domingo, 4 de fevereiro de 2018

Registro. Seminário “Vida e Plenitude” com Divaldo Franco São Paulo, SP

02-02-2018

No auditório Tom Jobim, pertencente ao  Novotel Jaraguá, localizado em São Paulo,  300 pessoas se reuniram ávidas por ouvir sobre a  relação entre Plenitude e Vida. Divaldo Franco, com seu entusiamo de sempre, explanou com propriedade sobre o tema.
        Perseverante seguidor e testemunho vivo do Evangelho, sua condição física da coluna vertebral não foi uma determinante para que o primeiro dia do seminário não ocorresse com grande primazia. O evento é promovido pela Creche Amélia Rodrigues, sediada em Santo André – SP.
        Para se haver Plenitude, é necessário haver Luz, princípio Divino da criação. Divaldo, de maneira única e sensível, mostra-nos, através do processo da Evolução da Terra, que a essência da Luz vai dissipando as trevas.
         Para Carl Gustav Jung, a sombra é tudo aquilo que de negativo o indivíduo possui em sua personalidade, o mesmo que Allan Kardec chamaria de “más inclinações”, tendência ancestral da jornada humana. Em cada etapa do processo de evolução, vai-se adquirindo experiência na direção da plenitude, estado em que Jung denominava de Luminoso. Jesus  propõe a transformação para o perfeito, assim como perfeito é o pai celestial. Porém a concepção de perfeição humana é diferente, de caráter relativo, tendo em vista que apenas Deus é absoluto.
        Narra Divaldo Franco, que um xamã das altas montanhas do México asseverava o  alcance da plenitude a partir de quatro orientações: amor em  sua totalidade,  aceitação do que vem da ignorância (sombra), comprometimento em entender, desculpar e perdoar, além do desenvolvimento da luz emboscada dentro de si.
        Quando a misericórdia divina separou a Terra da nebulosa, há 14 bilhões de anos,  essa era nada mais que uma imensa esfera de gases incandecentes. Estes, mortíferos,  foram cobertos pelas nuvens, que geraram um ambiente de trevas e de revoluções. Desde quando Cristo se encarregou de materializar esses elementos dispersos, segundo Emmanuel, em A Caminho da Luz, a treva tornou-se mais densa e as moléculas aglutinaram-se, formando uma massa negra, que impedia a penetração dos raios solares. O indivíduo originou-se desse elemento sombra; porém fascículos de luz descem sobre essa  massa, que formarão as almas em que se constituem, caindo nas lei fatídica da Evolução. Nessa proposta evolutiva, a finalidade última é a Luz. Nos últimos 4 bilhões de anos, Cristo tem trabalhado moldando moléculas de acordo com a necessidade de evolução dos fascículos de luz dos seres que habitaram a Terra somente dois bilhões de anos depois. Jesus disse: “Eu sou a Luz do mundo”.
        Há um planejamento quântico da divindade que trancende a compreensão humana e que se  confirma através de teorias vagas, como a de Jean-Baptiste de Lamarck. Segundo os espíritos nobres, há um projeto intitulado “Labor de Progresso para a Extinção Paulatina da Sombra da Terra”. A divindade trabalha para que a escuridão despareça, tornando rarefeita a atmosfera: permite o trovão, as estrelas, os incêndios naturais, iluminando, naturalmente,  a Terra.
        O fogo e a eletricidade vieram diminuir a sombra terrestre, retirando nuances do obscurantismo. Adiante, o ser humano envolverá a Terra com a luz de satélites artificiais, desaparecendo concomitantemente também, a treva interior através do conhecimento e do instinto gregário, a solidariedade. Jesus já  trouxe a luz da verdade para que se pudesse sair da sombra da ignorância. A treva exterior vai desaparecendo junto à interior, cedendo lugar à solidariedade, à fraternidade e  ao Amor.
        Divaldo Franco, conclui esse primeiro módulo narrando à sua própria emoção,  A voz da Sepultura, de Khalil Gibran. O poeta, de retorno ao Líbano, procurou saber como a justiça estava sendo praticada pelo Emir. Surpreendeu-se negativamente, pois o que viu, durante o julgamento de três acusados, foram decisões que não levaram em conta o viés dos réus.
        Divaldo anunciou que continuará o seminário amanhã caminhando junto à poesia lírica de Gibran, à doce nostalgia do Evangelho e à esperança do melhor, buscando que os ouvintes  saiam  mais transparentes como a luz,  para  vislumbrar atingir o estado de plenitude.
                       Texto: Carlyne Paiva
                       Fotos: Edgard Patrocínio
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03-02-2018


