sexta-feira, 9 de junho de 2017

Divaldo Franco na Europa Viena, Áustria

08 de junho de 2017
Na noite de 08 de junho de 2017, quinta-feira, nas instalações do Regina Hotel, no centro da bela Viena, Áustria, foi onde se deu o encerramento do que podemos denominar como um roteiro de luz. Estava, pois, se concluindo mais uma grande jornada de divulgação da Doutrina Espirita. Ao longo dos últimos 30 dias, o incansável Divaldo Pereira Franco percorreu 12 países e 22 cidades da Europa levando sua palavra de estímulo, sua alegria de viver, a renovação e a esperança à muitos corações afetuosos e a todos que o ouviram. Somente os obstinados possuem as fibras necessárias para realizarem uma atividade desta magnitude. Foi um trabalho hercúleo, levando os ensinamentos de Jesus Cristo aos famintos da alma, que todos somos.
Desenvolvendo o tema autoiluminação, atendendo ao convite dos amigos do Verein für spiritistische Studien Allan Kardec - VAK/Viena, e contando com o valioso auxílio de Edith Burkhard, que verteu a conferência para o idioma alemão, Divaldo Franco, com seu verbo iluminado, sensibilizou os presentes, tocando-lhes as suas fibras íntimas, falando-lhes ao coração, destacando a fundamental importância na transformação interior.
Como habitualmente vem fazendo neste roteiro de luz, Divaldo apresentou o seu amigo, que o acompanhou por todo o percurso, o Dr. Juan Danilo Rodríguez, médico, fundador de uma instituição holística em Quito, no Equador, dedicada ao tratamento e cura do autismo, e também fundador do primeiro centro espírita do Equador. Dr. Juan fez referência à sincronicidade e a Lei de Causa e Efeito, onde cada indivíduo encontra-se no local e na situação que necessita para evoluir, referindo-se especialmente àqueles que deixaram o país onde nasceram para florescer em outras pátrias, buscando, todos, a autoiluminação, o crescimento espiritual.
trator de Deus, nas palavras de Chico Xavier, Divaldo Franco, asseverou que a criatura humana necessita alcançar a finalidade para qual veio à Terra, isto é, a plenitude, o estado numinoso, o Reino dos Céus. Esta é uma busca inevitável, uma vez que todos marcham na direção do progresso. Segundo o experiente expositor, o progresso moral não atingiu, ainda, os mesmos níveis do progresso intelectual, a humanidade prossegue sob o jugo das paixões inferiores, dos instintos agressivos e das necessidades imediatas do ego.
O psicólogo e professor Mira y Lopez (1896-1964), em seus estudos concluiu que existem gigantes devoradores de vidas. Assim, ele escreveu o livro Os Quatro Gigantes da Alma, comprovando que esses gigantes conduziram e ainda conduzem os homens às paixões, afastando-os da plenitude. A solidão, a ansiedade, o medo e o sexo tomaram conta do pensamento humano. Outros pensadores apresentaram projetos de autoajuda, em uma tentativa de buscar a própria paz. Muito se tem feito em benefício da humanidade, no oriente, por exemplo, a prática da meditação, a contemplação, as artes marciais são propostas para a conquista da autoiluminação.
O Espiritismo, uma ciência filosófica e moral, veio à lume em 1857, apresentando recursos para iluminar a criatura humana. Descobriu-se que o grande problema do homem é o próprio homem, que atribuindo aos outros a sua culpa, se permite vitimizar, sem coragem para assumir a realidade de sua fragilidade. O grande vazio que o ser humano enfrenta é a falta de um sentido existencial, vivendo sem um rumo norteador, sem objetivos. Apresentando exemplos de pessoas estoicas, que não se curvaram diante das negativas da vida, e sem desistirem, triunfaram, deixando um legado de ensinamentos. Divaldo demonstrou ser possível alcançar a plenitude, sentindo-se feliz onde e como se encontra a criatura humana.
Com a sua verve característica, Divaldo narrou a bela Lenda da Calhandra, ou do Rouxinol, história real vivida e atribuída a Ernestine Schumann-Heink, famosa cantora de ópera, e Elizabeth Gladich, a pequena violinista. Inspirado, o incansável orador sensibilizou os ouvintes. A lenda é um exemplo de amor à vida, de valorização da presença de Deus no ser humano destacou o Embaixador da Paz no Mundo, afirmando que todos somos calhandras de Deus, que a cada um de nós Ele falou, vai e faz a tua parte, seja ela qual for. Assim, cantando as Glórias de Deus, os indivíduos devem buscar a felicidade, construindo-se no amor e plenificando-se.
O Espiritismo, afirmou o nobre orador, propõe a autoiluminação através da caridade, por ser a mais nobre autotransformação para melhor. A maior caridade é transformar o coração, amando-se, para poder amar aos outros. Espíritos nobres, interessados em nossa plenitude, são atraídos e nos ajudam a compreender que só estaremos realmente bem, quando tudo ao nosso redor estiver bem, salientou o venerando orador.
A verdadeira felicidade está na alegria de encontrar-se bem, fazendo todo o bem possível. A maioria das pessoas deseja uma felicidade sensorial, que cansa, enquanto uma felicidade transcendental plenifica. Quando damos, repartimos o amor, multiplicamos e nos plenificamos.
Concluindo a brilhante conferência, Divaldo deixou algumas interrogações com o objetivo de estimular reflexões:
- Qual é o ideal que você abraça?
- Qual o anseio que você possui para uma vida melhor?
- O que você está fazendo para o mundo melhorar?
Ao encerrar, deixando mais um estímulo, Divaldo Franco propôs o desenvolvimento da fraternidade, do amor, afinal, o caminho para a plenitude sempre será o amor.
Após a conferência o querido expositor ainda respondeu vários questionamentos, apresentando respostas calcadas em sua vasta experiência de vida, o que muito enriquece aos que o ouvem, afinal, a sua história se constitui em uma longa existência dedicada ao amor, ao próximo, à educação.
Para sua surpresa, os amigos locais o presentearam com uma linda torta, alusiva ao seu 90º aniversário transcorrido no último 05 de maio. Todos saíram repletos de alegria e felizes pela abençoada oportunidade de estar na companhia deste querido amigo, um verdadeiro apóstolo do Espiritismo.
Texto e fotos: Ênio Medeiros
 (Recebido em email de Jorge Moehlecke)

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Registro. Divaldo Franco na Europa Viena, Áustria

