terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Registro. Divaldo Pereira Franco na Espanha Calpe

Divaldo Franco na Espanha
XXII Congresso Nacional Espírita
Calpe, 04 de dezembro de 2016
Em 4 de dezembro, em Calpe, Espanha, às 10h00min, teve início a abertura do XXIII Congresso Nacional Espírita, sob o lema "Os Mensageiros Espirituais". O presidente da Federação Espírita Espanhola, Esteban Zaragoza, deu as boas-vindas aos participantes. Em seguida, o ilustre médium espírita e palestrante Divaldo Pereira Franco faz a conferência de abertura, falando sobre as cinco características dos seres humanos, que são: a personalidade, a identificação, o conhecimento, o despertar de consciência e a individualidade.
Divaldo lembrou que todos nós somos imortais e que só Deus é eterno. Citou, também, o item 625 de O Livro dos Espíritos, onde Allan Kardec pergunta quem é o arquétipo mais perfeito que Deus deu à humanidade para servi-lo como um guia e modelo e guiar a humanidade, cuja resposta é: "Jesus". Destacou a presença do Mestre Jesus na vida de Paulo de Tarso em Damasco, quando passou de perseguidor dos cristãos, tornando-se em servo fiel do Cristo.
Narrando uma experiência pessoal, discorreu sobre seus primeiros contatos com Joanna de Ângelis no México e, em seguida, destacou a apresentação de Emmanuel a Chico Xavier, que lhe propôs o trabalho planejado pela Espiritualidade Superior.
Concluiu lembrando que ao espírita compete o trabalho responsável da renovação social por meio da transformação moral, de modo a construir um novo conceito de vida e felicidade, com base na fidelidade doutrinária e no sentimento de gratidão. Finalizou com o belo poema de Amélia Rodrigues Meu Deus e Meu Senhor, emocionado o atento público.
Texto: Mercedes Lezcano y Jazmín Lezcano
Fotos: Milciades Lezcano
Versão ao português: Paulo Salerno

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


ESPANHOL


DIVALDO FRANCO EN ESPAÑA:
XXII CONGRESO NACIONAL ESPÍRITA

Calpe, 04 de DICIEMBRE de 2016.

    El día 4 de diciembre, en Calpe, España, a las 10:00, dio comienzo la ceremonia de apertura del XXIII CONGRESO NACIONAL ESPÍRITA, cuyo tema central es LOS MENSAJEROS ESPIRITUALES. El Presidente de la Federación Espírita EspañolaEsteban Zaragoza, dio la bienvenida a los participantes. Seguidamente, el ilustre médium espírita y orador, Divaldo Pereira Franco, pronunció la conferencia inaugural, en la cual aludió a las cinco características de los seres humanos, que son: la personalidad, la identificación, el conocimiento, el despertar de la conciencia y la individualidad.
    Divaldo hizo mención a que todos somos inmortales y que sólo Dios es eterno. Citó, también, la cuestión 625 de El Libro de los Espíritus, donde Allan Kardec pregunta cuál es el ejemplo más perfecto que Dios ha ofrecido al hombre para que le sirva de guía y modelo, cuya respuesta es: Ved a Jesús. Destacó la presencia del Maestro Jesús en la vida de Pablo de Tarso, en Damasco, cuando pasó de ser perseguidor de los cristianos, a servidor fiel del Cristo.
    Durante la narración de una experiencia personal, aludió a sus primeros contactos con Joanna de Ângelis, en México y, seguidamente, destacó la presentación de Emmanuel a Chico Xavier, cuando le propuso la tarea que había planificado la Espiritualidad Superior.
    Concluyó recordando que al espírita le compete la labor inherente a la renovación social, por medio de la transformación moral, para proponer nuevos conceptos de vida y de felicidad, basados en la fidelidad doctrinaria y en el sentimiento de gratitud. Para finalizar, recitó el bello poema de Amélia Rodrigues Mi Dios y mi Señor, con lo que emocionó al atento público.
Texto: Mercedes Lezcano y Jazmín Lezcano
Fotos: Milciades Lezcano
Traducción al portugués: Paulo Salerno

(Texto em espanhol recebido em email de MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)

Registro. Divaldo Pereira Franco na Espanha Réus

02 de dezembro de 2016
Na manhã do dia 02 de dezembro de 2016, Divaldo se deslocou via rodoviária, de Barcelona para a cidade de Réus, ambas na Espanha. Em Réus está situado o Centro Espírita Manuel e Divaldo - CEMYD. Por volta das 11h00min, Divaldo Franco, acompanhado por seus amigos inseparáveis do CEMYD e por Juan Danilo, de Quito/Equador, visitaram as novas instalações do Centro Espírita, quando o Semeador de Estrelas inaugurou-as. Foram realizadas uma série de atividades previamente preparadas. Na oportunidade, Divaldo demonstrou, pela palavra emocionada, a sua gratidão, destacando a importância dos Centros Espíritas, as novas Casas do Caminho.
Às 19h30min proferiu uma conferência pública nas dependências do CEMYD, organizadora do evento. Antes da atividade, o amado médium baiano cumprimentou seus velhos amigos e conhecidos de Réus e de cidades vizinhas, bem como recebeu Milcíades Lezcano e sua família, do Paraguai, que estão acompanhando Divaldo em sua viagem doutrinária nas terras de Teresa de Ávila.
Realizadas as apresentações de praxe ante um público de 150 pessoas, que lotaram o ambiente, o coral Joanna de Ângelis, do CEMYD, cantou a comovente música popular de Israel Yerushalayim Shel Zahav em sua versão em espanhol - Jerusalén de oro -, emocionando os presentes. Com essas notas musicais foram dadas as boas-vindas ao Cantor do Amor dos dias atuais, iniciando-se a conferência cujo tema foi: Perturbações espirituais.
"O problema da criatura humana é a própria criatura humana", estas foram as palavras de introdução da conferência dirigida aos amigos de Réus. O ser humano está satisfeito, especialmente no mundo ocidental, por sentir que suas necessidades primárias estão atendidas. Observa-se, todavia, uma sociedade mergulhada no caos de aparências perenes, com graves enfermidades morais e os terríveis transtornos de todos os tipos.
As doenças mais proeminentes têm sido objeto de estudos aprofundados e observações pela ciência médica. No final do século XVIII, o Hospital Salpêtrière, em Paris/França, foi palco de um dos eventos mais surpreendentes da história da psiquiatria, quando Philippe Pinel foi nomeado médico-chefe do hospital e decidiu libertar 53 pacientes com doenças mentais graves internados no pavilhão dos horrores. Com este ato benevolente, intentava fazer cumprir o estipulado na declaração dos direitos humanos, proclamada na França revolucionária, em benefício de todos os povos. Da mesma forma, esses fatos foram repetidos, na sua quase integralidade, em outras partes da Europa, como Londres e Roma.
Divaldo Franco, com detalhes, surpreendeu o público expondo várias experiências médicas e psiquiátricas em diversas partes do globo. A observação médica de então determinava que ações como o enforcamento, choques ou eletrochoque poderiam vir a curar a esquizofrenia dos pacientes.
Diante das perturbações, Divaldo levantou a séria questão da depressão e do suicídio, com destaque para o paradoxo vivenciado pela sociedade moderna. Estima-se que neste atual século o suicídio será a primeira causa mortis, quando paradoxalmente comparado com o momento do holocausto nazista no campo de concentração de Auschwitz, os condenados nem mesmo pensavam em exterminar sua própria vida.
As doutrinas religiosas, como um todo, não conseguiram parar esta nova onda de suicídios, apesar de a tradição histórica da humanidade sempre falar sobre a imortalidade da alma. Coube ao Espiritismo, através da investigação científica, e mais especificamente, a mediunidade pode provar, sem qualquer dúvida, a existência da vida antes do nascimento e depois do túmulo.
Entusiasticamente Divaldo Franco falou aos corações amigos e atentos sobre as suas primeiras experiências íntimas com a mediunidade, desde os seus 4 anos de idade. Contando minuciosamente sua carreira como médium, até ser encaminhado a um Centro Espírita, depois de sofrer um episódio de obsessão física, e, também, a insidiosa ação do Espírito apelidado "Máscara de Ferro" que decidiu afastar-se dele por causa da mudança de sintonia mental e espiritual, que a luz da Doutrina dos Espíritos proporcionou.
Estamos em um momento em que as obsessões campeiam em todos os lugares, sendo necessário que os espíritas saibam lidar muito bem com esse escolho da mediunidade. Os problemas surgem principalmente quando se prega a fraternidade universal, porém não se suporta aos que estão ao seu lado. É imperativo retornar à simplicidade de coração e à tolerância, como Voltaire disse: Eu não concordo com você, mas isso não impede de ser respeitado o direito de ser como você é...Entendimento, compreensão, um pedido de desculpas, mesmo se o perdão não é aceito, são atitudes que devem ser adotadas por todos os espíritas. Podemos ter inimigos, mas o principal é não sermos inimigos de ninguém.
Despertando sentimentos inebriantes com palavras que tocaram o coração e a razão, Divaldo terminou recitando o Poema da Gratidão, provocando lágrimas em alguns ouvintes. Após demorados aplausos, foi realizada uma pequena apresentação, na Espanha, do Movimento Você e a Paz, pelo Coral Joanna de Ângelis e componentes do Grupo de Teatro Victorien Sardou, ambos CEMYD. Foi o ponto final deste magnífico dia com Divaldo Franco, semeando estrelas...
Texto: Xavier Llobet
Fotos: Manuel Sonyer
Versão para o português: Paulo Salerno