A manhã dia 03 de fevereiro despontou radiante principalmente para os 300 participantes do Seminário Vida e Plenitude reunidos em o Hotel Novotel Jaraguá, na cidade de SP.
Jovialmente - sem deixar transparecer as excruciantes dores ciáticas que já há algum tempo o acomete - Divaldo Franco – demonstrando ser saudável, mesmo doente - toma a palavra iluminada e dá início a abordagem doutrinária daquela manhã ensolarada e inicia citando Einstein: O universo é o pensamento divino materializado.
Partindo desse pensamento Divaldo discorre sobre o amor que vige em todo o Universo presente nas partículas subatômicas do micro Cosmo até as grandes Galáxias do macro Cosmo. Tudo obedecendo a uma orquestração maravilhosa.
No início do Século XX os psicólogos e pedagogos franceses Alfred Binet (1857-1911) e Theodosius Simon (1872-1961) preocupados em identificar os estudantes que careciam de ajuda adicional  na sua aprendizagem, criaram a Escala de Binet-Simon. Consideravam ambos que os baixos resultados nos testes indicariam uma necessidade para uma maior intervenção dos professores no ensino destes alunos e não que estes tivessem incapacidade de cognição.
Em 1917, quando os Estados Unidos entraram na Primeira Guerra Mundial, Lewis Madison Terman(1877-1956) ajudou a desenvolver testes para avaliar mais de 1.700.000 recrutas do Exército aplicando os testes estabelecendo a escala notoriamente conhecida como Quociente de Inteligência (QI).
Por longos anos, e particularmente durante o Século XX, acreditava-se na existência de apenas uma única Inteligência, encarregada da análise das coisas, do cálculo, do conhecimento generalizado e que, mediante testes bem elaborados, podia ser medido. Baseado neste pensamento, passamos a viver a “ditadura” do QI onde somente os bens avaliados logravam obter as melhores oportunidades profissionais ou de gestão.
Com o tempo, entretanto, constatou-se que nem sempre o grupo que reunia os membros com mais destacados QI logravam obter sucesso pois muitos apresentavam importantes descontroles emocionais prejudicando o desempenho do grupo, posto que as emoções dominam nossa razão interferindo nos neurotransmissores e nos neuroreceptores atrapalhando a harmonia das sinapses. A RAZÃO associada aos instintos primários e acompanhada pela sede de poder e de domínio vem resultando nas Guerras, conflitos, genocídios e nos atentados terroristas.
O pai da Psicologia Analítica Carl Gustav Jung afirmava que “O homem gosta de acreditar-se senhor da sua alma, mas enquanto, for incapaz de controlar suas emoções ou de se tornar consciente dos fatores inconscientes que se insinuam nos seus projetos e decisões , certamente não é dono de si próprio.”
Debruçando-se sobre essa incongruência o psicólogo americano Dr. Daniel Goleman (1946) apresenta o conceito da Inteligência Emocional enfatizando a necessidade de saber entender, respeitar e governar nossas emoções. Surge o Quociente Emocional (QE).
“Que fatores entram em jogo, por exemplo, quando pessoas de elevado QI malogram e as de QI modesto se saem surpreendentemente bem? Eu diria que a diferença muitas vezes está nas aptidões chamadas de Inteligência Emocional, que incluem autocontrole, zelo e persistência, e a capacidade de nos motivar a nós mesmos”. D. Goleman.
“Graças a essa conquista e entendimento dos valores, o ser humano mais se enriqueceu, mediante o desenvolvimento  do seu Quociente Emocional (QE) desenvolvendo recursos e aptidões adormecidos que lhe dão amplitude para o relacionamento humano e social , bem como para o equilíbrio das emoções”. (Joanna de Ângelis, de o livro Triunfo Pessoal) 
O ser humano, porém, não é composto somente por Intelecto e Emoções. Há, ainda, o fator Espiritual.
Divaldo Franco passa, então, a pormenorizar os pródromos do próximo passo importante para o ser humano completo.
Durante a década de 1980 o neurocientista Dr. Michael Persinger (1945)  sustentava que todos os fenômenos paranormais e as experiências espirituais podem se explicadas por mecanismos da Física Universal e verificados e comprovados por métodos científicos. Para tanto o Dr. Persinger estimulou o lobo temporal de pacientes humanos com um campo magnético fraco usando um equipamento que ele chamava de capacete de Deus. Os pacientes relataram ter a sensação de "uma presença celestial no quarto". Esse trabalho ganhou atenção na época, e em  1987, Michael Persinger publicou um livro sobre o assunto intitulado "Neuropsychological Bases of God Beliefs" base para um novo ramo da Neurologia: a Neuroteologia cuja proposta é descobrir os processos cognitivos que resultam nas  experiências espirituais ou religiosas e correlacioná-las com as atividade cerebrais, como elas evoluíram nos humanos, e os benefícios dessas experiências
Anos mais tarde observando as imagens de pósitrons o Dr. Persinger convidou o neurocientista indiano Vilayanur Subramanian "Rama" Ramachandran (1951) diretor do Centro do Cérebro e da Cognição da Universidade da Califórnia, em San Diego, que afirma que as imagens revelam a presença de Deus.
Tomando ciência dos resultados desses estudos a Dra. Danah Zohar (1945),  graduada em Física e pós graduada em Psicologia, Filosofia e Religião dedica-se a aprofundar os estudos publicando-os na obra Inteligência Espiritual.
“Nem o QI, nem o QE, separadamente ou combinados, são suficientes para explicar a enorme complexidade da inteligência humana nem a riqueza imensa da alma do homem e de sua imaginação.” D. Zohar.
Surge o Quociente Espiritual (que vai receber em português a grafia QS – de Spiritual em inglês)
Inteligência Espiritual não significa ter uma religião. Também não é frequentar missa, culto, Reuniões Doutrinárias, pois podemos estar fazendo isso por uma questão social, obrigação familiar ou mesmo uma “negociação” com a Divindade.
Inteligência Espiritual é ter um profundo senso de religiosidade e de ligação com Deus, tanto o Deus Interno como o Criador do Universo.
“Ante a imensa crise de valores e a crescente onda de vazio existencial, descobriu-se que existe um outro tipo de inteligência, que é o de natureza espiritual, aquela que permite situar a vida e os sentimentos em um contexto mais extenso e significativo”. (Joanna de Ângelis, de o livro Triunfo Pessoal).
Com base na junção das três inteligências, Divaldo nos convida à individuação (autodescobrimento) mediante a busca da iluminação interior.

Observação: Divaldo Franco faz uma digressão maravilhosa a respeito do Planejamento Divino envolvendo a assistência, amparo e proteção da humanidade terrena e que está consubstanciada em o capítulo 1 – Providência Divina – em o livro Nascente de Bênçãos de autoria de Joanna de Ângelis, LEAL editora.
                            Texto: Djair de Souza Ribeiro
                           Fotos: Sandra Patrocínio


terça-feira, 23 de janeiro de 2018

11º Aniversário do CEJA-Barra com Divaldo Franco Rio de Janeiro, RJ

21/01/2018

                   Um dia memorável, de muita alegria, de confraternização, de rever amigos, de fazer outros, mas acima de tudo um dia de muitíssimo aprendizado. Assim foi este domingo dia 21 de janeiro de 2017, no Centro Espírita Joanna de Ângelis - CEJA-Barra (Avenida Gilberto Amado, 311, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro) quando a instituição comemorou seu 11º aniversário de fundação e mais uma vez com a presença de seu presidente de honra e co-fundador, Divaldo Pereira Franco.
                  Já pela manhã, extensa fila à entrada da instituição, com mais de 500 jovens, procedentes de diversas casas espíritas, aguardavam a abertura dos portões para o encontro com Divaldo Franco.

                O encontro matutino, antecedido das boas vindas da presidente do CEJA, Iraci Campos Noronha e apresentação musical da jovem Juliana Granato interpretando Edelweiss, música preferida do orador baiano, teve início a palestra tão aguardada.
                O encontro com os jovens de diversas instituições espíritas, emocionou a muitos, sendo fácil perceber lágrimas em muitos adolescentes, muitos deles tendo contato pessoal com Divaldo Franco, pela primeira vez. Falando de sua experiência, como grande educador que é, Divaldo, mostrou caminhos importantes e necessários ao crescimento e desenvolvimento evolutivo de cada um, mostrando as armadilhas que aparecem nessa caminhada, influenciando muitos deles a terem uma vida de desesperança, levando-os a estados conflitivos e depressivos. É preciso buscar um sentido para a vida e fazê-lo através de Jesus, o maior pedagogo de todos os tempos. Ao final, Franco respondeu a diversas perguntas formuladas por muitos jovens sobre assuntos hoje muito comuns a eles, como drogas, sexo, relações com os pais, entre outros.

               Após o almoço, uma nova platéia, agora com cerca de 1300 pessoas, nas diversas dependências da casa, recebidos carinhosamente por Nelson Tavares, apresentador do evento e Iraci Campos, presidente do CEJA-Barra, que deu as boas vindas aos convidados, participantes e ao público nos mais diversos rincões de nosso planeta que assistiam pela internet, falando da ação social desenvolvida pela casa, mostrada em vídeo, e do novo projeto que vem sendo conduzido com muito amor e carinho, que é a construção do Educandário Joanna de Ângelis, na comunidade Rio das Pedras. Falou ainda da criação do espaço Recanto Divaldo Franco, na parte superior do CEJA-Barra, local ajardinado propício à oportunas reflexões.
              Em seguida, Christian Oyens, compositor e produtor musical e a cantora Zélia Duncan, interpretaram uma música especialmente, composta pelos dois, para homenagear Divaldo Franco.
              A seguir Divaldo Franco, começou o seminário, dividido em duas partes. Inicialmente agradeceu as homenagens recebidas, tanto da casa como dos compositores que o deixaram muito sensibilizados.
            Em seguida ministrou a primeira parte do seminário mostrando o desenvolvimento filosófico e científico ao longo da história, em busca da própria consciência, dando um sentido para a vida.

