segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Registro. Divaldo Pereira Franco em Catanduva, SP

19-11-2016.

“É fundamental, à criatura humana, em sua vilegiatura carnal, encontrar o sentido existencial. A perda desse objetivo condu-la ao desespero ou à indiferença por tudo quanto lhe acontece, empurrando-a pela via da morte emocional, sem que tenha estímulos para as lutas que se apresentam, convidando-a ao crescimento e à felicidade”Joanna de Ângelis

O Clube de Tênis  Catanduva foi o local escolhido pelo Núcleo Educacional Joanna de Ângelis para acomodar cerca de 1.500 pessoas que ali compareceram para participarem da conferência de Divaldo Franco na noite de 19 de novembro de 2016.
Divaldo Franco inicia a conferência abordando – de maneira muito clara e elucidativa – o grande paradoxo da criatura humana nos dias atuais.
De um lado os grande avanços da Ciência e da Tecnologia que desnudou as estruturas sub atômicas e invadiu o Cosmo perscrutando e desvelando seus maiores segredos.
Essa mesma Ciência nos permitiu alongar a expectativa de vida que, em pouco mais de 20 séculos, ampliou a idade média dos humanos de 35 para os atuais 78 anos, mediante a erradicação de moléstias que no passado recente dizimaram populações inteiras.
A tecnologia, em suas múltiplas especialidades, gerou grande conforto solucionando problemas e dificuldades que exauriram a humanidade por muito tempo. A comunicação em tempo real entre, praticamente, todas as regiões do globo terrestre, encurtam distâncias e aproximam pessoas.
Mas, por outro lado, nunca foi tão presente e eloquente o desencanto das criaturas como se observa no presente momento. Acompanhando o crescimento acelerado do PIB da economia da maioria dos países, segue igualmente junto a taxa de suicídios. A Organização Mundial da Saúde divulgou recentemente que, em alguma parte do mundo, uma pessoa morre pelo suicídio a cada 4 segundos. Por ano, em todo o mundo, mais de 850.000 pessoas fugiram da vida pelo suicídio. Mais do que o dobro do daqueles vitimados pelas guerras, revolução e violência armada.
Projeções tenebrosas nos informam que por volta de 2025 que o suicídio será a primeira causa de morte – impulsionada pela depressão causa primária.
Diante desse paradoxo nós nos perguntamos: Por quê?
Com uma pequena pausa, Divaldo possibilita aos presentes a chance de refletirem na importante questão. E rompendo o silêncio que se fez natural, ele nos apresenta o diagnóstico para essa situação.
A criatura humana perdeu o sentido existencial da vida.
A eleição do comportamento hedonista – ganhar dinheiro para comprar e gozar o prazer de ter – nos faz adotar metas transitórias, efêmeras e imediatistas fomentando o sexismo, o individualismo e o consumismo.
Viktor E. Frankl, autor do livro Em Busca de Sentido e sobrevivente dos campos de extermínios nazista, afirmava: “Se percebemos que a vida realmente tem um sentido, percebemos também que somos úteis uns aos outros. Ser um ser humano, é trabalhar por algo além de si mesmo. A vida para ser digna tem que ter um objetivo”.
A criatura humana – que não se conhece – confunde com muita facilidade Felicidade e Prazer. Divaldo, então - fazendo parecer fácil uma coisa tão complexa – apresenta  os conceitos Junguianos de Felicidade (emoção) e Prazer (sensação).
Conforme Jung a Felicidade é o estado interior que flui do Self (aquilo que somos, o nosso eu) para o Ego (aquilo que aparentamos; a máscara da persona). Já o Prazer promana dos Instintos e flui do Ego para o Self.
Nesse mecanismo nos desorientamos e confundimos EMOÇÕES (produzidas a partir dos nossos sentimentos) com SENSAÇÕES. (produzidas a partir dos estímulos sensoriais físicos) e nessa confusão priorizamos o Prazer em detrimento à Felicidade e passamos a buscar o comportamento hedonista (sexismo, individualismo e consumismo) anteriormente abordada.
O resultado é o vazio existencial.
Uma vez mais Divaldo faz uma pausa e a eloquência do silencio revela que os presentes assimilaram e compreenderam o Diagnóstico dos sofrimentos humanos da atualidade.
Divaldo, agora, apresenta-nos a medicação que vem nos auxiliar a substituir o vazio existencial pela solidariedade.
A Doutrina Espírita – nos seus aspectos religiosos, filosóficos e científicos - é capaz de preencher esse vazio existencial, por nos oferecer metas que concorrem para o real sentido da vida: a evolução intelecto-moral. A de sermos hoje, melhores do que ontem e amanhã melhores do que hoje.
E Divaldo finalizando nos convida a riscarmos de nossas vidas o pessimismo dos dias atuais proporcionado pelo despautério, cinismo e desvario de alguns.
A vida vale a pena ser vivida. A Felicidade é sim, possível desde que o ser humano logre aprender a ser feliz de acordo com as circunstâncias, incorporando e vivendo a certeza da transitoriedade do seu corpo físico e da sua eternidade espiritual.
E no ápice da apresentação Divaldo aponta para a multidão e afirma: “Se olharmos nossa vida, com certeza teremos tido mais momentos de felicidades do que de desdita”. E num transporte de emoções indescritíveis encerra a conferência com o Poema da Gratidão testemunhando de maneira inequívoca o quanto temos a agradecer à Divindade pelas benesses que Dela temos recebido.
De alma renovada e com os corações alimentando novas esperanças a multidão vai se retirando. Lentamente.
Diagnóstico apresentado.
Medicação receitada.
Agora nos compete – e somente a nós - fazer uso do remédio.
Nunca ficou tão clara a mensagem e o alerta de Jesus: “Onde estiver o teu tesouro, aí também estará o teu coração”. (Mateus 6:21)
Fotos: Sandra Patrocinio
Texto: Djair de Souza Ribeiro





(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


ESPANHOL


DIVALDO FRANCO EN CATANDUVA, SAN PABLO - 19-11-2016.

    Es fundamental que la criatura humana, durante la temporada dentro de la envoltura de carne, encuentre el sentido de su existencia. La pérdida de ese objetivo la conduce a la desesperación, o a la indiferencia hacia todo lo que le acontece, y la empuja hacia la vía de la muerte emocional, por carecer de estímulos para las luchas que se le presentan, que la invitan al crecimiento y a la felicidad. - Joanna de Ângelis

