domingo, 15 de dezembro de 2019

Divaldo Franco em Salvador Centro Espírita Caminho da Redenção

14 de dezembro de 2019
Durante o ano as atividades realizadas na Mansão do Caminho, a entidade social do Centro Espírita Caminho da Redenção, são intensas, porém, ao findar o ano essas atividades adquirem um cunho de excepcionalidade. Este é o caso da Caravana Auta de Souza, voltada ao atendimento de pessoas carentes, idosos e doentes incuráveis. Os idosos estão distribuídos em dois grupos, outro grupo congrega os portadores de enfermidades, totalizando 160 pessoas. Já as famílias assistidas alcançam o número de quinhentas, aí se agregando, em linhas gerais, mais três familiares. Significa que só com a assistência à família, a Caravana Auta de Souza atende 1.500 pessoas, doando lanches, refrescos e um sortido e substancioso farnel com alimentos diversos.
Na manhã do dia 14 de dezembro, encerrando as atividades com os dois grupos de carentes e de idosos enfermos, estiveram reunidas mais de trezentas pessoas que lá foram recebidas carinhosamente, comemorando o nascimento de Jesus, sob as bênçãos de Francisco de Assis e de Joanna de Ângelis, festejando a vida, a alegria, agradecendo o Criador. Com sentida prece, proferida por Nivalda Steffens, do Rio Grande do Sul, a atividade se iniciou.
Juan Danilo Rodríguez Mantilla, equatoriano radicado no Brasil e voluntário da Mansão do Caminho, tocando e cantando diversas música, se expressou através das canções, agradecendo, unindo os sentimentos. Destacou que Deus está em cada um, sendo, também, cada um o instrumento utilizado por Deus para agir sobre o outro, para expressar-se no amor e com amor, com caridoso acolhimento fraternal. Juan Danilo estimulou o desenvolvimento do hábito do agradecimento, resignando-se ante os acontecimentos, na certeza de que tudo passará.
Divaldo Franco, reconhecido humanista e filantropo, atencioso e dedicado servidor de Jesus, esteve presente para acarinhar, pelas suas palavras e vibrações, os corações que ali estavam expectantes. Salientou que se encontra alegre pelo reencontro e pela comemoração do natal de Jesus, embora, na Mansão do Caminho o natal seja diário, pois que a cada dia Jesus renasce em cada coração, fazendo o bem. Asseverou que, embora o mal seja audacioso e barulhento, o bem é predominante, é o amor na vida das pessoas.
Ao narrar pequena história, Divaldo reafirmou que toda e qualquer boa ação retorna àquele que a fez desinteressadamente. Fazer o bem é muito gratificante, nobre, concedendo ao autor do bem um estado de felicidade, de satisfação em ser útil, tranquilidade de consciência. Lembrem-se, advertiu o Embaixador da Paz no Mundo, existem pessoas boas, só que estão escondidas, agindo no anonimato, sendo que as más chamam a atenção.
Fazer o bem é sempre vantajoso para quem o faça. Há incontáveis pessoas que desejam a nossa felicidade. Assim, seja sempre bom, não devolvendo o mal, insista em ser bom. Na noite santa de natal que se aproxima, lembre-se de permitir Jesus nascer na gruta de seu coração, rogando-lhe o estímulo necessário para ajudar o próximo. Sempre há alguém com mais necessidades do que nós. Desejando um feliz natal de muitas bênçãos e um ano novo de conquistas espirituais, exortou os presentes a desenvolver o sentimento de gratidão por estar vivo.
A grandeza de um homem pode ser medida pela capacidade de serviço ao próximo, de humildade e de amor. (Joanna de Ângelis/Divaldo Franco)
No período noturno, na atividade doutrinária, Divaldo Franco se fazendo acompanhar por Francisco Ferraz, Iraci Campos, Carlyne Paiva, Manuel Sonyer, Juan Danilo e Suely Caldas Schubert, representando as diversas cidades presentes, frisou que se sente jubiloso pelas atividades já realizadas pelo Movimento Você e a Paz, em Salvador/BA, bem como pela proximidade da data comemorativa do nascimento de Jesus.
Ao discorrer sobre uma parte de O Livro de San Michele, de Axel Munthe (1857-1949), sueco, o primeiro médico a escrever uma obra literária. Sua obra mais famosa é esta, publicada em 1929. Munthe estudou Medicina na Universidade de UppsalaMontpellier e Paris, doutorando-se no ano de 1880. Munthe foi vivamente impressionado pelo trabalho pioneiro sobre neurologia do professor Jean-Martin Charcot, chegando a assistir às suas aulas no Hospital Salpêtrière, tendo exercido a medicina em Paris e Roma, tornando-se, posteriormente, médico da Família Real Sueca.
Nesta obra, Munthe se dedicou a entrar no pensamento cósmico, dadas as circunstâncias de suas narrativas envolvendo a casualidade, a sincronicidade. A comovente história narrada pelo ínclito orador, se refere a um aborto envolvendo uma Duquesa do país de Gales do Sul, no Reino Unido, Madame Requin – “a fazedora de anjos”- e Axel Munthe, entre outros.
Munthe foi chamado às pressas para atender uma mulher com severa hemorragia, submetida a um processo de aborto. Tendo sucesso, a criança nasceu com deformidades, debilitada e prematura, contava seis meses a gestação. Salvou mãe e filho. A mãe retornou ao seu país e o filho abortado foi vendido à madeireiros da Normandia, como era o costume, quando o feto sobrevivia.
Esta comovente história está contida, com a rica narrativa de Divaldo Franco, no capítulo 10 do livro Divaldo Franco e o Jovem, uma compilação de Délcio Carvalho. Ali o leitor se encontrará com a Duquesa, a Madame RequinPierre, a governanta Manssell Ágata, uma sueca impiedosa e Francis, o filho abortado, bem como irá apreciar o reencontro da mãe com o filho e seu desfecho. É uma leitura emocionante, não deixe de ler esta extraordinária narrativa. Tente responder à pergunta feita por Munthe: Casualidade?
Divaldo informou que Joanna de Ângelis define a casualidade como sendo algo que foi muito bem preparado para dar certo naquele instante. Será casual? Encerrado o rico momento reflexivo, o público que lotava o amplo salão se retirou meditando sobre a narrativa e seus desdobramentos.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke

Divaldo Franco na Bahia Movimento Você e a Paz

Salvador, 13 de dezembro de 2019
Aquele que não vive para servir, ainda não aprendeu a viver. (Divaldo Franco)
A Praça dos Namorados, na orla de Salvador, foi o palco para mais um magnífico evento em prol da paz. O Movimento Você e a Paz, uma realização da Mansão do Caminho, alcançando o seu 22º ano, reuniu centenas de pessoas comprometidas em construir a paz em si mesmo, disseminando o sentimento pacífico através de atos não violentos. Os cantores líricos Ângela Laborda e Eduardo, acompanhados por Débora Limeira no teclado, encantaram o público que interagiu vivamente. A Banda de Música Maestro Vanderlei, da Polícia Militar do Estado da Bahia, sob a batuta do Maestro Sub-Tenente Aristóteles, trouxe um ar solene através de hinos e canções, especialmente na execução do Hino Nacional, que todos cantaram juntos. A Equipe de Eventos do Centro Espírita Caminho da Redenção, sob a liderança eficaz de Telma Sarraf, tal como engrenagem muito bem ajustada, esmerou-se em bem receber o público, apresentando uma estrutura funcional e eficiente.
Manuel Sonyer, da Espanha, e representando as caravanas presentes, convidado a se expressar, destacou ser muito importante viver a paz, exemplificando-a no cotidiano da vida, tornando-se mais solidário, construindo um futuro pacífico para todos.
Marcel Mariano, um dos expositores habituais deste evento, frisou que a paz não se estabelece por impositivos burocráticos, como a assinatura de um acordo, mas pela sua construção na intimidade do ser humano. Como a criatura humana ainda é um ser belicoso, a ausência da paz se dá entre as nações, na vida do homem em sociedade, na família e até mesmo no campo cibernético. Para que a paz se perpetue é necessário que os indivíduos tenham a paz em si mesmos, semeando-a, pacificando-se continuamente, construindo a paz coletiva, tornando-se, portanto, pacifistas.
Juan Danilo Rodríguez ressaltou que há uma fórmula infalível para treinar a paz interior. Ei-la: quando estiver desarmônico, não reaja, aprenda, antes, a refletir, acalmar-se, renovar-se de paz.
Divaldo Franco, humanista e pacifista, idealizador deste fabuloso movimento em prol da construção da paz, asseverou que é possível viver a paz, mesmo estando as nações em guerra. Narrou um episódio acontecido na Primeira Grande Guerra, quando na noite de natal de 1915, e tendo os fuzis e os canhões silenciados, e as baionetas embainhadas, momentaneamente, um soldado francês, de 22 anos, estando em sua trincheira situada bem em frente a trincheira inimiga, a dos alemães, e sem mesmo esperar a autorização de seu superior, disse que iria fazer a paz, levantou uma bandeira branca, simbolizando uma trégua. No lado inimigo, a agitação, a apreensão, tomou conta daquele setor da trincheira alemã, que com ordens de não atirar, animou um soldado alemão a fazer o mesmo gesto do francês. Marcharam um ao encontro do outro, agitando as suas bandeiras brancas, deram-se se as mãos a meio caminho, abraçaram-se, desejaram um feliz natal.
Como todos os demais soldados estivessem atentos, e estimulados por aquele pequeno gesto de coragem e destemor, desarmaram-se, saindo de suas respectivas trincheiras, encontrando-se na linha divisória que separavam os dois exércitos. Confraternizaram, cantaram, trocaram abraços, comemoraram o natal, cantaram a canção Noite Feliz, afinal não eram inimigos pessoais, defendiam posições estabelecidas por suas nações. Pela manhã jogaram uma partida de futebol, que teimosamente ficou empatada, pois que o sentido daqueles soldados não era o de vencer o “inimigo”. Porém, logo após, o monstro da guerra se fez presente, e a bestialidade, a belicosidade do ser humano, colocou os dois lados em confronto sangrento, dizimando-se.
Há, disse o Embaixador da Paz, uma guerra, também, na intimidade dos lares. É igualmente perversa, pois que, tudo quanto se instala na intimidade de um ser humano e que o leva a perder a alegria de viver, onde o desalento se instala, a ideia de extinguir a vida passa a ser uma constante, com insidiosa tendência a se tornar realidade a se concretizar no suicídio.
Don Miguel Ruiz, autor mexicano, em seu livro Os Quatro Acordos, publicado em 1997, estabelece os compromissos necessários para a construção da paz individual. 1º) Seja a sua palavra inviolável; 2º) Aprenda a ouvir para compreender; 3º) Seja você quem ama; e 4º) Nunca devolva o mal que lhe faça.
Pensar no bem é salutar, pensar no mal é intoxicar-se, destruindo-se. Há 22 anos Divaldo Franco emprega ingentes esforços para construir a paz em si mesmo, a aprender a conciliar o SELF com o EGO. Aconselhou a não se deixar dominar pela tristeza, mantendo a alegria de viver, não atribuindo valor ao que não tem valor. Asseverou que a felicidade é construída a partir do amor ao próximo, do autoamor, de viver em paz com a consciência, sem se perturbar com as provocações alheias, atraindo o outro pelo amor, sem condicionar, sendo verdadeiro, sem impor-se, aceitando e compreendendo, solidarizando-se.
Procure, ensinou o atento professor Divaldo, olhar o lado melhor da vida, ver o lado positivo, o bem e o bom. A paz é comovedora. Seja um pouco de paz no coração do próximo, ame-o. Não aceite provocações, lembre-se, estás em treinamento para desenvolver a paciência, seja o exemplo do bem-proceder, tenha coragem de sonhar e agradecer a Deus todas as intercorrências da vida, boas ou más. Declamando o Poema Meus Deus e meu Senhor, de Amélia Rodrigues, o evento foi encerrado, e todos cantando a Canção Paz pela Paz, de Nando Cordel, efusivos desejos de paz foram apresentados uns aos outros, ali presentes.
Não existe um caminho para a PAZ. A PAZ é o caminho. (Mahatma Gandhi)
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Divaldo Franco em Salvador Centro Espírita Caminho da Redenção

12 de dezembro de 2019

Vivenciando as vibrações em homenagem ao nascimento de Jesus, Divaldo Franco encontra-se jubiloso pelas atividades e os resultados positivos que vem alcançando o Movimento Você e a Paz, apesar da complexidade da atualidade, onde o homem, em sua volúpia, aturde-se. Registrou, com sua sensibilidade, as emoções especiais vividas, em 11 Dez, por ocasião das atividades desenvolvidas pelo Movimento Você e a Paz na Praça Irmã Dulce, em Salvador, capital dos baianos.
Anfitrião inigualável, gentleman, o Semeador de Estrelas, Divaldo Franco, registrou e externou a sua gratidão às diversas caravanas, nacionais e estrangeiras, que visitam a Mansão do Caminho neste período de febricitantes atividades. Por ser ocasião ímpar, Juan Danilo Rodríguez Mantilla, equatoriano, atualmente residindo e desenvolvendo suas profícuas atividades na Mansão do Caminho, e porque dotado de alta sensibilidade, lançou o CD musical intitulado - O Amor é o teu nome -, contendo 10 lindas canções. São letras adaptadas de poemas já conhecidos, outros de autoria de Juan Danilo, todos com arranjos musicais do autor. Sua apresentação de lançamento foi amplamente aplaudida, tocando os corações.
Divaldo Franco destacou a arte, a espírita em particular, como forma de enternecer e enlevar as criaturas, levando-as a experimentar momentos de transcendência e de beleza, apresentando alguns artistas e suas produções. Para destacar o potencial da arte, o ínclito orador e professor referiu-se aos mártires trucidados pelas feras em Roma, que naqueles espetáculos dantescos, entravam nas arenas e se entregavam corajosamente ao martírio, cantando, inspirados por entidades venerandas, até que a última voz silenciasse pela ação bestial das feras.
Na atualidade o materialismo provocador e covarde tenta intimidar o espiritualismo, ante a alvorada do novo mundo regenerador, que já conta com a participação de Espíritos dotados de sensibilidade, voltados e devotados ao bem, à ética, à moral e ao amor. O Espiritismo se constitui em força dinâmica, penetrando no seio da sociedade humana, nas famílias, nos indivíduos. Divulgando esses postulados nobres, Divaldo Franco esteve realizando um périplo, nos últimos dias, pelas terras portuguesas e espanholas levando o legado espírita, lançando-se, como desbravador, para alcançar o berço de uma velha civilização, riquíssima em conhecimentos tecnológicos assombrosos para aqueles dias, o velho Egito.
Sob inspiração e sugestão de Joanna de Ângelis, Divaldo Franco tem realizado profícuos trabalhos de divulgação das ideias cristãs em países de crença muçulmana. São trabalhos exploratórios, quebrando as vibrações do psiquismo nestes locais, realizando estudos evangélicos em diversas línguas, conforme os que compõem as caravanas, fundando núcleos espíritas onde possível. Primeiro foi a Turquia, depois Marrocos, Dubai, Abu Dabi, Tunísia, e agora o...
...Egito, a terra dos grandes faraós. Seus feitos estão sendo estudados e desvendados pela ciência atual, comprovando a genialidade e a tecnologia, o conhecimento e o significado de seus símbolos e medidas. Em suma, trouxeram à Terra a tecnologia, apresentando-a aos bárbaros que aqui se encontravam. Os locais visitados, esclareceu o médium Divaldo Franco, estão impregnados - paredes e ambientes - com os pensamentos daqueles que ali viveram e trabalharam.
Como naquela época, a dos faraós, a atual é de franca transição. Espíritos de outros orbes estão visitando a Terra, ou aqui encarnando, sob o influxo de uma mente superior, que tudo comanda e administra, inclusive preparando o homem para aumentar a sua capacidade de pensar, pois que o cérebro físico está em fase de adaptação e expansão, evoluindo e aumentando a capacidade de percepção cerebral. É a era do novo povo, transitando para a imortalidade, a transcendência.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke


quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Divaldo Franco na Bahia Movimento Você e a Paz

Salvador, 11 de dezembro de 2019
A realidade da vida, a caridade e o amor não possuem coloração política. (Divaldo Franco)
A Praça Irmã Dulce, no Largo de Roma, em Salvador, devidamente engalanada através do hercúleo trabalho realizado pela Equipe de Eventos da Mansão do Caminho, liderada pela eficiente e dedicada Telma Sarraf, Vice-presidente do Centro Espírita Caminho da Redenção, recebeu expressivo público para assistir o evento inicial de uma série que ocorrerá em Salvador, a primeira Capital do Brasil, que terá sequência nos seguintes dias e locais: 13 Dez – Jardim dos Namorados; 15 Dez – Dique do Tororó; e 19 Dez – Farol da Barra.
O Movimento Você e a Paz, idealizado e colocado em prática pelo humanista e pacifista Divaldo Pereira Franco em 1998, está em sua 22ª edição, sendo realizado em 11 Estados Brasileiros, 10 Países e 74 cidades no Brasil e no Exterior. O belo momento musical, aliado ao exuberante entardecer, alcançando o início da noite enluarada, foi protagonizado pela cantora Cássia Aguiar e seu conjunto musical, animando e encantando o público, que ativa e alegremente participou.
O palco foi formado por Manuel Sonier, espanhol, representando as caravanas presentes, e pelos expositores Juan Danilo Rodíguez Mantilla, Ruth Brasil Mesquita, Marcel Mariano e Divaldo Franco, Telma Sarraf e João Araújo, o mestre de cerimônia, todos imbuídos e dedicados divulgadores da renovação de sentimentos e das atitudes de pacificação.
Juan Danilo destacou a necessidade de cada ser humano construir a paz em si mesmo, eliminando, tanto quanto possível três inimigos internos: o sentimento de competição, de suplantar ou submeter o outro; a insatisfação com a vida, a inconformidade com as situações e consigo mesmo: e a falta de perdão, tanto para si como ao outro, aprendendo a compreender.
Ruth Brasil Mesquita enalteceu a conduta, as atitudes e a amorosidade da mãe de Irmã Dulce, dando a ela as condições para cumprir com êxito a sua tarefa missionária. Fruto de uma mãe amorosa, Irmã Dulce via em cada doente, Deus.
Marcel Mariano, discorrendo sobre a violência cotidiana, destacou ser necessário identificar as causas geradoras, quase sempre alicerçadas na matriz da radicalidade, o egoísmo. Com tolerância, em todos os sentidos, é possível conviver, desenvolvendo a paz interior, tornando-se agente pacificador, pelo menos no seio familiar.
Divaldo Pereira Franco, superando os limites impostos pela idade e pela dor, apresentou de forma sucinta a história de alguns pacifistas e que se superaram a si mesmos, pacificando-se e disseminando a cultura da paz, desde as relações domésticas, sociais e culturais. A tenacidade, traço comum entre eles, ensejou a mudança de comportamento, de crenças e de costumes. Leis foram modificadas, sempre tendentes a humanização nas relações. A produção literária também foi inspiradora e motivadora para a adoção de uma cultura de paz. Rosa Parks (1913-2005), norte-americana; Mahatma Gandhi (1869-1948), indiano; Martin Luther King Jr. (1929-1968), norte-americano; Léon Tolstói (1828-1910), russo; Irmã Dulce (1914-1992), brasileira, que com sua doçura e beleza caridosa, pacificava os corações aflitos e atormentados por doenças, porque, pacificada, tornou-se a Bem-Aventurada Dulce dos Pobres. Todos esses pacificadores, profundamente amorosos, pelas suas ações e convicções legaram à humanidade que a cultura da paz é possível, basta tornar-se pacífico, apaziguador.
Divaldo Franco narrou que após visitar um presídio na Guatemala, onde teve uma lição de miséria, de amargura, de preconceito, resolveu fazer algo por si mesmo, apaziguando-se, realizando algo em prol da paz, idealizando o Movimento Você e a Paz no ano de 1998. A realidade da vida, a caridade e o amor não possuem coloração política. A paz deixou de ser um substantivo para se tornar, também, um verbo, segundo os melhores dicionários, o verbo pazear.
O homem pacificado sabe amar todos e tudo, inclusive a natureza. O amor está acima de qualquer convicção política, de fé, de crenças, pois que a paz que Jesus dá é a paz do coração, da consciência reta, da prática do bem. Para tal, a família é o instrumento valiosíssimo de construção da paz, pois que está alicerçada no amor.
A UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), estabeleceu os seguintes itens para a construção da paz no Planeta: 1. Respeito à vida; 2. Rejeitar a violência; 3. Ser generoso com todos; 4. Ouvir para compreender; 5. Preservar o Planeta; e 6. Redescobrir a solidariedade. É necessário, frisou Divaldo Franco, diminuir as queixas, as mentiras, o egoísmo, amando indistintamente.
Declamando o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, Divaldo Franco encerrou esse primeiro encontro promotor e difusor da paz na capital soteropolitana. O púbico, embalado pela Canção Paz pela Paz, de Nando Cordel, entoou-a a pleno pulmões, embelezando com harmonia impar o generoso espaço ao lado do memorial dedicado à Santa Dulce.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Divaldo Franco em Salvador Centro Espírita Caminho da Redenção

