segunda-feira, 29 de julho de 2019

7ª edição do Movimento Você e a Paz Amparo, SP

No dia 28 de julho de 2019, a praça Pádua Salles acolheu a 7ª edição do Movimento Você e a Paz. Foram mais de 4.000 inscrições para a Caminhada da Paz, trazendo para o centro da cidade, inúmeras pessoas que reafirmaram, como anualmente ocorre, o desejo de concretização da não violência.
O evento foi aberto com palavras de paz propostas pelo orador Divaldo Franco, que convidou os presentes a realizar o encontro da consciência individual,  aquela que nasce entre o sujeito e ele mesmo. Lembrou, também, ao público, que a paz é fundamental para a vida  e  tão importante quanto a alimentação, porque a paz é a nutrição do ser profundo. Para que se possa mudar o mundo de agressões, é necessário que cada ser humano mude em si mesmo as disposições da violência para a realização da plenitude. A paz começa em cada criatura e, no momento quando se instala, irradia-se e conquista o mundo.
Em seguida, a Sra.  Ana Maria Veroneze Beira agradeceu as pessoas que auxiliaram para que o movimento pudesse ser realizado a contento, contribuindo para a promoção de uma cultura de paz.
Após a caminhada, várias atividades programadas pela organização do evento ocorreram na praça, tornando o dia mais propício à solidariedade e à fraternidade. Ocorreram aconselhamentos jurídicos gratuitos aos transeuntes, “espaço da saúde”, com diversos serviços como aferição da pressão arterial, acuidade visual, teste de glicemia e medição de IMC.  Houve, também, roda de capoeira, pelo grupo Abadá; danças diversas, com o Conservatório Integrado e a Academia Ponto de Dança; apresentação do Canil da Guarda Municipal de Amparo, distribuição de livros e abraços pelo Rotary Club, além de brinquedos e contação de histórias para as crianças.
Às 18 horas, deu-se início as mensagens de paz proferidas pelos líderes religiosos Dom Luis Gonzaga Fechio, Bispo Diocesano de Amparo; Pastor José Lima, da Assembleia de Deus Ministério do Belém de Amparo e Divaldo Pereira Franco, fundador do Movimento, Médium e Orador Espírita.
O Pastor Lima proferiu sua mensagem de paz, fazendo votos de que o movimento  continue dando seus frutos e lembrando aos presentes que Jesus é o Príncipe da Paz. No calvário, Cristo, ao se despedir de seus discípulos, em seu maior momento de dor, disse: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá”, certo de que no futuro, a paz milenar reinará.
O Pastor continuou sua reflexão, demonstrando uma relação da Paz de Jesus com os três reinos presentes na Terra: no animal, Ele é o Cordeiro da Paz;  no vegetal, a rosa de Saron e no mineral, a rocha que acompanhou o povo hebreu durante os quarenta anos no deserto. O mesmo finalizou a sua fala afirmando que em Cristo estamos seguros, e que com ele podemos ter a tão sonhada paz de Deus, mesmo em meio às aflições mundanas.
Logo após, o Bispo Dom Luiz Gonzaga Fechio iniciou sua exposição, conclamando a todos que se comportassem como aprendizes da paz e não apenas sentissem a paz de um lugar de fala e de conveniência, em que o egoísmo se materializa. Para ele, a paz é o bem mais desejado de todos os tempos, mas também o mais ameaçado. Mencionou que, não poucas vezes, as convenções de paz  lembram os falsos profetas do Antigo Testamento, que abriam os ouvidos de seu povo pregando pela paz, quando, na verdade, o que produziam, era a guerra. Menciona que talvez a mais grave e desafiador conflito que a criatura viva, seja as diferenças sociais e as discriminações étnicas, sexuais, entre outras.
A palavra Shalon, etimologicamente, não significa apenas a ausência de guerra, mas refere-se, também, a uma vivência coletiva, regada de bem-estar. A verdadeira paz nunca estará desligada da justiça. Jesus veio entre nós para proclamar o reino de Deus como alternativa para um mundo injusto. Ele trabalha pela paz e sua resposta será sempre a paz de Deus como reconciliação universal.
Quando Jesus menciona o amor ao inimigo, Ele refere-se a um amor criativo, ativo, libertador do outro e de si mesmo. A paz não desemboca na injustiça, mas numa maneira de não revidar o mal, de não se vingar. É um amor que procura instaurar uma nova atitude no agressor. Para todos os males, só existe um medicamento eficaz:  continuar na paz.
Divaldo Franco inicia sua fala referindo-se ao psicanalista junguiano inglês Dr. James Hollis, que mesmo sem ter uma postura religiosa, acreditava fundamentalmente no ser humano. Certa feita, seu filho lhe perguntou por que os indivíduos matam uns aos outros e o renomado psicanalista explicou-lhe que era a natureza animal e herança primitiva do homem. E, ainda, que caberia ao homem e a mulher contemporâneos encontrarem a pacificação interior.
Este mesmo psicanalista escreveu um dos livros que se encontra entre os mais complexos da modernidade, Os pantanais da alma: nova vida em lugares sombrios, chegando a conclusão de que não era o reino dos céus que o indivíduo trazia no inconsciente profundo, mas o instinto de sobrevivência, atavismo que leva ao homem à competição. Neste livro, Dr. Hollis narra a história verídica de Ilse, uma senhora, com mais de seus sessenta anos de idade, que lhe procurou solicitando-lhe uma consulta, tendo como premissa o desejo de somente ser ouvida por um período de duas horas. Para tanto, enviou junto ao pedido, uma fotografia de um jornal antigo.
Ilse, certo dia, durante a segunda guerra mundial, fazia compras no centro de Lublin, quando foi levada para o campo de concentração de Majdanek. Mesmo sendo cristã e polonesa, os soldados nazistas não acreditaram em sua palavra e a colocaram em meio aos judeus.  Ao chegar no campo de concentração, puseram-na à fila de triagem de onde seria enviada para a câmara de gás ou para o barracão de prisioneiros. Antecipando seu destino, que seria a morte pelo gás, uma  mãe judia, que também estava na fila,  tentou deixar com Ilse suas duas crianças, para que pudessem escapar da morte terrível pela asfixia. Temendo por sua vida, Ilse devolveu as crianças à verdadeira mãe que já se distanciava em direção a execução, a mesma em que os três  morreriam na câmara de gás. Este momento foi eternizado pelos alemães, na fotografia impressa no jornal e levada por Ilse ao Dr. Hollis.
Passaram-se os anos, findou-se a guerra e Ilse foi liberada do campo de concentração, indo morar nos Estados Unidos. Porém jamais se perdoara pelo seu ato de não ter tentado salvar as duas crianças da morte, convivendo com esta culpa por anos, sem obter a paz para a sua consciência. Tornou-se judia e entre o povo judeu consta uma lenda de quando alguém revela seu “crime” ou “culpa” para 24 pessoas justas, obtém o perdão. Dr. Hollis era o primeiro homem justo de sua lista a quem viera se confessar, em busca da paz.
Divaldo Franco aponta que o mundo não pode dar a  verdadeira paz, pois este não tem os valores éticos para harmonizar a criatura com a sua própria consciência. O ser humano menciona demasiadamente a paz, mas deseja que os outros façam a paz para si, ao invés de realizá-la.
Um dos caminhos para a paz é o amor. Divaldo convida o público a amar as pessoas difíceis, o que não significa concordar com elas, mas, sim, não devolver aquilo que  elas têm de desequilíbrio. Jesus deixou o legado do amor para o ser humano encontrar a paz.  É necessário amar, o que não significa conivir com o erro do outro, mas dar a ele o direito de ser como é.
  “Seja você aquele que tem a honra de amar. Se alguém não o ama o problema é dele, mas quando você não ama, o problema é seu”, afirma o orador espírita. O amor é a solução para a paz.  Não importa qual a religião em que o indivíduo se encontre, o que importa é a conduta que se tem na religião e fora dela, na vida comum.
Fazendo referência ao nome da cidade que abrigou o movimento Você e a Paz, o orador convida a multidão presente para que se torne o amparo de si próprio e de seu próximo. Solicita também que não deixe, nunca, que alguém saia de sua companhia sem que leve algo bom, uma palavra gentil, um aperto de mão ou um pouco de esperança.
Foram homenageados da noite, com o troféu “Você e a Paz”, bombeiros militares que fizeram parte da equipe de regaste das vítimas do rompimento da barragem em  Brumadinho -  MG; Dona Aparecida Conceição Ferreira (in memorian), fundadora do Lar da Caridade de Uberaba, também conhecido como Hospital do Fogo Selvagem; o Instituto Maurício de Sousa,  a professora Heley de Abreu Silva Batista (in memorian) que faleceu ao auxiliar no resgate das crianças durante o ataque a creche  Gente Inocente, em  de Janaúba - MG, os  líderes religiosos Dom Luis Gonzaga Fechio,  Pastor José Lima, Divaldo Pereira Franco e a Sra.  Ana Maria Veroneze Beira.         
Durante o encerramento do encontro, houve ainda a apresentação do grupo musical Roupa Nova.  
              Texto e fotos: Carlyne Paiva

