domingo, 15 de junho de 2014

Registro. Roteiro Europa 2014 com Divaldo Pereira Franco Roma, Itália

27-05-2014
Em seu segundo dia em Roma/Itália, e dando prosseguimento ao roteiro de divulgação da Doutrina Espírita pelo continente Europeu, no dia 27 de maio de 2014, uma terça-feira, nas instalações do L’Hotel Arco di Travertino, Divaldo Pereira Franco, eminente professor, humanista, apresentou o tema Psicologia della Gratitudine (Psicologia da Gratidão), com o auxílio de Valentina Vettorazzo traduzindo a conferência para o Idioma Italiano.
Trabalhador incansável de Jesus, Divaldo destacando o amor, referiu-se a Gandhi, que asseverava que se um único homem atingisse a mais elevada qualidade de amor, isto seria suficiente para promover a paz, demonstrando, assim, a força do amor.
Observando a sociedade atual, constata-se que a criatura humana transita entre o consumismo e o utilitarismo, que se expressa através das diversas conquistas materiais que levam o homem ao tormento da posse. Expondo o conhecimento produzido pelos filósofos da antiguidade e apoiando-se nessas conclusões, o Embaixador da Paz abordou os conceitos sobre o medo, a ansiedade e a solidão, questionando por que o homem, mesmo com tantas conquistas, ainda não encontrou a paz?
Aprofundando a temática e tornando-a mais compreensível, Divaldo narrou alguns exemplos por ele vividos dando-lhes importante toque de humor, provocando risos na plateia, proporcionando um relaxamento benéfico para a absorção do tema. Utilizando-se da psicologia de massa é possível observar a criatura sempre armada, pronta para reagir, esquecida da capacidade de ser gentil, de amar, de ser grata à vida.
Como mecanismo de estímulo, expôs a bela e verídica história de ingratidão experimentada por Adam Rickles, de formação judia ortodoxa e seu filho Joey, narrada no livro Os Pequenos Milagres, que nada mais são do que os mecanismos da providência Divina em ação, proporcionando a reabilitação ao equivocado e ingrato, movido pela força do amor, sensibilizando a atenta plateia.
Gratidão, esclareceu Divaldo, não é apenas devolver algo. Gratidão é não devolver o que de negativo o indivíduo receba. Tão pouco não se trata de esquecer o erro, nem de apoiar o erro, mas não se vincular à ele. Frisou o incansável orador: O nosso sentimento deve estar acima de qualquer situação, quando somos gratos, a vida adquire um novo sentido.
O espiritismo nos apresenta uma mensagem da gratidão incomparável, isto é, não fazer aos outros aquilo que não gostaríamos que nos fizessem, tentando ser melhor a cada momento, pois todos dependem de alguém, e por isso devemos ser gratos à vida.
Finalizando a conferência, o eminente orador afirmou que o importante não é crer em Deus, mas ser digno, viver dignamente. A verdadeira oração é a ação de fazer o bem, pois a maior felicidade possível é fazer o bem. Feliz é quem dá, é quem ama.
Efusivamente aplaudido, Divaldo a todos atendeu distribuindo gentilezas, atenção e esclarecimentos àqueles corações oprimidos pela aturdida correria cotidiana, muitas vezes em busca de coisa nenhuma. As expressões faciais dos participantes transpareciam serenidade, tocados pela mensagem de amor daquele que vive o que prega, o semeador infatigável do Cristo...    
                       Fotos e texto: Ênio Medeiros
       
                           Abraços,
                                  Jorge Moehlecke

Registro. Roteiro Europa 2014 com Divaldo Pereira Franco Roma, Itália

26 de maio de 2014

Saindo ao amanhecer do dia 26 de maio de 2014, segunda-feira, de Viena/Áustria, Divaldo Pereira Franco dirigiu-se à formosa e histórica cidade de Roma/Itália, sendo recebido no aeroporto pelos amigos do GRAK – Gruppo Di Roma Alan Kardec, que o conduziram diretamente ao hotel, onde após refazer-se rapidamente, seguiu para proferir uma conferência aos amigos do grupo espírita de Roma, mais precisamente aos trabalhadores espíritas.
Divaldo para atender ao tema proposto, a Psicologia do Perdão, iniciou referindo-se aos vários vultos da humanidade que abordaram inúmeros aspectos da criatura humana e dos seus relacionamentos, porém, frisou, ninguém o fez como Jesus. Somente Ele propôs o amor e foi além, lançou à humanidade um repto, que amássemos também aos inimigos. Qual o poeta que foi capaz de cantar algo semelhante as Bem-Aventuranças? Indagou.
O ilustre orador pintou verdadeiros quadros dos momentos vividos por Jesus, emoldurando-os com seu verbo eloquente, levando a atenta plateia a uma verdadeira viagem mental às paisagens por onde Jesus passou cantando o seu hino de amor.
Citando grandes nomes da psicologia moderna e o resultado por eles produzidos, culminou com a assertiva: quem ama não adoece, embora ocasionalmente tenha doenças, não é doente. Dissertou sobre os conflitos ocasionados pela culpa arquivada no inconsciente, e a importância do perdão a si mesmo, o autoperdão para o reequilíbrio emocional e uma vida saudável.
Aquele que aprende a perdoar é alguém que, despertando, resolve não aceitar e não carregar o lixo mental que lhe oferecem através da agressividade, da loucura e da insensatez. Todos têm o dever de se perdoar, todos possuem o direito a uma nova oportunidade. A reencarnação é a nova oportunidade que Deus concede aos indivíduos para a reabilitação.
Trabalhando a questão da felicidade, o peregrino do Cristo apresentou as cinco regras básicas para que a criatura humana alcance a felicidade, sugeridas pelo espírito Joanna de Ângelis: 1 - A vida é bela; 2 - Eu nasci para amar; 3 -           Eu nasci para servir; 4 -            O mal que me fazem não me faz mal. O que me faz mal é o mal que eu mesmo faço; e 5 - Eu nasci para esquecer o mal.
A psicologia do perdão, ressaltou Divaldo, nos convida ao autoamor, a buscarmos a reabilitação, tirando-nos a culpa, sem continuar no erro. Estamos buscando o pão que nos falta, este pão é o amor preconizado por Jesus.
Destacando o esforço, o amor, a dedicação, uma vida de abnegação à Doutrina Espirita, e em reconhecimento ao auxilio prestado ao longo dos anos ao Grupo Espírita de Roma, Divaldo foi homenageado com uma sugestiva placa.
Finalizando a belíssima conferência, lembrando os cristãos primitivos que se reuniam nas catacumbas para orar, Divaldo deixou uma mensagem de estímulo e bom ânimo ao pequeno grupo de trabalhadores, renovando-os para servir e amar como ensinou Jesus. A base da felicidade, destacou o Arauto do Evangelho, é exatamente servir. Seja você aquele que tem a honra de servir.
                       Fotos e texto: Ênio Medeiros
       

