terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Registro. Visita à Mansão do Caminho e Encontro de Estudo com Suely Schubert. Salvador, BA

15 de dezembro de 2014
Pela manhã, o grupo formado por pessoas oriundas do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Minas Gerais realizou uma visita orientada à Mansão do Caminho. Todos tiveram a oportunidade de apreciar e verificar a grandeza do trabalho, bem como a sua complexidade, ali realizado diariamente, libertando, pelo esclarecimento e pela vivência do amor, as criaturas que buscam esse verdadeiro oásis para muitas vidas sedentas de amor.
No período noturno, Suely Caldas Schubert, doando-se ao próximo, organizou um belo encontro doutrinário nas dependências do hotel onde nos encontramos hospedados. Aos integrantes do grupo acima citado, juntaram-se outras pessoas provenientes de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, hospedados em outros hotéis de Salvador/BA, totalizando quarenta e cinco pessoas. Um encontro de espíritas unidos pelo ideal de amor e de paz.
Suely, apresentando a proposta do trabalho e a metodologia a ser empregada, discorreu sobre a transição planetária, apresentando dados sobre as Plêiades, popularmente conhecidas como as Sete Irmãs, um aglomerado pertencente à constelação do Touro. Desta sete, se destaca a estrela Alcíone. Dela procedem Espíritos bem mais elevados que encarnarão na Terra pela primeira vez. Eles vêm por amor, em doação à humanidade terrestre e se integrarão em todos os segmentos sociais, econômicos e regiões de nosso Planeta. Alcíone está a quatrocentos e quarenta anos-luz da Terra.
Encaminhando o seu trabalho para a interação, Suely propôs, para reflexões posteriores, as seguintes questões: E Jesus, de que distância veio? Jesus veio, ou sempre esteve aqui? Após considerações sobre o alto padrão vibratório de Jesus e a sua natural adaptação ao planeta Terra, a sua doação de amor e a sua missão, Suely apresentou várias respostas oferecidas por Espíritos de escol sobre o momento em que Jesus havia nascido para eles. Na fase subsequente, os presentes puderam, após reflexões, identificarem e dizerem quando Jesus nasceu para cada um. Numa análise superficial, esses momentos identificados aconteceram pela ação do amor. As emoções afloraram. O encontro foi enriquecedor, facilitador de uma reflexão íntima, colaborando para a autoiluminação, sob a égide do amor.
               Texto: Paulo Salerno
               Fotos: Jorge Moehlecke

Blog Divaldo Pereira Franco- Embaixador da Paz








segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Movimento Você e a Paz - Divaldo Franco Salvador, BA

14 de dezembro de 2014
Errata: no texto do dia 13/12, na atividade no Centro Espírita Caminho da Redenção, saiu uma incorreção com relação a força universal do amor. Com nosso pedido de desculpas pelo erro cometido, solicitamos substituir a frase: “Mais tarde Newton afirmaria que havia descoberto a mais importante força do universo – o amor -, tornando-se em a quinta lei, exatamente como afirma a Doutrina Espírita.”, por essa: “Mais tarde, Albert Einstein se referiu ao amor como uma lei universal – o amor -, em uma carta à sua filha, quando lhe pede desculpas por não haver sido um bom pai.”
Ao anoitecer do dia 14 de dezembro de 2014, o Movimento Você e a Paz teve continuidade na Praça Tricolor (Boca do Rio - Antiga sede do Bahia), na orla de Salvador. Após animado momento musical, o coro de crianças da Educação Infantil da Mansão do Caminho apresentou vários números musicais de ímpar beleza e alta performance. Estiverem no palco Lucia Flores Moehlecke, do Rio Grande do Sul; Dalva Silva, da Federação Espírita do Estado do Espírito Santo; Ruth Brasil Mesquita, expositora; Marcel Mariano, expositor; e Divaldo Franco, Embaixador da Paz no Mundo.
Ruth Brasil Mesquita destacou que a paz está na intimidade de cada indivíduo, e que o exercício do amor é necessário e salutar para uma vida pacífica. Cada ser humano, disse, é uma potência de paz. Salientou que cada um deve se esforçar para oferecer bons exemplos. Marcel Mariano, por sua vez, comentou o resultado de uma pesquisa onde a Austrália foi considerada o país mais feliz para se viver, graças a sua solidez econômica, educacional e social. Em um universo de 10 países, o Brasil ficou em oitavo lugar, nessa mesma pesquisa, graças as suas condições climáticas, pela incidência de sol, pelas suas praias e pelo relativo baixo custo de vida.
Divaldo Franco narrou a história de Araci Carvalho, que, casada com o diplomata João Guimarães Rosa, salvou milhares de judeus, em plena II Guerra Mundial, encaminhando-os ao Brasil. Mais tarde, Araci Carvalho, tendo sempre o próximo como seu irmão, deu guarida acolhendo vários intelectuais que se oponham a regime de exceção iniciado em 1964.
A paz não se dará por decreto, a paz não poderá ser coletiva, enquanto o homem manter-se armado contra o outro. O essencial na vida é viver-se em paz, em harmonia entre o SELF e o EGO, viver-se em harmonia com as leis cósmicas que regem o Universo. Ante o descalabro que ora se anuncia no Brasil, notadamente a corrupção de larga escala na Petrobras, o Arauto do Evangelho e da Paz, frisou a necessidade de os eleitores se utilizarem muito bem de seu direto ao voto, de maneira racional, escolhendo candidatos dignos, honrados, aptos e capazes.
Segundo uma pesquisa da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura – FAO -, foi constado que o desperdício de alimentos no Brasil seria suficiente para acabar com a fome na América Latina. Narrando duas comoventes histórias, Divaldo especificou que quando o indivíduo se propõe a ajudar o outro, esse próximo não lhe pesa sobre os ombros, isto é, não torna-se um sacrifício, mas uma fonte de prazer de felicidade.
Feliz é aquele que pode doar e dar-se ao próximo. Jesus é o exemplo, frisou. Dê algo de si em benefício do próximo, use de misericórdia, conclamando ao desenvolvimento da paz íntima. O agressivo está doente. Dê chance a paz. A paz chega suavemente, pede licença e se instala no coração. Assim, o Embaixador da Bondade no Mundo concluiu o seu brilhante pronunciamento, e como de hábito, todos cantaram a Canção Paz pela Paz, de Nando Cordel. Os aplausos e os abraços se multiplicaram entre os presentes, em grande número, ali reunidos para o salutar aprendizado do exercício da paz.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke

domingo, 14 de dezembro de 2014

Registro. Divaldo Pereira Franco no Centro Espírita “Caminho da Redenção”. Salvador, BA

13 de dezembro de 2014
Seguindo a programação normal do Centro Espírita Caminho da Redenção, Divaldo Franco proferiu uma conferência sobre as leis que regem as relações do homem com o Planeta Terra, iniciando pelas qualidades do Sol e suas emissões de diversos tipos de raios carregados de micropartículas. Na Terra, todos vivem mergulhados em um campo de energia. Divaldo apresentou e comentou as quatro leis descobertas por Sir Isaac Newton: a lei da gravidade; a eletromagnética, a força quântica forte; e a força quântica fraca.
Mais tarde Newton afirmaria que havia descoberto a mais importante força do universo – o amor -, tornando-se em a quinta lei, exatamente como afirma a Doutrina Espírita. Divaldo destacou uma outra lei, de suma importância, existente no universo, o pensamento, a sexta lei. O homem é o que ele pensa. Percorrendo a linha evolutiva da física, o Embaixador da Paz no Mundo destacou que o universo não é uma máquina, mas é um grande pensamento que se expande e se contrai.
Sobre o pensamento, o Apóstolo da Doutrina Espírita, Divaldo Franco apresentou as conclusões a que chegou o pesquisador, psiquiatra, psicólogo humanista chileno Claudio Naranjo sobre o pensamento e a meditação. A criatura humana, na visão de Naranjo é uma tríade: cérebro reptiliano, encarregado dos instintos; cérebro mamífero, responsável pela polaridade e relacionamentos afetivos no estado de humanidade; e neocórtex, que responde pelas sensações, sentimentos, racionalidade.
Destacou o humanista Divaldo Franco que é necessário o ser humano educar o pensamento para poder sair das faixas baixas do instinto, para elevá-las aos sentimentos, conforme ensinou o insigne codificador da Doutrina Espírita, Allan Kardec. O pensamento deve ser a ferramenta utilizada para a construção da evolução, para a construção de uma vida feliz ou de infelicidade, de acordo com a qualidade desse pensamento.

Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke






Registro. Movimento “Você e a Paz” com Divaldo Pereira Franco Salvador, BA

12 de dezembro de 2014
O Movimento Você e a Paz, idealizado por Divaldo Franco, se encontra em sua 17ª edição. Na cidade de Salvador, o Você e a Paz está se realizando no período de 12 a 19 de dezembro. Criado em 1998, o movimento é apresentado em nove países: Brasil – em nove Estados e cinquenta e uma cidades -, no Paraguai, Estados Unidos da América, Colômbia, Portugal, Inglaterra, França, Áustria e Suíça.
A programação é: 12 Dez, no Dique do Tororó; 14, na Praça Tricolor (Boca do Rio - Antiga sede do Bahia), às 18h00min; 17, na Praça General Pedro Labatut (Pirajá), às 20h00min; e o encerramento do Movimento Você e a Paz será em 19 Dez, na Praça do Campo Grande - a partir das 18h30min.
No Dique do Tororó, com a presença de lideranças do movimento espírita de Salvador, Divaldo destacou a importância da educação familiar, doméstica, moldando os caracteres em patamares mais elevados. Exemplificando, Divaldo narrou a lição proferida pelo filósofo Licurgo, quando solicitou um ano de prazo para falar sobre educação. Decorrido o prazo, Licurgo, no Areópago, ante várias celebridades, realizou a demonstração com dois cães e duas lebres. A um cão e a uma lebre, o filósofo não os educou, resultando a destruição da lebre pelo cão. Aos outros dois animais, educados, passaram a brincar no palco, após soltos de suas gaiolas, convivendo pacificamente.
A educação é o trabalho extraordinário de moldar o instinto. Hoje, frisou o Embaixador da Paz no Mundo, a educação cedeu lugar ao despautério, a falta de respeito, de atitudes morais condenáveis. Há uma necessidade premente de a criatura humana voltar-se para a educação familiar, do lar. A agressividade faz parte da natureza animal da criatura humana, é necessário aprender a amar, desenvolvendo hábitos de natureza moral.
A pessoa educada é não violenta, a deseducada, ao contrária, é violenta. Torna-se fundamental o desenvolvimento de hábitos saudáveis, adquirir equilíbrio emocional. A proposta da paz é voltar a vivência plena no lar, ter uma convivência doméstica em bases de fraternidade, de educação, de sentir-se feliz na sua moradia, transformada em santuário, onde se transmita um sentimento de segurança, de respeito.
Para preservar a paz é necessário cultuar os valores domésticos, a educação familiar e depois a educação formal. Lembrar-se que o exemplo será o caminho mais curto e seguro para as mudanças de hábitos, bons ou maus, conforme a qualidade desses exemplos oferecidos. Fazer o bem, a gentileza, realizar pequenos gestos de auxílio, desenvolver o respeito mútuo, contribuem para o desenvolvimento de uma cultura de paz. É necessário que se faça uma pausa para que o amor domine a nossa vida, para que a paz íntima se exteriorize em forma de educação, compreensão, benevolência.
Todos cantando a Canção Paz pela Paz, de Nando Cordel, o evento foi encerrado com muitos aplausos e abraços fraternais, idealizando-se a paz.
    Texto: Paulo Salerno
    Fotos: Jorge Moehlecke
(Informações recebidas em email de Jorge Moehlecke)







