domingo, 12 de junho de 2016

Registro. XVI Congresso Espírita Colombiano - Divaldo Franco Medellin, Colômbia.

04 de junho de 2016

XI Congresso Espírita Colombiano – A busca da paz interior

Nasci da poeira das estrelas. Minha vida é uma canção de eternidade, que vai de experiência em experiência, cantando a glória do viver. Diante de mim, há uma emoção que me fala das existências passadas e das glórias do amanhã. 
Assim iniciou Divaldo a Conferência A busca da paz interior, no dia 4 de junho, no XVI Congresso Espírita Colombiano, fazendo referência à obra do dr. Miguel Ruiz, Os quatro compromissos, no qual é apresentado o caminho para se encontrar a verdadeira felicidade: 
1. Seja impecável com suas palavras: a palavra é a música universal. Ela transforma as ondas vibratórias dos pensamentos em emoções verbais, demonstrando o estado de evolução de cada indivíduo.

2. Não faça suposições: se deseja a plenitude, nas conversações, não tire conclusões, de forma precipitada, do que o outro pensa… Desarme-se do rancor, dos sentimentos negativos, do ódio, de suposições destrutivas.

3. Não receba nada como pessoal. Se a pessoa não tem valor moral para dizer o que pensa e se aproveita da sua ausência para falar, impedindo-lhe o direito de defesa, essa pessoa não merece respeito e a falsa imputação não deve ser considerada.

4. Faça muito bem o que fizer. Não se satisfaça em fazer qualquer coisa simplesmente por fazer. Faça de uma forma profunda, significativa, dando o melhor de si e não permitindo que ninguém suspeite de seu caráter. 
O Espírito Joanna de Ângelis ensina: Não permita que alguém se afaste sem que leve algo de bom dos minutos passados com você. 
Tudo isso evoca o Mártir da Cruz, o homem extraordinário que veio à Terra para conduzir a criatura humana pelos caminhos da imortalidade, uma vida impecável. 
Leon Tolstói, o notável escritor russo de Guerra e Paz, nos brindou com obras fascinantes, que nos penetram a alma como um punhal, rompendo a ignorância. 
Conde, aristocrata da Rússia, renuncia a tudo, quando Jesus o alcança com sentimento de profunda ternura, como jamais encontrara na religião ortodoxa a que se vinculava.

Para poder penetrar na alma da doutrina cristã, para poder ler as anotações iniciais, ele foi estudar grego. Tudo para melhor entender o significado do verbo Amar. E escreveu o livro O reino de Deus está em vós, o que significa que não está fora, não é algo que tenhamos que conquistar, saindo do nosso eu profundo para alcançar o exterior, por meio de rituais. Nada, senão o ritual do amor. 
Exerceu grande influência sobre Martin Luther King e Gandhi. Esse, depois de ler a sua obra, se transforma no Mahatma, o grande condutor das massas, o exemplo da não violência, que afirmava:Não existe um caminho para a paz. A paz é o caminho. 
Divaldo cita como exemplos do amor e da paz Madre Teresa de Calcutá, o Papa Francisco, Francisco de Assis, Francisco Cândido Xavier, esse líder da literatura nacional e internacional, com obras traduzidas para dezoito idiomas. 
Fala, com emoção, de sua experiência de 68 anos, ao lado do dedicado companheiro da Mansão do Caminho, Nilson de Sousa Pereira, que confessava ter dificuldades para amar a Jesus.

Divaldo narra a história de Joana de Cusa, que foi queimada, no circo romano, ao lado do filho, que lhe pedia para negar a Jesus, a fim  de não morrer. 
Nilson, naquela vida, era esse filho de Joana de Cusa. Estando em Roma, no local do holocausto, Nilson reconhece seu amor a Jesus. 
Teve uma vida de abnegação, atendendo aos órfãos e aos pais que não têm filhos. 
Pela psicofonia de Divaldo, em sua primeira comunicação mediúnica, disse: Nunca te entristeças. Tu conheces Jesus e quem O conhece, não tem razão para se entristecer. 
Quero te pedir, amigo querido, que nunca caias em depressão ou tristeza, diante das lutas iluminativas da vida. Guarda a certeza de que os que te amamos, os guias e teu amigo e irmão, estaremos ao teu lado. 
Luta contra as tuas imperfeições, busca o autoconhecimento e te faças hoje melhor do que ontem e amanhã melhor do que hoje. Estou te esperando.
Confessa Divaldo que, ao escutar a mensagem gravada, não pôde sopitar as lágrimas de gratidão por esta doutrina científica, esta filosofia do amor, esta doutrina ética, com que a Divindade o presenteia, nesta existência longa e profundamente pacífica e pacificadora.

E conclui: assim, se desejais a paz, mantende a paz íntima. Se desejais conquistar o mundo, conquistai a vós mesmos. Se tendes necessidade de vitórias contra as imperfeições, lembrai que os verdadeiros heróis vencem a si mesmos e ninguém lhes conhece as dificuldades do coração. 
Estamos convidados para um mundo novo. É preciso que não reajamos contra os que não nos querem bem, que não reajamos ao mal e que tudo façamos para conquistar o bem. 
Criemos a nossa paz, vivamos a não violência, mesmo vivendo num mundo violento porque somos trabalhadores da Seara do Mestre Jesus.
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     Diana Burgos
    Tradução adaptada de Maria Helena Marcon
    Fotos: Katherine Del Toro
     Em 9.6.2016.

(Texto em português recebido em email do divulgador Jorge Moehlecke)


Espanhol

XVI CONGRESO ESPÍRITA COLOMBIANO –
Conferencia de DIVALDO FRANCO: La búsqueda de la paz interior.

He nacido del polvo de las estrellas. Mi vida es una canción de eternidad que, de experiencia en experiencia, va cantando la alegría de vivir. Ante mí se presenta una sorpresiva emoción, que me habla de las existencias pasadas y de las glorias del mañana.

De ese modo dio comienzo Divaldo a la conferencia La búsqueda de la paz interior, el día 4 de junio ppdo., en el XVI Congreso Espírita Colombiano, haciendo referencia a la obra del Dr. Miguel Ruiz Los cuatro compromisos, en la cual se presenta el camino para encontrar la verdadera felicidad:

1. Sea impecable con sus palabras: la palabra es una música universal, que transforma las ondas vibratorias de los pensamientos en emociones verbales, demostrando el estado de evolución de cada individuo. 
2. No haga suposiciones: si desea la plenitud, de las conversaciones no extraiga conclusiones en forma precipitada, acerca de aquello que el otro piensa… Despójese del rencor, de los sentimientos negativos, del odio, de las suposiciones destructivas.
3. No reciba nada como personal. Si una persona no tiene valor moral para manifestar aquello que piensa, y se aprovecha de su ausencia para hablar -privándolo del derecho a la defensa-, esa persona no merece respeto y la falsa  imputación no debe ser tenida en cuenta.
4. Haga muy bien aquello que haga. No se satisfaga con hacer algo simplemente por hacerlo. Hágalo comprometiéndose, con significación, entregando lo mejor de sí mismo, y no dé lugar a que alguien sospeche de sus características. 

El Espíritu Joanna de Ângelis enseña: No permita que alguien se retire sin que se lleve algo bueno de los minutos compartidos con usted. 

Todo lo precedente evoca el Martir de la Cruz, el hombre extraordinario, que vino a la Tierra para guiar a la criatura humana por los caminos de la inmortalidad: una vida impecable.

León Tolstoi, el famoso escritor ruso de la obra Guerra y Paz, nos brindó obras fascinantes, que penetran en nuestra alma como un puñal que destruye la ignorancia. 
Conde, aristócrata de Rusia, renuncia a todo cuando Jesús llega a él, con un sentimiento de profunda ternura, como jamás había encontrado en la religión ortodoxa a la cual había estado vinculado.
Para penetrar en el alma de la doctrina cristiana y leer los conceptos iniciales, se puso a estudiar la lengua griega. Todo para entender mejor el significado del verbo Amar. Además, escribió el libroEl Reino de Dios está en vosotros, lo que significa que no está afuera, que no es algo que debamos conquistar saliendo de nuestro yo profundo para alcanzar el exterior, por medio de rituales. Nada que no sea el ritual del Amor. 
Ejerció una gran influencia sobre Martin Luther King y Gandhi. Este último, después de leer su obra, se transforma en el Mahatma, el gran conductor de las masas, el ejemplo de la no violencia, que afirmaba: No existe un camino en dirección a la paz. La paz es el camino. 
Divaldo cita como ejemplos del Amor y de la Paz a la Madre Teresa de Calcuta, al Papa Francisco, a Francisco de Asís, a Francisco Cândido Xavier, el líder de la literatura nacional e internacional, cuyas obras han sido traducidas a dieciocho idiomas.