(Informação recebida em email de Jorge Moehlecke)

domingo, 28 de julho de 2019

Seminário de Divaldo Franco “Vazio Existencial” em Mogi das Cruzes

Em 26 de julho de 2019

O Seminário proferido por Divaldo Franco, que ocorreu na Entidade Espírita Cáritas, no dia 26 de julho,  teve a participação intimista de um público de 500 pessoas. O orador explanou sobre o verdadeiro sentido da vida e o vazio existencial que atinge diversas pessoas na atualidade.
Para tanto, o palestrante realizou uma análise, na perspectiva sociológica e histórica, das diversas correntes de pensamentos filosóficas que tiveram como base a busca pela felicidade, mas, que também culminaram no adoecimento da sociedade pós-moderna. 
           Demócrito,  filósofo pré-socrático, do século V a.C., já mencionava que tudo o que cabe no pensamento é matéria. Voltaire, no século  XVII, iluminista e materialista, ao receber o 33ᵒ grau da  Maçonaria, disse: “eu não creio no Deus que os homens criaram, mas no Deus que criou os homens”. No século XIX, Schopenhauer, com sua filosofia pessimista, sugere o suicídio como solução. Também neste século, Nietzsche propõe o niilismo. Em 1917, surge a revolução comunista com Stálin. Para Marx, a religião seria o ópio do povo, com o intuito de enganar a massa e, por isso, era necessário acabar com Deus e a religião judaico-cristã, pervertendo os jovens.
No ano de 1928, na Dinamarca, já se debatia sobre as partículas infinitamente pequenas, com a teoria da Complementariedade, de Niels Bohr, em que tudo está perfeito, até mesmo o caos. O nacionalismo intenso na Alemanha (1935)  desembocou na ascensão de Hitler, e foi na segunda guerra mundial,  iniciada por este, que 110 milhões de pessoas foram mortas. O existencialista Sartre  lutou contra o nazismo, mas, ao ver  tanta degradação nos religiosos da época, virou materialista. Enquanto declarava-se a paz, simultaneamente, as igrejas de Paris ficaram vazias. Em 1947, ocorre a guerra entre as Coreias, em que a Coreia do Norte se faz comunista
Na década de 60, do século passado, os Beatles iniciaram uma conquista ao mundo com a sua música, mas sofreram a angústia de não terem um ideal demarcado. Exemplo disso foi o Woodstock, maior festival de música da história que ocorreu nos 15, 16 e 17 de agosto de 1969. Por meio do som e das letras do rock e também das performances no palco, a contracultura começou a penetrar a sociedade como um todo, no contexto da Guerra Fria, em que os Estado Unidos foi capaz de lançar armas proibidas na guerra do Vietnã. A partir dessa conjuntura, Divaldo leva o auditório   a refletir sobre a ética, concluindo que quando não se há ética, há-se o caos.
Em 1980, teve-se o paciente zero da AIDS e a sociedade precisou começar a mudar seus hábitos sexuais diante desta síndrome, pois o sexo desvairado é um instrumento de angústia.
Para ilustrar ainda mais, o vazio existencial, Divaldo Franco lança mão da história narrada por Camus, no livro O Estrangeiro. Nela, a personagem Meursault, um homem indiferente à vida e à morte de sua mãe, acaba se envolvendo em um assassinato por motivo fútil.  Segundo o protagonista da obra, tanto faz uma coisa ou outra, pois nada importa no final, há apenas a indiferença de sentimentos. Divaldo Franco menciona que a maioria dos seres humanos, na atualidade, por vezes, em algum instante da vida, sente-se um estrangeiro de si mesmo, com vazio existencial.
Para erradicar o vazio existencial, Divaldo convida seu ouvinte a servir, pois quem não vive para servir, ainda não aprender a viver. A própria pergunta 540, do Livro dos Espíritos, já prenuncia a física quântica e a importância do servir, quando os espíritos respondem que: “(...) é assim que tudo serve, tudo se encadeia na Natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo, pois ele mesmo começou pelo átomo. Admirável lei de harmonia, de que o vosso Espírito limitado ainda não pode abranger o conjunto!”. Logo, fundamentalmente, o objetivo da vida é servir. Gabriela Mistral, Prêmio Nobel de Literatura em 1945, ilustrou muito bem em seu poema “O prazer de servir”, que “toda a Natureza é um desejo de serviço”.
Divaldo Franco propõe que se faça uma viagem interior para descobrir o sentido da vida. Que se preencha o vazio existencial, emitindo boas palavras. Toda vez que vier um pensamento ruim, deve-se trocá-lo por um bom. Pensar no bem, emitindo ondas de eletropositivos. Amar!, pois o  Amor é latente e está no interior do homem. Estabelecer metas, objetivos e não se deixar diminuir por aqueles que estão mais atrasados.
O vazio existencial está atrelado ao prelúdio da depressão. Jung ao se deprimir, expressou que avaliara o conceito depressão até o dia em que teve uma. Para vencer a depressão, deve-se tomar substâncias que substituam aquelas que não estão sendo produzidas pelos neurônios e que, por isso, desencadeiam a doença. Deve-se também, oferecer o esforço para curar-se, pois não há terapia que funcione se o paciente não colabora.
O ser humano é fundamentalmente, espiritual, antes mesmo das sensações de comer, dormir e fazer sexo. No início, o homem teve medo da morte e com isto, surge a primeira emoção: o medo. A segunda emoção do ser humano foi a ira e a terceira expressão de sentimento, foi o Amor. Como este é uma emoção recente, o medo e a ira ainda assaltam o indivíduo. Por isso, faz-se necessário amar de tal forma como se estivesse amando a si mesmo, redescobrindo o autoamor.
Divaldo Franco conclama a todos a amar como principal antídoto ao vazio existencial,  ponderando que se alguém não gosta de você, o problema é dele. Mas se é você que não ama, o problema é seu. Jesus disse para orar e vigiar. Orar é arar, é estimular coisas boas, dizer a outrem que siga adiante. Seja você o que não permite que ninguém saia do seu lado sem levar algo de bom, pois o importante é não ser inimigo de ninguém.
Foto: Edgard Patrocínio
Texto: Carlyne Paiva 

(Informação recebida em email de Jorge Moehlecke)

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Divaldo Franco na Europa Winterthur, Suíça,