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


ESPANHOL




DIVALDO FRANCO EN ESPAÑA
Reus, 02 de diciembre de 2016.


    Durante la mañana del día 02 de diciembre de 2016, Divaldo se trasladó a través de la rodoviária, desde Barcelona a la ciudad de Reus, ambas en España. En Reus está ubicado el Centro Espírita Manuel y Divaldo - CEMYD. Cerca de las 11:00, Divaldo Franco, acompañado por sus amigos inseparables del CEMYD y por Juan Danilo, de Quito/Equador, visitaron las nuevas instalaciones de ese Centro Espírita, ocasión en que el Sembrador de Estrellas las inauguró y se llevó a cabo una serie de actividades previamente programadas. En esa ocasión, Divaldo demostró, mediante las palabras emocionadas, su gratitud, destacando la importancia de los Centros Espíritaslas nuevas Casas del Camino.
    A las 19:30 pronunció una conferencia pública, en las instalaciones del CEMYD, organizador del acto. Antes del comienzo de la actividad, el amado médium bahiano saludó a sus viejos amigos y conocidos de Reus y de las ciudades vecinas, así como recibió también a Milcíades Lezcano y a su familia, de Paraguay, que están acompañando a Divaldo en su viaje doctrinario por las tierras de Teresa de Ávila.
    Realizadas las presentaciones habituales, ante un público de 150 personas, que colmaron el salón, el coro Joanna de Ângelis, del CEMYD, cantó el conmovedor tema popular de Israel Yerushalayim Shel Zahav en su versión al español -Jerusalén dorada-, que emocionó a los presentes. Con ese tema musical se dio la bienvendia al Cantor del Amor de los días actuales y, seguidamente, comenzó la conferencia, cuyo tema fue: Perturbaciones espirituales.
    El problema de la criatura humana es la propia criatura humana, tales fueron las palabras de introducción a la conferencia, dirigida a los amigos de Reus. El ser humano está satisfecho, especialmente en el mundo occidental, porque siente que sus necesidades primarias están atendidas. Se observa, sin embargo, una sociedad sumergida en el caos de apariencias que perduran, con graves enfermedades morales y terribles trastornos de todo tipo.
    Las enfermedades más sobresalientes han sido objeto de estudios profundos y de observaciones de parte de la ciencia médica. Al finalizar el siglo XVIII, el Hospital Salpêtrière, en París, Francia, fue escenario de uno de los acontecimientos más sorprendentes de la historia de la psiquiatría, cuando Philippe Pinel fue nombrado médico en jefe del Hospital, y decidió liberar a 53 pacientes con enfermedades mentales graves, que se hallaban internados en el pabellón de los horrores. Con este acto de benevolencia, intentaba cumplir lo estipulado en la Declaración de los Derechos Humanos, proclamada por la Revolución Francesa para bien de todos los pueblos. De la misma forma esos hechos se repitieron, en su casi totalidad, en otros lugares de Europa, tales como Londres y Roma.
    Divaldo Franco sorprendió al público cuando expuso, en detalle, diversas experiencias médicas y psiquiátricas realizadas en diferentes partes del globo. La opinión de los médicos determinaba, por entonces, que acciones tales como colgar del cuello, los shocks o los electroshocks podrían llegar a curar la esquizofrenia de los pacientes.
    En relación con las perturbaciones, Divaldo expuso el grave problema de la depresión y del suicidio, destacando la paradoja experimentada por la sociedad moderna. Se estima que en el presente siglo el suicidio será la primera causa mortis cuando, paradojalmente, comparado con el período del holocausto nazi en el campo de concentración de Auschwitz, los condenados no pensaban en acabar con su propia vida.
    Las doctrinas religiosas, como un todo, no han conseguido detener esta nueva ola de suicidios, a pesar de que la tradición histórica de la humanidad siempre alude a la inmortalidad del alma. Cupo al Espiritismo, a través de la investigación científica y más específicamente, a la mediumnidad, probar sin ninguna duda la existencia de la vida, antes del nacimiento y después de la tumba.
    Entusiastamente, Divaldo Franco habló a los corazones amistosos y atentos, sobre sus primeras experiencias personales con la mediumnidad, a partir de los 4 años de edad. Relató minuciosamente su carrera como médium, hasta que fue encaminado a un centro espírita, después de que sufriera un episodio de obsesión física y, también, la insidiosa acción del Espíritu conocido como Máscara de Hierro, que decidió alejarse de él a consecuencia del cambio de sintonía mental y espiritual, que la luz de la Doctrina de los Espíritus le proporcionó.
    Estamos en un momento en que las obsesiones prosperan en todas partes, y es necesario que los espíritas sepan superar muy bien ese escollo de la mediumnidad. Los problemas surgen principalmente cuando se predica la fraternidad universal, pero no se soporta a los que están al lado. Es imperioso retornar a la simplicidad de corazón y a la tolerancia, como Voltaire dijo: Yo no concuerdo con usted, pero eso no impide que respete su derecho a ser como usted es... Entendimiento, comprensión, un pedido de disculpas, aunque el perdón no sea aceptado, son actitudes que deben ser adoptadas por todos los espíritas. Podemos tener enemigos, pero lo principal es que no seamos enemigos de nadie.
    Despertando sentimientos de entusiasmo, con palabras que llegaron al corazón y a la razón, Divaldo concluyó recitando el Poema de la Gratitud, que provocó lágrimas en algunos de los presentes. Después de prolongados aplausos, se realizó una breve presentación en España, del Movimiento Tú y la Paz, por el Coro Joanna de Ângelis y componentes del Grupo de Teatro Victorien Sardou, ambos del CEMYD. Fue el punto final de este magnífico día con Divaldo Franco, sembrando estrellas...
Texto: Xavier Llobet
Fotos: Manuel Sonyer
Versión en portugués: Paulo Salerno

(Texto em espanhol recebido em email de MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Registro. Divaldo Pereira Franco na Espanha Barcelona