06 de junho de 2017
Na noite de terça-feira, dia 06 de junho de 2017, após ter sido recepcionado pelos amigos do Verein für spiritistische Studien Allan Kardec - VAK/Viena no entardecer da segunda-feira, Divaldo Franco realizou conferência na sede da Sociedade Espírita que ele ajudou a fundar.
Ainda no ano de 1989, no quarto do pequenino apartamento do querido amigo Josef Jackulak, aconteceu a primeira reunião espírita na Áustria após a II Guerra Mundial, onde participou um pequeno grupo de cinco pessoas. Desta modesta reunião se originou, mais tarde, a fundação do VAK/Viena, que até hoje prossegue fiel aos postulados da amada Doutrina Espírita e à Allan Kardec. Divaldo falou sobre a temática das Vivências em Família, contando com a eficiente tradução ao idioma alemão de Edith Burkhard.
De imediato, Divaldo apresentou o amigo Dr. Juan Danilo Rodríguez, médico equatoriano, que destacou a importância da participação e convivência em sociedade e, referindo-se à família, frisou ser ela um dos mais belos presentes que Deus oferece aos seres humanos, sendo uma oportunidade de redenção no caminho do amor.
Divaldo Franco fez uma retrospectiva histórica sobre a família, termo originado do latim famulus, ou seja, servo, referindo-se às famílias romanas, que se caracterizavam pelo número de servidores que atendiam ao clã.  Porém, em uma análise contemporânea, pode se observar que a família possui, segundo a sua natureza, duas configurações: a biológica e a espiritual. A família é a célula da sociedade e, em assim sendo, quando a família adoece, a sociedade se desorganiza.
Apresentando dados sobre os estudos realizados pelo Dr. Rollo May (1909-1994), teólogo, e psicólogo dos Estados Unidos da América, o lúcido orador explicou que a violência urbana se tornou muito mais grave em razão da dissolução dos costumes da família. Vivemos uma explosão na busca da liberdade, os laços de respeito entre as pessoas afrouxaram-se. A família de hoje é a da libertinagem, caminhando para um momento onde a solidão tomará conta da sociedade. As linhas básicas da educação foram transferidas para a escola, os pais tentam diminuir, a cada dia, a sua responsabilidade na formação do caráter dos filhos, muito em razão de serem pais ainda jovens, que se uniram mais por impulso do que por amor. Esses jovens pais não suportam os desafios que uma vida em família exige, dando surgimento aos filhos órfãos de pais vivos.
A família é o laboratório sublime da sociedade. Nesse núcleo, seus integrantes aprendem, através daqueles que são "nossos", a amar aos que são "dos outros".  Temos hoje, asseverou o experiente orador, uma sociedade culta, civilizada, rica de tecnologia e pobre de paz. Cabe aos indivíduos o exercício que os leve a uma mudança interior para melhor.
O Dr. Miguel Ruiz (1952-), descendente de uma cultura indígena no México, com mais de 5000 anos de história, elaborou uma pequena síntese para uma vivência saudável em sociedade:
1º - Ser impecável com a apalavra.
2º - Nunca levar nada para o lado pessoal.
3º - Não tentar tirar conclusões apressadas.
4º - Dar sempre o melhor de si.
Utilizando-se de sua vastíssima experiência como educador de almas, Divaldo penetrou nas intrincadas questões da educação, com a firmeza semelhante aos caminhos desvelados por Jesus, dos milhares de crianças que passaram pela obra assistencial Mansão do Caminho, explicitando como a Doutrina Espírita pode auxiliar na grandiosa tarefa de educar, salientando, ainda, que a grande divulgação do Espiritismo é a própria conduta dos espíritas. A sociedade humana está cansada de palavras, aguarda por vivências, pela exemplificação através dos atos, confirmando a teoria. Não podemos falar em educação sem falar em exemplo, afirmou Divaldo Franco.
Encerrada a conferência, Divaldo ainda respondeu diversas questões, aprofundando alguns pontos, sempre com a alegria que lhe habitual, oferecendo a simpatia e o sorriso aos que lhe buscavam a atenção.
Texto e fotos: Ênio Medeiros
 (Recebido em email de Jorge Moehlecke)

terça-feira, 6 de junho de 2017

Registro. Divaldo Franco na Europa Zurique, Suiça

05 de junho de 2017
Na segunda-feira, 05 de junho de 2017, Divaldo Franco realizou um conferência pública, encerrando sua passagem pela bela Zürich, despedindo-se dos amigos, abordando o tema Seja Feliz Sempre, contando com o auxilio de sua tradutora ao alemão Edith Burkhard. O evento teve a apresentação dos jovens músicos Flávio Benedito e Maurício Virgens, brasileiros, que, mesmo residindo na Europa, contribuem tanto quanto podem, para cantar o amor, acompanhando o querido amigo, Divaldo Franco, um verdadeiro pai.
Logo no início da conferência, Dr. Juan Danilo Rodríguez, dedicado médico equatoriano, terapeuta holístico, agradeceu o carinho e a acolhida que recebeu, afirmando que a felicidade se constrói através de pequenas ocorrências, de detalhes. A felicidade é o grande tesouro, tão buscado pelo homem.
Citando pensadores da antiguidade, Divaldo Franco, abordando o tema, disse que no período socrático os pensadores se questionavam sobre o real sentido da vida. A interrogação diz respeito à criatura humana, que se indaga sobre a existência da morte, haja vista que, de repente, tudo se acaba no nada. Qual a razão da dor?
Em breve síntese dos pensamentos filosóficos, esclareceu que Epicuro afirmava ser a felicidade sinônimo de prazer, que os esforços deveriam ser todos voltados para fruir o gozo. Se assim não é, a felicidade é para os que têm posses? Questionou Divaldo. Referindo-se, então, à doutrina da ética, da beleza, o Hedonismo, a possibilidade para se alcançar a felicidade através da posse. O pensamento filosófico, com base na doutrina Cínica, de Diógenes, propunha que a felicidade seria nada possuir, para não correr nenhum risco. Será, insistiu o querido orador, que a felicidade é não ter nada?
Promovendo uma melhor compreensão sobre a felicidade, o incansável seareiro discorreu sobre a doutrina Estoica, do filósofo Zenon de Cicio que assegurava ser a felicidade a ausência do sofrimento, até chegar no filósofo Sócrates, que, vendo a inscrição na entrada do templo de Delphos, conhece-te a ti mesmo, adotou esta proposta, tornando-se em exemplo para suportar todo tipo de perseguição, de injustiças. Sua ética é o autoconhecimento. Este é o caminho para a felicidade, sentenciou o orador, que dá condições ao indivíduo ser o mesmo em qualquer situação, seja ela positiva ou não.
Jesus, destacou, é o médico das almas, o maior psicoterapeuta da humanidade. Ele asseverou que A Felicidade não é deste mundo, pois a verdadeira felicidade não está na Terra. Todos podem atingir a plenitude, não, porém, neste estado horizontal, do tudo bem, sempre, mas quando o ser humano se dedicar ao crescimento vertical, buscando a angelitude, buscando Deus e o Seu Reino dentro de si mesmo.
A forma como se procede hoje, irá construir o amanhã. O Espiritismo confirma, por provas irrefutáveis, a realidade da reencarnação, e essa realidade demonstra que os indivíduos podem ser felizes hoje e sempre, basta ter um ideal, uma meta transcendente. Através da vivência deste ideal, que deve ser alcançado pela prática no bem, a criatura humana se encontrará com a felicidade.
Não fazer aos outros o que não gostaríamos que nos fizessem, esta é a meta. Amar o próximo é autoamar-se, a terapia que Jesus ensinou aos homens. A moderna filosofia recomenda que se viva intensamente o agora, que é toda hora, a atual, e a que virá. Temos tantos recursos, de diversas ordens, nem sempre valorizados, e com frequência somente compreendemos o valor destes recursos quando os perdemos.
Encerrando a conferência, Divaldo agradeceu o amor e o acolhimento com que foi honrado, recitando, com sentida emoção, o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues.
Texto e fotos: Ênio Medeiros

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Registro. Divaldo Franco na Europa Zurique, Suiça