10 de junho de 2019
Nesta segunda-feira, feriado na Suíça, pela manhã, Divaldo Franco realizou conferência para uma plateia que lotou as dependências do Tecnicenter em Winterthur, abordando o tema: Jesus e Atualidade. Inicialmente, detalhando fatos históricos e sociológicos ocorridos no Império Romano, em rica narrativa, até chegar ao período do Imperador Otaviano, quando o Astro Solar, Jesus, chegou com simplicidade e infinito amor, Divaldo ressaltou o trabalho de preparação para que Jesus pudesse estar com os homens.
Que homem é este, que mudou a história da humanidade sem se voltar contra ninguém? Questionou o Arauto do Evangelho e da Paz. Antes dele, esclareceu, vencedor era aquele que derrotava seus inimigos, com Jesus, porém, vitorioso é aquele que domina e vence as suas más inclinações e paixões.
O Mestre de Nazaré não pedia para os homens seguirem esta ou aquela religião, mas que fizesse o que ele fez, tendo inclusive reafirmado que qualquer um poderia fazer o mesmo. Citando a Dra. Hanna Wolff, psicóloga, Divaldo Franco comentou sobre a obra Jesus Psicoterapeuta, onde a nobre psicanalista alemã concluiu que Jesus é um ser tão extraordinário que quem o conhece jamais permanece indiferente a Ele: ou O ama, ou O detesta. Nesta obra, Hanna Wolff assevera que, de fato, Jesus foi o maior psicoterapeuta da humanidade, o amigo dos que não possuem amigos.
Para Jesus, o primordial não era Ter, mas era Ser. Tinha coragem de atender ao nobre da mesma forma que ao miserável. Ele não pede nada aos homens, apresenta a doutrina da ternura, do amor. Divaldo Franco conduziu a atenta plateia pelos caminhos de Jesus, promovendo no ambiente um suave encantamento, que está sendo perdido aos poucos, na loucura do quotidiano, em busca de coisa nenhuma. Como Ele nos faz falta! O nobre orador e humanista sugeriu que, em um mundo em que todos reclamam de algo ou de alguém, que se saiba agradecer à Deus pela bênção de ser amado e de poder aprender a amar para amar também. Seja você quem ama!
Concluída a conferência, muito aplaudido de pé e, estando os presentes emocionados, foi o momento dos agradecimentos. Com singela e expressiva emoção, assim foi encerrada mais uma etapa anual pela Europa, divulgando o Espiritismo por 11 países e 16 cidades, levando a Luz do Evangelho e, retornando ao Brasil, onde não terá tempo nem sequer para desfazer as malas, pois que já o aguardam compromissos nesta quarta-feira. Expressando-se pelo exemplo, assim procede o “jovem” semeador, saindo para semear a Boa Nova, avançando sem se deter, sem olhar para trás.
Texto: Ênio Medeiros
Fotos: Jaqueline Medeiros
Adaptação e revisão: Paulo Salerno

Divaldo Franco na Europa Winterthur, Suíça

09 de junho de 2019
Neste domingo, prosseguindo com o seminário de Pentecostes da Suíça, este ano com o tema Luz nas Sombras, Divaldo Franco, logo cedo pela manhã, fez um amplo retrospecto sociológico da humanidade nos últimos cinco séculos, comentando sobre diversos personagens que marcaram a história da humanidade com suas pesquisas, teorias e descobertas, com uma riqueza de detalhes, de nomes e datas, que impressionam a qualquer um.
Citando Francis Bacon (1561-1626), filósofo e cientista inglês, o Embaixador da Paz no Mundo destacou que no século XVII, ele afirmava que uma filosofia superficial inclina a mente do homem para o ateísmo, mas uma filosofia profunda conduz as mentes humanas para a religião, pois, que ao saber, o homem passa a crer por que compreende, e compreendendo, de fato sabe. Esta é a proposta do Espiritismo, que leva o homem a desenvolver uma fé sólida, consciente e racional.
O Espiritismo é uma doutrina que comprova tudo o que apregoa, onde a moral não é uma lei, mas é um sentido profundo para a vida, levando o indivíduo a modificar-se para melhor, liberando-se da ganância, do ódio, do ciúme. É uma doutrina onde o Evangelho deixa de ser uma base religiosa, para ser uma base para a vida, uma base terapêutica. Ao encerrar a abordagem matutina, Divaldo Franco afirmou que o sentido da vida é ser feliz, e que o homem somente será feliz quando conseguir tornar o mundo melhor.
No início da tarde, retomando a atividade, Juan Danilo esclareceu que após a treva vem a claridade, e que todos os seres humanos necessitam se iluminarem, questionando: o que é a treva, senão o caminho de retorno à Luz?
Referindo-se às virtudes, Juan Danilo salientou que a aquisição e o desenvolvimento da resignação é de vital importância, asseverando que a resignação deve ser ativa, que não se deve ficar parado ante os desafios, reordenando, assim, as ações a serem tomadas, haja vista que tudo muda na vida. Enalteceu, também, a importância do exercício da caridade, a caridade ética e a estética, a caridade que se faz com facilidade, e aquela que sabe ir ao encontro das necessidades ocultas dos que sofrem.
O lúcido orador, com muita propriedade, iluminou o tema com as suas próprias experiências, demonstrando que as vivências de sofrimento reeducam e, se bem aproveitadas, levam a avançar na direção da Luz. Finalizando, abordou, ainda, os passos para a autoiluminação, aplicando o seguinte método, claro e altamente racional: Começar, Preencher, Amar e Finalizar. Assim, com pequenas atitudes, mas muito importantes, Juan Danilo procurou estimular o público, auxiliando-o na compreensão da desafiadora temática Luz nas Sombras.
O tema, por ser instigante, propiciou que muitas perguntas fossem feitas, atestando o interesse dos participantes em bem compreender a proposta. Encerrado o produtivo encontro, constituído de momentos ricos de grande aprendizado, acrescidos com as narrativas de vivências e os exemplos daqueles que se decidiram seguir Jesus, os participantes do seminário, tocados em seus corações, saíram renovados, levando vasto material para reflexões que auxiliarão nas mudanças que iluminarão, por certo, as sombras, que a ignorância ainda insiste em manter as criaturas sob sua influência.
Texto: Ênio Medeiros
Fotos: Jaqueline Medeiros
Adaptação e revisão: Paulo Salerno
 

domingo, 9 de junho de 2019

Divaldo Franco na Europa Winterthur, Suíça

08 de junho de 2019
Na manhã deste sábado, teve início o já tradicional encontro programado anualmente pelos espíritas da Suíça, sempre realizado no feriado de Pentecostes. O atual Seminário, intitulado Luz nas Sombras, está sendo realizado na pequena cidade de Winterthur, próximo à Zurique, com seguimento no domingo.
Divaldo Franco discorreu sobre a evolução da sociedade humana, que ao longo da História já viveu e ainda vive muitas guerras, a maioria delas, paradoxalmente, por motivos religiosos. As conquistas tecnológicas, ainda não lograram tornar a criatura humana mais feliz. Nunca houve tanta solidão como na atualidade, pois, as criaturas mantêm-se armadas umas contra as outras, quando deveriam amar umas às outras, para preservarem as vidas.
O nobre orador, citando os estudos do médico psiquiatra, psicólogo e professor Emilio Mira y Lopez (1896-1964), teceu reflexões sobre o desenvolvimento do pensamento humano, percorrendo as fases do pensamento arcaico, egocêntrico, racional e cósmico, onde Divaldo foi apresentando cada um desses períodos, enriquecendo suas narrativas com exemplos de sua própria vida, rica de experiências no trato com os irmãos do caminho.
Hoje, esclareceu Divaldo Franco, os jovens buscam a volúpia do prazer e do sexo. As drogas se tornam presentes na sociedade hodierna, que muito se deve à falência da família, levando o jovem, não poucas vezes, a extravasar as energias nos grupos onde busca aceitação. Este século, caraterizado pelas vidas vazias, necessita de uma proposta para preencher o vazio, de uma luz para apagar a escuridão.
O amor, é a grande chave para a felicidade do ser humano. Todos podem fazer algo para iluminar, e quem não puder, poderá pedir à Deus. Ninguém é tão pobre que não possa orar à Deus. Jesus Cristo irá nascer em cada coração e, sendo Ele a luz do mundo, todos são luzes a iluminar. Amar, então, é uma meta que se deve perseguir na existência.
Após o intervalo para o almoço, o querido amigo Dr. Juan Danilo, médico, médium e espírita, reiniciou as atividades explanando sobre as interferências dos Espíritos na vida de cada indivíduo, apresentando particularidades sobre os instintos, as paixões e os desejos. Com particular habilidade, conduziu os presentes a bem compreenderem a temática, em razão dos variados exemplos de vivências suas na vida profissional, permitindo que cada um se identificasse com um personagem, ou com momentos que foram ali retratados com simplicidade e de forma objetiva.
Juan Danilo, apoiado em O Livro dos Espíritos, particularmente na Questão 467, demonstrou que todos podem se libertar das influências indesejadas, oriundas do mundo espiritual. Já na Questão 941, discorreu sobre os valores materiais e os de natureza espiritual, esses, os verdadeiros valores para o ser imortal que se é.
Ao final da tarde, ambos responderam várias perguntas formuladas sobre os temas abordados, fazendo esclarecimentos e minudenciando aspectos específicos, oportunizando grande aprendizado, encerrando a profícua atividade, para prosseguirem no domingo.
Texto: Ênio Medeiros
Fotos: Jaqueline Medeiros
Adaptação e revisão: Paulo Salerno