1º Dezembro de 2016

Preparado desde cedo da manhã de 1º de dezembro de 2016, Divaldo Franco se deslocou de Madrid para a capital mediterrânea de Barcelona em um trem de alta velocidade. Foi acompanhado por seus amigos inseparáveis do Centro Espirita Manuel y Divaldo de Reus – CEMYD -, Dolores MartinezManuel Sonyer; e Juan Danilo Rodriguez de Quito.
Em chegando à Barcelona, ainda pela manhã, tiveram uma reunião com os espíritas do Centro Barcelonês de Cultural Espírita, organizadores da conferência programada para o final da tarde sob o título: Deus existe.
Depois de um almoço descontraído e amigável, Divaldo se ocupou com suas atividades habituais até cerca de 18h:30min, quando então deslocou-se para o Salão Liceu do Hotel Silken Ramblas, reencontrando-se com velhos amigos e conhecidos, ao tempo em que autografava os livros adquiridos por muitas pessoas.
Pontualmente foram iniciadas as apresentações, bastante emotivas, que cessadas, deu ensejo ao querido amigo Divaldo começar com veemência seu discurso, dirigido para uma plateia de cerca de 200 pessoas que lotou o elegante salão. Iniciou destacando que, a partir de 05 de novembro de 1792, quando na catedral de Notre Dame de Paris, Pedro Gaspar Chaumette, procurador da Comuna de Paris, fez uma homenagem à nova deusa da razão, afirmando que "a fé tem que ceder a razão", e que a partir daquele momento a humanidade já não precisaria mais de Deus, pois que fora considerado superado a partir da Revolução Francesa, com o surgimento dos direitos humanos.
Não foi a primeira vez que, ao longo da história da humanidade, a figura de Deus foi recusada. No século XVII o empirismo se voltou contra a religião, fazendo ressurgir o atomismo grego, afirmando, portanto, que a única realidade do universo era o movimento de partículas atômicas e o vácuo. O materialismo, também, permeou o seio da sociedade humana através das mãos do militar Napoleão Bonaparte que, apesar de trazer de volta a Deus ao império, em 02 de dezembro de 1804, na Catedral de Notre Dame, na presença do Papa Pio VII, e de mais 15 mil pessoas que testemunharam o ato, Bonaparte quebrou o protocolo, autocoroando-se, mostrando sua antipatia para com o Papa.
No mesmo ano, em 03 de outubro, em Lyon/França, nasceu Hippolyte Léon Denizard Rivail, que mais tarde adotou o pseudônimo de Allan Kardec, codificando a Doutrina dos Espíritos, estabelecendo seus aspectos científicos e religiosos, unindo-os para caminharem juntos.
Com ênfase, Divaldo Franco prendeu a atenção do público discorrendo sobre a alternância entre o materialismo exuberante e uma fé teísta, experimentada pela humanidade ao longo de sua história. Neste último caso, ele apresentou o escritor, filósofo e um dos criadores do Iluminismo, Voltaire, que chegou a afirmar que não acreditava no Deus criado pelo homem, mas no Deus que criou os homens, a potência máxima universo.
O público, entusiasmado, continuava a ouvir o médium e orador espírita baiano de forma muito atenta, assinalando que o escritor alemão Friedrich Nietzsche afirmou em sua obra Assim falava Zaratustra, que Deus havia morrido, sendo uma representação capital do niilismo.
Na evolução do pensamento humano, a psicologia, a psiquiatria e inclusive a ciência, demonstram uma aproximação paulatina à figura de Deus, através do estudo e do conhecimento da psique humana e da exploração das leis físicas, como é o caso de Sigmund Freud, discípulo do neurologista francês da Universidade da SalpêtrièreJean Martin Charcot, ou conforme o pai da psicologia analítica Carl Gustav Jung, até chegar ao expoente máximo da ciência do século XX, Albert Einstein, que chegou a afirmar, ao ser perguntado sobre a existência de Deus, disse que não acreditava em Deus, mas que sabia de sua existência.
Paralelamente, Divaldo convidou para que fossem realizadas reflexões profundas sobre a vida, salientando o surgimento, no século XX, na década dos anos 1960, do movimento hippie em todo o mundo, com o aumento paulatino dos vícios e da libertinagem mental e comportamental, e a formação de determinados grupos musicais, geradores desse movimento, chegando a afirmar serem mais famosos que o próprio Jesus Cristo.
Com uma profundidade que surpreendeu o público, Divaldo demoradamente apresentou sete razões para se acreditar em Deus, designando-as uma a uma com incrível tato e raciocínio insuperável. Em primeiro lugar, focou os aspectos curiosos da criação da Terra e do universo, em segundo, a razão sobre a vida, seguindo o instinto dos animais, o protoplasma, a inteligência, a ecologia, terminando pela imaginação.
Com grande emoção, finalizou a conferência narrando a brilhante história de Leland Stanford Junior, provocando sorrisos e lágrimas em todos os presentes. Concluiu seu magnífico trabalho recitando, com emotividade e inspiração, o Poema da Gratidão, levando todos a aplaudir demoradamente no final, despedindo-se do inigualável orador.
Texto em espanhol: Xavier Llobet
Fotos: Manuel Sonyer e Milciades Lezcano
Versão ao português: Paulo Salerno

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


ESPANHOL

DIVALDO FRANCO EN ESPAÑA:
BARCELONA, 1º de diciembre de 2016.