10 de dezembro de 2019
Retornando, em 09 de dezembro, de uma viagem doutrinária por Portugal, Espanha e Egito, Divaldo Franco estava à postos no Centro Espírita Caminho da Redenção para mais uma atividade, quando o ilustre orador disse se sentir jubiloso por identificar a suave melodia anunciando a vinda de Jesus à Terra, construindo uma aura de paz, alegria e gratidão, facultando a possibilidade de os homens edificarem a iluminação interior e a construção da paz, ao serem tocados pelas dúlcidas lições de amor.
Destacando a presença de Rosane Salerno, representando a caravana do Rio Grande do Sul, e a de Manuel, do Centro Espírita Manuel e Divaldo, de Réus, na Espanha, representando as caravanas internacionais, Divaldo Franco anunciou as mudanças no calendário de atividades que serão desenvolvidas em prol da paz, que se dão através do Movimento Você e a Paz, em sua 22ª edição, e que serão levadas à efeito nas seguintes datas e locais: 11 Dez – Largo de Roma, Praça Irmã Dulce; 13 Dez – Jardim dos Namorados; 15 Dez – Dique do Tororó; e 19 Dez – Farol da Barra, todos em Salvador, na Bahia.
Para abordar o tema doutrinário, Marcel Mariano foi convidado a fazer reflexões sobre a Parábola da festa de núpcias, contida no capítulo XVIII de O Evangelho segundo o Espiritismo. Em breve análise do comportamento do homem urbano, Marcel destacou três segmentos simbólicos: A igreja, a farmácia, o bar e a lotérica. Na lotérica, o homem acredita na sorte; na farmácia, o balconista foi nomeado farmacêutico, constatando que o brasileiro se automedica; no bar, esse mesmo homem, pelas suas mazelas morais, afoga seus conflitos ingerindo álcool; e na igreja, por não assumir suas próprias responsabilidades e esforços próprios, terceiriza a solução de seus problemas. Tudo isto demonstra que o homem teme interiorizar-se, autoconhecer-se, devido às suas diversas imperfeições e vícios morais.
Depois de historiar o aparecimento das primeiras obras fundamentais do Espiritismo, Marcel Mariano discorreu sobre a parábola e os comentários realizados por Allan Kardec, onde discorre sobre os primeiros, os segundos e os terceiros convidados, bem como reflexionou sobre o convidado que não estava devidamente vestido para as bodas. Os chamados serão muitos, porém, poucos os escolhidos. Destacou, o conferencista, que há uma imperiosa necessidade de cada ser humano se preparar, se capacitar para servir Jesus, o Mestre Nazareno. É necessário aprender a construir pontes, abandonando os velhos hábitos de estabelecer abismos entre as criaturas, aproveitando o que há de melhor e bom em cada ser humano, em cada instituição, pois que a vida é plena e a morte inexistente. Exortando às mudanças para melhor, o conferencista convidou para a realização da autoiluminação, tornando-se digno de ser convidado e ser escolhido para a festa divina.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)


terça-feira, 19 de novembro de 2019

5º Movimento Você e a Paz em São Paulo

17 de novembro de 2019

Texto: Djair de Souza Ribeiro,  Fotos: Edgar Patrocínio
Associação de Desenvolvimento Espiritual Reencontro realizou, no dia 17 de novembro de 2.019, a Quinta edição do Movimento Você e a Paz em São Paulo. O evento teve lugar no Memorial da América Latina.
O ator, autor e diretor de teatro Odilon Wagner foi o encarregado das apresentações na condição de anfitrião do evento que contou com a presença de representantes diversas religiões, a saber:
·         O Pastor Davi Seiberth Arantes da Igreja Metodista Wesleyana, teólogo e Secretário de Políticas Sociais da Igreja Wesleyana;
·         O Juiz de Direito, autor e divulgador Espírita José Carlos De Lucca.
·         O Padre Reinaldo Braga Pereira da Igreja Nossa Senhora da Candelária da Vila Maria.
·         O bacharel em Direito e Rabino Michel Schlesinger da Congregação Israelita Paulista e representante para o diálogo inter-religioso, condecorado com a Medalha do Pacificador e autor de o livro Diálogos de um rabino – reflexões para um mundo de monólogos”.
·         O professor, tribuno, Médium Espírita e Embaixador da Paz Divaldo Pereira Franco.
Com uma proposta diferente dos demais encontros, foi organizada uma “Roda de Conversa” técnica e prática metodológica para uma comunicação dinâmica e produtiva entre expositores e o público.
Essa “Roda de Conversa” foi ancorada pelo ator Odilon Wagner que trazia temas palpitantes e atuais e os líderes religiosos revezavam-se com suas opiniões baseados em sua vivências e experiências no trato com os seres humanos que cruzaram suas existências.
Ao final dessa “Roda de Conversa” e antecedendo as palavras finais de Divaldo Franco, cada líder religioso proferiu uma prece que a todos emocionou. Nesse momento subiu ao palco o músico Júlio D’Zambê, professor de Arte e fundador do projeto cultural “Sansakroma” que efetuou a prece cantada no idioma Lingala (ngala) língua bantu, falada como idioma materno Congo (Kinshasa e Brazzaville).
Na sequência foi efetuada a entrega do Troféu Você e a Paz às iniciativas, pessoas e empresas que promovem a paz, nas categorias:
Personalidade que se Doa:
·         Filipe Sabará Secretário de Assistência e Desenvolvimento Social na Prefeitura de SP.
·         Luís Eduardo Grangeiro Girão Senador da República pelo Estado do Ceará.
·         Iberê de Castro Dias, juiz e organizador do projeto “Adote um boa-noite”.

Instituição que Realiza:
·         Legião da Boa Vontade – LBV.
·         Associação de Amigos dos Autistas – AMA.
·         Centro Israelita de Apoio Multidisciplinar – CIAM.
·         Grupo Espírita Esperança.

Empresa que Viabiliza:
·         SP Vale (Pelos trabalhos sociais do projeto HISTÓRIAS MARAVILHOSAS que consiste na distribuição de brinquedos e ovos de páscoa para crianças em creches e comunidades carentes, além de colaborar ativamente com a CASA DO CRISTO REDENTOR);