    El Club de Tenis Catanduva fue el lugar elegido por el Núcleo Educacional Joanna de Ângelis para dar ubicación a cerca de 1.500 personas, que concurrieron para participar de la conferencia de Divaldo Franco, en la noche del 19 de noviembre de 2016.
    Divaldo Franco da comienzo a la conferencia aludiendo –de manera muy clara y explicativa– a la gran paradoja de la criatura humana, en los días actuales.
    Por un lado se hallan los grandes avances de la Ciencia, y también de la Tecnología, que develó las estructuras subatómicas e invadió el Cosmos, descifrando sus mayores secretos.
    Esa misma Ciencia nos ha permitido prolongar la expectativa de vida que, en poco más de 20 siglos, amplió la edad promedio de los humanos, de 35 a los actuales 78 años, mediante la erradicación de enfermedades, que en el pasado reciente diezmaron a poblaciones enteras.
    La tecnología, en sus múltiples especialidades, generó un importante confort, al dar solución a problemas y dificultades que fueron motivo de aniquilación de la humanidad, durante mucho tiempo. La comunicación en tiempo real entre, prácticamente, todas las regiones del globo terrestre, acortan las distancias y aproximan a las personas.
    No obstante, por otro lado, nunca ha sido tan presente, ni tan elocuante la desilusión de las criaturas, como se observa en el momento presente. Acompañando el crecimiento acelerado del PBI -relativo a la economía de la mayoría de los países-, está, también, la cantidad de suicidios. La Organización Mundial de la Salud ha difundido recientemente que, en algún lugar del mundo, una persona muere por suicidio cada cuatro segundos. Por año, en todo el mundo, más de 850.000 personas han escapado de la vida a través del suicidio. Es decir, más del doble de quienes han sido víctimas de las guerras, de alguna revolución y de violencia a través de armas.
    Pronósticos tenebrosos nos informan que para el año 2025, el suicidio será la primera causa de muerte –impulsada por la depresión como causa primera.
    Ante esa paradoja nos preguntamos: ¿Por qué?
    Mediante una breve pausa, Divaldo da lugar a que los presentes  reflexionen sobre tan importante cuestión. Y, luego, rompe el silencio que se produjo espontáneamente, para presentar el diagnóstico correspondiente a esa situación.
La criatura humana ha perdido el sentido existencial de la vida.
    La elección del comportamiento hedonista –ganar dinero para comprar, y gozar el placer de tener– nos hace adoptar metas transitorias, efímeras e inmediatistas, fomentando el sexismo, el individualismo y el consumismo.
    Viktor E. Frankl, autor del libro En busca de sentido, y sobreviviente de los campos de exterminio nazi, afirmaba: Si percibimos que la vida realmente tiene un sentido, percibimos también que somos útiles los unos a los otros. Ser un ser humano, es trabajar por algo que está más allá de uno mismo. La vida, para ser digna, debe tener un objetivo.
    La criatura humana –que no se conoce– confunde con mucha facilidad Felicidad con Placer. Divaldo, entonces, haciendo que parezca fácil algo tan complejo, menciona los conceptos Junguianos de felicidad (emoción) y placer (sensación).
    De conformidad con Jung, la Felicidad es el estado interior que fluye del Self (aquello que somos, nuestro yo) hacia el Ego (aquello que aparentamos; la máscara de la persona). Por cierto, el placer deriva de los instintos y fluye del Ego hacia el Self.
    En cuanto a ese mecanismo, nos desorientamos y confundimos EMOCIONES (producidas a partir de nuestros sentimientos) con SENSACIONES (producidas a partir de los estímulos sensoriales físicos) y en esa confusón priorizamos el Placer en detrimento de la Felicidad, y comenzamos a buscar el comportamiento hedonista (sexismo, individualismo y consumismo) al que anteriormente hemos aludido.
    El resultado es el vacío existencial.
    Una vez más Divaldo hace una pausa, y la elocuencia del silencio revela que los presentes han asimilado y comprendido el diagnóstico de los sufrimientos humanos en la actualidad.
    Divaldo, entonces, nos presenta la medicación que viene a auxiliarnos, para sustituir el vacío existencial por la solidaridad.
    La Doctrina Espírita –en sus aspectos: religioso, filosófico y científico- es capaz de llenar ese vacío existencial, porque nos ofrece metas que confluyen hacia el verdadero sentido de la vida: la evolución intelecto-moral. El sentido de que seamos hoy, mejores que ayer, y mañana mejores que hoy.
    Para concluir, Divaldo nos invita a que expulsemos de nuestras vidas el pesimismo de los días actuales, aportado por el despropósito, el cinismo y el desvarío de algunos.
    La vida merece ser vivida. La felicidad es, en efecto, posible a partir de que el ser humano logre aprender a ser feliz, de acuerdo con las circunstancias, incorporando y experimentando la certeza de la transitoriedad de su cuerpo físico, y de su eternidad espiritual.
    Para culminar la presentación, Divaldo apunta hacia la multitud y afirma: Si analizáramos nuestra vida, con certeza hallaremos que hemos tenido más momentos de felicidad que de desdicha. Y en un transporte de emociones indescriptibles concluye la conferencia con el Poema de la Gratitud dando testimonio de modo inequívoco, de cuánto tenemos que agradecer a la Divinidad por las bendiciones que de ella hemos recibido.
    Con el alma renovada y con los corazones alimentando nuevas esperanzas, la multitud se va retirando. Lentamente.
    Diagnóstico presentado.
    Medicación recetada.
    Ahora nos compete –solamente a nosotros- hacer uso del remedio.
    Nunca quedó tan en claro el mensaje y la advertencia de Jesús:    Donde esté tu tesoro, allí también estará tu corazón. (Mateo, 6:21)

Fotos: Sandra Patrocinio
Texto: Djair de Souza Ribeiro


(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])