                           Abraços,
                                  Jorge Moehlecke

Registro. Roteiro Europa 2014 com Divaldo Pereira Franco Viena, Áustria

25 de maio de 2014

Na tarde ensolarada e quente de Domingo, 25 de maio de 2014, Divaldo Pereira Franco retornou à belíssima Viena/Áustria pela vigésima quinta vez. Atendendo ao convite do Verein für spiritistische Studien Allan Kardec - VAK/Viena -, apresentou o tema: Überwindung Der Depression (Vencendo a Depressão). O minisseminário contou com momentos de grande beleza. Divaldo foi homenageado pelos grupos espíritas da Áustria, recebeu um livro histórico relatando através de fotos de todas as suas passagens por Viena desde 1989, contando ainda com a apresentação das belas vozes de Amanda e Taila que interpretaram alguns compositores clássicos.
Tendo por intérprete ao Idioma Alemão a eficiente Edith Burkhard, Divaldo salientou que a humanidade está vivendo um momento grave, onde a depressão tornou-se pandêmica. Referiu-se a variada gama de conquistas tecnológicas que o ser humano tem obtido, sem no entanto lograr a autoiluminação, prosseguindo com o semblante triste, abatido e com a fisionomia fechada. Para onde vai a humanidade? Questionou. E logo completou afirmando que por enquanto, para lugar nenhum, pois ainda se compraz nos sentidos sensoriais, o gozo, o prazer, sempre em detrimento das conquistas emocionais, que transcendem ao ter, a posse devoradora.
A Organização Mundial da Saúde – OMS - cita três elementos responsáveis pelo momento atual. A dissolução da família, a falta de conservação das tradições, e o isolamento das massas. Esses elementos criam uma ansiedade tormentosa. O tormento do consumismo, por exemplo, que chega ao ponto de fantasia alucinante, busca atender as futilidades que nenhuma falta real faz, porém para muitos, estas futilidades são tão importantes que o indivíduo, não obtendo o objeto desejado, fica infeliz, e não poucas vezes a vida perde o sentido. O desenvolvimento tecnológico não foi acompanhado pelo desenvolvimento moral e a criatura perde o sentido de si mesma e sente que a vida não possui nenhum significado.
Fazendo referência as obsessões, Divaldo asseverou que elas iniciam no ser que se é, pois na raiz de qualquer problema, o doente é o Espírito encarnado que atrai aqueles que lhe são afins, pelo ódio ou pelo amor. Apresentou, então, a terapêutica espírita como o esclarecimento através do Evangelho de Jesus, o uso da água fluidificada, os passes, as sessões mediúnicas.
Finalizando o brilhante trabalho, o Arauto do Evangelho e da Paz esclareceu que todos devem vigiar o coração, os sentimentos, atentos a necessidade de mudar de atitudes perante a vida, não respondendo o mal pelo mal, pois a vida cuida de todos. Nesse sentido afirmou Divaldo: estamos na terra para sermos felizes, vivamos intensamente cada momento da nossa vida. Todos temos problemas, mas coloquemos esperança e amor acima de todos estes sentimentos. Não há fortuna maior do que uma consciência em paz, é muito fácil ser feliz, olhemos para o futuro e lembremos que somos imortais, nada nos impede de alcançar a divindade.
                       Fotos e texto: Ênio Medeiros
       

