segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Registro. Divaldo Franco em Goiânia: Conferência e homenagem

Texto: Djair de Souza Ribeiro     -   Fotos: Sandra Patrocínio

Enquanto os súditos de Momo preparam-se para as festividades que lhe tipificam a Majestade, mais de 3.000 pessoas escolheram o Centro de Convenções de Goiânia para participarem do 34º Congresso Espírita do Estado de Goiás.
A Federação Espírita do Estado de Goiás – organizadora do evento - escolheu o tema A Gênese Filosofia, Ciência e Religião Em Busca de Deus, uma justa e merecida homenagem aos 150 anos de o livro A Gênese publicado por Allan Kardec em Paris no dia 06.01.1868.
Na edição de 2018 a FEEGO brindou os participantes do Congresso com a presença de renomados expositores espíritas como: Artur Valadares, Divaldo Franco, Haroldo Dutra Dias, Rossandro Klinjey, Sérgio Lopes, Simão Pedro e outros destaques da tribuna espírita.
Dada a significativa importância do Congresso para o Movimento Espírita, o evento está sendo transmitido pelos seguintes meios de comunicação: FebTV e a Radio Fraternidade.
 Na tarde do dia 11 de fevereiro o Teatro Rio Vermelho e o auditório Lago Azul tiveram suas dependências inteiramente tomadas pelos expectantes participantes do Congresso para ouvirem o tribuno Divaldo Franco. Ressaltamos a participação do Sr. Governador do Estado de Goiás Sr. Marconi Ferreira Perillo e também da Secretária de Cultura do Estado de Goiás Sra. Raquel Figueiredo Teixeira.
Divaldo estava acompanhado pelo Dr. Juan Danilo Rodríguez – médico e psicólogo – natural do Equador, fundador da Fundação Luz Fraterna (Fundación Luz Fraterna) que assiste terapeuticamente adolescentes autistas e também fundador do Centro Espírita Francisco de Assis(Francisco de Asís) em Quito, Equador.
Dr. Juan Danilo - autor da obra “Terapia Holística ALLIYANA” (publicada pela Editora LEAL em 2017) – apresentou a sua mais recente obra “NOTAS DO CORAÇÃO” em cujas páginas iluminadas busca o autor, apresentar reflexões sobre a seguinte questão: O que fazemos quando estamos diante da felicidade, da ofensa, da amizade, da dúvida e da calúnia? Por que tenho que passar por isso? A resposta está em nosso próprio de Allan Kardec íntimo e para ouvi-la temos que prestar atenção ao nosso comportamento diante dessas ocorrências.
Desenvolvendo o tema “São chegados os Tempos” (capítulo 18 de o livro A Gênese), Divaldo Franco recorre ao seu vasto repositório de conhecimento histórico, social e político levando-nos a um périplo que tem início pela Israel dos Tempos Bíblicos, com o nascimento de Jesus que viria a dividir a história da Humanidade em dois períodos: antes e depois Dele.
Em um transporte de muita emoção Divaldo cita o Sermão Profético de Jesus anunciando os tempos em que grandes sofrimentos afligiriam a Humanidade vaticinado que o soberbo Templo de Jerusalém seria destruído “não permanecendo pedra sobre pedra” (E, saindo ele do templo, disse-lhe um dos seus discípulos: Mestre, olha que pedras, e que edifícios! E, respondendo Jesus, disse-lhe: Vês estes grandes edifícios? Não ficará pedra sobre pedra que não seja derrubada. Marcos 13:1,2)
A predição de Jesus realizou-se no ano 70 d.C. quando o general romano Tito Flávio Vespasiano Augusto (39-81), recebeu a ordem do Imperador Vespasiano de acabar com os judeus revoltosos durante o conflito conhecido como a 1ª guerra judaico-romana. Tito, após sitiar e destruir Jerusalém bem como o majestoso e imponente templo que foi demolido no incêndio.
 Segue Divaldo a viagem passando pelas perseguições aos mártires cristãos até que em 313 d.C. após a vitória de Constantino sobre Magêncio, na Batalha da Ponte Milvia, o militar vitorioso aboliu a perseguição aos cristãos tornando o cristianismo a religião do Império romano. Os cristãos até a pouco perseguidos passaram a exercer o poder político sufocando a terna voz de Jesus mergulhando Seus ensinamentos na longa noite medieval.
Jesus segue nos amando e para nos auxiliar a relembra e reviver a Sua mensagem imortal envia Giovanni di Pietro di Bernardone, mais conhecido como Francisco de Assis (1182-1226). A luz acesa por Francisco, o pobrezinho de Assis, é obnubilada uma vez mais pelas injunções políticas e da busca pelo poder temporal na figura terrível da “Santa Inquisição”.
Mas a Humanidade segue sua jornada sempre amparada pelo amor do Cristo e surge o Renascimento e logo mais a Revolução Francesa estopim para o Iluminismo e a separação da Ciência do jugo das religiões dogmáticas.
  E no auge da cultura e da ciência envia Jesus o Consolador por Ele prometido e o Espiritismo veem à luz em 18 de abril de1857 com a publicação de O Livro dos Espíritos.
Em que pese o amor do Cristo desvelando ao Mundo a 3ª Revelação segue a Humanidade sua louca busca pelo poder sempre temporário e eclode a 1ª Guerra Mundial (1914-1918) e logo mais a 2ª Guerra Mundial (1939-1945) que após dizimar mais de 80.000.000 milhões de vidas termina de maneira cruel com as explosões das bombas atômicas em Hiroshima e depois Nagasaki.
Apesar da paz aparente espoca a Guerra da Coréia manifestação bélica da Guerra Fria entre EUA e URSS levando a uma corrida armamentista sem precedente em toda a História da Humanidade.
A par da violência irrompe a inversão dos valores éticos e morais e parte da Humanidade mergulha no sexualismo e a degradação da família buscando fugir do mundo cada vez mais materialista, individualista e consumista sem falar na banalização do consumo das drogas a verdadeira Besta do Apocalipse do Evangelho (666)
Sinais eloquentes de que os Tempos são Chegados e de que o momento vaticinado por Jesus havia chegado tendo seu ápice com o Tsunami devastador ocorrido na Indonésia em dezembro de 2004 ceifando em poucos minutos mais de 250.000 vidas.
O que temos feito de todos os conhecimentos libertadores que o Espiritismo nos fornece? Qual o sentido da vida? O que buscamos na existência?
Esse deve ser o foco das nossas atenções pois conforme exarado por Allan Kardec em A Gênese, já teve início o Mundo de Transição deixando o mundo de lágrimas e de grandes sofrimentos e ingressando no mundo de esperanças.
Esse Mundo de Transição, cujo início ocorreu ainda no Século XX com a chegada de uma verdadeira legião de Espíritos, moralmente superiores e determinados, oriundos de um dos mundos que orbitam a estrela de Alcyone um dos muitos sóis que formam as Plêiades.
Junto com essas crianças oriundas de mundos onde a dor já foi banida, também encarnam entre nós aportam as venerandas entidades que marcaram sua passagem no passado da Terra com sua abnegação e firmeza de caráter ético.
As luzes da esperança já luarizam nossos corações, enfatizando o convite para a nossa transformação íntima.
Ao invés de reclamarmos dos erros alheios, devemos centrar todos os esforços na identificação dos nossos “demônios” buscando corrigi-los aperfeiçoando-nos.
Esse é o convite que Allan Kardec – especificamente no capítulo 18 de A Gênese – vem nos fazendo desde 1868.
Até quando vamos ficar procrastinando as ações que nos levarão ao aperfeiçoamento intelecto e principalmente moral?