domingo, 20 de novembro de 2016

Registro. Divaldo Pereira Franco em São José do Rio Preto, SP

O Centro Regional de Eventos foi o local escolhido pela União das Sociedades Espíritas (USE) – Intermunicipal de São José do Rio Preto e Região para recepcionar um público de cerca de 4,500 pessoas que reuniram-se para ouvir Divaldo Franco na noite de 18 de novembro de 2016.
Assumindo a tribuna Divaldo inicia a conferência transmitindo – do alto de sua experiência - uma constatação inequívoca e que forneceu aos expectantes presentes a direção do tema da noite: “Todos nós buscamos planejar nossa vida e encaminhar um futuro repleto de felicidade e esperança, porém, por maior que seja a nossa dedicação aos planos delineados, a vida se nos defronta com ocorrências inesperadas e imprevistas que conspiram e subvertem nossos planos”.
Um breve stacatto e Divaldo encaminha uma nova direção e passa a narrar a história do médico americano Tadeu Merlin, favorável a aplicação da Eutanásia (do grego Morte Branda) em casos de doenças terminais.
Com esse pensamento povoando seu cérebro, o Dr. Merlin foi convocado a efetuar um atendimento de emergência para tentar salvar a vida de uma parturiente e seu bebê que não vinha à luz mesmo após 20 horas de trabalho de parto.
Quando, finalmente, a criança veio ao mundo o Sr. Merlin deu-se conta de que a mesma era portadora de uma deficiência congênita no pé o que o impediria de ter uma vida normal. Esse fato, associado ainda, à penúria econômica da mãe, despertou no médico materialista a ideia de acabar com os enormes sofrimentos que aquela criança teria.
Aproveitando que a mãe do bebê dormia, extenuada pelo largo período do parto, o Dr. Merlin preparou a injeção que levaria o recém-nascido à morte sem despertar suspeita. Porém, algo que o médico não soube explicar, deteve sua iniciativa e com esforço abandonou a efetivação da eutanásia.
Os anos se dobraram e várias décadas mais tarde o agora famoso e bem sucedido Dr. Merlin vivia uma vida tranquila ao lado da filha e de Barbara a netinha de 5 anos que encantava sua vida.
Em um acidente de trânsito, desencarnaram a filha e o genro do Dr. Merlin deixando Barbara sob seus cuidados.
Ao completar 7 (sete) anos, porém, a linda Barbara foi alvo de uma virose pertinaz. Os diversos médicos consultados afirmavam que a morte da criança ocorreria em poucos dias, sob dores terríveis. Os médicos aconselharam o Dr. Merlin a suavizar os momentos finais da netinha querida aplicando-lhe a eutanásia.
Em desespero o Dr. Merlin buscou ajuda junto a um médico da periferia de uma cidade do meio oeste americano que vinha efetuando estudos com essa doença.
O jovem médico avaliou Barbara e confirmou o veredito dos demais profissionais. A morte de Barbara ocorreria em poucos dias.
Vendo o sofrimento do avô, o médico ofereceu um tratamento experimental e sem certeza de resultados, o que foi prontamente aceito pelo Dr. Merlin. Após algumas semanas de tratamento a vitalidade e a saúde, voltaram a animar Barbara.
Quando o Dr. Merlin foi agradecer o jovem médico, o avô de Barbara deu-se conta de que o médico que havia devolvido a saúde de sua netinha era portador de uma deficiência física no pé e que ele se movimentava com dificuldades. Ao abordar o assunto com o médico, o Dr. Merlin descobriu que o profissional que salvara a netinha era a criança que há 35 anos ele quase aplicara a equivocada solução da eutanásia.
Com a emoção dominando os corações dos atentos ouvintes, Divaldo inicia a abordagem sobre o real sentido da vida enfatizando a felicidade citando o pensamento de Vicente de Carvalho: “A felicidade está onde nós a pomos, mas nós nunca a pomos onde nós estamos”.
Podemos ser felizes apesar dos problemas que nos acontecem e citou o exemplo de vida de Viktor E. Frankl, autor do livro Em Busca de Sentido e sobrevivente dos campos de extermínios nazista, que afirma: “Se percebemos que a vida realmente tem um sentido, percebemos também que somos úteis uns aos outros. Ser um ser humano, é trabalhar por algo além de si mesmo. A vida para ser digna tem que ter um objetivo”.
A felicidade é possível através do amor. Basta amar, sem a preocupação de ser amado, pois todo aquele que deseja ser amado é “criança” ferida da psicologia Junguiana, equivalente a dizer ser uma criança que, apesar de ter se tornada adulta, ainda não amadureceu emocionalmente e continuam carregando as mágoas infantis e que vivem cheias de ressentimento.
Com esse introito Divaldo passa a discorrer então sobre o pensamento e definições das diversas escolas filosóficas sobre a felicidade:
1. Epicuro afirmava – pelo pensamento Epicurista ou hedonista - ser a felicidade alcançada com o TER coisas e prazer indutores da felicidade.
2. Mais tarde surgiu Diógenes do pensamento Cínico que afirmou que a felicidade é NADA TER. Desdenhando os bens transitórios passou a habitar um tonel. Desconsiderou, em Corinto, o convite que lhe fora feito por Alexandre Magno, desprezando a honra de governar o mundo ao seu lado e admoestando-o por tomar-lhe o que chamava "o meu sol"
3. Surge, então, Zenon de Cicio e o pensamento estoico, que ensinava ser a felicidade a necessidade de se banir da vida a afetividade e a emotividade causadoras do apego e produtoras de infelicidade. Além domais o homem deveria enfrentar as vicissitudes e os sofrimentos com serenidade, libertando-o da infelicidade. A felicidade estoica é RESIGNAR
4.  Posteriormente Sócrates com o pensamento de que a felicidade é SER e não ter coisas transitórias. Sócrates combatia os males que os homens produzem para gozarem de benefícios imediatos, objetivando, com essa atitude de reta conduta, o bem geral, a felicidade comunitária. Felicidade seria o bem da alma, através da conduta justa e virtuosa.
Divaldo, fala então da interpretação da Doutrina Espírita sobre a felicidade ao nos ensinar que o ser humano deve aprender a ser feliz de acordo com as circunstâncias, incorporando e vivendo a certeza da transitoriedade do seu corpo físico e da sua eternidade espiritual. Filosofia esta, sintetizada no pensamento de Allan Kardec: “A felicidade depende das qualidades próprias do indivíduo e não da situação material em que ele vive”.
Estamos na Terra para construir um mundo melhor.
E com essa mensagem de ternura, carinho e de felicidade Divaldo relembra os ensinamentos de Jesus quando questionado por Poncio Pilatos se Ele era Rei, o Mestre lhe respondeu:
— Meu Reino não é deste mundo!
Palavras muito simples mas que nos revela ser a verdadeira felicidade não transcorre na Terra (plano físico) – conquanto aqui se inicie – mas sim no no mundo espiritual, ou o Reino de Deus conforme dizia Jesus.
Fotos: Sandra Patrocinio
Texto: Djair de Souza Ribeiro

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


ESPANHOL


DIVALDO FRANCO en São José do Rio Preto /SP - 18-11-2016.

    El Centro Regional de Convenciones fue el lugar elegido por la União das Sociedades Espíritas (USE) – Intermunicipal de São José do Rio Preto y región para recibir un público constituido por cerca de 4.500 personas, que se congregaron para escuchar a Divaldo Franco, en la noche del 18 de noviembre de 2016.
    Instalado en la tribuna, Divaldo da comienzo a la conferencia trasmitiendo –a partir de su elevada experiencia- una constatación inequívoca, que proporcionó a los expectantes presentes la orientación acerca del tema de esa noche: Todos tratamos de planificar nuestra vida y encaminarnos hacia un futuro repleto de felicidad y esperanza pero, por mayor que sea nuestra dedicación a los proyectos esbozados, la vida se nos presenta con acontecimientos inesperadas, imprevistos, que conspiran contra nuestros planes y los trastornan.
    Un breve stacatto y Divaldo se encamina en otra dirección, y comienza a narrar la historia del médico norteamericano Tadeu Merlin, quien estaba a favor de la aplicación de la eutanasia (del griego muerte suave) en casos de enfermedades terminales.
    Con ese pensamiento que ocupaba su cerebro, el Dr. Merlin fue convocado a atender una emergencia, a fin de que tratara de salvar la vida de una parturienta y de su bebé, que no salía a la luz después de transcurridas veinte horas de trabajo de parto.
    Cuando, finalmente, la criatura vino al mundo, el Sr. Merlin se dio cuenta de que era portadora de una deficiencia congénita en uno de sus piés, lo que le impediría tener una vida normal. Ese hecho asociado, además, a la penuria económica de la madre, despertó en el médico -materialista-, la idea de poner fin anticipadamente a los enormes sufrimientos que aquella criatura iba a tener.
    Aprovechando que la madre del bebé dormía, extenuada por el prolongado tiempo de parto, el Dr. Merlin preparó la inyección que conduciría al recién nacido a la muerte, sin despertar sospechas. Sin embargo, algo que el médico no supo explicar, frustró su iniciativa y, con esfuerzo, dejó de lado la realización de la eutanasia.
    Los años transcurrieron, y varias décadas más tarde, el para entonces famoso y exitoso Dr. Merlin vivía una vida tranquila, al lado de su hija y de Bárbara, su nietita de 5 años, que encantaba su vida.
    En un accidente de tránsito, desencarnó la hija y el yerno del Dr. Merlin, de modo que Bárbara quedó a su cuidado.
    Cuando cumplió siete (7) años, la hermosa Bárbara fue atacada por un virus pertinaz. Los diversos médicos consultados manifestaban que la muerte de la pequeña se produciría al cabo de unos pocos días, en medio de dolores terribles. Los médicos aconsejaron al Dr. Merlin aliviar los momentos finales de su querida nietecita con la aplicación de la eutanasia.
    Desesperado, el Dr. Merlin buscó la ayuda de un médico de la periferia, radicado en una ciudad del medio oeste norteamericano, quien había estado efectuando estudios relacionados con esa enfermedad.
    El joven médico evaluó el estado de Bárbara, y confirmó el diagnóstico de los demás profesionales. La muerte de Bárbara se produciría al cabo de pocos días.
    Al ver el sufrimiento del abuelo, el médico le ofreció un tratamiento experimental, sin certeza alguna acerca de los resultados, lo que fue de inmediato aceptado por el Dr. Merlin. Al cabo de algunas semanas de tratamiento, la vitalidad y la salud volvieron a animar a Bárbara.
    Cuando el Dr. Merlin fue a agradecerle al joven médico, el abuelo de Bárbara se dio cuenta de que el médico que había devuelto la salud a su nietita era portador de una deficiencia física, en el pie, y que se desplazaba con dificultad. Al abordar el tema con el médico, el Dr. Merlin descubrió que el profesional que había salvado a su nietecita, era la criatura a quien 35 años antes, él había estado a punto aplicarle -equivocadamente- la solución de la eutanasia.
    La emoción dominaba a los corazones de los atentos oyentes, cuando Divaldo comenzó a plantear cuál es el verdadero sentido de la vida, poniendo énfasis en la felicidad, y citando el pensamiento de Vicente de Carvalho: La felicidad está donde la ponemos, pero nosotros nunca la ponemos donde estamos.
    Podemos ser felices, a pesar de los problemas que nos afecten, y citó el ejemplo de vida de Viktor E. Frankl, autor del libro En busca de sentido, siendo él sobrevivente de los campos de exterminio de los nazis, quien afirma: Si percibimos que la vida realmente tiene un sentido, percibimos también que somos útiles, los unos a los otros. Ser un ser humano, es trabajar por algo más allá de sí mismo. La vida, para ser digna, debe tener un objetivo.
    La felicidad es posible a través del amor. Alcanza con amar sin la preocupación de ser amado, pues todo aquel que desea ser amado es un niño herido, según la psicología Junguiana, lo que equivale a decir que es un niño que, a pesar de haber llegado a la edad adulta, aún no ha madurado emocionalmente, y continúa cargando las angustias de la etapa infantil, por lo que vive experimentando el resentimiento.
    Con esa introducción, Divaldo comienza a considerar el pensamiento y las definiciones de las diversas escuelas filosóficas sobre la felicidad:
    1. Epicuro afirmaba –su pensamiento era hedonista- que la felicidad se alcanza con el TENERcosas y con el placer, pues son inductores de la felicidad.
    2. Más tarde surgió Diógenes, con el pensamiento cínico, quien afirmó que la felicidad consiste en NO TENER. Despreciando los bienes transitorios, comenzó a vivir dentro de un tonel. Incluso despreció, en Corinto, la invitación que le había hecho Alejandro Magno, además de que declinó el honor de gobernar el mundo junto con él, y lo reprendió porque le quitaba lo que él denominaba mi sol.
    3. Surge, entonces, con Zenon de Cicio el pensamiento estoico, que enseñaba que la felicidad se alcanza mediante la eliminación de la afectividad y la emotividad, causantes del apego y generadoras de desdicha. Además, el hombre deberia hacer frente a las vicisitudes y los sufrimientos con serenidad, lo que iba a liberarlo de la desdicha. La felicidad estoica implica RESIGNARSE.
    4. Posteriormente, Sócrates plantea el pensamiento acerca de que la felicidad consiste en SER, y no en poseer cosas transitorias. Sócrates combatía los males que los hombres producen para gozar de beneficios inmediatos, y tendía, con esa actitud de recta conducta, al bien general, a la felicidad común. Felicidad sería el bien del alma, a través de la conducta justa y virtuosa.
    Divaldo, se refiere entonces a la interpretación de la Doctrina Espírita sobre la felicidad, que nos enseña que el ser humano debe aprender a ser feliz de acuerdo con las circunstancias, incorporando el concepto, y viviendo con la certeza de la transitoriedad de su cuerpo físico, y de su eternidad espiritual. Esta filosofía se halla sintetizada en el pensamiento de Allan Kardec: La felicidad depende de las cualidades inherentes al individuo y no de la situación material en que él vive.
    Estamos en la Tierra para edificar un mundo mejor.
    Y con ese mensaje de ternura, cariño y felicidad, Divaldo alude a las enseñanzas de Jesús, cuando a la pregunta de Poncio Pilatos sobre si Él era Rey, el Maestro le respondió:  —¡Mi Reino no es de este mundo!
    Palabras muy simples, reveladoras de que la verdadera felicidad no transcurre en la Tierra (ámbito físico), aunque aquí tiene comienzo, sino en el Mundo Espiritual o Reino de Dios, según lo anunciaba Jesús.

