quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Registro. Divaldo Pereira Franco na Institución Espírita “Juana de Ángelis”. Buenos Aires, Argentina.

Divaldo Franco em Buenos Aires/Argentina – 07 de outubro de 2015
Institución Espírita Juana de Ángelis - 50 anos de fundação
Semeador de Estrelas, recém-concluídas suas atividades no 8º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, e de mais duas atividades em Santa Cruz do Sul, já se encontra em plena ação, servindo a Jesus e a causa espírita em Buenos Aires – Argentina, desde o dia 06 de outubro de 2015. Divaldo Franco, Embaixador da Paz e da Bondade, e atento aos seus compromissos evangélicos e de amor, participou de reunião íntima, para trabalhadores da Institución Espírita Juana de Ángelis, com sede na Rua Ruy Díaz de Guzmán 174, Departamento "2" del barrio de Barracas, Ciudad Autónoma de Buenos Aires, em comemoração aos cinquenta anos de fundação. Participaram, também, como convidados, amigos espíritas da região.
Divaldo externou a sua emoção de estar nessa Instituição que visita desde a sua fundação. Cinquenta anos foram decorridos, sempre com a presença do amor. O educador por excelência, Divaldo Franco falou sobre as recentes dificuldades de saúde que experimentou e de outras tantas, agradecendo a Deus a oportunidade de vivenciá-las.
Passando em revista o pensamento sobre o que dizer, qual mensagem a trazer, lembrou do historiador Heródoto de Halicarnasso, que narra a existência de um ser supremo, que é a causa única do universo, porém, a criatura humana tem optado pelo materialismo. Logrou as maiores conquistas tecnológicas, mas ainda segue inquieto em busca da felicidade real. Citando Sócrates, destacou a necessidade de a criatura humana desenvolver o do autoconhecimento, de buscar o Deus interno.
Sobre a mediunidade, apresentou vários casos de visões à distância, narrou que após a morte de Dante Alighieri, seu filho teve um sonho e nele escutou seu pai detalhar onde se encontravam os 13 cantos da divina comédia, completando a obra com os versos que falam sobre o paraíso. Os fenômenos mediúnicos fazem parte da vida, e graças a eles essa instituição existe. Narrou etapas de sua vida de forma alegre e jovial, provocando risos que trazem o bem-estar, que desarmam o ser que se arma diante dos desafios do quotidiano.
Discorreu sobre como a vida passa rápido, nestes 50 anos, 53 de Argentina, viu passar por estes caminhos, homens e mulheres de caráter incomum. É uma verdadeira honra estar nesta casa hoje, com amigos especiais. Destacou a excelência do Espiritismo, da alegria de viver, esta doutrina que liberta. A meta da vida, disse, não é ter, mas ser, é encontrar o estado numinoso, de consciência. Citando Victor Frankl, disse que toda a vida deve ter uma meta, uma meta de imortalidade. É necessário que os espiritas tenham por meta a iluminação, a imortalidade, que possa voltar a olhar uma flor, a encontrar beleza no amanhecer, o amor que não exige, mas doa, pois que o verdadeiro sentido da vida é amar!
Jesus foi o primeiro ser psicológico da humanidade, pois centrou seus ensinos no amor, na vivência do amor. O espirita é alegre, boas novas não se aplicam com carranca, mas com alegria, bom ânimo, afinal é uma doutrina de liberdade e conforto moral. Deixando seu otimismo e a certeza na imortalidade e na reencarnação, disse que no próximo cinquentenário estará de volta, em uma nova roupagem física para comemorar o centenário da Institución Espírita Juana de Ángelis.
    Texto e fotos: Ênio Medeiros


  VEJA TAMBÉM: entrevista com Divaldo Franco no Rio Grande do Sul:


Informações recebidas em email de Jorge Moehlecke)