                           Abraços,
                                  Jorge Moehlecke

Registro. Roteiro Europa 2014 com Divaldo Pereira Franco Linz, Áustria

23 de maio de 2014

O dia era 23 de maio de 2014, uma sexta-feira, no período da tarde o Embaixador da Paz no Mundo, Divaldo Pereira Franco, desbravando fronteiras, foi pela primeira vez levar a mensagem consoladora do espiritismo à belíssima cidade de Linz na Áustria, nas instalações da Johannes Kepler Universität, falando sobre Ciência e Espiritismo.
O Arauto do Evangelho fez um relato histórico a partir do Século XVI, o século dos grandes cientistas, apresentando os feitos de Lorde Francis Bacon, Nicolau Copérnico, Galileu Galilei, Blaise Pascal, entre outros, além de relatar a evolução do pensamento materialista. Fazendo uma conexão com o conhecimento científico de então, Divaldo apresentou os fenômenos ocorridos com as irmãs Fox, em Hydesville, em Nova Iorque/EUA, chegando até ao professor Hippolyte Léon Denizard Rivail, que através de métodos ainda rudimentares, revelou todo um novo mundo, vindo a seguir a ser convidado, sob o pseudônimo de Alan Kardec, a publicar no dia 18 de abril de 1857, em Paris, O Livro dos Espíritos.
O nobre conferencista ainda abordou o trabalho produzido por Carl Gustav Jungsobre Self, - o espírito -, a Sombra, - as heranças reencarnatórias -, o estado Numinoso, ou a Individuação, que coloca o indivíduo diante de Jesus, falando sobre o Reino dos Céus. Avançando no campo do conhecimento científico, o Semeador da Boa Nova citou também o geneticista Francis Collins, líder do Projeto Genoma Humano Internacional, trabalhando no que há de mais moderno em torno do estudo do DNA, o código da vida. O brilhante cientista americano, biólogo, afirmou que essa grande pesquisa certifica como Deus criou a criatura humana. É um cientista apresentando evidências de que Ele existe.
Neste mesmo sentido, Divaldo destacou as conclusões a que chegou o astrofísico inglês Sir James Jeans que afirmava: os cientistas dizíamos que o universo é uma máquina, mas agora sabemos que é um pensamento que se expande e se contrai. Adentrando-se por essa linha, Divaldo relatou os fatos envolvendo o maior neurocirurgião dos EUA, Herbert Alexander III, que foi vítima de meningite, entrando em coma, com morte cerebral por sete dias, vivendo com auxílio de aparelhos e o cérebro sem reação nenhuma. Seus colegas resolveram desligar os aparelhos para que ele morresse, porém, trinta minutos antes disto ele despertou, explicando que durante os sete dias vivera em um local diferente.
Após esse episódio Herbert Alexander III escreveu o livro O CÉU EXISTE. Ele que era materialista, após viver este fato, passou a afirmar que fora do cérebro se pode pensar e que nós somos energia pensante. O fascinante é que a doutrina espírita demonstra isto no laboratório da mediunidade. A ciência espírita está ao lado do conhecimento cientifico moderno, a cada dia a ciência nos leva a imortalidade da alma.
Finalizando a enriquecedora conferência, Divaldo afirmou: é muito agradável saber que eu não vou   morrer, que em breve mudarei de estado vibracional, acho fantástico e aproveito todas as horas. Desejo ir, para poder voltar, por que a beleza na crença da imortalidade da alma é algo que nos enriquece e explica todas as aparentes anomalias que aí estão. O espiritismo é uma ciência filosófica de consequências morais, que nos leva a um estado de religiosidade.
                       Fotos e texto: Ênio Medeiros
       

                           Abraços,
                                  Jorge Moehlecke

Registro. Roteiro Europa 2014 com Divaldo Pereira Franco Brno, República Tcheca

22 de maio de 2014

No entardecer do dia 22 de maio de 2014, quinta-feira, após deslocar-se de automóvel com alguns amigos, saindo de Praga, Divaldo Pereira Franco chegou à cidade de BRNO/República Tcheca, para proferir uma conferência sobre O Poder do Pensamento na cura e na Dor, com o inestimável auxílio de Josef Jackulak, vertendo para o Idioma Tcheco as informações apresentadas.
Vale a pena salientar o vigor desse trabalhador incansável de Jesus, que vai aonde está a oportunidade do trabalho no bem. Parece não cansar. Colocando em primeiro lugar os compromissos com Jesus, Divaldo não dispõe de tempo para ingerir algum alimento em muitas oportunidades. Desloca-se entre o aeroporto, o hotel e o local da conferência, para ali estar, bem antes da hora marcada, atendendo a todos com o mesmo carinho, a mesma atenção e, no silêncio de suas ações vai ensinando as lições do amor, através do seu exemplo irretocável.
Divaldo iniciou afirmando que a felicidade é a grande meta da humanidade. Com essa assertiva deu início ao belíssimo e enriquecedor trabalho. Para uns a felicidade é ter fama, fortuna, projeção social, etc., porém, é inegável que ter saúde é essencial e deve ser a meta de todos, situando as aspirações humanas.
Discorrendo sobre o pensamento, esclareceu que o Espírito é constituído de partículas mentais, partículas de energias e o dever de cada um é controlar esta energia. Alguns perdem a calma por quaisquer motivos, são classificadas como pessoas nervosas. Porém, para que o indivíduo tenha saúde deverá controlar as suas atividades mentais através dos pensamentos e das emoções. Em sendo um ser racional, não deve permitir que qualquer ocorrência o perturbe. Toda vez que reage, perde o equilíbrio. Deveria, portanto, agir e não deixar que os outros o perturbem. Saúde e doença são resultados do comportamento mental, com exceção das doenças genéticas.
Citando as pesquisas do Dr. Bernie Siegel, conhecido por seu best-seller, o livro Amor, Medicina e Milagres, que constatou que pacientes que mudaram a forma de pensar alteraram radicalmente o quadro de saúde. Divaldo afirmou que muitos indivíduos gostam muito de sofrer, buscam posicionar a mente, os pensamentos no que de pior lhes aconteceu, fixando-se nos fatores negativos, e prosseguiu: eu não tenho tempo para adoecer, possuo muitos compromissos de amor, tantos, que não me sobra tempo para a doença. Quando a criatura se ama, ela se desculpa. Todos erram, porém, o ideal é não permanecer no erro, é ir adiante, melhorando-se. Na hora em que o pensamento equilibrado proporcionar saúde emocional, o mundo ficará melhor.
Diante dos olhares atentos, deixou sua mensagem àqueles corações sedentos de conhecimento dizendo: Haja o que houver, creiamos em Deus, chamemos por Ele, sejamos alegres, creiamos no poder da prece, oremos. Se alguém lhe fez o mal, desculpe-o e seja você aquele que faz o bem, e veremos logo ali, um mundo melhor. Vamos tentar o amor, sejamos nós aqueles que amamos e haverá uma alegria imensa em nossas almas.
Muito aplaudido, Divaldo ainda atendeu algumas pessoas com autógrafos e uma palavra amiga. A alegria estampada na face daquelas pessoas que se depararam com tão elevada mensagem dava a impressão de que não havia diferença no idioma, e realmente, mergulhados naquele clima psíquico o que preponderou foi o idioma do amor.
                       Fotos e texto: Ênio Medeiros
       

                           Abraços,
                                  Jorge Moehlecke

Registro. Roteiro Europa 2014 com Divaldo Pereira Franco Praga, República Tcheca

21 de  maio de 2014.