Fotos: Sandra Patrocinio
Texto: Djair de Souza Ribeiro


(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])

Registro. Divaldo Pereira Franco em São Bernardo do Campo, SP

17-11-2016.

“Em sua origem, o homem só tem instintos; quando mais avançado e corrompido, só tem sensações; quando instruído e depurado, tem sentimentos. E o ponto delicado do sentimento é o amor”. Lázaro, Paris 1862. O Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo XI Amar o Próximo como a Si Mesmo, A Lei de Amor, item 8.

A noite do dia 17 de novembro de 2016 representou para a instituição espírita Lar da Criança Emmanuel, o Centro Espírita Obreiros do Senhor e o Centro Espírita Maria Amélia o coroamento de esforços que, desde 2010, se mobilizaram para as comemorações de meio século de fundação desses núcleos de amor e caridade.
Nessa data o tribuno Divaldo Franco apresentou-se no Centro de Formação dos Profissionais de Educação “Ruth Cardoso” em São Bernardo do Campo, levando a mais de 2000 pessoas a mensagem de esperança, consolação e amor, sempre baseada nos ensinamentos de Jesus e Kardec.
Do alto da tribuna Divaldo iniciou sua conferência com uma frase sintética mas abrangente em seu significado: “O problema da criatura humana é a própria criatura humana”.
A partir desse introito Divaldo discorre sobre o processo antropo-psicológico da criatura humana que inicia sua viagem com a manifestação do Instinto desdobrado em suas 3(três) abrangências:
1.       O Instinto de Reprodução;
2.       O instinto de Alimentação;
3.       O instinto de Repouso.
Avançando um pouco mais e observar as forças da Natureza agindo à sua volta, o homem primitivo desenvolve sua primeira emoção: O Medo que o capacita fisiologicamente para enfrentar ou fugir das situações perigosas
A partir do medo surgem, então, a ira, a cólera, o ódio e o desejo de vingança.
Agrupados em suas cavernas e observando a fragilidade e dependência das crias tem início o desenvolvimento dos pródromos do nobre sentimento que somente muito mais tarde se consolidará em sua estrutura psicológica: o amor.
E para nos falar desse amor Divaldo – com a habilidade e competência habitual desvenda-nos os pensamentos dos grandes estudiosos da criatura humana.
Citando o sociólogo, médico psiquiatra e psicólogo o professor Emilio Mira y Lopez (1896-1964) que, do ponto de vista psicológico o ser humano é constituído de cinco (5) elementos:
1. Personalidade (A máscara que afivelamos à face).
2. Conhecimento (São as aquisições intelectivas e formada pelas lições de aprendizagem)
3. Identificação (São as sintonias daquilo com o que nos afinizamos)
4. Consciência (Que atuando com o Conhecimento formam a base do discernimento). A consciência possui níveis diferenciados como conceituou Pedro Ouspensky:
4.1. Consciência de sono SEM sonhos (Só pensa em si próprio: É meu)
4.2. Consciência de sono COM sonhos (Já passamos a ter ideais e não somente o desejo de acumular)
4.3. Consciência de sono ACORDADO (A consciência que não mais está sonolenta pelo egoísmo)
4.4. Consciência de SÍ mesmo. (Quando o Ego - a máscara que afivelamos à face e que luta por defender a qualquer preço nossa Individualidade - toma conhecimento dos conteúdos psíquicos). Em outras palavras: É quando eu sei fazer o que DEVO quando POSSO e – também - fazer o que POSSO quando DEVO). Nesse ponto Divaldo ilustra que as crises – morais, sociais, econômicas – vem do fato de realizarmos o que PODEMOS quando NÃO DEVEMOS e fazer o que DEVEMOS quando NÃO PODEMOS.
Ainda no item de Consciência de SÍ mesmo Divaldo alonga maiores esclarecimentos e enumera as 7 (sete) funções que a Consciência vai permitir controlar na máquina orgânica: I) Função EmocionalII) Função IntelectivaIII) Função do Instinto; IV) Função dos MovimentosV) Função Sexual (Expressões Feminina _Anima - e Masculina – Animus - permitindo equilibrar a psicologia à anatomia); VI) Função Emoção Superior e VII) Função Intelectiva Superior.
4.5. Consciência Cósmica. (Já não sou eu quem vive, mas Cristo que vive em mim. Paulo - Gálatas 2:20)
5. Individualidade (O elemento que o egoísmo procura defender a todo custo).
Finda esse périplo pela conceituação acadêmica da consciência Divaldo adentra à parte final da conferência abordando a parte moral do tema:
Allan Kardec, através da questão 625 de O Livro dos Espíritos, indaga aos Espíritos Superiores: Qual o tipo mais perfeito que Deus ofereceu aos homens, para lhe servir de modelo e guia?
Ao que os Numes tutelares da humanidade respondem sinteticamente: Jesus;
Jesus é o Modelo, Guia e Mestre de toda a Humanidade que, com seu amor incondicional por todos nós, é exemplo para nossos comportamentos e que nos indica a direção a seguir além de nos legar ensinamentos imortalizados na forma sucinta do Sermão da Montanha, principalmente nas Bem Aventuranças.
Jesus vem subverter o entendimento dos conceitos gerados pela falta de consciência da época e que perduram até os dias atuais. Herói era aquele destruía  aos inimigos e Vitorioso era aquele que conquistava a todos e a tudo esmagando e derramando o sangue.
Para aqueles que já têm a consciência iluminada pelos ensinamentos do Cristo o Herói é aquele que vence a Sí mesmo e Vitorioso é aquele que controla as suas más inclinações e vence as suas tendências malignas.
O Espiritismo vem despertar a nossa consciência para a necessidade de encontrarmos um sentido psicológico para a vida deixando a fase do primarismo representado pelos instintos e as sensações.
O sentido da vida, conforme nos ensinou Jesus, é AMAR.
Nós somos mais do que o ser definido pelos antropologistas: Bípede e emocional. Somos também aqueles que trazemos na alma a presença de Deus e nascidos para amar, pois o amor é o ápice do nosso processo evolutivo ético e moral.
Divaldo silencia e arremata: A vida tem que ter um significado: O desenvolvimento do amor.
Concluindo o seminário Divaldo estendeu a todos o convite que lhe foi formulado por Joanna de Ângelis de que devemos abrir o carinho das nossas emoções e sentimentos ao nosso próximo buscando aqueles que são “invisíveis” na sociedade, os esquecidos e marginalizados, contribuindo para torná-los dignos e socialmente visíveis.
Divaldo narra sua experiência pessoal quando, convidado por Joanna de Ângelis, abraçou um simples garçom e ao estabelecer diálogo com ele, veio a descobrir que o abraço recebido o fez abandonar a decisão de cometer suicídio, posto que experimentava a dolorosa injunção do câncer.
Emocionados – e felizes - lentamente todos foram se retirando com os ensinamentos de Jesus ainda repercutindo na acústica da alma, convidando-nos a todos a sermos felizes. HOJE.

