sexta-feira, 25 de maio de 2018

Divaldo Franco na Europa Bratislava/Eslováquia, 24 de maio de 2018

Conferência
No anoitecer de 24 de maio de 2018, foi a vez de a Eslováquia receber Divaldo Pereira Franco em sua bela capital Bratislava, onde o Espiritismo é muito pouco conhecido e divulgado. Cerca de quarenta pessoas aguardavam com grande expectativa a oportunidade de rever o incansável trabalhador do Cristo. Os amigos do grupo Verein für Spiritistische Studien Allan Kardec - VAK, de Viena, dedicados e incansáveis, se esforçam para manter um pequeno grupo de estudos da Doutrina Espírita, e sempre que Divaldo se encontra em Viena, estes amigos buscam promover o encontro em Bratislava visando fortalecer, e ampliar se possível, as sementes do Espiritismo naquele solo onde as pessoas guardam as marcas do sofrimento imposto pelo regime comunista.
Inicialmente o amigo Dr. Juan Danilo, dirigiu-se aos presentes apresentando-lhes o magnífico trabalho desenvolvido pela Mansão do Caminho, em Salvador/BA, fazendo com que todos pudessem ter uma ideia do imenso trabalho de dedicação e amor realizado pela nobre instituição.
O querido orador Divaldo Franco, que contou com a tradução do devotado amigo Josef Jaculak, vertendo para o idioma tcheco a conferência, discorreu sobre os possíveis caminhos para a felicidade. O Arauto do Evangelho e da Paz salientou que somente aquele que ama é imensamente feliz. O ego, muitas vezes, inibe a criatura humana de amar. O grande problema psicológico da atualidade é a falta de amor. Em verdade, os indivíduos possuem medo de amar, a menos que se trate de desejo, pois que confunde o sentimento de amor com as necessidades biológicas da libido.
Adentrou-se, também, o lúcido orador, pelos caminhos da mediunidade, e discorrendo sobre as suas próprias experiências adquiridas ao longo de mais de sete décadas convivendo com os Espíritos, facultou aos presentes a possibilidade de conhecer o vasto campo da mediunidade. Os que ali estavam, em sua maioria, jamais, ou raramente, tiveram a oportunidade de ouvir algo com tanta lógica, com tanta riqueza de detalhes contidas nas narrativas.
Era possível notar na expressão facial dos nativos daquele país, a alegria de poder estar ouvindo aqueles relatos enriquecedores, respondendo, por certo, às suas inquietações, desde a muito trazidas no íntimo. Que maravilha poder dar de beber a quem tem sede! Sede de conhecimentos, de vida, pois que esta é uma das características do Espiritismo, afinal, ele prova tudo o que diz.
A felicidade real afirmou Divaldo Franco, é a paz de espírito, é quando os indivíduos dominam as paixões inferiores, é quando domam os instintos animais e anelam, também, pela felicidade alheia, então sentem-se felizes, jubilosos. A Depressão foi outro ponto bem salientado pelo médium e orador espírita, particularmente no aspecto das influências espirituais negativas. Discorrendo sobre a reencarnação, questionou por que algumas pessoas são felizes na Terra, enquanto outras são desgraçadas, infelizes. Isto se dá pelos méritos alcançados na escala evolutiva de cada ser humano, tendo-se em vista que cada um recolhe a própria sementeira, e as reencarnações são oportunidades de construir trajetórias mais saudáveis e harmoniosas.
A imortalidade é vida, e alcançar a compreensão sobre ela é trabalhar para construir a própria felicidade. Conhecer torna-se um dever que todos devem abraçar. De alguma forma, afirmou o nobre seareiro do bem, os indivíduos estão procurando o sentido da vida, esse sentido é amar.
É interessante observar a forma alegre e jovial com que Divaldo aborda as temáticas propostas. Com sua enorme experiência, adquirida nestes mais de setenta anos de oratória, e de forma descontraída, faz com que todos relaxem através do riso, conduzindo, seguidamente, o público para tal mister. Através das várias décadas levando o espiritismo pelo mundo, Divaldo Franco sabe e conhece os variados costumes, o idioma, a alimentação, o clima em que a criatura humana está inserida, mas que em sua essência, ela é a mesma em toda parte do Globo. Ela chora, sofre e carrega seus conflitos e ansiedades, sem variar.
O “Trator de Deus”, como também é conhecido Divaldo Franco, expõe a mensagem do amor, fala às mentes, dirige-se à alma, e toca realmente os corações. Ao final, as pessoas retiraram-se bem diferentes de quando ali chegaram. Agora suas fisionomias estavam leves, descontraídas, alegres. Foram momentos de júbilo, de felicidade.
Texto e fotos: Ênio Medeiros
Revisão e adaptação: Paulo Salerno

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Divaldo Franco na Europa Viena, 22 de maio de 2018

Conferência
Na noite do dia 22 de maio de 2018, atendendo ao convite dos amigos queridos do Verein für Spiritistische Studien Allan Kardec - VAK, de Viena, que neste ano completa trinta anos de existência, fundado com o auxílio e sob orientação de Divaldo Franco, e retornando à bela Áustria, o experiente orador iniciou a temporada de atividades deste ano abordando a temática das mudanças no mundo, contando com o valioso auxílio de Edith Burkhard, que verteu a conferência para o idioma alemão.
Inicialmente o dedicado amigo Dr. Juan Danilo, que acompanha todo o roteiro pela Europa, saudou os presentes em nome da Mansão do Caminho, asseverando que, em sendo uma obra do amor em ação, vem desde a sua fundação contribuindo para que o mundo mude para melhor, educando para a vida.
Divaldo Franco, o Arauto do Evangelho e da Paz, fez um convite para uma mudança radical nas vidas de cada presente, buscando um sentido novo para nortear os pensamentos e ações. Estudando o processo antropológico da evolução, desde o período primitivo, passando pelo racional e chegando no intuitivo, onde o ser humano se encontra, se pode constatar, no entanto, que a história se repete, e os seres humanos aturdidos buscam fugir para lugar nenhum. Embora as altíssimas conquistas tecnológicas terem sido alcançadas, elas não capacitaram os indivíduos a confraternizarem-se uns com os outros. O ser humano prossegue com dificuldades para encontrar a paz.
O ilustre orador apresentou exemplos seus, adquiridos nesta longa trajetória dedicada ao bem, e a servir com amor, narrando vivências que tocaram profundamente, sensibilizando e incentivando a perseverar nestes mesmos caminhos. Se ele entendeu o chamado do Mestre de Nazaré, porque eu não posso, também, tomar estes caminhos? É a indagação que surge em nossas mentes, ouvindo os relatos deste trabalhador de Jesus, de forma tão simples e objetiva.
É responsabilidade de cada um, esclareceu Divaldo, criar as condições para ter dias melhores, buscar o bem, colaborar para a felicidade alheia e encontrar os irmãos “invisíveis”, isto, por incrível que pareça, produz um grande bem.
A lógica do Espiritismo, esclareceu o Arauto do Evangelho, mudou a sua vida, e proporcionou-lhe não apenas ser feliz, mas também poder levar esta felicidade de amar e servir, apresentando a luz, a alegria para milhares de pessoas, e para aqueles espíritos que no princípio lhe pareciam ser o caminho para a loucura. Hoje eles lhe auxiliam nesta grande missão de levar o amor, o esclarecimento e a paz pelo mundo.
Encerrando o belo trabalho da noite, o Embaixador da Paz, desejou que o amor preencha todos os lugares vazios do coração, que este amor se sobreponha a todas as ingratidões sofridas, porque a vida é um hino de amor que impulsiona a criatura humana para a plenitude.
Aplaudido de pé e intensamente, todos retornaram aos lares levando a mensagem de alegria e de amor nas mentes e nos corações. O semeador prossegue semeando as sementes da boa nova com muita alegria, determinação e grande amor pelo próximo, pois que escolheu o seu sentido para a vida, servir e amar sempre, incondicionalmente.
Texto e fotos Ênio Medeiros
Revisão e adaptação: Paulo Salerno

