não desenvolveu o hábito de ser agressivo, pois que é um método de defesa pelo receio de ser agredido.
A agressividade é uma força natural do organismo, a questão é discernir o direcionamento dessa força, para o bem ou para o mal. Alinhando algumas personalidades que souberam bem canalizar esta força agressiva para o bem, o incansável conferencista paulino, citou o magnífico trabalho de Albert Einstein, Thomas Edson, Walt Disney e Louis Pasteur, que pela persistência legaram à humanidade benefícios que tornaram a vida de milhões para melhor.
Mas ninguém se compara a Jesus, destacando o Mestre dos mestres, que afirmava:Eu venho para que todos tenham vida e vida em abundância.
A Universidade da Flórida, uma das instituições educacionais mais prestigiadas e qualificadas do mundo, realizou uma pesquisa sobre a gentileza e constatou que quem é gentil adoece menos. A pessoa mal-humorada absorve muitas toxinas que envenenam os neurônios que deixam de produzir as enzimas responsáveis pelo bom humor, a alegria de viver.
Finalizando a conferência, Divaldo, exímio orador e profundo conhecer da alma humana, sensibilizou os atentos participantes, apresentando novamente as ricas e comovedoras mensagens de Jesus. Quem é ele? Perguntavam os judeus. Ele fala como todo mundo fala, mas ninguém fala como ele fala! Que vos ameis de tal forma que todos possam ver que sois meus discípulos. Deixando, assim, nesta recomendação do Cristo, o incentivo para todos os que comungam com as imorredouras lições libertadoras do amor.
Fotos:
Ênio Medeiros
Texto: Ênio Medeiros e Paulo Salerno

   Abraços,
      Jorge Moehlecke
 (Informações e fotos recebidas  em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo Pereira Franco – roteiro Europa 2013 Zurique, Suiça

19-05-2013


Concluindo o seminário Amanhecer de uma nova era em Zurique, nas instalações do G-19, em um domingo ensolarado, com temperatura agradável e perfumada pelas flores em profusão existentes nessa bela cidade suíça, Divaldo Franco, como havia explicado no primeiro dia do seminário – 17 de maio – informou que seria um dia dedicado às reflexões psicológicas aprofundadas.
Utilizando-se da mitologia grega, rica de ensinamentos, apresentou imagens projetadas que auxiliaram aos presentes acompanhar o mito de Sísifo, ao que solicitou a todos uma atenção especial aos personagens do mito. Na etapa seguinte oportunizou que os participantes do seminário informassem com qual personagem do mito haviam se identificado e por qual motivo. A cada um que se manifestou, Divaldo fez uma análise psicológica, enriquecendo ainda mais as informações veiculadas no decorrer do seminário que sempre se manteve em clima de harmonia e paz com o contributo da participação de Flávio Beneditto ao piano, proporcionando momentos de grande beleza e enlevo musical.
À medida que as horas iam sendo sopradas na ampulheta do tempo, Divaldo com habilidade ímpar conduzia a todos a um mergulho em si mesmos, permitindo que cada um, como se olhando em um espelho, pudesse ver-se refletido em sua intimidade, identificando em si próprio uma realidade por muitos ignorada. Divaldo, detentor de uma oratória ímpar, traçava paralelos entre os belos e exuberantes ensinamentos de Jesus e os conceitos formulados pelos mestres da psicologia, constantemente expostos ao longo da atividade, permitindo, facilitando que cada qual realizasse uma autoanálise lúcida para o próprio enriquecimento.
Com amplas e profundas considerações acerca de como se encontra a criatura humana preparada para nova era, qual a contribuição que cada um pode oferecer para esta transformação, Divaldo Franco apresentou doze itens para a conquista do vir-a-ser, explicando-os um a um, emoldurando com suas próprias vivências, provocando risos, intencionalmente, pois que estes são terapêuticos.
Por fim, em um clima de confraternização, agradeceu a todos, e principalmente a Deus, encerrando estas atividades de cunho moral elevadíssimo, deixando todo o auditório na expectativa de que no ano vindouro possa Deus permitir um reencontro para efetivar tão nobre trabalho.
Fotos:
Ênio Medeiros
Texto: Ênio Medeiros e Paulo Salerno