Fotos: Sandra Patrocinio
Texto: Djair de Souza Ribeiro


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


ESPANHOL


DIVALDO FRANCO - São Bernardo do Campo /SP, 17-11-2016.


 “El hombre, en su origen, sólo tiene instintos; más avanzado y corrompido, sólo tiene sensaciones; más instruido y purificado, tiene sentimentos; y el punto primoroso del sentimiento es el amor.” (Lázaro, París, 1862). El Evangelio según el Espiritismo, capítulo XI: Amar al prójimo como a sí mismo, La ley del amor, ítem 8.

    La noche del día 17 de noviembre de 2016, representó para la Institución Espírita Lar da Criança Emmanuel, para el Centro Espírita Obreiros do Senhor y el Centro Espírita Maria Amélia, el coronamiento de esfuerzos que, desde 2010, se conjugaron para las conmemoraciones del medio siglo de la fundación de esos núcleos de amor y caridad.
    En esa fecha, el orador DIVALDO FRANCO se presentó en el Centro de Formación de los Profesionales de la Educación “Ruth Cardoso” en São Bernardo do Campo, y trasmitió a más de 2.000 personas el mensaje de esperanza, consuelo y amor, siempre basado en las enseñanzas de Jesús y de Kardec.
    Desde lo alto de la tribuna, Divaldo dio comienzo a su conferencia con una expresión sintética pero precisa en su significado: El problema de la criatura humana es precisamente la criatura humana.
    A partir de ese comienzo, Divaldo alude al proceso antropopsicológico del ser humano, que inicia su viaje con la manifestación del instinto, considerado en sus tres (3) aspectos:
1.       El instinto de reproducción;
2.       El instinto de alimentación;
3.       El instinto de reposo.

    Cuando avanza un poco más, y observa las potencias de la Naturaleza que se manifiestan alrededor de él, el hombre primitivo desarrolla su primera emoción: el miedo, que lo capacita fisiológicamente para enfrentar las situaciones peligrosas, o huir de ellas.
    A partir del miedo surgen la ira, la cólera, el odio y el deseo de venganza.
    Agrupados en cavernas, al observar la fragilidad y la dependencia de las crías, comienza el desenvolvimiento del noble sentimiento que mucho más tarde se consolidará en su estructura psicológica: el amor.
    Y para referirse a ese amor, Divaldo –con la habilidad y la competencia habituales- nos devela los pensamientos de los grandes estudiosos de la criatura humana.
    Cita al sociólogo, médico psiquiatra y psicólogo, el profesor Emilio Mira y Lopez (1896-1964) que, desde el punto de vista psicológico, el ser humano está constituido por cinco (5) elementos:
1. Personalidad (La máscara que ajustamos al rostro).
2. Conocimiento (Son las conquistas intelectuales, formadas por las lecciones inherentes al aprendizaje).
3. Identificación (Son las sintonías con aquello que nos resulta afín).
4. Conciencia (La que junto con el conocimiento, forma la base del discernimiento). La conciencia posee niveles diferenciados, según la definió Pedro Ouspensky:
4.1. Conciencia de sueño SIN sueños (Sólo piensa en sí mismo: Es mío.)
4.2. Conciencia de sueño CON sueños (Ya comenzamos a tener ideales y no solamente el deseo de acumular).
4.3. Conciencia de sueño DESPIERTO (La conciencia que ya no está somnolienta por el egoísmo).
4.4. Conciencia de sí  mismo. (Cuando el Ego -la máscara que asujetamos al rostro- lucha por defender a cualquier precio nuestra individualidad, toma conocimiento de los contenidos psíquicos). En otras palabras: Es cuando yo sé hacer lo que DEBO cuando PUEDO y –también- hacer lo que PUEDO cuando DEBO). En ese punto, Divaldo explica que las crisis –morales, sociales, económicas– provienen del hecho de que realicemos lo que PODEMOS cuando NO DEBEMOS, y de que hagamos lo que DEBEMOS cuando NO PODEMOS.
    Además, en el ítem referido a la conciencia de sí mismo, Divaldo agrega más explicaciones y enumera las 7 (siete) funciones que la conciencia va a permitir controlar en la máquina orgánica: I) Función emocionalII) Función intelectivaIII) Función del instintoIV) Función de los MovimientosV) Función sexual (Expresiones: femenina: ánima - y masculina – ánimus - que permiten equilibrar la psicología a la anatomía); VI) Función emoción superior y VII) Función intelectiva superior.
4.5. Conciencia cósmica. (Ya no soy yo quien vive, sino Cristo es quien vive en mí. Pablo - Gálatas 2:20).
               5. Individualidad (El elemento que el egoísmo procura defender, cualquiera sea el costo).
   