terça-feira, 6 de outubro de 2015

Registro. Divaldo Pereira Franco em Santa Cruz do Sul, RS

Divaldo Franco em Santa Cruz do Sul – Minisseminário - 05 Out 15

Divaldo Franco em Santa Cruz do Sul – 05 de outubro de 2015
Minisseminário O Amor como Solução
Logo que chegou no Centro de Eventos “InSide”, em Santa Cruz do Sul, para apresentar o minisseminário O Amor como Solução, Divaldo Franco foi entrevistado pela RBSTV-Santa Cruz do Sul. Divaldo respondeu perguntas sobre a crise moral, as guerras e a violência, as migrações no Oriente/Europa, a educação e o amor como meta a ser conquistada por cada indivíduo.
O Evento foi uma promoção da Sociedade Espírita A Caminho da Luz e da Associação Espírita Francisco de Assis, com a colaboração de outras instituições leigas. Compuseram a mesa diretiva, Carlos Junges, Presidente da Sociedade Espírita A Caminho da Luz; Francisco Ferraz Batista, da Assessoria Jurídica da Federação Espírita Brasileira; Ênio Medeiros, da Associação Espírita Francisco de Assis; e o nobre conferencista Divaldo Pereira Franco, médium espírita de Salvador/BA, exímio e devotado educador.
Dados os componentes neuronais de que se reveste o cérebro humano, e utilizando-se de uma sentença do Dr. Bernie Siegel cancerologista, que escreve sobre a relação entre o paciente e o processo de cura e como ele se manifesta ao longo da vida, Divaldo Franco abordou as questões que desencadeiam os processos de melhora da saúde ou cura de doenças com a utilização, também, da prática do amor e do autoamor. Os psiquiatras modernos asseveram que quem ama não adoece, a prática do amor é a terapêutica ideal para uma vida saudável. O Dr. Bernie Siegel é conhecido por seu best-seller, o livro: Amor, Medicina e Milagres.
A humanidade vive em crise, cuja raiz é de origem moral. A vida deve possuir um sentido ético. O homem vive no afã de ser feliz condicionando-se a determinados fatores. Utilizando-se de Mohandas Karamchand Gandhi, mais conhecido como Mahatma Gandhi, líder da independência da Índia, que asseverava: todo aquele que conseguisse atingir o mais elevado nível de amor seria capaz de neutralizar o ódio de milhões de criaturas humanas, destacou a importância do amor na vida do ser humano. A meta da vida é o estado de paz. Já Carl Gustav Jung afirmava que a meta da vida é alcançar o estado numinoso.
A Doutrina Espírita indica a necessidade do autoconhecimento, e para atingir esse desiderato deve, o homem, proceder diariamente a uma minuciosa análise das atividades, pensamentos e sentimentos, conforme Santo Agostinho propõe em O Livro dos Espíritos. O amor é a grande solução para todos s problemas humanos. Léo Buscaglia, emérito professor de psicologia, em Nova Iorque, tornou-se pioneiro ao introduzir o estudo do amor, ensinando-o dentro da universidade. Uma de suas obras, intitulada Amor, tornou-se best-seller nos anos setenta do século XX.
Carl Gustav Jung afirmava que o amor é como Deus, ele está sempre presente em todos os lugares. João, o Evangelista, dizia que Deus é amor. É dever de cada um desenvolver-se intelecto moralmente. Nunca fazer às ocultas o que não têm coragem de fazer às claras. Quando o homem alcançar o autoamor, por extensão amará o próximo. Ame-se, e na medida em que amar será amado. Apoiando-se em John B. Watson, psicólogo, Divaldo afirmou que a primeira emoção do ser humano foi o medo; a segunda a ira; e a terceira emoção o amor. Destas três emoções básicas se derivam todas as demais.
Na atualidade o homem está superando a razão para alcançar a intuição. Afirmam os Espíritos Nobres que o homem superará as expiações, ascendendo ao mundo de regeneração. Importantes mudanças dos códigos genéticos, do DNA, estão sendo processadas para que as gerações futuras possam ficar livres de patologias como o Parkinson, o Alzheimer, etc. Já estão reencarnadas multidões de crianças geniais, como está demonstrado em inúmeros casos ao redor do Planeta, em diversas áreas do conhecimento, das artes e ofícios.
Voltando a citar o Dr. Bernie Siegel, o conferencista e educador exímio disse que o amor cura o câncer e se a pessoa se autoamar poderá reverter o câncer. Quando a criatura humana se ama será capaz de modificar suas células. Albert Einstein, em carta a sua filha, afirma que o amor é a quinta força do Universo. Todos vivemos em um mundo de ondas, de vibrações de pensamentos. As provas e expiações são processos necessários à evolução do homem. Há necessidade de o homem deixar de reagir e passar a agir.
É importante que o ser humano construa a legítima amizade, desenvolvendo o autoamor, nutrindo bons pensamentos. Cada um é o que pensa, assim como não deve valorizar o que não possui valor, deve enriquecer-se de amor, nutrindo, igualmente, o amor aos que não os amam. Quem ama goza de bem-estar, de saúde. Amar é ser útil, é fazer do amor a grande solução. Enriquecendo o momento e ampliando o entendimento, Divaldo Franco narrou um fato em que a protagonista empreendeu mudança radical, abandonando uma vida de devassidão para tornar-se cidadã honrada, mãe de dez filhos adotivos no lar construído sob a égide do amor.
As emoções já estavam a flor da pele. A harmonia e a paz permeavam o ambiente. A atividade se tornou terapêutica. Quem ama não perdoa, pois que não se ofende. A própria vida é o amor. Diante de qualquer problema, ame. É hora de tentar o amor, não é importante se o outro não corresponda, o importante é amar. Finalizando com o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, Divaldo encerrou o minisseminário sob caloroso e forte aplauso, com todo de pé. Momentos emocionantes, de puro enlevo, amor, e sobretudo de grande fraternidade, unindo corações, esclarecendo mentes e em vibrações elevadas.
    Texto; Paulo Salerno
    Fotos: Jorge Moehlecke

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Registro. Divaldo Pereira Franco em Santa Cruz do Sul, RS

Divaldo Franco em Santa Cruz do Sul – 04 de outubro de 2015
Inauguração da Associação Espírita Francisco de Assis e Educandário Thales Theisen
Em tarde/noite memorável foram inauguradas, em quatro de outubro de 2015, a Associação Espírita Francisco de Assis e o Educandário Thales Theisen, na rua Walmor Adolfo Pocebon, 15, Bairro Faxinal, em Santa Cruz do Sul.
O público que lotou o amplo salão da Associação Espírita pode apreciar a primorosa apresentação musical levada a efeito pela Camerata Filarmonia sob a coordenação de Sandra Mor. Suas interpretações provocaram calorosos aplausos, tal foi a beleza apresentada. A mesa das autoridades foi formada por Carlos Junges, Presidente da Sociedade Espírita A Caminho da Luz; Mirian Ester Theisen, Diretora do Educandário Thales Theisen; Ênio Medeiros, Presidente da Associação Espírita Francisco de Assis; e Divaldo Pereira Franco, convidado de honra e conferencista da noite.
A Diretoria da Sociedade Espírita A Caminho da Luz parabenizou a Associação Espírita Francisco de Assis. O Educandário Thales Theisen acolhe, atualmente, vinte e cinco crianças de três a seis anos desde o dia 15 de maio de 2015.
Divaldo Franco, educador por excelência, utilizando-se dessa sentença, entre outras: Toda vez que se abre uma escola, fecha-se uma penitenciária, de Victor Hugo, de 1882; e outra de Amélia Rodrigues que diz: Educar é salvar vidas, construindo uma sociedade melhor, destacou a importância da educação na construção de uma humanidade mais responsável. Igualmente frisou a impressionante dedicação do Professor Hyppolite Léon Denizard Rivail.
Historiando os acontecimentos de Século XIX, Divaldo Franco apresentou os fatos que despertaram a atenção para os fenômenos espirituais e aqueles outros que enalteciam o materialismo dialético, chegando na fenomenal codificação da Doutrina Espírita, discorrendo sobre cada uma das obras que a compõe, salientando que a Doutrina Espírita é educadora.
Enaltecendo os eminentes educadores Johann Heinrich Pestalozzi Maria Montessori, oSemeador de Estrelas, Divaldo Franco descreveu a saga de sucesso de uma mulher negra, filha de escravos da Carolina do Norte/EUA. Era Mary Jane Mac Leod Bethune, que vencendo todo o preconceito e aceitando oportunidades que lhe foram dadas, saiu do analfabetismo para tornar-se uma educadora de reconhecido sucesso. Mary Jane educou mais de dez milhões de negros, fundando inúmeras escolas, uma universidade e uma faculdade de medicina. Mary Jane é um marco na educação mundial.
Fazendo referências a Thales Theissen, Pestalozzi, Montessori, Francisco de Assis e Jesus, o maior Mestre em Educação, o dedicado conferencista apresentou caminhos de sucesso e de estímulo, pois que, no futuro a humanidade da Terra estará liberta de determinadas mazelas sociais e de saúde. É um momento de transição, hoje abre-se uma escola para se fechar mais adiante uma penitenciária. Com o Poema de Gratidão, de Amélia Rodrigues, Divaldo encerrou sua conferência, encantando e cativando o público que, em gratidão, aplaudiu-o calorosamente, de pé.
Todos, envolvidos em dúlcidas harmonias e esperanças, acompanharam, no hall, o descerramento da placa inaugural.
Pela manhã os amigos de Santa Cruz do Sul receberam Divaldo e equipe para um encontro fraternal e familiar, coroado em um almoço primoroso. À noite, Divaldo e convidados foram recebidos para um suculento jantar.
    Texto: Paulo Salerno
    Fotos: Jorge Moehlecke
(Recebido em email de Jorge Moehlecke)