04 de junho de 2017
No domingo pela manhã, 04 de junho de 2017, nas instalações do G19 - Stiftung G19 -, em Zürich, na Suíça, teve sequência o seminário com Divaldo Franco, seguindo com o tema Seja Feliz Hoje. Este é, sem dúvida, um seminário terapêutico, graças a ampla experiência e o tato psicológico de Divaldo que, com um toque de humor, consegue descontrair, auxiliando o relaxamento, estimulando o bom humor em todos.
O Dr. Juan Danilo Rodríguez, espírita equatoriano, proferindo breves palavras, estabeleceu três itens importantes para a conquista da felicidade: A Paz Interior; O Amor; e O Serviço no bem, que devem ser arquitetados e postos em prática através dos pensamentos e atos, afinal, o mundo que cultivamos é o mundo de nossas ideias. As emoções que cada um experimenta são o resultado do percurso realizado por nossas almas ao longo do tempo.
Com maestria, Divaldo Franco iniciou afirmando que Jesus falava de um reino que se encontra dentro das criaturas e, assim, cada qual deverá mergulhar em si mesmo e buscar esse reino que faculta a evolução, o crescimento. As pessoas O buscavam para a solução dos problemas, sem se darem conta que cada um é o autor dos próprios problemas e que é possível avançar a medida que o indivíduo se ilumina.
Citando os estudos do professor, sociólogo e psiquiatra Mira y Lopez (1896-1964), o dedicado e eficiente orador discorreu sobre os quatro gigantes da alma – medo, ira, e dever, no aspecto negativo, e o amor, de caráter positivo -, e as heranças primitivas, sempre presentes no inconsciente. De uma maneira geral, apraz aos indivíduos vivenciar um conflito, um sofrimento, isto é fruto da herança arquetípica, quando o instinto imperava em a criatura humana.
Adentrando-se pelos caminhos da reencarnação, Divaldo explicou que esta é uma oportunidade nova de poder compreender porque a vida apresenta certas situações, construindo a redentora reabilitação diante da vida. Outro ponto destacado, dando oportunidade a reflexões íntimas, o nobre conferencista discorreu sobre as dificuldades de relacionamentos, onde, muitos, desejam e insistem que o outro se renove, esquecendo-se, porém, que a renovação é pessoal, íntima, intransferível.
Finalizando o profícuo seminário, após dois dias de atividades intensas, o ilustre orador ainda conduziu os presentes em uma visualização terapêutica dirigida, facultando o mergulho, pelo pensamento, nas questões propostas, enriquecendo os presentes com harmonia e paz.
Em gratidão, o público, revigorado pelos excelentes ensinamentos, aplaudiu intensamente o Semeador de Estrelas. Após estes dias de intensa convivência fraterna, todos ficaram já pensando no próximo pentecostes, no ano vindouro, ao tempo em que se deliciavam ouvindo a bela música interpretada pelos talentosos Maurício Virgens, barítono, e Flávio Benedito, pianista, sensibilizando as almas ali presentes, despedindo-se, renovando votos de felicidades mútuas.
Em um derradeiro estímulo, Divaldo ainda afirmou: Vale a pena amar.
E, recolhendo-se nas próprias instalações do G19, para refazer-se, o ínclito e amoroso Divaldo Franco foi se preparar para viajar, em 05 de junho, ao próximo destino, a capital da Áustria, Viena. O semeador dedicado, acolhendo o convite do Mestre Nazareno, semeia, semeia...
Texto e fotos: Ênio Medeiros

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo Franco na Europa Kloten, Suiça

03 de junho de 2017
Após encerrar o primeiro dia de seminário em Zürich, Divaldo Pereira Franco seguiu diretamente para a vizinha cidade de Kloten, a convite dos amigos do CEEAK – Centro de Estudos Espíritas Allan Kardec -, de Winterthur, na Suiça. O tema da conferência foi: Imortalidade e Vida, que contou com a tradução ao idioma alemão de Edith Burkhard. A plateia foi constituída por 300 pessoas aproximadamente. Para o momento artístico, o evento contou com o magnífico trabalho do barítono Maurício Virgens, cantando belíssimas músicas. Esse foi um dia de atividades intensas, com trabalhos nos três turnos.
Divaldo apresentou o seu amigo Dr. Juan Danilo Rodríguez, que com seu carisma e humildade característicos, utilizando-se de linguagem simples, falou ao coração, utilizando-se do idioma universal do amor.
Os fatos paranormais, afirmou Divaldo, são tão antigos quanto a criatura humana. O ser humano, na sua trilha evolutiva, primeiro pintou, desenhou, para somente depois falar. Nas cavernas ficaram as marcas destes fenômenos, nelas surgiu, também, o culto ao fenômeno da morte, porque os mortos sempre voltaram para afirmar o prosseguimento da vida.
O ilustre orador narrou a história do rei Creso, da Lídia e de Ciro, rei da Pérsia, evidenciando fenômenos mediúnicos ocorridos no santuário de Delphos, quando o deus Apolo falou pela boca de uma pitonisa, uma médium, narrando fatos parapsicológicos que demonstram a possibilidade da veiculação das informações de além-túmulo. Divaldo utilizou-se da história para narrar diversos fatos paranormais ocorridos em várias partes do mundo, com diversas personalidades religiosas, militares e outras, que marcaram a história da humanidade.
Porém, a humanidade em progresso teve, no dia 18 de abril de 1857, a oportunidade de ingressar em uma nova era. Nesta data foi apresentado O Livro dos Espíritos, estava inaugurada a era do Espírito imortal. A conferência, a partir deste ponto, tornou-se em uma verdadeira aula de Espiritismo, fundamentando os postulados básicos desta doutrina de luz, que liberta as consciências e consola os corações aflitos. O Espiritismo é o Cristianismo puro, e o seu slogan é: Fora da Caridade não há Salvação.
A imortalidade da alma é uma das mais belas manifestações de Deus em favor da vida. Morrer não é aniquilar, mas mudar de uma espécie de onda, para outra. O Espiritismo matou a morte, pois a vida prossegue, a imortalidade é vida.
Enriquecendo a questão da imortalidade e da vida, Divaldo apresentou algumas de suas experiências com a mediunidade, adquiridas nesta longa existência de mediunato, ofertando conhecimento e ternura ao atento auditório.
Após um dia de trabalhos intensos, este Paulo de Tarso dos dias atuais, um gigante à serviço do bem e da paz, não cede nunca, não desiste. Haja o que houver, ele vai, mesmo combalido, o que é natural diante de um ritmo intenso de atividades. Sem transparecer cansaço, Divaldo é capaz de falar, de pé, por várias horas seguidas. Ele vai "até morto", mas ele vai. Vai e fala, fala e comove, comove e semeia a semente do amor, e os benfeitores que lhe inspiram, auxiliam-no e o acompanham, promovendo as condições necessárias para que o bem cresça e se agigante como suave perfume que toma conta do ambiente, sem se fazer notar, perfumando com o perfume do amor.
Que alegria a presença destes benfeitores da humanidade, que sob os auspícios do Mestre de Nazaré, vem ao encontro daqueles que nos encontramos nos pântanos das paixões onde ainda nos debatemos, louvado seja Senhor! E o semeador? Ele saiu a semear...
Texto e fotos: Ênio Medeiros