Poema de Gratidão Amélia Rodrigues- Divaldo Pereira Franco

Acessar aqui:

Registro. Divaldo Pereira Franco em Valência, Espanha

04 de dezembro de 2014
Eram aproximadamente 10 horas da manhã, quando o Apóstolo do Espiritismo partiu de trem da cidade de Barcelona, para a cidade de Valença, vencendo uma distância de cerca de trezentos e cinquenta quilômetros.
A conferência realizada no Hotel Confortel Valencia, às 19h30min, foi uma realização da Associação Espírita de Valença. Tudo foi programado para que Divaldo pudesse apresentar um tema impactante: "A Psicologia do Perdão", ante quase uma centena de pessoas, que afanosas se dispuseram a comprar alguns livros psicografados pelo médium espírita, que de muito bom grado se dedicou a atender aqueles que o procuraram.
Um Divaldo efervescente e pleno de energia soube manter a atenção de todo o público durante o período de sua exposição magistral, que começou com o equilíbrio entre o espírito de geometria e o espírito de finesse,proposto pelo matemático, físico, filósofo e escritor francês Blaise Pascal.
Lembrando, com alguns detalhes, o pensamento vigente nos séculos XVII e XVIII, destacou o século XIX como sendo o período em que surgiu o materialismo dialético, histórico e mecanicista, bem como o desaparecimento de Deus do pensamento da época, corroborado na obra "Assim Falou Zaratustra", do poeta, filólogo e filósofo alemão Friedrich Nietzcsche, discípulo de Arthur Schopenhauer.
O médium e orador espírita apresentou o trabalho do eminente físico Albert Einstein, que com sua teoria da relatividade determinou que o universo é criado a partir de ideias, de imagens mentais e energia, chegando mesmo a concluir que Deus existe. Um Deus semelhante foi apresentado pelo ínclito Codificador do Espiritismo, Allan Kardec, em 18 de abril de 1857, na galeria de Orleans, em Paris, por ocasião da publicação da primeira edição de O Livro dos Espíritos. E no ano de 2000, na Casa Branca, nos Estados Unidos da América, o seu presidente de então, Bill Clinton, fez um discurso que mudou substancialmente a história da genética ao apresentar a decodificação do genoma humano, isto é, a linguagem com que Deus criou a vida, conseguindo finalmente a ciência estudar os fatos, através da obra “O Gene de Deus”, do Dr. Dean Hamer.
No entanto, apesar de todas essas descobertas, o homem ainda não conseguiu alcançar a harmonia entre o espírito de geometria e o espírito de gentileza, o equilíbrio entre a sabedoria e sentimento, o que levou a humanidade a estar imersa em seus próprios problemas, como jamais ocorreu, sendo que a depressão é o transtorno emocional paradigmático do século XXI.
Divaldo, ante de um salão atento, mostrou a doutrina de Jesus como sendo a única capaz de conduzir os homens à plenitude através do amor, posto que a humanidade não conseguiu amar-se, mas sim, armar-se, portanto, a ideia de felicidade desaparece momentaneamente, até que se atinja a faculdade de saber perdoar.
Expondo de forma emotiva um evento real, histórico, que ocorreu no chamado silencioso holocausto armênio, na época da Primeira Guerra Mundial, em que os turcos assassinaram um milhão e meio de armênios, Divaldo apresentou a seguinte questão para o público: "você seria capaz de perdoar em tais circunstâncias?”
O Perdão é uma das terapias mais difíceis de ser alcançada, sendo estabelecidas as suas bases em o "Código Penal da Vida Futura", de o livro O Céu e o Inferno, de Allan Kardec. A terapia do perdão, pela qual Jesus foi questionado por Pedro, querendo saber até quantas vezes se deveria perdoar, denota a sua importância. Assim, é que o Mestre e Guia da Humanidade nos oferece, novamente, com a Doutrina dos Espíritos, para todos os que adulteram ou não compreenderam em Seu tempo, a Sua Doutrina...
A Conferência foi encerrada com o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, oferecido por Divaldo para todos os participantes. Encerrado o ato com aplausos, atendeu, ainda, a duas perguntas interessantes, formuladas pela plateia.
Texto em Espanhol: Xavier Llobet
Texto em Português: Paulo Salerno
Fotos: Manuel Sonyer





terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Registro. Divaldo Pereira Franco em Barcelona, Espanha