Divaldo Franco - 8º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul Gramado, RS

03-10-2015.

Divaldo Franco no Rio Grande do Sul - 8º Congresso Espírita
Gramado – 03 de outubro
Na tarde de 03 de outubro de 2015, Divaldo Franco voltou a expor no 8º Congresso Espírita/RS, que vem se realizando no Centro de Eventos Serra Park. O tema do seminário foi Sexo e Sociedade.
Divaldo Franco, utilizando-se de sua verve característica, citou, à luz de sua própria emoção, a sentença de Mohandas Karamchand Gandhi, mais conhecido como Mahatma Gandhi, líder da independência da Índia, que asseverava: todo aquele que conseguisse atingir o mais elevado nível de amor seria capaz de neutralizar o ódio de milhões de criaturas humanas.
Divaldo Pereira Franco, empolgante e cativante, abordando o tema em tela, e para demonstrar a importância e a compreensão sobre o assunto, utilizou-se da classificação desenvolvida por Peter Ouspensky, discípulo de Gurdjieff, classificando a humanidade em dois grupos. O primeiro, formado pelas pessoas fisiológicas, em maior número, são as que se encontram no nível de consciência de sono, alimentam-se, dormem e procriam. O segundo, composto pelos indivíduos psicológicos, em menor número, formado pelos que estão com a consciência desperta. São os que, além das três atividades dos primeiros, também amam, são solidárias, caridosos, transcendentes.
Emilio Mira y Lopes, sociólogo, médico psiquiatra e psicólogo, destacou o orador, afirma que a criatura humana difere dos outros animais, por que possui cinco características: 1. Personalidade; 2. Conhecimento; 3. Identificação; 4. Consciência; e 5. Individuação. Cada uma dessas característica foram desdobradas por Divaldo Franco, ampliando o conhecimento. Utilizando-se de um exemplo, narrou a história de um jovem que tentava vencer-se a si mesmo e os seus fortes apelos sexuais. Essa história está contida no livro Sexo e Consciência, baseado em temas abordados por Divaldo Franco, ao longo de muitos anos. Obra organizada por Luiz Fernando Lopes, proporciona lições e esclarecimentos de grande valor para uma inspiradora aprendizagem.
Apresentando, também, a excelência do Espiritismo, que permite ao homem alcançar patamares mais elevados de consciência desperta, Divaldo Franco destacou que nessa data, 03 de outubro, nascia, no ano de 1804, o ínclito codificador da Doutrina Espírita Allan Kardec, pseudônimo de Hypolite Léon Denizard Rivail. Na atualidade, o homem, em grande número, encontra-se no período do erotismo, onde busca, com tormentos, o desfrutar das sensações sem nenhuma vinculação com o amor sublime. A falta de consciência na prática do sexo leva milhões de seres humanos aos mais diversos transtornos afetivos. O sexo deixou o departamento genésico para subir à cabeça e tornar-se o condutor de incontáveis existências. Está na hora de voltarmos a praticá-lo saudavelmente, afirmou o inolvidável orador.
É necessário que o ser humano, sublimando a função sexual, direcione-se para a solidariedade, a fraternidade, o doar-se ao seu semelhante. A função do sexo é atividade sublime, geradora de emoções. O sexo deve ser acompanhado de consciência, dignificando-o. É uma bênção que Deus deu ao homem para reconstruir as forças, cabendo a cada um educar as suas funções sexuais. É, igualmente, fonte de intercâmbio de energias.
Finalizando, retomou a frase inicial desse seminário: todo aquele que conseguisse atingir o mais elevado nível de amor seria capaz de neutralizar o ódio de milhões de criaturas humanas. Durante todo o seminário Divaldo se utilizou da técnica do riso, ou risoterapia, levando o público a rir em diversos momentos. O tema, assim, tornou-se mais ameno e de grande proveito, pois que o público, reconhecido, o aplaudiu de pé, freneticamente. Respirava-se no local a paz e a harmonia.
    Texto: Paulo Salerno
    Fotos: Jorge Moehlecke
 


Divaldo Pereira Franco no 8º. Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. Gramado, RS