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Divaldo Franco na Europa Amsterdã, Holanda

06 de junho de 2019
Atendendo ao convite do Grupo Espírita de Amsterdã, Divaldo Franco retornou à Holanda, acompanhado pelo Dr. Juan Danilo e amigos, abordando a temática da felicidade, contemplando a expectativa da plateia que lotou o auditório. Inicialmente Divaldo destacou o perfil da criatura humana construído ao longo de sua história, bem como os conflitos emocionais que a acompanham desde recuados tempos, asseverando que o grande problema do ser humano é o próprio ser humano.
Abordando o pensamento de alguns filósofos que, ao longo do tempo, procuraram entender esta intricada questão, - a felicidade -, apresentou os vários pensamentos filosóficos, assim sintetizados pelo Professor e Embaixador da Paz no Mundo:  a) Epicuro afirmava ser a felicidade alcançada através do ter, da posse, é o pensamento Epicurista ou hedonista. b) Diógenes, com o pensamento Cínico, afirmava que a felicidade é NADA TER. c) Zenon de Cicio, com o pensamento estoico, ensinava ser a felicidade a necessidade de se banir da vida a afetividade e a emotividade causadoras do apego e produtoras de infelicidade, enfrentando as vicissitudes e os sofrimentos com serenidade, libertando-o da infelicidade. d) Sócrates, por sua vez, apresentou e defendeu o pensamento de que a felicidade é SER e não ter coisas transitórias. Preconizava uma conduta ilibada, reta, promovendo o bem geral, a felicidade como um bem da alma.
Destacou, o nobre orador, que a felicidade é construída quando o indivíduo se torna melhor a cada dia, esforçando-se em vencer suas más inclinações, como bem enfatizou Santo Agostinho na resposta da questão 919 de O Livro dos Espíritos, fazendo, Divaldo Franco, uma análise profunda deste tema.
A criatura é a mesma em toda parte, embora experimente diferenças culturais, geográficas, climáticas e etc. O sofrimento a todos atinge, e o desejo de ser feliz torna-se uma aspiração universal. Desta forma, o Semeador de Estrela falou aos corações dos que ali compareceram em busca de uma palavra de conforto e encorajamento. Atendendo o anseio dos presentes, Divaldo ofertou-lhes o acolhimento, o carinho e o esclarecimento tão necessário para a conquista da felicidade.
Em sua longa trajetória, Divaldo Franco conquistou sabedoria. Profundo conhecedor dos conflitos humanos, com alegria e bom humor, foi discorrendo sobre os conceitos da Doutrina Espírita que, afinal, matou a morte, e a imortalidade da alma é um convite constante ao amor, sem condições, nada esperando em troca, o amor é paciente e libertador.
Os homens, de uma forma geral, são educados para a conquista da vitória exterior e não para serem felizes. É necessário que os indivíduos mudem a forma de viver e passem a fruir a felicidade agora. Se algo de ruim acontecer, o que é normal, não evoque estas lembranças na mente, mas pense nos momentos alegres, e prossiga renovando os pensamentos, projetando-se à felicidade.
Ao final, o jovial amigo Divaldo, alertou: seja feliz como você é, e não como gostaria de ser, viva intensamente o momento presente. Cultive o sol em si mesmo, por pior que seja a noite, sempre amanhecerá um novo dia. É possível ser feliz, ajude a felicidade ajudar você. Todos, contemplados com a mensagem do amor em suas mentes, e devidamente ensementados, passarão a cuidarem-se de si mesmos. O semeador prossegue intimorato, afinal, ao amanhecer desta sexta-feira, o aeroporto de Amsterdã já o encontrará rumando para Zürich, na Suiça, onde quatro dias de intensas atividades doutrinárias o aguardam.
Texto: Ênio Medeiros
Fotos: Jaqueline Medeiros
Adaptação e revisão: Paulo Salerno


quinta-feira, 6 de junho de 2019

Divaldo Franco na Europa Paris, França

04 de junho de 2019
Nesta terça-feira, Divaldo Franco, retornando à bela Paris, na França, reuniu os espíritas e simpatizantes na acolhedora sala Saint Martin, no centro da cidade luz, para, juntamente com Dr. Juan Danilo, recepcionar a atenta plateia, encantando a todos. Inicialmente Juan Danilo fez uma abordagem sobre o Espectro Autista, assunto de grande interesse, atualíssimo. Juan, com muita experiência sobre neste campo, esclareceu que o autista não consegue ter uma comunicação empática com as outras pessoas, e isso dificulta bastante a sua e a vida dos que com ele convivem. Enfatizou, também, os diversos níveis do cérebro humano, sempre traçando um paralelo com o autista, asseverando que todo autista possui uma especialidade, e que ao descobri-la, auxilia e muito em suas relações com o que o cerca. Quando se busca saber qual é a especialidade de um autista, então, se está realmente começando a trabalhar com ele. A plateia sorvia cada expressão, tamanha propriedade com que Juan Danilo mergulhava nesta temática, fazendo uma abordagem, também, à luz da reencarnação.
Após ligeira pausa, Divaldo Franco assomou à tribuna, destacando as conquistas humanas na área da saúde mental, apresentou os avanços alcançados por diversas personalidades da história, como o mais renomado cientista dos problemas cerebrais, Jean-Martin Charcot (1825-1893), médico, psiquiatra, neurologista e fundador da moderna neurologia, que se dedicou a estudar a saúde em sua época, a histeria. Outro vulto foi o médico francês Philippe Pinel (1745-1826), considerado o pai da psiquiatria, e que teve a coragem de afirmar que a esquizofrenia não era incurável.
Enriquecendo a abordagem, Divaldo asseverou que Sigmund Freud (1856-1939), médico neurologista austríaco e fundador da psicanálise, igualmente estudou a histeria em Viena, na Áustria, tendo buscado Charcot mais tarde para aprofundar suas pesquisas. Outro personagem apresentado foi o pesquisador russo Alexandre Aksakof (1832-1903) e sua obra Animismo e Espiritismo, comprovando a legitimidade da Mediunidade. Em seguida Divaldo Franco se referiu a O Livro dos Médiuns, a mais notável obra já escrita a respeito da paranormalidade humana. Até os dias atuais, nenhuma teoria logrou mudar os conceitos de Allan Kardec, contidos nesta obra monumental.
Com absoluta propriedade de quem convive com os Espíritos desde os quatro anos de idade, o Arauto do Evangelho narrou varias vivências suas, situações inusitadas umas, desafiadoras outras, e extremamente difíceis ainda outras, que lhe exigiram grandes sacrifícios para seguir fiel aos conceitos espíritas abraçados e à Jesus, sensibilizando a plateia. Ao ouvir os relatos do humanista Divaldo Franco, não se pode ficar indiferente, pois ele relata vivências, onde ele próprio é a prova viva dos fatos e, atravessando gerações e tocando os mais endurecidos corações, tem toda a sua vida dedicada ao bem e ao amor.
A mediunidade é uma faculdade nobre, e que deve ser voltada ao bem. Os médiuns convivem com aqueles que lhes são semelhantes. O Espiritismo é uma ética moral de natureza Cristã. Os atos de cada indivíduo assinalam o seu próprio destino, afirmou alertando, ao tempo em que convidava os presentes para que, ao saírem dali, buscassem todos os diferentes, pois o que se leva para sempre é o que se é, não o que se tem.
Texto: Ênio Medeiros
Fotos: Jaqueline Medeiros
Adaptação e revisão: Paulo Salerno


(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Divaldo Franco na Europa Bad Honnef, Alemanha