Chegando à belíssima Praga/República Tcheca na tarde de 21 de maio de 2014, quarta-feira, após um voo procedente de Amsterdã/Holanda, o Arauto do Evangelho, Divaldo Pereira Franco, recebido pelos amigos que o aguardavam no aeroporto, foi de imediato ao hotel preparar-se para a palestra que proferiu ao entardecer desse mesmo dia. O tema abordado foi: Transtornos Psiquiátricos e Obsessivos, contando com o auxílio do estimado amigo Josef Jackulak, vindo de Viena, na Áustria, para a tarefa de verter ao Idioma Tcheco a conferência. Estavam presentes amigos de Dublin/Irlanda, de Réus e Lérida, na Espanha, e também de Viena.
Divaldo explanou com profundidade e com riqueza de dados, a história da psiquiatria no mundo, suas descobertas e resultados, seus ícones, culminando com a Doutrina Espirita, afirmando que nem toda loucura é apenas loucura. Referiu-se a mediunidade, explicando o que é, como se desenvolve, suas consequências, discorrendo, também, sobre as influencias espirituais. Muitos que são diagnosticados como loucos, disse Divaldo, nada mais são do que obsessos.
No estudo das psicopatologias, asseverou que a esquizofrenia, o autismo, a depressão, possuem, em alguns casos, origem em existências anteriores.  Outros indivíduos são portadores de perturbações emocionais. Todos os seres humanos entram em contato com o mundo espiritual, porém, necessita de uma ética, pois os Espíritos são atraídos pelos pensamentos. Assim, o indivíduo atraí os Espíritos que o levará às doenças graves, ou à saúde e ao bem-estar, de acordo com a índole do Espírito atraído.
Ao finalizar, citou Stanislav Grof, que em 1955, na Universidade de Praga, constatou em seus estudos, a reencarnação e a influência dos Espíritos na vida das pessoas, escrevendo o livro Além do Cérebro. Em 2013, na Califórnia/EUA, Divaldo teve a oportunidade de conhecer e conversar com o ilustre médico sobre a temática das psicopatologias e do Espírito imortal.
Encerrando, o Semeador de Estrelas asseverou: Há setenta anos eu tentei o amor e vos asseguro, é este o grande caminho para a plenitude. Temos educado milhares de crianças e jovens em situação de risco, tudo de forma gratuita, em nome do amor. Temos problemas, é natural, mas temos também soluções, porque são desafios. Se aplicarmos mais o verbo AMAR a vida será melhor.
Tocados no íntimo, alguns ouviram falar destes conceitos pela primeira vez, todos, porém, compreenderam as lições vividas e repassadas, pois o semeador fala ao coração, utilizando-se da linguagem universal do amor.
                          Fotos e texto: Ênio Medeiros
         
                           Abraços,
                                  Jorge Moehlecke
       





Registro. Roteiro Europa 2014 com Divaldo Pereira Franco Amsterdã, Holanda

20 de maio de 2014

Após ter deixado a bela Copenhague para trás, no amanhecer do dia 20 de maio de 2014, terça-feira, o Peregrino de Jesus, Divaldo Pereira Franco, chegou à tarde na Holanda, precisamente em Amsterdã, onde pela décima terceira vez proferiu conferência, à convite do Nederlandse Raad voor het Spiritisme – NRSP -, abordando o tema  Wat is de Bedoeling van Reïncarnatie?, (Qual a finalidade da reencarnação?), contando com a valiosa colaboração da amiga Joyce de Leeuw, na tradução para o Idioma Holandês.
Inicialmente Divaldo demonstrou a existência da reencarnação, apesar de os cristãos em geral afirmarem que a reencarnação não se encontra no evangelho de Jesus. Citando o capítulo terceiro do Evangelho de João, no inesquecível diálogo entre Jesus e Nicodemos acerca da necessidade de nascer de novo para entrar no reino dos céus, evidenciou assim, através desta e de outras narrativas, que a reencarnação está presente em todas as religiões, embora muitas não interpretem desta forma.
 Nascer de novo, disse o ilustre orador, significa tomar um novo corpo, a reencarnação é doutrina do Cristianismo, os pais da Igreja Católica eram todos reencarnacionistas. Pessoas existem que dizem crer na reencarnação, mas quando vivem problemas graves, logo desesperam-se, questionam Deus, e agem como se não acreditassem na reencarnação. Por que tantos desequilíbrios, tantas situações aparentemente injustas, que a lógica e a razão se negam a aceitar? Indagam-se.
A reencarnação evidencia que os indivíduos são os autores do próprio destino. Deus criou o homem em uma condição de simplicidade e de ignorância. Simples por não ser dotado de complexidade, e ignorante por não possuir conhecimento.  A missão dos homens é transformarem-se em seres iluminados. O reino dos céus é hoje, é amanhã, e é sempre, pois que deve estar no coração das criaturas humanas. Desta forma, para viver no reino dos céus, anelando pela paz, é estar consciente, desperto, para não carregar sentimento de culpa.
A reencarnação propicia mecanismos para o indivíduo libertar-se das imperfeições morais. Enseja, também, a oportunidade de reparar o mal que foi feito, recuperando-se, através do mecanismo de experimentar o efeito do mal que fez, - Lei de Causa e Efeito -, reabilitando-se perante às Divinas Leis.
A reencarnação visa a evolução. Se Deus mandasse um dos seus filhos equivocados para o inferno, não seria Deus, seria um algoz. Como compreender um Deus limitado, punitivo, se até mesmo o homem, com suas imperfeições, concede novas oportunidades àqueles que erram? A Doutrina Espírita é uma ciência de laboratório, se utiliza da mediunidade para provar a reencarnação. O Espiritismo é uma filosofia que explica, através da reencarnação, de uma forma muito clara, por que os indivíduos sofrem.
Finalizando a elucidativa conferência, contou a experiência da desencarnação de uma de suas irmãs através do suicídio e a consequente reencarnação há alguns anos, quando recebeu novamente nos seus braços, a irmã que suicidara-se, trazendo as marcas do equívoco que lesou o perispírito, permitindo a reabilitação, através do sofrimento atroz de uma curta existência, emocionando aos atentos ouvintes, tocados no íntimo, envolvidos num clima de ternura, contentamento e paz.
Por mensagem derradeira, de estímulo ao amor, disse: seja você aquele que ama. Se alguém não gosta de você, o problema é dele. Se alguém o odeia e persegue, pior para ele, não se preocupe com os maus, faça o bem. Ao chegar em casa diga ao seu marido, à sua esposa, aos seus filhos, eu amo você. No solo fértil dos corações holandeses e não holandeses, Divaldo lançou as sementes do amor, após um exaustivo dia.
                          Fotos e texto: Ênio Medeiros
       