           Após o intervalo o cantor Kledir, também apresentou uma letra e música homenageando Divaldo Franco.
          O Semeador de Estrelas, na parte final do seminário, levou o público à reflexões importantes sobre a fisiologia humana, destacando o trabalho fundamental de Danah Zohar, que chegou ao QS - Inteligência Espiritual mostrando a existência de um terceiro tipo de inteligência até então desconhecido, além do QI-Inteligência Intelectual e do QE-Inteligência Emocional. Pesquisas recentes divulgadas por cientistas de várias partes do mundo, descobriram o que está sendo chamado "Ponto de Deus". Enfim, pouco a pouco, a Ciência tem confirmado os postulados trazidos pelos espíritos, através de Allan Kardec e por outros ensinos mostrados na obra do Espírito André Luiz, pelo saudoso médium Francisco Cândido Xavier.
           Enfim, foi um dia memorável, como escrevemos no início deste texto. Um público de cerca de 500 mil pessoas assistiu pela internet mais um grande momento de Divaldo Franco.
            Parabéns aos dirigentes, trabalhadores, participantes por mais um grande evento produzido pela Equipe CEJA-Barra e por mais um aniversário desta casa que continua plantando sementes de Amor e Caridade, pelas comunidades da Barra da Tijuca e adjacências.

           Reportagem e fotos Luismar Ornelas de Lima

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)




quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Divaldo Franco recebe homenagens no TJ de Pernambuco Recife





(Recebido em email de Washington Fernandes)

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Divaldo homenageado na Câmara Federal; e o Deputado Rodrigo Maria deu um importante depoimento

Washington Fernandes
                                                                                                washingtonfernandes@terra.com.br


Rodrigo Maria, Presidente da Câmara Federal; Divaldo Pereira Franco,
Paulo Maia (Feder. Espírita DF), e a Deputada Maria Seabra


O Deputado Rodrigo Maia (1970), nascido no Chile, fez um importante depoimento na Câmara Federal, dia 06/10/2017, quando Divaldo foi homenageado nessa Casa de Leis, por iniciativa da Deputada Maria Seabra Resende. Seu texto foi lido pela Deputada Maria Seabra, no qual ficou evidente que o Deputado Maia, está muitíssimo bem informado da trajetória do Espiritismo no Brasil, e no Mundo, e tem grande admiração pelo médium baiano! Senão vejamos:
Sras. e Srs., reúnem-se nessa casa, em sessão solene, para comemorar o 90ª aniversário de Divaldo Franco, o maior orador e divulgador espírita do Brasil, reconhecido internacionalmente, não apenas pelas centenas de publicações traduzidas, mas também, pelo extraordinário trabalho de caridade e assistência social, que realiza em Salvador. Divaldo Franco se faz merecedor de todas as homenagens. É um fato interessante, que a Doutrina preconizada pelo francês Allan Kardec, tenha atravessado o Atlântico, e encontrado tantos seguidores no Brasil. A religiosidade inata do povo brasileiro, somada à presença histórica de múltiplas tradições religiosas, pode explicá-lo... Divaldo, do alto dos seus 90 anos, dos quais 70 (anos) dedicados ao Espiritismo, segue em plena atividade, fazendo da sua crença um verdadeiro apanágio da luta pela fraternidade entre os homens, e pela Paz entre todas as nações. Baiano de Feira de Santana, apresenta um histórico impressionante, como divulgador dos princípios cristãos, sob a ótica do Espiritismo, notabilizou-se pelo trabalho de evangelização, e revelação da Doutrina; sempre enfatizando a palavra de Cristo e o imperativo da caridade. Aos 250 livros psicografados, traduzidos em 17 idiomas, somam-se cerca de 13 mil conferências, no Brasil e ao redor do Globo. Entre centenas de homenagens, das mais diversas origens, recebeu o Título de Embaixador da Paz no Mundo, pela Universidade da Paz em Genebra, e o de Embaixador da Bondade no Mundo, pela Fundação de Monges Tibetanos, Kelsang Pawo. Paralelamente, o trabalho notável da Mansão do Caminho em Salvador, que acolheu e educou centenas de crianças carentes, em regime de Lares Substitutos, tornou-se uma referência mundial, de assistência social. Atualmente, convertida em um grande Complexo Socio-Educacional, a instituição atende 3 mil crianças, e jovens de famílias de baixa renda, garantindo oportunidade, esperança, dignidade e, sobretudo, iniciação espiritual, no sentido da prática do Bem, e do amor ao próximo. Assim é que, em 2017, o alcance da obra de Divaldo Franco tornou-se inquestionável; seu exemplo comovente e transformador...Poucos líderes religiosos, no Brasil e no Mundo, mostraram-se tão verdadeiros e coerentes, transformando seu trabalho cotidiano, no mais puro exercício da mensagem espiritual. Senhoras e senhores, Deputados, e em tempos de grande acirramento espiritual, de preconceitos e de intolerância..., a figura de Divaldo Pereira Franco ilumina nossos corações, renovando o poder do amor e da caridade.É por essa razão, que essa casa, faz questão de render suas homenagens, enaltecendo a trajetória de um brasileiro de 90 anos, que dedicou toda sua vida à prática do amor ao próximo, à construção da Paz, e à divulgação do Cristianismo. - Assim se pronunciou o Presidente Rodrigo Maia, mensagem lida pela Deputada Maria Seabra(essa sessão solene do dia 06/10, pode ser vista em  https://www.youtube.com/watch?v=n2mnCsgCyG8; começa aos 12:22 min.).

(Informações recebido em  email de Washington Fernandes    washingtonfernandes@terra.com.br)

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Feliz Ano Novo

Divaldo Pereira Franco

Chegamos ao fim de mais um ano de experiências. A sensação que a muitos de nós assalta é que os dias passaram com celeridade, mais do que os anteriores. É natural que assim suceda, porque se multiplicam as atividades, a correria para a aquisição de recursos e também de prazeres torna-se muito maior, dando a impressão de que as horas foram encurtadas, quando, em realidade, o volume de compromissos é que se fez maior.

Se perguntarmos às pessoas ociosas sobre essa questão, dir-nos-ão, certamente, que as horas jamais pareciam passar. Esse é o paradoxo do tempo real e do emocional.

Fim de ano, portanto, é oportunidade de fazer-se reflexão, de análise, de balanço das atividades desenvolvidas durante o período. Talvez, para alguns, o saldo seja assinalado pela amargura, desencanto, fracasso, armazenando revolta e violência.