terça-feira, 22 de maio de 2018

Divaldo Franco na Europa Winterthur, 21 de maio de 2018

Conferência
Na manhã de segunda-feira, 21 de maio de 2018, encerrando as atividades doutrinárias na Suíça, Divaldo Franco realizou uma conferência, lotando o auditório, após o encerramento do seminário de Pentecostes. O dedicado trabalhador, apresentando as conclusões de Jung, fez judiciosas referências às sombras, às tendências negativas, à predominância do ego e, fazendo um exame das imperfeições humanas, asseverou ser necessário estabelecer a ligação entre o EGO e o SELF. Esse eixo, EGO-SELF, por onde os indivíduos transitam, somente será alcançado quando for atingido o estado numinoso de consciência, a plenitude.
Divaldo traçou um paralelo entre as bem-aventuranças e o episódio de Massada, um imponente planalto escarpado, situado no litoral sudoeste do Mar Morto. O local é uma fortaleza natural, com penhascos íngremes e terreno acidentado e que passou a história por não se render aos romanos, matando-se uns aos outros, todos as novecentas pessoas que ali se encontravam. Sempre teremos a imensa paisagem da humanidade formada pelo bom, pelo bem, pelas bem-aventuranças e, pelo outro lado, há a presença do mal, da morte, da ignorância, de Massada.
Discorreu, ampla e profundamente, sobre a figura incomparável do Mestre de Nazaré, apresentando-O de forma simples, para que todos pudessem compreender e trazer definitivamente Jesus para perto de si, como a um amigo com o qual se pode sempre contar. Referindo-se e analisando o paradoxo das religiões, que pelo fanatismo religioso provocou o maior número de guerras na humanidade, em contraste com os fatores econômicos e sociais, sempre em menor incidência, inclusive nos dias da atualidade, por absoluta falta do exercício do amor apregoado pelo Cristo. Auxiliando na compreensão dos ensinamentos de Jesus, e à luz da Doutrina Espírita, interpretou diversas vivências do Mestre Galileu sob a óptica da psicologia profunda.
Ao final do encontro, o querido orador, Divaldo Franco, apresentou palavras de conforto para aqueles que estão longe da sua Pátria, sofrendo saudades, confortando-os moralmente, incentivando a vitória sobre si mesmo, apresentando Jesus muito próximo, possível de ser alcançado, pois que é o amigo dos que sofrem.
Aplaudido intensamente, e de pé, o trabalhador do Cristo encerrou a jornada pela Suíça, despedindo-se de todos, porque a labuta prossegue e, Viena, na Áustria, já o aguarda. Segue, assim, o “jovem” agricultor de Jesus, porque a semeadura no solo ainda árido dos corações não pode parar, e ele sabe bem disto, divulgando a mensagem do consolador de forma sistemática, com alegria e destemor.
Texto e fotos: Ênio Medeiros
Revisão e adaptação: Paulo Salerno

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Divaldo Franco na Europa Winterthur, 20 de maio de 2018

Seminário Seja Feliz Hoje.
Na manhã do dia 20 de maio de 2018, domingo, dando prosseguimento com o seminário de Pentecostes, em Winterthur, na Suíça, Divaldo Franco iniciou discorrendo sobre a vida e a obra de Sócrates, o pai da filosofia, que também lecionava o autoconhecimento. Allan Kardec, afirmou Divaldo, utilizando-se da base dos conhecimentos Socráticos, e perguntando aos Espíritos sobre a forma mais eficaz para a evolução do ser humano, obteve semelhante resposta, indicando as diretrizes apontadas por Sócrates: o conhece-te a ti mesmo.
Mergulhando nos ensinamentos contidos nas obras básicas do Espiritismo, o Arauto do Evangelho trouxe inúmeras reflexões, através da filosofia, proporcionando uma ampla compreensão nestes intrincados caminhos da evolução. Hoje, com o avanço da ciência, a humanidade já dispõe do Holograma, e o homem, embora desejando uma filosofia do toque, da matéria, os Espíritos oferecem uma filosofia de ideias.
O que vemos não é como vemos, diz a física moderna, somos enganados por nossas sensações. Através destas sensações chega-se às emoções, que por sua vez, conduzirá a criatura humana a alcançar a intuição, eis aí a evolução do pensamento. Avançamos para a autoterapia, os médicos do porvir somente nos auxiliarão a bem direcionar o pensamento.
A filosofia da felicidade está centrada no amor, afirmou Divaldo. Viva, portanto, intensamente cada momento de sua vida, de forma que, ao encerrar esta etapa, possas repetir Confúcio: Quando chegastes, todos sorriram e tu choravas. Vives de tal forma, que ao retornares, quando todos chorarem tua partida, tu possas sorrir, pela paz de consciência conquistada por uma existência reta.
Citando o grande psiquiatra austríaco Viktor Frankl (1905-1997), criador da logoterapia, e que se tornou um símbolo da solidariedade, sobrevivendo aos campos de concentração nazistas, reforçava a necessidade de se ter um sentido psicológico, uma meta transpessoal na vida, evitando o vazio existencial. Divaldo ainda narrou a bela história do colar de diamantes, evidenciando que, em muitas oportunidades e ocasiões, o homem somente atribui real valor para o que possui quando perde. Observação: Para os detalhes desta bela história, consulte a obra O Colar de Diamantes, de Divaldo Franco, compilada por Délcio Carvalho.
O incansável trabalhador de Jesus, com bom ânimo, ainda respondeu diversas perguntas formuladas pelos presentes, dividindo sua enorme experiência de vida, afirmando que todos podem ser felizes desde a hora que desejar. Ao encerrar o seminário, era visível a emoção que envolveu a todos, tocados no íntimo pelas narrativas, pelo carinho deste peregrino do Cristo. Os efusivos aplausos que recebeu foram de gratidão, reconhecimento e de estímulos para prosseguir, intimorato, neste roteiro de luz pelo continente europeu.
Texto e fotos: Ênio Medeiros
Revisão e adaptação: Paulo Salerno

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

domingo, 20 de maio de 2018

Divaldo Franco na Europa Winterthur, 19 de maio de 2017

Na noite de sábado, 19 de maio de 2018, Divaldo Franco, atendendo ao convite dos amigos do Centro de Estudos Espíritas Allan Kardec – CEEAK, de Winterthur, na Suíça, participou de um encontro informal com os trabalhadores espíritas, uma oportunidade de elucidativas reflexões.
A exposição do tema ficou sob a responsabilidade do querido amigo Juan Danilo que discorreu sobre o inesquecível diálogo de Pedro com Jesus, questionando sobre o número de vezes que deveria perdoar as ofensas, adentrando-se na tão debatida questão do perdão, ainda pouco vivenciada. A proposta psicológica do perdão, afirmou Juan Danilo, é a mesma da reencarnação. Facilmente o indivíduo fica sem a relativa paz adquirida em razão da sua fragilidade moral, pelo passado de equívocos que carrega.
Descobrindo mais e melhor a sua realidade espiritual, a criatura humana deixa de reagir tanto e começa a agir um pouco mais pela compreensão alcançada, por mínima que seja. A reforma íntima, afirmou, requer um olhar aprofundado nas ferramentas que a codificação da Doutrina Espírita oferece. A fé raciocinada, a oração e o autoconhecimento são ferramentas oferecidas pelo Espiritismo.
Encerrando sua exposição, Juan Danilo afirmou que errar faz parte da vida dos indivíduos, porém, jamais deve desistir, afinal está caminhando, evoluindo, e todo aquele que caminha está sujeito a tropeços, buscando sempre se educar. Muito aplaudido pelos presentes que o receberam com alegria efusiva, o expositor os cativou através de sua abordagem simples e profunda.
Na sequência, Divaldo Franco passou a responder as questões formuladas sobre assuntos diversos. Suas respostas, enriquecidas com relatos riquíssimos, sensibilizaram pela beleza dos detalhes. A experiência de Divaldo é impressionante. Construída através de uma vida dedicada à divulgação e à vivência do Evangelho de Jesus, Divaldo Franco é um manancial caudaloso de conhecimento enriquecido por uma longa jornada que lhe permite falar ao coração. Assim foi encerrada a noite, após um longo dia de atividades. E o semeador? Saiu a semear...
Texto e fotos: Ênio Medeiros
Revisão e adaptação: Paulo Salerno