   Abraços,
      Jorge Moehlecke
 (Informações e fotos recebidas  em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo Pereira Franco – roteiro Europa 2013 Winterthur, Suiça

18-05-2013


O incansável divulgador do Evangelho de Jesus, Divaldo Franco, após falar seis horas e trinta minutos, em pé durante todo o tempo, no seminário realizado no G-19 em Zurique/Suíça, com apenas dois pequenos intervalos, dirigiu-se para a encantadora cidade de Winterthur, a cerca de 30 km de Zurique, onde proferiu, ao anoitecer, uma conferência com a duração de uma hora e trinta minutos sobre o tema, Espíritos Rebeldes e a Paz -Rebellische Geister und der Frieden, no idioma Alemão – para cento e oitenta pessoas que o aguardavam, expectantes, nas dependências do Centro Estudos Espíritas Allan Kardec - CEEAK.
Ansiosos por ouvir a sua palavra esclarecedora, perguntavam-lhe sobre a razão de tanta disposição e vigor que ostenta, respondia-lhes gentilmente que se mantinha renovado em alegria de viver, e que a todo o momento não se cansa de agradecer a Deus pelo dom de viver, pois que ama a vida. Narrou a comovente história das experiências vividas pelo nobre poeta libanês Gibran Khalil Gibran que declarava, eu me irei nos braços do vento até que o ventre de uma outra mulher me receba e eu volte a nascer, portanto reencarnacionista.
Destacou a índole ainda beligerante que alguns chefes de nações possuem, que em um verdadeiro paradoxo para promoverem a paz, negociam armas. Recordou-se, relatando o seu choro ao lembrar-se dos mártires e daqueles que são injustiçados, de Martin Luther King Jr. que em uma noite de natal disse em sua igreja, eu tenho um sonho... E diante do Parlamento Americano, na presença de oitocentas mil pessoas asseverou, eu tenho um sonho que no futuro estaremos todos juntos como irmãos, tenho um sonho de ver as armas de guerra transformada em instrumentos para a lavoura.Décadas depois, um negro assume a presidência do país, fato que há quarenta anos um negro não poderia, sequer, pisar na calçada da Casa Branca.
O intrépido orador afirmou que há dois mil anos alguém já pronunciara a seguinte sentença: eu vos dou a minha paz, não a dou como o mundo a dá, mas dou como somente eu posso dar. Isto é, a paz da consciência, de uma conduta ética. A ciência do divino amor vai unir, um dia, a humanidade como uma grande família. Allan Kardec, com seu brilhante tirocínio e acendrado censo de justiça e amor, propôs, trabalho, solidariedade e tolerância, lema semelhante de seu mestre Johann Heinrich Pestalozzi.
Encerrando sua bela e elucidativa conferência, Divaldo relatou ter o mesmo sonho de Martin Luther King Jr e que já vê, na nova era, jovens trabalhando pelo bem e velhos dando bons exemplos, arrematando, cuidemos com os óculos que estamos usando, tiremos as lentes escuras do pessimismo e deslumbremo-nos com o amor de Deus.
Fotos: Ênio Medeiros
Texto: Ênio Medeiros e Paulo Salerno

   Abraços,
      Jorge Moehlecke
(Texto e fotos recebidos em email de Jorge Moehlecke)