Para outros, no entanto, significou oportunidade de crescimento, de conquista de valores, de desenvolvimento ético-moral. Indubitavelmente, a existência humana é portadora de um sentido significativo para a realidade do ser. Saber utilizar-se das circunstâncias felizes ou inditosas, alterando o rumo para o equilíbrio, mediante o esforço pessoal, sem lamentação nem exibicionismo, constitui o desafio que nem todos pretendem enfrentar.

Em realidade, nada muda a partir do dia primeiro de janeiro, que significa a data inicial do Ano Novo. A convenção social estabeleceu no calendário a marca de mudança, e não faltam aqueles indivíduos que esperam acontecimentos trágicos ou mágicos propiciadores de desgraças ou de bênçãos que signifiquem mudanças radicais no comportamento humano.

Quando se está consciente da responsabilidade que lhe diz respeito, assim como das possibilidades que devem ser cultivadas em favor do crescimento interior, cada dia representa um ano novo, desde que se esteja disposto a construir patamares ascensionais indicadores de progresso e autoiluminação.

Toda ocasião de servir e de trabalhar em favor do mundo melhor significa bênção de Deus que não pode ser desperdiçada.

A existência é o que cada um dela faz, mediante o comportamento dentro das leis de ordem em favor do desenvolvimento cultural, moral e espiritual.

Nesse sentido, a reflexão diária em torno de Deus e dos valores espirituais constitui mecanismo para estimular a coragem e a altivez moral em todas as circunstâncias.

Certamente, a vivência em sociedade é sempre desafiadora por causa dos egos que desejam ascensão. Com o conhecimento das Leis de Deus, tudo se modifica para melhor.

Divaldo Pereira Franco
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 28.12.2017.

(Colaboração recebida em email de Maria Helena Marcon, Curitiba, PR)

domingo, 24 de dezembro de 2017

TJPE concede título de Comendador à Divaldo Franco Recife

No final da tarde do dia 21.12.2017 o pacificador, médium, palestrante e escritor Divaldo Franco recebeu do Tribunal de Justiça de Pernambuco a Medalha do Mérito Judiciário “Desembargador Joaquim Nunes Machado”, no Grau  Comendador - a mais alta comenda concedida pela Justiça Pernambucana.
Aproveitando a solenidade, as seguintes Instituições também prestaram  homenagens ao Divaldo Franco: Assembleia Legislativa do Estado de  Pernambuco, Ministério Público de Pernambuco, Associação Jurídico-Espírita do Estado de Pernambuco, Federação Espírita de Pernambuco,  Academia Cabense de Letras, Comissão do Movimento Espírita do Cabo de Santo Agostinho, Conselho Regional de Medicina de Pernambuco e Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional de Pernambuco.
A solenidade teve início com o Hino Nacional executado pelos adolescentes do Quinteto Orquestra Cidadã, ligados ao projeto social sob a liderança do  próprio Tribunal de Justiça. Além da execução do Hino Nacional o Quinteto  tocou belas músicas regionais, obtendo a admiração de todas pessoas presentes.
O Presidente do TJPE abriu a solenidade saudando a todos na figura do próprio Professor Divaldo e registrando a honra do Tribunal em conceder-lhe o título de Comendador. Em seguida, falou o Desembargador Humberto Vasconcelos, autor da proposta de concessão da comenda, o qual salientou, emocionado, a influência do Divaldo na sua formação, bem como o relacionamento, apoio e amizade com a sua família, notadamente, seus genitores.  O Desembargador Humberto fez referência aos resultados exemplares alcançados pelas obras sociais da Mansão do Caminho, sob inspiração e liderança de Divaldo, e os colocou em linha com um dos  objetivos almejados pela Justiça, qual seja, da prevenção social, para  justificar a concessão do título como um verdadeiro ato de justiça,  reconhecimento e gratidão.
Divaldo Franco iniciou suas palavras de gratidão realizando antes uma  fundamentação histórico-científica, ao lembrar a evolução do pensamento, da religião e da ciência, por meio da contribuição de cientistas, filósofos,  pesquisadores, estudiosos, pensadores, religiosos, dirigentes de nações, dentre outros, citados nominalmente, com as suas respectivas teses. Tanto os conhecimentos produzidos pelas personalidades citadas, como as suas  contradições e efeitos variados repercutidos na sociedade, foram destacados pelo Professor, Médium, Pacificador, Humanista e agora Comendador Divaldo Franco.  Ao dar ênfase à pesquisa científica como inevitável meio para dar
embasamento à religião espírita, Divaldo salientou a existência da “partícula de Deus” como resultado de recente pesquisa subatômica denominada bóson de Higgs.
Apresentou, na ocasião, o Espiritismo, como meio científico, filosófico e religioso para as pessoas alcançarem elevados níveis de consciência.
Na oportunidade, Divaldo referiu-se à Allan Kardec, insigne codificador  da Doutrina Espírita, e para ele destinou as honrarias e créditos que acabara de receber, embora aceitando-as humildemente e com imensa gratidão os gestos de generosidade.
O orador avançou com suas palavras em direção a Jesus colocando-o como filho de Deus e fonte da qual dimanam verdadeiramente o Amor e a Justiça; serviu-se da ocasião para ressaltar o exemplo ímpar de Jesus, referenciado pelo Espiritismo como modelo e guia para a humanidade.
Finalizou suas palavras de agradecimento informando que tem pelo Recife uma relação de afeto e gratidão, onde fez bons amigos, e lembrou a grande receptividade que teve quando, ainda jovem e desconhecido, realizou  memorável palestra espírita no Teatro Santa Isabel, no ano de 1952, a primeira, fora de Salvador. Ao concluir sua participação, Divaldo provocou  admiração dos presentes por sua eloquência e provocou forte emoção ao recitar o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, sendo aplaudido de pé  calorosa e demoradamente.

   Fotos e texto recebido de Aguinaldo Melo

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

TJ de Pernambuco: Homenagem para Divaldo Pereira Franco Recife

O TJPE - Tribunal de Justiça de Pernambuco homenageia Divaldo Pereira Franco com a Medalha do Mérito Judiciário, no grau Comendador.

A solenidade será transmitida na Página Facebook da Federação Espírita Pernambucana: https://www.facebook.com/Fepernambucana

Veja mais detalhes no convite anexo.

(Informação recebida em email de washingtonfernandes@terra.com.br)

Movimento Você e a Paz – Divaldo Franco Salvador, Bahia

19 de dezembro de 2017.