03 de dezembro de 2014
Em 3 de dezembro, na Tunísia, antes do amanhecer, muito cedo, o grupo se preparava para continuar seu caminho, deixando esta terra, para alcançar o outro lado do Mar Mediterrâneo.
Eram cerca das 10 horas da manhã quando o avião pousou no aeroporto de Barcelona, na Espanha, em um dia muito frio, principalmente porque havíamos nos acostumado com a temperatura amena no país vizinho. Divaldo P. Franco, o discípulo incansável do Mestre Jesus, foi recebido por seus amigos do Centro Barcelonês de Cultura Espírita. Na mesma tarde proferiu a conferência "Os quatro gigantes da alma" no salão Liceo do Hotel Silken Ramblas, da capital catalã.
O evento começou com pontualidade britânica, logo após a conclusão dos cumprimentos e a concessão de autógrafos nos livros adquiridos por parte de duzentos participantes
Dentro das apresentações apropriadas sobre a figura de Divaldo e da instituição filantrópica Mansão do Caminho, houve uma menção especial para informar que em 06 de novembro último foi realizada, na Câmara dos Deputados em Brasília/Brasil, uma solenidade especial em homenagem ao médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco, e que no Salão de Entrada da Câmara Federal foi aberta a exposição "150 anos da presença espírita no Parlamento Brasileiro - 1864-2014". Esta foi a primeira vez que a Câmara dos Deputados homenageou uma pessoa reencarnada.
Em seguida o professor Divaldo P. Franco ofereceu uma exposição brilhante e comovente, iniciando-a a partir da ideia de que o real problema da criatura humana é ela mesma. Os indivíduos, ao longo das culturas históricas, têm procurado encontrar a plenitude, desde o oriente até o ocidente, passando por Jesus que disse que o verdadeiro sentido da vida está no amor.
Afirmou que o desenvolvimento intelectual da humanidade, ao longo da história, não foi acompanhado pelo desenvolvimento moral, e que atualmente vivemos na era do individualismo como sobrevivência, e a era do consumismo como um meio de fuga, ameaçando ambos, os aspectos de saúde individual e coletiva da humanidade.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde – OMS -, continuando assim, a causa mortis fundamental não será nem o câncer, nem os problemas cardíacos, mas a depressão, e especialmente os suicídios que ela pode provocar.
Com esta linha de abordagem, Divaldo apresentou majestosamente os quatro gigantes da alma, estabelecendo uma comparação formidável entre o psicólogo e psiquiatra espanhol, nascido em Cuba, Emilio Mira y Lopez, e o psicólogo americano e psicoterapeuta existencialista Rollo May, descrevendo cada um desses quatro aspectos: a rotina, o medo, a ansiedade e a solidão.
A formidável conferência se prolongou por cerca de 80 minutos, finalizando com o estabelecimento de uma proposta de superação desses quatro gigantes da alma através da paciência, da experiência e do sentimento de amor e dever. Todos esses mecanismos podem ser descobertos através da proposição de Santo Agostinho, contida na questão 919 de O Livro dos Espíritos.
Finalizada a conferência, que culminou com o Poema de Gratidão, de Amélia Rodrigues, o público agradeceu comovido as palavras de Divaldo com um demorado aplauso. Muitos participantes e velhos amigos aproveitaram, ainda, para cumprimentá-lo com o coração.
                  Texto em Espanhol: Xavier Llobet
                  Texto em Português: Paulo Salerno
                  Fotos: Manuel Sonyer

Registro. Divaldo Franco em Túnis, Tunísia

02 de dezembro de 2014.

Divaldo Franco e o grupo de amigos que o acompanhamos em sua atividade pelo norte da África nos reunimos às 9h30min para continuarmos a viagem pela Tunísia. Dirigimo-nos para o norte, para o centro da capital, Túnis. Cruzamos a principal avenida, a Bourguiba, onde se encontra o Portão da Medina e a Embaixada Francesa.
Bem em frente da Embaixada Francesa está uma das poucas catedrais católicas do norte da África, a Catedral de São Vicente de Paula. A visita serviu para lembrar esse discípulo de Francisco de Assis e fundador da Congregação da Missão e da Companhia das Filhas da Caridade, servas dos pobres doentes, esta última com Santa Luísa de Marillac.
Focalizados no trabalho que nos propúnhamos realizar, e tentando sintonizar nossos sentimentos e pensamentos, entramos no templo. As imagens de Santos, Mártires, o retábulo, as janelas com belos cristais impactavam cada um de nós de forma diferente. Porém, se destaca a austeridade geral dos ornamentos desta catedral católica. Nos acercamos de Divaldo, ao lado do altar, em frente a uma reprodução de Jesus.
Divaldo novamente compartilhou conosco informações maravilhosas sobre as vidas exemplares de tantas mentes superiores, verdadeiros missionários da caridade que trabalharam para o progresso da terra. Como não poderia ser de outra forma, esses trabalhadores abnegados do Cristo continuaram o seu trabalho, a partir do mundo espiritual, através das comunicações vertidas por nobres médiuns. A imagem de Jesus, de braços abertos, seu sagrado coração no peito, faz com que o ambiente se impregne de sentimentos comovedores.
Divaldo destacou o trabalho da Equipe do Espírito de Verdade, e na qual colaboraram esses Espíritos luminosos junto ao codificador. Foi um trabalho diretamente guiado e conduzido pelo Mestre Jesus. Em suas explicações, Divaldo novamente emocionou os presentes, e aproveitando esse momento de elevação de sentimentos, e a companhia das nobres Entidades Espirituais, que se acercaram, nos convidou a orar em silêncio, em frente a imagem do Mestre Nazareno, desta vez para nós mesmos, para a nossa autoiluminação.
Ao sair da Catedral, contrastando com o seu interior, deparamo-nos com a agitação de Medina, com suas ruas movimentadas, o tráfego, a atividade comercial. Concluída a primeira etapa do dia, deixamos o centro de Túnis, dirigindo-nos para Cartago. Chegamos na hora do almoço, o ambiente no grupo durante a viagem foi memorável, exalava alegria e companheirismo. Em Cartago, depois do almoço, fomos visitar as ruínas dessa cidade memorável.
O guia explicou a origem deste assentamento humano. É um lugar bonito, ali foram construídos edifícios emblemáticos. Desses, somente alguns permanecem em ruínas. No entanto, todos nós percebemos a opulência dos edifícios, a grandeza das civilizações que passaram para a história com suas luzes e sombras.
Cartago, cidade fenícia construída à beira-mar, e mais tarde destruída pelos romanos, testemunhou muitas batalhas e destruição, contudo, agora é azul, bonita, calma. Nas famosas Termas de Santo Antônio, Divaldo nos convidou para sentarmo-nos ao redor, como se fazia na época dos Pais da Filosofia, para iniciar o estudo de o Evangelho. Começamos a orar em línguas diferentes, castelhano em primeiro lugar, em seguida, Catalão, Inglês, Holandês, Alemão, Francês e Português.
A atmosfera espiritual se envolveu em energias sutis, permitindo que este encontro fosse único entre as entidades espirituais e os que ainda caminham dolorosamente neste planeta. Nós vivemos em circunstâncias muito semelhantes as que ocorreram naquela época. Em todos nós afloraram sentimentos que novamente elevaram-nos, fazendo-nos conscientes, embora seja um instante desse importante momento, do compromisso que se está adquirindo. Divaldo, e por meio dele, os guias espirituais nos têm falado diretamente ao coração.
Concluído o Evangelho, continuamos o nosso caminho para o hotel. Agora vamos começar a nos preparar para trilhar o nosso próprio caminho. Nos conhecemos um pouco mais, e o mais importante foi ter conhecido um pouco mais os colegas de trabalho que compartilharam esta jornada, e cada vez mais reconhecendo-nos como uma grande família espiritual.
Não é um fim, é o começo de uma nova tarefa, a expansão dos princípios cristãos em solo tunisiano. Nós tentamos deixar pegadas de amor através de um coração amigo, cheio de esperanças em um mundo melhor. Pegadas que nos levem à regeneração. Até breve.
                     Texto em Espanhol: Sandra y Manuel Sonyer
                     Texto em Português: Paulo Salerno
(Informações recebidas em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo Pereira Franco em Kairouan, Tunísia