Registro. Divaldo Pereira Franco – roteiro Europa 2013 Zurique, Suiça

18-05-2013


Retomando o seminário que havia iniciado no dia anterior – 17 de maio -, Divaldo Franco iniciou abordando o espírito de geometria que prevaleceu durante muito tempo no seio da sociedade. Porém, a lógica pura, a razão, embora necessária, requer a presença, também, do espírito de gentileza, do sentimento, das emoções. Para que a criatura logre alcançar a plenitude é necessário que ambos os aspectos se harmonizem.
Sobre a felicidade lecionou que ela não é formada pelos valores passageiros, tais como o poder, a beleza física, a fortuna, porém trata-se de o indivíduo ter um sentido psicológico na vida, valores transcendentes à matéria. Detalhou os níveis de consciência que caracterizam cada criatura, que em muitas oportunidades toma atitudes que para uns são chocantes e agressivas, enquanto que para o próprio agente nada mais é do que a exteriorização do nível de consciência em que ele se encontra naquele momento.
O insigne educador sugeriu que a criatura humana deve adotar o caminho do meio, que ame uns aos outros, que viaje para dentro de si e consulte-se a fim de que o inconsciente possa indicar-lhe o melhor caminho a seguir. Falando sobre a Consciência Cósmica, citou como exemplo Paulo de Tarso que afirmava, já não sou eu quem vive, é o Cristo quem vive em mim. Esse é o estado em que o ego transforma-se em self, o caminho ego-self.
Outro exemplo, rico de ensinamentos através da prática incondicional do amor, é o de Madre Teresa, que por sua vez afirmava, eu sou o lápis na mão de Deus que por mim escreve o que lhe aprouver. Preocupado em bem orientar aqueles que o escutavam com as fibras do coração, Divaldo alertou que o fracasso de um momento pode ser o êxito para uma vida toda, por isso, nem sempre Deus atende aos apelos feitos pelas criaturas. As dificuldades ensinam a perseverar, pois que, às vezes, Deus tem caminhos bem diferentes para os Seus filhos.
Preparando o final da atividade que estava coordenando, Divaldo narrou a emocionante história da família Stanford, cujo filho, Leland Stanford Jr., desencarnou ainda muito jovem em Florença/Itália, em 1884, quando participava de uma viagem à Europa. Em homenagem ao filho, a família Stanford fundou a Leland Stanford Junior University, a famosa UniversidadeStanford, no estado da Califórnia/EUA.
Assim, o maestro do amor, dedilhando as fibras mais íntimas dos corações que o escutavam, e pintando em suas mentes quadros de infinita ternura, emocionou a todos. Notavam-se as emoções bailando no ar, os corações sendo tocados por compaixão ante os relatos apresentados. Somente alguém que ama incondicionalmente o seu próximo, convivendo com os Benfeitores espirituais e dedicando a sua vida ao trabalho incessante de servir a Jesus e ao próximo, apresentando páginas de rica e fértil beleza ao longo dos anos nos cinco continentes é capaz de desenvolver esse trabalho persistente e profícuo. Esse é Divaldo Pereira Franco.
Fotos: Ênio Medeiros
Texto: Ênio Medeiros e Paulo Salerno

 Abraços,
 Jorge Moehlecke
(Texto e fotos recebidos em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo Pereira Franco – roteiro Europa 2013 Zurique, Suiça

17-05-2013



Retornando uma vez mais ao Stiftung G19 zur Fӧrderung globalen Bewusstseins­– G19 Fundação para a promoção da conscientização global – naGemeindestrasse 19, Zürich, Divaldo Franco, o divulgador inolvidável das mensagens de amor do Mestre Nazareno, apresentou o tema Amanhecer de uma nova era, para um público de oitenta pessoas.
Na noite de sexta-feira, Divaldo Franco, o desbravador de fronteiras físicas e também das da mediunidade nos cinco continentes, iniciou seu trabalho sistemático, como vem fazendo desde há 27 anos consecutivos no G-19. A humanidade vive uma hora singular na Terra. Observa-se as grandes conquistas da ciência, a tecnologia de vanguarda tem facilitado a vida de todos, em todos os campos do conhecimento humano e dos serviços.
A criatura humana é rica de cultura, mas pobre de sentimentos. Os problemas emocionais multiplicam-se. Segundo estatísticas, a permanecer o atual quadro, no ano 2020 o maior número de óbitos será causado pela depressão, na qual o suicídio terá prevalência. Depois de tantas conquistas, e aturdida, atormentada, a criatura humana volta ao nível primário como ser psicológico. Comer, beber, dormir e fazer sexo caracteriza-a com um ser fisiológico, um indivíduo que se relaciona com os demais e consigo mesmo somente da boca para baixo.
Apresentou, como exemplo do alto nível do conhecimento humano, uma frase positiva do então Presidente dos Estados Unidos da América, Bill Clinton, agora sabemos como Deus criou o mundo! Nesta oportunidade, Bill Clinton estava acompanhado pelo Dr. Francis Collins, geneticista responsável pelo Projeto Genoma Humano. O Dr. Francis Collins, que era materialista, após esta pesquisa passou a ser espiritualista e deu a esta inteligência o nome de Força Moral, para não ter um caráter religioso.
O incansável peregrino de Jesus indicou, como caminho seguro para o ser humano viajar para dentro de si mesmo, fazer-se as seguintes perguntas: Quem se é? Qual a finalidade da vida? Por que está aqui? O Homem aprendeu a viajar para fora, conquistando todos os continentes, e na atualidade, desbravando o cosmo, mas ainda não sabe quem é. O vazio existencial domina grande número de criaturas. Quando se está vazio por dentro, nada de fora preenche, sentenciou o orador que empolga as multidões.
Com alegria elogiou a conduta Cristã do novo Papa Francisco, que não aceitou a cruz de ouro, tampouco o anel do mesmo metal. Solicitou aos seus irmãos argentinos que o quisessem visitar, que não fossem à sua posse em Roma, que aplicassem o dinheiro que iriam gastar na viagem, auxiliando e minorando a fome e o sofrimento dos pobres e necessitados, mostrando, assim, o rumo da nova era.
Em a nova era, a convivência com os imortais será tão normal como hoje é a comunicação virtual. Sublinhou que o indivíduo deve agir, não mais reagir. O ilustre conferencista encerrou a temática da noite desejando que as suas palavras encontrassem guarida nos corações presentes, sugerindo não revidar mais, perdoando, amando, pois que esse comportamento fará muito bem para todos. Após calorosos aplausos, todos saíram das instalações do G-19 com a mente referta de pensamentos nobres e o coração inebriado por dúlcidas emoções.
Fotos: Ênio Medeiros
Texto: Ênio Medeiros e Paulo Salerno