02 de outubro de 2015 - Abertura

Abertura do 8º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul no Centro de Eventos Serra Park.
A Orquestra Sinfônica de Gramado, sob a Regência do Maestro Bernardo Grings, executou lindas sinfonias que encantaram o público, que interagindo, acompanhava com palmas, participando ativamente desse momento de enlevo.
Estando a mesa diretiva do Congresso composta pelo Presidente da Federação Espírita Brasileira – FEB -, Jorge Godinho Barreto Neri; pela Presidente da Federação Espírita do Rio Grande do Sul – FERGS - Maria Elisabeth da Silva Barbieri, e sua Diretoria Executiva; pela Secretária de Turismo de Gramado, Rosa Helena Volk, representando o Prefeito Nestor Tissot; por diversas lideranças espíritas municipais, estaduais e nacional; e naturalmente pelo orador Divaldo Pereira Franco, médium espírita e conferencista de Salvador/BA, teve início, oficialmente, o 8º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul no Centro de Eventos Serra Park, ao entardecer do dia 02 de outubro de 2015.
A Presidente da FERGS, acolhendo o público, saudou-o, informando que estavam no Congresso que ora se iniciava, inscritos residentes nos vinte e sete Estados Brasileiros; e representantes do Uruguai, da Argentina e de Cuba. O tema central do Congresso é: O Amanhecer de uma Nova Era: Colhendo Esperanças e Consolações. Divaldo Franco, o Embaixador da Paz e da Bondade, proferiu a conferencia de abertura historiando fatos ocorridos e seus personagens no período que antecedeu a vinda do Cristo à Terra.
Esse período foi de preparação, que sob o império de Caio Júlio César Otavio – o Otaviano -, primou pelo desejo de governar com ética, com moral, envidando esforços por construir a paz no Império.  Naquele período a Terra estava estabelecendo uma trégua com os grandes conquistadores. Preparava-se, portanto, o nascimento de Jesus. Logo a história segue seu curso com as ações de Herodes, O Grande, um dos homicidas seriais da época.
Delineado o período, nasceu Jesus em uma noite estrelada de abril em uma singela estrebaria. Jesus teve a coragem estabelecer o exercício do amor como nenhum outro logrou fazer, psicoterapeuta por excelência, suas ações dividiram a história da humanidade, como assevera Ernest Renan, que o classificou como um homem incomparável. As ações de Jesus representavam, então, o início da saída da noite escura em direção ao dia banhado pela luz solar potente.
Na casa de Simão Bar Jonas, a beira do Mar da Galileia, Jesus atraiu uma multidão, como de hábito, ávida por curas e milagres. Dentre os muitos estropiados encontrava-se o paralítico Nathanael Ben Elias. Depois de esforços, foi levado a presença do Mestre Nazareno, que inquirindo sobre o desejo de curar-se, e olhando-o com ternura e compaixão, concedeu-lhe o solicitado. Nathanael, exultante, após esforços, ergueu-se e passou a andar após quase vinte e um anos sem movimentar-se.
Outras inúmeras curas foram realizadas naquela memorável assembleia na casa de Simão Bar Jonas, que entusiasmado pela presença do Meigo Rabi em sua casa e as curas ali operadas, notou que Jesus estava cansado. Interrompeu as atividades e levou o Mestre a sentar-se sobre uma pedra na beira do Mar da Galileia. Simão percebeu a tristeza no semblante do Rabi.  Indagado, responde que chorava de compaixão, de tristeza por alguns dos recém curados, como Nathanael, que a título de fazer o que não podia durante a paralisia, se deixou perder nos prostíbulos. Simão, disse Ele, eu não vim para colocar remendos novos em panos velhos e rotos, nem colocar vinho novo em odres velhos e sujos.
Divaldo, continuando sua narrativa histórica, apresentou a caminhada da humanidade até os dias atuais, demorando-se um pouco mais nas narrativas referentes ao advento da Doutrina Espírita, suas obras e conteúdo.  Destacou que a dor é a gentil escultora da plenitude, é uma bênção. Salientou, como fizera no início de sua conferência, que os dias de hoje são como aqueles que precederam a chegada do Mestre Nazareno. A violência em todos os níveis sociais, intelectuais, desvios de caráter ético-morais, foram as características daquele passado e que ora a humanidade atual experimenta.
Preparando a finalização da conferência, Divaldo Franco, o Semeador de Estrelas, narrou as Bem-aventuranças, fazendo o encerramento com o Poema da Gratidão. O público, tomado por um sentimento de plenificação e enlevo, aplaudiu o conferencista de forma calorosa, de pé, reconhecendo o trabalho esclarecedor, consolador e portador de esperanças.
    Texto: Paulo Salerno
    Fotos: Jorge Moehlecke
 

Registro. Divaldo Franco no Rio Grande do Sul - 8º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. Gramado, RS

02 de outubro de 2015.
No período matutino, Divaldo Franco visitou o local onde se desenrola o 8º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, o Centro de Eventos Serra Park. Acompanhado pela Presidente da Federação Espírita do Rio Grande do Sul, a Sra. Maria Elisabeth da Silva Barbieri, percorreu o espaço de comercialização de livros expostos de diversas editoras, a área de recepção, o auditório, os ambientes dedicados a exposições temáticas, participando de uma reunião privativa com a Diretoria da FERGS. Finalizando a visita, Divaldo almoçou no local, um amplo espaço dedicado às refeições, acompanhado pela Presidente Bete Barbieri e demais voluntários, que desde há vários dias encontram-se em faina frenética.
 Texto: Paulo Salerno
 Fotos: Jorge Moehlecke
(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

Registro: Divaldo Pereira Franco no 8º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. Gramado, RS

Divaldo Franco no Rio Grande do Sul - /RS
Gramado – 1º de outubro de 2015
Em sua característica habitual, não se permitindo ficar inativo com relação ao Espiritismo, Divaldo Franco, médium e orador espírita, semeador de escol, aproveitou parte da manhã do dia 1º de outubro para conceder, a convite, uma entrevista para a TVFERGS, a TV da Federação Espírita do Rio Grande do Sul, abordando temas diversos.
No final da tarde, início da noite, o Paulo de Tarso dos dias atuais, apresentou-se no Palácio dos Festivais para proferir a conferência O Céu e o Inferno à Luz do Espiritismo. A Presidente da FERGS, Maria Elisabeth da Silva Barbieri, saudou os participantes destacando a alegria em recebe-los, desejando que os corações sejam aquecidos e as almas refletas de esclarecimentos e consolações.
Divaldo Franco apresentou uma panorâmica histórica, notadamente na França, onde alguns pensadores e líderes políticos, após a Revolução Francesa de 1789, decidiram abandonar a ideia de Deus, a sua existência, adotando o materialismo. Já no Século seguinte, o XIX, o Século das Luzes, a humanidade viu florescer o crescimento científico, e grandes nomes de pensadores, artistas, filósofos, cientistas, como Paul Pierre Broca, médico, anatomista, descobridor do centro de uso da palavra no cérebro humano, e tantos outros dedicados pesquisadores como o fisiologista Jean-Martin Charcot, médico e cientista francês, professor no Hospital da Salpêtrière, em Paris/França, foram apresentando respostas para indagações antigas.
De um lado florescia a ciência, cética, fria, de outro, a humanidade recebia em 1804 aquele que mais tarde seria conhecido como Allan Kardec, apresentando e desenvolvendo a ciência Espírita a partir do ano de 1857, com o lançamento de O Livro dos Espíritos. Adentando-se pelo Século XX, o conhecimento científico continuou a se ampliar, beneficiando a humanidade, ensejando que novos conceitos fossem sendo mudados nas artes, no conhecimento em geral, principalmente após a Segunda Guerra Mundial.
O Materialismo ganhava a Terra, porém Jesus permanecia em germe na intimidade dos seres. O sentimento transcendente foi perpassando a dura barreira do academicismo materialista e se instalando na mente de homens iluminados e as duas grandes áreas – ciência e espiritualismo – trilham seus caminhos em busca de respostas cada vez mais esclarecedoras. A mensagem cristã, tocando de forma indelével a criatura humana, sedimenta-se, oportunizando-lhe conquistas inigualáveis no campo da elevação moral.
Tocando os corações, Divaldo narrou a comovente história vivenciada pela família Stanford, da Califórnia/EUA, no início do Século XX. Com a morte de seu filho Leland, sua mãe transformou-se radicalmente, desfazendo-se de seu patrimônio em favor dos necessitados, principalmente os órfãos, fundando, também, a Universidade Stanford.
O céu e o inferno são estados de consciência. O estado de plenitude, de individuação, o sentido da vida, a plenitude de possuir o reino dos céus no íntimo é viver no céu. Os tormentos nos situam no inferno. Que cada um saiba viver segundo a doce ternura de Jesus Cristo, pensando nos céus de esperanças que aguardam o ser humano, desenvolvendo o sentimento de gratidão a Deus, não postergando a felicidade.
A dor é uma bênção que faz com que as infrações a Lei Divina sejam corrigidas. As palavras incentivadoras, e finais, do Embaixador da Paz no Mundo, Divaldo Franco, foram no sentido de exortar a criatura humana a fazer todo o bem possível, ser solidário para não ser solitário. Após proferir o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, Divaldo Franco foi calorosamente aplaudido, ficando o público de pé, agradecendo-lhe as lídimas palavras de exaltação ao bem, ao amor e a vida.
    Texto: Paulo Salerno
    Fotos: Jorge Moehlecke
(Informações recebidas em email de Jorge Moehlecke)