Para falar da Paz, Divaldo recorda-nos do genocídio da população da Armênia por parte da Turquia, massacre que resultou na morte de 1.500.000 armênios. Para melhor esclarecer como é possível obter-se PAZ de uma violência inominável, Divaldo se utiliza da narrativa de uma jovem armênia e cuja história foi retratada em o livro Perdão Radical de autoria de Brian Zahnd.
Entre os anos de 1915 a 1917 ocorreu a guerra entre turcos e armênios. Como em toda a guerra a crueldade é soberana. A Armênia invadida pelos turcos viu seu povo ser dizimado em um genocídio.
Não foi diferente para aquela família modesta. Os soldados turcos Invadiram a casa e de imediato mataram os pais de duas jovens.
A mais moça, quase uma criança, foi estuprada até a morte, a outra, um pouco mais velha, foi transformada em escrava sexual do comandante daquela tropa.
Após fugir dessa situação a jovem refugiou-se em outro país e estudou até se formar enfermeira.
Muitos anos se passaram até que deu entrada no Hospital onde ela trabalhava o antigo comandante das tropas que havia destroçado suas esperanças.
Cristã, aplicou-se a cuidar do quase moribundo até a sua recuperação total.
Desejando agradecer à jovem que tanto havia se dedicado a lhe devolver a saúde, descobriu toda a verdade.
E envergonhado de suas ações pretéritas ousou perguntar à jovem, qual a razão de tê-lo perdoado, quando o normal teria sido um comportamento oposto.
A jovem olhou profundamente nos olhos do algoz de sua felicidade e lhe respondeu:
— Teus crimes contra mim, minha família e meu povo foi por sermos cristãos. Perdoo-te porque Jesus nos ensinou: “Aquele que crê em mim, faz também as obras que faço”. (João 14:12)
Após um breve silêncio, Divaldo formula uma questão ao público presente:
— E você, perdoaria?
Após um período de silêncio permitindo-nos refletir na questão retórica, Divaldo evoca as palavras de Jesus: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”. (João 14:27)
A paz que todos nós ansiamos não virá de fora para dentro, não será por intermédio da legislação, mas pela nossa transformação individual, afastando-nos da indiferença.
Perdoar não significa estar de acordo com o erro. Todo crime merece repúdio. O criminoso, porém, merece compaixão.
O perdão, antes teológico, adquiriu a condição de terapia, por nos devolver a harmonia pacificando nossos corações e sentimentos.
A crise que se abate por toda a Humanidade é, na realidade, crise INDIVIDUAL que se propaga envolvendo toda a Sociedade, que centraliza seus objetivos existenciais no individualismo, consumismo e na busca do prazer, por confundi-lo com a felicidade. A Sociedade carece de objetivos existênciais profundos e transcendentais, preferindo permanecer na superfície das ilusões que passam e se esgotam em si mesmas, levando o ser à perda do objetivo existencial resultando no inconformismo, na depressão, na revolta e, por conseguinte produzindo a violência.
Busquemos, com todas as forças do nosso ser, alcançar a plenitude através do BEM, nunca pela força, pelo AMOR e não pelo ódio.
Divaldo encerrou a conferência sob aplausos da imensa plateia. Enquanto suas considerações repercutiam nas mentes iluminadas com suas palavras, os exemplos da jovem armênia e o Poema da Gratidão fincavam profundamente suas raízes nos corações.


Palestra de Divaldo Franco – Reencontro São Paulo, SP

16 de novembro de 2019

Texto: Djair de Souza Ribeiro,  Fotos: Edgar Patrocínio

A Associação de Desenvolvimento Espiritual Reencontro, localizado na cidade de SP, recebeu, na noite de 16 de novembro de 2019, cerca de 300 pessoas para ouvirem Divaldo Franco acendendo luzes de esclarecimento e consolação sempre baseado no Evangelho de Jesus e nos princípios da Doutrina Espírita.
A Segunda Guerra Mundial iniciava sua trajetória voraz que acabaria por consumir cerca de 100 milhões de existências. Além dessa calamidade, uma outra dominava as almas devorando as esperanças e aniquilando a fé das criaturas, tornando as pessoas céticas, desalentadas e vítimas inermes empurradas ao materialismo pelo descrédito nas Religiões que não lograram evitar a catástrofe devoradora.
No meio desta calamidade muitas vozes se levantaram na tentativa de iluminar as almas e reacender a chama da Esperança nos corações escurecidos pela crueldade humana.
Entre estes paladinos da Esperança e da Fé destacou Divaldo a atuação do escritor, jornalista holandês-canadense Pierre van Paassen (1895 – 1968).
Dentre as diversas obras de sua lavra, Divaldo separou uma narrativa de 1939 e publicada em o livro “Estes Dias Tumultuosos” Biografia de uma Geração Desesperada (com o título original em inglês Day of our Years).
Em esta obra, Divaldo narra – ao sabor de suas emoções – a história de um jovem francês de nome Ugolin [1].
O protagonista da narrativa era um jovem com deformações físicas provocadas pela violência paterna e que viva pelas ruas parisienses neste período calamitoso.
Abandonado e excluído da sociedade, Ugolin vivia da generosidade alheia e de pequenos favores. Órfão, possuía somente como família a irmã que vivia da prostituição ali enclausurada pela desonestidade e cobiça de um antigo patrão que, repelido pela moça, não logrou obter dela um convívio sexual a que tanto desejava. Diante desta recusa, o patrão – joalheiro venal – acusou a jovem de ter-lhe furtado uma joia valiosíssima. Por esta calúnia a jovem foi condenada e levada à prisão, da qual saiu para o prostíbulo buscando se sustentar e obter recursos para ajudar o tratamento médico de Ugolin.
Com a proximidade do Natal, Ugolin pedia a Pierre van Paassen, que o acolhera no afeto de seu carinho e amor, somente um par de sapatos.
Os dias foram passando e o convívio entre ambos estreitando-se. O escritor aguardava a noite de Natal para entregar a Ugolin o par de sapatos anelado. Na noite véspera do Natal, Ugolin não apareceu, pois um grupo de jovens alcoolizados amarrou o jovem excluído a um poste após despi-lo.
Diante da balbúrdia o Abade de La Roudaire, sacerdote da igreja local, interrompeu a humilhação fazendo fugir os delinquentes. Retirando do posto o jovem exangue, o abade levou-o até a casa paroquial para ali passar a noite. Pela manhã, o religioso não logrou encontrar Ugolin no leito onde o tinha deixado.
Mais tarde o abade descobriu que Ugolin havia cometido suicídio. O mais terrível é que a irmã, ao saber do ocorrido, igualmente fugiu à vida pelo suicídio.
Apesar de a Igreja proibir a celebração da eucaristia para os suicidas, o funeral para ambos foi acompanhado do ato religioso pelo abade, que após orar junto aos corpos dos irmãos, cuja vida fora um extenso rosário de aflições, sofrimento e abandono, dirigiu-se aos fiéis que lotavam a igreja afirmando que aqueles jovens infelizes não seriam considerados por Deus como suicidas, mas na condição de assassinados pela maldade e crueldades humanas.
A emotividade envolvia a todos os presentes na palestra. Divaldo busca, então, encaminhar a apresentação para os conceitos morais que a narrativa enseja e faz-nos uma pergunta retórica:
— O que fizemos da mensagem, dos exemplos e dos ensinamentos de Jesus? Em que lugar dos nossos corações colocamos a conclamação do Cristo de Deus de nos amarmos uns aos outros como Ele nos ama?
E voltando o foco para os Espíritas de maneira geral Divaldo enfatiza que estamos de posse do maior Tesouro franqueado à Humanidade pelos Benfeitores Espirituais e codificada por Allan Kardec: A Doutrina Espírita.
Tanto o autor da história, Pierre van Paassen, quanto o abade de La Roudaire, não conseguiram consolar e auxiliar mais efetivamente a Ugolin e a irmã, pois que não aceitavam a doutrina da pluralidade das existências e por essa razão não conseguiram explicar as razões do grande sofrimento que ambos os jovens enfrentavam na vida. Teria Deus os esquecidos ou tratava-se de castigo da Divindade? Era a questão insistentemente formulada por Ugolin e que o religioso e o escritor não conseguiam responder adequadamente.
O princípio da reencarnação – associado ainda à existência de Deus, a possibilidade de comunicação entre ambos os planos da vida, a existência da alma e o seu progresso gradativo e a pluralidade dos mundos habitados - formam a base da Doutrina Espírita.
Abençoada Doutrina que nos faculta o desenvolvimento de objetivos transcendentais, além de ser O Consolador prometido por Jesus que vem explicar que os nossos sofrimentos têm uma razão de ser. Não se trata de castigo, mas sim oportunidades que a Divindade nos oferece por merecimento – a lei de Ação e Reação – ou por necessidade de evolução ensejando a oportunidade de desenvolver qualidades que ainda não possuímos – Prova.
Não há, portanto, razão para nos deixarmos envolver pelo manto de pessimismo que os dias atuais vêm rodeando a sociedade, nos estertores do Mundo de Provas e Expiações ao qual pertencemos.
Compete-nos – exclusivamente a nós – fazermos desse conhecimento libertador o instrumento com o qual construiremos a nossa evolução moral e espiritual.
Em que pese os dias tumultuosos da atualidade onde as aflições, ódios, intolerâncias, sofrimentos e violências, dias em que as pessoas – ao invés de se amarem umas às outras como preconizado por Jesus – elegem se armarem umas contra as outras – no âmbito material e emocional - urge aceitar e viver a proposta de Jesus, amando mais, tornando-nos, assim, mais gentis, tolerantes, pacíficos e mansos de conformidade com os ensinamentos registrados no Sermão da Montanha, permitindo a formação de uma humanidade mais justa e feliz.