    Concluido ese periplo a través de los conceptos académicos de la conciencia, Divaldo ingresa en la parte final de la conferencia, abordando el aspecto moral del tema:
    Allan Kardec, a través de la cuestión No. 625 de El Libro de los Espíritus, pregunta a los Espíritus Superiores:      
    ¿Cual es el ejemplo más perfecto que Dios ha ofrecido al hombre, para que le sirva de guía y modelo?
    A lo que los númenes tutelares de la humanidad respondieron sintéticamente: Ved a Jesús.
    Jesús es el Modelo, Guía y Maestro de toda la humanidad, quien con su amor incondicional por todos nosotros, es un ejemplo para nuestro comportamiento, y nos indica la dirección a seguir, además de que nos legara enseñanzas inmortalizadas en la forma sucinta del Sermón de la Montaña, principalmente en las Bienaventuranzas.
    Jesús vino a revolucionar la comprensión de los conceptos generados por la falta de conciencia de la época, que perduran hasta los días actuales. Héroe era quien destruía a los enemigos, y Victorioso era aquel que conquistaba a todos y a todo, mediante el exterminio y el derramamiento de sangre.
    Para aquellos cuya conciencia ya está iluminada por las enseñanzas del Cristo, héroe es aquel que triunfa sobre sí mismo, y victorioso es aquel que controla sus malas tendencias y triunfa sobre ellas.
    El Espiritismo ha venido a despertar nuestra conciencia, en cuanto a la necesidad de que encontremos un sentido psicológico para la vida, abandonando la fase del primarismo, representado por los instintos y las sensaciones.
    El sentido de la vida, de conformidad con lo que nos ha enseñado Jesús, es AMAR.
   Nosotros somos más que el ser que han definido los antropólogos: bípedo y emocional. Somos, también, portadores en nuestras almas de la presencia de Dios; hemos nacido para amar, pues el amor es la culminación de nuestro proceso evolutivo, tanto en lo ético como en lo moral.
    Divaldo se queda en silencio y concluye: La vida debe tener un significado: el desarrollo del Amor.
    Para concluir el seminario, Divaldo hizo a todos una invitación que le formulara Joanna de Ângelis, acerca de que debemos ampliar el afecto de nuestras emociones y nuestros sentimientos a nuestro prójimo, buscando a aquellos que son invisibles en la sociedad, los omitidos y marginados, contribuyendo a que sean dignos y socialmente visibles.
    Divaldo narra su experiencia personal cuando, según le sugiriera Joanna de Ângelis, abrazó a un mozo de restaurant, y al entablar un diálogo con él, comprendió que el abrazo que le dio al joven sirvió para que abandonara la decisión de suicidarse, que había adoptado a raíz de que atravesaba una dolorosa situación, dado que padecía cáncer.
    Emocionados -y felices-, lentamente todos se fueron retirando, con las enseñanzas de Jesús repercutiendo en sus almas, invitándonos a que seamos felices. HOY.

Fotos: Sandra Patrocinio
Texto: Djair de Souza Ribeiro


(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Registro. Divaldo Pereira Franco em Sorocaba, SP

Divaldo Franco-Sorocaba/SP 16-11-2016

O Clube União Recreativo, em sua sede Campestre, em Sorocaba-SP acolheu, na noite de 16 de novembro de 2.016, cerca de 4.200 pessoas para ouvir Divaldo Franco.
O evento foi organizado pela USE (União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo) Intermunicipal Sorocaba.
Da tribuna Divaldo Franco deu início à palestra abordando as causas que governam o enorme sofrimento que envolve o comportamento humano da atualidade, onde o materialismo e o desprezo pelos valores morais e éticos associados ao ateísmo  tiranizam grande parte da sociedade pela imposição de seus valores transitórios e alienantes do sexismo, do individualismo e do consumismo.
Divaldo faz, então, uma sucinta, porém brilhante, incursão pela história da humanidade perpassando os eventos chaves que resultaram no fortalecimento da filosofia materialista e ateísta.
Divaldo relembrou o Iluminismo movimento cultural no século XVIII que procurou mobilizar o poder da razão, a fim de reformar a sociedade e o conhecimento herdado da era medieval e revelando as inconsistências bíblicas.
A partir dos ideais Iluministas e à par com uma severa crise o povo revoltou-se e em 14 de julho de 1.789 com a queda da Bastilha teve início a Revolução Francesa.
Cansados e oprimidos pela intolerância religiosa e os privilégios ao clero e em associação aos pensamentos filosóficos materialistas os Revolucionários buscaram impor os seus pensamentos e Pierre Gaspard Chaumette (1763 –1794) político Frances e pertencente ao grupo dos ultras radicais fanáticos no período da Revolução Francesa e que considerava ser a religião uma relíquia das superstições da era medieval e não mais correspondendo às conquistas intelectuais obtidas com o Iluminismo. Chaumette considerava a Igreja e os inimigos da Revolução Francesa como sendo a mesma coisa e apoiado em seu fanatismo iniciou o movimento de descristianização do povo Frances.
O auge da imposição do pensamento materialista e ateísta ocorreu na Catedral de Notre Dame de Paris no dia 10 de novembro de 1.793 quando se deu a destruição do altar da catedral e a entronização da deusa Razão (representada pela atriz Mademoiselle Candeille) em substituição a Deus. A partir de então nesta data passou-se a comemorar o Festival da Razão.
Em 1801 Napoleão Bonaparte assina com o Papa Pio VII o acordo de restabelecimento da religião e trazendo de volta Deus para a França, que ficou conhecida por “Concordata de 1.801”.
Em 1.804 enquanto o Imperador francês Napoleão Bonaparte invade outros países para impor sua dominação, nascia em na histórica cidade de Lyon na mesma França de Bonaparte Hippolyte Léon Denizard Rivail – mais tarde Allan Kardec – representando uma luz na terrível noite a que se entregava a humanidade.
Enquanto s terríveis consequências das Guerras Napoleônicas prosseguiam  impondo sofrimento o jovem Hippolyte  Denizard ingressava na escola fundada por Henrique Pestalozzi em Iverdum na Suiça construindo as bases da estrada de luz que viria em socorro da humanidade.
Divaldo segue ilustrando o caminho da filosofia materialista no Século XIX com o surgimento do Positivismo com Auguste Comte (1798-1857).
Freud, Nietzsche e o niilismo, Karl Max e a afirmação de que a religião é o ópio do povo, representam o máximo do pensamento materialista ateísta.
Guerras e revoluções sangrentas dominam o século XX e a libertinagem dos costumes morais – travestidas de liberdade – empurram a sociedade à conquista do nada existencial em prejuízo dos valores transcendentais.
A humanidade empanturrada de tecnologia experimenta, porém, sofrimentos emocionais e morais a se refletir nas imensas multidões de depressivos.
Mas o comportamento pendular da sociedade humana desloca-se uma vez mais e tem início a volta dos cientistas e da ciência para Deus minimizando as crises passadas.
Fazendo contraponto ao ilusório império materialista-ateísta Divaldo cita o Químico americano e Presidente da Academia de Ciência de Nova York o Dr. Abraham Cressy Morrison (1864 – 1951) que publicou um artigo na imprensa americana intitulada “Sete Razões que um Cientista Acredita em Deus” (Seven Reasons a Scientist Believes in God).
Nesse artigo o Dr. Morrison – baseado na lógica das descobertas científicas – enumera as razões que comprovam cientificamente a existência de Deus.
Utilizando-se do conhecimento da velocidade de rotação da Terra, da distância da Terra em relação ao Sol, da espessura da camada da atmosfera que circunda a Terra, do ângulo de inclinação do eixo vertical da Terra, da existência da Lua etc, o Dr. Morrison conclui que tudo foi cuidadosamente pensado e construído para que a vida na Terra fosse possível e, dessa maneira, ALGUÉM se preocupou com isso e cuidou de todos os detalhes. Se não foi Deus – pergunta o cientista – quem teria sido?
Deus retorna a pauta das considerações científicas e o homem deixa de ser apenas um amontoado de átomos, moléculas e células fadado ao túmulo após uma breve existência para se transformar em herdeiro do Universo.
Mas para sentirmos a presença de Deus é necessária uma condição: amar.
Amar, como nos convidou Jesus  - o tipo mais perfeito que Deus deu aos homens para lhes servir de Modelo e Guia – e anotada pelo evangelista Marcos no capítulo 12:29 e 30: Amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo
A tecnologia e a ciência auxiliam, mas somente o amor edifica permanentemente.
Divaldo Franco, conclui sua palestra emocionando a todos os presentes com a narrativa da página de autoria de Felício Terra em torno da vida de Leland Stanford Senior, sua esposa Jane Stanford e do filho Leland Stanford Junior (1868-1884) cuja morte – por tifo - durante uma viagem pela Europa, despertou nos pais a motivação para as preocupações transcendentais da vida.
Tocada pelos exemplos de amor do filho Leland pelas crianças desassistidas e excluídas de um orfanato que um dia visitara junto com a mãe, o casal Stanford passou a considerar a ideia de fazer das crianças da California as crianças da família Stanford.
Com essa motivação o casal fundou a Universidade Stanford (oficialmente o nome é Leland Stanford Junior University)
Nessa emocionante história vemos retratado, uma vez mais, a aplicação das recomendações do Mestre Jesus o amor incondicional a Deus e ao próximo.
Divaldo encerrou a conferência luarizando a todos com poema da gratidão. Gratidão a Deus por tudo que temos e somos.
Fotos: Sandra Patrocinio
Texto: Djair de Souza Ribeiro