Habla con emoción acerca de su experiencia de 68 años, al lado del devoto compañero de laMansión del Camino, Nilson de Souza Pereira, quien confesaba tener dificultades para amar a Jesús. 
Divaldo narra la historia de Joana de Cusa, que fue quemada en el circo romano, junto con su hijo, quien le rogaba que negara a Jesús, a fin de no morir. 
Nilson, en aquella vida, era ese hijo de Joana de Cusa. Cuando estuvo en Roma, en el lugar del holocausto, Nilson reconoció su amor a Jesús. 
Tuvo una vida de abnegación, atendiendo a los huérfanos y a los padres que no tienen hijos. 
Mediante la psicofonía de Divaldo, en su primera comunicación mediúmnica, dijo: Nunca estés triste. Tú conoces a Jesús, y quien lo conoce no tiene motivo para entristecerse.
Quiero pedirte, amigo querido, que nunca caigas en depresión ni tristeza, ante las luchas iluminativas de la vida. Conserva la certeza de que aquellos que te amamos, los Guías y tu amigo y hermano, estaremos al lado tuyo. 
Lucha contra tus imperfecciones, busca el autoconocimiento y hazte hoy mejor que ayer, y mañana mejor que hoy. Te espero.
Confiesa Divaldo que al escuchar el mensaje grabado, no puede contener las lágrimas de gratitud por esta Doctrina científica, esta filosofía del Amor, esta Doctrina ética con que la Divinidad lo ha ofrendado, en  esta existencia extensa y profundamente pacífica y pacificadora.

Y concluyó: Por consiguiente, si anheláis la paz, conservad la paz íntima. Si deseáis conquistar el mundo, conquistaos a vosotros mismos. Si tenéis necesidad de victorias sobre las imperfecciones, tened presente que los verdaderos héroes triunfan sobre ellos mismos, y nadie se entera de los padecimientos de sus corazones. 
Somos invitados a un mundo nuevo. Es necesario que no reaccionemos contra los que no nos quieren bien, que no reaccionemos al mal, sino que todo lo hagamos para conquistar el bien. 
Seamos los creadores de nuestra paz, experimentemos la no violencia aunque vivamos en un mundo violento, porque somos trabajadores de la Siembra del Maestro Jesús.
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     Diana Burgos

    Traducción al portugués, adaptada, por Maria Helena Marcon
    Fotos: Katherine Del Toro
   
    El día 9.6.2016.


(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Registro. Divaldo Franco na Europa- 2016 Bad Honnef, Alemanha

Bad Honnef, 28 e 29 de maio de 2016

Nos dias 28 e 29 de maio, o médium e orador espírita Divaldo Franco realizou um seminário na cidade de Bad Honnef, Alemanha, com o tema “A Felicidade É Possível”, encerrando, assim, a temporada de 30 dias de divulgação do Espiritismo na Europa, alcançando 9 países e 13 cidades.
O evento, promovido pela Freundeskreis Allan Kardec Düsseldorf, foi realizado no auditório do Hotel Seminaris Bad Honnef e contou com a participação de mais de 280 pessoas em cada dia. Todo o seminário foi traduzido ao alemão pela intérprete Edith Burkhard.
Dezoito países estavam ali representados, a dar-nos uma pequena dimensão do alcance mundial do Espiritismo: Brasil, França, Bélgica, Canadá, Luxemburgo, Suíça, Suécia, Alemanha, Japão, Itália, Holanda, Espanha, Portugal, Reino Unido, Áustria, Polônia, Estados Unidos, Emirados Árabes (Dubai).
As apresentações musicais, que encantaram o público, ficaram por conta de Flávio Benedito (piano), Maurício Virgens (canto), Warren Richardson (canto) e Amina Richardson (canto).
Marina Steagall apresentou a campanha mundial “Life! Say Yes To!”, que aborda os meios de valorização da vida e os equívocos e prejuízos do abortamento, da eutanásia, da pena de morte e do suicídio.

No sábado, o encontro foi iniciado com a evocação do pensamento do filósofo grego Protágoras, do século V a.C., que afirmara que “o ser humano é a medida de todas as coisas”. Com isso, ele colocava o homem no centro do processo cognitivo, dividido, então, em uma parte objetiva e outra subjetiva. Segundo esse filósofo, veríamos a realidade sobretudo de acordo com o nosso estado emocional. Em complementação a esse pensamento, foi abordada a proposta de Immanuel Kant, filósofo alemão iluminista, que defendia que a realidade só seria percebida pelo ser humano a partir de suas experiências objetivas prévias, que seriam quais formas que moldariam o conteúdo da realidade apreendido. Segundo asseverado, haveria dois fatores essenciais e determinantes do processo de conhecimento: o ego e o Self, que seriam o resultado de nossas conquistas emocionais, sociológicas e intelectuais.
Nesse breve introito, já teríamos o embasamento para o tema do seminário: a realidade apresenta-se a todos tal qual é e cada um apreende a parte dela que lhe é possível, interpretando-a segundo a sua própria emoção e as experiências acumuladas. Ser feliz ou infeliz, portanto, dependeria fundamentalmente do próprio indivíduo e não de circunstâncias ou fatores externos. O que constituiria a felicidade para um, não necessariamente seria a felicidade para outro. E aquilo que seria interpretado como felicidade por certa pessoa, num determinado momento de sua vida, talvez, num período posterior da existência, fosse sentido como infelicidade. Daí a necessidade, conforme exposto, de o indivíduo realizar o autodescobrimento.

Com fundamento na Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung, foi dito que a verdadeira vida estaria dentro do ser humano, de maneira a ser indispensável a viagem interior para o encontro com a realidade profunda do si, identificando-se os arquétipos, essas marcas antigas de nossas existências pretéritas, para a superação dos conflitos e más tendências e a reconexão com o Self.
No processo evolutivo antropossociopsicológico e espiritual, o ser humano caminharia do instinto para a razão, desta para a intuição e, por fim, para a angelitude, quando, vencido o ego e seus derivativos (egoísmo, egotismo, egolatria, egocentrismo), desfrutaria a plenitude do Self, na vivência do altruísmo, do amor ao próximo e a si mesmo, da caridade, enfim.
Como recurso auxiliar para a análise da problemática do ego e sua relação com a origem dos sofrimentos, assim como da necessidade de a criatura humana alterar a sua conduta moral para melhor, como forma de libertar-se das dores que a afligem e ser feliz, Divaldo propôs um estudo espírita e junguiano da obra "O Cavaleiro da Armadura Enferrujada", de autoria de Robert Fisher.
Para que fosse possível realizar essa viagem de estudo sobre o autodescobrimento e a autoiluminação mais facilmente, foram abordados os conceitos de ser humano, nos seus aspectos biológico, psicológico e social, assim como a visão espírita dele, que o apresenta como ser tríplice (corpo físico, perispírito e Espírito), demonstrando-se que somos, em essência, uma energia pensante que sobrevive ao decesso físico e realiza o seu processo evolutivo por meio das reencarnações. Também foram apresentados alguns conceitos da Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung, tais como o consciente, o inconsciente coletivo e o individual, os arquétipos, o ego, o Self, a sombra.

Em seguida, o orador passou à análise específica da estória contida no livro referido. Tratava-se de um cavaleiro que, ao longo de muitos anos, habituou-se a manter-se vestido com sua armadura de ferro, a qual acabou por se enferrujar. Ele era casado e tinha um filho, mas o seu relacionamento com a família era muito distante e difícil. Após uma discussão com a esposa, aborrecido, decidiu o cavaleiro afastar-se do domicílio e realizar uma viagem. Nesta viagem, ele passou a ter contato com alguns outros personagens, com os quais se relacionou e que o ajudaram a refletir sobre a própria existência. Por fim, o cavaleiro considerou que deveria retirar a armadura, o que não conseguiu de imediato, uma vez que ela já se encontrava muito enferrujada. Um dos personagens disse-lhe que seria necessário atravessar uma determinada trilha, onde encontraria três castelos: o do silêncio, o do conhecimento e o da vontade e ousadia. Ser-lhe-ia necessário permanecer um certo tempo em cada um deles, para se lhes aprender as lições, a fim de que ele pudesse seguir para o seguinte. Nesse processo, passando por cada castelo, o cavaleiro foi introjetando os diferentes ensinamentos, refletindo sobre a própria vida, conhecendo mais de si mesmo, ao tempo em que ele passou a mudar de pensamentos, de comportamentos, e , com isso, a armadura, de parte em parte, começou a cair de seu corpo, até que ele viu-se totalmente liberado dela.