    Preparado desde temprano, en la mañana del 1º de diciembre de 2016, DIVALDO FRANCO se trasladó desde Madrid a la capital mediterránea de Barcelona, en un tren de alta velocidad. Estuvo acompañado por sus amigos inseparables, del Centro Espírita Manuel y Divaldo de Reus – CEMYD: Dolores Martinez y Manuel Sonyer; y por Juan Danilo Rodriguez, de Quito, Ecuador.
    Al llegar a Barcelona, durante la mañana, tuvieron una reunión con los espíritas del Centro Barcelonés de Cultura Espírita, organizadores de la conferencia programada para el final de la tarde, denominada: Dios existe.
Después de un almuerzo informal y amistoso, Divaldo se ocupó de sus actividades habituales hasta casi las 18:30, cuando se trasladó hacia el Salón Liceo del Hotel Silken Ramblas, donde se encontró con viejos amigos y conocidos, al mismo tiempo que autografiaba los libros adquiridos por muchos de los presentes.
    Puntualmente se dio comienzo a las presentaciones, muy emotivas, y cuando estas concluyeron, fue la oportunidad para que el querido amigo Divaldo diera comienzo, con vehemencia, a su discurso, dirigido a una platea compuesta por cerca de 200 personas, que colmaron el elegante salón. Al principio, destacó que a partir del 05 de noviembre de 1792, cuando en la catedral de Notre Dame de París, Pedro Gaspar Chaumette, procurador de la Comuna de París, hizo un homenaje a la nueva diosa de la razón -afirmando que la fe tiene que ceder ante la razón- y que a partir de aquel momento la humanidad ya no precisaría más de Dios, pues se lo consideraba superado desde la Revolución Francesa, con la enunciación de los derechos humanos.
    No fue esa la primera vez que, a lo largo de la historia de la humanidad, la figura de Dios era rechazada. En el siglo XVII, el empirismo se volvió contra la religión, e hizo que resurgiera el atomismo griego, afirmando, por lo tanto, que la única realidad del universo era el movimiento de las partículas atómicas y el vacío. El materialismo también penetró en el seno de la sociedad humana, a través de las manos del militar Napoleón Bonaparte quien, a pesar de que llevara de vuelta a Dios al imperio, el 02 de diciembre de 1804, en la Catedral de Notre Dame, en presencia del Papa Pío VII y de unas 15.000 personas que presenciaban el acto, Bonaparte faltó al protocolo cuando se coronó a sí mismo, demostrando su antipatía hacia el Papa.
    En ese año, el 03 de octubre, en Lyon/Francia, nació Hippolyte Léon Denizard Rivail, quien más tarde adoptó el seudónimo de Allan Kardec, cuando codificó la Doctrina de los Espíritus, estableciendo sus aspectos científico, filosófico y religioso, y los reunió para que marcharan juntos.
    Con énfasis, Divaldo Franco atrapó la atención del público, al aludir a la alternancia entre el materialismo exhuberante y una fe deísta, experimentada por la humanidad a lo largo de su historia. En este último caso, hizo alusión al escritor, filósofo y, además, uno de los creadores del Iluminismo -Voltaire- quien llegó a afirmar que no creía en el Dios creado por el hombre, sino en el Dios que creó a los hombres, la potencia máxima del universo.
    El público, entusiasmado, continuaba escuchando al médium y orador espírita bahiano muy atentamente, cuando destacaba que el escritor alemán Friedrich Nietzsche había afirmado en su obra Así hablaba Zaratustra, que Dios había muerto, lo que significaba una representación mayúscula del nihilismo.
    A lo largo de la evolución del pensamiento humano, la psicología, la psiquiatría e incluso la ciencia, demuestran una aproximación paulatina a la figura de Dios, a través del estudio y del conocimiento de la psiquis humana y de la exploración de las leyes físicas, como es el caso de Sigmund Freud, discípulo del neurólogo francés, de la Universidad de la SalpêtrièreJean Martin Charcot, o según el padre de la psicología analítica, Carl Gustav Jung, hasta llegar al exponente máximo de la ciencia del siglo XX, Albert Einstein, quien afirmó, cuando le preguntaron sobre la existencia de Dios, que no creía en Dios, pero que sabía de su existencia.
    Paralelamente, Divaldo invitó a que se hicieran reflexiones profundas sobre la vida, destacando el surgimiento, en el siglo XX -en la década de 1960- del movimiento hippie en todo el mundo, con el aumento paulatino de los vicios y del libertinaje mental y comportamental, además de la formación de determinados grupos musicales, generadores de ese movimiento, que llegaron a afirmar que eran más famosos que el propio Jesucristo.
    Con una profundidad que sorprendió al público, Divaldo se explayó al presentar siete razones para creer en Dios, nombrándolas una por una con increíble tacto y razonamiento insuperable. En primer lugar, enfocó los aspectos curiosos de la creación de la Tierra y del universo; en segundo lugar, la razón acerca de la vida; a continuación, el instinto de los animales, el protoplasma, la inteligencia, la ecología, para terminar con la imaginación.
    Profundamente emocionado, concluyó la conferencia narrando la brillante historia de Leland Stanford Junior, que provocó sonrisas y lágrimas en todos los presentes. Para finalizar su magnífica tarea recitó, con emotividad e inspiración, el Poema de la Gratitud, que llevó a que todos lo aplaudieran demoradamente al final, a modo de despedida al inigualable orador.
Texto en español: Xavier Llobet
Fotos: Manuel Sonyer y Milciades Lezcano
Traducción al portugués: Paulo Salerno

(Texto em espanhol recebido em email de MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Registro. Divaldo Pereira Franco Madrid, Espanha

Divaldo Franco na Espanha - Madrid - 29 e 30 de novembro de 2016

Divaldo Franco na Espanha
Madrid, 29 e 30 de novembro
Por volta das 17h30min, do dia 29 de novembro de 2016, Divaldo Pereira Franco, máximo divulgador do Espiritismo dos dias atuais, desembarcou no aeroporto de Barajas, em Madrid/Espanha, sendo recebido pelos amigos da Espanha, do Centro Espirita Manuel y Divaldo de Reus, bem como por Juan Danilo Rodriguez, do Centro Espírita Francisco de Assis, de Quito/Equador, que acompanhará o médium baiano em seu périplo em terras espanholas.
No dia seguinte, depois de realizar suas atividades particulares diárias, e estando acompanhado pelos amigos espanhóis e Juan Danilo, fez uma visita instrutiva ao Palácio Real de Madrid. Ao entardecer, às 19h30min, coordenou um encontro no Salão Príncipe de Astúrias, do Centro Asturiano, em Madrid, sob o título "Reunião com Divaldo P. Franco", organizado pela Associação de Estudos Espíritas de Madrid. Cerca de 175 pessoas lotaram o salão, permanecendo algumas de pé.
Longa fila foi formada para que o querido orador espírita Divaldo Franco pudesse autografar os livros, alguns inéditos na Espanha. Após as apresentações de praxe, Divaldo começou seu discurso focando a situação atual da humanidade que, apesar de ter alcançado grande progresso tecnológico e científico, não conseguiu alcançar um aspecto fundamental, a paz.
Apesar desses avanços tecnológicos, países classificados como de primeiro mundo sofrem sérios problemas, como os Estados Unidos da América ou os da Europa Ocidental, em muitos casos, gerando depressões, como ocorre nos EUA, onde a cada 15 minutos uma pessoa pratica o suicídio, e a cada 3 minutos alguém tenta.
O público, sempre atento, encontrava-se perfeitamente integrado no discurso deste "Paulo de Tarso" dos dias atuais. Destacou que uma importante e grave questão afeta os corações de muitas pessoas: é a solidão, que pode ser de caráter individual; a dois; ou solidão em grupo. A solidão é, em geral, o resultado do estabelecimento de metas falsas, como assevera o psicoterapeuta existencialista, o americano Rollo May que enfatiza que a sexualidade, o individualismo e o consumismo substituíram os objetivos de vida.
Divaldo, entusiasmado como sempre costuma agir, embasou seu discurso com informações importantes que serviu aos ouvintes entenderem as ideias que se seguiram. O Semeador de Estrelassalientou que a Unesco, reunida no ano de 2000, propôs um acordo com 6 itens para o estabelecimento da paz, salientando a necessidade de se redescobrir a solidariedade.
Ao longo da história da humanidade, grandes pensadores centraram seus discursos na busca de um sentido para a vida, desde o período pré-socrático, até chegar ao ponto máximo com a mensagem de Jesus Cristo. O psiquiatra e neurologista austríaco Viktor Frankl determinou que a vida precisa atingir um objetivo psicológico. No mesmo sentido, o psiquiatra e psicólogo suíço Carl Gustav Jung, disse que é necessário encontrar um significado psicológico, a fim de alcançar uma vida mais bela, que comova e inspire...
Divaldo Franco continuava a deslumbrar os presentes com o seu discurso. Em suas conclusões finais, demonstrou que na atualidade emerge fortemente a ideia da imortalidade da alma como uma das chaves para o pensamento humano, uma vez que a razão rejeita, de fato, o conceito de fatalidade biológica.
No entanto, a proposta mais notável que humanidade conhece é a do Amor, apresentada por Jesus, Aquele que, pelas palavras de Ernest Renan, dividiu a história em duas partes. O amor, em qualquer caso, deixando de ser uma mera proposição teológica, tornou-se uma proposta terapêutica, porque quem ama pode ter doenças, mas não é doente...
As emoções embargaram os presentes no Salão Príncipe das Astúrias, chegando ao ápice com o Poema da Gratidão, declamado com inspiração pelo Cantor do Amor Universal, Divaldo Franco.
Texto em espanhol: Xavier Llobet
Fotos: Jazmín Lezcano e Manuel Sonyer
Versão em português: Paulo Salerno

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


ESPANHOL

DIVALDO FRANCO EN ESPAÑA
Madrid, 29 y 30 de noviembre de 2016.