Os organizadores reservaram a noite desse dia 11 de fevereiro para homenagear Divaldo Franco pela dedicação de toda uma vida à divulgação doutrinária bem como à exemplificação da prática continuada da Caridade.
Para tanto uniram-se em um esforço monumental grupos de Teatro, de dança, vários corais, coreógrafos, roteiristas, músicos e beletrista para produzirem um Musical – simplesmente emocionante e belo – retratando a trajetória de Divaldo Franco desde à infância em Feira de Santana e percorrendo os principais fatos de sua profícua existência e que recebeu o nome de “Semeador de Estrelas – o Musical”.
O psicólogo paraibano e palestrante espírita Rossandro Klinjey ficou encarregado de apresentar ao enorme público presente as homenagens iniciais a Divaldo. Antecipando as emoções que adviriam a seguir Rossandro convidou a todos os mais de 3000 participantes locais e mais os 32.000 espectadores que acompanhavam pela internet no Brasil e pelo Mundo a cantarem em um coro Global a música de Roberto Carlos “Como é Grande o Meu Amor por você”.
Impossível de conter a forte emoção e as lágrimas que envolveram a todos.
Após essas emoções preliminares coral, atores e bailarinos deram início à performance do espetáculo interpretando várias fases da vida de Divaldo.
A cada uma dessas etapas revezavam-se artistas interpretando as iluminadas personagens dessa história.
Cada fase da vida de Divaldo era acompanhada por uma música composta especialmente por Maurício Keller para esse evento, assim, quando estava sendo encenada a infância de Divaldo era interpretada a música “Menino Surreal”. Depois quando a Mentora de Divaldo se identifica interpreta-se a melodia intitulada “Joanna de Ângelis”. Em seguida o começo da obra assistencial capitaneada por Divaldo e pelo queridíssimo Tio Nilson de tantas saudades foi acompanhada da canção “Mansão do Caminho”. Já quando tem início a tarefa de divulgação e de iluminação de Consciências a plateia emociona-se ouvindo a canção “O Semeador de Estrelas”. Para fechar o espetáculo as músicas “Deus e Eu” e “Vozes da Bondade” arrebatam em uma grande emoção a todos que tiveram a felicidade de assistir a esse lindo espetáculo-homenagem.
Não há como descrever a alegria, a harmonia e a paz que repletavam a psicosfera individual tanto como coletiva.
(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Carnaval


Divaldo Franco
Professor, médium e conferencista
#ArtigoDivaldoFranco

E o Carnaval chegou com todos os seus ruídos e paixões primárias, anunciando alegria e felicidade, essa felicidade ilusória da embriaguez dos sentidos.

Ante a miséria que alarga a sua capacidade de destruir as massas ao lado da violência voluptuosa e destruidora, recordamo-nos do período imperial de Roma, que abria o circo para a generosidade do tirano que governava anestesiando os desditosos com o célebre “panis et circensis”.

A situação atual é pior do que aquela, porque se oferece apenas o circo de grandes proporções, nem sempre gratuita, mas vendidas as suas concessões.

Embriagadas, as multidões assumem o descontrole dos sentidos e atiram-se na ufania dos poucos dias de loucura e prazer, para depois retornar à normalidade impossível de ser mantida. E o carnaval, de certo aspecto, continua dominando aqueles que preferem a ilusão que se desvanece rapidamente à realidade do enfrentamento para a conquista dos valores que realmente proporcionam felicidade.

Algumas cidades do nosso país, considerando os desafios e sofrimentos que sobre elas se abatem, estão transformando as despesas carnavalescas do agrado quase geral, por se tratar de fuga para lugar nenhum, em pagamento aos funcionários que padecem atraso dos salários, aos hospitais onde os pacientes morrem nos corredores ou nas portas de entrada, às escolas em abandono, ante o reproche e desagrado de muitos foliões que preferem o padecimento dos filhos e deles mesmos a pobre educação proporcionada pelo poder público.

Afinal, nada temos contra o Carnaval, essa catarse periódica quase com finalidade terapêutica. Mas, a libertinagem em que foi transformado, de alegrias e festas em bacanais sexuais do mais nível servil, a larga e quase oficial ingestão e uso de drogas aditivas, ao contágio de enfermidades perversas e de novos tormentos emocionais, defluentes dos falsos amores dos dias fugazes nas vigorosas garras dos dias de trabalho e enfrentamento existencial.

O ser humano deve descobrir a finalidade da sua existência, encontrar um significado psicológico, raciocinar a respeito da brevidade em que ela se desenvolve, trabalhando-se para superar os sofrimentos e as inevitáveis contrariedades de cada dia. Cabe-lhe mergulhar na rapidez com que passa o prazer e eleger aqueles que produzem plenitude e têm duração real.

O discernimento deve ser desenvolvido para não se enganar com os denominados quinze minutos de holofotes a que a maioria humana aspira, perdendo-se logo depois nas frustrações dos sonhos- pesadelos.

O Espírito humano está destinado a fatalidade do Bem, a conquista da harmonia, da beleza, da saúde e da fraternidade no seu sentido pleno.

Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 08-02-2018.
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(Texto recebido em email de Ana Spranger, Rio de Janeiro, RJ)

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Registro. Seminário “Vida e Plenitude” com Divaldo Franco São Paulo, SP

Tarde e noite de 3/2/2018.