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

Divaldo Franco na Europa Winterthur, 19 de maio de 2018

Na manhã de 19 de maio de 2018, agora na Suíça, em Winterthur, Divaldo Franco iniciou o seminário anual de Pentecostes. Neste ano o tema foi “Seja Feliz Hoje”. Inicialmente foi projetado um vídeo sobre a vida e a obra de Divaldo Franco, em seguida a plateia foi agraciada com a bela voz de Mauricio Virgens, interpretando Ave-Maria, antecedendo a fala do querido orador.
Divaldo Franco, o Trator de Deus, segundo Chico Xavier, iniciou afirmando que a felicidade é uma ave ligeira que sempre voa de um lado para o outro, e quando pensamos possuí-la, ela escapa de nossas mãos e vai pousar mais adiante. Após esta introdução, o querido amigo Dr. Juan Danilo saudou os presentes e os internautas em nome da Mansão do Caminho, discorrendo sobre a doação e o amor que é dispensado a todos que buscam aquela veneranda instituição educacional, afirmando que amar e servir é, sem dúvida, o caminho para ser feliz.
Reassumindo a exposição, Divaldo optou por trazer narrativas de experiências próprias, apresentando a belíssima história do menino indiano Tamil, e de seu encontro com Sathya Sai Baba (1926-2010), guru indiano e um dos mais famosos e influentes líderes religiosos de seu país, evidenciando o amor em ação, e de como sementes do bem geram frutos de felicidade, tocando profundamente a todos. Realmente, e sem a menor dúvida, cada indivíduo pode plantar estas sementes de amor, porque é capaz, se assim o desejar.
A felicidade não são as breves alegrias, mas é a sementeira para toda a vida, por isto Jesus afirmou não ser a felicidade deste mundo, mas ela começa neste mundo através da semeadura. O homem moderno está rico de teoria e vazio de realidade. Desenvolveu, aprendeu e sabe trabalhar os instrumentos delicados da tecnologia, mas não consegue equacionar as suas próprias emoções.
Aprofundando o tema, o nobre conferencista, citando o médico psiquiatra e professor Emilio Mira y Lopez (1896-1964), adentrou-se pelo campo dos quatro gigantes da alma, a Rotina, a Ansiedade, o Medo e a Solidão. Trabalhou cada um destes gigantes, evidenciando-os na vida de qualquer ser humano, apresentando exemplos ricos, permitindo que cada um se colocasse nas situações expostas, de forma cristalina, contribuindo para que todos saíssem enriquecidos com grandes aprendizados para a vida.
Tudo o que for plantado hoje, amanhã estará florindo, espinhos ou flores. Ao plantar rosas, mesmo que os espinhos firam as mãos, o perfume sempre compensará. A felicidade é um estado natural de Deus com cada criatura. Pode-se ser feliz hoje, afirmou Divaldo. Trata-se de uma questão mental, é um estado de alma, cada ser humano pode reverter estados negativos através do pensamento e criar este estado de plenitude, de felicidade.
Finalizando o primeiro dia do seminário, bem-disposto e humorado, mesmo após ter falado por seis horas com pequenos intervalos, Divaldo incentivou a todos, relatando alguns diálogos seus com a benfeitora Joanna de Ângelis sobre as relações da criatura humana e o sofrimento. Esses diálogos sempre o motivam a amar e, por extensão, motivou os presentes, asseverando que ninguém se arrependerá por perdoar e amar.
É incrível e quase inexplicável, mas o Trator de Deus, no auge de sua “adolescência”, ainda convidou aos que o escutavam para uma atividade de perguntas e respostas a ser efetivada após duas horas e meia de intervalo, na sede do GEAK, em Winterthur. Quem é que aguenta acompanhar este ritmo?
Texto e fotos: Ênio Medeiros
Revisão e adaptação: Paulo Salerno



(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Divaldo Franco na Europa Roma, 17 de maio de 2018

No entardecer da quinta-feira, 17 de maio de 2018, na pequena sede do Grupo di Roma Allan Kardec – GRAK -, Divaldo Franco, encerrando sua passagem pela bela cidade, e pela Itália, promoveu um encontro com os trabalhadores do dedicado grupo, deixando aos cuidados do querido amigo Dr. Juan Danilo a exposição do tema: a mediunidade.
O lúcido expositor, Juan, iniciou abordando a faculdade mediúnica no seu aspecto orgânico, nos diferentes tipos e graus desta abençoada faculdade, especialmente quando tratada com respeito, com consciência, dedicação e disciplina. Asseverou o Dr. Juan que, se o médium não possuir uma ética de comportamento, não logrará viver em harmonia na sociedade. Os Espíritos veem, e diretamente informam que o caminho é o do Evangelho, reafirmando, relembrando o que Jesus já o tinha dito, que era, e Ele é o caminho, a verdade e a vida. O cativante palestrante expôs com muita propriedade a sua vivência mediúnica, apresentando diversos exemplos que são, a mais das vezes, dúvidas que todos possuem, esclarecendo, de uma forma simples e objetiva, não deixando margens a interpretações equivocadas.
Discorreu sobre a sintonia mental, o momento dos estudos espíritas, promotores de uma higienização mental, pois a mente adentra-se nos conceitos do passado que o indivíduo trás ínsito e, absorvendo estes conceitos novos, leva-o à uma faixa mental diferente, a qual ainda não está acostumado, reiterando a importância do estudo sistemático da Doutrina Espírita.
Como é importante, e ao mesmo tempo difícil, falar com simplicidade e acima de tudo, expor os conceitos contidos no Espiritismo, fixando-se e aprofundando-se nas obras básicas da codificação, como bem fez Juan Danilo em sua exposição. Com este tema tão significativo o nobre expositor conquistou o público, pois soube envolvê-lo no pensamento lógico e fiel à Allan Kardec.
Encerrando a sua participação, Juan Danilo passou a palavra ao experiente amigo Divaldo Franco que deixou uma mensagem de bom ânimo, esclarecendo que os benfeitores estão atentos para auxiliar os dedicados trabalhadores do bem e que compete a cada um manter-se empenhado com a causa do Cristo, vigiando os pensamentos e os atos nesta hora de graves responsabilidades. Acima de tudo Jesus prossegue amparando a criatura humana com seu inefável amor. As vibrações de amor e paz saturaram a pequenina sala em Roma, fazendo lembrar os cristãos da primeira hora, reunidos nas catacumbas, em razão das perseguições terríveis, sem, no entanto, olvidarem de que Jesus conta com todos e com cada um.
As despedidas se fizeram em clima de saudades, pela ausência física, e o Arauto do Evangelho, Divaldo Franco, juntamente com alguns amigos retornaram ao hotel. A madrugada do dia 18 de maio os irá encontrar no aeroporto de Roma, rumando para a Suíça. Mas isto não é nada para um “jovem” de noventa e um anos de idade, pois que um servidor do Cristo, verdadeiramente amoroso, retira forças e energia do bem que faz e propaga.
Texto e fotos: Ênio Medeiros
Revisão e adaptação: Paulo Salerno
(Recebido em email de Jorge Moehlecke) 

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Registro: Divaldo Franco na Europa. Roma, 15 de maio de 2018