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

domingo, 4 de junho de 2017

Registro. Divaldo Franco na Europa Zurique, Suiça

03 de junho de 2017
A data aguardada pelos suíços chegou. Em 03 de junho de 2017, sábado, mantendo a tradição de 29 anos, Divaldo Franco retornou à Fundação G19 - Stiftung G19 -, para o Pentecostes anual, realizando mais um seminário, momento de renovação psíquica, emocional e espiritual, desta vez com o tema Seja Feliz Hoje, contando com a tradução ao idioma alemão da eficiente Edith Burkhard.
A participação do pianista Flávio Benedito e do barítono Maurício Virgens proporcionou momentos de elevação com suas belíssimas peças musicais. Como vem fazendo ao longo do atual roteiro de conferências e seminários pela Europa, Divaldo apresentou o se querido amigo Dr. Juan Danilo Rodríguez, que com sua simpatia habitual, narrou uma experiência, vivida por ele e por algumas pessoas de um povoado indígena do Equador, a sua terra natal. Dr. Juan, na condição de médico, terapeuta holístico, teve a oportunidade de aprender com as pessoas daquele lugar que as coisas mais importantes da vida não se devem delegar a ninguém, cada um deve fazer por si mesmo, com trabalho, dedicação. Todos podem começar a construir a própria felicidade.
O experiente orador, semeador incansável da Boa Nova, Divaldo Franco, dando início ao seminário que terá seguimento no dia seguinte, afirmou que existem valores na vida de qualquer indivíduo, que são atribuídos, mas não são reais. A felicidade tem um significado especial para cada indivíduo, e decorre de três requisitos básicos: 1º. A paz de consciência; 2º. Um sentimento de amor; e 3º. Ser útil à comunidade.
Grande parcela da humanidade acredita que os valores da terra são de grande importância, e quando os indivíduos desejam possuir, utilizam-se de qualquer meio, independente da licitude. Assim, descem os degraus da desonra para atingir o que desejam, até o momento em que a consciência os acusam, perdendo a paz.
Como ser Feliz Hoje? Indagou Divaldo. É possível alcançar essa condição trabalhando-se interiormente. O Ego, fruto do instinto de preservação da vida, predomina em todos os indivíduos em evolução, porém, também, o amor é inerente em cada um, e o que falta na maioria das vezes é apenas o gatilho que o faça disparar. Deus é a alma do amor, e o amor é a presença de Deus em nós.
Divaldo narrou a história do escritor e médico inglês Archibald Cronin (1896-1981), onde a enfermeira que lhe assiste, ao dormir no seu trabalho, por cansaço, leva à morte um jovem paciente, evidenciando nesta narrativa que todos necessitam de uma segunda oportunidade. Aquele que deseja servir à Jesus deve ser rígido para consigo mesmo. Vale a pena dar uma nova oportunidade, sem, no entanto, ser conivente com o erro.
Apresentando os estudos realizados por George Gurdjieff (1866-1949), pesquisador russo, Divaldo discorreu sobre os quatro níveis de consciência – a de sono, a desperta, a de si mesmo, e a consciência objetiva, ou cósmica como define Allan Kardec. O ínclito orador, concluindo, afirmou que, o ser que somos é o que há de mais importante na vida, este ser é o Espírito imortal. Como o objetivo do seminário é terapêutico, o nobre conferencista, através de suas afirmativas profundamente elaboradas, convidava os presentes a reflexões, afirmando que felicidade é um estado emocional de prazer, mas não de sensação. A sensação é física, o prazer é parafísico. Elucidando, apresentou o pensamento do escritor Robert Stevenson (1850-1894), assim traduzido: saudade é a presença do ser ausente e a ausência do ser presente.
E por fim, após ter falado por mais de cinco horas, com tradução, o que torna mais desgastante a exposição, o querido amigo semeador da esperança e da paz interrogou: - Será fácil ser feliz hoje? E, respondendo disse: - Sim, é fácil, diminuindo a ambição do querer, pelo prazer de amar.
Muito aplaudido pelos presentes que lotaram completamente o auditório, e após o dia todo de seminário, o jovem Divaldo correu para um rápido lanche. Era o final da tarde, não podia se demorar, afinal, à noite, tinha mais uma agenda a ser cumprida em uma pequena cidade muito próxima à Zürich, e, aqueles que resolveram servir Jesus não podem se permitirem relaxar enquanto os compromissos não estiverem fielmente cumpridos, servindo à causa do bem com amor...
Texto e fotos: Ênio Medeiros


(Recebido em email de Jorge Moehlecke)


Registro. Divaldo Franco na Europa Zurique, Suiça

02 de junho de 2017
Em 02 de junho de 2017, sexta-feira, Divaldo Franco, logo cedo, já estava à postos na estação central de Milão, aguardando o trem que o levaria até Zurique, na Suíça, onde já o estavam aguardando os amigos espiritistas daquele e de outros países, com muita alegria, porque servir á causa do Cristo realmente renova e preenche-nos com a alegria em servir. De imediato Divaldo foi conduzido às instalações da Fundação G19 - Stiftung G19 -, onde se hospeda há muitos anos e onde realiza-se o seminário anual, sempre no período de pentecostes.
À noite no Marriott Hotel Zürich, Divaldo proferiu uma conferência para um público de 230 pessoas que lotaram as belíssimas instalações do auditório. O tema foi: Die Wandlung des Menschen durch Selbsterkenntnis (A transformação do ser humano através do autoconhecimento). A tradução para o idioma alemão foi de Edith Burkhard.
Ao iniciar, Divaldo apresentou o seu amigo querido Dr Juan Danilo Rodríguez, médico, espírita, residente em Quito, no Equador, dedicado aos cuidados de pessoas autistas, fundador do primeiro centro espírita de Quito. O prestimoso trabalhador relatou brevemente sua caminhada desde o período infantil, suas dificuldades e desafios, e do auxílio amigo recebido dos benfeitores espirituais, seguindo rumo à autoiluminação.
Divaldo, ao iniciar a conferência, afirmou que a iluminação interior é inadiável, ilustrando com a trajetória de Sidarta Gautama – o Buda -, que abandonou a vida de príncipe para iluminar-se, deixou a vida intramuros e saiu para o contato com os seres humanos, com a vida, com o sofrimento. Poderemos nos libertar do sofrimento, fazendo a viagem do amor, fazendo o bem, pensando retamente, realizando a meditação. Meditar, esclareceu o seareiro do Cristo, é medir seu próprio pensamento, descobrir que tudo começa na mente, ter uma mente correta, para poder desdobrar seus sentimentos, iluminando-se. É de suma importância dedicar-se a pensar, falar e agir no bem.
Sempre com exemplos, demonstrando a viabilidade da autoiluminação, Divaldo narrou a trajetória de Teresa D’Ávila, pulcra, viajava para dignificar os conventos da época e conter os impulsos dos instintos que dominavam aquelas que deveriam ser instituições de vivência do Evangelho de Jesus. A iluminação exige sacrifícios, os doces açúcares do prazer exigem o sal da abnegação. Ela transformou os conventos, novamente, em santuários. Outro exemplo de sucesso é o de Teresa de Lisieux, que foi para a Índia, na cidade de Calcutá, e que afirmava, só há felicidade quando se ama, devemos amar, principalmente quando o ser amado é difícil, amar até doer.
Por fim, apresentou a figura inesquecível do Homem de Nazaré, Jesus, que estabeleceu que a filosofia mais importante da vida é amar. O evangelho de Jesus, hoje, é considerado a melhor terapia. Ernest Renan (1823-1892), afirmou que este homem, por ser atemporal, não coube dentro da história, dividindo-a em antes e depois Dele. Referindo-se à Allan Kardec, Divaldo destacou a questão sobre o meio prático mais eficaz que o ser humano possui de se melhorar nesta vida e resistir ao mal, obtendo a resposta dos Espíritos que, para tal, é necessário conhecer-se a si mesmo. O pensador iluminista Voltaire, frisou o conferencista, afirmava: eu não creio no Deus que os homens fizeram, eu creio no Deus que fez os homens.
A vida é uma eterna primavera para quem tem os olhos de ver. Neste momento de tumultos, todos possuem problemas, desafios. Todos necessitam de Jesus. Ele, porém, conta conosco, para que nossas mãos sejam as suas mãos, o nosso verbo seja a sua voz, afinal, Ele nos ensina a querer bem a tudo e a todos e a atingir o amor de tal forma, que mesmo apos a morte do corpo, Ele segue nos amando.
A iluminação de uma pessoa muda a história da humanidade, tornemo-nos mais alegres, mais gratos.
Aplaudido de pé pelo auditório lotado, Divaldo ainda atendeu à muitos que o buscaram para uma palavra, um abraço, um sorriso. Foi mais uma, de muitas etapas, deste agricultor que ara o solo dos corações aflitos. Já em avançada hora da noite, após todos terem se recolhido, também ele se recolheu, pois no dia imediato, 03 de junho, sábado, inicia-se o tradicional Seminário anual que lhe vai exigir falar por mais de 5 horas consecutivas.
Texto e fotos: Ênio Medeiros
 (Recebido em email de Jorge Moehlecke)