     Abraços,
    Jorge Moehlecke
    (Texto e fotos recebidos em email de Jorge Moehlecke)

sábado, 18 de maio de 2013

Registro. Divaldo Pereira Franco – roteiro Europa 2013 Zurique, Suiça

16/05/2013

Tendo por local o amplo salão da Volkshaus, em Zurique/Suíça, Divaldo atraiu a atenção de cento e oitenta pessoas para ouvi-lo falar sobre mediunidade e evolução espiritual – Medialitat und Spirituelle Entwicklung.
A mediunidade independe da evolução do ser. Ela é encontrada em todas as criaturas humana, desde a mais evoluída até a mais embrutecida, afirmou o inigualável orador de Feira de Santana, na Bahia, Divaldo Franco. Com o advento da proposta de Jesus, a mediunidade passou a ter um caráter milagroso. Mas como tudo evolui, nem só para melhor, segundo a ótica destorcida daqueles que observam por um único prisma, ou a convicção filosófica a que se vincula o observador, ao final do Século XIX foi considerada uma patologia mental. Já na atualidade, a paranormalidade humana é uma das mais belas conquistas da evolução.
Charles Richet, fisiologista francês, considerado o pai da Fisiologia Humana, afirmava que a mediunidade é um sexto sentido que o ser humano possui. Allan Kardec, o insigne codificador da Doutrina Espírita asseverava que a mediunidade é uma faculdade humana que se reveste de células para decodificar um mundo em outra vibração. Desta forma, a criatura humana é possuidora de uma antena psíquica que lhe permite entrar no mundo das ideias, das vibrações, contatando permanentemente com os seres que habitam o mundo dos Espíritos, a dimensão imponderável.
Todo aquele que deseje adentar-se pela área do exercício mediúnico deve primar pela sua própria educação, desenvolvendo hábitos saudáveis, alcançar um nível elevado de disciplina mental para atrair os Espíritos nobres. Todo aquele que não possui bons hábitos, os têm maus, por que todos possuem hábitos.

A mediunidade encaminha o indivíduo a um processo de evolução, pois que indica a prática da caridade, dar de graça o que recebeu de graça, curar os enfermos, não esperar nada em troca, por que não é o médium que realiza, é Deus. Se o médium desejar sublimar a sua faculdade, deve agir de tal forma que suas ações sejam ricas de ternura, de bondade e de amor.
Concluiu sugerindo que se eduque a mediunidade e que se avance em direção ao êxtase, onde encontrará a plenitude, como asseverou Karl Gustav Jung. Alertou que fazer o silêncio interior, o silêncio mental é fundamental para se trabalhar a mediunidade. É estar em silêncio para poder ouvir as estrelas. A criatura fala ao Criador através da oração e o Criador fala à criatura pela inspiração.