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


ESPANHOL


DIVALDO FRANCO EN SOROCABA -
São Paulo, Brasil, 16-11-2016.

    El Clube União Recreativo, en su sede Campestre, en Sorocaba, SP, recibió en la noche del 16 de noviembre de 2.016, a cerca de 4.200 personas dispuestas a escuchar a DIVALDO FRANCO.
    El acto fue organizado por la USE (União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo), Intermunicipal Sorocaba.
    Ubicado en el escenario, Divaldo Franco dio comienzo a la disertación, abordando las causas que rigen el enorme sufrimiento relacionado con el comportamiento humano, en la actualidad, cuando el materialismo y el desprecio de los valores morales y éticos, asociados al ateísmo, tiranizan a una gran parte de la sociedad, a través de la imposición de sus valores transitorios y alienantes, como lo son el sexismo, el individualismo y el consumismo.
    Divaldo realizó, entonces, una resumida y brillante incursión por la historia de la humanidad, incluyendo la alusión a acontecimientos claves, que dieron como resultado el fortalecimiento de la filosofía materialista y ateísta.
    Divaldo aludió al Iluminismo, un movimiento cultural, que en el siglo XVIII procuró implementar el poder de la razón, a fin de reformar la sociedad y el conocimiento heredado de la etapa medieval, mediante la revelación de las incoherencias bíblicas.
    A partir de los ideales Iluministas, y en simultaneidad con una severa crisis, el pueblo se reveló, y el 14 de julio de 1789 -con la caída de la Bastilla-, comenzó la Revolución Francesa.
    Hastiados y oprimidos por la intolerancia religiosa y por los privilegios del clero, asociados a los pensamientos filosóficos materialistas, los revolucionarios trataron de imponer sus ideas, y Pierre Gaspard Chaumette (1763 –1794), un político francés que pertenecía al grupo de los ultra radicales, fanáticos que durante el período de la Revolución Francesa, definía a la religión como una reliquia de las supersticiones de la etapa medieval, que ya no correspondía a las conquistas intelectuales obtenidas por el Iluminismo. Chaumette consideraba a la Iglesia y a los enemigos de la Revolución Francesa como la misma cosa y, sustentado en su fanatismo, dio comienzo al movimiento de descristianización del pueblo francés.
    El auge de la imposición del pensamiento materialista y ateísta tuvo lugar en la Catedral de Notre Dame de París, el día 10 de noviembre de 1793, cuando se produjo la destrucción del altar de la catedral y la entronización de la diosa Razón (representada por la actriz Mademoiselle Candeille) en sustitución de Dios. A partir de entonces, en esa fecha comenzó a conmemorarse el Festival de la Razón.
    En 1801, Napoleón Bonaparte firma con el Papa Pío VII el acuerdo de restablecimiento de la religión, llevando de retorno a Dios hacia  Francia, lo que se recuerda como Concordato de 1801.
    En 1804, mientras el emperador francés Napoleón Bonaparte invade otros países, para imponer su dominación, nacía en la histórica ciudad de Lyon, en la misma Francia de Bonaparte, Hippolyte Léon Denizard Rivail –más tarde conocido como Allan Kardec– quien representaba una luz, en la densa noche a la que se entregaba la humanidad.
    Mientras las terribles consecuencias de las guerras napoleónicas proseguían imponiendo sufrimiento, el joven Hippolyte Léon Denizard ingresaba en la escuela fundada por Henrique Pestalozzi en Iverdún, Suiza, y construía las bases del camino de Luz, que llegaría para socorro de la humanidad.
    Divaldo continúa ilustrando acerca del camino seguido por la filosofía materialista en el siglo XIX, con la aparición del Positivismo, con Auguste Comte (1798-1857).
    Freud, Nietzsche y el nihilismo, Karl Marx y la afirmación acerca de que la religión es el opio del pueblo, representan la culminación del pensamiento materialista ateísta.
    Guerras y revoluciones sangrientas predominan en el siglo XX, y el libertinaje en oposición a las costumbres morales –disfrazadas de libertad –empujan a la sociedad a la conquista de la nada existencial, en perjuicio de los valores trascendentales.
    La humanidad abarrotada de tecnología experimenta, no obstante, sufrimientos emocionales y morales que se reflejan en las inmensas multitudes de individuos depresivos.
    No obstante ello, el comportamiento pendular de la sociedad humana se desplaza una vez más, y comienza el retorno de los científicos y de las ciencias hacia Dios, minimizando las crisis superadas.
    Haciendo un contrapunto al ilusorio imperio materialista-ateísta, Divaldo cita al químico norteamericano y Presidente de la Academia de Ciencias de Nueva York, Dr. Abraham Cressy Morrison (1864–1951), que publicó un artículo en la prensa norteamericana titulado Siete razones por las que un científico cree en Dios (Seven reasons why a scientist believes in God). En ese artículo el Dr. Morrison –basado en la lógica de los descubrimientos científicos– enumera las razones que demuestran científicamente la existencia de Dios.
    A partir del conocimiento de la velocidad de rotación de la Tierra, de la distancia entre la Tierra y el Sol, del espesor de la capa de atmósfera que rodea a la Tierra, del ángulo de inclinación del eje vertical de la Tierra, de la existencia de la Luna, etc., el Dr. Morrison arriba a la conclusión en cuanto a que todo ha sido cuidadosamente pensado y construido, para que la vida en la Tierra fuese posible y, por consiguiente, ALGUIEN se ocupó de eso, cuidando todos los detalles. ¿Si no ha sido Dios –pregunta el científico– quién ha sido?
    Dios retorna a la lista de los razonamientos científicos, y el hombre deja de ser sólo un montón de átomos, de moléculas y de células, destinado a la tumba después de una breve existencia, para convertirse en el heredero del universo. No obstante, para que percibamos la presencia de Dios, es necesaria una condición: amar.
    Amar, como Jesús nos invitó a que lo hagamos, por ser Él el ejemplo más perfecto que Dios concedió a los hombres para que les sirviera de Modelo y Guía –según lo registrado por el evangelista Marcos en el capítulo 12, versículos 29 y 30: Amar a Dios por sobre todas las cosas, y al prójimo como a uno mismo.
    La tecnología y la ciencia ayudan, pero solamente el amor edifica en todo momento.
    Divaldo Franco concluyó su disertación despertando la emoción de todos los presentes, con la narración del tema del autor Felício Terra acerca de la vida de Leland Stanford Senior, de su esposa Jane Stanford y de su hijo Leland Stanford Junior (1868-1884) cuya muerte por un contagio de tifus -durante un viaje por Europa-, despertó en los padres la motivación hacia los temas trascendentales de la vida.
    Conmovida con los ejemplos de amor de su hijo Leland por las criaturas abandonadas y excluidas, alojadas en un orfanato que en cierta ocasión había visitado con su madre, el matrimonio Stanford comenzó a considerar la idea de convertir a los niños de California, en los niños de la familia Stanford. Con esa motivación, la pareja fundó la Universidad Stanford, cuyo nombre oficial es Leland Stanford Junior University.
    En esa emocionante anécdota vemos reflejada, una vez más, la aplicación de las recomendaciones del Maestro Jesús, en cuanto al amor incondicional a Dios y al prójimo.
    Divaldo concluyó la conferencia con el Poema de la Gratitud, que se derramó sobre todos, como un poderoso rayo de Luna. Agradecemos a Dios por todo lo que tenemos y somos.
Fotos: Sandra Patrocinio
Texto: Djair de Souza Ribeiro