Dando continuidade à conferência do Seminário Vida e Plenitude, Divaldo inicia a abordagem do tema narrando os episódios envolvendo o mestre grego-armênio George Ivanovich Gurdjieff (1866-1949) e a psicologia muito especial conhecida como o 4º Caminho com a filosofia do autoconhecimento profundo através da lembrança de Si. Esses ensinamentos foram transmitidos para o Ocidente pelo matemático e filósofo Piotr Demianovitch Ouspensky (1878-1947) que editou as obras “Fragmentos de um Ensinamento Desconhecido - Em Busca do Milagroso” onde expõe as ideias de Gurdjieff.
Pela mesma época surge o psiquiatra e psicoterapeuta suíço Carl Gustav Jung (1875-1961) pai da Psicologia Analítica através da qual propôs os conceitos: Consciente Coletivo e Pessoal, o Self, os Arquétipos, os Complexos, Sincronicidade e os tipos psicológicos (Tipo Pensamento; Tipo Sentimento; Tipo Sensação e Tipo Intuição e dirigindo as esses 4 tipos há a tendência predominante do movimento da libido: Extroversão ou Introversão.
Do ponto de vista psicológico o ser humano é constituído de cinco (5) características:
1. Personalidade: É a “máscara” que afivelamos à face projetando como desejamos ser conhecido e que tem como objetivo evitar que os outros penetrem em nossa intimidade. Divaldo cita o livro “Porque Tenho Medo de lhe Dizer Quem Sou?” de autoria de John Powell cuja abordagem é: Eu não direi quem sou, porque você não me receberia.
“Em permanente representação dos conteúdos mentais, e dominada pela imposição das leis e costumes de cada época e cultura, a personalidade representa a aparência para ser conhecida, não raro, em distonia com o eu profundo e real, gerador de conflitos”. Joanna de Ângelis, O Ser Consciente
2. Conhecimento: São as aquisições intelectivas e formada pelas lições de aprendizagem podendo ser Cognitivas (Erro e acerto) ou Intuitivas (insight).
3. Identificação: São as sintonias daquilo com o que temos afinidade e melhor nos identificamos. “A identificação assinala o estágio de evolução de cada pessoa, fadada à elevação, que, para conseguir, deve liberar-se daqueles valores, desidentificando-se de hábitos milenários, fixados, alguns, atavicamente, aos painéis do ser, gerando falsas necessidades, que se tornam fundamentais, portanto responsáveis pelo sofrimento nas suas várias facetas”. Joanna de Ângelis, O Ser Consciente.
4. Consciência: Jung definiu a consciência como sendo a relação dos conteúdos psíquicos com o ego, na medida em que essa relação é percebida como tal pelo ego. “A consciência adquirida — a perfeita identificação do conhecimento e do fazer, do saber e do amar — faculta a ampliação das próprias possibilidades para penetrar em dimensões metafísicas, onde outras realidades são bases do ser pessoal”. Joanna de Ângelis, O Ser Consciente.
A Consciência, atuando com o Conhecimento, forma a base do discernimento.
5. Individualidade: A característica que o Ego procura defender a todo custo. “Somatório de todas as experiências, a individualidade é o ser pleno e potente, que alcançou a auto-realização. Imperecível, a individualidade é o Espírito em si mesmo, que reúne as demais dimensões e sabe conscientemente o que fazer, quando fazê-lo e como realizá-lo, para ser a pessoa integral, ideal. Enquanto a filosofia informava que a pessoa não é o indivíduo, na visão da psicologia profunda, este, que superou os condicionamentos e comportamentos pessoais de consciência livre, é o ser total, pessoa transitória, individualidade eterna”. Joanna de Ângelis, O Ser Consciente.
Posteriormente Divaldo cita a comovente história de Ananda relatada - em toda sua emoção e detalhes – no livro de Dominique Lapierre (1931), “Muito Além do Amor”.
Ananda, jovem hindu Pária (classe social inferior), que aos 13 anos foi expulsa de casa por manifestar a Hanseníase. Abandonada foi sequestrada violentada sexualmente e colocada em um prostibulo até o momento em que as feridas da Lepra tornaram-se evidentes resultando na sua expulsão daquele antro.
Uma vez mais abandonada e quase morta de fome foi acolhida por Madre Teresa de Calcutá que não só lhe salvou a vida física tratando-a da moléstia e alimentando-a como também, e principalmente, devolvendo-lhe a dignidade e a vontade de ser útil a seu próximo e inundada de felicidade adotou o Cristianismo passando a integrar a congregação religiosa das Missionárias da Caridade, ordem fundada por Madre Teresa.
Eclodia em todas as partes do Mundo o surto de AIDS fazendo-se acompanhar de terrível preconceito em virtude da ausência de tratamento e cura, o que relegava os aidéticos ao mais completo abandono.
Madre Teresa, fazendo-se acompanhar de outras 10 irmãs da Ordem – incluindo Ananda – que iniciaram, em Nova York, a assistência aos desvalidos, incluindo alguns prisioneiros homicidas e condenados à pena de morte
Um dos condenados afeiçoou-se por Ananda e ela esquivou-se. Um dia ele disse-lhe que era rejeitado por ser aidético. Ela lhe respondeu, tranquila, que não se tratava disso, mas porque era casada com Jesus, e afirmou:
— Perco a vida, mas não trairei Jesus.
O criminoso, tomado de um ódio covarde aplicou em Ananda , quando ela estava atendendo outro paciente, sangue retirado do próprio corpo que iria contaminá-la.
Ela sorriu para ele e afirmou sem medo, nem ódio ou raiva:
— Seja feita á vontade de Jesus - e seguiu naturalmente com as suas tarefas.
O condenado morreu poucas semanas depois. Ananda prosseguiu sua missão e nunca desenvolveu a doença.
A AIDS eclodiu na Humanidade na esteira da inversão de valores morais que vem ocorrendo desde os finais dos anos 1950 gerando como consequência a licenciosidade sexual, e o banimento de Deus e da religiosidade.
A humanidade empanturrada de tecnologia experimenta, porém, sofrimentos emocionais e morais a se refletir nas imensas multidões de depressivos.
Mas o comportamento pendular da sociedade humana desloca-se uma vez mais e tem início a volta dos cientistas e da ciência para Deus minimizando as crises passadas.
Fazendo contraponto ao ilusório império materialista-ateísta Divaldo cita o Químico americano e Presidente da Academia de Ciência de Nova York o Dr. Abraham Cressy Morrison (1864 – 1951) que publicou um artigo na imprensa americana intitulada “Sete Razões que um Cientista Acredita em Deus” (Seven Reasons a Scientist Believes in God).
Nesse artigo o Dr. Morrison – baseado na lógica das descobertas científicas – enumera as razões que comprovam cientificamente a existência de Deus.
Utilizando-se do conhecimento da velocidade de rotação da Terra, da distância da Terra em relação ao Sol, da espessura da camada da atmosfera que circunda a Terra, do ângulo de inclinação do eixo vertical da Terra, da existência da Lua etc, o Dr. Morrison conclui que tudo foi cuidadosamente pensado e construído para que a vida na Terra fosse possível e, dessa maneira, ALGUÉM se preocupou com isso e cuidou de todos os detalhes. Se não foi Deus – pergunta o cientista – quem teria sido?
Deus retorna a pauta das considerações científicas e o homem deixa de ser apenas um amontoado de átomos, moléculas e células fadado ao túmulo após uma breve existência para se transformar em herdeiro do Universo.