Mensagem psicofônica: “Exortação ao Amor”

Médium: Divaldo Franco/ Espírito: Bezerra de Menezes
 
Divaldo Franco/Bezerra de Menezes
Todos vós, que tendes a honra de conhecer o Evangelho de Jesus, parai por um momento e reflexionai.
A vida tem um sentido ético-moral de profundidade.
O fenômeno vegetativo pertence à organização material. Somos seres imortais, mesmo quando a desencarnação posterga o momento da chegada, anuncia que virá logo mais, e arrebatando-nos para o país da consciência livre, esse ser angélico que é a morte libertadora, fará que, no exame de consciência, repassemos os nossos atos pregressos numa maravilhosa manifestação de lembranças que nos darão a plenitude ou o tormento.
Filhos da alma! Tendes conhecimento dos valores da vida. Não vos encontrais no planeta terrestre por capricho do acaso, mas, graças a uma Causa consciente, que é a Divindade, e criou-vos para a glória estelar.
Se caminhais pelas ínvias estradas do mundo sob chuvas de dores bendizei-as; se marchais sobre pedrouços e tendes os pés crivados de espinhos, bendizei a dor, agradecei a Deus a dádiva da purificação espiritual.
Nascestes para a glória de vossa existência.
Amai quanto puderdes, amai um grão de areia que pode refletir uma estrela ou o luar em grande plenilúnio; servi, porque o serviço é a característica da inteligência, desde os fenômenos mais primários da domesticação até os mais sublimes da integração da criatura com o Criador.
O serviço é a paz de Deus deslocando-se, desdobrando-se para o reino dos Céus.
Ide para os vossos lares e levai a certeza de que a vossa vida deve experimentar essa profunda mudança para o amor, para verdade, para a Vida em si mesma
Em nome de vossos Espíritos guias e das Entidades venerandas que aqui estão conosco, dos Espíritos-espíritas, rogamos a Deus que vos abençoe, que nos abençoe, com os melhores votos de ternura e paz.
Do servidor humílimo e paternal de sempre,
Bezerra de Menezes,
(Mensagem recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, no encerramento da conferência proferida em 27 de setembro de 2015, na Instituição Assistencial e Educacional Amélia Rodrigues, em Santo André, SP.)

            Abraço-Jorge Moehlecke


(Texto recebido em email de Jorge Moehlecke)
VERSÃO EM ESPANHOL POR MARTA GAZZANIGA

Exhortación al Amor -
Mensaje del Espíritu Bezerra de Menezes
a través de la psicofonía de Divaldo Franco.

Divaldo Franco/Bezerra de Menezes

Todos vosotros, los que habéis sido honrados con el conocimiento del Evangelio de Jesús, deteneos un momento y reflexionad.
La vida tiene un sentido ético-moral profundo.
El fenómeno vegetativo pertenece al organismo material. Somos seres inmortales, e incluso cuando la desencarnación posterga el momento de su llegada, anuncia que vendrá a la brevedad y nos conducirá al país de la conciencia libre, ese ser angelical que es la muerte liberadora; que mediante el examen de la conciencia, hará que revisemos nuestros actos precedentes a través de una maravillosa manifestación de recuerdos, que van a concedernos la plenitud o el tormento.
¡Hijos del alma! Tenéis conocimiento de los valores de la vida. No os encontráis en el planeta terrestre por un capricho del acaso, sino gracias a una Causa consciente, que es la Divinidad, que os ha creado para la gloria estelar.
Si avanzais por caminos intransitables del mundo bajo lluvias de dolores, bendecidlas; si marchais sobre montones de piedras y vuestros pies están perforados por espinas, bendecid al dolor y agradeced a Dios la dádiva de la purificación espiritual.
Habéis nacido para el esplendor de vuestra existencia.
Amad cuanto podáis; amad incluso a un grano de arena, que puede reflejar una estrella o la luz de la luna en un magnífico plenilunio; servid, porque el servicio es la característica de la inteligencia, desde los fenómenos más primitivos de la domesticación hasta los más sublimes, de la integración de la criatura con el Creador.
El servicio es la paz de Dios, que se desplaza y se despliega hacia el reino de los Cielos.
Id a vuestros hogares y tened la certeza de que vuestra vida debe experimentar ese profundo cambio hacia el amor, hacia la verdad, hacia la Vida en sí misma.
En nombre de vuestros Espíritus guías y de las Entidades venerables que aquí están con nosotros, los Espíritus-espíritas, rogamos a Dios que os bendiga, que nos bendiga, con los mejores votos de ternura y paz del servidor humildísimo y paternal de siempre,
Bezerra de Menezes.