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Registro. Divaldo Franco na Europa Milão, Itália

1º de junho de 2017
No dia 1º de junho de 2017, quinta-feira, nem bem o astro rei se apresentara já encontrou Divaldo Franco e os amigos que o acompanham presentes na estação central de Roma, embarcando em um trem para Milão, onde foram recebidos pelos confrades do grupo espírita Sentieri dello Spirito. De imediato a comitiva alojou-se no hotel, pois era urgente o refazimento, afinal, poucas horas os separavam do inicio da conferência.
O tema da conferência foi L'Arte di Amare, realizada nas instalações do belíssimo Museu de Arte Moderna Triennale di Milano, contando com um público que ultrapassou 300 pessoas. Estavam presentes o Cônsul-Geral do Brasil, para o Norte da Itália, o Embaixador Dr. Paulo Cordeiro de Andrade Pinto e sua esposa. A brilhante apresentação do tenor Maécio, natural de Recife/PE, surpreendeu pela sua voz especial, e por cantar com a alma.
Em breves palavras, o Cônsul-Geral, Dr. Cordeiro, declarou ter a honra de receber um grande brasileiro, um baiano, cidadão de Feira de Santana, no Estado da Bahia, que veio trazer a sabedoria, o farol baiano, para todos aqueles que procuram o caminho do bem.
De inicio, Divaldo carinhosamente apresentou o seu amigo equatoriano, o Dr. Juan Danilo Rodríguez, médico de família, excelente cidadão, dedicado ao tratamento do Autismo, médium, terapeuta holístico, que, saudando os presentes, declarou que a amizade é caminho para o amor.
Destacando o surgimento das emoções, Divaldo, sempre magistral, disse que no inicio a criatura humana possuía três instintos básicos, exercidos por bilhões de anos: comer, procriar e dormir. Em um dado momento, de repente, o ser humano passou a ter Medo, o medo da caverna, da morte. Assim, o medo foi a primeira emoção desenvolvida. Após alguns milhões de anos surgiu a Ira, uma emoção psicológica que produz uma reação fisiológica, foi a segunda emoção. E, a menos de um milhão de anos, surgiu o Amor, a mais recente emoção da criatura humana. 
O amor é a mais elevada qualidade evolutiva do ser humano. Afirmava Aristóteles: quando duas pessoas se amam são dois corpos em uma só alma. Einstein, através de cartas que escreveu à filha, e que vieram à publico recentemente, afirmou que o Amor é a maior de todas as forças do Universo.
Referindo-se ao equívoco, muito comum entre as pessoas, de tomarem o sexo como sinônimo de amor, questionou Divaldo: - Será que o amor é esta parte do nosso organismo? Isto é instinto, esclareceu, o amor deve expressar-se antes. Pode ser através de um sorriso, de um olhar, da cumplicidade e, depois, com a gratidão. O amor é algo transcendente, que preenche o ser, de cunho cristão, casto, porque não tem uma concepção de vileza, de baixeza moral.
Sobre o amor materno, ele questionou: - Qual a mãe que pode seguir feliz e em paz, quando um filho seu padece sofrimentos e dores?  O verdadeiro amor, nunca desiste, ele insiste.  Apresentando experiências próprias, onde a mediunidade evidencia a interferência dos Espíritos na vida dos indivíduos, destacou, de maneira lúcida, clara, a permanência dos laços de amor após a morte do corpo. Com sensibilidade, Divaldo tocou na intimidade dos presentes, afinal, estavam diante de alguém que convive diuturnamente com o mundo dos Espíritos. Expressa-se com autoridade. Seus relatos encontram base na longa existência dedicada ao trabalho no bem e de amor incondicional. Sua vida de amor inspira os indivíduos a buscarem o bem, o amor. Divaldo é uma das poucas pessoas que fala à alma.
Ao finalizar, o querido orador asseverou que, nestes dias de crises, de aparente morte do amor, será necessário possuir a coragem para dizer que ama, tendo a certeza que é filho muito amado do Criador, desenvolvendo o sentimento de gratidão aos momentos de bênçãos do amor. Muito aplaudido, Divaldo ainda atendeu a um grande número de pessoas que dele acercaram-se em busca de um abraço, uma palavra amiga. Sem mais, buscou o descanso, pois que nas primeiras horas do dia seguinte, Zurique, na Suíça, o aguarda.
Texto e fotos: Ênio Medeiros
(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Registro. Divaldo Franco na Europa Roma, Itália