Fotos: Ênio Medeiros
Texto: Ênio Medeiros e Paulo Salerno

 Abraços,
 Jorge Moehlecke

Registro. Divaldo Pereira Franco – roteiro Europa 2013 Mannheim, Alemanha

15-05-2013

Na bela e acolhedora Universidade de Mannheim/Alemanha teve lugar a conferência sobre a imortalidade e a vida proferida pelo Professor e médium espírita Divaldo Pereira Franco, para um público de cento e quinze pessoas. O orador por excelência cativou o público já desde o início narrando casos que evidenciaram, ao longo dos séculos, a presença da mediunidade ostensiva.
Elucidando diversos fatos ocorridos na história do homem, Divaldo destacou os ocorridos em 07 de outubro de 1571, quando o Papa Pio V descreveu, estando em Roma, o desenrolar da batalha de Lepanto, na Grécia, o que foi confirmado com a chegada de notícias três semanas após. Outro fato surpreendente foi protagonizado por Emanuel Swedenborg, em setembro de 1756 em Gotemburgo/Suécia. Swedenborg afirmou que Estocolmo estava sendo consumida por um incêndio de grandes proporções. A narrativa causou surpresa, pois Gotemburgo dista 508 km de Estocolmo. Somente dois dias depois é que chegaram as notícias confirmando a sua visão.
Outra ocorrência de ordem mediúnica foi destacada pelo emérito conferencista. Aconteceu na virada do dia 19 para 20 de fevereiro de 1939. Dias antes – 10 de fevereiro de 1939 – havia morrido o Papa Pio XI. Estava o Cardeal Eugênio Pacelli, um homem muito austero, orando no Vaticano, e preocupado com a situação e a sucessão em Roma, percebeu, ao levantar a cabeça, a presença do Papa Pio X que lhe diz – Pacelli, eu venho em nome de Deus dar-lhe uma notícia, em breve tu serás Papa. E o foi. Tornou-se o Papa Pio XII.
Em todas as épocas da humanidade os Espíritos se comunicaram com os que se encontravam reencarnados. Foram os Espíritos que vieram e afirmaram a sua realidade. O Espiritismo é uma ciência experimental e procura demonstrar que ninguém morre. As mais extraordinárias demonstrações auxiliam na solidez de uma fé raciocinada. Com o surgimento do Espiritismo em 1857, Allan Kardec estabeleceu que a mediunidade não é um dom, nem um privilégio. É uma faculdade orgânica. Da mesma forma que o ser humano possui aptidões artísticas, também possui uma faculdade que o põe em contato com outras faixas vibratórias.
Na mediunidade há um fator preponderante, a moralidade. Se o indivíduo não possui uma moral saudável, ele atrai Espíritos semelhantes. Por essa razão a filosofia espírita baseia-se na ética-moral. É uma doutrina profundamente cristã, por que oportuniza viver conforme os ensinos preconizados por Jesus Cristo, que leva o indivíduo à religião, à caridade, explicou o nobre conferencista.
Orientando para uma melhor conduta na vida, asseverou que se o indivíduo deseja saúde e bem-estar, deve adotar uma conduta ética. O melhor do amor não é ser amado, é amar. Quando o ser humano ama, possui maturidade psicológica. Quando deseja ser amado, é uma criança psicológica. O amor alimenta, elimina as toxinas mentais, renova o ser.
Ao encerrar, respondeu a diversas perguntas formuladas pelos presentes sedentes de esclarecimentos, arrematando: A nossa vida não é obra do acaso, ela foi pré-programada pelos nossos atos. A mediunidade é uma bênção de Deus, quando nós sabemos lidar.
Fotos: Ênio Medeiros
Texto: Ênio Medeiros e Paulo Salerno