(Mensaje recibido por el médium Divaldo Pereira Franco, en el cierre de la conferencia pronunciada el 27 de septiembre de 2015, en la Institución Asistencial y Educacional Amélia Rodrigues, en Santo André, San Pablo, Brasil.)

 Abrazo - Jorge Moehlecke

(Tradução recebida em email de MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])


Registro. XXIX Encontro Fraternal com Divaldo Pereira Franco Santo André, SP

27-09-2015

Neste domingo, dia 27 de setembro, o médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco participou do XXIX Encontro Fraternal na cidade de Santo André/SP. O evento ocorreu durante todo o dia na sede da Instituição "Amélia Rodrigues" e contou com um público de cerca de 4000 pessoas.

No período da manhã, das 9h às 12h, Divaldo realizou um minisseminário sobre o amor.

Como preâmbulo do tema central, o médium recorreu às propostas dos eminentes psiquiatras Viktor Frankl e Carl Gustav Jung que ressaltam a necessidade de a criatura humana eleger um sentido psicológico profundo para a sua existência e vivenciá-lo ao longo da jornada carnal. A denominada terapêutica do sentido da vida seria indispensável para que todos pudéssemos ter resistências morais para os embates do dia-a-dia. Nesse sentido, surgiria o amor como o mais excelente e eficiente sentido existencial para uma vida saudável, de equilíbrio, pacífica e feliz. O amor, na sua manifestação mais ampla, seria, de fato, a solução para todas as intrincadas problemáticas do ser humano.

Analisando a interação mente-corpo ou, ainda, Espírito-perispírito-corpo físico, a tríade que compõe o ser reencarnado, foi explicado que cada indivíduo é um universo em si, que deve ser descoberto, compreendido e cuidado, e que todas as manifestações de nosso ser iniciam-se no pensamento. De modo a corroborar esse ensinamento espírita,  Divaldo falou das pesquisas dos Drs. David Bohm e Stewart Wolf, ambos físicos quânticos, que afirmaram que os pensamentos e as emoções influenciam os eventos quânticos, gerando, inclusive, alterações na forma de nosso DNA. Pensamentos e emoções negativos deformariam o nosso DNA e comprometeriam a nossa atividade imunológica, levando-nos a estados de doença, enquanto que os pensamentos e as emoções superiores teriam um efeito fomentador do equilíbrio e da saúde integral em nós. O equilíbrio de nosso universo particular, tanto quanto do universo infinito, estaria fundado na lei de Amor.

Avançando em suas reflexões em torno do tema, Divaldo discorreu sobre a "lei de Amor", conforme as instruções espirituais contidas no capítulo XI de "O Evangelho Segundo o Espiritismo", elucidando que no início de nosso processo evolutivo na condição humana vivemos mais instintivamente, mas que na medida em que ocorre o nosso progresso intelecto-moral, desenvolvemos as sensações, as emoções e, finalmente, os sentimentos nobres, cuja culminância é o sentimento do amor universal. Isso dar-nos-ia uma compreensão mais profunda a respeito de nosso estágio evolutivo e de como experimentamos o amor em nossas vidas, ou seja, ainda numa condição mais instintiva, sensorial, sexual.

Nesse ponto do seminário, o enfoque foi sobre o amor de natureza sexual e as experiências humanas nesse contexto. Foi demonstrado como o amor sexual ainda tem primazia na vida da maioria das criaturas humanas, muitas vezes em detrimento do amor espiritual, ficando isso evidente quando, na História da Antiguidade Clássica, encontramos as figuras mitológicas dos deuses Eros e Cupido, os quais, de alguma forma seguem idolatrados por grande parte da sociedade contemporânea. Divaldo abordou os tormentos do sexo em desalinho, os desvios da libido e a terapêutica espírita para a condução equilibrada das forças sexuais, que, segundo destacou, devem ser aproveitadas sim, porque divinas, mas dentro de uma conduta moral muito séria, a fim de que possam proporcionar-nos a plenificação espiritual. 

Retomando a sua fala inicial, Divaldo concluiu o seminário reafirmando que o Amor, esse sentimento sublime e que foi ensinado e vivenciado de maneira incomparável por Jesus, é a solução para todos os males, conflitos e crises da Humanidade; que devemos eleger o Amor , incluindo-se nessa proposta o auto-Amor, como a meta essencial para a nossa existência, insistindo, sem tréguas, nesse ideal redentor, que nos conduzirá aos estados interiores de alegria, segurança e paz.

No período da tarde, houve várias apresentações musicais e também um período de algumas horas em que Divaldo Franco esteve à disposição de um imenso público para autógrafos e cumprimentos.

No início da noite, às 18h, o médium retornou ao palco principal para a conferência de encerramento do encontro.

Suas primeiras colocações foram no sentido de que a manifestação excelente do Amor constitui o grande desafio de todas as pessoas. Conforme esclareceu Divaldo, a Terra é um planeta que serve para experiências reencarnatórias de Espíritos ainda não muito desenvolvidos sob os aspectos moral e espiritual. Isso explicaria por que todos trazemos tantas heranças negativas de existências passadas, conflitos psicológicos profundos, hábitos e paixões inferiores de difícil superação. Considerando o processo de evolução espiritual, ainda estaríamos mais próximos do estágio dos instintos e das sensações, do que do estágio dos sentimentos nobres, da vivência do amor universal, da razão e da intuição.  Todos esses aspectos ainda inferiores de nosso ser constituiriam a nossa sombra, segundo o pensamento do psicanalista americano Dr. James Hollis. A nossa tarefa na Terra, portanto, seria a de trabalharmos para que essa sombra fosse iluminada e, assim, diluída, num processo conhecido como individuação.

Essa proposta do Dr. James Hollis estaria perfeitamente concorde com a orientação da Psicologia Espírita, porquanto, ao definir o verdadeiro espírita ou o verdadeiro cristão, Allan Kardec referiu-se à necessidade imperiosa de os indivíduos empreenderem todos os esforços possíveis para se transformarem moralmente para melhor e evitarem ser arrastados por suas más inclinações.
Divaldo esclareceu que para a realização desse processo de individuação - ou transformação moral para melhor-, é necessário que nos utilizemos das ferramentas do amor e do autoamor, conforme recomendação terapêutica de Jesus, exarada no amor a Deus sobre todas as coisas e ao próximo, assim como a si mesmo. É fundamental, segundo o médium, que na viagem do autodescobrimento utilizemo-nos do amor para que não sejamos os carrascos de nós mesmos, num comportamento autopunitivo, e nem nos tornemos coniventes com os próprios erros, porque o autoamor nos convida ao dever de nos melhorarmos de pouco a pouco, para que nos libertemos do sofrimento.