Mas para sentirmos a presença de Deus é necessária uma condição: amar.
Amar, como nos convidou Jesus - o tipo mais perfeito que Deus deu aos homens para lhes servir de Modelo e Guia – e anotada pelo evangelista Marcos no capítulo 12:29 e 30: Amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
A tecnologia e a ciência auxiliam, mas somente o amor edifica permanentemente.
Divaldo Franco, conclui sua palestra emocionando a todos os presentes com a narrativa da página de autoria de Felício Terra em torno da vida de Leland Stanford Senior, sua esposa Jane Stanford e do filho Leland Stanford Junior (1868-1884) cuja morte – por tifo - durante uma viagem pela Europa, despertou nos pais a motivação para as preocupações transcendentais da vida.
Tocada pelos exemplos de amor do filho Leland pelas crianças desassistidas e excluídas de um orfanato que um dia visitara junto com a mãe, o casal Stanford passou a considerar a ideia de fazer das crianças da California as crianças da família Stanford.
Com essa motivação o casal fundou a Universidade Stanford (oficialmente o nome é Leland Stanford Junior University).
Nessa emocionante história vemos retratado, uma vez mais, a aplicação das recomendações do Mestre Jesus o amor incondicional a Deus, ao próximo e a nós próprios e as do Evangelista João: “Amemos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor”. 1 João 4:7 e 8
Divaldo encerrou a conferência luarizando a todos com poema da gratidão. Gratidão a Deus por tudo que temos e somos.
                           Texto: Djair de Souza Ribeiro
                           Fotos: Sandra Patrocínio
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04/02/2018
A manhã de domingo desponta radiante. Os sentimentos dos participantes do Seminário Vida e Plenitude, contudo, é uma mescla de alegria e de antecipação das saudades dos momentos e da psicosfera experimentada nesses dias de muito esclarecimento, amor, paz, serenidade e harmonia.
Divaldo inicia o derradeiro módulo desenvolvendo o tema em torno dos ensinamentos de Jesus exarados em Mateus 16:25: “Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á”. E para tanto narra fatos envolvendo a vida do médico psiquiatra austríaco Dr.Viktor Emil Frankl (1905-1997) fundador da escola da Logoterapia, que explora o sentido existencial do indivíduo e a dimensão espiritual da existência.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o Dr. Frankl assume a função de diretor do Departamento de Neurologia do Rothschild Hospital, erguido para atender pacientes judeus. Intimado pelos nazistas a emitir falsos diagnósticos que lhes permitissem aplicar a eutanásia nos pacientes considerados mentalmente incapazes, o Dr. Frankl desafia as ordens – mesmo colocando sua vida em risco – e se nega a cunprí-las, salvando incontáveis judeus da morte certa.
Em 1941 o Dr. Frankl casa-se com Tilly Grosser.
No ano de 1942, os nazistas forçam sua esposa Tilly a abortar aquele que lhes seria o primeiro filho e em seguida prende a ambos e aos pais, deportando-os para a cidade de Praga para viverem em um gueto onde viria a morrer seu pai devido a exaustão provocada pela escassez de alimento e de cuidados.
Quando inicia o ano de 1944, Dr. Frankl, sua esposa e a mãe são transportados para o temível e terrível campo de concentração em Auschwitz, na Polônia. Ao desembarcarem sua mãe é executada na câmara de gás enquanto sua esposa é enviada para o campo de Bergen-Belsen, onde vem a morrer com apenas 24 anos de idade.
Escolhido para ser enviado a outro campo de concentração, com condições mais amenas e portanto com maiores chances de sobrevivência, foi procurado por um prisioneiro que deveria permanecer em Auschwitz pedindo-lhe que trocasse de lugar com ele.
Tocado de compaixão por aquele estranho que desejava somente rever a família, aquiesceu e cedeu o seu lugar no trem permanecendo em Auschwitz certo de que seria executado nas próximas horas.
No dia seguinte o Dr. Frankl recebeu a informação de que o trem – ao contrário do que afirmavam os soldados nazistas – não se dirigia a um campo de concentração, mas sim para o extermínio. Ao sacrificar-se o Dr. Frankl havia preservado a sua vida.
Após longos anos de subalimentação e maus tratos o Dr. Frankl adoece, o que representava uma sentença de morte, pois os nazistas encaminhavam os incapazes para as câmaras de extermínio. Para evitar que isso ocorresse o Dr. Frankl se mantém consciente e em pé e ocupando a sua mente e escrevendo – com papéis roubados do escritório do administrador nazista -  seu livro que pretendia publicar um dia para testemunhar os horrores do Holocausto.
No dia 27 de Abril o campo de concentração é libertado pelas tropas Aliadas. Em Agosto Viktor Frankl volta para Viena, onde vem a saber que mãe, um irmão que tentara fugir para a Itália haviam sido assassinados.
De retorno a Viena, o Dr. Viktor Frankl volta a clinicar e publica uma obra autobiográfica intitulada Em busca de Sentido: Um Psicólogo no Campo de Concentração. Alguns anos mais tarde publica o livro “O Homem em Busca de Sentido”.
“Se percebemos que a vida realmente tem um sentido, percebemos também que somos úteis uns aos outros. Ser um ser humano, é trabalhar por algo além de si mesmo. A vida para ser digna tem que ter um objetivo”Viktor Frankl
Discorrendo ainda sobre o sacrifício individual Divaldo narra os acontecimentos em torno do padre missionário franciscano polonês Maximiliano Maria Kolbe (1894-1941), morto como mártir no campo de Auschwitz, como voluntário para morrer de fome em substituição a Franciszek Gajowniczek como castigo pela fuga de um outro prisioneiro.
Em função desse ato humanitário e sacrificial, o padre Kolbe foi canonizado – 10 de Outubro de 1982 - pelo Papa João Paulo II, estando presente o Sr. Franciszek, que sobreviveu aos horrores de Auschwitz.
A atmosfera emocional e espiritual do ambiente atinge seu ponto culminante. Corações enternecidos pelas narrativas de exemplos vivos de que é possível – quando assim se deseja – atender ao apelo de Jesus, Mestre e Guia de todos nós: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros”.(João 13:34).
Hoje, nesses dias tão atormentados e atormentadores, devemos buscar Jesus, refletir sobre Suas palavras e vivenciá-los mantendo nossas mentes a Ele vinculadas pelos pensamentos de teor elevado.
Busquemos encontrar um sentido psicológico para nossas existências, praticando o bem.
Mesmo nesses dias difíceis deixemos brilhar a luz de Jesus a iluminar os nossos dias e todos os nossos momentos e optemos pela alegria de viver e, principalmente, de nos amarmo-nos a nós próprios.
Saiamos daqui com a certeza de que a vida é aquilo que dela fazemos.
As emoções repercutiam traduzindo o reconhecimento de todos pela mensagem de consolação e de esperança como luzes a balizar nossos passos nas sombras que buscam envolver a humanidade nos dias atuais.
Um pensamento repercutia no recôndito das almas, luarizadas pelas bênçãos que a todos envolviam:
— Não vos deixarei órfãos. Voltarei para vós.