    Eran aproximadamente las 17:30 del día 29 de noviembre de 2016, cuando DIVALDO PEREIRA FRANCO, el máximo divulgador del Espiritismo en los días actuales, desembarcó en el aeropuerto de Barajas -en Madrid, España-, donde fue recibido por los amigos del Centro Espírita Manuel y Divaldo, de la ciudad de Reus, al igual que Juan Danilo Rodriguez, del Centro Espírita Francisco de Asís, de Quito, Ecuador, que acompañará al médium bahiano en su periplo por tierras españolas.
    Al día siguiente, después de realizar sus actividades particulares cotidianas, con el acompañamiento de los amigos españoles y de Juan Danilo, hizo una visita instructiva al Palacio Real de Madrid. Al atardecer -a las 19:30-, coordinó un encuentro en el Salón Príncipe de Asturias, del Centro Asturiano, en Madrid, que se denominó Reunión con Divaldo P. Franco, organizado por la Asociación de Estudios Espíritas de Madrid. Unas 175 personas colmaron el salón, algunas de las cuales debieron permanecer de pie.
    Una larga fila se formó, para que el querido orador espírita Divaldo Franco autografiara los libros, algunos de ellos inéditos en España. Luego de las presentaciones habituales, Divaldo comenzó su discurso enfocando la situación actual de la humanidad, la cual pese a que ha obtenido un importante progreso tecnológico y científico, no ha alcanzado un aspecto fundamental: la paz.
    A pesar de esos avances tecnológicos, existen países clasificados como pertenecientes al primer mundo que padecen serios problemas -tales como los Estados Unidos de Norteamérica o los de Europa occidental-, en los cuales abundan los casos de depresiones. Por ejemplo, en USA, cada 15´ una persona practica el suicidio, y cada 3´ alguien lo intenta.
    El público, siempre atento, se encontraba perfectamente compenetrado con el discurso de este Pablo de Tarso de los días actuales. Destacó él que una importante y grave cuestión afecta a los corazones de muchas personas: la soledad, la cual puede tener carácter individual, de a dos, o soledad en grupo. La soledad es, en general, el resultado de que las personas se hayan propuesto metas falsas, como lo afirma el psicoterapeuta existencialista, el norteamericano Rollo May, quien enfatiza que la sexualidad, el individualismo y el consumismo han sustituido a los objetivos de vida.
    Divaldo, con entusiasmo -como habitualmente lo hace-, basó su discurso en informaciones importantes, que sirvieron para que los oyentes entendieran la secuencia de ideas. El Sembrador de Estrellas destacó que la Unesco, en una reunión efectuada en el año 2000, propuso un acuerdo que consta de seis ítems, para la instalación de la paz, destacando la necesidad de que se redescubra la solidaridad.
    A lo largo de la historia de la humanidad, grandes pensadores centraron sus discursos en la búsqueda de un sentido para la vida, desde el período presocrático hasta llegar al punto máximo, con el mensaje de Jesucristo. El psiquiatra y neurólogo austríaco Viktor Frankl determinó que la vida debe alcanzar un objetivo psicológico. En el mismo sentido, el psiquiatra y psicólogo suizo Carl Gustav Jung, expresó que es necesario encontrar un significado psicológico, a fin de acceder a una vida más grata, que conmueva e inspire...
    Divaldo Franco continuaba deslumbrando a los presentes con su discurso. En sus conclusiones finales, demostró que en la actualidad aparece firmemente la idea de la inmortalidad del alma, como una de las claves para el pensamiento humano, dado que la razón rechaza, de hecho, el concepto de fatalidad biológica.
    Mientras tanto, la propuesta más importante que conoce la humanidad es la del Amor, presentada por Jesús, quien según las palabras de Ernest Renan, dividió la Historia en dos partes. El amor, en todos los casos, deja de ser una mera proposición teológica para convertirse en una propuesta terapéutica, porque quien ama puede tener enfermedades, pero no está enfermo...
    Las emociones dominaron a quienes estaban presentes en el Salón Príncipe de Asturias, y alcanzaron su punto culminante con el Poema de la Gratitud, declamado inspiradamente por el Cantor del Amor Universal, Divaldo Franco.

Texto en español: Xavier Llobet
Fotos: Jazmín Lezcano y Manuel Sonyer
Versión en portugués: Paulo Salerno

(Texto em espanhol recebido em email de MARTA GAZZANIGA)

domingo, 27 de novembro de 2016

Registro. Divaldo Pereira Franco em Buenos Aires, Argentina

24 de novembro de 2016
Retornando à sede da Confederación Espiritista Argentina – CEA -, concluindo sua passagem pela Argentina, Divaldo foi aguardado com ansiedade pelos amigos, ávidos de conhecimento, que lotaram as dependências de lá federación, entusiasmados num clima de verdadeira fraternidade que a todos envolvia.
Divaldo iniciou fazendo a narrativa da experiência autobiográfica de Ruth Stout (1884-1980), escritora norte-americana, que aos 4 anos presenciou seus irmãos chorando pela morte do cachorrinho querido. Compadecida, ela se lhes associou no pranto, ao que seu avô atento, levando-a pela mão, apresentou-lhe uma janela que permitia visualizar belíssimo roseiral florido que a fez de pronto sorrir, dizendo-lhe: Ruth, em nossas vidas sempre teremos muitas janelas abertas, tanto para a dor e o sofrimento, quanto para a alegria, o amor, a amizade.
Assim, sempre que estivermos diante de uma janela da vida, lembremo-nos que atrás de nós existem mais uma centena de janelas aguardando serem contempladas. Por isso a verdadeira felicidade consiste em saber se deslocar de uma para outra janela, que pelo esforço próprio sempre poderemos mergulhar em nosso mundo interior e buscarmos uma janela que nos renove para a beleza da vida.
Divaldo alertou que o sentido existencial da criatura na terra é a busca pela plenitude. Citando o médico sueco Axel Martin Fredrik Munthe (1857-1949), e também Jean-Martin Charcot (1825-1893), fisiologista francês, destacou os avanços científicos sobre os aspectos neurológicos dos seres humanos e as experiências com o inconsciente coletivo e individual.
Trabalhando os sentimentos, Divaldo narrou, como só ele consegue, com maestria, a história de Flopete, um ser que experimentou inumeráveis insucessos e sofrimentos, sensibilizando o público, criando um clima de grande emoção. A plateia parecia estar hipnotizada, pela beleza do conteúdo habilmente apresentado.
Encaminhando-se para a conclusão, Divaldo narrou de forma alegre e jovial as suas próprias experiências com a mediunidade, desde a sua infância, de maneira muito simples, como simples é a Doutrina Espírita em sua essência e os ensinamentos de Jesus.
Ao final Divaldo foi efusivamente aplaudido. Era visível a alegria e a gratidão estampadas na face dos presentes que pareciam não desejarem dali sair, certamente envolvidos pelas dúlcidas vibrações que pairavam no ambiente.
Foi uma noite de júbilos.
Texto e Fotos: Ênio Medeiros

 (Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


ESPANHOL


DIVALDO FRANCO EN BUENOS AIRES, ARGENTINA
24 de noviembre de 2016.