31 de maio de 2017
Na noite de 31 de maio de 2017, nas instalações do hotel Domus Nova Bethlem, no centro de Roma, Itália, sob os auspícios do grupo GRAK - Gruppo Di Roma Allan Kardec, Divaldo Franco realizou uma conferência para uma plateia de 200 pessoas, com o tema "La Transformazione dell' Essere Umano Attraverso l'Autoconoscenza", - A Transformação do ser humano através do autoconhecimento -, para tanto, contou com a tradução para o idioma italiano de Orietta Borgia.
Inicialmente Divaldo apresentou o afetuoso amigo Dr. Juan Danilo Rodríguez, psicólogo holístico, portador de algumas faculdades mediúnicas. Corajoso, fundou o primeiro centro espírita da capital do Equador, Quito, bem como uma organização dedicada ao tratamento e auxilio às pessoas com Autismo. Dr. Juan salientou que o crescimento intelectual e espiritual de cada um se dá através de sua própria realização, amando. O amor plenifica os indivíduos.
Divaldo Franco, iniciando sua abordagem, destacou que o ser humano experimenta grandes desafios externos, dando-lhes toda a atenção, esquecendo-se que o fundamental é o movimento em direção à intimidade, autoconhecendo-se. Muitos não se permitem fruir a felicidade, negam-na. Esses, são queixosos, negativos, desejam que se compadeçam deles. Esse padrão negativo pode ser superado através da mudança mental, substituindo os pensamentos pessimistas, pelos otimistas, de ocorrências favoráveis à vida, positivos.
Sempre magistral, e tocando a alma, Divaldo apresentou os conceitos de felicidade e a necessidade de a vida ter um sentido, emoldurando-os com os pensamentos de Carl Gustav Jung (1875-1961), o pai da psicologia analítica; de Rollo May (1909 —1994), psicólogo americano, com os três fatores que inquietam a criatura humana: o Individualismo, o Sexismo e o Consumismo; e de Viktor Frankl (1905-1997), médico psiquiatra austríaco.
Compreendendo que o sentido da vida é amar, os indivíduos, por que já se autodescobriram, agem de forma simples, convivendo pacificamente com os que lhe são diferentes. O homem moderno vive em uma espécie de isolamento, provocado pela comunicação virtual. Isso está diminuindo a sua faculdade de conversar, de conviver, privando-o do calor humano, salientou o nobre conferencista.
O grande objetivo da vida é a imortalidade. Vive-se em um mundo relativo. Tudo está em permanente mudança. O Espiritismo apregoa essa certeza, tal qual a noite sempre cederá lugar ao sol da manhã. Autoiluminar-se é um dever intransferível, é a missão de cada indivíduo, pacificando-se, promovendo a paz. Para tal, é necessário que se ame, amando o seu semelhante. Ame os que estão no lar, ame os amigos, acenda uma luz na escuridão das almas infelizes.
Lembre-se, Jesus segue dizendo: - Vinde a mim todos vós que sofreis, recebei o meu jugo, aceitai o meu fardo, vinde a mim, eu vos aliviarei...
Revestido de caráter terapêutico, o encontro permitiu perceber que, para as almas feridas, o bálsamo é Evangelho, diminuindo a ardência provocada pelas decepções.
Aplaudido de pé, Divaldo ainda atendeu aos amigos que o buscavam para um diálogo, respondendo as questões formuladas, deixando a expectativa do retorno para o futuro, afinal, o semeador saiu para semear...
Texto e fotos: Ênio Medeiros
(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Registro. Divaldo Franco na Europa Roma, Itália

29 e 30 de maio de 2017

Depois de um profícuo seminário, realizado em dois dias, em Bad Honnef, na Alemanha, Divaldo Franco e aqueles que o acompanham nesta jornada de luzes e de bênçãos, desembarcaram em Roma, na Itália, na tarde de 29 de maio de 2017, sendo recebidos pelos amigos espíritas do GRAK - Gruppo Di Roma Allan Kardec, que os aguardavam no aeroporto, conduzindo-os ao hotel. No dia imediato, 30 de maio, terça-feira, Divaldo Franco realizou uma conferência na pequena sede do GRAK, onde se reuniram os participantes dos grupos locais, falando aos corações amigos da seara espírita.

Iniciando a atividade, Divaldo Franco, sempre fidalgo, apresentou aos presentes o seu querido amigo Dr. Juan Danilo Rodríguez, equatoriano de Quito. Dr. Juan destacou as maravilhas que o Espiritismo opera em nossas vidas, e do convite que nos é endereçado, desde antes desta vida, para compartilharmos e vivenciarmos estes conceitos do ser imortal. O Espiritismo, bem compreendido e bem vivido, é uma luz que iremos propagar com nossas vivências e conduta cristã, sendo a única doutrina capaz de responder todas as perguntas que temos acerca da vida.

Finalizada a pequena intervenção do Dr. Juan, Divaldo, o semeador da boa nova na atualidade, referindo-se à Roma e à Via Ápia Antiga, uma das principais estradas da antiga Roma, narrou comovente história envolvendo as personagens Lavínia e Hester, esta última vitimada pela paralisia infantil. O pai levou-a ao encontro com Jesus, que não a curou, como o mundo espera, ou seja, fazendo-a andar. Porém, mais tarde, após a morte de seu pai, ela iria perceber que apesar de paralítica, sentia-se feliz, levando em consideração que através de Jesus, passou a compreender o sentido da palavra amor. Compreendeu que muitos, os que foram curados por Ele, novamente adoeceram gravemente. Hester, no entanto, desperta para a vida, pode auxiliar aos que sofrem, graças à fortuna deixada pelo seu pai, agradecendo à Jesus ter-lhe curado a alma e não o corpo.

Por que será, indagou o ilustre orador, que para amar a Jesus são necessárias algumas provações? Todos temos, afinal, um caminho a percorrer, trazemos as realizações do passado, muitas delas infelizes, que aguardam a devida reparação. Pela reencarnação, cada qual é situado no local apropriado e com as condições a que fez jus. 
Divaldo, primando em ser compreendido, facilitando a cada um refletir sobre sua atual condição espiritual, discorreu sobre as quatro estradas psicológicas que levam a criatura humana ao reino de Deus. A da conversão, é a trajetória do apóstolo dos gentios, convertido em Damasco. O converso não se deixa abalar. Outro caminho leva na direção da solidariedade, onde o exemplo fidedigno é encontrado na parábola do bom Samaritano. Magistral, como sempre, Divaldo emoldurou as passagens e paisagens de uma forma tão viva, tão real, que dava a impressão de estarmos diante da cena.

A próxima estrada que deve ser percorrida é a do sacrifício, asseverando que mesmo nos dias atuais, o cristão que não se sacrifica é como flor sem perfume, embora possuindo aparência, é somente um adorno. E por fim, a do acompanhamento, que figurativamente Divaldo comparou a um doente em recuperação, que não pode ficar só. Assim, estabeleceu um paralelo com aqueles que buscam a Doutrina Espirita, nas sociedades espíritas. Eles necessitam de acompanhamento, de explicações, de paciência.
Destacando a figura do inolvidável Mestre Jesus, Divaldo asseverou que a cruz é como um punhal cravado na terra, e a morte na cruz, de braços abertos, é para afagar as nossas aflições, é a nossa ponte entre a terra e Deus. As quatro estradas do Evangelho devem ser percorridas pelos cristãos. Em qual estrada, afinal, nós estamos? Qual delas já percorremos? Indagou o querido orador, buscando fazer com que cada um dos presentes se questionasse a respeito, evidenciando a importância, em nossas vidas, desta Doutrina que esclarece e consola.

Ao finalizar a atual existência, esclareceu, cada qual deve manter-se confiante, sem temor, pois o Espiritismo é Jesus de volta. Voltemo-nos para este doce amigo e nunca estaremos sós. Traçando uma rota segura, Divaldo incentivou a marchar sem temor, amando e tornando aquela sala em que se encontravam em um templo de amor.
O Espiritismo é o Consolador, não é o Solucionador. Cada um, por sua vez, deve realizar as ações libertadoras, com a certeza da imortalidade redentora. Somos amados, busquemos os benfeitores, sem temores e com confiança diante dos sofrimentos e dos desafios.
Intimamente tocados pelas palavras de orientação e estimulo, os felizes participantes desse encontro de bênçãos, refaziam-se visivelmente. O evento, comparativamente, foi como dar água fresca aos viajores do deserto, todos retornaram, certamente, reabastecidos com o fraterno congraçamento.