Divaldo esclareceu que a viagem do cavaleiro pela trilha, visitando cada um daqueles castelos, é bem a viagem de autodescobrimento e de autoiluminação de todos nós, que trazemos as nossas máscaras, as personas a que se referia Carl Gustav Jung. Ao longo de nossa jornada evolutiva, criamos em nós condicionamentos negativos, que tornaram-se uma segunda natureza em nós, passamos a usar máscaras que compõem a nossa personalidade, que utilizamos para agradar as convenções sociais. E assim, perdemos o contato com o nosso ser profundo, a nossa realidade espiritual (Self). Esses condicionamentos negativos, as nossas más inclinações, seriam a causa de nossos sofrimentos.
Conforme afirmou o orador, é necessário que façamos a viagem interior, em busca do conhecimento da Verdade, dessas leis divinas que estão escritas em nós, para que tomemos consciência de que somos Espíritos imortais e de que a nossa meta psicológica profunda deve ser amar, vencendo os nossos medos e dúvidas, eliminando as nossas imperfeições morais e estabelecendo-se, assim, a conexão entre o ego e o Self.

Em análise do Decálogo Logoterapêutico da Dra. Elisabeth Lukas, foram destacados os itens a prescrever a necessidade de reservarmos um momento para nós mesmos, de ouvirmos a nossa consciência e de dedicarmos tempo para a nossa transcendência, confirmando o estudo sobre o cavaleiro da armadura enferrujada.
Para exemplificar a proposta de libertação do ego e vivência do altruísmo como forma de encontrar-se a felicidade, Divaldo narrou uma comovente história de uma das mais aclamadas contraltos de todos os tempos, Madame Ernestine Schumann-Heink, nascida austríaca e mais tarde naturalizada americana. Madame assistira a um concerto de música nos EUA, no qual apresentaram-se várias crianças. Uma delas, de nome Elizabeth, contava apenas 5 anos e teve um péssimo desempenho. Após sair do palco, correu para os bastidores para chorar, prometendo a si mesma nunca mais tocar violino. Madame foi vê-la e por perceber nela o talento, pediu-lhe que acompanhasse-a em sua turnê. Em determinado dia, num passeio por um bosque, a Sra. Schumann-Heink mostrou à Elizabeth uma calhandra e contou-lhe a lenda sobre aquele pássaro que tão belamente cantava. A estória dizia que, após criar o mundo e o ser humano, Deus percebeu que tudo era alegria na criação, com exceção do homem, que, infeliz, de tudo queixava-se. Decidiu oferecer algo que lhe alegrasse os dias. Tomou de uma porção de barro e foi modelando até que, de repente, deu-se conta que modelara uma pequena ave. Abriu-lhe o bico e insuflara-lhe a vida, dizendo-lhe: “tu serás a calhandra e cantarás para que nunca mais o ser humano seja triste”. E, a partir daquele dia, o canto dela tomara o mundo e nunca mais houvera a infelicidade. Madame concluiu o diálogo dizendo: “compreende Elizabeth? Todos somos calhandras de Deus; para mim Ele disse ‘vai e canta’, para você Ele disse: ‘vai e toca’, para outro Ele disse ‘vai e ensina’. Todos temos algo a oferecer ao mundo para ele não seja tomado de tristeza e as pessoas possam ser felizes”.

A pequenina menina nunca mais desistiu de tocar. Muitos anos mais tarde, Madame tivera grande decepção, pois que sua voz por fim falhara num concerto. Pensara em encerrar naquela noite a sua carreira. Mas Elizabeth, agora renomada violinista, estava na plateia e foi ter com a grande contralto no seu camarim. Recordou-a da lenda da calhandra e disse-lhe que não se importasse com a falha da voz ocorrida naquela noite, pois que a sua missão deveria seguir adiante, lenindo a tristeza do mundo com a sua arte. A partir daquele dia, Madame trocou os grandes palcos e seletas plateias para cantar para os infelizes e sofredores da Terra. E, com essa inspiradora mensagem, Divaldo conclamou a todos para que nunca esqueçamo-nos de que somos calhandras de Deus, com talentos os mais diversos, que devem ser postos a serviço de Jesus, para oferecer um pouco de beleza e de alegria ao mundo tão sofrido, porque a verdadeira felicidade não consiste em reter nada para si, mas em distribuir os talentos para a felicidade de todos.
Na fase final dos estudos do primeiro dia de seminário, o médium fez uma análise do conceito de felicidade e de como fruí-la, de acordo com a filosofia Oriental, que baseava-se na revelação espiritual, e com a Filosofia Ocidental, desde o período pré-socrático, a proposta de Sócrates e os filósofos pós-socráticos. Com maior enfoque na mensagem socrática, afirmou que somente pelo autoconhecimento é que o ser humano poderia encontrar a felicidade. Essa proposição estaria contida também na resposta dada pelos Espíritos nobres à questão 919, elaborada por Allan Kardec e inserta na obra O Livro dos Espíritos, a versar sobre o método prático e eficaz para se melhorar nesta vida e resistir à atração do mal.

Referindo-se aos transtornos depressivos, que na atualidade encontram-se entre uma das 3 principais causas de mortes no mundo, Divaldo esclareceu que na raiz de toda depressão há um conflito de culpa, sendo, portanto, necessário que o indivíduo realize a terapia do autoamor, autoperdoando-se e permitindo-se ser feliz, fruir da felicidade possível na Terra, que nunca é linear e constante, mas com as oscilações naturais dos desafios da existência, das dores, dos infortúnios, que fazem parte da experiência evolutiva. A felicidade, então, seria o equilíbrio ou, ainda, a harmonia físico-psíquico-emocional do ser, mantida ante qualquer situação, mesmo ante as contrariedades da existência.
No dia 29, domingo, Divaldo iniciou a análise sobre a felicidade recordando que, segundo a Doutrina Espírita, a educação dos caracteres humanos – portanto, não apenas aquela de natureza formal, ou instrução-, seria fundamental para a sua conquista, pois que implicaria autoconhecimento e superação das más inclinações (ego), com a dedicação do amor ao próximo. Servir ao semelhante seria o caminho para a felicidade.
Na sequência, abordou a obra literária “A Ciência de Ser Feliz”, de autoria da Dra. Susan Andrews, psicóloga e antropóloga americana, formada pela Universidade de Harvard, que afirmara em seu livro que a felicidade seria a combinação entre o grau e a frequência de emoções positivas; o nível médio de satisfação que a pessoa obtém durante um longo período; e a ausência de sentimentos negativos, tais como tristeza e raiva. Para ela, a felicidade não seria apenas caracterizada como a falta de emoções negativas, mas também como a presença de sentimentos positivos. Foram analisadas as 6 grandes ilusões a respeito da felicidade: dinheiro, boa educação, juventude/beleza, sucesso, saúde, prazer. Tais elementos não seriam sinônimo de felicidade, vez que grande parte de seus portadores não seriam realmente felizes.

Mas, então, como seria possível alcançar a felicidade? Para essa resposta, foi apresentado o conteúdo da obra “A Arte de Viver”, do filósofo grego estoico Epicteto, para quem uma vida feliz e uma vida virtuosa seriam sinônimos. O ser humano deveria buscar realizar apenas atitudes corretas em sua existência, evitando cogitar do sofrimento, dando o melhor de si, sendo sempre bom e esculpindo a beleza em sua vida, a fim de que pudesse ser efetivamente feliz.
Em uma abordagem comparativa com o Espiritismo, foi recordado que na questão de número 614 de “O Livro dos Espíritos”, Allan Kardec recebeu como esclarecimento das entidades superiores que a lei natural ou divina “é a única verdadeira para a felicidade do homem”, indicando-lhe o que deve fazer ou deixar de fazer e que ele só é infeliz quando dela se afasta.

Na fase final do seminário, Divaldo discorreu sobre o ressurgimento do materialismo no século XVII, com o pensamento de filósofos como Pierre Gassendi, John Locke, Francis Bacon, e, também com as teorias dos pensadores iluministas, não tardando, no entanto - como explicou-, a resposta do mundo espiritual, que preparou a França, por meio do esforço de Napoleão Bonaparte, para receber a Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec e que se caracterizaria como uma ciência a estudar a origem, a natureza e o destino dos Espíritos e as relações existentes entre o mundo físico e o espiritual. Marchando ao lado da Ciência acadêmica, mas não se detendo no mero estudo dos efeitos e, sim, remontando às causas, o Espiritismo demonstraria a existência de Deus, a imortalidade da alma, a comunicabilidade dos Espíritos, a reencarnação, a pluralidade de mundos habitados, e tomaria por base moral da conduta humana e proposta psicoterapêutica a mensagem do Evangelho de Jesus. 
Conforme asseverou o médium, o Espiritismo é uma doutrina de fatos, com fundamento na Ciência- como a Biologia Molecular, a Física Quântica, a Parapsicologia, as Neurociências, a Psicologia Transpessoal, a Psiquiatria e outras áreas-, a demonstrar a nossa realidade profunda, o ser espiritual que somos, o Self, que aguarda ser descoberto, para que expanda-se na direção do próximo, encontrando, enfim, a felicidade de servir.