02 de junho de 2019
O domingo surgiu rico de expectativas. O encontro espírita anual em Bad Honnef, na Alemanha, foi encerrado em 02 de junho com clima de confraternização. O Seminário Qual o sentido da VIDA?, realizado nas dependências do Hotel Seminaris Alexander-von-Humboldt, teve a oportunidade de congregar uma grande família, tal foi o sentimento que ali se experimentou.
Divaldo Franco, em sintonia com o lindo e ensolarado dia, discorreu sobre O Poder do Ideal, pois quando se tem um ideal, as dificuldades se transformam em desafios, e nada poderá impedir que estes desafios sejam superados. Nunca abandone seus sonhos, lembrando-se que nem sempre os resultados são imediatos, porém, se perseverar, eles se farão reais. Apresentando exemplos de idealistas, o Embaixador da Paz no Mundo se referiu à Alexander Fleming (1881-1955), que descobriu a penicilina, após ter perseverado no seu ideal, bem como à Thomas Edison (1847-1931), que por centenas de vezes teve suas pesquisas frustradas, mas não desistiu, e graças à sua perseverança, temos a lâmpada.
A temática foi empolgante, por que Divaldo Franco é, também, um belo exemplo de perseverança, pois, acompanhando suas narrativas acerca de sua infância, dos tropeços e dificuldades que teve com o desabrochar da mediunidade, embora tendo tudo para desistir, perseverou. Que o digam os mais de seiscentos filhos que ele adotou, educou e amou ao longo destes anos!
À tarde, o amigo Juan Danilo conduziu o público, reflexionando sobre A Consciência Desperta, apresentando e aprofundando os níveis de consciência de vigília, de sono, das mudanças que cada um necessita operar em si mesmo para que possa se tornar bom administrador de sua vida, não perdendo tempo e oportunidades, visando não se arrepender posteriormente.
Juan Danilo discorreu sobre a importância de saber dizer o não e de aceitar e ouvir o não. Abordou, também, a questão do foco, com o propósito de dissociar muitas coisas que estão próximas, visando concentrar-se naquilo que deseja realizar. Destacou que o verdadeiro espírita é alguém que busca realizar o trabalho consigo mesmo, liberando-se pouco a pouco das carências e rumando para a individuação. Como mecanismo facilitador para a vida, propôs três metas para a conquista do sentido da vida, que são: Facilitar, Simplificar e Fazer, demonstrando, de forma simples e objetiva, que é possível avançar conquistando uma relativa paz e harmonia.
Ao final, Divaldo e Juan ainda responderam a várias perguntas, elucidando e aprofundando pontos específicos. O momento dos agradecimentos contribuiu para realçar e confirmar que a vivência e a convivência, no desenrolar do Seminário, se constituíram em dias inesquecíveis. A confraternização e as despedidas, realçadas pelos abraços afetuosos, se constituíram em júbilos de fraternidade verdadeira, antevendo o próximo ano, aguardando novo reencontro. Divaldo, após atender aos que ainda o buscavam para um abraço, para despedir-se, se recolheu, pois, nesta segunda-feira, o aeroporto de Düsseldorf o irá receber antes mesmo que o sol apareça, rumando à Paris, para novos compromissos. Não sei, de fato não sei, de onde vem tanta energia, tanto bom ânimo, mas ele prossegue, sem permitir que alguém saia de sua presença sem um sorriso, um abraço, um carinho. Esse é Divaldo Franco, incansável.
Texto: Ênio Medeiros
Fotos: Jaqueline Medeiros
Adaptação e revisão: Paulo Salerno

domingo, 2 de junho de 2019

Divaldo Franco na Europa Bad Honnef, Alemanha

1º de junho de 2019
Neste sábado, logo pela manhã, teve início o Seminário Qual o sentido da VIDA?, realizado nas dependências do Hotel Seminaris Alexander-von-Humboldt. Essa é uma atividade anual que ocorre na encantadora cidade Bad Honnef, na Alemanha, e aguardada com ansiedade pelos mais de trezentos inscritos, que lotaram o salão de conferências.
Divaldo Franco, acompanhado pelo médico e amigo Dr. Juan Danilo Rodríguez Mantilla, deram as boas vindas, tendo sido destacado por Divaldo que serão dois dias de terapêuticas de alegria, buscando eliminar o vazio existencial. A sociedade atual, afirmou Divaldo, se comunica com grande facilidade com o lado exterior da vida, ansiosa, que busca nas fugas psicológicas a paz que falta interiormente em cada ser humano. Nunca houve tanta solidão como hoje, solidão a um, a dois, solidão na multidão. Alguns escolhem ser infelizes, carregando, não raro, a falta de amor da infância, originando a criança ferida, e logo mais, na vida de adultos infantis, onde tudo é motivo para contrariedades, tudo é justificativa para a infelicidade.
Com bom humor invejável, o ilustre orador foi conduzindo a plateia com habilidade, provocando risos, que afinal, são terapêuticos, demonstrando que é possível despertar para uma vida feliz. O amor é a chave para a felicidade, que inicia no autoamor. Vamos encher nossas vidas, convidou Divaldo, buscar abraçar um ideal, somos filhos de Deus e esta é a maior honra que existe.
No período da tarde, foi a vez de Juan Danilo mergulhar na temática do sentido da vida. Para tal, o querido orador trouxe para análise trechos de Revista Espírita de Agosto de 1863, afirmando que o indivíduo que possui uma vida vazia, tem anseios que não consegue satisfazer, está sempre em busca, e parece nunca atingir o idealizado. Aprofundando, Juan Danilo abordou o despertar do indivíduo, as interrogações, o retorno ao convívio social, tornando a vida permeada de atividades e compromissos, chegando ao entendimento de que não necessitamos consertar o outro, que somente cabe a cada um aceitar e amar. Concluindo, afirmou que o ideal é ter metas, ideais, que irão auxiliar a saber por onde transitar, todos os indivíduos são definidos pelos seus próprios ideais.
Depois de uma pausa ocorreram as apresentações artísticas de Warren Richardson e sua filha Amina Matos Richardson, que encantaram com suas vozes e seus carismas, para então, o incansável trabalhador de Jesus, Divaldo Franco, arrematar o dia rico de oportunidades, afirmando que todos são energia, e a energia se manifesta em graus, em ondas, e que o ser humano necessita buscar fazer a sintonia, entrar na faixa de seu próprio inconsciente, perguntando qual a sua missão na Terra. A resposta virá, o sentido da vida virá, será, então, o indivíduo, feliz, por que não mais lhe interessará a opinião dos outros, será livre, seguindo a trajetória que Deus lhe proporcionou.
Podemos afirmar que foi um dia encantador. Todos estavam em busca de um ideal, ou reafirmando-o, querendo promover em si mesmo o despertar, recebendo as elucidações de alguém com imensa bagagem de vida, com uma vida dedicada ao bem, ao amor, e que, esquecendo-se de si mesmo, dedica a própria vida aos irmãos do caminho. A rica e instigante temática terá continuidade, prosseguindo com muito trabalho e certamente rico de oportunidades.
Texto: Ênio Medeiros
Fotos: Jaqueline Medeiros
Adaptação e revisão: Paulo Salerno

Divaldo Franco na Europa Bad Honnef, Alemanha

31 de maio de 2019
Nesta sexta-feira, retornando à Bad Honnef, na Alemanha, para o já tradicional seminário espírita, que se realiza neste 31 de maio, 1º e 02 de junho, Divaldo Franco e o amigo Dr. Juan Danilo Rodríguez Mantilla, participaram de um singelo encontro informal nas dependências do Hotel Seminaris.
O encontro, denominado Sarau Evangélico, serviu para abrir as portas à jornada que se inicia neste Sábado pela manhã e que se estenderá até a noite, com continuidade no domingo. Foram momentos de grande beleza e encantamento. Juan Danilo se apresentou tocando violão e cantando poemas que foram musicados por ele mesmo. Com sua sensibilidade artística, Juan Danilo musicou vários textos ditados pelos espíritos, através da mediunidade de Divaldo Franco, especialmente os de Rabindranath Tagore. A cada novo momento, Divaldo declamava poemas do livro Filigranas de Luz,formando um belo e harmônico dueto. Com a participação especial de Warren Richardson, que com sua voz encantadora e potente, criou um clima de muita emoção. Ao final todos se recolheram, aguardando, expectantes, o sábado quando o aguardado seminário será iniciado efetivamente pela manhã bem cedo.
Texto: Ênio Medeiros
Fotos: Jaqueline Medeiros
Adaptação e revisão: Paulo Salerno