 Abraços,
 Jorge Moehlecke

Registro. Divaldo Pereira Franco – roteiro Europa 2013 Bremem, Alemanha


13-05-2013

Na tarde/noite de 12 de maio Divaldo Franco e comitiva deslocaram-se de Bonn para Bremen, a capital do Estado de mesmo nome, situado no noroeste da Alemanha. Esse é o menor estado do país. O evento programado foi realizado no Martin Club onde Divaldo falou sobre a reencarnação para um público de setenta pessoas.
Referindo-se aos que afirmam não acreditar em algo, sem nunca ter investigado, o dinâmico conferencista disse que essa pessoa não merece respeito intelectual. Referia-se especificamente àquelas pessoas, cuja religião abraçada nega a reencarnação, que afirmam que a vida é única e que depois da morte é submetida a um julgamento. Esclareceu que em verdade a vida é única, porém com múltiplas existências corporais. No corpo, ou fora dele, a vida é única.
Para explicar suas afirmativas, Divaldo se utilizou das mensagens sobre a ressurreição proferidas por Jesus – tendo isso acontecido com Ele –, e a ressurreição da carne, um retorno em outro corpo, tal como ocorreu com Elias que retornou como João Batista, salientando que somente a reencarnação explica as “injustiças” divinas.
Durante o Segundo Concílio de Constantinopla, realizado no ano 543 D.C. e sob o reinado do Imperador bizantino Justiniano, a reencarnação foi considerada uma doutrina herética. O que antes era totalmente aceita pela Igreja, passou a ser negada a sua existência. No entanto a reencarnação prossegue na doutrina de Platão e em várias outras, explicou Divaldo.
A reencarnação tem como sentido oferecer oportunidades para o ser humano crescer para Deus. Aqueles que creem devem primar por ter uma vida saudável, fazer o bem. O indivíduo é hoje o reflexo de suas existências passadas. Divaldo referiu-se às crianças que aí estão hoje, como por exemplo, uma criança com apenas nove anos de idade é regente de uma orquestra sinfônica. Mozart, disse, com apenas sete anos completados tocou para a Rainha Maria Tereza da Áustria uma música que ele mesmo compusera. O que explicaria esses talentos, essas aptidões, plenamente desenvolvidas em tenra idade?
Em uma série de indagações sobre a existência de tantos conflitos; as diferenças entre os indivíduos; a felicidade e a desventura; os gêmeos univitelinos, onde uma mesma célula se divide em duas dando origem a dois seres, apresentando um a genialidade, o outro propenso a criminalidade. Por quê? Por que existem pessoas cujas iniciativas dão excelentes resultados, ao passo que outras, por mais que se esforcem nada obtêm? O que explicaria por que pais odeiam filhos e filhos odeiam pais?
Divaldo Franco, com seu verbo inflamado, foi dedilhando as fibras íntimas das almas que o escutavam e a todos emocionou com essas interrogações profundas. Apresentou, uma vez mais, Jesus, o psicoterapeuta por excelência, que ensinou: Vós todos sois deuses. Podeis fazer tudo o que faço e muito mais, se o quiserdes! O objetivo da reencarnação, frisou, é desdobrar o Deus interno existente em cada ser humano.
Arrematando o tema noturno, disse: A lei da vida é de amor. Há uma razão para o sofrimento. Faça o bem! Perdoe aqueles que vos perseguem, como o fez Jesus.
Fotos: Ênio Medeiros
Texto: Ênio Medeiros e Paulo Salerno

 Abraços,
 Jorge Moehlecke

(Texto e fotos recebidos em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo Pereira Franco – roteiro Europa 2013 Bonn, Alemanha