    De retorno a la sede de la Confederación Espiritista Argentina –CEA-, para concluir su paso por la Argentina, Divaldo fue aguardado con ansiedad por los amigos, ávidos de conocimiento, que colmaron las dependencias de la Confederación, entusiasmados, en un clima de verdadera fraternidad que envolvía a todos.
    Divaldo dio comienzo a su disertación, narrando la experiencia autobiográfica de Ruth Stout (1884-1980), escritora norteamericana, que a los 4 años de edad presenció el llanto de sus hermanos, a raíz de la muerte de su querido cachorro. Compadecida, ella se sumó al llanto; su abuelo, atento a lo que sucedía la condujo, tomándola de la mano, hasta una ventana que permitía observar un bellísimo rosal florecido, lo que de inmediato le hizo soreír, y le dijo: Ruth, en nuestras vidas siempre tendremos muchas ventanas abiertas, tanto hacia el dolor como hacia el sufrimiento o la alegría, el amor o la amistad. Entonces, cada vez que estemos ante una de las ventanas de la vida, tengamos presente que detrás de nosotros existen más de un centenar de ventanas, que aguardan ser contempladas. Por eso, la verdadera felicidad consiste en saber trasladarse de una ventana a otra y, mediante el esfuerzo personal, siempre podremos sumergirnos en nuestro mundo interior y buscar una ventana que nos renueve en el sentido de la belleza de la vida.
    Divaldo destacó que el objetivo de la existencia de la criatura en la Tierra, es la búsqueda de la plenitud. Citó al médico sueco Axel Martin Fredrik Munthe (1857-1949), y también a Jean-Martin Charcot (1825-1893), fisiólogo francés, y destacó los avances científicos en relación con los aspectos neurológicos de los seres humanos, y las experiencias con el inconsciente colectivo e individual.
    Contribuyendo a la elaboración de los sentimientos, Divaldo narró -como sólo él lo consigue,con maestría-, la historia de Flopete, un ser que experimentó numerosos fracasos y sufrimientos. De tal modo, Divaldo sensibilizó al público y creó un clima de intensa emoción. La platea parecía estar hipnotizada, por la belleza de los contenidos hábilmente presentados.
    Encaminándose hacia la conclusión, Divaldo narró en forma festiva y jovial, sus propias experiencias con la mediumnidad, desde su infancia, de manera muy sencilla, como sencilla es la Doctrina Espírita en su esencia, al igual que las enseñanzas de Jesús.
    Al finalizar, Divaldo fue efusivamente aplaudido. Era visible la alegría y la gratitud estampadas en los rostros de los presentes, que parecían no tener deseos de retirarse, envueltos -por cierto- en las delicadas vibraciones que flotaban en el ambiente.
    Fue una noche de júbilo.

Texto y Fotos: Ênio Medeiros

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)
Divaldo Pereira Franco e Gustavo Martínez, presidente da CEA
Divaldo Pereira Franco e a tradutora Marta Gazzaniga
Milcíades Lezcano, do Paraguai, Divaldo, Gabriel e Jayme Lezcano, filhos de Milcíades
Gustavo Martínez, Marta Gazzaniga e Simoni Privato Goidanich, do Uruguai.
Divaldo Pereira Franco, Gustavo Martínez, Milcíades Lezcano, Simoni Privato, Rita de Souza, Jacqueline Medeiros.

Registro. Divaldo Pereira Franco em Buenos Aires, Argentina

23 de novembro de 2016
Na noite de 23 de novembro de 2016, quarta-feira, Divaldo Franco realizou uma conferência na sede da Confederación Espiritista Argentina – CEA -, para o atento público que lotou o auditório.
Discorrendo sobre a evolução do ser humano, que ainda transita dos instintos à razão, o tribuno espírita brasileiro destacou que o homem desenvolveu, nesta trajetória, o medo, sua primeira emoção. Em seguida experimentou a ira. Somente mais tarde, decorrido largo período, passou a experienciar algo diferenciado, observando os animais que lambiam seus filhotes recém-nascidos, passou a desabrochar, então, o amor, abrindo caminhos à ternura, à gratidão, ao carinho.
Abordando a felicidade, Divaldo questionou: o que é a vida? O que podemos fazer para diminuir os sofrimentos? Para responder apoiou-se no conhecimento desenvolvido por notáveis pensadores como, Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski (1821-1881), escritor russo, e sua obra "O Idiota"; Carl Gustav Jung (1875-1961), psiquiatra suíço, abordando os arquétipos e o pensamento; e também Allan Kardec (1804-1869) quando apresentou para a humanidade a Doutrina Espírita, que vem para resgatar a ética dos ensinamentos de Jesus. A vida é uma experiência do processo evolutivo, que não começa e não acaba na terra.
Manifestando-se sobre o amor, o médium espírita Divaldo Franco explicou que nos primórdios, amar era uma proposta ideológica, depois foi vinculada às questões da libido, com Sigmund Freud (1856-1939), médico neurologista austríaco; e atualmente, com a Teoria do Todo, tende a explicar o processo da evolução. Concluiu que este processo de amar não é mais religioso, nem psicológico. O conceito atual é o de que Amar é Terapêutico, produzindo e ajudando a manter a saúde, o equilíbrio e a paz.
Buscando desenvolver a emotividade Divaldo narrou a tocante história de Ugolin, jovem francês, tocando os corações com a trajetória do personagem contida na obra publicada em 1939 intitulada “Estes Dias Tumultuosos” do escritor, jornalista holandês-canadense Pierre van Paassen (1895-1968), evidenciando que a humanidade prega o amor, no entanto, é cruel com aqueles que se encontram à margem, os "invisíveis", isto é, aqueles que estando em condições de miséria física ou moral, são desprezados, ignorados.
Magistral, finalizou abordando a reencarnação e a lei de causa e efeito, auxiliando a compreender porque os indivíduos experimentam o sofrimento e a dor, as aparentes anomalias, para entender que a lei maior é a de amor, que impulsiona a criatura à evolução. Concluiu afirmando que nesse momento de crise, onde o ser humano se sente descartável, é necessário retornar ao amor, à solidariedade.
Texto e Fotos: Enio Medeiros


 (Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


ESPANHOL


DIVALDO FRANCO EN BUENOS AIRES (Argentina)
   

    Por la noche del 23 de noviembre de 2016, miércoles, Divaldo Franco pronunció una conferencia en la sede de la Confederación Espiritista Argentina – CEA-, dirigida al atento público que colmó el salón de actos.
    Con referencia a la evolución del ser humano, que aún realiza el tránsito desde los instintos hacia la razón, el orador espírita brasileño destacó que el hombre desarrolló durante esta trayectoria, el miedo, su primera emoción. Luego experimentó la ira. Sólo más tarde, transcurrido un prolongado período, comenzó a experimentar algo diferente, a consecuencia de la observación de los animales que lamían a sus crías recién nacidas; dio comienzo, así, al desarrollo del amor, que abrió camino a la ternura, a la gratitud, al cariño.
    Al hacer referencia a la felicidad, Divaldo preguntó: ¿qué es la vida? ¿Qué podemos hacer para aliviar los sufrimientos? Para elaborar la respuesta se basó en el conocimiento desarrollado por destacados pensadores, tales como Fiódor Mikhailovitch Dostoievski (1821-1881), escritor ruso, y en su obra El Idiota; en Carl Gustav Jung (1875-1961), psiquiatra suizo, al abordar los arquetipos y el pensamiento; y también en Allan Kardec (1804-1869), quien presentó a la humanidad la Doctrina Espírita, que ha venido para rescatar la ética de las enseñanzas de Jesús. La vida es una experiencia del proceso evolutivo, que no comienza ni acaba en la Tierra.
    Con referencia al amor, el médium espírita Divaldo Franco, explicó que en el principio, amar era una propuesta ideológica, que después fue vinculada a las cuestiones de la libido, con Sigmund Freud(1856-1939), médico neurólogo austríaco; y, actualmente, con la Teoría del Todo, tiende a explicar el proceso de la evolución. Concluyó con que este proceso de amar no es religioso ni psicológico. El concepto actual es que Amar es Terapéutico, produciendo salud y contribuyendo a mantener la salud, el equilibrio y la paz.
    Con el propósito de ejercitar la emotividad, Divaldo narró la conmovedora historia de Ugolin, un joven francés. El relato llegó a los corazones, a través de la trayectoria del personaje, contenida en la obra publicada en 1939, con el título Estos días tumultuosos, del escritor y periodista holandés-canadiense Pierre van Paassen (1895-1968), donde deja en evidencia que la humanidad predica el amor, pero mientras tanto es cruel con quienes se hallan en la marginalidad, los invisibles, es decir, con aquellos que por estar en condiciones de miseria física o moral, son despreciados, ignorados.
    Magistralmente, concluyó abordando la reencarnación y la ley de causa y efecto, contribuyendo a que se comprenda por qué los seres humanos experimentan el sufrimiento y el dolor y las aparentes anomalías, para entender que la ley suprema es la del amor, que impulsa a la criatura a la evolución. Concluyó expresando que en este momento de crisis, cuando el ser humano se siente descartable, es necesario el retorno al amor, a la solidaridad.
Texto y fotos: Enio Medeiros
 (Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Registro. Divaldo Pereira Franco em Amparo, SP

20-11-2016.

“Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei”

O Núcleo Educacional SEPI - Serviço Espírita de Proteção à Infância, da cidade de Amparo - SP, franqueou suas portas e instalações para acolher um público estimado de 1.000 pessoas para ouvirem Divaldo Franco na noite do dia 20 de novembro de 2.016
Diante de um auditório expectante, Divaldo assumiu a tribuna e iniciou a conferência citando uma frase de Gandhi: ”Se um único homem atingir a plenitude do amor, neutralizará o ódio de milhões”. Este pensamento traduziu-se na prática quando o próprio Ghandhi pregando a não violência logrou libertar milhões de criaturas do controle militar, político e econômico exercido pela Inglaterra sobre o povo da Índia.
Mas foi Jesus, na condição de modelo e guia da humanidade, que, através de seus exemplos e ensinamentos, nos apresentou a proposta do amor.
Esse alvitre de Jesus deixou de ser uma questão teológica e é encarada como uma proposta psicoterapêutica na medida em que os pensamentos alinhados com o amor e a serenidade produzem energias harmoniosas que estimulam o sistema endócrino a uma atuação positiva na preservação da saúde orgânica sendo a recíproca verdadeira.
Nos dias atuais, a sociedade confunde o sentimento do amor com a libido – atração sexual ou o próprio ato em sí –  havendo, na realidade, uma enorme diferença entre ambos.
O amor é permanente e felicita, proporcionando alegrias duradouras, enquanto a libido é transitória e desaparece devoradora.
Quando o sexo se manifesta sem o amor, a sua passagem é rápida, frustrante, insaciável.
Já, quando o amor intervém, a sensação se ergue ao grau de emoção duradoura com todos os componentes fisiológicos, sem a selvageria da posse, do abandono e da exaustão.
Citando a frase de Thomas Hardy de que o homem contemporâneo perdeu o endereço de Deus, Divaldo amplia esse pensamento acrescentando que a criatura moderna perdeu igualmente o endereço de Si mesmo, fato que o leva a viver exclusivamente para atender questões imediatas empurrando-o para o individualismo, o sexualismo e o consumismo esquecendo-se do AMOR.
A contribuição psicoterapêutica do amor – conforme proposição de Jesus - apresenta resultados insuperáveis, por direcionar-se ao Si profundo, restabelecendo o interesse do paciente pelos objetivos saudáveis da vida, dos quais se separou.
Para emoldurar suas palavras, Divaldo, aproveitando a proximidade do Natal, emocionou a todos iluminando nossos corações com uma narrativa da obra publicada em 1939 intitulada “Estes Dias Tumultuosos” do escritor, jornalista holandês-canadense Pierre van Paassen (1895 – 1968) que reporta a história de um jovem francês de nome Ugolin [1].
O protagonista da narrativa era um jovem com deformações físicas provocadas pela violência paterna e que viva pelas ruas parisienses do pós guerra.
Abandonado e excluído da sociedade, Ugolin vivia da generosidade alheia e de pequenos favores. Órfão, possuía somente como família a irmã que vivia da prostituição ali enclausurada pela desonestidade e cobiça de um antigo patrão que, repelido pela moça, não logrou obter dela um convívio sexual a que tanto desejava. Diante desta recusa, o patrão – joalheiro venal – acusou a jovem de ter-lhe furtado uma joia valiosíssima. Por esta calúnia a jovem foi condenada e levada à prisão, da qual saiu para o prostíbulo buscando se sustentar e obter recursos para ajudar o tratamento médico de Ugolin.
Com a proximidade do Natal, Ugolin pedia a Pierre van Paassen, que o acolhera no afeto de seu carinho e amor, somente um par de sapatos.
Os dias foram passando e o convívio entre ambos estreitando-se. O escritor aguardava a noite de Natal para entregar a Ugolin o par de sapatos anelado. Na noite véspera do Natal, Ugolin não apareceu, pois um grupo de jovens alcoolizados amarraram o jovem excluído a um poste após despi-lo.
Diante da balbúrdia o Abade de La Roudaire, sacerdote da igreja local, interrompeu a humilhação fazendo fugir os delinquentes. Retirando do posto o jovem exangue, o abade levou-o até a casa paroquial para ali passar a noite. Pela manhã, o religioso não logrou encontrar Ugolin no leito onde o tinha deixado.
Mais tarde o abade descobriu que Ugolin havia cometido suicídio. O mais terrível é que a irmã, ao saber do ocorrido, igualmente fugiu à vida pelo suicídio.
Apesar de a Igreja proibir a celebração da eucaristia para os suicidas, o funeral para ambos foi acompanhado do ato religioso pelo abade, que após orar junto aos corpos dos irmãos, cuja vida fora um extenso rosário de aflições, sofrimento e abandono, dirigiu-se aos fiéis que lotavam a igreja afirmando que aqueles jovens infelizes não seriam considerados por Deus como suicidas, mas na condição de assassinados pela maldade e crueldades humanas.
A emotividade envolvia a todos os presentes na palestra. Divaldo busca, então, encaminhar a apresentação para os conceitos morais que a narrativa enseja.
Tanto o autor da história, Pierre van Paassen, quanto o abade de La Roudaire, não conseguiram consolar e auxiliar mais efetivamente a Ugolin e a irmã, pois que não aceitavam a doutrina da pluralidade das existências e por essa razão não conseguiram explicar as razões do grande sofrimento que ambos os jovens enfrentavam na vida. Teria Deus os esquecidos ou tratava-se de castigo da Divindade? Era a questão  insistentemente formulada por Ugolin e que o religioso e o escritor não conseguiam responder adequadamente.
O princípio da reencarnação – associado ainda à existência de Deus, a possibilidade de comunicação entre ambos os planos da vida, a existência da alma e o seu progresso gradativo e a pluralidade dos mundos habitados -  formam a base da Doutrina Espírita.
Abençoada Doutrina que nos faculta o desenvolvimento de objetivos transcendentais, além de ser O Consolador prometido por Jesus que vem explicar que os nossos sofrimentos têm uma razão de ser. Não se trata de castigo, mas sim oportunidades que a Divindade nos oferece por merecimento – a lei de Ação e Reação – ou por necessidade de evolução ensejando a oportunidade de desenvolver qualidades que ainda não possuímos – Prova.
Não há, portanto, razão para nos deixarmos envolver pelo manto de pessimismo que os dias atuais vem rodeando a sociedade, nos estertores do Mundo de Provas e Expiações ao qual pertencemos.
Compete-nos – exclusivamente a nós – fazermos desse conhecimento libertador o instrumento com o qual construiremos a nossa evolução moral e espiritual.
Em que pese os dias tumultuosos da atualidade onde as aflições, ódios, intolerâncias, sofrimentos e violências, dias em que as pessoas – ao invés de se amarem umas às outras como preconizado por Jesus – elegem se armarem umas contra as outras – no âmbito material e emocional -  urge aceitar e viver a proposta de Jesus, amando mais, tornando-nos, assim, mais gentis, tolerantes, pacíficos e  mansos de conformidade com os ensinamentos registrados no Sermão da Montanha,  permitindo a formação de uma humanidade mais justa e feliz.

[1] A narrativa completa e detalhada pode ser obtida no livro “Divaldo Franco e o Jovem” da edito

Fotos: Sandra Patrocinio
Texto: Djair de Souza Ribeiro

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


ESPANHOL


DIVALDO FRANCO EN AMPARO, SP - 20 de noviembre de 2016.


Nacer, morir, renacer y progresar siempre, tal es la ley.