1º de dezembro de 2014

Após proferir uma conferência na capital espanhola, o espiritualista e médium humanista Divaldo Pereira Franco desembarcou em 30 de novembro em terras tunisianas, no norte do continente Africano, para dar continuidade ao trabalho que vem realizando em terras onde o Islamismo é majoritário.
Fazendo uma escala em Barcelona, e estando acompanhado por seus amigos inseparáveis do Centro Espírita Manuel e Divaldo, de Réus, ali encontraram-se com um grupo de vinte e cinco espíritas oriundos de diferentes pontos: Réus, Lleida, Sevilla e Igualada, todos da Espanha; e também de Viena/Áustria, para acompanhar Divaldo Franco em sua turnê Paulínia, divulgando a Doutrina Espírita.
Tunísia é a encruzilhada das grandes civilizações que se desenvolveram no mar Mediterrâneo. O país, ao longo da história das dominações recebeu a influência dos fenícios, romanos, vândalos, dos Otomanos, Bizantinos, franceses, espanhóis e dos árabes, dando origem a uma rica mistura de culturas e crenças religiosas. Agora recebe um novo renascimento. O cristianismo reviveu graças ao verbo e obra de nosso maior expoente da Doutrina Espírita, Divaldo Franco, deixando para trás um rastro indelével para sempre. Nem o tempo, nem o homem, nem as novas civilizações que venham a desembarcar no porto de Cartago poderão impedir a sua disseminação.
 A imagem do nosso amado Espiritismo foi inserida e construída sobre a rochatunisiana, tentando cinzelá-la nas almas deste querido povo, precursor dos fatos históricos ocorridos e conhecidos como a Primavera Árabe.
A nova primavera amanheceu em 1º de dezembro. Bem cedo, os componentes do grupo, liderados pelo Paulo de Tarso em nossos dias, foram visitar a cidade deKairouan, localizada no centro-leste do país Africano. Fundada por Uqba ibn NafiUqba em 670 d. C., conta a lenda que ali foi encontrado um cálice de ouro na areia, atribuindo-se pertencer a Meca, e que quando foi recolhida, fez brotar água naquelas terras áridas.
A cidade é conhecida por possuir a Grande Mesquita, no centro da Medina. É a mais antiga mesquita do norte da África e o quarto destino de peregrinação muçulmana mais importante depois de Meca, Medina e Jerusalém. Sete visitas a esta mesquita equivalem a uma visita a Meca.
Depois de contemplar e receber informações de um guia turístico sobre a majestade do edifício construído, o grupo de espíritas começou seu trabalho doutrinário do lado de fora dos portões do salão de orações, cuja entrada não é permitida para aqueles que não professam a religião muçulmana. Formulando uma primeira oração Xavier Llobet, do Centro Espírita de Lleida, e Irene Solans, do Centro Espírita Manuel e Divaldo, de Réus. Divaldo P. Franco, em continuidade, e visivelmente inspirado pelo Dr. Bezerra de Menezes, apresentou uma doce e suave mensagem de amor e de paz, qual foi ensinada por Jesus, deliciando os ouvidos dos integrantes do grupo, e destas terras.
Tomados pela emoção e sensibilizados todos, se iniciou um passeio pelas ruas tranquilas de Kairouan até alcançarmos os arredores de um antigo cemitério, que fica perto de um dos famosos cafés da Tunísia, momento em que Divaldo aproveitou para dar aos presentes, em ambos os planos da vida, uma extensa narrativa, iniciando-a com o mito/arquétipo religioso do sacrifício de seres vivos que esteve e está presente nas práticas e rituais de muitas religiões, deixando sua marca, mesmo em nosso meio, quando tratamos, em algumas ocasiões, sobre a figura do Nazareno como o "Cordeiro de Deus".
Contrapondo-se a esse mito religioso, surgiu o aspecto científico e filosófico com consequências religiosas do Espiritismo, por tratar-se da ciência do conhecimento. A Doutrina Espírita rompe a ligação entre mito e privilégio que foi estabelecido como o fundamento de povos e crenças. Muda a palavra privilégio em favor da palavra mérito, ao focar o estado evolutivo do Espírito, em sentido ascendente, obedecendo o imperativo da reencarnação.
Ele lembrou que o ínclito Codificador da Doutrina Espírita perguntou aos Nobres Espíritos se Espiritismo seria a religião do futuro, a que responderam que seria o futuro das religiões, de todas as religiões...
Divaldo concluiu sua incrível narrativa, afirmando que a revelação dos Espíritos Superiores não é completa e nem conclusiva, mas que é um trabalho que é feito gradualmente à medida que o intelecto e o desenvolvimento moral dos Espíritos imortais reencarnados, que se encontram em busca de sua transformação moral, de convivência e confiança, trabalhem em benefício da humanidade.
Estando todos os presentes profundamente comovidos, se dispuseram a recuperar as forças para retomar o trabalho doutrinário, na mesma tarde, nas ruínas do Anfiteatro Romano de El Jem.
Delenda est Carthago, assim é a frase em latim antigo, atribuída a Cato, o Velho, que em seu sentido figurativo viria a referir-se a uma ideia fixa, que se persegue sem descanso até que seja levada a termo. Assim, como em qualquer grande caminhada que não vai começar sem o primeiro passo, e mediante esses primeiros passos fica estabelecido, pela primeira vez, o Espiritismo em terras tunisianas, perseguindo a ideia de que estas terras sejam banhadas por uma nova e revolucionária “civilização”, que, à maneira da primavera, faça brotar a flor do Amor e da Paz preconizada por Jesus.
              Texto em Espanhol: Xavier Llobet
              Texto em Português: Paulo Salerno