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Lucas Milagre e José Manuel

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)

Espanhol

DIVALDO FRANCO: GIRA EUROPEA 2016.
Bad Honnef, 28 y 29 de mayo de 2016.



Durante los días 28 y 29 de mayo, el médium y orador espírita Divaldo Franco realizó un seminario en la ciudad de Bad Honnef, Alemania, sobre el tema La felicidad es posible, y finalizó así la gira de 30 días de divulgación del Espiritismo en Europa, durante la cual estuvo en 9 países y 13 ciudades.
El acto, promovido por la Freundeskreis Allan Kardec Düsseldorf se llevó a cabo en el auditorio delHotel Seminaris Bad Honnef y contó con la participación de más de 280 personas cada día. El seminario fue traducido al alemán por la intérprete Edith Burkhard.
Dieciocho países estaban representados allí, para darnos una pequeña dimensión del alcance mundial del Espiritismo: Brasil, Francia, Bélgica, Canadá, Luxemburgo, Suiza, Suecia, Alemania, Japón, Italia, Holanda, España, Portugal, Reino Unido de Inglaterra, Austria, Polonia, Estados Unidos de Norteamérica, Emiratos Árabes: Dubai.
Las interpretaciones musicales -que encantaron al público-, estuvieron a cargo de Flávio Benedito (piano), Maurício Virgens (canto), Warren Richardson (canto) y Amina Richardson (canto).
Marina Steagall presentó la campaña mundial Life! Say Yes to...! (¡Vida! ¡Di que sí a...!), que enfoca los medios de valorización de la vida, y las equivocaciones y los prejuicios acerca del aborto, la eutanasia, la pena de muerte y el suicidio.

El sábado, el Encuentro dio comienzo con la evocación del pensamiento del filósofo griego Protágoras -del siglo V antes de Cristo-, quien afirmaba que el ser humano es la medida de todas las cosas. De ese modo, él colocaba al hombre en el centro del proceso cognitivo, dividido por entonces en una parte objetiva y otra subjetiva. Según ese filósofo, veríamos la realidad, sobre todo, de acuerdo con nuestro estado emocional. Para complementar ese pensamiento se abordó la propuesta de Emmanuel Kant, filósofo alemán iluminista, que sostenía que la realidad sólo sería percibida por el ser humano, a partir de sus experiencias objetivas previas, que serían formas que modelarían el contenido de la realidad aprehendida. Según lo manifestado, habría dos factores esenciales y determinantes del proceso de conocimiento: el ego y el Self, que serían el resultado de nuestras conquistas emocionales, sociológicas e intelectuales.
En esa breve introducción, ya tendríamos la base del tema del seminario: la realidad se presenta a todos tal cual es, y cada uno capta la parte de ella que le es posible y la interpreta según su propia emoción y, también, según las experiencias acumuladas. Ser feliz o desdichado, por lo tanto, dependería fundamentalmente del propio individuo y no de circunstancias o factores externos. Aquello que constituiría la felicidad para uno, no necesariamente sería la felicidad para otro. Y aquello que sería interpretado como felicidad por una determinada persona, en un determinado momento de su vida, tal vez en un período posterior de la existencia, fuese experimentado como desdicha. De ahí la necesidad, conforme con lo expuesto, de que el individuo realice el autodescubrimiento.

Con fundamento en la Psicología Analítica de Carl Gustav Jung, se dijo que la verdadera vida estaría dentro del ser humano, de manera que resulta indispensable el viaje interior para el encuentro con la realidad profunda del ser, para identificar los arquetipos, esas huellas antiguas de nuestras existencias pasadas, para la superación de los conflictos y las tendencias negativas, y la reconexión con el Self.
En el proceso evolutivo antroposociopsicológico y espiritual, el ser humano avanzaría desde el instinto hacia la razón, desde esta hacia la intuición y, finalmente, hacia la condición angelical, cuando superado el ego y sus derivados (egoísmo, egotismo, egolatría, egocentrismo), disfrutaría la plenitud del Selfmediante la vivencia del altruísmo, del amor al prójimo y a sí mismo, de la caridad, en definitiva.
Como un recurso auxiliar, para el análisis del problema del ego y su relación con el origen de los sufrimientos, así como de la necesidad de que la criatura humana modifique su conducta moral para mejor, como una forma de liberarse de los sufrimientos que la afligen y ser feliz, Divaldo propuso un estudio espírita y junguiano de la obra El Caballero de la Armadura Oxidada, del autor Robert Fisher.
A fin de que fuese posible realizar ese viaje de estudio sobre el autodescubrimiento y la autoiluminación más fácilmente, se abordó el concepto de ser humano, en sus aspectos biológico, psicológico y social, así como también el enfoque espírita, que lo presenta como un ser triple: cuerpo físico, periespíritu y Espíritu, demostrando que somos, en esencia, una energía pensante que sobrevive al deceso físico, y que realiza su proceso evolutivo por medio de las reencarnaciones. También fueron expuestos algunos conceptos de la Psicología Analítica de Carl Gustav Jung, tales como el consciente, el inconsciente colectivo y el individual, los arquetipos, el ego, el Self  y la sombra.

Seguidamente, el orador pasó al análisis específico de la anécdota contenida en el libro referido. Se trataba de un caballero que, a lo largo de muchos años, se habituó a estar vestido con su armadura de hierro, la cual acabó por oxidarse. Él estaba casado y tenía un hijo, pero su relación con la familia era muy distante y complicada. Después de una discusión con su esposa, disgustado, decidió el caballero alejarse del domicilio y realizar un viaje. En este viaje, él tomó contacto con algunos otros personajes -con los cuales se relacionó- que lo ayudaron a reflexionar sobre su propia existencia. Por último, el caballero consideró que debería quitarse la armadura -lo que no consiguió de inmediato-, dado que esta se encontraba muy oxidada. Uno de los personajes le dijo que le sería necesario recorrer una determinada senda, donde iba a encontrar tres castillos: el del silencio, el del conocimiento y el de la voluntad y la osadía. Le sería necesario permanecer un cierto tiempo en cada uno de ellos, para aprender las lecciones que le trasmitirían, a fin de que él pudiese ir hacia el siguiente. En ese proceso, al pasar por cada castillo, el caballero fue internalizando las diferentes enseñanzas, y reflexionó sobre su propia vida, llegando a conocerse más, y al mismo tiempo comenzó a modificar sus pensamientos, su conducta y, así, parte por parte, la armadura comenzó a caerse de su cuerpo, hasta que se vio completamente libre de ella.

Divaldo explicó que el recorrido del caballero por la senda, visitando cada uno de aquellos castillos, es precisamenete el viaje del autodescubrimiento y de la autoiluminación de todos nosotros, que somos portadores de nuestras máscaras, las personas a las cuales se refería Carl Gustav Jung. A lo largo de nuestra trayectoria evolutiva, hemos creado en nosotros condicionamientos negativos, que se convirtieron en una segunda naturaleza, y comenzamos a usar máscaras que componen nuestra personalidad, máscaras que utilizamos para agradar según las convenciones sociales. De tal modo, perdemos el contacto con nuestro ser profundo, nuestra realidad espiritual (Self). Esos condicionamientos negativos, nuestras tendencias negativas, serían la causa de nuestros sufrimientos.
Según lo que manifestó el orador, es necesario que realicemos el viaje interior, en busca del conocimiento de la Verdad, de las Leyes Divinas que están inscriptas dentro de nosotros, para que tomemos conciencia de que somos Espíritus inmortales, y que nuestra meta psicológica profunda debe ser amar, superando nuestros temores y dudas, eliminando nuestras imperfecciones morales y, de ese modo, estableciendo la conexión entre el ego y el Self.