                           Texto: Djair de Souza Ribeiro
                           Fotos: Sandra Patrocínio

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Registro. Seminário “Vida e Plenitude” com Divaldo Franco São Paulo, SP

02-02-2018

No auditório Tom Jobim, pertencente ao  Novotel Jaraguá, localizado em São Paulo,  300 pessoas se reuniram ávidas por ouvir sobre a  relação entre Plenitude e Vida. Divaldo Franco, com seu entusiamo de sempre, explanou com propriedade sobre o tema.
        Perseverante seguidor e testemunho vivo do Evangelho, sua condição física da coluna vertebral não foi uma determinante para que o primeiro dia do seminário não ocorresse com grande primazia. O evento é promovido pela Creche Amélia Rodrigues, sediada em Santo André – SP.
        Para se haver Plenitude, é necessário haver Luz, princípio Divino da criação. Divaldo, de maneira única e sensível, mostra-nos, através do processo da Evolução da Terra, que a essência da Luz vai dissipando as trevas.
         Para Carl Gustav Jung, a sombra é tudo aquilo que de negativo o indivíduo possui em sua personalidade, o mesmo que Allan Kardec chamaria de “más inclinações”, tendência ancestral da jornada humana. Em cada etapa do processo de evolução, vai-se adquirindo experiência na direção da plenitude, estado em que Jung denominava de Luminoso. Jesus  propõe a transformação para o perfeito, assim como perfeito é o pai celestial. Porém a concepção de perfeição humana é diferente, de caráter relativo, tendo em vista que apenas Deus é absoluto.
        Narra Divaldo Franco, que um xamã das altas montanhas do México asseverava o  alcance da plenitude a partir de quatro orientações: amor em  sua totalidade,  aceitação do que vem da ignorância (sombra), comprometimento em entender, desculpar e perdoar, além do desenvolvimento da luz emboscada dentro de si.
        Quando a misericórdia divina separou a Terra da nebulosa, há 14 bilhões de anos,  essa era nada mais que uma imensa esfera de gases incandecentes. Estes, mortíferos,  foram cobertos pelas nuvens, que geraram um ambiente de trevas e de revoluções. Desde quando Cristo se encarregou de materializar esses elementos dispersos, segundo Emmanuel, em A Caminho da Luz, a treva tornou-se mais densa e as moléculas aglutinaram-se, formando uma massa negra, que impedia a penetração dos raios solares. O indivíduo originou-se desse elemento sombra; porém fascículos de luz descem sobre essa  massa, que formarão as almas em que se constituem, caindo nas lei fatídica da Evolução. Nessa proposta evolutiva, a finalidade última é a Luz. Nos últimos 4 bilhões de anos, Cristo tem trabalhado moldando moléculas de acordo com a necessidade de evolução dos fascículos de luz dos seres que habitaram a Terra somente dois bilhões de anos depois. Jesus disse: “Eu sou a Luz do mundo”.
        Há um planejamento quântico da divindade que trancende a compreensão humana e que se  confirma através de teorias vagas, como a de Jean-Baptiste de Lamarck. Segundo os espíritos nobres, há um projeto intitulado “Labor de Progresso para a Extinção Paulatina da Sombra da Terra”. A divindade trabalha para que a escuridão despareça, tornando rarefeita a atmosfera: permite o trovão, as estrelas, os incêndios naturais, iluminando, naturalmente,  a Terra.
        O fogo e a eletricidade vieram diminuir a sombra terrestre, retirando nuances do obscurantismo. Adiante, o ser humano envolverá a Terra com a luz de satélites artificiais, desaparecendo concomitantemente também, a treva interior através do conhecimento e do instinto gregário, a solidariedade. Jesus já  trouxe a luz da verdade para que se pudesse sair da sombra da ignorância. A treva exterior vai desaparecendo junto à interior, cedendo lugar à solidariedade, à fraternidade e  ao Amor.
        Divaldo Franco, conclui esse primeiro módulo narrando à sua própria emoção,  A voz da Sepultura, de Khalil Gibran. O poeta, de retorno ao Líbano, procurou saber como a justiça estava sendo praticada pelo Emir. Surpreendeu-se negativamente, pois o que viu, durante o julgamento de três acusados, foram decisões que não levaram em conta o viés dos réus.
        Divaldo anunciou que continuará o seminário amanhã caminhando junto à poesia lírica de Gibran, à doce nostalgia do Evangelho e à esperança do melhor, buscando que os ouvintes  saiam  mais transparentes como a luz,  para  vislumbrar atingir o estado de plenitude.
                       Texto: Carlyne Paiva
                       Fotos: Edgard Patrocínio
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03-02-2018