(Informações recebidas em email de Jorge Moehlecke)

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Divaldo Franco na Europa Milão, Itália

30 de maio de 2019
ENTREVISTA:
Na manhã desta quinta-feira, já em Milão, Divaldo Franco, Juan Danilo e amigos, nas dependências do Hotel Michelangelo, deram entrevista à conceituada revista CARAS, da Itália. Divaldo e Juan Danilo tiveram a oportunidade de discorrer sobre o trabalho de Divulgação do Espiritismo e da obra fantástica de educação e assistência aos necessitados e que são prestados aos acolhidos pela Mansão do Caminho, obra assistencial do Centro Espírita Caminho da Redenção.
Com o carisma que lhe é habitual, Divaldo Franco detalhou o seu trabalho, que vem sendo realizado ao longo de mais de setenta anos, ao tempo em que apresentou os principais aspectos da Doutrina Espírita, a bússola de sua vida, iluminado pela Luz do Evangelho de Jesus. Divaldo Franco, aos 92 anos de idade, com um dinamismo incomparável, é um jovem trabalhador entusiasmado, estimulado e estimulador, amando profundamente o seu semelhante, é um exemplo de dedicação à causa do bem, plantando a semente da Boa Nova nos corações e mentes dos que buscam a autoiluminação, a felicidade.
**************************

PALESTRA:
Na noite desta quinta-feira, nas dependências do hotel Michelangelo, Divaldo Franco, acompanhado pelo Dr. Juan Danilo e demais amigos, retornou à capital da moda italiana, Milão, para abordar a temática das Vidas Vazias. Uma plateia de quinhentas pessoas lotou o belo salão, fazendo um contraste com aquele recuado momento, quando há quarenta e seis anos Divaldo chegara para pregar o Evangelho de Jesus, por primeira vez em Milão, para um pequeno grupo de pessoas desejosas de conhecer a Boa Nova.
O evento deste dia 30/5/19 se constituiu em uma noite encantadora. O belo e envolvente momento artístico contou com apresentações do tenor Maécio Gomes, que encantou com sua bela voz, e Alessandro Marini no teclado, configurando um harmonioso momento. Destacando o trabalho e a vida do humanista e Embaixador da Paz no Mundo, foi apresentado o trailer do filme sobre Divaldo Franco, pelo próprio diretor, Clóvis Mello, que sensibilizou os presentes com suas palavras. Em seguida Juan Danilo Rodrígez Mantilla saudou o público em nome da Mansão do Caminho, apresentando suas considerações sobre o trabalho no bem, o amor e a caridade, que não permitem o vazio existencial.
Divaldo Franco, dirigindo-se ao público atento, afirmou que a angústia predomina atualmente no mundo e, que apesar de o ser humano estar em busca da compreensão do grande enigma do cosmo, de penetrar nas micropartículas, descobrindo as energias, ainda não conseguiu lograr viver a cultura do amor. Apresentando uma síntese da evolução do pensamento humano, citou Friedrich Nietzsche (1844-1900), filósofo alemão, autor de Assim Falava Zaratustra. O Semeador de Estrelas também discorreu sobre as variadas doutrinas materialistas, e a vivência do prazer, da extravagância e do gozo, vivendo o aqui e o agora, alcançando o atual período, o da vida vazia, apresentando, assim, o panorama experimentado pelo homem.
O lúcido orador questionou sobre qual a razão de tanta decadência ética, por que tanto sofrimento, por que os maus prosperam enquanto os bons sofrem? Qual, afinal, o sentido da vida? Contribuindo para a equação destas questões, Divaldo Franco discorreu sobre as conclusões a que chegou o Dr. Rollo May (1909-1994), psicólogo e teólogo americano, que afirmava ser o homem moderno vítima de três fatores decadentes, o Individualismo, o Sexismo e o Consumismo, demonstrando a urgência em despertar para a vivência do amor, pois quem não ama, ainda não começou a viver, ainda vegeta.
O cativante orador ressaltou o ensinamento ministrado pelo maior psicoterapeuta da humanidade, Jesus, que convida amar a Deus sobre todas as coisas, ao próximo e a si mesmo, evidenciando o significado do autoamor, afinal, quem não se ama, dificilmente logrará amar a outrem, quiçá a Deus.
Sempre jovial, Divaldo foi conduzindo sua narrativa, apresentando exemplos de sua vida, provocando risos saudáveis a todo momento, descontraindo, fazendo as pessoas desarmarem-se. Com frequência foi interrompido pelos aplausos, tão genuínas são as suas palavras. Ele é alguém que fala direto ao coração, suas palavras são ricas de encantamento, de simplicidade, porém recheadas pela vivência do amor. Estimulando a busca do autoaperfeiçoamento, afirmou que quando o ser humano muda para melhor, a vida muda e, assim, muda o mundo. A oração, asseverou, é o veículo para se falar com Deus, abrindo a alma, que se esvazia de ego para preencher-se de felicidade.
Foi, de fato, uma noite memorável, todos estavam jubilosos pela oportunidade, mas o seareiro, logo se recolheu, afinal, a madrugada já o irá encontrar no aeroporto, rumando para Colônia, na Alemanha, para o tradicional Congresso na pequena cidade de Bad Honnef. Ele não para, jovial, prossegue semeando a semente do amor.

Texto: Ênio Medeiros
Fotos: Jaqueline Medeiros
Adaptação e revisão: Paulo Salerno

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Divaldo Franco na Europa Roma, Itália

28 de maio de 2019
Na tarde desta terça-feira, Divaldo Pereira Franco e Juan Danilo Rodríguez Mantilla, estiveram visitando a pequena sede do Grupo di Roma Allan Kardec - GRAK, em Roma, onde foi possível a convivência saudável e renovadora entre os trabalhadores espíritas que ali labutam. Foram momentos enriquecedores, pois em um primeiro momento, Juan Danilo abordou a temática do amor, afirmando que todos estão nas mãos do amor. Corroborando, discorreu sobre o seu próprio exemplo, que órfão de pai e mãe, contou com o amor de uma terceira pessoa, uma vovozinha amorosa que lhe acolheu como filho amado. Dr. Juan Danilo também evidenciou o quanto é importante amar a si mesmo para poder amar aos outros, questionando: Embora estando nas mãos do amor, nós amamos?
Reflexionando sobre a Doutrina Espírita, esclareceu que o Espiritismo é uma poderosa filosofia que auxilia o ser humano a elevar as sensações através da razão, em primeiro lugar, seguido pelos sentimentos. Outro ponto destacado foi a intuição, que é a porta de entrada da mediunidade, que necessita ser treinada, com dedicação e disciplina. Abordou, com a mesma ênfase, a questão 132 de O Livro dos Espíritos, referente à Reencarnação, e com muita habilidade discorreu sobre o amor de Deus a todas as suas criaturas, asseverando que as provas e as expiações são ações propiciadoras da evolução do Espírito no estágio em que ainda se encontra.
Na sequência, Divaldo Franco narrou a belíssima história, real, contida na autobiografia de Elizabeth Gladich. É a história emocionante e altamente comovente de Elisabeth, a Calhandra e Madame Schumann-Heink, o maior contralto que a humanidade jamais teve. A narrativa, com incrível riqueza de detalhes, teve o dom de emocionar todos os presentes. Aproveitando o clima de emoção que tomou conta dos presentes, Divaldo Franco, com a habilidade de quem está acostumado com as questões que afligem o ser humano, afirmou que Deus disse a cada um de nós, vai e serve, abre as portas do teu coração ao serviço no bem, se possível, ajuda a trazer Deus ao coração de quem não O conhece ou O abandonou. Nossas vidas, asseverou o servidor de Jesus, não devem ser vazias, inúteis, nós estamos na terra para servir, cada qual dentro de suas possibilidades, somos de certa forma, as mãos de Deus.
Finalizando o singelo encontro, no trabalho de auxiliar na renovação dos que ali estavam, Divaldo Franco fez uma significativa comparação, afirmando que Roma possui alguns dos mais suntuosos templos da humanidade, no entanto, ali estavam, em um pequeno grupo de espíritas, em uma minúscula sala, que faz lembrar, por analogia, a pequena e humilde manjedoura que abrigou o Rei Solar, Jesus.
As emoções envolveram todo o ambiente, todos visivelmente emocionados, não continham a alegria do reencontro, que logo foi encerrado com sentida oração, porque aquele que semeia, saiu e prossegue semeando, e, nesta quarta-feira, muito cedo a estação de trens de Roma já irá encontrar o dedicado trabalhador e pacifista Divaldo Franco se dirigindo à cidade de Milão, Itália, juntamente com os amigos que o acompanham nesta meritória e profícua atividade de divulgação do Espiritismo.
Texto: Ênio Medeiros
Fotos: Jaqueline Medeiros
Adaptação e revisão: Paulo Salerno