Mediante el análisis del Decálogo Logoterapéutico de la Dra. Elisabeth Lukas, se destacaron los ítems que prescriben la necesidad de que nos reservemos un momento para nosotros mismos, que escuchemos a nuestra conciencia y que dediquemos tiempo a nuestra trascendencia, confirmando el estudio sobre el caballero de la armadura oxidada.
Para ejemplificar la propuesta de liberación del ego y la vivencia del altruísmo, como una forma de encontrar la felicidad, Divaldo narró una conmovedora historia, acerca de una de las más aclamadas contraltos de todas las épocas, Madame Ernestine Schumann-Heink, nacida en Austria y más tarde naturalizada norteamericana. Madame asistió a un concierto de música en USA, en el cual se presentaron varias criaturas. Una de ellas, de nombre Elizabeth, tenía apenas cinco años y tuvo un pésimo desempeño. Después de dejar el escenario, la niña corrió hacia la zona de camarines para llorar, prometiéndose nunca más tocar el violín. Madame fue a verla, y como había percibido el talento de la niña, le pidió que la acompañase en su gira. Cierto día, paseaban por un bosque cuando la Sra. Schumann-Heink le señaló a Elizabeth una calandria, y le relató la leyenda sobre aquella ave que cantaba con tanta belleza. La anécdota se refería a que, después de que creara el mundo y el ser humano, Dios percibió que todo era alegría en la Creación, con excepción del hombre que, desdichado, de todo se quejaba. Decidió, entonces, brindarle algo que alegrase sus días, y tomó una porción de barro y fue dándole forma hasta que, de pronto, se dio cuenta de que había modelado una pequeña ave. Le abrió el pico y le trasmitió la vida, diciéndole: Tú serás la calandria, y cantarás para que nunca más el ser humano esté triste. Y a partir de aquel día, su canto se apoderó del mundo, y nunca más hubo desdicha en él. Madame concluyó el diálogo diciendo: ¿Comprendes, Elizabeth? Todos somos calandrias de Dios; a mí Él me dijo: Ve y canta, a ti Él te dijo: Ve y toca el violína otro Él le dijo Ve y enseñaTodos tenemos algo que ofrecer al mundo para que no lo domine la tristeza, y así las personas puedan ser felices.

La pequeña nunca más se negó a tocar el violín. Muchos años más tarde, Madame tuvo una gran decepción porque su voz, finalmente, había fallado en un concierto. Aquella noche había pensado en dar por concluida su carrera, pero Elizabeth, que por entonces era una renombrada violinista, estaba en la platea y fue a ver a la extraordinaria contralto en su camarín. Le recordó la leyenda de la calandria, y le dijo que no se preocupara porque aquella noche su voz hubiera fallado, pues su misión era seguir adelante, aliviando la tristeza del mundo con su arte. Desde aquel día, Madame dejó los grandes escenarios y las selectas plateas para llevar su canto a los desventurados y sufridores de la Tierra. Y, con ese inspirador mensaje, Divaldo convocó a todos a que nunca nos olvidemos que somos calandrias de Dios, con los más diversos talentos, que deben ser puestos al servicio de Jesús, para ofrecer un poco de belleza y de alegría al mundo, tan sufrido, porque la verdadera felicidad no consiste en guardar algo para sí mismo, sino en distribuir los talentos para felicidad de todos.

En la fase final de los estudios del primer día de seminario, el médium hizo un análisis del concepto de felicidad y cómo disfrutarla, de acuerdo con la filosofía oriental, que se basaba en la revelación espiritual, y según la filosofia occidental, desde el período presocrático, la propuesta de Sócrates y de los filósofos pos-socráticos. Con un amplio enfoque en el mensaje socrático, afirmó que solamente mediante el autoconocimiento podría, el ser humano, hallar la felicidad. Ese concepto estaría también contenido en la respuesta que dieron los Espíritus nobles a la cuestión 919, elaborada por Allan Kardec e incluida en la obra El Libro de los Espíritus, la cual trata acerca del método práctico y eficaz para mejorar en esta vida y resistir la atracción del mal.

Con referencia a los trastornos depresivos, que en la actualidad se encuentran entre una de las tres principales causas de muerte en el mundo, Divaldo explicó que en la raíz de las depresiones existe un conflcto de culpa y, por lo tanto, es necesario que el individuo realice la terapia del autoamor, autoperdonándose y permitiéndose ser feliz, disfrutar la felicidad posible en la Tierra, que nunca es lineal ni constante, sino con las oscilaciones naturales de los desafíos de la existencia, de los dolores, de los infortunios, que forman parte de la experiencia evolutiva. La felicidad, entonces, sería el equilibrio o, también, la armonía físico-psíquico-emocional del ser, conservada en todas las circunstancias, incluso ante las contrariedades de la existencia.
El día 29, domingo, Divaldo comenzó el análisis sobre la felicidad recordando que, según la Doctrina Espírita, la educación de los caracteres humanos –por lo tanto, no sólo aquella de naturaleza formal, la instrucción-, sería fundamental para su conquista, pues implicaría el autoconocimiento y la superación de las malas tendencias (ego), con la dedicación de amor al prójimo. Servir al semejante sería el camino hacia la felicidad.
Seguidamente, abordó la obra literaria La ciencia de ser feliz -cuya autora es la Dra. Susan Andrews, psicóloga y antropóloga norteamericana, graduada en la Universidad de Harvard-, quien manifestó en su libro que la felicidad sería la combinación entre el grado y la frecuencia de las emociones positivas; el nivel medio de satisfacción que la persona obtiene durante un largo período; y la ausencia de sentimientos negativos, tales como la tristeza y la rabia. Para ella, la felicidad no estaría solamente caracterizada como la falta de emociones negativas, sino también como la presencia de sentimientos positivos. Se analizaron las 6 grandes ilusiones acerca de la felicidad: dinero, buena educación, juventud/belleza, éxito, salud, placer. Tales elementos no serían sinónimo de felicidad, visto que gran parte de sus portadores no serían realmente felices.

Pero, entonces, ¿cómo sería posible alcanzar la felicidad? Para esa respuesta, se presentó el contenido de la obra El Arte de Vivir, del filósofo griego estoico Epicteto, para quien una vida feliz y una vida virtuosa serían sinónimos. El ser humano debería buscar cómo realizar tan sólo las acciones correctas en su existencia, evitando pensar en el sufrimiento, dando lo mejor de sí, siendo siempre bueno y esculpiendo la belleza en su vida, a fin de que pudiese ser efectivamente feliz.
Mediante un enfoque comparativo con el Espiritismo, recordó que en la cuestión número 614 de El Libro de los Espíritus, Allan Kardec recibió como explicación de las Entidades superiores, que la ley natural o divina es la única verdadera para la felicidad del hombre, pues le indica aquello que debiera hacer o dejar de hacer, y que él sólo es desdichado cuando de ella se aparta.

En la fase final del seminario, Divaldo se refirió al resurgimiento del materialismo en el siglo XVII, con el pensamiento de filósofos tales como Pierre Gassendi, John Locke, Francis Bacon, y también con las teorías de los pensadores iluministas, no tardando, mientras tanto -como lo explicó-, la respuesta del Mundo Espiritual, que preparó a Francia, mediante el esfuerzo de Napoleón Bonaparte, para recibir la Doctrina Espírita, codificada por Allan Kardec, que se caracterizaría como una ciencia dedicada al estudio del origen, la naturaleza y eldestino de los Espíritus, y de las relaciones existentes entre el mundo físico y el espiritual. Mediante la marcha junto a la Ciencia académica, sin detenerse en el mero estudio de los efectos, sino remontándose hasta las causas, el Espiritismo demostraría la existencia de Dios, la inmortalidad del alma, la comunicabilidad de los Espíritus, la reencarnación, la pluralidad de los mundos habitados, y adoptaría como base moral de la conducta humana, y también como propuesta psicoterapéutica, el mensaje del Evangelio de Jesús. 
De conformidad con lo manifestado por el médium, el Espiritismo es una doctrina de fenómenos, con fundamento en la Ciencia -como por ejemplo la Biología Molecular, la Física cuántica, la Parapsicología, las Neurociencias, la Psicología Transpersonal, la Psiquiatría y otras áreas-, a fin de demostrar nuestra realidad profunda, el ser espiritual que somos, el Self, que aguarda ser descubierto, para que se expanda en dirección al prójimo y encuentre, finalmente, la felicidad de prestar servicio.

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Lucas Milagre y José Manuel

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)
 


terça-feira, 7 de junho de 2016

Registro. Divaldo Franco no XVI Congresso Espírita Colombiano. Medelín, Colômbia

02 de junho de 2016

Na cidade da eterna primavera, Medellin, teve início, no dia 2 de junho,  o XVI Congresso Espírita Colombiano, que terá continuidade de 3 a 6 de junho, e no qual se homenageiam os 150 anos de O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina segundo o Espiritismo, tendo como tema central, A Lei de Causa e Efeito.
Após os discursos do presidente da Comissão Organizadora, Carlos Castaño e do presidente da CONFECOL, Jorge Berrio, foi apresentado um programa musical pelo grupo Sello Azul, que interpretou composições de Beethoven e Schubert.
Realizada no Centro de Convenções Plaza Mayor, contou com cerca de mil pessoas, a conferência inaugural, com Divaldo Pereira Franco, o Semeador de Estrelas, abordando A vida depois da vida.