[1] A narrativa completa e detalhada pode ser obtida no livro “Divaldo Franco e o Jovem” da editora LEAL.


terça-feira, 1 de outubro de 2019

33º Encontro Fraternal com Divaldo Franco. Santo André, SP Mini seminário ”Qual o Sentido da Vida?”

Centro Espírita Dr. Bezerra de Menezes da cidade de Santo André - SP realizou, em 29.09.2019, o 33º Encontro Fraternal com Divaldo Franco, encontro esse que se realiza anualmente desde 1986.
O evento realizou-se nas múltiplas e espaçosas instalações da Instituição Assistencial e Educacional Amélia Rodrigues, que se tornaram acanhadas para acomodar as mais de 3.600 pessoas que acorreram ao local para ouvir Divaldo Franco.
Destacamos a presença do renomado médico psiquiatra e terapeuta, autor de vários livros e palestrante Dr. Roberto Shinyashiki.
Divaldo abre o Seminário utilizando-se do mito grego de Os Doze (12) Trabalhos de Hércules imposto a ele pelo Rei Euristeus, com o propósito de submeter Hércules a um processo expiatório permitindo lhe redimir-se por ter matado – em um acesso de raiva e descontrole emocional – a própria esposa e os filhinhos.
Entre esses trabalhos-expiatórios, Hércules deveria capturar viva a Corça de Cerineia um animal mitológico possuidora de chifres de ouro e pés de bronze, que corria com extraordinária rapidez sem jamais se cansar. Na verdade, a corça era a ninfa Taígete, que, para fugir a perseguição de Zeus foi transformada por Ártemis no magnífico animal, razão pela qual era consagrada a essa deusa que a protegia.
Por um (1) ano inteiro Hércules perseguiu o belo e veloz animal por todas as partes vislumbrando suas belas formas de maneira fugidia para logo em seguida vê-la desaparecer na segurança e proteção dos densos bosques.
Orientado pela deusa Atena, Hércules logrou dominar a sagrada corça segurando-a pelos chifres de ouro que simbolizavam a ILUMINAÇÃO, enquanto que os cascos de bronzes representava o Mundo Material.
Simbolicamente para a Psicologia Analítica de Carl G. Jung - nos explica Divaldo - esse Trabalho de Hércules trás o significado profundo da substituição dos IMPULSOS (pulsões) ditados pelo Inconsciente (Sombra, pelos Arquétipos ou ainda pelos Complexos), por atributos mais nobres (Paciência, Sabedoria, Docilidade, etc.).
Com esse introito Divaldo aborda a questão fundamental de nossas existências que é o desenvolvimento intelecto-moral, cujo melhor caminho – a exigir de nós um esforço Hercúleo – é o do AUTOCONHECIMENTO (Individuação, como dizia Jung).
Viver com lucidez é buscar. Porém, nem sempre sabemos o que buscar.
Para nos fazer entender melhor no que consiste essa busca, Divaldo faz uma anamnese da história da Sociedade Humana dos últimos cem (100) anos, iniciando pela Revolução Bolchevique de 1917, que assumiu o governo da Rússia após derrubar a monarquia e executar o czar Nicolau II e toda a sua família.
Esse é o marco inicial da mudança da busca do SER pelo TER e a busca por nos afastar das Tradições. Um dos sentidos psicológicos da Vida – nos ensina Divaldo – é transformar a Tradição em Atualidade, pois essa (a Tradição) é a nossa raiz e, portanto, quando se arranca a raiz a planta – por ela sustentada - morre.
Divaldo cita o pensamento do psiquiatra austríaco Viktor E. Frankl, sobrevivente dos campos de extermínios nazista, que afirmava “Uma vida que não tem um sentido psicológico, não alcançou a maturidade do ser humano”. Na mesma linha de pensamento, anos mais tarde, o pai da Psicanálise Analítica, Carl Gustav Jung considerava: “É necessário que cada um de nós tenha, na existência, uma meta, a fim de que essa existência dê-nos a maturidade psicológica”.
A partir desses pensamentos, Divaldo delineia os dias graves da atualidade da sociedade humana a qual, concentra todos os esforços e energias quase que exclusivamente aos objetivos imediatistas em prejuízo daqueles transcendentais.
O resultado dessa opção vem se refletindo nas estatísticas oficiais e a OMS espera já para o ano de 2025 que as mortes provocadas pelos efeitos da Depressão ultrapassarão os óbitos de câncer e cardiopatias, que hoje lideram as causas de morte. Os efeitos da Depressão levarão a um aumento estarrecedor dos suicídios, hoje já tão elevados.
Seguindo na anamnese histórica, Divaldo aborda a Primeira Grande Guerra, ao final da qual os estrategistas afirmavam que nunca mais haveria outra Guerra.
Transcorridos menos de trinta (30) anos explode a Segunda Guerra e as quase 100 milhões de mortes, culminando com a explosão das bombas atômicas de Hiroshima e depois Nagasaki.
Na década de 50 fomentada pela Guerra Fria as Coreias do Norte e do Sul destroem-se em busca do poder político-econômico.
Na década de 60 batem-se pelas mesmas razões o Vietnã do Norte contra o do Sul.
A belicosidade humana sempre se destacou entre nossos comportamentos. Ainda no Século XIX Allan Kardec – através da questão 742 de O Livro dos Espíritos – indaga: Que é o que impele o homem à guerra?  Ao que os Espíritos Superiores responderam: “Predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual e transbordamento das paixões. No estado de barbaria, os povos um só direito conhecem — o do mais forte”.
Esses embates produziram de forma generalizada o pensamento de que a vida deveria ser usufruída em toda a sua plenitude, pois a qualquer momento viria a Guerra ou a Bomba e seria o fim de tudo, devorando vidas, convicções e valores morais tradicionais, fazendo desaparecer o sentido ético da vida.
Como consequência da promiscuidade sexual surge a epidemia da AIDS que afeta mais de quarenta e dois (42) milhões de criaturas em todo o Mundo.
Constata-se que a Sociedade perdeu a visão interior da vida e passamos – cegos aos reais valores da existência – a ver somente as aparências, deixando-nos fascinar pelo brilho das paixões, pelas ilusões e fantasias todas efêmeras.  
Tais aflições advêm da adoção de objetivos imediatistas em prejuízo das aspirações mais sublimes para a existência. Reforçando a necessidade de elegermos um objetivo existencial Divaldo cita o pensamento do psicólogo existencialista norte americano Rollo May, (1909 —1994) que afirma ter a sociedade elegida como parâmetros para a felicidade:
Individualismo: Doutrina moral e social cujo conceito é o de valorizar a autonomia individual na busca da liberdade e satisfação das inclinações naturais.
Sexualismo: Comportamento ligado à sociedade mercantilista e consumista, na qual o ato sexual é priorizado e banalizado, desvirtuando sua razão natural.