terça-feira, 28 de maio de 2019

Divaldo Franco na Europa Roma, Itália

27 de maio de 2019
Nesta segunda-feira, 27 de maio, mais uma vez em Roma, sob os auspícios dos amigos do Grupo di Roma Allan Kardec - GRAK, Divaldo Franco e o amigo Dr. Juan Danilo Rodríguez Mantilla, falaram à um público que lotou o belo salão de conferências do BV Oly Hotel.
Iniciando as atividades, Juan Danilo abordou, com muita propriedade, a temática Autismo: O Amor em Silêncio, apresentando muitos esclarecimentos que prenderam a atenção de todos. Com muita simplicidade, Dr. Juan foi elucidando diversos pontos ainda pouco explorados sobre o Autismo, que tem crescido muito nos últimos tempos, alcançando, hoje, a proporção de um autista para cada sessenta pessoas. O autismo, ao contrário do que muitos pensam, não é uma doença, é um espectro que possui muitos matizes, muitas nuances, tornando o diagnóstico algo bastante desafiador. Todo autista é possuidor de alguma faculdade especial, nem sempre detectada e estimulada por pais e cuidadores, afirmou Juan. Com grande habilidade, o querido amigo, narrou algumas experiências riquíssimas de consultório que ajudaram na compreensão do complexo tema, dirimindo muitas dúvidas e desfazendo equívocos acerca desta temática.
Na sequência, Divaldo Franco assumiu a tribuna e desenvolveu o tema: Vidas Vazias, asseverando que nas últimas décadas o ser humano conseguiu penetrar nas micropartículas, realizando extraordinárias conquistas tecnológicas e, no entanto, a sociedade atual se encontra vazia de sentido existencial. O homem moderno mata pelo prazer de matar. Em alguns países, a violência urbana ceifa milhares de vidas, alcançando índices alarmantes. Assim, inquiriu o nobre orador e humanista: o que está havendo com o ser humano?
Preocupados em triunfar em seu exterior, o homem e a mulher atuais não pensam em triunfar sobre as suas próprias más inclinações. Vivem, desta forma, em uma sociedade sem freios, em busca do gozo imediato, do que proporciona maior lucro, mesmo que não preencha as necessidades emocionais. A vida de cada ser humano, afirmou Divaldo, deve ter o sentido de viver para ser feliz. O amor é a alma da vida, e a vida, a alma do amor. Jesus, declarou o lúcido orador visivelmente inspirado, é o filósofo da luz, não é o homem crucificado, é o amigo dos que choram, daqueles que perderam tudo, menos o direito de amar.
Neste momento, a emoção tomou conta de todos, pois falando ao coração, este trabalhador de Jesus, acostumado às misérias humanas, parece penetrar na intimidade dos que o ouvem, para extrair o que há de melhor em cada um, impulsionando-os para um novo amanhecer. Por muito amar, Divaldo atravessa oceanos para levar a palavra de Jesus.
Texto: Ênio Medeiros
Fotos: Jaqueline Medeiros
Adaptação e revisão: Paulo Salerno

domingo, 26 de maio de 2019

Divaldo Franco na Europa Estocolmo, Suécia

 25 de maio de 2019
Na manhã de 25 de maio de 2019, sábado, Divaldo Franco participou do Encontro de Trabalhadores Espíritas da Escandinávia, realizado no idioma português, cujo tema foi: Reencarnação e Vida. Esse é um encontro dirigido especificamente para os trabalhadores espíritas dos países que formam esta região geográfica, cultural, linguística e política do norte da Europa - Dinamarca, Noruega e Suécia, entre outros. O encontro visa propiciar oportunidade para se reunirem, trocarem ideias, tirarem suas dúvidas e conviverem um pouco mais com o experiente amigo e orientador doutrinário Divaldo Franco.
O nobre orador abordou a palpitante temática por duas horas, no que se poderia chamar de uma aula de História e Geografia, com uma riqueza de dados, nomes e datas que impressionam sobremaneira. Afirmando que o Espiritismo é a ponte entre a ciência e a religião, Divaldo discorreu sobre questões de Física Quântica, apresentando conceitos ainda pouco conhecidos sobre a matéria, o átomo e das mais recentes pesquisas nesta área, citando Hemendra Nath Banerjee (1929-1985), e os argumentos possíveis ante a realidade da reencarnação. O Dr. Banerjee foi diretor do Departamento de Parapsicologia da Universidade de Rajasthan, na Índia, sendo de sua autoria o livro Vidas Pretéritas e Futuras.
Foram momentos de grandes aprendizados e ricos de bênçãos. Divaldo Franco respondeu à diversas perguntas, de forma alegre e jovial, e com sua vasta vivência pelos caminhos de Jesus, contribuiu significativamente, demonstrando que o amor é o melhor entre todos os caminhos, convidando à renovação.
O Arauto do Evangelho do Cristo, uma vez tendo escolhido o amor por divisa, prossegue atendendo seus compromissos. Assim, amanhã, 26 de maio, logo de madrugada rumará para o aeroporto, junto com os que o acompanham, pois Roma, na Itália, aguarda pelas palavras do velho amigo Divaldo Franco, que uma vez tendo posto as mãos no arado, não mais olhou para trás, prosseguindo, arando o solo ainda árido dos corações humanos.
Texto: Ênio Medeiros
Fotos: Jaqueline Medeiros
Adaptação e revisão: Paulo Salerno

Divaldo Franco na Europa Estocolmo, Suécia

24 de maio de 2019
Nesta sexta-feira, 24 de maio de 2019, retornando à Suécia, na bela cidade de Estocolmo, Divaldo Franco foi recebido pelos amigos espíritas, discorrendo sobre a temática do Sentido da Vida. Divaldo, como em atividades doutrinárias anteriores, se faz acompanhar pelo amigo Juan Danilo Rodríguez Mantilla, que teve a ocasião de autografar o livro de sua autoria, Terapia Holística Alliyana, cujo lançamento, no idioma Sueco, ocorreu nesta noite.
Com habilidades incomuns, Divaldo iniciou o tema de forma leve e jovial, afirmando que o ser humano, atualmente, vive em uma sociedade tecnicamente feliz, cercada de conquistas tecnológicas, porém, destituído de felicidade e cercado pela depressão, este estado psicopatológico perverso que assola à muitos, sem distinção. Apresentando aspectos da vida do neuropsiquiatra austríaco Viktor Frankl(1905-1997), sobrevivente do holocausto, tendo toda sua família eliminada pelos nazistas, destacou que, mesmo assim, deu um sentido à sua vida, criando mais tarde a Logoterapia.
O Semeador de Estrelas ressaltou a importância do amor, que deve começar pelo autoamor. A maioria das pessoas, esclareceu Divaldo, não ama, mas projeta os seus conflitos, querendo que a pessoa amada seja como gostaria que ela fosse, desejando, de fato, ser agradado. A vida deve ter um sentido, assim, o autoaprimoramento, o trabalho de descobrir quem se é, o que veio fazer no Planeta, por que existe o sofrimento, dá ao ser humano as condições para estabelecer a própria meta, o sentido da vida.
Não é nada fácil abordar tão complexa temática para um idioma tão diverso das línguas latinas, com tradução simultânea, porém, Divaldo Franco é este trabalhador de Jesus, que ao longo de décadas aprendeu a falar o idioma internacional do amor, cativando todos e levando a mensagem de Jesus Cristo. No encadeamento da atividade, respondeu às perguntas formuladas pelos presentes e deixou uma mensagem, afirmando que é tão maravilhoso poder amar. Amar as pessoas, não as coisas que as pessoas possuem. É muito importante aprender a viajar para dentro de si e descobrir que o amor liberta. Vale a pena amar, este é o sentido da vida, asseverou o incansável orador.
Ao final, todos se encontravam extasiados, talvez por que não tenham tido a oportunidade de contatos frequentes com alguém como Divaldo Franco, exemplo vivo do que apregoa sobre a vida e como vivê-la. Com simplicidade e alegria, tem se mostrado incansável em convidar ao amor. Feliz é aquele que já descobriu que o verdadeiro sentido da vida é amar.
Concluída a atividade, Divaldo se recolheu, haja vista que na manhã seguinte ocorrerá o encontro de trabalhadores espíritas da Escandinávia, momento ímpar aguardado por todos, desejosos de absorver a ampla experiência que será compartilhada pelo dedicado conferencista. Assim prossegue o semeador, semeando a Boa Nova...
Texto: Ênio Medeiros
Fotos: Jaqueline Medeiros
Adaptação e revisão: Paulo Salerno