Para ilustrar o poder transformador do amor, foi narrada uma comovente história de uma jovem ludibriada por seu namorado e que acabou nas malhas terríveis da prostituição sexual. Essa jovem, após ouvir uma palestra espírita, na qual fora narrada a vida de Maria Madalena, foi tocada profundamente pelo exemplo de transformação radical da ex-meretriz de Magdala e, por sua vez, sentindo o poder de atração do amor de Jesus, decidiu-se por abandonar definitivamente a vida de meretrício, posteriormente consorciando-se e tendo catorze filhos, sendo alguns adotivos, demonstrando que não importa o nosso passado, mas sim o que fazemos de nossas vidas no presente. O amor, esse "sol interior que reúne em seu foco ardente todas as aspirações sobre-humanas", seria, sem dúvida, a mais poderosa força de transformação e sublimação de vidas.

Na conclusão da conferência, utilizando-se da mediunidade psicofônica com transfiguração de Divaldo, Dr. Bezerra de Menezes (Espírito) ofereceu belíssima e profunda mensagem a todos os presentes, afirmando que trazemos em nós uma chispa divina, que é a própria presença de Deus na criatura humana. Dirigindo-se aos espíritas-cristãos, Dr. Bezerra falou da honra de conhecemos o Evangelho de Jesus e da imensa responsabilidade que paira sobre nós em virtude desse conhecimento, porquanto já estamos conscientes de que a nossa vida deve ter um sentido ético-moral muito profundo e que a existência terrena deve ser bem aproveitada no cumprimento de nossos deveres morais, a fim de que, quando a morte física nos arrebatar do corpo, a nossa consciência esteja tranquila e não experimentemos as angustiantes perturbações dos que malbaratam a oportunidade reencarnatória. O nobre benfeitor espiritual concluiu sua mensagem dizendo que todos fomos criados para a glória estelar e que devemos bendizer as dores e a agradecer a dádiva da purificação espiritual, amando o quanto pudermos e servindo o quanto possível, porque o serviço ao próximo representa a própria paz de Deus em nós.

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Jorge Moehlecke



(Recebido em email de Jorge Moehlecke)


Agenda de Divaldo Pereira Franco Outubro/2015

OUTUBRO DE 2015

· 01 a 03/10/2015
Congresso da Federação Espírita do Rio Grande do Sul, em Gramado
· 04 e 05/10/2015
Santa Cruz do Sul
· 06 a 08/10/2015
Buenos Aires (Argentina)
· 11 a 12/10/2015
Congresso SEERJE, no Rio de Janeiro
· 15 a 18/10/2015
Encontro com Divaldo no IBEROSTAR, na Praia do Forte, em Salvador (BA)
· 23 a 25/10/2015
Congresso Sul Americano em Santiago (Chile)
· 31/10/2015
Maceió (AL)
(Copiado do site http://www.mansaodocaminho.com.br/divaldo-franco/agenda.php)

Registro. 1o. Movimento Você e a Paz da cidade de São Paulo, Brasil.

Neste sábado, 26 de setembro, ocorreu o 1o. Movimento Você e a Paz da cidade de São Paulo. O evento, que foi promovido pela Associação de Desenvolvimento Espiritual Reencontro, teve lugar no Parque Sabesp "Jornalista Fiori Gigliotti",  na Mooca, zona leste da capital, e contou com a presença de cerca de 2000 pessoas.

O Movimento Você e a Paz é uma atividade sem caráter religioso ou político, idealizado e criado por Divaldo Pereira Franco e mobilizado pelo ideal de uma vivência pacífica entre as criaturas humanas. Foi iniciado em 1998, em Salvador/BA, e hoje já se encontra em mais de 200 cidades brasileiras e 15 países, de diferentes continentes.

A partir das 14 horas, foram realizadas diversas atividades com as crianças, como piscina de bolinhas, cama elástica, pintura artística facial, desenhos para colorir e outros. Às 16 horas, apresentaram-se a Fanfarra infantil da obra social "Dom Bosco", de Itaquera, o grupo folclórico indígena e a Orquestra de Cordas Laetare, com a regência de Muriel Waldman.

A cerimônia foi oficialmente aberta às 17 horas, com a execução do Hino Nacional Brasileiro pela Banda da Polícia Militar de São Paulo e, na sequência, balões brancos, representando a paz, foram soltos por todos os presentes, compondo um belo espetáculo de formas e movimentos no céu do parque. Vale ressaltar que esses balões eram de material biodegradável, não prejudicando, portanto, o meio-ambiente.

O ator e diretor de teatro Odilon Wagner, na condição de mestre de cerimônia do evento, convidou a Senhora Lu Alckmin, representando o Excelentíssimo Governador do Estado de São Paulo, o Senhor Geraldo Alckmin, a subir ao palco. Juntaram-se a ela os palestrantes e líderes religiosos Alexandre Caldini, representando o Espiritismo, Heródoto Barbeiro, representando o Budismo, Sheikh Jihad Hassan Hammadeh, representando o Islamismo, Cônego José Bizon, representando o Catolicismo, e o médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco, idealizador e criador do Movimento Você e a Paz.

Convidado à palavra, Jonas Pinheiro, presidente do "Reencontro", falou de sua imensa alegria pela realização desse movimento na capital paulista e agradeceu, comovido, às centenas de voluntários, parceiros, apoiadores e patrocinadores do evento. Jonas falou também da inauguração do monumento "Você e a Paz" na praça do Parque Sabesp e da "Cápsula do Tempo", uma urna na qual serão depositadas mensagens e compromissos de paz e que somente será aberta no ano 2045.

Na sequência, foram entregues os troféus "Você e a Paz" pelas mãos de Divaldo Franco a diversas instituições, empresas e pessoas contempladas nas categorias "Instituições Que Realizam a Paz", "Empresas Que Viabilizam a Paz" e "Personalidades Que Se Doam".