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Registro. Encontro Fraterno com Divaldo Franco 2016 Praia do Forte, BA

06 de novembro – manhã
O evento, que se encerrou no final da manhã do dia 06 de novembro coroado de sucesso, foi acessado por 680 cidades de 49 países, alcançando 32.000 acessos. Estavam representados, com números diversos de participantes, 22 Estados, o Distrito Federal, e mais 06 países. O momento artístico, com Maurício Virgens, Vanda Otero e Flávio Benedito, como vinha ocorrendo, elevou o padrão vibratório do público, que reconhecendo a excelente apresentação, aplaudiu-os de pé.
O tema para o dia foi: Libertando a criança interior. Inicialmente Divaldo Franco externou o seu gáudio, afirmando que a expectativa tornou-se realidade, acreditando que todos se sentiam felizes, pois que a felicidade é possível, demonstrando a sua gratidão aos presentes. Sentia-se, também, gratificado em parabenizar a equipe de voluntários pelo esforço realizado ao longo de mais de nove meses preparando o Encontro e colocando-o em funcionamento, que traduziu-se em um alto padrão de organização e atendimento ao público.
Dando seguimento, Divaldo Franco analisando o desenvolvimento do ser humano, seja no campo físico, seja no espiritual, afirmou que os tempos mudaram, e lentamente o ser humano vai abandonando as cavernas sombrias da alma, caminhando em direção à luz, tornando-se lúcido, haja vista que, conscientizando-se sobre a sua condição de perfectibilidade, esforça-se em não mais permanecer nessas sombras do psiquismo, elegendo como prioridade alcançar a autoiluminação, combatendo as feras interiores com as armas da sabedoria, sendo feliz agora, porque compreende que nasceu para ser feliz.
O amor predomina em o ser humano, substituindo o medo e a ira, abandonando a persona para tornar-se em um ser integral, numinoso. Embora viva em meio a conflitos diversos, procura, tanto quanto possível, manter-se tranquilo, buscando Jesus, viajando em direção ao Mestre, evitando permanecer na tristeza, construindo a felicidade. As ilusões do ego devem ser diluídas pelo sol da realidade, tornando-se, a criatura, rica de paz, de afetividade e de esperança, fazendo exteriorizar a beleza da alma, a alegria de viver, suavizando as imperfeições com os óleos do amor, vivendo sob as bênçãos de Deus.
Continuando a responder a proposição inicial do Encontro Fraterno, - O que a criança que fui diria do adulto que me tornei? -, a equipe de psicoterapeutas formada pelo casal Cláudio e Íris Sinoti e Cristiane Beira, juntamente com Divaldo Franco selecionaram algumas das respostas, fazendo interpretações perante o público, à luz da psicologia e da Doutrina Espírita. Como seria impossível analisar ao vivo todas as respostas, foi entregue na entrada do salão de eventos, um envelope contendo sentenças retiradas de diversas obras e autores analisando, assim, a resposta que cada um formulou.
Sob intensos aplausos, o evento, que já é lembrado com saudade, foi encerrado com muitos abraços, sorrisos e sentimento de esperança em dias melhores, justamente pela certeza que cada um passou a nutrir, reformulando o seu modo de ver e viver a vida, com responsabilidade sobre os seus próprios atos e o esforço em ser melhor ao tornar-se humilde, caridoso e fraterno com todos, amigos ou não.
Fotos: Jorge Moehlecke
Texto: Paulo Salerno


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)



ESPANHOL

ENCUENTRO FRATERNO CON DIVALDO FRANCO 2016
06 de Noviembre por la mañana

    El acontecimiento concluyó al finalizar la mañana del día 06 de noviembre, coronado por el éxito. Fue seguido desde 680 ciudades, de 49 países, y llegó a 32.000 conexiones. Estuvieron representados -con diferentes cantidades de participantes-, 22 estados, el Distrito Federal y, además, 06 países. Las presentaciones artísticas, a cargo de Maurício Virgens, Vanda Otero y Flávio Benedito, como había ocurrido en ocasiones anteriores, elevó el nivel vibratorio del público, que en reconocimiento a la excelente interpretación, los aplaudió de pie.
    El tema para este día fue: Liberando a la criatura interior. Al principio, Divaldo Franco exteriorizó su júbilo, y manifestó que la expectativa se había convertido en realidad, al suponer que todos se sentían felices, pues la felicidad es posible, dando muestras de su gratitud a los presentes. También se sentía gratificado al felicitar al equipo de voluntarios, por el esfuerzo que había realizado a lo largo de más de nueve meses, preparando el Encuentro y haciendo que se concretara, lo que se evidenció en un elevado nivel de organización y de atención al público.
    Seguidamente, Divaldo Franco analizó el desarrollo del ser humano, tanto en el aspecto físico como en el espiritual, y manifestó que las épocas han cambiado y, lentamente, el ser humano va abandonando las oscuras cavernas del alma, mientras avanza en dirección a la luz, volviéndose lúcido, a partir de que toma conciencia de su condición de perfectibilidad, y se esfuerza para no permanecer entre las sombras de la psiquis, sino elegir como prioridad el acceso a la autoiluminación, combatiendo a las fieras internas con las armas de la sabiduría, y siendo feliz ahora, porque comprende que ha nacido para ser feliz.
    El amor predomina en el ser humano y sustituye al miedo y a la ira, que abandonan a la persona para que esta se convierta en un ser integral, numinoso. Aunque viva en medio de conflictos diversos, procura mantenerse tranquilo -tanto como le es posible- y busca a Jesús, en un viaje en dirección al Maestro, evitando permanecer en la tristeza y edificando la felicidad. Las ilusiones del ego deben ser diluidas por el sol de la realidad, para que la criatura se torne rica de paz, de afectividad y de esperanza, a la vez que exteriorice la belleza del alma, la alegría de vivir, atenuando las imperfecciones con las esencias del amor y experimentando las bendiciones de Dios.
    Para continuar con las respuestas a la proposición inicial del Encuentro Fraterno, -¿Qué diría el niño que fui del adulto en que me he convertido?-, el equipo de psicoterapeutas, compuesto por el matrimonio formado por Cláudio e Íris Sinoti, y por Cristiane Beira, conjuntamente con Divaldo Franco, seleccionaron algunas de las respuestas e hicieron las interpretaciones, delante el público, según la Psicología y la Doctrina Espírita. Como iba a ser imposible analizar en vivo todas las respuestas, se hizo entrega -a la entrada del salón de actos-, de un sobre que contenía conceptos tomados de diversas obras y autores, y se analizó de tal modo, la respuesta que cada uno enunció.
    En medio de fervorosos aplausos, el acto -que ya es recordado con nostalgia-, concluyó con muchos abrazos, sonrisas y con el sentimiento de esperanza en días mejores, precisamente por la certeza que cada uno ha comenzado a cultivar, formulando de nuevo su modo de ver y vivir la vida, con responsabilidad sobre sus propios actos, con el esfuerzo para llegar a ser mejor al volverse humilde, caritativo y fraterno con todos, sean o no amigos.
Fotos: Jorge Moehlecke
Texto: Paulo Salerno


(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])