Texto e fotos: Ênio Medeiros

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

 

terça-feira, 30 de maio de 2017

Registro. Divaldo Franco na Europa Bad Honnef, Alemanha

28 de maio de 2017

O seminário espírita em Bad Honnef, na Alemanha, teve continuidade no domingo, 28 de maio de 2017, com o tema A criança ferida: Razões Psicológicas do Sofrimento Humano, contando com representantes de 18 diferentes países da Europa. Divaldo Franco, prosseguindo com a temática, lembrou que teve a oportunidade de visitar 41 cidades, nestes 35 anos em que apresenta os postulados espíritas na Alemanha. A primeira vez que falou em solo alemão, contou com um público de nove pessoas, no segundo ano o público teve um aumento expressivo, afinal, foram vinte e cinco 25 pessoas. Esses dados significativos levam o observador atento a refletir o quão desafiador foram aqueles primeiros dias de divulgação da Doutrina Espirita. Foram realizadas longas viagens para plantar uma preciosa semente. Certamente que os benfeitores sabiam, de antemão, que as sementes lançadas naquele solo árido de outrora multiplicar-se-iam geometricamente, facilitando e abrindo portas, inclusive, para os que viriam depois, encontrando, assim, felizmente, o solo preparado para receber novas semeaduras.

Despertando os sentimentos de elevada vibração, Divaldo narrou a vida do famoso cirurgião cardiovascular americano, Dr. Dean Ornish (1953-), que viajando para dentro de si mesmo, no alto de sua fama e na posse de uma fortuna colossal, carregava, ele próprio, a culpa insculpida no íntimo, o conflito da ingratidão com o seu velho pai. Este episódio está narrado na obra “Amor e Sobrevivência”, de sua própria autoria. Desta forma, mostrou que o sofrimento tem uma face positiva. É um recurso terapêutico para a alma, que ao mesmo tempo, torna-se um verdadeiro método educacional para o progresso do ser humano. Assim, o indivíduo é impulsionado a realizar a viagem interior, autodescobrindo-se e libertando-se dos grilhões que o retêm na inferioridade espiritual.

Foi, certamente, um daqueles momentos em que o auditório, aparentando se encontrar hipnotizado, deixou-se tomar pela emoção, a maioria tentando conter as lágrimas. Na reflexão, por certo, cada um deve ter encontrado em si mesmo vivências idênticas, que tocou a alma ao identificar-se com a experiência do Dr. Ornish. Afinal, quem nunca agiu com uma certa ingratidão para com o velho pai, ou com a mãezinha dedicada?
É curioso notar a habilidade e a maestria com que Divaldo conduziu a conferência, podendo ser comparado à um "cirurgião de almas", pois, através de sua oratória, todos são penetrados pelo bisturi Divino, fomentando o despertar para a vida cotidiana, para a realidade espiritual. Quem o escuta com atenção e realiza movimentos em direção ao autoconhecimento, sai da ignorância, extirpando fulcros de cegueira e de ignorância, geradores de enfermidades e sofrimentos.

Finalizando o seminário, teve lugar o momento da gratidão aos organizadores que há meses vem preparando o evento, aos exímios músicos, aos que vieram de outros países, e a todos que de forma anunciada ou anônima auxiliaram na obra do bem. A emoção mais uma vez tomou conta dos corações amigos, que na ânsia de beberem a água cristalina do Espiritismo, servida pelo incansável e amoroso Divaldo Franco, se perguntavam mentalmente: como será para o ano?
A tradução primorosa de Edith Burkhard, vertendo ao idioma alemão o magnífico seminário, de caráter terapêutico, tornou possível alcançar as almas germânicas presentes no evento.
E o semeador?  Continua saindo para semear, amanhã, 29 de maio, será a vez de Roma, na Itália.
Você, que nos lê nesse momento, quer saber o segredo para tamanho vigor? Segundo Divaldo é simples: - é amar e servir...

Texto e fotos: Ênio Medeiros

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Registro. Divaldo Franco na Europa Berlim, Alemanha

25 de maio de 2017

Em 25 de maio de 2017, quinta-feira, foi a vez da bela e histórica cidade de Berlim, capital da Alemanha, receber Divaldo Pereira Franco pela 16ª vez. Ao chegar no aeroporto, já o aguardavam os amigos do grupo espírita SAJA - Studien-und Arbeitsgruppe Joanna de Ângelis e.V., para conduzi-lo ao hotel, afim de preparar-se para a conferência, marcada para o entardecer, com o tema "Das Leben Aus Der Sicht Des Spiritismus" (A vida na visão espírita). Como de hábito, a dedicada e eficiente Edith Burkhard foi a tradutora, vertendo o riquíssimo conteúdo da conferência para o idioma alemão.
A data de 25 de maio assinala um feriado em quase toda a Europa, comemorando-se o "Christi Himmelfahrt" (Ascensão de Jesus), e, em Berlim teve lugar a "Noite das Religiões", que movimentou muito além do normal a cidade. Diversas personalidades internacionais estavam capital alemã para a comemoração, tais como, Barack Obama, Dalai Lama, entre outros. Por esta razão os espíritas berlinenses marcaram a conferência para esta mesma data, somando-se, o Espiritismo, às comemorações deste dia especial.

Iniciando a conferência, Divaldo Franco, sempre fidalgal, de imediato apresentou o seu querido amigo Dr. Juan Danilo Rodríguez, médico de família, residente em Quito no Equador, fundador do primeiro centro espírita daquele país, médium, que ao fazer uso da palavra, com muita gentileza saudou o público, e em breves palavras repassadas de ternura, apresentou-se como trabalhador do Cristo.
Divaldo fez uma excursão através da história da humanidade. Citando Lord Bacon, - Francis Bacon, (1561-1626), político, filósofo e ensaísta inglês, considerado como o fundador da ciência moderna -, o ínclito conferencista destacou que, sob a ótica do filósofo inglês, uma filosofia superficial leva o indivíduo ao materialismo, enquanto uma filosofia profunda leva-o à uma filosofia espiritual. Com relação aos estudos de Galileu Galilei (1564-1642), frisou que as suas afirmativas apontavam que tudo no cosmos é resultado de exercícios matemáticos. Referindo-se, também, à Napoleão, disse que em 1804 assinou uma concordata com o Vaticano, estabelecendo que Deus voltava, a partir de então, novamente à França.  Neste mesmo ano nascia Hippolyte Léon Denizard Rivail, que passou mais tarde a ser conhecido como Allan Kardec. Tudo na história se encadeia sob o olhar e a ação atenta dos Benfeitores da Humanidade.

Falando sobre a trajetória de Alan Kardec, Divaldo Franco destacou que com o lançamento de O Livro dos Espíritos surgiu a Doutrina Espirita, marcando o seu nascimento, haja vista que antes já existia o espiritualismo. A nova doutrina ia mais além, pois provava que a imortalidade é real, comprovada através da comunicação dos espíritos, que há a Justiça Divina, que se apresenta na vida dos homens pela reencarnação, bem como destaca os ensinamentos morais de Jesus. Essa Doutrina é conhecida, também, por Espiritismo.
A conferência conduzida pelo Embaixador da Paz no Mundo, Divaldo Franco, foi uma aula de espiritismo. O experiente orador foi apresentando e discorrendo sobre todas as bases desta doutrina luminífera, uma ciência que estuda a origem, a natureza, o destino dos espíritos e as relações existentes entre o mundo material e o espiritual.
O Espiritismo, proporcionando o consolo diante da terrível dor da morte de um ser querido, assinala que aquele "morto" tem a possibilidade de voltar e manifestar-se, informando como se encontra. O Espiritismo se torna, portanto, em um excelente terapeuta. Desta forma, elucidou Divaldo, a maior caridade que se pode fazer a alguém nãé dar coisas, mas é libertá-lo da ignorância. Livre dos dogmas, dos cultos externos, dos cerimoniais, o Espiritismo é a religião do amor, a que Jesus viveu.