12-05-2013


No segundo dia desse inigualável seminário Amanhecer de uma nova era, verdadeiro ágape, e homenageando todas as mães do Universo, Divaldo lembrou o pensamento do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, que apesar de ser pessimista, afirmava que o amor verdadeiro deve ser igual ao amor de mãe.
Antes dele, Sidarta Gautama – o Buda -, já havia dito, ama ao teu próximo com o amor de mãe, ao que um seu discípulo indagou: e se a mãe não foi uma boa mãe? O iluminado, imperturbável, redarguiu que deveria amá-la mesmo assim, pois que ela poderia ter abortado e não o fez. Quando a criatura humana transcender seus caprichos e interesses o amor será completo.
Frisando a sublimidade do amor, o intrépido conferencista lembrou os magníficos pensamentos de Gibran Khalil Gibran, de origem libanesa, cujos escritos são eivados de profunda e simples beleza e espiritualidade. Em seu livro O Profeta, Gibran narra que vossos filhos não são vossos filhos, são filhos da natureza para a vida. Vossas vidas não são vossas vidas, são espaços do tempo para a vossa evolução.
Ante as dificuldades de toda ordem, indagou que mundo é esse? Alguns com muito e muitos com pouco, quase nada, miserabilidade. Porém, destacou, como a vitória do bem é inevitável, o mal passa como a neve que é derretida pelo calor do sol. Em a nova era, a humanidade viverá, experimentará, uma organização genética com menos carga de adrenalina e de toxinas, haverá mais Jesus do que Pilatos, mais Gibran do que Emir, o governante narrado em suas histórias ricas de conteúdo moral.
Lembrou que Roberto Assagioli, psiquiatra italiano, fundador do movimento psicológico conhecido como Psicossíntese, propunha: descubra quem você é e trabalhe para se melhorar; não tenha vergonha de ser quem você é; não se preocupe em parecer, procure ser, e; quem gostar de você, vai gostar de quem você é.
Com base na Psicossíntese, Divaldo, o orador por excelência, indicou que a criatura humana deve dedicar um tempo, diariamente, para o autoencontro, para o exercício do silêncio interior. Referiu-se, igualmente, a um ditado chinês que diz: a palavra pronunciada se torna algoz de quem a pronunciou, mas a palavra silenciada se trona escrava de quem a silenciou.
A mensagem final, deixada por Divaldo Franco, neste rico e harmonioso seminário, foi de que não se olhe para baixo, mas para as estrelas. Haverá horas de tristezas, de preocupações, de ansiedades, porém, o fundamental é confiar em Jesus Cristo e dizer-lhe: Faça em mim a vossa vontade!
O seminário Amanhecer de uma nova era contou com a participação de Warren Richardson, cantor, e Flávio Beneditto ao piano. Foram belas e emocionantes apresentações. Estiveram presentes delegações da Alemanha, Bélgica, Brasil, França, Itália, Luxemburgo, Portugal e Suíça.
Fotos: Ênio Medeiros
Texto: Ênio Medeiros e Paulo Salerno

   Abraços
  Jorge Moehlecke

(Texto e fotos recebidos em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo Pereira Franco – roteiro Europa 2013 Bonn, Alemanha


11-05-2013

Tradicional, nos roteiros europeus de Divaldo Franco, o seminário em Bonn foi realizado, como de costume, no Andreas Hermes Akademie. O público, estimado em duzentas pessoas, estava entusiasmado e expectante para ouvir a palavra lúcida do médium e orador espírita de escol sobre o tema Amanhecer de uma nova era.
Preparando as mentes e corações para as próximas décadas o conferencista salientou a necessidade de o espirito da Gentileza viver ao lado da lógica e da razão. A tecnologia preenche todos os espaços, de tal forma que a criatura humana da atualidade vive sempre ansiosa, vivendo emoções e sentimentos de forma desordenada.
Essa tecnologia que se desenvolve freneticamente tem influído no hábito de falar, de escrever. A necessidade infrene e a ânsia de contato interpessoal vai desenvolvendo uma técnica de escrita deformada para comunicar-se com rapidez. Já não se sabe mais dialogar, apenas discutir, impondo a sua ideia.
A nova era será um período de paz interior. As mudanças serão morais, acontecerão de dentro para fora. Cada ser é hoje vítima de suas próprias construções mentais. O caminho para a libertação é autoiluminação. A conquista da consciência se dá através do exercício do amor. Quem ama não adoece. Quando o ser humano consciente ama pode passar por experiências de doenças, assim, se amar a doença que lhe alcança, logrará a cura.
A beleza da vida não está naquilo que é agradável, mas naquilo que nos convém. O objetivo da vida é desenvolver a consciência, eliminando a sombra psicológica e promovendo a integração do eixo ego-self. Em sendo a meta a imortalidade, todos os conflitos sedem a esta meta, e um dia a felicidade será o estado normal do ser humano.

Fotos: Ênio Medeiros
Texto: Ênio Medeiros e Paulo Salerno

Abraços,
Jorge Moehlecke

(Informações e fotos recebidas em email de Jorge Moehlecke)