A manhã dia 03 de fevereiro despontou radiante principalmente para os 300 participantes do Seminário Vida e Plenitude reunidos em o Hotel Novotel Jaraguá, na cidade de SP.
Jovialmente - sem deixar transparecer as excruciantes dores ciáticas que já há algum tempo o acomete - Divaldo Franco – demonstrando ser saudável, mesmo doente - toma a palavra iluminada e dá início a abordagem doutrinária daquela manhã ensolarada e inicia citando Einstein: O universo é o pensamento divino materializado.
Partindo desse pensamento Divaldo discorre sobre o amor que vige em todo o Universo presente nas partículas subatômicas do micro Cosmo até as grandes Galáxias do macro Cosmo. Tudo obedecendo a uma orquestração maravilhosa.
No início do Século XX os psicólogos e pedagogos franceses Alfred Binet (1857-1911) e Theodosius Simon (1872-1961) preocupados em identificar os estudantes que careciam de ajuda adicional  na sua aprendizagem, criaram a Escala de Binet-Simon. Consideravam ambos que os baixos resultados nos testes indicariam uma necessidade para uma maior intervenção dos professores no ensino destes alunos e não que estes tivessem incapacidade de cognição.
Em 1917, quando os Estados Unidos entraram na Primeira Guerra Mundial, Lewis Madison Terman(1877-1956) ajudou a desenvolver testes para avaliar mais de 1.700.000 recrutas do Exército aplicando os testes estabelecendo a escala notoriamente conhecida como Quociente de Inteligência (QI).
Por longos anos, e particularmente durante o Século XX, acreditava-se na existência de apenas uma única Inteligência, encarregada da análise das coisas, do cálculo, do conhecimento generalizado e que, mediante testes bem elaborados, podia ser medido. Baseado neste pensamento, passamos a viver a “ditadura” do QI onde somente os bens avaliados logravam obter as melhores oportunidades profissionais ou de gestão.
Com o tempo, entretanto, constatou-se que nem sempre o grupo que reunia os membros com mais destacados QI logravam obter sucesso pois muitos apresentavam importantes descontroles emocionais prejudicando o desempenho do grupo, posto que as emoções dominam nossa razão interferindo nos neurotransmissores e nos neuroreceptores atrapalhando a harmonia das sinapses. A RAZÃO associada aos instintos primários e acompanhada pela sede de poder e de domínio vem resultando nas Guerras, conflitos, genocídios e nos atentados terroristas.
O pai da Psicologia Analítica Carl Gustav Jung afirmava que “O homem gosta de acreditar-se senhor da sua alma, mas enquanto, for incapaz de controlar suas emoções ou de se tornar consciente dos fatores inconscientes que se insinuam nos seus projetos e decisões , certamente não é dono de si próprio.”
Debruçando-se sobre essa incongruência o psicólogo americano Dr. Daniel Goleman (1946) apresenta o conceito da Inteligência Emocional enfatizando a necessidade de saber entender, respeitar e governar nossas emoções. Surge o Quociente Emocional (QE).
“Que fatores entram em jogo, por exemplo, quando pessoas de elevado QI malogram e as de QI modesto se saem surpreendentemente bem? Eu diria que a diferença muitas vezes está nas aptidões chamadas de Inteligência Emocional, que incluem autocontrole, zelo e persistência, e a capacidade de nos motivar a nós mesmos”. D. Goleman.
“Graças a essa conquista e entendimento dos valores, o ser humano mais se enriqueceu, mediante o desenvolvimento  do seu Quociente Emocional (QE) desenvolvendo recursos e aptidões adormecidos que lhe dão amplitude para o relacionamento humano e social , bem como para o equilíbrio das emoções”. (Joanna de Ângelis, de o livro Triunfo Pessoal) 
O ser humano, porém, não é composto somente por Intelecto e Emoções. Há, ainda, o fator Espiritual.
Divaldo Franco passa, então, a pormenorizar os pródromos do próximo passo importante para o ser humano completo.
Durante a década de 1980 o neurocientista Dr. Michael Persinger (1945)  sustentava que todos os fenômenos paranormais e as experiências espirituais podem se explicadas por mecanismos da Física Universal e verificados e comprovados por métodos científicos. Para tanto o Dr. Persinger estimulou o lobo temporal de pacientes humanos com um campo magnético fraco usando um equipamento que ele chamava de capacete de Deus. Os pacientes relataram ter a sensação de "uma presença celestial no quarto". Esse trabalho ganhou atenção na época, e em  1987, Michael Persinger publicou um livro sobre o assunto intitulado "Neuropsychological Bases of God Beliefs" base para um novo ramo da Neurologia: a Neuroteologia cuja proposta é descobrir os processos cognitivos que resultam nas  experiências espirituais ou religiosas e correlacioná-las com as atividade cerebrais, como elas evoluíram nos humanos, e os benefícios dessas experiências
Anos mais tarde observando as imagens de pósitrons o Dr. Persinger convidou o neurocientista indiano Vilayanur Subramanian "Rama" Ramachandran (1951) diretor do Centro do Cérebro e da Cognição da Universidade da Califórnia, em San Diego, que afirma que as imagens revelam a presença de Deus.
Tomando ciência dos resultados desses estudos a Dra. Danah Zohar (1945),  graduada em Física e pós graduada em Psicologia, Filosofia e Religião dedica-se a aprofundar os estudos publicando-os na obra Inteligência Espiritual.
“Nem o QI, nem o QE, separadamente ou combinados, são suficientes para explicar a enorme complexidade da inteligência humana nem a riqueza imensa da alma do homem e de sua imaginação.” D. Zohar.
Surge o Quociente Espiritual (que vai receber em português a grafia QS – de Spiritual em inglês)
Inteligência Espiritual não significa ter uma religião. Também não é frequentar missa, culto, Reuniões Doutrinárias, pois podemos estar fazendo isso por uma questão social, obrigação familiar ou mesmo uma “negociação” com a Divindade.
Inteligência Espiritual é ter um profundo senso de religiosidade e de ligação com Deus, tanto o Deus Interno como o Criador do Universo.
“Ante a imensa crise de valores e a crescente onda de vazio existencial, descobriu-se que existe um outro tipo de inteligência, que é o de natureza espiritual, aquela que permite situar a vida e os sentimentos em um contexto mais extenso e significativo”. (Joanna de Ângelis, de o livro Triunfo Pessoal).
Com base na junção das três inteligências, Divaldo nos convida à individuação (autodescobrimento) mediante a busca da iluminação interior.

Observação: Divaldo Franco faz uma digressão maravilhosa a respeito do Planejamento Divino envolvendo a assistência, amparo e proteção da humanidade terrena e que está consubstanciada em o capítulo 1 – Providência Divina – em o livro Nascente de Bênçãos de autoria de Joanna de Ângelis, LEAL editora.
                            Texto: Djair de Souza Ribeiro
                           Fotos: Sandra Patrocínio


terça-feira, 23 de janeiro de 2018

11º Aniversário do CEJA-Barra com Divaldo Franco Rio de Janeiro, RJ

21/01/2018

                   Um dia memorável, de muita alegria, de confraternização, de rever amigos, de fazer outros, mas acima de tudo um dia de muitíssimo aprendizado. Assim foi este domingo dia 21 de janeiro de 2017, no Centro Espírita Joanna de Ângelis - CEJA-Barra (Avenida Gilberto Amado, 311, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro) quando a instituição comemorou seu 11º aniversário de fundação e mais uma vez com a presença de seu presidente de honra e co-fundador, Divaldo Pereira Franco.
                  Já pela manhã, extensa fila à entrada da instituição, com mais de 500 jovens, procedentes de diversas casas espíritas, aguardavam a abertura dos portões para o encontro com Divaldo Franco.

                O encontro matutino, antecedido das boas vindas da presidente do CEJA, Iraci Campos Noronha e apresentação musical da jovem Juliana Granato interpretando Edelweiss, música preferida do orador baiano, teve início a palestra tão aguardada.
                O encontro com os jovens de diversas instituições espíritas, emocionou a muitos, sendo fácil perceber lágrimas em muitos adolescentes, muitos deles tendo contato pessoal com Divaldo Franco, pela primeira vez. Falando de sua experiência, como grande educador que é, Divaldo, mostrou caminhos importantes e necessários ao crescimento e desenvolvimento evolutivo de cada um, mostrando as armadilhas que aparecem nessa caminhada, influenciando muitos deles a terem uma vida de desesperança, levando-os a estados conflitivos e depressivos. É preciso buscar um sentido para a vida e fazê-lo através de Jesus, o maior pedagogo de todos os tempos. Ao final, Franco respondeu a diversas perguntas formuladas por muitos jovens sobre assuntos hoje muito comuns a eles, como drogas, sexo, relações com os pais, entre outros.