Divaldo ainda citou Charles Richet (1850-1935), nobel de fisiologia, que se referiu à mediunidade como um sexto sentido. Nunca a humanidade necessitou tanto de amor como hoje. Cercado de conforto, porém vazio de sentido existencial, o homem moderno carece de metas que não sejam utilitaristas. A proposta da Doutrina Espirita é auxiliar as criaturas a se transformarem para melhor. Os conceitos espíritas são para a autoaplicação, para dar um sentido à vida, para enriquecer o dia a dia com virtudes e ações no bem.
Com jovialidade e brincando com a plateia acerca da vida, da sua idade, frisou que através do sorriso se alcança a descontração. Em sua habilidade ímpar, Divaldo foi conduzindo o tema, convidando ao exercício efetivo dos exemplos que cada um pode demonstrar, a bem viver, sorrindo, amando, tornando-se em um indivíduo solidário, fraterno, caridoso. Quem tem um ideal, não envelhece, a certeza da sobrevivência, o reencontro com as almas queridas, a lógica do sofrimento, a fé raciocinada, como referiu Kardec, são concentos e sentimentos que elevam o homem, dando-lhe segurança, esperança e confiança em Deus e na vida futura.

Finalizada a exuberante conferência, Divaldo foi muito aplaudido. Havia um sentimento de gratidão emanado por cada presente. Atencioso e amoroso, Divaldo respondeu às perguntas formuladas, concedeu autógrafos, sempre com carinho e atenção para com todos, que retornam para seus lares com a mensagem de alegria e conforto moral.
Divaldo Franco é um ser excepcional, a sua casa é o mundo, ele vai onde possa levar a luz cristalina da Doutrina Espírita. Onde o Cristo lhe solicita, ali ele está, o seareiro de Jesus. Bendito sejas, querido Divaldo!

Texto e fotos: Ênio Medeiros

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo Franco na Europa Copenhague, Dinamarca

24 de maio de 2017

Na quarta-feira, 24 de maio de 2017, Divaldo Franco e amigos, dando prosseguimento às atividades de divulgação da Doutrina Espírita, desembarcaram em Copenhague, onde os aguardavam alguns amigos espíritas do GEEAK  Grupo de Estudos Espíritas Allan Kardec/Copenhague. De imediato, Divaldo e seus acompanhantes foram encaminhados ao hotel, tendo em vista a exiguidade do tempo, suficiente para um leve refazimento, preparando-se para o início da conferência, proferida para um público aproximado de 170 pessoas, dentre estas, muitos dinamarqueses, já o aguardavam.
Esta, certamente, será uma data histórica para o movimento espírita dinamarquês: o lançamento de O LIVRO DO MÉDIUNS no idioma dinamarquês, com prefácio de Divaldo Franco.

Divaldo abordou a mediunidade, apresentando fatos e protagonistas, em uma bela e didática exposição que contou com a tradução da Sra. Sônia Regina de Araújo, vertendo ao idioma local a instrutiva conferência.   
Após a apresentação de algumas belas músicas interpretadas por trabalhadoras do grupo espírita, Divaldo deu início a conferência, apresentando o seu amigo Dr. Juan Danilo Rodríguez, do Equador, que, em breves palavras, descreveu algumas experiencias adquiridas com a mediunidade, que, no seu caso, manifesta-se em diversas nuances, como a psicofonia, a psicografia, a clarividência, a clariaudiência, entre outras, ensejando uma abordagem mais ampla à tão rica temática.
Com lucidez e didatismo, Divaldo Franco lembrou que a mediunidade está presente na vida da criatura humana desde os tempos primitivos. As tribos primitivas colocavam pedras em volta do fogo, simbolizando aqueles que haviam morrido.

A mediunidade foi a faculdade utilizada, também, pelos profetas, pelas pitonisas, que interpretavam a palavra dos mortos. A Bíblia, afirmou Divaldo, está repleta de fenômenos mediúnicos, como se pode aferir pela majestosa atuação de Jesus, intensa de contatos com os seres espirituais.
Relatando vários fatos, Divaldo citou locais e datas com uma exatidão impressionante de detalhes, demonstrando a presença da mediunidade ao longo da historia da humanidade. Com relaçãà Dante Alighieri e a sua obra, A Divina Comédia, Divaldo esclareceu que Dante, após a sua morte, se apresentou ao filho, revelando-lhe a existência do complemento dessa importantíssima obra, guardada em um cofre escondido atrás de um quadro. Somente o autor conhecia a localização do referido cofre e como abri-lo.
Em 20 de fevereiro de 1939, salientou o orador espírita, o Cardeal Eugênio Pacelli, que havia sido assessor do Papa Pio X, esse, já desencarnado, se lhe apareceu dizendo-lhe que se tornaria o novo Papa da Igreja. O Cardeal Pacelli ficou perplexo, pois que o Papa Pio XI ainda estava vivo. Pacelli questionou o Papa Pio X, que lhe reafirma a revelação: - tu serás o novo Papa. Efetivamente o Cardeal Pacelli foi eleito em 02 de março de 1939, adotando a denominação de Pio XII. Inúmeros outros casos emolduraram a esclarecedora conferência.

Narrou, também, como não poderia deixar de ser, sua própria trajetória com a mediunidade, como bem sabemos, com grande riqueza de detalhes, afinal, Divaldo vê e convive diuturnamente com os Espíritos, desde os seus quatro anos de idade. Destacando a importância em educar a mediunidade, Divaldo enfatizou a necessidade do estudo de O Livro dos Médiuns, um riquíssimo manancial de luzes.
Preparando para esse nobre exercício, a mediunidade, alertando e ou relembrando, salientou que ela deve ser exercida sob a bandeira da caridade. A mediunidade não pode ser objeto de mercantilização, cobrando pelas informações. O médium não tem o direito de obter rendimentos através do auxílio que os Espíritos prestam. Nas horas de folga, disse Divaldo, enquanto os outros vão se distrair, o médium vai praticar a caridade, emprestar as suas forças para o bem.
O Espiritismo tem a sua própria metodologia, é uma filosofia de vida, desmistificou a morte, ela não existe, é somente o portal para a dimensão espiritual. Assim, a vida continua, ensejando oportunidade para as comunicações entre os encarnados e os seres incorpóreos.

O Espiritismo, afirmou o querido orador, é o endereço de Deus, oferecendo-nos a mais notável psicologia, a psicologia do amor. Desta forma, a figura de Jesus sai das igrejas, indo para as ruas, dando condições e possibilidades aos homens de construírem uma sociedade mais justa e mais feliz.
Orador de escol, e profundamente comprometido em servir o Cristo, Divaldo Franco afirmou aos trabalhadores locais: Estamos, hoje, aplaudindo a publicação de O Livro dos Médiuns, na certeza que todos seremos beneficiados pelo seu estudo profundo e pela maravilhosa possibilidade de entrar em contato com os Espíritos.
Ao encerrar a conferência, Divaldo foi saudado e homenageado com um bolo pelo seu 90º aniversário. Doando-se um pouco mais, em nome de Jesus, ainda respondeu diversas perguntas formuladas a respeito deste palpitante assunto, a mediunidade.

Texto e fotos: Ênio Medeiros

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)