                           Abraços,
                                  Jorge Moehlecke
       


Registro. Roteiro Europa 2014 com Divaldo Pereira Franco Copenhague, Dinamarca

19 de maio de 2014

Em prosseguimento as atividades de divulgação do Evangelho de Jesus em solo Dinamarquês, oArauto do Evangelho, Divaldo Pereira Franco, ainda em Copenhague, apresentou uma conferência na tarde de 19 de maio de 2014, segunda-feira, a convite do GEEAK- Grupo de Estudos Espíritas Allan Kardec/Copenhague. Com a preciosa colaboração da brasileira Sônia Regina de Araújo, vertendo a conferência para o Idioma Dinamarquês, Divaldo discorreu sobre o tema Tilgivelsens Psykologi (Psicologia do Perdão).
Com a presença maciça de dinamarqueses, teve lugar neste encontro, um momento certamente histórico: o relançamento, pelo grupo espírita local - o GEEAK -, de O Livro do Espíritos em Dinamarquês. Esta obra monumental já havia sido lançada na Dinamarca no ano de 1893, em Dinamarquês Gótico, não mais utilizado na atualidade.
Divaldo iniciou enfocando a importância do perdão na vida dos indivíduos, destacando que perdoar contribui para a saúde física, psíquica e emocional da criatura humana. Ressaltou a importância da qualidade do pensar, pois cada ser humano é, em síntese, o resultado de seu pensar. Frisou que quando se perdoa a alguém, essa pessoa se liberta do inimigo, porém, quando guarda mágoas e ressentimentos é o inimigo quem a controla.
Certamente inspirado pelos benfeitores espirituais desta localidade, e do país, apresentou a beleza invulgar da Doutrina Espírita, uma doutrina lúcida, lógica, que esclarece e consola, discorrendo sobre várias facetas, a todos permitindo maior compreensão de tão importante temática.
Narrou experiências pessoais vividas com jovialidade e alegria, dando sempre que possível um toque de bom-humor, descontraindo a atenta plateia que interagia sem dificuldades. Destacou que a humanidade já tentou a guerra, tentou o preconceito, aplicou a vingança e as perseguições, porém, não logrou nem harmonia e nem felicidade. Não estaria na hora de tentarmos o amor?indagou o nobre conferencista, esclarecendo que ninguém nasce amando ou odiando, mas que aprende a amar ou odiar, de acordo com a educação recebida na escola, no lar...
Finalizando a conferencia deixou com todos uma mensagem ao falar sobre o inverno, que na Dinamarca, é longo, é frio, é cinza. Porém, quando chega a primavera, quando a natureza explode em cores, quando as flores dão gargalhadas emoldurando o divino quadro, a lembrança do inverno se dissipa. Faça de seu mundo interior, de sua mente, dos pensamentos, uma primavera constante e viva o astro rei, a irradiar luz dentro de si, criando um mundo novo repleto de amor, pois o mundo muda, quando você muda, aconselhou o cultivador de corações e mentes.
Certamente a mensagem ainda ecoa na intimidade dos presentes como sementes espalhadas a mancheias em solo fértil, pois era visível nas faces a alegria, o entusiasmo que a mensagem de amor à todos proporcionou, graças a eloquência, dinamismo e lucidez do Semeador de Estrelas, que saiu para semear...
                          Fotos e texto: Ênio Medeiros
       

                           Abraços,
                                  Jorge Moehlecke
         Fotos e texto: Ênio Medeiros