Consumismo: Compulsão e modo de vida que leva o indivíduo a consumir de forma ilimitada bens, mercadorias e/ou serviços, em geral supérfluos, em razão do seu significado simbólico (prazer, sucesso, felicidade).
Para exemplificar o conceito da importância dos valores morais obtidos junto dos pais Divaldo passa a narrar um episódio envolvendo o criminoso mais famoso da história: Alphonse Gabriel mais conhecido mundialmente como "Al" Capone (1899 - 1947). Esse gângster ítalo-americano liderou um grupo criminoso dedicado ao contrabando e venda de bebidas entre outras atividades ilegais, durante a Lei Seca que vigorou nos Estados Unidos nas décadas de 1920 e 1930 do Século XX.
Sua fama ficou patente num crime bárbaro pelo qual sete (7) pessoas foram cruelmente assassinadas e que passou à história como o Massacre do Dia de São Valentim ou Massacre do Dia dos Namorados, pois foi cometido no dia 14 de fevereiro de 1.929 data consagrada às comemorações do Dia dos Namorados nos EUA.
Al Capone tinha um advogado – famoso por livrar o gângster com facilidade da cadeia - apelidado de “Easy Eddie” (1893 - 1939), um excelente profissional cuja maior habilidade estava em manobrar no cipoal de leis americanas para manter seu cliente - Al Capone - distante da prisão.
Em retribuição o gângster mafioso, pagava regiamente seu advogado, fornecendo-lhe uma mansão que ocupava um quarteirão inteiro em Chicago.
Indiferente às atrocidades praticadas por seu cliente, o advogado e sua família desfrutavam de uma situação econômica confortável, além de pertencerem aos quadros sociais mais destacados da sociedade local.
“Easy Eddie” providenciava tudo quanto o dinheiro pudesse adquirir ao seu filho, inclusive as melhores escolas.
Impossibilitado de dar bons exemplos, o advogado – paradoxalmente - sempre reiterava ao filho a importância dos bons valores morais, enfatizando as ações corretas e as incorretas. O advogado do mais cruel assassino buscava com seu empenho tornar o filho melhor do que ele fora.
Seja por ter-se cansado de ver as atrocidades à sua volta, seja pela voz da consciência ou ainda como um legado de bom exemplo de conduta moral ao filho, “Easy Eddie” tomou uma decisão difícil na busca por corrigir as injustiças de que havia participado como advogado de Al Capone.
Procurou as autoridades federais contando-lhes a verdade sobre seu cliente na tentativa de limpar seu nome enlameado, permitindo ao filho usar com orgulho o nome familiar.
No dia do julgamento o advogado – mesmo ciente de que seria executado por esse gesto – testemunhou contra o ex-patrão, condenado a onze (11) anos na prisão federal de Alcatraz pelo crime de sonegação do Imposto de Renda.
Passado algum tempo desde o testemunho no Tribunal, “Easy Eddie” foi morto a tiros enquanto dirigia pelas ruas de Chicago. Levado, anda com vida, ao Hospital local o advogado sabia que morreria, porém aos olhos dele, ele tinha dado ao filho o maior exemplo que poderia oferecer, mesmo diante do maior preço que poderia pagar: a própria vida.
Divaldo faz uma breve pausa para em seguida referir-se novamente a Chicago de Al Capone que além do gângster, foi, também, a cidade que ofereceu aos EUA um dos seus maiores heróis durante a Segunda Grande Guerra Mundial: O tenente-comandante Edward Henry O'Hare (1914 - 1943) piloto da Marinha dos Estados Unidos, que em 20 de fevereiro de 1942 tornou-se o primeiro ás voador da Marinha que atacou - mesmo sozinho e tendo uma quantidade limitada de munição - nove (9) aviões bombardeios japoneses que se dirigiam para atacar o porta-aviões americano “USS Lexington”. Somente era considerado um “ás” o piloto que abatesse em uma única batalha mais do que cinco (5) aviões inimigos.
Audaciosamente, sem se preocupar com sua própria segurança, ele abateu ou danificou muitos das aeronaves inimigas, sendo, por essa façanha, o primeiro piloto naval a ser laureado com a Medalha de Honra na Segunda Guerra Mundial. A imprensa rapidamente apelidou de “Butch O’Hare” (algo como “O’Hare o Exterminador”, em português).
No ano seguinte “Butch O’Hare” morreu – aos vinte e nove (29) anos - em combate aéreo.
A Chicago de Al Capone e dos crimes bárbaros do passado, não permitiu que a memória de “Butch O’Hare” o herói da Segunda Guerra desaparecesse, e hoje, o Aeroporto da cidade, um dos mais movimentados e importantes dos EUA e do Mundo, tem o nome de Edward Henry O'Hare em tributo à coragem deste grande homem.
Após a exposição dessas duas (2) narrativas Divaldo conclui:
Ambas as histórias têm algo em comum e não se deve ao fato de envolverem a cidade de Chicago. O ponto de atração entre elas é que “Butch O’Hare”, o herói da Guerra, era o filho de “Easy Eddie” o advogado de Al Capone cujo exemplo de sacrifício em favor do que era moralmente correto acabou por permear o comportamento e a índole do filho.
Para reiterar o conceito moral Divaldo compartilha conosco a comovedora narrativa de Francisca, humilde moradora dos Alagados na cidade de Salvador, BA e frequentadora da Mansão do Caminho.
Certa ocasião Divaldo fora chamado com urgência para atender Francisca que estava à beira da desencarnação. Lá chegando sentou-se ao lado de Francisca que reunindo suas últimas forças contou-lhe detalhes de sua vida pessoal.
Narrou que era mãe solteira, pois que fora abandonada pelo venal companheiro ao tomar conhecimento da gravidez e expulsa do lar pelos pais. Essas injunções não tiveram o poder de diminuir o seu amor pelo filho, e para assisti-lo extenuava-se no trabalho de lavadeira e de vendedora de acarajé o que lhe permitiu custear todos os estudos e necessidades do filho que graças a toda a dedicação materna logrou ser aprovado no vestibular da Faculdade de Medicina, exigindo de Francisca a ampliação de seus esforços.
Sua dedicação era tanta que logrou obter – junto a um médico e habitual freguês de seu acarajé – emprego para seu filho sem identificar, contudo, que era sua mãe.
Chegara, finalmente, a data de formatura e Francisca preparara-se com esmero para aquela ocasião à qual tanto lutara e se sacrificara. Sentia que atingira o objetivo maior de sua vida. Antecipava no coração a alegria que proporcionaria ao filho ao lhe dar – na cerimônia de colação de grau – o anel de formatura.