Em 19 de dezembro o Movimento Você e a Paz completou 20 anos de divulgação sistemática da não violência, levando aos corações sedentos de paz a mensagem do amor que liberta os indivíduos das amarras do ódio, da raiva, da indiferença, da solidão, da miséria moral. Desde o seu momento inicial, o movimento tem arregimentado multidões, tanto no Brasil, quanto no Exterior, apresentando reflexões que conduzem as criaturas a perdoar, a amar, a respeitar o seu semelhante como gostaria de ser respeitado.
Idealizado por Divaldo Pereira Franco, o Você e a Paz, em Salvador, capital da Bahia, é reverenciado como data oficial, cívica e cultural do município no dia 19 de dezembro. Todos os anos, na Praça Dois de Julho, no Campo Grande, acontece o evento de culminância das atividades anuais, marcando o seu encerramento com a presença de milhares de pessoas que buscam uma proposta da paz. Apresentada por diversas personalidades dos campos sociais, filosóficos e religiosos, este é um grande acontecimento ecumênico e apolítico.
Cercado de carinho e de sentimento de gratidão, Divaldo Franco foi recebido, na parte da manhã, como de hábito, pelos funcionários e profissionais da área da comunicação social da Rede Bahia de Televisão. Desde o momento em que chegou às instalações, foi avidamente disputado para entrevistas, cumprimentos, elogios e fotos, atendendo-os com o seu característico sorriso e bonomia. No programa Bahia Meio-Dia, Divaldo em sua entrevista destacou, com sua concisão de sempre, que a paz interior construída na intimidade de cada indivíduo torna-o uma criatura pacificada. Frisou a necessidade de os cidadãos compreenderem que os governantes saem do seio da sociedade, e, portanto, é o próprio cidadão o responsável pelo que acontece no campo político e social da nação. Na atualidade já há um sentimento, um desejo de pacificação, com avanços importantes que levam o homem e a mulher à um despertar de suas potencialidades.
Apresentando flashes da Mansão do Caminho, com suas diversas atividades, a reportagem da TV Bahia designou-a como a “cidade da fé”, “ a casa de amor”, para dizer que no seu interior as desigualdades não existem, conforme depoimento de seus assistidos, com alguns se constituindo, hoje, em dedicados voluntários. Ali são resgatados os valores morais de crianças e pais. O discurso na Mansão do Caminho se torna real, promovendo a paz através da aplicação do bem.
A violência, destacou o nobre médium e humanista Divaldo Franco, é uma doença do Espírito, da alma, e como tal deve ser tratada, conforme recomenda a Organização Mundial da Saúde. A Mansão do Caminho é uma instituição que atende o cidadão sem considerar a sua crença religiosa, por que o amor é universal. Salientou que preserva a sua crença na criatura humana, amando-a sem outras considerações.
Sua mensagem foi de que a vida é aquilo que dela o indivíduo faz. Assim, seja você aquele que faz ao outro o que gostaria que te fosse feito. O homem, depois de tentar outras formas de agir, e que não produziram resultados bons, deve tentar, agora, a amor, a salvação para a humanidade.
Ao entardecer, a Praça Dois de Julho, no Campo Grande, foi tomada pelo público para assistir o magno evento Você e a Paz. Destaque seja feito ao ingente e perseverante, exaustivo e produtivo trabalho nos bastidores, realizado no silêncio e no anonimato pelas mãos de inúmeros voluntários e funcionários sob a coordenação segura e agregadora de Telma Sarraf, Vice-Presidente do Centro Espírita Caminho da Redenção e Mansão do Caminho.
O momento artístico, animando o público, esteve sob a responsabilidade de Nando Cordel; Assis Diomar, Cristiane e Luanna; e da cantora lírica Anatasha Meckenna. A música é a voz de Deus na Terra, dizem os poetas.
O Governador do Estado da Bahia, Rui Costa esteve representado por Olívia Santana, Secretária da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda, Esporte e Políticas para as Mulheres, Olívia Santana. Outras autoridades municipais e estaduais estiveram presentes ou representadas, bem como vários líderes sociais e religiosos que acolheram o convite para a participação desse movimento ecumênico e apolítico.
A Banda de Música do 2º Distrito Naval da Marinha do Brasil se apresentou magnificamente, estimulando o público.
Foram agraciados com o Troféu Você e a Paz na categoria pessoa física que se doa, os seguintes: Wania Howard, do Projeto Crescer; Dalvacy Gomes e Edmar Dias, do Projeto Terapeutas do Riso; Adailton José dos Santos Filho, do Projeto Superação; Major PM Denice Santiago Rosário, da Ronda Maria da Penha; e Divaldo Pereira Franco, da Mansão do Caminho. Na categoria instituição que realiza foram agraciadas: Instituição Teto; Instituto Central de Cidadania; e Núcleo de Atendimento à Criança com Paralisia Cerebral. Na categoria empresa que viabiliza o premiado foi o Instituto João Carlos Pereira Mendonça. Igualmente foram homenageados com placas comemorativas a 20ª edição do Você e a Paz, seis personalidades que realizaram permanentes esforços para que a paz se estabeleça, construindo relações de boa convivência.
O Movimento Você e a Paz possui o compromisso inarredável de construir a fraternidade, uma mudança de comportamento que leve os indivíduos a desenvolverem a consciência de paz, construindo um mundo pacificado e que o amor e a humanização nas relações sejam constantes.
Pronunciaram-se, estimulando a paz íntima e a convivência pacificada com os demais membros da sociedade humana, construindo a paz nas mentes e corações, a Secretária Olívia Santana; Comandante-Geral da PM do Estado da Bahia, o Coronel PM Anselmo Alves Brandão; Sheik Abdul Ahmad, do Centro Cultural Islâmico da Bahia; Marcia Maria Ferreira de Brito, representando as religiões de matriz africana; o Pastor Djalma Torres, representando os Evangélicos; o Monge Budista Kelsang Tenchog; e o Padre Manoel Olavo Amarante, representando os católicos.
Divaldo Franco, o idealizador do Movimento Você e a Paz, humanista e grande divulgador do Espiritismo no Brasil e no Exterior, discorreu sobre as duas faces que o ser humano possui, se expressando através de uma ou de outra, conforme a situação em que vive e os sentimentos que são despertados nestas condições. Uma das faces pode espelhar serenidade, mansuetude e solidariedade quando tudo lhe é favorável e agradável, por exemplo; e outra, bem diversa, quando o indivíduo se deixa dominar pelo ódio, a ira, o rancor, desejos de vingança, chegando, inclusive, vivenciando essa face negativa, a cometer crimes. A face da bondade retrata os sentimentos nobres, já a face da maldade, o indivíduo se apresenta sob a aparência do sofrimento.
O homem, na sua estrada ascensional, em seus primórdios, onde os instintos predominavam, o medo foi a primeira emoção desenvolvida. A essa se seguiu, em continuidade, a ira. A angústia e o pavor tomaram conta daquela criatura primitiva, assim permanecendo por milênios. Mais tarde, isto é, muito recentemente, há cerca de 100 mil anos, surgiu o amor, uma emoção ainda imatura, sob a influência do ego, necessitando de educação e aprimoramento. O Medo é a base, a ira é a sua consequência, o amor é jovem, recente, construindo um homem dotado com as bases dos sentimentos. O homem ainda se expressa ora com a face de Jesus, ora com a de Judas, de acordo com os sentimentos que vive e as circunstâncias do momento.
Destacando as qualidades de Jesus e seus ensinamentos, Divaldo indagou, que homem é esse? Jesus foi o maior filósofo que a humanidade jamais viu. É lembrado por todas as frases que proferiu. Dos demais filósofos, somente poucas frases são lembradas. Na senda evolutiva, será necessário que o homem se conscientize de que é filho de Deus, criado para a plenitude. Jesus veio para ensinar a alcançar essa plenitude. Assim, evoluindo, o homem será capaz de mudar o mundo através da sua transformação moral, construindo-o a partir de si mesmo. Pelo autoconhecimento e a natural transformação moral para melhor, o homem conhecerá a felicidade.
Você é essa estrela de paz, asseverou o nobre conferencista, alertando que é natural sentir ira, medo, que tenha raiva, porém, que não se permita fazer o mal. É necessário observar que há pessoas dedicadas ao bem. Em linhas gerais, as criaturas pertencem a classe do amor. Esse é um período de bênçãos. Os seres humanos devem aprender a não maldizer os demais, todos oriundos do seio da sociedade em que se está inserido, irmãos, portanto. Os homens estão experimentando uma nova fase, as máscaras de muitos estão caindo e naturalmente há um movimento em sentido contrário provocando perturbação social, balburdia.
O homem moderno, tecnológico, deve aprender a servir, saindo um pouco de dentro de si para doar-se ao seu próximo. Esse homem deve se tornar um servidor do bem, desfrutando da felicidade relativa, com alegria, tendo a coragem de cantar a melodia da ternura. A paz do mundo começa em cada ser humano. Ela não está fora, pelo contrário, está dentro de cada um. Encerrado o ato sob aplausos intensos, o hino do Movimento Você e a Paz - Paz pela Paz, de Nando Cordel -, foi entoado por todos com sentida emoção e felicidade pelo encontro pacifico e pacificador. Os abraços e votos de paz, de exaltação ao natal de Jesus, destacando a recepção ao Ano Novo, possibilitou que as pessoas se demorassem para sair daquele ambiente luarizado pela paz, pelo amor, pelas bênçãos divinas.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Movimento “Você e a Paz”- Divaldo Franco Salvador, BA