Divaldo Franco na Europa
Roma, 15 de maio de 2018
Na noite do dia 15 de maio de 2018, nas dependências do hotel Oly, na região central da belíssima Roma, atendendo ao convite dos amigos do Grupo Allan Kardec de Roma - GRAK -, o Semeador de Estrelas, Divaldo Franco, proferiu conferência para aproximadamente duzentas pessoas, contando com o auxílio de Deborah Trinchi para verter ao idioma italiano. A brilhante voz do cantor Maecio Gomes, interpretando algumas peças, enlevou o ambiente, sensibilizando os presentes.
Juan Danilo, iniciando as atividades, saudou os participantes em nome da Mansão do Caminho, chamando a atenção, uma vez mais, sobre o significado e a importância da educação na vida das crianças, fazendo referência à jovem educadora paquistanesa Malala Yousafzai (1997-), afirmando que somente a educação pode combater a violência e oferecer ao ser humano a dignidade necessária à evolução.
O nobre conferencista Divaldo Franco discorreu acerca da evolução do pensamento humano, abordando o período do pensamento instintivo e prosseguindo em direção ao período do pensamento arcaico ou Pré-Mágico, para avançar até o pensamento Mágico, sempre traçando um paralelo com o desenvolvimento da criança, desde as primeiras fases da vida.
Apresentando o pensamento de Emilio Mira y Lopes (1896-1964), psiquiatra, psicólogo e professor, Divaldo discorreu sobre as emoções em a criatura humana, que na fase do Pensamento Cósmico, prevalecem os sentimentos nobres que culminam no desenvolvimento do sentimento sublime do amor. Amar, portanto, é uma meta que se deve perseguir na existência.
Estamos no momento do pensamento Eletrônico, a tecnologia avança e tende a arrastar o ser humano para o individualismo, onde cada um se basta, isolando-se e rumando para a solidão, Segundo Rollo May(1909-1994), psicólogo e teólogo americano, estamos entrando num estado muito grave de Ansiedade, Enfermidade e Incapacidade, afinal, hoje a sociedade exige que todos sejam felizes, que não tenhamos problemas, nem conflitos.
Discorrendo sobre Buda e o Mito Narciso, Divaldo asseverou que tudo o que a cultura nos oferece tem um toque de beleza, porém, nem sempre a estética é ética, os fenômenos Narcisistas estão sempre em nossas vidas. Com relação a Sidarta Gautama, o Buda, o Embaixador da Paz no Mundo destacou que tendo sempre tudo a sua volta, saturou-se, perdendo o sentido da vida, tudo lhe era monótono e sem sentido, até compreender que o sofrimento está em tudo, e que o verdadeiro sentido da vida é amar, iluminando-se.
Reverenciando a figura do insigne codificador do Espiritismo, Allan Kardec, que em uma óptica otimista, asseverou que a verdadeira felicidade é servir, é tornar o amor em um ato de beleza muito natural. Kardec apresentou a maior conquista da filosofia, a morte da morte, é a vida que prossegue. A filosofia espírita liberta a criatura humana do Narcisismo.
O sentido da vida, afirmou Divaldo, é também ter um ideal, é fazer ao outro o que gostaria que o outro lhe fizesse. O mundo da competitividade empurra o ser humana para o triunfo, mas para que? Indagou. Por uma bela casa? Por um automóvel? Existem muitas pessoas que possuem muito, e muito além das necessidades, e não são felizes. O amor não necessita de posse, apenas precisa de doação. Estamos diante das agressões do mundo, porque estamos sendo agredidos dentro de nós mesmos pelos nossos próprios conflitos, desta, e de outras existências.
Encaminhando a conferência para o encerramento, ainda acrescentou: o Espiritismo faz o nosso pensamento sonhar na direção da plenitude e do reino do amor, vale a pena amar. O querido orador, sempre dando um toque divertido a suas interpretações, deixou todos totalmente à vontade, apresentando, ainda, várias de suas vivências, ilustrando perfeitamente a temática abordada, fazendo com todos se sentissem estimulados a prosseguir renovados. 
Assim é Divaldo Franco, uma vez saindo para semear, colocando as mãos no arado Divino, nunca mais parou, sequer para olhar para trás. O Jovem agricultor de Jesus prossegue firme no ideal de servir e amar, semeando no solo ainda árido dos corações que sofrem.
Texto e fotos: Ênio Medeiros
Revisão e adaptação: Paulo Salerno
 (Informação recebida em email de Jorge Moehlecke)

terça-feira, 15 de maio de 2018

Registro: Divaldo Franco na Europa. Roma, 14 de maio de 2018

Ainda estava escuro, era a madrugada do dia 14 de maio de 2018, o dia prenunciava alegrias e trabalho, e o semeador não se fez tardio, Divaldo Franco rumou ao aeroporto de Bruxelas, onde embarcou com destinado à Roma, em um voo de duas horas. Em lá chegando, no aeroporto Fiumicino, uma verdadeira festa aguardava o peregrino de Jesus, tamanha era euforia dos amigos do grupo espírita coordenado por Tina Paternó. Quanto regozijo, quanta alegria, mas também muitas malas pesadas, tudo encarado e vivido com simplicidade, celebrando o reencontro de corações afetuosos.
Ao anoitecer, o grupo de amigos, reunidos no hotel que hospedou Divaldo Franco, encontrou-se para realizar o Evangelho. Após refeição frugal, reuniram-se para orar, de forma inédita, em nove idiomas, com o objetivo de atender aos Espíritos de várias pátrias.
Inicialmente foi proferida a oração ensinada por Jesus, o Pai Nosso no idioma Holandês. O Evangelho Segundo o Espiritismo, aberto ao acaso, brindou-nos com o capítulo seis, - O Cristo Consolador -, com o tema o jugo leve. Após Divaldo realizar a leitura desta belíssima página, foi a vez dos comentários, iniciados pelo amigo Xavier, da Espanha no idioma Catalão, seguido por Andreia Marshall, de Miami, em Inglês. Na sequência, Tina, de Roma, em Italiano, após Sandra Fasler, de Zurique, em Suíço. Manolo, da Espanha, em Espanhol, foi seguido nos comentários por Edith Burkhard, de Winterthur/Suíça, no idioma Alemão, logo a seguir foi a vez do amigo querido Marcelo Netto, de Miami, comentar o trecho lido em português. A seguir, novamente Sandra comentou em francês, Rejane Planer, de Viena, em inglês, e por fim, Juan Danilo, em português.
Uma riqueza enorme de interpretações, cada um expressando-se ao sabor de suas emoções em torno do Evangelho, uma verdadeira reunião familiar. Divaldo Franco, magistral, conduziu o grupo, nas asas da história, a um retorno no tempo, desde há 800 anos, trazendo a doce figura do pobrezinho de Assis, narrando com incomparável riqueza de detalhes a vida deste ser que melhor imitou a figura de Jesus, Francisco de Assis.
Ali estávamos, procedentes de várias regiões do globo, reunidos novamente na velha Roma de outrora. Hoje na tentativa de seguir o Homem que não possuía sequer uma pedra para recostar a cabeça, na ânsia de servir mais e melhor. Finalizando o singelo encontro em torno da palavra de Jesus, afirmou Divaldo que todo o empenho que empreendermos para a vitória do bem em nós, valerá a pena, porque o amor do Pai é eterno por todos nós.
Encerrado o encontro, todos se recolheram enlevados pelas dúlcidas vibrações de amor e paz que se fizeram presentes em cada um, demandando para o repouso necessário, pois que as atividades prosseguem...
Texto e fotos: Ênio Medeiros
Revisão e adaptação: Paulo Salerno

(Informação recebida em email de Jorge Moehlecke)

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Registro: Divaldo Franco na Europa. Bruxelas, 13 de maio de 2018