               Após o almoço, uma nova platéia, agora com cerca de 1300 pessoas, nas diversas dependências da casa, recebidos carinhosamente por Nelson Tavares, apresentador do evento e Iraci Campos, presidente do CEJA-Barra, que deu as boas vindas aos convidados, participantes e ao público nos mais diversos rincões de nosso planeta que assistiam pela internet, falando da ação social desenvolvida pela casa, mostrada em vídeo, e do novo projeto que vem sendo conduzido com muito amor e carinho, que é a construção do Educandário Joanna de Ângelis, na comunidade Rio das Pedras. Falou ainda da criação do espaço Recanto Divaldo Franco, na parte superior do CEJA-Barra, local ajardinado propício à oportunas reflexões.
              Em seguida, Christian Oyens, compositor e produtor musical e a cantora Zélia Duncan, interpretaram uma música especialmente, composta pelos dois, para homenagear Divaldo Franco.
              A seguir Divaldo Franco, começou o seminário, dividido em duas partes. Inicialmente agradeceu as homenagens recebidas, tanto da casa como dos compositores que o deixaram muito sensibilizados.
            Em seguida ministrou a primeira parte do seminário mostrando o desenvolvimento filosófico e científico ao longo da história, em busca da própria consciência, dando um sentido para a vida.

           Após o intervalo o cantor Kledir, também apresentou uma letra e música homenageando Divaldo Franco.
          O Semeador de Estrelas, na parte final do seminário, levou o público à reflexões importantes sobre a fisiologia humana, destacando o trabalho fundamental de Danah Zohar, que chegou ao QS - Inteligência Espiritual mostrando a existência de um terceiro tipo de inteligência até então desconhecido, além do QI-Inteligência Intelectual e do QE-Inteligência Emocional. Pesquisas recentes divulgadas por cientistas de várias partes do mundo, descobriram o que está sendo chamado "Ponto de Deus". Enfim, pouco a pouco, a Ciência tem confirmado os postulados trazidos pelos espíritos, através de Allan Kardec e por outros ensinos mostrados na obra do Espírito André Luiz, pelo saudoso médium Francisco Cândido Xavier.
           Enfim, foi um dia memorável, como escrevemos no início deste texto. Um público de cerca de 500 mil pessoas assistiu pela internet mais um grande momento de Divaldo Franco.
            Parabéns aos dirigentes, trabalhadores, participantes por mais um grande evento produzido pela Equipe CEJA-Barra e por mais um aniversário desta casa que continua plantando sementes de Amor e Caridade, pelas comunidades da Barra da Tijuca e adjacências.

           Reportagem e fotos Luismar Ornelas de Lima

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)




quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Divaldo Franco recebe homenagens no TJ de Pernambuco Recife





(Recebido em email de Washington Fernandes)

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Divaldo homenageado na Câmara Federal; e o Deputado Rodrigo Maria deu um importante depoimento

Washington Fernandes
                                                                                                washingtonfernandes@terra.com.br


Rodrigo Maria, Presidente da Câmara Federal; Divaldo Pereira Franco,
Paulo Maia (Feder. Espírita DF), e a Deputada Maria Seabra


O Deputado Rodrigo Maia (1970), nascido no Chile, fez um importante depoimento na Câmara Federal, dia 06/10/2017, quando Divaldo foi homenageado nessa Casa de Leis, por iniciativa da Deputada Maria Seabra Resende. Seu texto foi lido pela Deputada Maria Seabra, no qual ficou evidente que o Deputado Maia, está muitíssimo bem informado da trajetória do Espiritismo no Brasil, e no Mundo, e tem grande admiração pelo médium baiano! Senão vejamos:
Sras. e Srs., reúnem-se nessa casa, em sessão solene, para comemorar o 90ª aniversário de Divaldo Franco, o maior orador e divulgador espírita do Brasil, reconhecido internacionalmente, não apenas pelas centenas de publicações traduzidas, mas também, pelo extraordinário trabalho de caridade e assistência social, que realiza em Salvador. Divaldo Franco se faz merecedor de todas as homenagens. É um fato interessante, que a Doutrina preconizada pelo francês Allan Kardec, tenha atravessado o Atlântico, e encontrado tantos seguidores no Brasil. A religiosidade inata do povo brasileiro, somada à presença histórica de múltiplas tradições religiosas, pode explicá-lo... Divaldo, do alto dos seus 90 anos, dos quais 70 (anos) dedicados ao Espiritismo, segue em plena atividade, fazendo da sua crença um verdadeiro apanágio da luta pela fraternidade entre os homens, e pela Paz entre todas as nações. Baiano de Feira de Santana, apresenta um histórico impressionante, como divulgador dos princípios cristãos, sob a ótica do Espiritismo, notabilizou-se pelo trabalho de evangelização, e revelação da Doutrina; sempre enfatizando a palavra de Cristo e o imperativo da caridade. Aos 250 livros psicografados, traduzidos em 17 idiomas, somam-se cerca de 13 mil conferências, no Brasil e ao redor do Globo. Entre centenas de homenagens, das mais diversas origens, recebeu o Título de Embaixador da Paz no Mundo, pela Universidade da Paz em Genebra, e o de Embaixador da Bondade no Mundo, pela Fundação de Monges Tibetanos, Kelsang Pawo. Paralelamente, o trabalho notável da Mansão do Caminho em Salvador, que acolheu e educou centenas de crianças carentes, em regime de Lares Substitutos, tornou-se uma referência mundial, de assistência social. Atualmente, convertida em um grande Complexo Socio-Educacional, a instituição atende 3 mil crianças, e jovens de famílias de baixa renda, garantindo oportunidade, esperança, dignidade e, sobretudo, iniciação espiritual, no sentido da prática do Bem, e do amor ao próximo. Assim é que, em 2017, o alcance da obra de Divaldo Franco tornou-se inquestionável; seu exemplo comovente e transformador...Poucos líderes religiosos, no Brasil e no Mundo, mostraram-se tão verdadeiros e coerentes, transformando seu trabalho cotidiano, no mais puro exercício da mensagem espiritual. Senhoras e senhores, Deputados, e em tempos de grande acirramento espiritual, de preconceitos e de intolerância..., a figura de Divaldo Pereira Franco ilumina nossos corações, renovando o poder do amor e da caridade.É por essa razão, que essa casa, faz questão de render suas homenagens, enaltecendo a trajetória de um brasileiro de 90 anos, que dedicou toda sua vida à prática do amor ao próximo, à construção da Paz, e à divulgação do Cristianismo. - Assim se pronunciou o Presidente Rodrigo Maia, mensagem lida pela Deputada Maria Seabra(essa sessão solene do dia 06/10, pode ser vista em  https://www.youtube.com/watch?v=n2mnCsgCyG8; começa aos 12:22 min.).

(Informações recebido em  email de Washington Fernandes    washingtonfernandes@terra.com.br)

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Feliz Ano Novo

Divaldo Pereira Franco

Chegamos ao fim de mais um ano de experiências. A sensação que a muitos de nós assalta é que os dias passaram com celeridade, mais do que os anteriores. É natural que assim suceda, porque se multiplicam as atividades, a correria para a aquisição de recursos e também de prazeres torna-se muito maior, dando a impressão de que as horas foram encurtadas, quando, em realidade, o volume de compromissos é que se fez maior.