17 de dezembro de 2017.

Em continuidade a programação do Movimento Você e a Paz na cidade de Salvador/BA, na sua vigésima edição, o evento foi levado a efeito na área externa do Shopping da Bahia. O público, tomando todos os espaços disponíveis, se fez participativo, reafirmando o desejo de uma construção segura de paz íntima. Cássia Aguiar e seu grupo musical, e Joca com sua banda animaram os presentes que participaram efetivamente, interagindo com os músicos, em um momento de grande alegria.

O Padre Manoel Olavo Amarante foi chamado ao palco para representar as caravanas nacionais e internacionais presentes. Demétrio Ataíde Lisboa, Presidente do Centro Espírita Caminho da Redenção e Mansão do Caminho; Marcel Mariano, Ruth Brasil Mesquita e Divaldo Pereira Franco completaram o palco sob a supervisão da organizadora do Movimento Telma Sarraf. João Araújo, mestre de cerimônia, coordenou as apresentações. O Movimento Você e a Paz reafirma o desejo de querer paz, buscando construir uma sociedade mais solidária, mais fraterna e com mais beleza. Pensar em paz e agir com pacificação, exteriorizando-a de tal forma que ela se estabeleça onde estejas e com quem te encontres, é a orientação da Mentora Joanna de Ângelis. A paz em mim ajudará a paz no mundo, vencendo a violência, o maior flagelo da atualidade.

Ruth Brasil Mesquita classifica o ser humano como potência de paz. Ela destacou que a falta de comunicação entre as criaturas humanas tem gerado grandes transtornos, até mesmo para compreender a atitude de crianças classificadas como hiperativas. Algumas há, que em aprendendo a matéria de pronto, se desinteressam por outras quaisquer explicações ou orientações. Duas meninas, gêmeas, foram levadas ao psiquiatra a pedido da escola, pelo comportamento que apresentavam, sempre irrequietas. Na consulta se comportaram exemplarmente, agindo como duas meninas tranquilas, normais, motivando o psiquiatra dizer que o problema eram os pais e a escola.

O ser humano se encontra consigo mesmo quando a paz está dentro dele. Assim, outras criaturas que escapam aos modelos tradicionais de comportamento, sofrem pela incompreensão e desconhecimento de seus potenciais. É necessário buscar uma qualificação apropriada para se trabalhar com criaturas que vem inovando atitudes comportamentais no seio da sociedade humana.

Marcel Mariano, apresentando um quadro estatístico do índice de violência no Brasil, superior aos dos países envolvidos em conflitos bélicos, ressaltou a necessidade de uma educação qualificada e que desenvolva o sentimento de cidadão responsável para atuar na sociedade. Para tal, disse ser necessária a mudança da grade curricular para as escolas brasileiras, introduzindo disciplinas voltadas a formação do caráter e do civismo. Hoje, o ser tecnológico perdeu o interesse pelo seu semelhante, distanciando-se, frequentando as redes sociais, não percebe que as relações humanas se diluem.

Os tratados de paz firmados entre as nações não são duradouros. O acordo é quebrado logo após, pois que o ser humano, belicoso, não se pacificou. É preciso desenvolver uma cultura de paz, começando pela família, levada para a escola e para as ruas, gerando gentileza, brandura e serenidade. O Movimento Você e a Paz está nas ruas para contribuir com o ser humano a se pacificar, conjugando o verbo pazear. A paz deixou de ser somente um substantivo, para se tornar um verbo, já constante nos dicionários, indicando que para se ter paz será necessário agir, isto é, pazeando.

Divaldo Pereira Franco, o idealizador de magnífico movimento pacifista, frisou que Israel após 400 anos de grande provação, imaginava que deus havia silenciado, deixando de mandar a sua mensagem de ternura e amor. Experimentava as injunções violentas, passando a pertencer aos sírios sob o império romano, ditando-lhes comportamento e impondo-lhes a cultura. A história avança, o pensamento grego de Esparta cedeu lugar ao canto de Atenas.

Caio Júlio Cesar Otaviano governou para um povo feliz, que experimentava um pouco de paz e o povo feliz possui como referência a casa imperial, assinalando o século em que viveu. Neste mesmo período nasceria aquele que seria a luz do mundo, Jesus, o filho de José. Seu berço dividiu a história da humanidade, antes e depois. Pacífico e pacificador, Sua mensagem é de amor. Em apenas três anos Ele mudou um panorama que perdurava há sete mil anos. Qual era a sua peculiaridade? Dava sentido a vida dos sofredores e que com suas mãos curou e amparou atendendo e dando o licor da alegria de viver.

O Homem Jesus servia e cumpria a lei, havendo em si autoridade moral, e por isso o chamavam de Senhor. Ele curou cegos, dobrou os orgulhosos, seus feitos de amor e de paz ecoavam nos vales e montanhas despertando as consciências tumultuadas. Em cada caso, um novo ensinamento, uma nova maneira de ver e entender a vida.

Para ilustrar o poder do amor e da paz, Divaldo contou a história de Mohamed, o Justo. Era muçulmano. Examinava todos os casos segundo a ótica do livro sagrado. Possuía um sentido apurado sobre justiça, amor e caridade. Em determinada ocasião, segue contando Divaldo, o monarca meditava, ao tempo em que passeava em seus jardins, quando teve sua atenção despertada por uma balbúrdia. Acercou-se e viu uma mulher em andrajos. Estava agachada e chorava. Com ela havia algumas frutas. Seu Grão-Vizir, ou primeiro ministro, acusava-a.