Registro. Roteiro Europa 2014 com Divaldo Pereira Franco Copenhague, Dinamarca

18 de maio de 2014

Na tarde chuvosa do dia 18 de maio de 2014, domingo, após o deslocamento de Frankfurt/Alemanha, assim que amanhecera o dia, o Peregrino de Jesus, Divaldo Pereira Franco, retornou a Escandinávia, à bela cidade de Copenhague na Dinamarca, atendendo ao convite do GEEAK - Grupo de Estudos Espíritas Allan Kardec -, para abordar a temática da Psicologia da Gratidão. Divaldo, acompanhado pelo casal Ênio e Jaqueline Medeiros, brasileiros do Rio Grande do Sul que o acompanham nessa jornada europeia, chegou à Copenhague às 11h30min e às 14h00h iniciou o seu profícuo trabalho que se encerrou às 17h30min.
Divaldo iniciou esclarecendo que na maioria das vezes em que se comenta sobre a gratidão, os indivíduos têm a sensação de um sentimento controvertido, em razão de buscar a retribuição, porém, assim não deveria ser. Nunca espere o reconhecimento, afinal, a vida grata é uma vida rica. Elucidou que todos necessitam de metas, ou um sentido psicológico para viver, todos aqueles que vivem sem ter um sentido existencial, em verdade não vivem, vegetam.
A doutrina Espírita nos propõe uma meta transcendental, um sentido espiritual, além da matéria. Apresentando conceitos formulados por Viktor Frankl, médico psiquiatra austríaco, em sua obra Em busca de Sentido, que afirmava que o sentido da vida é amar, o Semeador de Estrelas aprofundou a temática da gratidão à luz dos conceitos doutrinários.
Todos devem ser gratos, afiançou o ilustre orador, gratos por estar no corpo, por ter sido criado espírito, que teve um princípio e jamais terá um fim, gratos pela vida que prossegue ora no corpo, ora fora dele. Citando Albert Einstein, que afirmava: o amor é a gravidade que une as pessoas, destacou esse sentimento elevado como meta a ser conquistada.
As pessoas, de uma maneira geral, possuem o verniz da educação, são educadas até o momento em que sofrem uma agressão. A Gratidão é um valor ético-moral, e citando alguns arquétipos, esclareceu que os indivíduos são criaturas que transitam entre arquétipos, o Self (espírito), o Ego (a aparência) e a Sombra (a ignorância). Referindo-se a Carl Gustav Jung, o digno conferencista asseverou que o ser humano transita no eixo ego-self, onde o ego vai se fundindo ao self na medida em que a criatura ilumina-se, que busca atingir a plenitude, de acordo com Jung.
A psicologia da gratidão, frisou, não é devolver algo que se tenha recebido, mas é reabilitar-se, é o sentimento de construir o bem, por amor à vida. Apoiando-se em sua própria experiência, sugeriu: faça uma viagem para dentro de si mesmo, ninguém necessita viver na mágoa, no ressentimento, renasça a cada amanhecer. A vida é encantadora, mesmo experimentando dores. A dor é também uma benção que Deus reserva aos seus eleitos, é o buril que nos dá vida.
Finalizando mais um excelente e elucidativo trabalho, deixou uma mensagem de otimismo e de perseverança:  se você não consegue, ainda, ser grato naturalmente, faça-o mecanicamente até adquirir o hábito, que virá com a insistência e a permanência na ação gratulatória.
Em um clima de paz e com as pessoas envolvidas em vibrações de harmonia, Divaldo foi efusivamente aplaudido. Proporcionando júbilos de alegria, respondeu várias perguntas, dirimindo dúvidas e aprofundando pontos específicos. Nos contatos finais ficou perceptível que todos, ao retornarem para seus lares, levavam consigo a esperança e o estímulo de fazer mais e melhor para si e para o próximo, compreendendo-lhe a natureza. Desde já, os participantes escandinavos estão na expectativa do retorno deste divulgador incomum do Evangelho de Jesus. 

         Fotos e texto: Ênio Medeiros
       

                      Abraços,
                                  Jorge Moehlecke

Registro. Roteiro Europa 2014 com Divaldo Pereira Franco Stuttgart, Alemanha

17 de  maio de 2014

O Jardineiro de Jesus, Divaldo Pereira Franco, que nos dias atuais vem revolvendo o solo dos corações aflitos e lançar as sementes da boa nova através da Doutrina Espírita, atendeu em 17 de maio de 2014 ao convite do grupoStudienkreis Allan Kardec/Stuttgart, esteve novamente na encantadora Stuttgart/Alemanha, para falar sobre o tema Wach auf! Sei glücklich! (Desperte e seja Feliz!). Contando com apresentações do músico local Ulrich Wilke, trazendo ainda mais harmonia ao ambiente.
Foi neste clima de enlevo que Divaldo iniciou sua oratória esclarecendo serem o aborto, a pena de morte, a eutanásia e o suicídio crimes hediondos, embora alguns países venham tentando legalizar o que somente a Deus compete. Narrou a emocionante história do jovem médico americano, filho de imigrantes alemães, Tadeu Merlin que por não ter tido a sua vida extinta ao nascer, por portar uma deformidade congênita, veio na posteridade descobrir e desenvolver uma vacina contra um terrível bacilo devorador de vidas, salvando a neta do médico que desejou aplicar-lhe a eutanásia por ocasião de seu nascimento. As emoções brotaram na atenta plateia.
Divaldo discorreu acerca dos filósofos gregos, citou Epicuro, Diógenes, Zenão de Cítio. Prosseguiu com Sócrates, o pai da filosofia, que criou a doutrina Maiêutica - em grego significa parto -, afirmando que viemos do mundo das ideias e a ele voltaremos, somos seres imortais. Quatro séculos depois de Sócrates, Jesus veio afirmar - o meu reino não é deste mundo – e, avançando no tempo, Divaldo abordou os conhecimentos mais recentes citando Carl Gustav Jung, o pai da psicologia profunda e analítica, que afirmou que a criatura tem o objetivo de conquistar o estado numinoso, de iluminar-se.
A felicidade não é plena na terra, afirmou o Arauto do Evangelho, pois que este é ainda um mundo de provas, contudo, se o indivíduo concentrar-se na alegria de viver, na busca por uma consciência em paz, através de uma conduta reta, prosseguirá em harmonia, conquistando a felicidade possível.
Concluindo seu brilhante trabalho, asseverou que tem pautado sua conduta com o seguinte postulado: quando sou agredido, eu aceito a agressão se quiser, pois ninguém pode, em verdade, me agredir, somente eu mesmo é que posso permitir-me ser agredido, pois tal como um presente, a agressividade alheia, o ódio, o despautério, eu aceito se quiser.
Vale a pena amar, a viagem para a conquista da felicidade é para dentro, para a intimidade do ser. Despertemos, assim, para a realidade espiritual e busquemos amar para sermos felizes.