    El Núcleo Educacional SEPI -Servicio Espírita de Protección a la Infancia-, de la ciudad de Amparo, San Pablo, abrió sus puertas e instalaciones para recibir a un público estimado en 1.000 personas, a fin de escuchar a Divaldo Franco, en la noche del día 20 de noviembre de 2016.
    Ante un público expectante, Divaldo ocupó la tribuna y dio comienzo a su conferencia, citando un pensamiento de Mahatma Gandhi: Si un solo hombre alcanzara la plenitud del amor, neutralizará el odio de millones. Este pensamiento se tradujo en la práctica cuando, el propio Ghandhi, mediante la prédica de la no violencia, logró liberar a millones de criaturas del control militar, político y económico ejercido por Inglaterra sobre el pueblo de la India.
    Pero fue Jesús, en la condición de modelo y guía de la humanidad, quien a través de sus ejemplos y enseñanzas, nos presentó la propuesta del amor.
    Esa proposición de Jesús, dejó de ser una cuestión teológica y es encarada como una solución psicoterapéutica, en la medida en que los pensamientos afines con el amor y la serenidad producen energías armoniosas, que estimulan el sistema endocrino a que, mediante su funcionamiento efectivo, preserve la salud orgánica.
    En los días actuales, la sociedad confunde el sentimiento del amor con la libido –atracción sexual o con el acto en sí mismo– cuando en la realidad existe una enorme diferencia entre ambos.
    El amor es permanente y portador de felicidad, proporcionando alegrías duraderas, mientras que la libido es transitoria y desaparece, devoradora.
    Cuando el sexo se manifiesta sin el amor, su paso es breve, frustrante, insaciable. Pero, cuando interviene el amor, la sensación se presenta con el grado de una emoción duradera, con todos los componentes fisiológicos, sin el salvajismo de la posesión, del abandono ni del agotamiento. Citando la frase de Thomas Hardy, acerca de que el hombre contemporáneo ha perdido la dirección de Dios, Divaldo amplía ese pensamiento, agregando que la criatura moderna ha perdido también la dirección de sí misma, una circunstancia que la conduce a vivir exclusivamente para atender cuestiones inmediatas, que la inducen al individualismo, el sexualismo y el consumismo, dejando de lado el AMOR.
    La contribución psicoterapéutica del amor –según la propuesta de Jesús- presenta resultados insuperables, porque está dirigida al Ser profundo, y restablece el interés del paciente por los objetivos saludables de la vida, de los cuales se ha apartado.
    Para enmarcar sus palabras, aprovechando la cercanía de la Navidad, Divaldo emociona a todos, e ilumina nuestros corazones con el relato de la obra publicada en 1939, titulada Estos días tumultuosos, del escritor y periodista holandés-canadiense Pierre van Paassen (1895–1968), que narra la historia de un joven francés de nombre Ugolin [1].
    El protagonista de la narración era un joven con deformaciones físicas -provocadas por la violencia de su padre. Él vivía en las calles de París, en la época posterior a la guerra.
    Abandonado y excluido de la sociedad, Ugolin subsistía gracias a la generosidad ajena y a pequeños favores. Huérfano, sólo tenía como familia a su hermana, que vivía de la prostitución, enclaustrada en ella, por la deshonestidad y la codicia de su antiguo patrón que, rechazado por la joven, no logró obtener de ella una convivencia sexual, algo que mucho deseaba. A raíz del rechazo, el patrón –joyero especulador– acusó a la joven de haberle hurtado una joya valiosísima, y a consecuencia de esta calumnia, la joven fue condenada y enviada a la prisión, de la cual salió en dirección al prostíbulo, tratando se sustentarse y obtener recursos para colaborar con el tratamiento médico de Ugolin.
    Como se acercaba la Navidad, Ugolin le había pedido a Pierre van Paassen -quien lo había amparado con su afecto, su cariño y su amor-, solamente un par de zapatos.
    Los días fueron pasando y la convivencia entre ambos se fue estrechando. El escritor aguardaba la noche de Navidad para entregarle a Ugolin, el par de zapatos que anhelaba. La noche de la víspera de la Navidad, Ugolin no apareció, pues un grupo de jóvenes alcoholizados ataron al joven excluido a un poste, después de haberlo desnudado.
    A raíz del alboroto, el Abad de La Roudaire, sacerdote de la iglesia de la localidad, interrumpió la humillación, lo que hizo que huyeran los delincuentes. Luego de liberarlo de la situación, el abad llevó a la casa parroquial al joven, extenuado, para que pasara allí la noche. A la mañana, el religioso no encontró a Ugolin en el lecho donde lo había dejado.
    Más tarde, el abad descubrió que Ugolin se había suicidado. Lo más terrible fue que la hermana de Ugolin, al enterarse de lo ocurrido, también huyó de la vida mediante el suicidio.
    A pesar de que la Iglesia había prohibido la celebración de la eucaristía para los suicidas, el funeral para ambos estuvo acompañado, en el acto religioso, por el abad, quien después de orar junto a los cuerpos de los hermanos, cuya vida había sido una extensa sucesión de aflicciones, sufrimiento y abandono, se dirigió a los fieles que colmaban la iglesia, y manifestó que aquellos jóvenes desventurados no serían considerados por Dios como suicidas, sino como asesinados por la maldad y la crueldad humana.
    La emoción envolvía a todos aquellos que presenciaban la disertación. Divaldo buscó, entonces, orientar su exposición hacia los conceptos morales que la narración sugiere.
    Ni el autor del relato, Pierre van Paassen, ni el abad de La Roudaire, consiguieron consolar o auxiliar con mayor efectividad a Ugolin y a su hermana, pues ellos no aceptaban la doctrina de la pluralidad de las existencias, y por esa razón no consiguieron explicarles los motivos del terrible sufrimiento que ambos jóvenes soportaron durante su vida. Tal vez, ¿podía Dios haberse olvidado de ellos, o se trataba de un castigo de la Divinidad? Era la pregunta que reiteradamente se plantaba Ugolin, que ni el religioso ni el escritor consiguieron responder adecuadamente.
    El principio de la reencarnación –asociado además a la existencia de Dios, la posibilidad de la comunicación entre los dos ámbitos de la vida, la existencia del alma y su progreso gradual, y la pluralidad de los mundos habitados- constituyen la base de la Doctrina Espírita. Una bendita Doctrina que nos propicia el desarrollo de objetivos trascendentales, además de que es El Consoladorprometido por Jesús, que ha venido para explicar que nuestros sufrimientos tienen una razón de ser. No se trata de castigo sino de oportunidades, que la Divinidad nos ofrece por merecimiento –mediante la ley de Acción y Reacción– o por la necesidad de evolución, propiciando la ocasión para que desarrollemos cualidades que aún no poseemos, a través de la prueba.
    No existe, por lo tanto, una razón para envolvernos en el manto del pesimismo, con el que los días actuales están acosando a la sociedad, en medio de los estertores del Mundo de Pruebas y Expiaciones al cual pertenecemos.
    Nos compete –exclusivamente a nosotros– convertir ese conocimiento liberador en el instrumento con el cual edificaremos nuestra evolución moral y espiritual.
    Pese a los días tumultuosos de la actualidad, cuando las aflicciones, los odios, las intolerancias, los sufrimientos y la violencia, días en que las personas -en vez de amarse las unas a las otras, como Jesús preconizó– eligen armarse las unas contra las otras –tanto en el ámbito material como en el ámbito emocional.Urge aceptar y vivir la propuesta de Jesús, amando más, volviéndonos así más gentiles, tolerantes, pacíficos y  mansos, de conformidad con las enseñanzas registradas en el Sermón de la Montaña, a fin de que demos lugar a la formación de una humanidad más justa y feliz.

[1] La narración completa y detallada se puede encontrar en el libro Divaldo Franco y el Joven.

Fotos: Sandra Patrocinio
Texto: Djair de Souza Ribeiro


 (Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)