Na manhã do dia 13 de maio de 2018, logo nas primeiras horas, Divaldo Franco e amigos rumaram para Bruxelas, na Bélgica, em um deslocamento de automóvel que durou cerca de três horas. Na aprazível capital, os amigos os aguardavam para uma conferência ao anoitecer. Cerca de trezentas pessoas, que já haviam reservado seus lugares, aguardavam o momento de ouvir o querido orador que anualmente visita o país, trazendo sua mensagem de alegria e paz. Atendendo ao convite do Núcleo de Estudos Espíritas Camille Flammarion de Bruxelas – NEECAFLA -, Divaldo Franco apresentou o tema Fraternidade.
Como vem ocorrendo, o querido amigo Dr. Juan Danilo deu início as atividades da noite discorrendo sobre O Livro dos Espíritos e a Fraternidade, destacando a Mansão do Caminho, onde atualmente reside, como exemplo de fraternidade e solidariedade, afirmando que somente através da educação será possível formar melhores cidadãos para o futuro.
Ao iniciar o seu mister, Divaldo Franco citou Pierre Gaspard Chaumette (1763–1794), um dos revolucionários franceses que asseveravam haver expulsado Deus da França, passando, portanto, a ser o verdadeiro deus, a razão. Referindo-se a queda da Bastilha, afirmou que o século XIX havia se iniciado entre sombras, quando a voz de um jovem corso começou a comandar os destinos da França, Napoleão Bonaparte. Nesta mesma época ocorreu o nascimento de Hippolyte Léon Denizard Rivail, tendo estudado com Johann Heinrich Pestalozzi (1746-1827), o pai da pedagogia moderna. Mais tarde, o mundo passaria a conhecer Hippolyte como Allan Kardec, o Codificador da Doutrina Espírita.
O nobre conferencista aprofundou-se no século XIX, o século das doutrinas religiosas e o espiritualismo céptico. O conhecimento sobre Deus, a alma, a imortalidade, ou o nada, foram apresentados para reflexão. O nada passou a prevalecer, o objetivo era somente viver bem e gozar, porém, a figura da morte prosseguia enigmática. Em 18 de Abril de 1857 Allan Kardec apresentou uma filosofia científica que asseverava que a vida prossegue além da vida orgânica. Foi uma espécie de revolução, cujas armas são o amor, a caridade e o perdão. Apresentando a figura incomparável de Jesus, o maior psicoterapeuta da humanidade, e citando também grandes vultos da humanidade como Francisco de Assis, Madre Tereza de Calcutá, Albert Schweitzer (1875-1965), entre outros, Divaldo discorreu sobre a excelência do amor. Schweitzer, a quem Divaldo teve oportunidade de conhecer e conversar pessoalmente, foi um homem extraordinário que, entendendo a mensagem do Homem de Nazaré, afirmava que é mais feliz aquele que dá.
Mergulhando nos dias atuais, Divaldo afirmou que o homem moderno está rico de tecnologia, de conquistas imediatas, da comunicação virtual, no entanto encontra-se cada vez mais solitário. A humanidade possui todas estas conquistas, mas, e o amor? Como está o amor na vida dos indivíduos? O amor é um sentido ético, que Sócrates nos ofereceu e Jesus nos exemplificou. Hoje o amor é psicoterapêutico, pois quem ama é feliz, porém, quem deseja ser amado é ainda criança psicológica. Ciência sim, afirmou, tecnologia também, mas o amor é fundamental.
A maior lição aprendida em sua longa trajetória, afirmou Divaldo, é que a criatura humana é a mesma em todos os lugares do Planeta. Dores, sofrimentos, aspirações e conflitos, são idênticos em toda parte, porém, a fraternidade é o laço que vai unir todas as criaturas. O Espiritismo chegou na hora certa para nos arrancar do pessimismo. A coisa mais bela da vida é poder servir sem exigir. Somos ricos de carências de amor, e aqueles que nos antecederam no caminho da morte voltam, e nos dizem, graças a mediunidade, que o sentido da vida é amar.
Encaminhando-se para o final, o Arauto do Evangelho afirmou que a Vida é o maior tesouro que a divindade nos proporciona. Ser feliz depende do nosso livre-arbítrio, pois, a felicidade é a nossa fatalidade, alcançada nesta ou em outra reencarnação. Nestes dias difíceis, destacou Divaldo, a voz daquele Homem de Nazaré, através dos Espíritos, vem nos dizer: Fraternidade! Fraternidade! E que devemos amar aos que estão a nossa volta e não através dos meios eletrônicos.
O Espiritismo é a doutrina da imortalidade, tudo na vida passa, e a esperança da plenitude permanece até hoje em nossas almas. Vale a pena amar! Após recitar o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, foi exaustivamente aplaudido de pé. Todos se apresentavam visivelmente emocionados com a mensagem incomum de esperança e paz. Tão logo encerrou a conferência, rapidamente Divaldo se recolheu, pois que na madrugada imediata, terá que se dirigir ao aeroporto de Bruxelas, rumando para Roma, próximo destino deste roteiro de luzes que se encontra apenas em seu início.
Texto e fotos: Ênio Medeiros
Revisão e adaptação: Paulo Salerno
(Informação recebida em email de Jorge Moehlecke)

domingo, 13 de maio de 2018

Registro. Divaldo Franco na Europa Luxemburgo, 12 de maio de 2018

Na tarde do dia 12 de maio de 2018, em Luxemburgo/Luxemburgo, na sede do Grupo Espírita Allan Kardec, atendendo à solicitação do querido amigo Divaldo Franco foi promovida uma reunião com os espíritas de Luxemburgo e de outros países que ali se encontravam, tais como, França, Espanha, Alemanha, Brasil, e Portugal, entre outros, para uma atividade informal, afinal, todo o espírita deve estar sempre em ação.  
Inicialmente o Dr. Juan Danilo expôs, de forma fraternal, diversas questões do quotidiano daqueles que buscam introjetar o espiritismo em suas vidas, com conceitos ainda muito discutidos e pouco vivenciados. Os indivíduos, ainda, com a utilização de seu livre-arbítrio, tentam modificar os outros, deixando, no entanto, para mais tarde a sua própria mudança para melhor. Juan abordou com propriedade as mudanças que ocorrem na forma de pensar e agir na vida de todo aquele que se dedica a estudar, a refletir os conceitos espíritas que se vão tornando cada vez mais presentes, e que, por vezes, levam a não somente perceber, mas, também, a questionar o que até então sequer era observado. O conhecimento profundo dos postulados espíritas convida à renovação. Enriquecendo o conhecimento, Dr. Juan narrou com muita simplicidade suas próprias experiências, como por exemplo, a forma como o Espiritismo chegou em sua vida, sensibilizando e estimulando a todos simultaneamente.
Divaldo Franco, que acompanhava as narrativas do amigo Juan, até então, tomando a palavra, prosseguiu o agradável momento de reflexões trazendo, com sua vasta experiência, o esclarecimento de que toda a crise é o preludio da mudança. Hoje aí está a crise, anunciando a era nova, um mundo novo, de regeneração, que se fará com a mudança de cada ser humano para melhor. O Espiritismo, afirmou o nobre orador, não é SOLUCIONADOR, ele é CONSOLADOR, não está estabelecido apenas para enxugar as lagrimas, mas para extirpá-las da vida de todos, porque se reporta às causas, anulando-as através da compreensão, da lógica e da razão, que conduzem às mudanças saneadoras de conduta.
Ao final do singelo encontro, buscou, o sensível trabalhador de Jesus, estimular ao bom combate, às renúncias necessárias, ao bom ânimo e à alegria de viver. Foram momentos muito significativos para todos, afinal não é todo o dia que se pode contar com a experiência de mais de setenta anos de trabalho no bem, no exercício da mediunidade e no convívio com os Espíritos.
Texto e fotos: Ênio Medeiros
Revisão e adaptação: Paulo Salerno
(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo Franco na Europa Luxemburgo, 11 de maio de 2018