Divaldo iniciou citando Cícero que escreveu, com propriedade, que a História é a pedra de toque que desgasta o erro e faz brilhar a verdade.
Dezesseis séculos depois, Lord Bacon, representando a cultura da época, afirmava que uma filosofia superficial conduz a mente humana ao materialismo, à negação, enquanto uma filosofia profunda induz a cultura humana à verdadeira religião.
O pensamento de Lord Bacon chegava no começo do século XVI, quando houve a ruptura da religião com a ciência, quando não se estava mais diante da fé cega, mas de feitos notáveis.

Divaldo prosseguiu, num bosquejo pela História da Humanidade, destacando os feitos mais relevantes dos pensadores e correntes filosóficas e as diferentes conquistas da ciência, passando pelo materialismo dialético, científico e histórico, com citação da obra de Karl Marx.
Na sequência, enfocou Sigmund Freud, com sua doutrina materialista sobre a sexualidade, as posturas de Eros e Tanatos; fez especial menção à teoria dos arquétipos de Carl Gustav Jung, Ego e Self, dizendo que trazemos para a existência atual, as marcas que caracterizam a sombra que nos acompanha.
À medida em que o ser se esclarece, conhece a si mesmo, molda-se ao Evangelho de Jesus, que leciona que o reino dos céus está dentro de nós, vai transformando a sombra, marchando na direção da plenitude, o estado numinoso.
Self não morre com a morte, não desaparece com a desagregação celular.
A psicologia analítica de Jung permite que, posteriormente, se descubra a Psicologia transcendental.
Divaldo apresenta o resultado da Revolução Francesa de 1792, que estabelece os direitos humanos e, de imediato, os direitos da mulher.
A Humanidade entra e sai do materialismo.

Em 1905, Albert Einstein propõe a Teoria da Relatividade. Em 2015, teve-se conhecimento de uma carta dele enviada a sua filha, onde faz uma revelação ainda mais grandiosa. Afirma ter descoberto algo que transcende, que além das quatro leis conhecidas pelo mundo: a gravidade, o eletromagnetismo, a física quântica forte, a física quântica fraca, há uma lei mais poderosa, a Lei de Amor.
No dia 25 de junho de 2000, na Casa Branca, Francis Collins apresenta a decodificação do genoma humano. Nessa oportunidade, o presidente Clinton, falando para o mundo, afirmou que a construção da criatura humana, de acordo com a genética, era uma obra de Deus.
Citou a Experiência de Quase Morte de Eben Alexander e dos relatos do seu livro Uma prova do céu: A jornada de um neurocirurgião à vida após a morte.
 Referiu-se ao geneticista  Dean Hamer que, através de suas investigações, sustenta que há, na criatura humana, o gene de Deus.
Reportou-se ao nascimento de Hippolyte Léon Denizard Rivail, em 1804, em Lyon, França, que publicou em Paris o mais notável compêndio de filosofia humana, com 1019 questões, na sua segunda edição. Nele, são abordados os enigmas do pensamento, desde a antropologia à ética-moral; aqueles de natureza sociológica ao pensamento ético, de consequências religiosas.
Allan Kardec é um cientista que prova, à luz da ciência, da filosofia e da ética-moral, que há vida depois da vida.
As extraordinárias investigações realizadas na França, Inglaterra, Alemanha, nos Países Baixos, Itália e, posteriormente, no Novo Mundo, confirmam tudo o que se encontra nas obras básicas da Doutrina Espírita, e que a define como a ciência que estuda a natureza, a origem e o destino dos Espíritos e as comunicações entre o mundo corporal e o mundo espiritual.

É uma doutrina nova embora os fenômenos sejam antigos.
Prosseguem as experiências de laboratório com os psiquistas do século XIX, depois da metapsíquica de Charles Richet, a parapsicologia dos anos 30, dos notáveis psicólogos investigadores, a psicossomática, a psicobiofísica dos anos 50 e, posteriormente, a investigação da natureza animal e material para chegar  ao Evangelho de Jesus. Jesus, modelo e guia da Humanidade.
Jesus é o mais notável homem da História da Humanidade. Ernest Renan dizia que Jesus era tão grande que dividiu a História, antes e depois dEle.
Renan declarou, na Escola de Ciências de Paris, que Jesus é um ser incomparável porque está acima de todas as paixões humanas.
Jesus é o primeiro a falar de amor, em sentido profundo, na História da Humanidade.
A Organização Mundial de Saúde define a saúde como um estado de equilíbrio emocional, de normalidade orgânica, de discernimento psíquico e espiritual. Acrescenta o estado espiritual para dizer que a vida não termina no momento em que o cérebro deixa de funcionar, apresentando-se o fenômeno biológico da morte.
Divaldo diz que o Espiritismo conseguiu o mais notável fenômeno da filosofia, matando a morte. Demonstra, com seu próprio exemplo, quando, aos quatro anos, se comunicou com sua avó desencarnada.

Há 78 anos vem divulgando esta Doutrina da verdade, tendo-o feito em 68 países, em mais de 2.500 cidades, recebendo mensagens em idiomas que não domina, como árabe, alemão, escrevendo em inglês e francês especular. Como explicar isso senão com a vida que continua despois desta vida?
O Espiritismo matou a tristeza, a agonia e nos trouxe a Boa Nova prometida por Jesus: Eu vou mas não vos deixarei órfãos. Enviarei o Espírito de Verdade, que repetirá o que vos tenho dito, vos ensinará coisas novas e ficará para sempre convosco.
Concluiu com a narrativa de uma experiência vivida na África, na qual, abraçando a um garçom, por orientação espiritual, lhe salva a vida porque ele, portador de um câncer, sem possibilidade de tratamento, tinha planejado se suicidar.
Cumpre-se, assim, a missão do Espiritismo de conviver com os que sofrem, repartir a alegria, brindar a certeza da imortalidade da alma, explicar a razão da miséria de hoje, como resultado das más ações do ontem, pois que somos construtores do nosso destino. Deus não castiga. Deus é amor e o amor não castiga. O amor ama e ama sempre! 

     Diana Burgos
    Tradução adaptada de Maria Helena Marcon
    Fotos: Katherine Del Toro
     Em 6.6.2016.

Espanhol  
DIVALDO FRANCO EN EL XVI CONGRESO ESPÍRITA COLOMBIANO - 
Medellín, 02 de junio de 2016.

En la ciudad de la eterna primavera, Medellín, comenzó el día 2 de junio el XVI Congreso Espírita Colombiano, que se prolongará durante los días 3 a 6 de junio -con el cual se conmemoran los 150 años de El Cielo y el Infierno, o La Justicia Divina según el Espiritismo; convocatoria que tiene como tema central La Ley de Causa y Efecto.
Después de los discursos del presidente de la Comisión Organizadora, Carlos Castaño, y del presidente de la CONFECOL, Jorge Berrío, se desarrolló un programa musical que estuvo a cargo del grupo Sello Azul, que interpretó composiciones de Beethoven y Schubert.
El acto se llevó a cabo en el Centro de Convenciones Plaza Mayor, y contó con la presencia de cerca de mil personas. La conferencia inaugural, a cargo de Divaldo Pereira Franco, el Sembrador de Estrellas, versó sobre el tema La vida después de la vida.

Divaldo comenzó citando a Cicerón, quien escribió con acierto que la Historia es la piedra de toque que desgasta el error, y hace brillar la verdad.
Dieciséis siglos después, Lord Bacon -representante de la cultura de esa época-, afirmaba que una filosofía superficial conduce la mente humana al materialismo, a la negación, mientras que una filosofía profunda conduce a la cultura humana hacia una verdadera religión.
El pensamiento de Lord Bacon llegaba en el comienzo del siglo XVI, cuando se produjo la ruptura entre la religión y la ciencia, cuando ya no se estaba ante la fe ciega sino ante hechos concretos.

Divaldo continuó con un bosquejo de la historia de la humanidad, y destacó los acontecimientos más relevantes acerca de los pensadores y las corrientes filosóficas, como también las diferentes conquistas de la ciencia, pasando por el materialismo dialéctico, el científico y el histórico, además de citar la obra de Karl Marx.