quarta-feira, 22 de maio de 2019

Divaldo Franco na Europa Bratislava, Eslováquia

21 de maio de 2019
Na noite desta terça-feira, 21 de maio, Divaldo Franco retornou à Eslováquia, na bela cidade de Bratislava, atendendo ao convite do Grupo Allan Kardec - VAK- Bratislava, onde apresentou reflexões sobre a vida, seus desafios e soluções.
O Dr. Juan Danilo Rodríguez Mantilla, em rico e esclarecedor preâmbulo, saudou os presentes em nome da Mansão do Caminho, destacando alguns pontos que levam a criatura humana ao sofrimento, como por exemplo, o autoesquecimento, isto é, ela se esquece de si mesma, experimentando uma profunda solidão, se esquecendo que a vida pode ser rica de oportunidades. Referiu-se, o Dr. Juan, ao status e a conquista da beleza a qualquer preço, sem se dar conta que a beleza e a estética necessitam ter uma ética de bondade e de perdão. O lúcido orador destacou a necessidade de todos exercitarem a solidariedade e a construção da paz na intimidade de cada criatura humana.
Concluída a etapa, o querido amigo Divaldo Franco, assomando à tribuna, afirmou que os seres humanos vivem um momento de decisões e que precisam se ocuparem muito com a própria vida. A verdadeira sabedoria é tornar a vida muito simples, haja vista que a maioria dos problemas são criados por cada indivíduo. Ame, sugeriu o lúcido orador, indistintamente, e se alguém não lhe amar, não importa, igualmente perdoe e sorria independentemente da reciprocidade.
Normalmente a criatura humana deseja que soluções mágicas aconteçam em suas vidas, sem compreender que o sentido da vida é estabelecido por cada um. Assim, sem maior compreensão, frequentemente se deixa conflitar por questões banais. Evidenciando fatos, Divaldo Franco narrou algumas de suas experiências na área da mediunidade, de maneira alegre e jovial, demonstrando que a paranormalidade é algo simples, quando se tem conhecimento.
Ao final, o Semeador que atravessou o Oceano Atlântico para trazer a palavra do Cristo, convocou todos os presentes, sugerindo que a partir desta data a vida será melhor, pois que, cada um terá a coragem de olhar para dentro de si e se questionar sobre qual é o objetivo da vida.  Auxiliando na resposta, Divaldo asseverou que acima de tudo é amar, é amar-se, pois todos merecem ser felizes. Colocando-se à disposição, respondeu à diversas perguntas apresentadas pelos eslovacos presentes, traduzidas ao idioma português pelo amigo Josef Jackulak.
Todos retornaram renovados, afinal, não são todos os dias que aquelas pessoas têm a oportunidade de ouvir um autêntico servidor de Jesus, que, intimorato, inicia o seu deslocamento para Estocolmo, na Suécia.
Texto: Ênio Medeiros
Fotos: Jaqueline Medeiros

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Divaldo Franco na Europa Viena, Áustria

19 de maio de 2019

Neste domingo, 19 de maio de 2019, dando prosseguimento ao Congresso Espírita de Viena, organizado pela Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec, Divaldo Franco abordou a temática dos conflitos existenciais, asseverando que o ser humano está sempre em renovação emocional e que cada ser é o somatório de suas várias experiências.
Discorrendo sobre a figura incomparável de Jesus, Cristo de Deus, o experiente orador ressaltou que o Mestre Galileu assim se posicionava, explicando que Eu e o Pai somos Uno, estamos unidos, Eu sou o veículo do Pai. Decodificando a máxima, Divaldo Franco asseverou que somos unos porque estamos dentro da mesma faixa vibratória, uma vez que jamais poderíamos nos unir de forma a sermos um só ser, pois seria a perda da individualidade.
Ao adentrar-se no eixo Ego-Self, explicou que o Ego deve se diluir no Self, formando uma unidade, e os dois, inseridos no conjunto, o indivíduo mantém a sua individualidade, assim, somos um dentro do conjunto. Facilitando o desenvolvimento do autoconhecimento, o Embaixador da Paz no Mundo discorreu sobre as cinco características do ser humano, segundo Mira y Lopez, (1896-1964), médico psiquiatra e psicólogo: Personalidade, Conhecimento, Identificação, Consciência e Individualidade.
O Arauto do Evangelho, conduzindo os espectadores pelos caminhos do autoconhecimento, frisou que as criaturas humanas implicam com situações e pessoas por que querem matar nos outros os seus próprios conflitos. Esclareceu que a Psicologia Profunda afirma que cada alma é uma alma, salientando que não se deixem enganar com a persona, pensar antes na alma.
Após breve intervalo, Cristiane Beira apresentou a temática: A excelência do Amor. Baseada na obra Conflitos Existenciais, da benfeitora Joanna de Ângelis, Cristiane abordou algumas características da criatura humana, tais como, Desejos, Valores e Atavismos, ou seja, aquilo que atrai, que ensinam como viver e que dizem quem somos. É impressionante a clareza com que a palestrante conduziu os atentos assistentes a compreenderem as intrincadas questões do Ego e do Self. Foi uma verdadeira aula de Psicologia Profunda, perfeitamente ao alcance de todos, tamanha a capacidade de síntese e a simplicidade com que Cristiane efetuou as abordagens.
Prosseguindo na direção da Aquisição da Consciência, do Animal (instinto) para o Ser Humano (Ego), e deste para o ser Espiritual (Self), e por que dotada de muita habilidade, a lúcida oradora conduziu os seus ouvintes ao encontro consigo mesmo, questionando: O que é o Ego em mim? Eu sou o Ego? O Ego me administra? Onde está o Self?
Destacou a necessidade do entrosamento entre o Ego e o Self, esclarecendo que quanto mais certeza se tem, mais o Ego domina, o Self está frequentemente em dúvida, aberto à novas possibilidades, nos levando a viver na terra, lembrando que os verdadeiros valores são os do Espírito, ou seja viver na terra, sem ser da terra. Os presentes transpareciam estar extasiados com a capacidade desta trabalhadora de Jesus, ao tornar acessíveis, de fácil compressão, essas questões tão importantes para a evolução do ser humano.
No período da tarde ocorreu o momento de perguntas aos expositores do congresso, onde muitas dúvidas foram sanadas e pontos específicos foram aprofundados. Em sequência, Divaldo Franco conduziu os presentes em uma visualização terapêutica, encaminhando o magno evento para o seu encerramento. No momento final, ocorreram os agradecimentos. Foram dias de grandes confraternizações, oportunidades indizíveis de crescimento interior, mergulhados em uma psicosfera de fraternidade e amor, poucas vezes experimentada. Pela realeza e profundidade da atividade, todos já estão, desde agora, aguardando o ano vindouro, pois que esta nobre atividade, em chegando a Viena pela primeira vez, veio para ficar.
E o semeador prossegue..., com uma folga nesta segunda-feira, para na terça-feira se dirigir à vizinha Bratislava, na Eslováquia.
Texto: Ênio Medeiros
Fotos: Jaqueline Medeiros
Adaptação e revisão: Paulo Salerno