Após a conclusão das tarefas em Mannheim, na Alemanha, foi a vez de Luxemburgo receber a presença de Divaldo Franco em mais uma noite memorável. Deslocando-se de automóvel, em um percurso de cerca de três horas, Divaldo foi recebido pelos amigos do Grupo Espírita Allan Kardec de Luxemburgo, coordenado pela dedicada amiga Zelina Poinsignon. O tema encetado foi L’Amour Comme Solution, O amor como Solução. A tradução ao idioma francês foi da querida Sophie Giusti.
Inicialmente o amigo Dr. Juan Danilo, iniciando as atividades, afirmou que o amor é a grande esperança da humanidade. Aquele que ama, fala com o coração e esquece os erros alheios, educa e, esquecendo-se de si próprio, busca auxiliar o próximo. Dirigindo-se aos corações amigos, discorreu sobre o grandioso trabalho realizado pela Mansão do Caminho, em Salvador, sensibilizando-os pelo amor que move esta grande instituição.
O seareiro do Cristo, Divaldo Franco, citando Mahatma Gandhi, destacou a seguinte assertiva do grande pacifista: Se um único homem atingir a mais elevada qualidade de amor, isto seria suficiente para anular todo o mal do mundo.  O ilustre conferencista mergulhou suas considerações na figura incomparável de Jesus, Aquele que pronunciou a palavra amor por primeira vez, ocupando-se do verbo amar.
Segundo o filósofo Ernest Renan (1823-1892), Jesus é tão extraordinário que não coube dentro da história, dividindo-a em antes e depois Dele. O amor, afirmou Divaldo, é a solução de todo e qualquer problema, a ponto de Jesus o apresentar e vivê-lo, transformando-o no mais elevado grau das virtudes morais. Na atualidade, o amor é o maior recurso terapêutico para a aquisição da saúde, afinal, quem ama não adoece.
Quem não possui amor e caridade no coração, está perdido em si mesmo, sem um sentido existencial, pois o sentido verdadeiro da vida é o amor, e a caridade é a expressão mais elevada do amor.
Apresentando experiências próprias, de forma alegre e jovial e frequentemente provocando muitos risos na atenta plateia, Divaldo Franco, tocou os corações sensíveis. Em sua longa trajetória apresentou-se, sempre, como um verdadeiro cristão, dedicando a sua vida a amar e a servir, encontrando, portanto, um sentido psicológico para a vida, conquistando a plenitude. Divaldo fala do que vive, é autêntico, quer na intimidade, quer em público, assim equipado, sensibiliza com facilidade, afinal, a sua, é uma existência de dedicação ao próximo e a Jesus.
Narrando a trajetória do americano Dr. Dean Ornish, cardiologista, com grandes conflitos com relação ao seu pai, e que após superá-los escreveu o best seller “Amor e Sobrevivência”, demonstrando que o sofrimento tem uma face positiva, sendo tanto um recurso terapêutico para a alma quanto um verdadeiro método educacional para o progresso do ser humano, que sente-se, assim, impulsionado a realizar a viagem interior para o autodescobrimento e a libertação dos grilhões que o retêm na inferioridade espiritual.
Paulo de Tarso da atualidade fez especial convite para o desenvolvimento da coragem visando reconhecer os próprios erros. É preciso muita coragem para assumir um erro ou para pedir perdão. O amor é bom para quem ama, é o halo Divino que nos sustenta. O espiritismo é portador da ética e moral do Cristo, que nos convidou a amarmo-nos uns aos outros, como Ele nos ama. Experiente e portador dos predicados do amor, Divaldo lembra sempre dos corações que sofrem e que choram, e tomado de compaixão, não consegue ficar parado, preferindo sair pelo mundo para levar o mapa da felicidade, o Espiritismo, o caminho para ser feliz.
Ao encerrar deixou uma mensagem de otimismo e de alegria aos irmãos de Luxemburgo, afirmando que podemos mudar o mundo amando mais. O sentido primeiro e último da vida é amar. Seja você aquele que tem a honra de amar. Todos dali saímos embevecidos com a mensagem de amor contida na simplicidade do verbo daquele que saiu para semear as sementes de amor para um mundo melhor. É possível, sim, é possível construirmos um mundo melhor. Divaldo é o exemplo vivo de que todos podemos fazer a diferença no mundo, vale a pena amar.

Texto e fotos: Ênio Medeiros
Revisão e adaptação: Paulo Salerno

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Divaldo Franco na Europa Mannheim, 10 de maio de 2018.

No entardecer do dia 10 de maio de 2018, na bela cidade de Mannheim, na Alemanha, o Arauto do Evangelho e da Paz, Divaldo Pereira Franco, iniciou mais um roteiro de palestras pelo continente Europeu. Serão trinta dias de ininterruptas atividades, passando por oito países e onze cidades.
Ainda se recuperando de recente procedimento cirúrgico na coluna, Divaldo Franco, em sua jovialidade, afirma que Deus criou o corpo humano para movimentar-se, portanto, onde surja uma oportunidade de levar o Evangelho do Cristo, de divulgar a amada Doutrina Espírita, ali estará Divaldo, o incansável semeador de estrelas.
Cerca de trezentas pessoas lotaram o salão Trafohaus, onde Divaldo abordou o tema Sich Von Leiden Befrein, ou seja, Libertação do Sofrimento.
Inicialmente a palavra foi passada ao amigo querido Dr. Juan Danilo Rodríguez, médico, terapeuta holístico, e que vem, ultimamente, desempenhando mais um papel de extrema importância, o de acompanhar Divaldo Franco em suas viagens com o olhar atento de médico, prestando auxílio ao querido amigo, irmão, verdadeiro pai. Dr. Juan, dispensando-lhe todos os cuidados necessários, a atenção e o carinho, assemelha-se a um verdadeiro filho. Saudando a todos, discorreu sobre as atividades realizadas na Mansão do Caminho, onde atualmente reside. Dr. Juan, com sua habitual ternura, adentrou-se no campo do sofrimento, da felicidade e do amor, passando de imediato a palavra ao orador da noite.
Divaldo iniciou abordando o fenomenal trabalho desenvolvido por Allan Kardec, referindo-se que o Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal, e que marcha ao lado da ciência acadêmica, aceita todas as descobertas da ciência, mas não se detém onde a ciência se deteve, indo além, dos efeitos remonta às causas. Sidarta Gautama, o Buda, quando questionado sobre o que vem depois da morte, respondeu falando da Reencarnação, pois que a vida do ser imortal é uma só, mergulhando em um novo corpo a cada nova etapa da evolução. Sobre Paulo de Tarso, destacou ter alcançado o pensamento cósmico, afirmando: já não sou eu quem vive, mas o Cristo quem vive em mim. Este é o estado de Nirvana, ou estado de Plenitude, ou ainda, o estado Numinoso, definido por Jung.
O insigne orador alertou que, em geral, temos dificuldades em entender que devemos buscar ser felizes dentro das possibilidades que temos, e não nos inquietarmos com o que não temos, nem sempre necessário. Uma das causas de nossa infelicidade é o apego. Assim, deveremos amar, sem, no entanto, querer ser proprietário. O bom da vida não é ter, mas é viver em paz.
O segredo da vitalidade, afirmou Divaldo, é o pensamento, a qualidade do pensar, a vida interior, fazendo reflexões profundas sobre si próprio, transformando o sofrimento, apenas, em uma questão de desgaste exterior. Quando o amor é externo, alimentado pela libido, ele se desgasta, e desgastando-se, gera o sofrimento.
Com sua larga vivência, Divaldo conduziu a temática do sofrimento de maneira leve e descontraída, fazendo com que a atenta plateia risse com frequência ao narrar suas experiências. A alegria de viver, o prazer de dizer o quanto a vida é bela, tem feito com que Divaldo prossiga vivendo intensamente cada momento de sua vida. A vida, afirmou, não vale pelo número de anos vividos, mas pela intensidade de cada momento vivido.
Ao encerrar, alertou para não nos atormentarmos com coisas secundárias, porque tudo passa na vida, menos o amor de Deus por nós. Foi emocionante ouvir de alguém com uma longa caminhada, como a de Divaldo Franco, as suas vivências de amor a si mesmo, ao próximo, a busca por ser gentil, por amar incondicionalmente.
O auditório ficou embevecido com as narrativas que emocionaram a todos. Certamente foi possível retornar ao quotidiano com uma mensagem de alegria, de amor, antídotos para o sofrimento.
Texto e fotos: Ênio Medeiros
Revisão e adaptação: Paulo Salerno
 (Recebido em email de Jorge Moehlecke)

domingo, 6 de maio de 2018

Registro. Centro Espírita Caminho da Redenção, 05 de maio de 2018. Comemoração de aniversário de Divaldo Franco