         Fotos e texto: Ênio Medeiros
       

                      Abraços,
                                  Jorge Moehlecke


Registro. Roteiro Europa 2014 com Divaldo Pereira Franco Frankfurt, Alemanha

16 de maio de 2014

O período crepuscular do dia 16 de maio de 2014 já se fazia presente. Era uma sexta –feira quando Divaldo Pereira Franco retornou pela décima sexta vez à bela cidade de Frankfurt, na Alemanha, atendendo ao convite formulado pelo Freundeskreis Allan Kardec/Frankfurt, para falar sobre a Psicologia do Perdão. A intérprete para o Idioma Alemão foi a dedicada Edith Burkhard.
O lídimo seareiro do Cristo destacou inicialmente o amor, e citando Mohandas Karamchand Gandhi, que dizia que se um único homem atingisse o mais alto nível de amor, isto bastaria para que a paz se estabelecesse, sendo esse desiderato alcançado por ele. Mas antes dele, o maior filósofo da humanidade, Jesus, estabeleceu que o amor é a grande solução para todas as questões da criatura humana.
Elucidando e destacando a importância da Caridade, Divaldo citou a caminhada do apóstolo Paulo, asseverando, também, que a caridade é o amor na sua mais elevada expressão. É necessário que o indivíduo ame para atingir o estado numinoso – conforme conceito de Carl Gustav Jung -, para iluminar-se, atingindo a plenitude. Estimulando os pensamentos, visando mudar as atitudes, o Arauto do Evangelho destacou a necessidade de a criatura humana ser útil, de servir, salientando o pensamento de Gabriela Mistral, poetisa chilena, prêmio Nobel de Literatura de 1945, que asseverava que o ar serve, a água serve, a terra serve, tudo na vida é um hino de serviço.
Uma expressiva parcela das pessoas quer ser entendida e deseja que os outros sejam como ela gostaria que fossem, porém, disse Divaldo, o amor não cobra nada, aceita o outro como ele é, e procura ele mesmo ser melhor a cada dia. Ninguém pode ser feliz a sós, todos necessitam uns dos outros para ser feliz.
Mergulhando na questão do perdão, citou os renomados cientistas de Harvard, nos Estados Unidos da América, os Drs. David Bohm e Stewart Wolf, físicos quânticos. Eles afirmam que quando amamos, perdoamos, temos compaixão, o cérebro produz ondas vibratórias semelhantes aos fótons, que aglutinam as moléculas, levando o indivíduo a conquista da saúde mental e orgânica. Porém, quem guarda mágoas, ressentimentos e ódios, os neurônios cerebrais produzem ondas semelhantes aos elétrons, que desagregam as moléculas, levando à enfermidades cardíacas, respiratórias, gástricas... O corpo físico é resultado do que pensa o espírito, elucidou Divaldo Franco.
Quem perdoa é feliz, embora o perdoado não esteja livre do erro cometido, responsabilizando-se perante as Leis Divinas e pelas consequências de seus atos. Perdoar não é concordar com o erro, é não se vincular à ele, não retalhar, não devolver o mal e olhar o agressor como alguém infeliz. Aconselhou o Semeador de Estrelas: Perdoemos a nós mesmos, à exceção de Jesus, todos erram. Perdoemos indistintamente, façamos de nossa vida um hino de perdão e de alegria de viver. Todos vamos desencarnar, aproveitemos a vida para retificar nossos erros, para sermos felizes.
Ao finalizar a conferência Divaldo sugeriu que se treine o amor e o perdão, da mente para o coração. Formulando votos de paz, desejou aos presentes que a volta para suas casas seja alegre e, alegres vivam intensamente cada minuto, ressaltando que a existência passa muito rápido e se gasta muito tempo com coisas inúteis.
Tocando profundamente a cada um com sua mensagem de amor, de alegria, Divaldo foi muito aplaudido. A renovação era visível na fisionomia dos presentes. Sensibilizados, reconheceram que estavam diante de um trabalhador incansável de Jesus, dotado de um semblante de paz, de harmonia interior, próprio de quem já atingiu a plenitude, vai penetrando na alma e tocando as fibras mais profundas do coração. E o semeador saiu a semear...
         Fotos e texto: Ênio Medeiros
       