Horas antes de seguir para o local da cerimônia seu filho a procurara no barraco e pediu à mãe que não comparecesse ao evento. Aproveitaria a ocasião para marcar o casamento com a noiva – filha única do diretor e proprietário da Clínica onde ele trabalhava – que desconhecia a existência de Francisca, informação propositalmente omitida pelo filho à futura esposa.
Francisca dissimulou o impacto emocional da ingratidão do filho e, entregando-lhe o estojo luxuoso com o anel de formatura, beijou-lhe a face dele se despedindo.
Francisca - respirando com extrema dificuldade pela iminência da desencarnação - reuniu suas derradeiras forças e segurando as mãos de Divaldo fez-lhe o derradeiro pedido. Caso o filho viesse procurá-lo, Divaldo devia dizer-lhe que ela não tinha pelo filho nenhuma mágoa ou ressentimento pelo simples fato de amá-lo incondicionalmente. Feito o pedido, desencarnou.
Semanas mais tarde - como previra Francisca – o filho buscara informações sobre a mãe e foi aconselhado a buscar Divaldo Franco que acompanhara as derradeiras palavras da mãe.
Com o coração em frangalhos destroçado pela culpa, o filho recebeu a notícia que veio arrefecer lhe a angústia: A mãezinha não lhe guardava mágoa e naquele momento – nimbada de mirífica luz - apresentava-se à visão psíquica de Divaldo acariciando o seu menino a quem amava tanto.
Em pranto copioso e sentido de catarse, o filho de Francisca pediu uma oportunidade para assistir aos irmãos desvalidos trabalhando na Mansão do Caminho como médico voluntário. Tornou-se – afirma Divaldo concluindo a narrativa de Francisca, a vendedora de acarajés que a todos emocionaram – modelo de dedicação e amor ao próximo atendendo a pobreza e os desvalidos do bairro onde a mãezinha vivera.
Finalmente o médico rico e poderoso encontrara uma razão psicológica profunda para a vida.
Prossegue Divaldo, afirmando que o Vazio Existencial Filosófico começa com Friedrich Nietzsche (1844-1900) filósofo prussiano autor entre outras obras de o livro Assim Falou Zaratustra base do Existencialismo escola de filósofos que contou com a participação de Soren Kierkegaard, Jean Paul Sartre.
Desabrocha o Niilismo doutrina filosófica que indica um pessimismo e ceticismo extremos perante qualquer situação ou realidade possível. Consiste na negação de todos os princípios religiosos, políticos e sociais.
O pessimismo parece descer sobre a humanidade como um velário de crepe afetando um número sem conta de criaturas humanas, fomentando o carrasco do Medo debilitando moralmente todos que são por ele envolvidos, fomentando a raiva, a ira o ressentimento.
A esperança parece desvanecer dos corações humanos.
Há 280 anos que o pensador inglês Thomas Heart anunciava "O ser humano perdeu o endereço de Deus". Parafraseando o pensador, Divaldo do alto de sua experiência e sabedoria amplia esse pensamento acrescentando que a criatura moderna – além do endereço de Deus - perdeu igualmente o endereço de Si mesmo, fato que o leva a viver exclusivamente para atender questões imediatas empurrando-o para o individualismo, o sexualismo e o consumismo esquecendo-se do AMOR.
Jesus vem nos trazer sua mensagem para deixarmos os pântanos das emoções descontroladas atreladas às sensações impostas pelos instintos.
Veio nos falar do AMOR quando nos estimula ao maior dos mandamentos: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas”.
Não há, portanto, razão para nos deixarmos envolver pelo manto de pessimismo que os dias atuais vêm cercando a sociedade.
Não devemos valorizar o mal que pulula à nossa volta e nem permitir que nos tirem a paz e a alegria de viver.
Amar, então, é uma meta que devemos perseguir em nossa existência.
Com o objetivo de ilustrar a solidariedade como caminho que nos leva ao amor, Divaldo nos narra a história do médico e escritor escocês Archibald Joseph Cronin (1896 —1981) conhecida como o Anjo da Noite.
Vítima do cansaço e esgotamento físico uma jovem enfermeira termina por dormir no seu posto e em decorrência uma criança sob seus cuidados acaba morrendo.
O médico expulsa-a do hospital e ameaça denunciá-la, o que acaba não fazendo.
Anos mais tarde, agora, lendo o jornal londrino ele toma conhecimento de uma senhora conhecida pela abnegação e sacrifício que dedica aos órfãos da guerra de uma pequena cidade. Seu empenho é tão grande que ela jamais dormia cuidando das crianças traumatizadas e doentes.
A veneranda enfermeira dedicava-se a resgatar vidas, por causa de uma criança que havia morrido sob seus cuidados, quando ela - vitimada pelo cansaço - dormira.
 A enfermeira redimia-se perante a sua própria consciência.
Finda a leitura do artigo jornalístico, o escritor e médico lembrou-se do fato ocorrido no passado e pôde constatar que um gesto baseado na ira poderia ter aniquilado uma existência, dedicada ao bem, mas se o gesto for alicerçado no amor e no perdão pode salvar inúmeras vidas.
Em que pese os dias tumultuosos da atualidade onde as aflições, ódios, intolerâncias, sofrimentos e violências, dias em que as pessoas – ao invés de se amarem umas às outras como preconizado por Jesus – elegem se armarem umas contra as outras – no âmbito material e emocional - urge aceitar e viver a proposta de Jesus, amando mais, tornando-nos, assim, mais gentis, tolerantes, pacíficos e mansos de conformidade com os ensinamentos registrados no Sermão da Montanha, permitindo a formação de uma humanidade mais justa e feliz.
A psicosfera ambiente estava dominada de sentimentos superiores que a todos envolviam. Divaldo chama-nos a atenção para o amor incomensurável de Jesus pela humanidade que pagou-Lhe com a ingratidão – pela adulteração e distorção de Seus ensinamentos - o sublime sacrifício de nos trazer o caminho para a verdadeira felicidade.
Divaldo chama-nos a atenção para o amor incomensurável de Jesus pela humanidade que pagou-Lhe com a ingratidão – pela adulteração e distorção de Seus ensinamentos - o sublime sacrifício de nos trazer o caminho para a verdadeira felicidade.
No ambiente saturado de doces vibrações que permeava a todos os presentes a voz de Divaldo Franco foi se alterando suavemente e todos emocionados constatamos a voz de Dr. Bezerra de Menezes a se manifestar por intermédio da mediunidade psicofônica de Divaldo em uma mensagem que nos convida a ter coragem de não desanimar nunca, pois Jesus nos prometeu que nunca nos abandonaria e nos concitou a nos amarmos uns aos outros.

Texto: Djair de Souza Ribeiro
Fotos: Edgar Patrocinio

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)