Se perguntarmos às pessoas ociosas sobre essa questão, dir-nos-ão, certamente, que as horas jamais pareciam passar. Esse é o paradoxo do tempo real e do emocional.

Fim de ano, portanto, é oportunidade de fazer-se reflexão, de análise, de balanço das atividades desenvolvidas durante o período. Talvez, para alguns, o saldo seja assinalado pela amargura, desencanto, fracasso, armazenando revolta e violência.

Para outros, no entanto, significou oportunidade de crescimento, de conquista de valores, de desenvolvimento ético-moral. Indubitavelmente, a existência humana é portadora de um sentido significativo para a realidade do ser. Saber utilizar-se das circunstâncias felizes ou inditosas, alterando o rumo para o equilíbrio, mediante o esforço pessoal, sem lamentação nem exibicionismo, constitui o desafio que nem todos pretendem enfrentar.

Em realidade, nada muda a partir do dia primeiro de janeiro, que significa a data inicial do Ano Novo. A convenção social estabeleceu no calendário a marca de mudança, e não faltam aqueles indivíduos que esperam acontecimentos trágicos ou mágicos propiciadores de desgraças ou de bênçãos que signifiquem mudanças radicais no comportamento humano.

Quando se está consciente da responsabilidade que lhe diz respeito, assim como das possibilidades que devem ser cultivadas em favor do crescimento interior, cada dia representa um ano novo, desde que se esteja disposto a construir patamares ascensionais indicadores de progresso e autoiluminação.

Toda ocasião de servir e de trabalhar em favor do mundo melhor significa bênção de Deus que não pode ser desperdiçada.

A existência é o que cada um dela faz, mediante o comportamento dentro das leis de ordem em favor do desenvolvimento cultural, moral e espiritual.

Nesse sentido, a reflexão diária em torno de Deus e dos valores espirituais constitui mecanismo para estimular a coragem e a altivez moral em todas as circunstâncias.

Certamente, a vivência em sociedade é sempre desafiadora por causa dos egos que desejam ascensão. Com o conhecimento das Leis de Deus, tudo se modifica para melhor.

Divaldo Pereira Franco
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 28.12.2017.

(Colaboração recebida em email de Maria Helena Marcon, Curitiba, PR)

domingo, 24 de dezembro de 2017

TJPE concede título de Comendador à Divaldo Franco Recife

No final da tarde do dia 21.12.2017 o pacificador, médium, palestrante e escritor Divaldo Franco recebeu do Tribunal de Justiça de Pernambuco a Medalha do Mérito Judiciário “Desembargador Joaquim Nunes Machado”, no Grau  Comendador - a mais alta comenda concedida pela Justiça Pernambucana.
Aproveitando a solenidade, as seguintes Instituições também prestaram  homenagens ao Divaldo Franco: Assembleia Legislativa do Estado de  Pernambuco, Ministério Público de Pernambuco, Associação Jurídico-Espírita do Estado de Pernambuco, Federação Espírita de Pernambuco,  Academia Cabense de Letras, Comissão do Movimento Espírita do Cabo de Santo Agostinho, Conselho Regional de Medicina de Pernambuco e Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional de Pernambuco.
A solenidade teve início com o Hino Nacional executado pelos adolescentes do Quinteto Orquestra Cidadã, ligados ao projeto social sob a liderança do  próprio Tribunal de Justiça. Além da execução do Hino Nacional o Quinteto  tocou belas músicas regionais, obtendo a admiração de todas pessoas presentes.
O Presidente do TJPE abriu a solenidade saudando a todos na figura do próprio Professor Divaldo e registrando a honra do Tribunal em conceder-lhe o título de Comendador. Em seguida, falou o Desembargador Humberto Vasconcelos, autor da proposta de concessão da comenda, o qual salientou, emocionado, a influência do Divaldo na sua formação, bem como o relacionamento, apoio e amizade com a sua família, notadamente, seus genitores.  O Desembargador Humberto fez referência aos resultados exemplares alcançados pelas obras sociais da Mansão do Caminho, sob inspiração e liderança de Divaldo, e os colocou em linha com um dos  objetivos almejados pela Justiça, qual seja, da prevenção social, para  justificar a concessão do título como um verdadeiro ato de justiça,  reconhecimento e gratidão.
Divaldo Franco iniciou suas palavras de gratidão realizando antes uma  fundamentação histórico-científica, ao lembrar a evolução do pensamento, da religião e da ciência, por meio da contribuição de cientistas, filósofos,  pesquisadores, estudiosos, pensadores, religiosos, dirigentes de nações, dentre outros, citados nominalmente, com as suas respectivas teses. Tanto os conhecimentos produzidos pelas personalidades citadas, como as suas  contradições e efeitos variados repercutidos na sociedade, foram destacados pelo Professor, Médium, Pacificador, Humanista e agora Comendador Divaldo Franco.  Ao dar ênfase à pesquisa científica como inevitável meio para dar
embasamento à religião espírita, Divaldo salientou a existência da “partícula de Deus” como resultado de recente pesquisa subatômica denominada bóson de Higgs.
Apresentou, na ocasião, o Espiritismo, como meio científico, filosófico e religioso para as pessoas alcançarem elevados níveis de consciência.
Na oportunidade, Divaldo referiu-se à Allan Kardec, insigne codificador  da Doutrina Espírita, e para ele destinou as honrarias e créditos que acabara de receber, embora aceitando-as humildemente e com imensa gratidão os gestos de generosidade.
O orador avançou com suas palavras em direção a Jesus colocando-o como filho de Deus e fonte da qual dimanam verdadeiramente o Amor e a Justiça; serviu-se da ocasião para ressaltar o exemplo ímpar de Jesus, referenciado pelo Espiritismo como modelo e guia para a humanidade.
Finalizou suas palavras de agradecimento informando que tem pelo Recife uma relação de afeto e gratidão, onde fez bons amigos, e lembrou a grande receptividade que teve quando, ainda jovem e desconhecido, realizou  memorável palestra espírita no Teatro Santa Isabel, no ano de 1952, a primeira, fora de Salvador. Ao concluir sua participação, Divaldo provocou  admiração dos presentes por sua eloquência e provocou forte emoção ao recitar o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, sendo aplaudido de pé  calorosa e demoradamente.

   Fotos e texto recebido de Aguinaldo Melo

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

TJ de Pernambuco: Homenagem para Divaldo Pereira Franco Recife

O TJPE - Tribunal de Justiça de Pernambuco homenageia Divaldo Pereira Franco com a Medalha do Mérito Judiciário, no grau Comendador.

A solenidade será transmitida na Página Facebook da Federação Espírita Pernambucana: https://www.facebook.com/Fepernambucana

Veja mais detalhes no convite anexo.

(Informação recebida em email de washingtonfernandes@terra.com.br)