Seguidamente aludió a Sigmund Freud, con su doctrina materialista sobre la sexualidad, los conceptos de Eros y Tanatos, e hizo una especial mención a la teoría de los arquetipos de Carl Gustav Jung, Egoy Self, expresando que traemos a la existencia actual las señales que caracterizan a la sombra, que nos acompaña.
A medida que el ser se ilustra, se conoce a sí mismo, se adapta al Evangelio de Jesús, que enseña que el Reino de los Cielos está dentro de nosotros, va transformando la sombra, y avanza en dirección a la plenitud, el estado numinoso.
El Self no muere con la muerte, no desaparece con la disgregación celular.
La psicología analítica de Jung permite que, posteriormente, se descubra la Psicología trascendental.
Divaldo expone acerca del resultado de la Revolución Francesa de 1792, que establece los derechos humanos y, a continuación, los derechos de la mujer.
La humanidad entra y sale del materialismo.

En 1905, Albert Einstein propone la Teoría de la Relatividad. En 2015, se tuvo conociomiento de una carta que él había enviado a su hija, en la cual hace una revelación más grandiosa aún. Afirma haber descubierto algo trascendente, que va más allá de las cuatro leyes conocidas por el mundo: la gravedad, el electromagnetismo, la física cuántica fuerte, la física cuántica débil, alude a una ley más poderosa: la Ley del Amor.
El día 25 de junio de 2000, en la Casa Blanca, Francis Collins presenta la decodificación del genoma humano. En esa oportunidad, el Presidente Clinton, dirigiéndose al mundo, afirmó que la constitución de la criatura humana, de acuerdo con la genética, era una obra de Dios.

Citó la Experiencia de Casi Muerte de Eben Alexander, y los relatos de su libro Una prueba del Cielo: El viaje de un neurocirujano a la vida después de la muerte.
 Hizo mención al genetista Dean Hamer, quien a través de sus investigaciones sostiene que existe, en la criatura humana, el gen de Dios.
Se refirió al nacimiento de Hippolyte Léon Denizard Rivail, en 1804, en Lyon, Francia, quien publicó en París el más notable compendio de filosofía humana, con 1019 cuestiones en su segunda edición. En él, son abordados los enigmas del pensamiento, desde la antropología a la ética-moral; desde los de naturaleza sociológica, hasta el pensamiento ético de consecuencias religiosas.
Allan Kardec es un científico que demuestra, a la luz de la ciencia, de la filosofía y de la ética-moral, que hay vida después de la vida.
Las extraordinarias investigaciones realizadas en Francia, en Inglaterra, en Alemania, en los Países Bajos, en Italia y, posteriormente, en el Nuevo Mundo, confirman todo lo que se encuentra en las obras básicas de la Doctrina Espírita, Doctrina que se define como la ciencia que estudia la naturaleza, el origen y el destino de los Espíritus, y las comunicaciones entre el mundo corporal y el mundo espiritual.

Se trata de una Doctrina nueva, pese a que los fenómenos sean antiguos.
Prosiguen las experiencias de laboratorio con los psíquicos del siglo XIX, después de la metapsíquica de Charles Richet, la parapsicología de los años 30, de los destacados psicólogos investigadores, la psicosomática, la psicobiofísica de los años 50 y, posteriormente, la investigación de la naturaleza animal y material, para llegar al Evangelio de Jesús. Jesús, modelo y guía de la humanidad.
Jesús es el más notable hombre de la Historia de la humanidad. Ernest Renan decía que Jesús era tan importante, que dividió la Historia en antes y después de Él.
Renan declaró, en la Escuela de Ciencias de París, que Jesús es un ser incomparable, porque está por encima de todas las pasiones humanas.
Jesús es el primero que habló de amor en sentido profundo, en la Historia de la humanidad.
La Organización Mundial de la Salud define la salud como un estado de equilibrio emocional, de normalidad orgánica, de discernimiento psíquico y espiritual. Agrega, en cuanto al estado espiritual, que la vida no termina en el momento en que el cerebro deja de funcionar, cuando se presenta el fenómeno biológico de la muerte.
Divaldo dice que el Espiritismo consiguió el más destacado fenómeno de la filosofía, porque mató a la muerte; demuestra su afirmación con su propio ejemplo, cuando a los cuatro años se comunicó con su abuela desencarnada.

Hace 78 años que divulga esta Doctrina de la Verdad, y ha realizado esa tarea en 68 países, en más de 2.500 ciudades, y recibe por vía mediúmnica, mensajes en idiomas que no domina, tales como árabe, alemán, y además escribe en inglés y francés mediante la psicografía especular. ¿Cómo explicar eso si no es con la vida que continúa después de esta vida?
El Espiritismo acabó con la tristeza, con la agonía, y nos trajo la Buena Nueva prometida por Jesús: Yo nunca os dejaré huérfanos. Enviaré al Espíritu de Verdad, que repetirá lo que os he dicho, os enseñará cosas nuevas y permanecerá para siempre con vosotros.
Concluyó con la narración de una experiencia vivida en África, en la cual, abrazó a un joven -por indicación espiritual-, y le salvó la vida, porque aquel, portador de un cáncer sin posibilidad de tratamiento, había planeado suicidarse.
Se da cumplimiento, así, a la misión del Espiritismo, de convivir con los que sufren, de trasmitir alegría, brindar la certeza de la inmortalidad del alma, explicar la razón de la miseria actual, como resultado de las malas acciones del ayer, pues somos quienes edificamos nuestro destino. Dios no castiga. Dios es Amor y el Amor no castiga. ¡El Amor ama, y ama siempre! 


     Texto: Diana Burgos

    Traducción adaptada por Maria Helena Marcon
    Fotos: Katherine Del Toro
   
    El día 6.6.2016.

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)

Divaldo Franco- Roteiro Europa 2016 Bad Honnef, Alemanha

Bad Honnef, 27 de maio de 2016

No dia 27 de maio, pela manhã, o médium e orador espírita Divaldo Franco viajou de Mannheim para a cidade de Bad Honnef, ambas na Alemanha, para ali proferir um seminário de 2 dias.
Ao início da noite, como preparação para os trabalhos do fim-de-semana, realizou com as mais de 180 pessoas já presentes um estudo da mensagem de Jesus, recordando o “culto do Evangelho no Lar” ou, ainda, as reuniões entre os cristãos primitivos nas catacumbas.
Faziam-se representados, na ocasião, 17 países de diferentes continentes: Alemanha, Suécia, Suíça, Brasil, Luxemburgo, Espanha, França, Bélgica, Itália, Reino Unido, Áustria, Canadá, Polônia, Estados Unidos, Holanda, Portugal, Emirados Árabes (Dubai).

Após bela apresentação artística, Divaldo referiu-se aos encontros de Jesus com os corações amigos para orar, quando Ele falava do “Reino de Deus” e conclamava a todos para os esforços e as renúncias necessárias no trabalho de construção desse reino na Terra. Também foi comentado sobre o período difícil que a Humanidade enfrenta, de caos, de violências de vários matizes, de ansiedades e depressões, de sofrimentos profundos, e que as ondas mentais de teores negativos, face a tantas dores, cria uma psicosfera densa, perturbadora e danosa para os seres humanos. Aquela reunião, como qualquer outra oportunidade de orar, funcionaria, ainda, como um recurso de limpeza psíquica, mediante o qual as irradiações mentais nobres, de amor, paz e fraternidade, diluiriam aqueloutras de conteúdo negativo.

Lucas Milagre, trabalhador da instituição “Mansão do Caminho” e que acompanhava o médium nesse roteiro pela Europa, abriu, aleatoriamente, a obra “O Evangelho Segundo o Espiritismo” e procedeu a leitura da lição contida no capítulo 7 (“Bem-Aventurados os Pobres de Espírito”), item 13, intitulada “Missão do Homem Inteligente na Terra”.
Em seguida, foi explicado que a população presente no local compunha-se, como sabido, dos encarnados e dos Espíritos livres do corpo físico, e que nem todos os desencarnados encontravam-se suficientemente desmaterializados a ponto de poderem usar a linguagem pura do pensamento como forma de comunicação, não prescindindo, então, da comunicação verbalizada e no idioma que lhes era familiar quando ainda estavam na Terra. Dessarte, Divaldo propôs que aqueles que fossem convidados a comentar a lição lida na oportunidade, falassem nos idiomas dos países que representavam.
Edith Bukhard (Suíça), Anne Sinclair (Reino Unido), Manuel Sunyer (Espanha), Xavier Llobet (Catalunha-Espanha), Regina Zanella (Itália), Zelina Poinsignon (Luxemburgo), Ilda Hans (Suécia), Gorete Newton (Suíça) e Júlio Zacarchenco (Brasil) apresentaram suas considerações sobre o texto nos seus respectivos idiomas: alemão, inglês, espanhol, catalão, italiano, francês, sueco e português.
Os comentários finais ficaram a cargo de Divaldo, que narrou a história de Upagupta, segundo o poema “Abhisar”, de autoria de Rabindranath Tagore. Upagupta era um monge budista. Seu mestre fora Sanavasi, discípulo de Ananda, que foi um dos principais discípulos de Buda. Na história, o monge vivia em peregrinação constante, a divulgar a mensagem budista. Quando encontrava-se em um campo em Mathura, adormeceu. Vasavdatta, uma linda cortesã da cidade, por ali passando, percebeu o monge dormindo. Encantada com a bela aparência do rapaz e seu magnetismo incomum, a jovem convidou-o para ir à sua casa. Mas ele recusou-se, dizendo, gentilmente, que naquele momento não poderia acompanhá-la e que, num futuro não muito distante, ele aceitaria o convite. Ela insistiu várias vezes, mas debalde. E saiu profundamente contrariada. Sete meses mais tarde, durante uma festividade na floresta, onde todas as pessoas da cidade reuniam-se, Upagupta, de passagem, foi além das cercanias da região e encontrou Vasavdatta severamente deformada por uma doença cruel, com pústulas que cobriam-lhe todo o corpo. Por causa da enfermidade, os moradores do vilarejo lançaram-lhe fora para além dos muros da cidade, para que não contaminasse a ninguém. Upagupta reconheceu-a e recolheu-a em seus braços para cuidar-lhe do corpo e da alma. A antiga cortesã, agora sem o esplendor físico, completamente deformada, indagou-lhe sobre quem era. E o gentil monge redarguiu: Vasavdatta, eis que chegou o tempo de buscar-lhe e estar contigo, sou Upagupta.