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Registro. Divaldo Pereira Franco na Tunísia

1º de dezembro de 2014

Na parte da tarde do dia 1º de dezembro fomos visitar as ruínas do anfiteatro romano de El Jem, uma cidade no nordeste da Tunísia, a cerca de duzentos quilômetros da capital, Túnis. O El Jem é o maior anfiteatro da África e o quarto do mundo, com uma capacidade de 35.000 pessoas.
Todos se encontravam expectantes. Aquele velho anfiteatro escondia entre as suas pedras a história de um grande e esplêndido período, a história de Roma, de um império... em seu esplendor houve o derramamento do sangue de centenas de cristãos. Estávamos ali, e todos sentíamos uma grande expectativa. Mais de dois mil anos se passaram. Aquelas ruínas sobreviveram, apesar das guerras e tumultos que ali aconteceram!
Caminhávamos lentamente, observávamos os vestígios aparentes. Aquelas pedras, embora silenciosas, tinham a capacidade de transmitir o clamor distante de um povo acostumado a se divertir com o derramamento de sangue dos mártires e gladiadores. A brisa suave despertou as lembranças de recordações sem memória, chorávamos lágrimas secas.
Junto às pedras começamos a leitura de um texto evangélico. A oração de abertura foi realizada por Xavi Llobet, suas palavras sábias e sensatas projetavam em cada um de nós a luz da recordação, a preparação para o banquete espiritual. Então, Divaldo com a sua generosa eloquência teceu comentários, lentamente, sobre o advento do Espírito da Verdade, cujo capítulo foi aberto aleatoriamente, calando fundo em nossas almas.
Foi emocionante! Quase não nos atrevíamos a respirar para que o jovem octogenário não perdesse o fio do estudo comovedor. As pedras duras sobre as quais nos sentávamos apoiavam-nos silenciosamente para que escutássemos as lúcidas palavras proferidas por Divaldo. A história nos rodeava, ora melancólica, ora alegre. Recordávamos, então, que a sua alma, de Divaldo, foi sempre feliz, e que aquelas pedras guardavam as reminiscências daqueles que por ali passaram.
Foi um momento em que o tempo parou para todos nós, e o espaço perdeu a sua dimensão. Estávamos no meio da dissertação evangélica, em um estado que você só pode alcançar quando a fé desperta a alma do ser em evolução. A palavra de Divaldo nos transportou no espaço atemporal, ao momento crucial quando a humanidade discutia no passado os seus vícios, e hoje debate sobre sua nova fusão, a da intuição e a do sentimento.
O sol começou a dizer adeus com um sorriso maroto, foi o momento em que terminou o estudo de o Evangelho. Uma chuva de cores energéticas desceu sobre nós, fortalecendo a nossa esperança no futuro, quando Divaldo, com sua voz vibrante, entoou uma bela oração. Todos nós sentimos que momentos como aqueles são os que fazem a diferença entre o homem velho que já se vai, e o ser novo que desperta para a imortalidade do Espírito.
                                 Texto em Espanhol: Longina
                                 Fotos Manuel Cemyd
                                 Texto em Português: Paulo Salerno

(Informações recebidas em email de Jorge Moehlecke)