Quem desejar conquistar o mundo, deve primeiro conquistar-se a si mesmo. (Divaldo Franco)
Imortalizando as mãos de Divaldo Franco, foi inaugurado no Centro Espírita Caminho da Redenção a modelagem de suas mãos intitulada Mãos de Amor. Elas representam as mãos de acolhimento, de oração, de psicografia e de passe. Essas são as atividades desenvolvidas pelo Embaixador da Paz no Mundo e que vem, ao longo dos últimos 72 anos, amparando os seus irmãos de caminhada, secando-lhes as lágrimas, estimulando-os ao amor, tornando-se exemplo de abnegação, desprendimento, esparzindo luzes por onde anda.
Após um belo show musical apresentado por diversos artistas e pelos jovens do Centro de Artes Ana Franco e pelas crianças da Escola Alvorada Nova, ambos da Mansão do Caminho, Divaldo recebeu um belo buquê composto por belas flores, uma demonstração de carinho e gratidão dos jovens e das crianças.
Divaldo, o homenageado do dia, dirigindo-se aos presentes e aos que o assistiam pelos diversos canais virtuais, disse que as emoções não podem ser definidas, elas sãos expressas pelo silêncio, ou por uma lágrima vertida. Assim se sentido, o Arauto do Evangelho e da Paz dividiu as homenagens com todos os demais aniversariantes do mês de maio que desempenham suas atividades na Mansão do Caminho.
Para demonstrar o seu sentimento de gratidão, Divaldo Franco apresentou uma rica e comovente história de abnegação, de dedicação e de sentimento de utilidade ao próximo, traduzindo com essa história o seu júbilo por poder ter servido. Eram dois amigos, artistas pintores, desejando tornarem-se célebres, viajaram para a capital do maior império do mundo, naquela época, o austríaco.
Com recursos muito parcos, resolveram que um deles trabalharia por seis meses enquanto o outro estudaria, fazendo o rodízio, e assim poderiam pagar os estudos na Academia. Aceitaram um trabalho em uma tasca, lavando pratos e limpando o chão. Era um trabalho duro e que exigia muito esforço. Quem desejar conquistar o mundo, deve primeiro conquistar-se a si mesmo.
Passados seis meses, e vencido o rigoroso inverno, o estudante foi para o lugar do outro e esse foi cursar. Como o trabalho era rude, as mãos do trabalhador estavam tremulas, endurecidas, calosas e pouco sensíveis. Ele tentou o desenho, não logrando êxito ante às dificuldades de traçar linhas e sombras suaves. Desistiu, então, para que seu amigo voltasse aos bancos acadêmicos e pudesse laurear-se. Sentir-se-ia feliz por ver o amigo tornar-se uma grande artista.
Assim, decorrido três anos, o amigo tinha concluído seus estudos. O artista recém-formado reuniu o resultado auferido com os seus primeiros trabalhos para resgatar o amigo que havia lhe dado o suporte financeiro. Foi ter com ele e quando se adentrou no cômodo viu seu amigo em oração, com as mãos postas. O triunfador, de imediato, retratou aquela cena, imortalizando-a em uma pintura e que se tornou célebre: As mãos de um apóstolo que ora. É a imortalização de um amigo que se esqueceu de si para que o outro pudesse brilhar. Essa história somente foi possível pelo amor.
Fato semelhante aconteceu entre Nilson de Souza Pereira, o Tio Nilson, e Divaldo Franco. Nilson anonimamente esculpiu em madeira um par de mãos em atitude de prece. Essa obra está na fachada do Cenáculo, prédio dedicado às atividades espíritas. Tio Nilson recolheu-se à retaguarda, trabalhando incessantemente, para que Divaldo dispusesse de tempo e tranquilidade para a divulgação do Espiritismo.
O público, tomado de júbilo e êxtase, em silêncio vibrava em sustentação ao ambiente espiritual que alcançava a cada um e a todos a um só tempo. Divaldo Franco, em sua habitual delicadeza e sensibilizado, diz reconhecer as homenagens de todo o seu coração, e que agradece a deferência, porque no crepúsculo, qualquer raio de sol é importante e belo. Agradeceu a Deus por ter atingido os 91 anos de idade e aflige-se por não poder fazer mais do que habitualmente vem realizando.
Declarou que toda a alegria traz saudade. É mais uma nostalgia do que júbilo, talvez porque seja muito tarde para refazer o caminho em condições diferentes. Discorrendo sobre suas reminiscências, desde os seus quatro anos de idade, e porque desejava receber um presente, era o dia de seu aniversário, 05 de maio de 1931, quando então percebeu luzes se derramando sobre uma árvore e o aparecimento de uma “fada” que com sua varinha “mágica” tocou a sua cabeça, lhe informando que era o presente enviado pelo menino Jesus no aniversário do menino Divaldo.
Já no dia imediato, a cena volta a se repetir, porém, agora, era a presença de uma entidade sacerdotal que o ameaçou, infundindo-lhe medo. Divaldo foi perguntar para sua mãe o significado de tais visões, e ela, em sua sabedoria, disse que a primeira era a mensageira do bem e o segundo fato o mensageiro do mal. Sua mãe, Ana Franco, ensina-lhe, naquele momento, a orar e pedir que não lhe faltasse a paz.
Caracterizando que o trabalho com o Cristo é de abnegação, de renúncias e de decisões, Divaldo Franco narrou as inúmeras dificuldades que o Apóstolo da Mediunidade, Chico Xavier, experimentou em seu ministério. Apesar desses desprendimentos e sacrifícios, que podem parecer sofrimento, o labor na seara cristica é sempre de alegria, de solidariedade e de paz. Não há quem não seja assistido pelas entidades benevolentes quando em atividade de amor.
O aniversariante nonagenário, Divaldo Franco, destacou que seus amigos, seus auxiliares e todos os que formam com ele uma grande família, seja no plano físico ou espiritual, se constituem em estrelas que derramam suas claridades argênteas através das orações que lhe chegam ao coração pelas mãos da caridade.
Frisando a benevolência Divaldo narrou a história de um poeta que desejava ser reconhecido. Trata-se de Franz Kappus solicitando conselhos a Rainer Maria Rilke (1875-1926), famoso escritor.  O livro, que se imortalizou, chama-se: Cartas a um jovem poeta. O livro contém as inúmeras correspondências trocadas nas quais Rilke responde aos questionamentos do rapaz expondo suas opiniões sobre o que considerava os aspectos verdadeiros da vida. A criação artística, a necessidade de escrever, Deus, o sexo e o relacionamento entre os homens, o valor nulo da crítica e a solidão inelutável do ser humano são algumas das questões abordadas pelo maior poeta de língua alemã do século XX. Nasce-se poeta, ninguém se torna poeta.
As mãos de Divaldo escreveram cartas que foram ditadas pelos Espíritos amorosos, é o aspecto, por assim dizer, glamoroso, porém, a construção das edificações e instalações da Mansão do Caminho foram construídas com suor e dor, proporcionando, uma e outra, os motivos de alegria e de felicidade por ver atendida as necessidades dos caídos no caminho. Divaldo Franco, alma sensível e cordata, dedicou as homenagens que estava recebendo as mãos de psicografia e de caridade, de prece e de acolhimento de Chico Xavier, ficando, de alguma sorte, com a alegria imensa de servir de motivo inspirador.
Finalizando o enriquecedor encontro iluminativo, Divaldo Franco declarou que ora pedindo bênçãos para as estrelas encarnadas, e que ali estavam, e que o amparam e o sustentam nas lutas diárias, pedindo perdão por qualquer ocorrência que possa ter causado constrangimento. Disse que, na ordem natural, irá retornar ao mundo espiritual antes de todos os presentes, com uma ou outra ressalva, e que irá recepcionar, preparando o acolhimento, ao tempo em que deseja, também, que quem retornar antes possa preparar-lhe o acolhimento, pois que a vida é bela, aqui e lá. Os aplausos intensos e, estando os convidados em pé, foram dados os parabéns ao aniversariante. Em clima sempre festivo foi servido saboroso bolo acompanhado de refrigerante. Parabéns querido irmão! Viajas nas asas das luzes angelicais trazendo a nós a doce esperança. Nosso desejo é, um dia, te retribuir com o emprego do esforço no trabalho de construção do bem e da paz.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke

Registro. Divaldo Franco – Confraternização. Salvador, 04 de maio de 2018. Centro Espírita Caminho da Redenção

Nunca nos sintamos pequenos quando falarmos sobre o Evangelho de Jesus e o Espiritismo. (Divaldo Franco)
Logo após concorrida sessão de autógrafos e cumprimentos, Divaldo Franco, sempre solícito e profundamente comprometido com o próximo, e apesar de fortes dores que ainda experimenta após recente cirurgia, recebeu expressivo número de amigos da Mansão do Caminho.
Estando presente a Diretoria do Centro Espírita, os convidados foram recebidos com júbilo e alegria. Divaldo Franco exteriorizando alegria se expressou dizendo o quanto sente-se feliz pelo encontro confraternizativo, sendo imensamente grato pelo carinho com que todos o tratam, almas queridas da grande jornada. Presente diversas caravanas do Brasil e do Exterior, essas foram representadas por Miguel Sardano e Cristiane Beira, respectivamente.
Em tom coloquial, conversando com amigos e espelhando-se nos encontros de Jesus com seus discípulos na casa de Pedro, e, também, nos encontros que Allan Kardec participou nas residências de amigos por ocasião da codificação da Doutrina Espírita, Divaldo Franco fez uma narrativa sobre a sua primeira conferência ocorrida em Aracajú, no Estado de Sergipe, em 27 de março de 1946, que sob a orientação do Espírito Humberto de Campos, contou a Lenda da Guerra. O anfitrião desse encontro foi José Martins Peralva Sobrinho, Presidente da União Espírita Sergipana. Nesta oportunidade recebeu sua primeira lição, o da responsabilidade, isto é, preparar-se, estudando o tema, para falar em nome de Jesus e que, quando fosse falar em nome do Mestre e do Espiritismo, deveria pôr-se de pé.
Aquilo que está no destino de qualquer um, sempre acontece. Outra narrativa sobre suas atividades fora da cidade de Salvador, aconteceu em São Paulo, Capital. A anfitriã deveria recebe-lo, porém, ausentou-se de casa, deixando-o sem acomodações naquela noite. Pela sua inexperiência e ingenuidade foi pernoitar em um bordel, imaginando ser uma hospedaria, uma pensão. Sob orientação de Joanna de Ângelis passou toda a noite orando e lendo o Evangelho Segundo o Espiritismo.
Em São Paulo, desfrutou de afetuosos amigos que o ampararam e o auxiliaram em suas atividades doutrinárias e mesmo na assistência à Mansão do Caminho. Os benfeitores, sempre atentos, o sustentaram em suas diversas conferências e outras atividades espíritas. Relembrou que, em outra oportunidade, esteve com o então Presidente do Brasil, Café Filho - João Fernandes Campos Café Filho (Natal, 3 de fevereiro de 1899 — Rio de Janeiro, 20 de fevereiro de 1970) -, e o Governador do Estado de São Paulo, Lucas Nogueira Garcez (São Paulo, 9 de dezembro de 1913 — São Paulo, 11 de maio de 1982), quando então, falou sobre Francisco de Assis. Nos diálogos com Café Filho, Divaldo, muito jovem, falava-lhe sobre seus conflitos, suas aspirações, seus sonhos. O nobre amigo recomendava-lhe que ao falar sobre a Doutrina Espírita não deveria mentir, nem mesmo fingir, caracteres da política partidária, mas, em se tratando da política do Evangelho, a conduta e os ensinamentos deveriam sempre estar apoiados nas bases da verdade.
Divaldo, coloquialmente, ensinou que ...nunca nos sintamos pequenos quando falarmos sobre o Evangelho de Jesus e o Espiritismo. Destacando que a criatura humana é lucigênita, conforme ensina a Benfeitora Joanna de Ângelis, Divaldo Franco abordou as questões do Self, do Si, para dizer que o homem é um ser luminoso. Após discorrer sobre a formação do Planeta Terra e seus primeiros habitantes, os unicelulares, fascículos de luz, ou chuva de luzes microscópicas que caíram sobre a massa ígnea, a vida foi se desenvolvendo, tomando formas pluricelulares há pouco mais de dois bilhões de anos.
Como seres lucigênitos, o homem deve deixar a luz divina penetrar em sua treva de ignorância, que, em busca da sublimação, deve deixar a condição de ESTAR para alcançar o SOU, isto é, viver em plenitude. A melhor maneira de entender Deus é SER. Encontrar o Deus interno é tornar-se feliz. Lapidando o Espírito, o homem, o ser mais importante na obra divina, torna-se, portanto, autoiluminado. O Espiritismo é o Cristo voltando, é a luz do mundo.
O Embaixador da Paz no Mundo, Divaldo Franco, na véspera de completar 91 anos de idade, destacou que a conversa que estava entabulando se destinou ao estimulo de viver como Jesus viveu, seja para reencontrá-Lo, ou para encontrá-Lo. O importante não é o lugar em que a criatura esteja, é ela que torna importante o lugar. Agradeceu, sensibilizado, a visita que estava recebendo, a atenção, o carinho, o amor que o brindavam, destacando que cada um deve deixar que o Espiritismo o penetre. Concluído o colóquio, Divaldo convidou para um pequeno lanche preparado com esmero, bom gosto, na singeleza e na simplicidade de uma genuína casa de Jesus.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke


Registro: Visita de amigos a Divaldo Franco Salvador, BA

03-05-2018. 

      Nesta manhã, do dia 03 de maio de 2018, Divaldo Franco recepcionou  em sua moradia,  amigos oriundos de diversas localidades, entres elas, sul do país, Cingapura, Uruguai, Fortaleza e São Paulo.
      Acolhidos à beira do Recanto Joanna de Ângelis, o grupo, que contabilizava uma média de cem pessoas, teve a oportunidade de ouvir histórias de cunhos moral e evangélicos,  narradas por Divaldo.
      O grupo também pôde visitar o complexo assistencial, social e educacional que compõe a Mansão do Caminho, obra de Amor que une caravaneiros em prol dos ideais do Bem.

            Texto Carlyne Paiva
            Fotos:Jorge Moehlecke
(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

quarta-feira, 2 de maio de 2018

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA. 02-05-2018.

ACESSE AQUI:
http://www.noticiasespiritas.com.br/2018/MAIO/02-05-2018.htm
Folha semanal de generalidades de Limoges. Ano 1782.
“O possuído” ou “O exorcismo”.
A conversão de Maria Madalena. Óleo sobre tela por  Paolo Veronese.
Busto de Kardec inaugurado em Guarulhos, SP 
Cópia da Estátua de Michelangelo executada  em bronze pelo Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. Exposta na Galeria Prestes Maia,  São Paulo, Brasil.. Foto Ismael Gobbo
Detalhe no monumento a Sampaio Vidal. Araraquara, SP. Foto Ismael Gobbo.