                      Abraços,
                                  Jorge Moehlecke
 


Registro. Roteiro Europa 2014 com Divaldo Pereira Franco Mannheim, Alemanha

15 de maio de 2014

Na quinta-feira, 15 de maio de 2014, o Peregrino de Jesus, Divaldo Pereira Franco, retornou à bela Mannheim, na Alemanha, atendendo ao convite do Grupo Freundeskreis Allan Kardec, para falar sobre a Gentileza, contando com o auxílio da eficiente e dedicada tradutora Edith Burkhard para verter a conferência ao Idioma Alemão. Preparando o momento especial que viria a seguir, Flávio Benedito apresentou belíssimas composições ao piano.
Divaldo iniciou sua narrativa referindo-se ao atomismo Grego, onde a razão e a lógica eram apresentadas em lugar do sentimento e da crença. Citou o surgimento, nesse período, de Blaise Pascal, físico, matemático, filósofo moralista e teólogo francês, que desde criança demonstrou ser um gênio. Pascal formulou o conceito envolvendo o espírito de geometria e o de finesse. O primeiro é caracterizado pela aptidão particular, pela inclinação para a dedução, é metódico, geométrico, aplicando essa forma de pensar em tudo, em todas as áreas do conhecimento. Já o espírito de finesse é flexível, maleável, sutil, desembaraçado, e conforme Pascal, vê as coisas em um só relance.
Apoiado nesses conceitos, Divaldo disse que a sociedade humana se encontra em uma encruzilhada. De um lado o espírito de geometria, prevalecendo a lógica, a razão, e de outro o espírito de finesse, onde os pontos fortes são a gentileza, a harmonia, a beleza e as artes, porém, acrescentou o lúcido conferencista, somente com as duas vertentes desenvolvidas e harmônicas entre si é que levarão a criatura ao espírito de amor.
Neste momento de alta cultura, o ser humano em geral torna-se criminoso legal, através do suicídio, da pena de morte, do aborto delituoso. A Humanidade tem produzido pessoas educadas e isolacionistas, assim, o indivíduo é estimulado e educado para possuir, para gastar e gozar.
A Doutrina Espírita tem contribuído para trazer o homem de volta para a atualidade do Evangelho de Jesus como terapia para o sofrimento. Ela afirma que o perdão está no amor, que o caminho da nossa redenção é a caridade como a entendia Jesus. A caridade, frisou o nobre expositor, é a gentileza de Deus ao alcance de cada indivíduo, e todos podem ser gentis.
A gentileza, asseverou o Arauto do Evangelho, é a solidariedade, é o sentimento de amor, são os pequenos detalhes em prol do próximo, a gentileza não é covardia, pelo contrário, é coragem. A nova proposta do Cristianismo é o culto da gentileza. O homem possui a capacidade de mudar o mundo quando consegue se transformar para melhor de dentro para fora. Quando o indivíduo é gentil transforma-se em um foco de luz.
Finalizando, afirmou que Blaise Pascal tinha razão. Se as criaturas humanas unirem a lógica, a razão e a gentileza ao amor, teremos uma sociedade feliz. Para que todos pudessem retornar renovados sugeriu aos que estiverem com sentimentos de amargura, de ódio, com mágoas, que mudem de atitude, perdoando, desculpando. Salientou que quem agride não é mau, o agressor somente está com problemas sociais, emocionais, econômicos. Com a adoção da psicologia da gentileza o indivíduo torna-se mais humano e volta à Jesus. Todos retornaram jubilosos ante a oportunidade de renovação, e o semeador prossegue na semeadura das sementes do evangelho no solo dos corações humanos.

         Fotos e texto: Ênio Medeiros
       

                      Abraços,
                                  Jorge Moehlecke

Registro. Roteiro Europa 2014 com Divaldo Pereira Franco Munique, Alemanha

14 de maio de 2014.

No entardecer do dia 14 de maio de 2014, em uma quarta-feira fria, na cidade de Munique, na Alemanha, Divaldo Pereira Franco deu prosseguimento com as atividades de divulgação do Evangelho de Jesus, levando o esclarecimento e o consolo à luz da Doutrina Espírita para uma atenta plateia que o aguardava nas dependências do Jugendherberge München-Park. O evento foi uma promoção do G.E.E.A.K- Grupo de Estudos Espiritas Allan Kardec de Munique.
O exímio orador abordou o sentimento culpa, contando com a colaboração de sua intérprete para o Idioma Alemão, a Sra. Edith Burkhard. Fez apreciações sobre os arquétipos, cujo significado em grego entende-se por marcas antigas. Referiu-se, também, sobre a psique humana, composta por três principais arquétipos, o Ego, o Self e a Sombra, além daquelas outras mais populares como a Anima, ou seja, a função feminina que todo homem possui, e oAnimus, a função masculina de toda a mulher, discorrendo sobre cada uma dessas particularidades. Continuando, disse que a Doutrina Espírita explica que na evolução do Self – o Espírito -, ele aparece na terra, ora como homem, ora como mulher, e transfere de uma para outra existência as suas experiências e, nessas experiências estão contidos os arquétipos, as heranças dos seus atos.
Todo o indivíduo, destacou o incansável conferencista, possui em seu inconsciente a presença de um arquétipo muito perturbador, que é a culpa. A proposta da Psicologia é a de que o indivíduo faça um autoexame, que tenha a coragem de olhar e identificar as suas imperfeições, pois que todos as possuem. O ser humano deve ter a consciência de que comete erros, e muitos. Assim, é sabedor que tem o direito de errar, porém, de não permanecer no erro. Caso opte em ficar no erro, o seu inconsciente desenvolve o sentimento de culpa e busca máscaras para manter o quadro, justificando-se
Quantos de nós somos tomados pela depressão e vivemos com raiva, por que não temos coragem de nos libertar da culpa? indagou Divaldo, citando de imediato os três passos básicos para esta libertação: 1 - Reconhecimento, isto é, reconhecer o erro sem se justificar; 2 - Arrependimento, que é a recompensa na visão psicológica; e 3 - Remissão, ou seja, a busca pela dignificação, a coragem para pedir desculpas. Salientou o Arauto do Evangelho que esta é mesma síntese apresentada pelo insigne codificador Alan Kardec no ano 1865, quando publicou a obra O Céu e o Inferno.
O espiritismo destaca que os indivíduos foram criados para serem felizes. Portanto, prosseguiu Divaldo, não cultive ideias negativas, mágoas, culpas, faça do amor o mapa de suas vidas, encorajando o atento público. Finalizando a harmoniosa e esclarecedora conferência, sugeriu que se viva em paz consigo mesmo, que não se tenha preocupações com o que os outros pensem a seu respeito. A Doutrina Espírita veio ressuscitar a Doutrina de Jesus, com sua ética moral, pois é a religião cósmica do amor. Como derradeira exortação disse: Nada mais de culpa, deixemos a culpa de lado e vamos viver o amor.
         Fotos e texto: Ênio Medeiros
       

                      Abraços,
                      Jorge Moehlecke