Artigo por Divaldo Pereira Franco: A arte da conversação

Publicado no jornal A Tarde - 04/12/2014

Uma delicada e significativa arte no relacionamento entre as criaturas humanas é conversação. Cada vez diminui a conversação verbal, substituída pelos admiráveis instrumentos da moderna tecnologia virtual, que se transformaram, sem que hajam dado conta aqueles que os utilizam, em verdadeiro tormento, em fator desencadeante da ansiedade. Deseja-se estar em todo lugar ao mesmo tempo e participar-se de tudo numa volúpia insana de vivenciar-se apenas o prazer imediatista e devorador, que sempre cede lugar a outras experiências afligentes.
Os tormentos pessoais aumentam e os diálogos são normalmente virtuais, sem o calor humano da convivência, de estar-se ao lado, de sentirem-se as emoções edificantes que nutrem os sentimentos. Como consequência, a arte da conversação coloquial e iluminativa, instrutiva e consoladora, que esclarece e debate com respeito, cede lugar às discussões intérminas, às agressões verbais e aos disparates, porque os indivíduos, ao invés de amar-se uns aos outros, estão armados uns contra os outros.
Muita falta fazem o diálogo pessoal, a conversa proporcionadora de júbilos, a presença física do outro com quem se comunica, observam-se-lhe as reações e sentem-se-lhe os sentimentos reais. As máscaras bem cuidadas do personalismo e do exibicionismo disfarçam, ocultam o self, em apresentações fascinantes que agradam, porque se expressam em fantasias e anseios incontidos, logo tombando ou diluindo-se ante o contato pessoal, o estar com o outro... Tal conduta leva aos relacionamentos descartáveis, às dificuldades de comunicação, aos desafetos.
Esforça-te por voltar a conversar em paz e sabedoria, a iluminar consciências e a iluminar-te também. Torna a tua palavra um poema de bondade e de carícia, a fim de que haja mais ternura e compreensão entre todos os seres humanos. A palavra que enuncies seja a expressão dos teus sentimentos superiores, capaz de estimular, orientar e tornar feliz aqueles a quem a dirijas.
 
Divaldo P. Franco

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Momento decisivo

Bezerra de Menezes

Filhas e filhos da alma!
Abençoe-nos o Senhor com a sua paz.
Estes são dias de turbulência.
A sociedade terrestre, com a inteligência iluminada, traz o coração despedaçado pela angústia do ser existencial. Momento grave na historiografia do processo evolutivo, quando se operam as grandes mudanças para que se alcance a plenitude na Terra, anunciada pelos Espíritos nobres e prometida por Jesus. Nosso amado planeta, ainda envolto em sombras, permanece na sua categoria de inferioridade, porque nós, aqueles que a ele nos vinculamos, ainda somos inferiores, e à medida que se opera nossa transformação moral para melhor, sob a égide de Jesus, nosso modelo e guia, as sombras densas vão sendo desbastadas para que as alvíssaras de luz e de paz atinjam o clímax em período não muito distante.
Quando Jesus veio ter conosco, a humanidade experimentava a grande crise de sujeição ao Império Romano, às suas paixões totalitárias e aos interesses mesquinhos de governantes arbitrários. O Espiritismo, a seu turno, instalando-se no planeta, enfrenta clima equivalente em que o totalitarismo do poder arbitrário de políticas perversas esmaga as aspirações de enobrecimento das criaturas humanas e, por consequência, o ser, que se agita na busca da plenitude, aturde-se e, confundindo-se, não sabe como vivenciar as claridades libertadoras do Evangelho.
Com a conquista do conhecimento científico e o vazio existencial, surgem as distrações de vário porte para poder diminuir a ansiedade e o desespero. Naturalmente, essa manifestação de fuga da realidade interfere no comportamento geral dos seareiros da Verdade que, nada obstante, considerando serem servidores da última hora, permitem-se os desvios que lhes diminuem a carga aflitiva.
Tende, porém, bom ânimo, filhas e filhos do coração!
É um momento de siso, de decisões, para a paz no período do porvir.
Recordai-vos de que o Cristianismo nascente experimentou também inúmeras dificuldades. A palavra revolucionária do apóstolo Paulo, a ruptura com as tradições judaicas ainda vigentes na igreja de Jerusalém geraram a necessidade do grande encontro, que seria o primeiro debate entre os trabalhadores de Jesus que se espalhavam pelo mundo conhecido de então.
No momento grave, quando uma ruptura se desenhava a prejuízo do Bem, a humildade de Simão Pedro, ajoelhando-se diante da voz que clamava em toda parte a Verdade, pacificou os corações e o posteriormente denominado Concílio de Jerusalém se tornou um marco histórico da união dos discípulos do Evangelho.
Neste momento de desafio e de conflitos de todo porte, é natural que surjam divergências, opiniões variadas, procurando a melhor metodologia para o serviço da Luz. O direito de discordar, de discrepar, é inerente a toda consciência livre. Mas, que tenhamos cuidado para não dissentir, para não dividir, para não gerar fossos profundos ou abismos aparentemente intransponíveis.
Que o espírito de união, de fraternidade, leve-nos todos, desencarnados e encarnados, à pacificação, trabalhando essas anfractuosidades para que haja ordem em nome do progresso.
O amor é o instrumento hábil para todas as decisões. Desarmados os corações, formaremos o grupo dos seres amados do ideal da Era Nova.
Nunca olvideis que o mundo espiritual inferior vigia as nascentes do coração dos trabalhadores do Bem e, ante a impossibilidade de os levar a derrocadas morais, porque vigilantes na oração e no trabalho, pode infiltrar-se, gerando desequilíbrio e inarmonias a benefício das suas sutilezas perversas e a prejuízo da implantação da Era Nova sob o comando do Senhor.
Nunca olvidemos, em nossas preocupações, que a Barca terrestre tem um Nauta que a conduz com segurança ao porto da paz.
Prossegui, lidadores do Bem, com o devotamento que se vos exige de fazerdes o melhor que esteja ao vosso alcance, em perfeita identificação com os benfeitores da humanidade, especialmente no Brasil, sob a égide de Ismael, representando o Mestre inolvidável.
Venceremos lutando juntos, esquecendo caprichos pessoais, de imposições egotistas, pensando em todos aqueles que sofrem e que choram, que confiam em nossa fragilidade e aguardam o melhor exemplo da nossa renúncia em favor do Bem, do nosso devotamento em favor da caridade, da nossa entrega em novo holocausto.
Já não existem as fogueiras, nem os empalamentos. Os circos derrubaram as suas muralhas e agora expandem as suas fronteiras por toda a Terra, mas o holocausto ainda se faz necessário.
Sacrificai as próprias imperfeições, particularmente neste sesquicentenário de evocação da chegada do Evangelho à Terra, decodificado pelos Imortais.
Recordai também, almas queridas, que o Espiritismo é, sem qualquer contradita, o Cristianismo que não pôde ser consolidado e que esteve na sua mais bela floração nos trezentos primeiros anos, antes das adulterações nefastas, e que foi Jesus quem o denominou Consolador.
Este Consolador sobreviverá a todas as crises e quando, por alguma circunstância, não formos capazes de dignificá-lo, a irmã morte arrebatará aqueles que não correspondem à expectativa do Senhor da Vinha, substituindo-os por outros melhormente habilitados, mais instrumentalizados para os grandes enfrentamentos que já ocorrem na face do planeta.
Todos sabemos que a transformação moral de cada indivíduo é penosa, de longo curso, por efeito do atavismo ancestral, e que a Lei dispõe do recurso dos exílios coletivos para apressar a chegada da Era Nova.
Abençoados servidores! Abençoadas servidoras da Causa! Amai! Amai com abnegação e espírito de serviço a Doutrina de santificação, para que os vossos nomes sejam escritos no livro do reino dos Céus e possais fruir de alegrias, concluindo a etapa como o apóstolo das gentes, após haverdes lutado no bom combate.
Os mentores da brasilidade, neste momento grave por que também passa o nosso país, assim como o planeta, estão vigilantes.
Permiti-vos ser por eles inspirados e saí entoando o hino do otimismo e da esperança, diluindo a treva, não fixando o medo nem a sombra, que por momento domina muitas consciências. Não divulgando o mal, somente expondo o bem, para que a vitória não seja postergada.
E ide de volta, seareiros da luz! O mundo necessita de Jesus, hoje mais do que ontem, muito mais do que no passado, porque estamos a caminho da intuição, após a conquista da razão, para mantermos sintonia plena com aquele que é o nosso guia de todos os dias e de todas as horas.
Muita paz, filhas e filhos do coração!
São os votos do servidor humílimo e paternal, em nome dos obreiros da seara de todos os tempos, alguns dos quais aqui conosco nesta hora.
Muita paz!…
Bezerra
(Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, no encerramento da Reunião Ordinária do Conselho Federativo Nacional, em Brasília, DF, na manhã de domingo, em 9 de novembro de 2014.) Revisão do Autor Espiritual.