Com essa comovente narrativa, o médium elucidou sobre “os pobres em espírito”, do sermão do monte. Segundo sua palavra, a admoestação do Cristo referia-se à necessidade de esvaziarmos o ego para vivermos a plenitude do Self. Deveríamos esvaziarmo-nos das ambições, do orgulho, das vaidades, do egoísmo, e preenchermo-nos com ternura, afabilidade, paz, amor, paciência. Seria um esforço de superação das nossas más inclinações, para a aquisição de virtudes.
Vasavdatta, a cortesã, tinha as riquezas do reino de Mamom, vivia de ilusões e sofria do terrível vazio existencial. Quando as ilusões dissiparam-se e ela teve de enfrentar a realidade, Upagupta veio ao seu encontro, para oferecer-lhe a mensagem de redenção espiritual, a fim de que pudesse encontrar a alegria de viver e a plenitude. A sua mensagem era o Amor, porque somente o Amor é capaz de preencher o vazio existencial , conectando o ego e o Self.
As palavras finais desse encontro foram em versos, dentro de melodiosa e perfeita métrica, exortando a todos à vivência do Amor: “Agora! É o teu santo momento de ajudar!”

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Jose Manuel


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)



Espanhol



DIVALDO FRANCO EN EUROPA – 2016.
Bad Honnef, 27 de mayo.

El día 27 de mayo, por la mañana, el médium y orador espírita Divaldo Franco viajó desde Mannheim hasta la ciudad de Bad Honnef, ambas en Alemania, para allí pronunciar un seminario de dos días de duración.
Al anochecer, a modo de preparación para las tareas del fin de semana realizó, con más de 180 personas que ya estaban presentes, un estudio del mensaje de Jesús, recordando el culto del Evangelio en el hogar o, también, las reuniones entre los cristianos primitivos, en las catacumbas.
Estuvieron representados en esa ocasión 17 países, de diferentes continentes: Alemania, Suecia, Suiza, Brasil, Luxemburgo, España, Francia, Bélgica, Italia, Reino Unido, Austria, Canadá, Polonia, Estados Unidos de Norteamérica, Holanda, Portugal, Emiratos Árabes (Dubai).

Después de una grata presentación artística, Divaldo se refirió a los encuentros de Jesús con los corazones amistosos para orar, cuando Él aludía al Reino de Dios y convocaba, a todos, a los esfuerzos y las renuncias necesarias en la tarea de edificación de ese Reino en la Tierra. También hizo comentarios acerca del período difícil que atraviesa la humanidad, de caos, de violencias de diversos matices, de ansiedades y depresiones, de sufrimientos profundos, y acerca de que las ondas mentales de tenor negativo, en vista de los sufrimientos, crea una psicósfera densa, perturbadora y dañina para los seres humanos. Aquella reunión, como toda otra oportunidad de orar, funcionaría, además, como un recurso para limpieza psíquica, mediante el cual las irradiaciones mentales dignas, de amor, paz y fraternidad, disiparían aquellas otras de contenido negativo.

Lucas Milagre, un colaborador de la Institución Mansión del Camino, que acompañaba al médium en esa gira por Europa, abrió aleatoriamente la obra El Evangelio según el Espiritismo y procedió a la lectura de la lección contenida en el capítulo 7 (Bienaventurados los pobres de espíritu), ítem 13, que lleva por título Misión del Hombre Inteligente en la Tierra. A continuación, explicó que la población presente en ese lugar estaba compuesta, como es sabido, por los encarnados y los Espíritus liberados del cuerpo físico, y que no todos los desencarnados se encontraban suficientemente desmaterializados, al punto de que podían usar el lenguaje puro del pensamiento como una forma de comunicación, aunque no prescindieran -entonces-, de la comunicación verbalizada, en el idioma que les era familiar cuando aún estaban en la Tierra. De ese modo, Divaldo propuso que aquellos que fuesen invitados a comentar la lección que se había leído en esa oportunidad, hablaran en las lenguas de los países que representaban.
Edith Burkhard (Suíza), Anne Sinclair (Reino Unido), Manuel Sunyer (España), Xavier Llobet (Cataluña-España), Regina Zanella (Italia), Zelina Poinsignon (Luxemburgo), Ilda Hans (Suecia), Gorete Newton (Suiza) y Julio Zacarchenco (Brasil), presentaron sus reflexiones sobre el texto en sus respectivos idiomas: alemán, inglés, español, catalán, italiano, francés, sueco y portugués.
Los comentarios finales estuvieron a cargo de Divaldo, quien relató la historia de Upagupta, según el poema Abhisar, del autor Rabindranath Tagore. Upagupta era un monje budista. Su maestro había sido Sanavasi, discípulo de Ananda, que fue -a su vez- uno de los principales discípulos de Buda. Según el relato, el monje vivía en constante peregrinación, divulgando el mensaje budista. Cuando se encontraba en un campo en Mathura, se echó a dormir. Vasavdatta, una hermosa cortesana de la ciudad, al pasar por allí vio que el monje estaba durmiendo. Encantada con la grata apariencia del joven y con su magnetismo poco común, la joven lo invitó a que fuera a su casa. Pero él se excusó, diciendo gentilmente que en aquel momento no podría acompañarla y que, en un futuro no muy distante, él aceptaría la invitación. Ella insistió varias veces, pero fue en vano, y se retiró profundamente contrariada. Siete meses más tarde, durante una festividad en el bosque, donde todas las personas de la ciudad se habían reunido, Upagupta, al pasar por el lugar, fue más allá de los alrededores de la región y encontró a Vasavdatta severamente deformada por una enfermedad cruel, con pústulas que le cubrían todo el cuerpo. A consecuencia de la enfermedad, los moradores de la villa la arrojaron fuera de los muros de la ciudad, para que no contagiase a nadie. Upagupta la reconoció y la tomó en sus brazos para cuidar de su cuerpo y de su alma. La antigua cortesana, por entonces sin el esplendor físico, completamente deformada, le preguntó quién era, y el gentil monje respondió: Vasavdatta; ha llegado el momento de buscarte y estar contigo, yo soy Upagupta.

Con esa conmovedora narración, el médium explicó acerca de los pobres de espíritu del Sermón de la montaña. Según sus palabras, la recomendación del Cristo se refería a la necesidad de que nos liberásemos del ego para vivir la plenitud del Self. Deberíamos, pues, liberarnos de las ambiciones, del orgullo, de las vanidades, del egoísmo, y colmarnos de ternura, afabilidad, paz, amor, paciencia. Sería ese un esfuerzo para la superación de nuestras malas tendencias, a fin de conquistar virtudes.
Vasavdatta, la cortesana, poseía las riquezas del reino de Mamón, vivía de ilusiones y padecía un terrible vacío existencial. Cuando sus ilusiones se disiparon y ella debió enfrentar la realidad, Upagupta llegó a su encuentro para ofrecerle el mensaje de la redención espiritual, a fin de que pudiese hallar la alegría de vivir y la plenitud. Su mensaje era el Amor, porque solamente el Amor es capaz de llenar el vacío existencial, estableciendo la conexión entre el ego y el Self.
Las palabras finales de ese encuentro fueron en verso, según una melodiosa y perfecta métrica, exhortando a todos a la vivencia del Amor: ¡Ahora ha llegado tu sagrado momento de ayudar!

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Jose Manuel
   
(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])