Para falar sobre a paz, foi chamado à tribuna o Cônego José Bizon, representante do Catolicismo, que evocou as palavras do salmo 133 para iniciar sua mensagem: "Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união." Ele destacou que é necessário que haja paz na Terra, mas que isso deve começar no íntimo de cada ser humano. Afirmando que a paz é uma proposta perfeitamente viável, esclareceu que ela surge a partir da justiça bem realizada na sociedade.

Após, Alexandre Caldini, representante do Espiritismo, propôs que a paz deve começar no cadinho do lar, onde os desafios da convivência familiar nos exigem enormes cotas de renúncia, equilíbrio, reflexão, tolerância e diálogo. Foi também recordada a admoestação de Jesus "vigiai e orai", a fim de que cuidemos especialmente de nossos pensamentos, fonte geradora de todo bem e de todo mal. Caldini falou do perdão e da gentileza como recursos fomentadores da paz interior.

 Então, foi a vez do Sheikh Jihad Hassan Hammadeh, representante do Islamismo, apresentar a sua mensagem sobre a paz. A sua saudação inicial foi recomendando a paz de Deus a todos. Conforme esclareceu, o Islamismo prega que um dos atributos da divindade é a própria paz e que todo devoto de Deus deve, portanto, buscar viver retamente, cumprindo com os seus deveres, respeitando o seu próximo, sendo profundamente correto e justo. Concluiu suas reflexões afirmando que a paz é o fruto que se colhe da longa semeadura e do cultivo da justiça entre os homens.

Na sequência, Heródoto Barbeiro, representante do Budismo, falou sobre a proposta do príncipe Sidarta Gautama, o Buda, a respeito da paz. O Budismo, segundo ele, é a religião da prática e tem como um de seus princípios fundamentais "ahimsa", isto é, a não-violência, ou, a paz. Para alcançar-se a paz, seria necessário trilhar o denominado caminho do meio, que quer dizer o caminho do equilíbrio. A meditação, a viagem interior, a busca da espiritualidade verdadeira seriam meios indispensáveis para a conquista da autoiluminação e, por via de consequência, da paz interior.

Para o encerramento desse evento, o médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco foi convidado à palavra. Ele iniciou sua mensagem discorrendo sobre o "Manifesto 2000", proposto pela UNESCO. No ano 2000, aquela organização internacional elaborou um estudo profundo com especialistas a respeito de como poderia ser alcançada a paz no mundo. A conclusão foi a de que esse desiderato poderia ser conquistado sem grandes dificuldades, desde que os governos de todas as nações comprometessem-se a seguir os itens incluídos no manifesto. Curiosamente, todos os seus itens, de alguma forma, derivavam de ensinamentos ou recomendações das diversas religiões do planeta, versando sobre a ternura, a afetividade, o amor, a compreensão, a tolerância. Os seis itens seriam: preservar a paz, onde quer que ela se encontre; rejeitar a violência; ser generoso e tolerante; procurar ouvir para compreender; respeitar a natureza; e, finalmente, redescobrir a solidariedade. Divaldo recordou também que no mesmo ano 2000, na cidade de Nova Iorque, nos EUA, foi realizado o Primeiro Encontro Mundial de Líderes Religiosos, promovido pela Organização das Nações Unidas. Esse encontro contou com a participação de mais de mil líderes das principais religiões do globo, que ali discutiram os mais graves problemas da Humanidade, como a violência, a miséria, as guerras, o meio-ambiente, compondo-se, ao final, uma declaração mundial de paz, com os principais itens e recomendações desse conclave, que foi destinada aos governos de todos os países, a fim de que seguissem tais sugestões como medida de promoção da paz na Terra.

Para a compreensão da questão da violência, nas suas variadas expressões, Divaldo fez uma análise antropossociopsicológica da criatura humana, fundamentado nos estudos do psicólogo americano Dr. John B. Watson, que concluiu que as três primeiras emoções sentidas e desenvolvidas pelo homem foram, nesta ordem, o medo, a ira e o amor. Nesse sentido, apenas mais recentemente teríamos começado a experimentar, a sentir e a desenvolver o amor, sendo-nos mais comuns as manifestações do medo e da ira, esta última desdobrada em ódio, raiva, rancor, agressividade, violência.

O médium espírita também apresentou uma narrativa sobre o holocausto contida nos livros "Perdão Radical", de autoria de Brian Zahnd, e  "Os Girassóis", de Simon Wiesenthal, para falar sobre o perdão radical como um grande passo para a conquista da paz interior, esclarecendo que o perdão nada tem a ver com o esquecimento da ofensa, mas sim com a atitude positiva de não revidar o mal com outro mal. Divaldo explicou que o perdão das faltas alheias pode mais facilmente ser logrado se o ser humano atender ao apelo terapêutico de Jesus, quando anunciou que deveríamos amar ao próximo como a si mesmo. O autoamor conduz o indivíduo à compreensão de suas próprias limitações, de sua fragilidade e de seu potencial evolutivo, tornando-o mais tolerante e paciente consigo mesmo, e como consequência disso, o auto-perdão lhe surgiria mais naturalmente. E, ao reconhecer que é um ser humano frágil e com profundos conflitos e dificuldades de superação de sua inferioridade moral, passaria a olhar o seu próximo com um olhar mais tolerante também, mais amoroso, facultando-lhe isso o exercício do perdão aos outros com maior facilidade.

Concluindo a sua mensagem, Divaldo afirmou que a origem de todos os tipos de crise que o planeta está vivendo é a crise ético-moral dos seres humanos e que, por essa razão, é indispensável que promovamos a educação moral de nós mesmos, nas bases propostas no Evangelho de Jesus, a fim de que possamos vencer as nossas más paixões e pacificar o nosso mundo interior, dulcificando a alma e vivendo em paz, servindo e amando a todas as criaturas.

Com a declamação dos lindos e profundos versos do Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, o 1o. Movimento Você e a Paz de São Paulo foi encerrado em clima de emoção , alegria e , claro, muita paz nos corações, deixando a certeza de que um mundo melhor e pacífico é possível e começa dentro de cada um de nós.

Num grande coro de mais de 2000 vozes, a música tema do Movimento , "Paz pela Paz", de Nando Cordel, ecoou pelo parque, enviando a mensagem de paz de São Paulo para o mundo.

                      Texto: Júlio Zacarchenco
                       Fotos: Jorge Moehlecke
(Recebido em email de Jorge Moehlecke)