(Texto recebido em email de Jorge  Moehlecke)
 

Sessão comemorativa com palestra por Divaldo Pereira Franco Salvador, BA


(Informação recebida em email de Edward Junior [enmjunior@gmail.com])

17º. Movimento “Você e a Paz” Salvador, BA


(Informação recebida em email de Edward Junior [enmjunior@gmail.com])

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Registro. Divaldo Pereira Franco em Madri, Espanha

29 de  novembro de 2014

Em mais um ciclo de atividades espíritas, Divaldo Franco se encontra na Espanha semeando as mensagens cristãs do amor, da fraternidade, da esperança. Em Madri, no dia 29 de novembro de 2014, como faz anualmente, o incansável divulgador da Doutrina Espírita proferiu a conferência A Vida em Plenitude, nas dependências do confortável Hotel Tryp Ambassador. Nem mesmo o tempo chuvoso impediu que quase duzentas pessoas lotassem o ambiente, desejosas de escutar o conferencista renomado. 
O evento teve início às 19h00min com um mini concerto protagonizado por um quarteto de cordas. Logo após, o brilhante orador formulou convite para uma reflexão sobre a grave questão pertinente ao significado da vida utilizando-se de uma fascinante narrativa histórica, ao longo de séculos, quando apresentou os fatos que causaram o rompimento entre religião e ciência. 
Com sua vibrante narrativa, Divaldo transportou o público de volta ao tempo de então, até o Século XX, quando duas visões conflitantes começaram a abordar, através de descobertas científicas, cogitando sobre a existência de Deus, bem como a valiosa colaboração do Espiritismo. Citando a Dra. Elisabeth Lukas, uma das mais famosas sucessoras de Viktor Frankl, enfatizou a importância de se reservar alguns momentos de nossas vidas à transcendência divina.  
Divaldo Franco, lembrou ainda, que Jesus ensinou que aquele que ama é feliz, e que o amor é o verdadeiro significado da vida. Concluindo a conferência, e emocionando os presentes, narrou parte dos exemplos deixado por Nilson de Souza Pereira -Tio Nilson-, que viveu em plenitude, amando verdadeiramente, dedicando toda a sua vida estendendo suas mãos ao próximo.  
De Madri, acompanhado de uma pequena comitiva, Divaldo viajou para a Tunísia, onde dará continuidade à esse périplo doutrinário.

           Texto em Espanhol de Jane Nixon.
           Texto em Português de Paulo Salerno.
           Fotos de  Manuel Cemyd



Encontro Fraterno 2015 Salvador, BA

Agenda de Divaldo Pereira Franco Dezembro/2014.


· 03/12/2014
Barcelona (Espanha)

· 04/12/2014
Valência (Espanha)

· 05/12/2014
Viagem ao Congresso Espírita Espanhol em Calpi (Espanha)

· 06 A 08/12/2014
Calpi (Espanha)

· 08/12/2014
Múrcia (Espanha), à noite

· 12, 14 E 17/12/2014
Movimento Você e a Paz, em diferentes bairros de Salvador (BA)

· 22/12/2014
Palmas (TO)

· 28/12/2014
Instituição Espírita Irmã Scheilla, em Salvador (BA)

(Fonte: site da Mansão do Caminho, Salvador, BA)