Ante o quadro, Mohamed - O Justo indagou seu ministro sobre os acontecimentos, sendo informado que aquela mulher havia furtado frutos do pomar real, e isto era um crime. Mohamed dirige-se à mulher e pergunta-lhe sobre a acusação. Ela disse que era viúva e tinha um filho muito doente em casa, que estava faminto, à beira da morte. Desesperada saiu a mendigar. Nada conseguiu. Havia ido à feira para, pelo menos, recolher as sobras, os descartes naturais. Inacreditavelmente, neste dia, nada sobrou ou foi descartado.

Retornando ao lar, sem nada levar, e ao passar pelo pomar real observou inúmeras frutas no chão, que por certo não seriam aproveitas. Sabia ser proibido colher frutas naquele pomar e que poderia ser punida. Sua angústia era demasiada. Pensava no filho à beira da morte. Recolheu algumas frutas na barra de sua saia. Foi apanhada cometendo o crime. Inteirado que a sentença era a lapidação, propôs Mohamed - o Justo que passassem à execução ali mesmo onde o crime havia acontecido.

Seu Grão-Vizir disse-lhe que a criminosa deveria ser apedrejada no templo, local sagrado onde estavam depositadas as pedras para tal mister, e que ali, onde se encontravam, não haviam pedras. Mohamed, então, retirou seus anéis, apanhou as pedras preciosas que adornavam suas vestes, sugerindo aos demais que fizessem o mesmo. Começou a lançar suas joias contra a criminosa. Fez o mesmo com a gema que adornava seu turbante. Os demais, relutantes, o acompanharam.

A mulher estupefata não compreendeu e, aturdida ouviu seu Soberano dizer-lhe para recolher todas as pedras e que as vendesse para dar de comer aos seus filhos, estando livre a partir daquele momento, pois a sentença havia sido cumprida, e que Alá a abençoasse e que não voltasse mais a fazer o que fizera.

Destacou o lúcido orador que o brasileiro fez uma inversão de valores. Voltamo-nos contra as vítimas, enquanto os algozes são tratados com deferência e falsa postura. Onde estão os títeres, os sádicos, os administradores venais? De onde eles vieram? São frutos da sociedade violenta que ajudamos a construir, pois que a violência está em cada indivíduo. É uma herança do primarismo do homem que gastou um bilhão e quinhentos mil anos para desenvolver a sensação de medo e de ira e somente a menos de cem mil anos é que o homem começou a desenvolver o sentimento do amor.

No período da razão, dos sentimentos, deveria o homem a aprender a desarmar-se contra o seu semelhante para passar a amá-lo. A criatura conflitada consigo mesma se constitui belicosa, aceitando toda e qualquer provocação ou ofensa, agredindo por que não sabe amar. Há que se viver, disse o Semeador de Estrelas, de tal forma que o mal dos maus não lhe faça mal, mas que o bem dos bons produza harmonia e progresso espiritual.

O psicólogo e teólogo norte-americano Rollo May afirma que a sociedade humana perdeu o rumo por causa da perda das tradições, da solidariedade. Jesus, o homem dócil, acolhedor, amoroso e dotado de profunda compaixão com os que sofrem, possui um coração pleno de amor. A vida não é constituída somente por aflições. O céu e as estrelas nos convidam a desenvolver a paz interior, respeitosa, construída na intimidade de cada indivíduo.

Declamando o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, Divaldo finalizou o seu discurso, passando, todos, a entoarem o hino do Movimento Você e a Paz: a canção Paz pela Paz, de Nando Cordel. Com sentida emoção os presentes se abraçaram formulando votos de paz uns para os outros, congraçando almas, produzindo paz íntima.

Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke

Divaldo Franco no C.E. Caminho da Redenção Salvador, BA

17 de dezembro de 2017

Na manhã de domingo, 17 de dezembro, o Grupo de Ação Comunitária Lygia Banhos, fundado em 1972, assistindo cerca de quinze famílias, hoje congregando regularmente 150, com 300 crianças e adolescentes, realizou o encerramento das atividades do ano. O Grupo, sob a coordenação de Edilton Silva, possui 60 voluntários, muitos, egressos da Juventude Espírita Nina Arueira - JENA. 
Nas tardes de sábado os assistidos por ciclos – pais, mães, bebês, crianças e jovens se reúnem para os encontros de evangelização, promovendo o esclarecimento através do Evangelho de Jesus, o consolador de almas.
Após bela apresentação teatral representando o nascimento de Jesus, com os “atores” retirados do próprio grupo de assistidos e da interpretação da canção Paz pela Paz, de Nando Cordel, por um grupo de mães e jovens assistidas, homenageando o Movimento Você e a Paz, foram outorgados troféus de reconhecimento e agradecimento à três mulheres que se destacaram em seus polos de assistência, no Bairro Pau da Lima.

Divaldo Franco, com seu dinamismo característico, animou os presentes contando uma história onde todos puderam participar, interagindo, criando um clima de alegria, descontração e fraternidade, lembrando, também, a mensagem cristã e o nascimento de Jesus, o homenageado.
Um farto lanche foi servido para todos, que também levaram para suas casas um generoso farnel - alimentos básicos -, roupas e brinquedos para as crianças. O congraçamento foi a tônica desse belo encontro de encerramento e comemoração do nascimento de Jesus no coração de cada um.

Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

domingo, 17 de dezembro de 2017

Divaldo Franco em Salvador. C.E. Caminho da Redenção Salvador, BA

16 de dezembro de 2017
No meio da tarde teve início mais um encontro de estudos sobre as obras psicológicas de Joanna de Ângelis. Esse, em especial, se constituiu em um “aulão”, visto que, além dos estudantes regulares desse magnífico curso, outros interessados possuem acesso livre, tornando-se uma atividade de caraterística pública. O evento, cujo tema foi: O Homem Jesus, teve como expositores os psicoterapeutas Cláudio e Iris Sinoti, da Mansão do Caminho; Roberto Crema, Antropólogo, Psicólogo e Mestre em Ciências Humanas e Sociais pela Universidade de Paris, Reitor da Universidade Internacional da Paz – UNIPAZ; e Divaldo Franco, que fazendo a abertura, passou a palavra para Cláudio Sinoti.
Cláudio asseverou que é desafiador falar sobre o homem Jesus, principalmente frente as crises de todos os momentos da atualidade, pois que convida os indivíduos à renovação. Sua mensagem sai do Seu coração diretamente para o coração do homem. Jesus, um Espírito de escol, com uma personalidade inquebrantável, tornou-se referência para a vida de multidões em necessidade espiritual.
Joanna de Ângelis, em o livro Desperte e Seja Feliz, assegura que o estudo de sua personalidade, à luz da psicologia profunda, não se torna conclusivo por falta de percepções mais apuradas, de recursos técnicos e de profundidade de entendimento dos Seus ensinamentos. A ampliação da compreensão da criatura humana integral vai ocorrendo, até que se possa encontrar Jesus na alma, libertando-se, o homem, de suas misérias morais. No recesso da alma será possível encontrar Jesus, empregando-se e desenvolvendo o autoconhecimento.
O homem, carente de Deus, é alimentado espiritualmente por Jesus, isto é, Sua mensagem transformadora dá ao homem a certeza de que será saciado em suas necessidades espirituais. Qual é o impacto transformador da mensagem de Jesus em nós? As carências humanas conduzirão para as mudanças das relações entre os seres humanos.
Iris Sinoti, deu continuidade desdobrando conceitos e apresentando caminhos para a autotransformação. Para tal, legou Jesus quatro proposições de entendimento sobre a vida. 1. Eu sou o pão da vida... 2. Eu sou a porta ... 3. Eu sou o caminho... e 4. Eu sou o bom pastor...
Desta forma, o seu alimento é o espiritual; a porta dá a ideia de transição, de uma passagem que leva o homem ao encontro de si mesmo; o caminho é a evolução que o ser experimenta ao ser arrebatado pelo convite do Mestre, sinalizando que, para alcançar a plenitude com Deus, há um processo de autotransformação com o emprego da mensagem do amor; e o bom pastor é aquele que conhece todas as suas ovelhas, acolhendo-as para que se humanizem através do emprego das próprias forças e conhecimento. Jesus não pode ser entendido, pode ser sentido, porque Sua vida é rica de amor, de abundância e paz.
Juan Danilo Rodríguez, de Quito, no Equador, espírita e médico de família, enviou uma mensagem formulando votos para que cada um possa desenvolver o amor. Jesus é o caminho, deve ser cultivado nos corações generosos. O que está no coração do homem é o que ele dará ao seu semelhante.
Roberto Crema, da UNIPAZ, diz que a questão é o ser humano. Muitos focam no humano e esquecem do ser.  Externando a sua alegria de estar no encontro, afirmou que o desafio do século XXI será a descoberta do ser humano. Já se passaram dois mil anos, e agora a humanidade começa a descobrir quem é esse Homem. As ciências, a filosofia, a arte, a espiritualidade, podem contribuir para se compreender Jesus, compreender a sua multifacetada personalidade - Jesus filósofo, médico, cientista, artista, religioso, poeta, etc.
Jesus é o arquétipo da inteireza que aponta para Deus. Esse homem incomparável deve começar a ser estudado nas academias, nas universidades. Cristo significa o estado evolutivo, o florescimento desse potencial no ser humano, dentro de cada um, descobrindo-se em sua inteireza. A Sua mensagem é a de que o ser humano seja perfeito como é o Pai.
O ser humano deve aprender a reconhecer a sua inteireza pela mensagem de Jesus, desvelando-se e dando oportunidade para que o Messias nasça dentro de si, iluminando-se. Jesus é o terapeuta da intimidade de cada um, é aquele que facilita a passagem de um ponto a outro, sempre melhor. Ser humano significa, ser: a dimensão que é; humano, a que está. A dimensão da essência e a da existência.
No que Roberto Crema considera o Evangelho do Calvário, ele alinha as sete mensagens do Cristo na cruz e que se encontram nos textos canônicos. 1. Mulher, eis o teu filho: filho, eis a tua mãe. 2. Tenho sede. 3. Tudo está consumado. 4. Deus, meu Deus, por que me abandonastes? 5. Pai, perdoe-os, eles não sabem o que fazem. 6. Em verdade eu te digo, hoje estarás comigo no paraíso. 7. Pai, em Tuas mãos entrego o meu espírito.
Divaldo Franco retomando a palavra classificou o evento como excelente, apresentando uma visão profunda a respeito do homem Jesus. Divaldo descreveu com sentida emoção a região onde Jesus peregrinou, ensinou e acolheu os aflitos da alma. Os dois lagos ali existentes, embora alimentados pelo mesmo rio Jordão. Um, o de Genezaré, é piscoso, a vida floresce a sua volta, o outro, o chamado mar morto, é altamente salgado, sem vida. De uma certa forma, assim pode ser classificado o ser humano. O generoso, que recebe e dá, tal qual o Genezaré que recebe as águas do Jordão pelo Norte e as escoa pelo Sul. O egoísta - comparado ao mar morto -, somente recebe, nada dá.
O ínclito orador discorreu sobre o Sermão da Montanha, onde Jesus apresentou a manifestação do amor através de ações de acolhimento, de esperança, de compaixão. Aqueles que dão são mais felizes, diferentemente dos que recebem. Ali, Ele cantou o amor como jamais ninguém o fez, asseverando que somente o amor salva.
Doze séculos depois, Francisco de Assis, no monte Subasio, na Úmbria completou o Sermão da Montanha com o seu hino de amor à natureza, onde todos e tudo estão contidos, fazendo-lhes parte. Outra montanha simbólica é a Massada, que, provavelmente, significa "lugar seguro" ou "fortaleza", é um imponente planalto escarpado, situado no litoral sudoeste do Mar Morto. Os essênios sitiados por Roma e sendo iminente a derrocada, o líder daquelas 980 pessoas que ali habitavam a fortaleza, pactuou que não seriam transformados em escravos, aniquilariam-se uns aos outros. Quando os romanos dominaram a montanha somente restou a eles os cadáveres para serem sepultados. Uma “vitória” que conquistou apenas cadáveres.
Assim é a humanidade, uma parcela é constituída por pessoas “ponte”, isto é, as que ligam umas as outras. Outra parcela é formada por pessoas “parede”, ou “muro”, tudo e todos param nelas, são egoístas. Recebem, mas não distribuem. Em qual parcela você se encontra? Perguntou o orador por excelência. Que monte somos? Que lago, ou mar, somos? Qual é o sentido de nossas vidas? Continuou questionando.
Os modelos, os exemplos frágeis, são de fácil alcance. Os sólidos, são difíceis de serem imitados sem ilusão. Vede o modelo Jesus! O amor é o sentimento que nasce nas fibras mais íntimas do coração. Os jovens de hoje vivem, muitos, na ilusão das sensações e das paixões.
A montanha de Massada representa a conquista dos sentimentos mortos, aprisionados. A Subasiorepresenta o amor entronizado em seu sentido profundo, vivo, preenchendo o ser por completo, liberto. O homem hodierno vive em crise de ordem geral e íntima, pois que se esqueceu de Jesus, o doce amigo, o irmão amoroso. Jesus é a doce voz que atende o chamado dos aflitos, Sua mensagem é de amor e solicita-nos: AME!
Divaldo procura construir, reproduzir, no Bairro Pau da Lima, em Salvador-BA, o recanto doce e perfumado da Úmbria. Aqui, disse ele, há uma casa aberta e muitos ombros para que os aflitos possam descansar suas cabeças e chorar as suas dores. O Homem Jesus fala muito baixo, por isso é necessário fazer silêncio interior, para que a ternura, a compaixão e o carinho se expressem com harmonia. Que o Homem Jesus nos console e siga conosco até o outro lado da vida.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke