(Recebido em email de Terezinha e Miguel Sardano [sardano@terra.com.br])
domingo, 21 de maio de 2017
Registro. Divaldo Franco na Europa Stuttgart, Alemanha
19 de maio de 2017
Na tarde de 19 de maio de 2017, sexta-feira, dando prosseguimento aos compromissos de divulgação doutrinária, Divaldo Franco, acompanhado por amigos de Mannheim onde encontra-se hospedado, dirigiu-se a cidade de Stuttgart, onde foi recebido pelos confrades que o aguardavam na sede do grupo espírita local, o Spiritistischen Studienkreis' Allan Kardec Gruppe S.E.E.L.E e.V.
Uma plateia de 250 pessoas já o aguardava para ouvi-lo falar sobre o tema Psychiatrische Obsessive Störungen, (Fenômenos Psiquiátricos e Obsessivos). Edith Burkhard foi a prestimosa auxiliar que traduziu ao idioma alemão a expressiva conferência. Antes de iniciar a sua abordagem, Divaldo apresentou o querido amigo Dr. Juan Danilo Rodríguez, do Equador, aos espíritas locais. Dr. Juan, em breve exposição, narrou como se deu a visão psíquica de um benfeitor querido que lhe propôs: a partir de hoje você será um espírita, os que aqui lhe buscarem serão espíritas e este local será um centro espírita, chegarão pessoas novas e você não precisará se preocupar em falar, apenas deixe que Allan Kardec fale por você,causando-lhe espanto. Logo após recebeu deste amigo espiritual a indicação de um endereço eletrônico, para que o acessasse e copiasse toda a codificação da Doutrina Espírita. A narrativa impressionou e alegrou a todos, mostrando como, muitas vezes, tudo se dá de forma simples e natural.
O eminente expositor, Divaldo Franco, iniciou a conferência citando Albert Einstein, que após apresentar a Teoria da Relatividade em 1905, revelou, também, que existe uma quinta lei do Universo, que é o Amor, a força mais poderosa existente no Cosmo, e que somente o amor é a vida do Universo. Na atualidade, a lei de amor é o maior processo psicoterapêutico de que se tem notícia. Citando O Livro dos Espíritos, Divaldo mergulhou nas reflexões acerca da influência dos Espíritos em nossos pensamentos e atos, asseverando, como afirma o Espírito André Luiz, que vivemos num universo de ondas, mentes, vibrações e ideias. Esclarecendo esses pontos com seu verbo iluminado, Divaldo fez ampla explanação sobre o processo de sintonia mental, das afinidades e das interferências que a criatura humana está submetida.
Com relação à depressão, o trator de Deus na Terra, como Chico Xavier denominou Divaldo Franco, esclareceu e aprofundou-se nas suas causas, seus efeitos, na sua cura, alertando sobre esta pandemia que ameaça inúmeras vidas. Narrando vivências próprias, ilustrou de forma muito clara que os mortos voltam e interferem em nossos pensamentos, em nossas vidas. Outro fator importante, para se compreender a vida atual e suas implicações, é a reencarnação, o suceder de fatos e atos protagonizados antes e depois dessa atual existência, gerando amor ou ódio, que se transferem para além da morte física.
Divaldo Franco é um ícone a ser seguido. Em sua atual reencarnação, com riquíssimas experiências, sabe muito bem definir e ilustrar as influências do mundo invisível, pois que, desde os 04 anos de idade, vê e interage com o mundo espiritual. Do alto de sua vivência espírita, e tomando por divisa o estudo do Espiritismo, avocou a si a responsabilidade de sensibilizar, aos que o escutam, para a necessidade de estudarem a Doutrina Espírita. Vale a pena estudar a codificação, as obras básicas do Espiritismo.
Encaminhando-se para o encerramento da elucidativa conferência, sugeriu o ilustre orador que deveríamos nos voltar para o amor, guardando sempre o ensinamento de Jesus: o Amor cobre a multidão dos pecados. Temos necessidade de amar, a vida adquire sentido amando, ocupemos nosso lugar no universo, encontremos nosso lugar ao sol e procuremos realizar aquilo para o qual aqui viemos. Há muitas lágrimas por detrás dos sorrisos.
Concluindo, afirmou: Neste momento em que a Alemanha recebe muitos refugiados, uma nova sociedade vai se configurando, haja vista a presença de uma cultura de cinco mil anos, baseada no Corão. Para a nossa cultura, baseada em o Evangelho de Jesus, onde a mulher tem a sua dignidade, torna-se imperativo o exercício do amor, pois que, ante a cultura diversa, a mulher é apenas um objeto sexual.
Na atualidade, onde uma nova realidade surge no mundo, nós necessitamos amar muito para criarmos uma sociedade melhor. O homem moderno, convivendo com governos arbitrários e psicopatas, com ameaças de guerra e de extermínio, quando o terrorismo está em cada esquina, mais do que nunca é necessário mudarmos o status quo.
O Amor é a saída, a quinta força do Cosmo.
Texto e fotos: Ênio Medeiros
(Recebido em email de Jorge Moehlecke)
Registro. Divaldo Franco na Europa Mannheim, Alemanha
18 de maio de 2017
Na manhã do dia 18 de maio de 2017, quinta-feira, Divaldo Franco se deslocou de Luxemburgo para a Alemanha, onde desenvolverá atividades doutrinárias em Mannheim, Stuttgart e Frankfurt. O primeiro compromisso em terras germânicas foi na cidade de Mannheim, onde a incansável Euda Kummer e demais trabalhadores do grupo espírita Freundeskreis Allan Kardec, o aguardavam para mais uma conferência espírita com o tema Die Wunder der Liebe (O Milagre do Amor), para um público de 170 pessoas, contando com a tradução de Edith Burkhard.
Iniciando a atividade, foi apresentada uma peça musical com a soprano Danice Dixon, que enlevou e cativou a todos. Na sequência Divaldo Franco apresentou o Dr. Juan Danilo Rodriguez, do Equador, e que está acompanhando-o nesta jornada europeia. Dr. Juan, em breve palavras, contou as suas experiências com a mediunidade e com a Doutrina Espírita.
O Semeador de Estrelas, Divaldo Franco, iniciando a conferência, asseverou que a historia da humanidade é um hino ao amor, porque o Universo é uma obra de amor. Para caracterizar e enfatizar o significado do amor, o eloquente conferencista citou as experiências realizadas pelo psicólogo ítalo-americano Leo Buscaglia, (1924-1998), professor na universidade da Califórnia, que decidiu, ao constatar que seus alunos ignoravam o verdadeiro sentido do amor, dar aulas sobre o amor. Segundo ele, a grande maioria das pessoas pensam que somente existe amor se houver libido e, que amor e sexo são a mesma coisa.
Despertando as criaturas para a sensibilidade, Divaldo discorreu sobre as nuances de ser amado e de ser desejado, as relações descartáveis, como se os indivíduos fossem objetos apresentados ao gosto dos outros. O amor, disse, é o sentido de viver a vida com alegria. Toda vez que nos isolamos, é o amor que está se despedindo de nós. Para fazer sexo, basta ser animal, destacando que somente o amor é capaz de estimular a produção de hormônios correspondentes para que seja bom antes, durante e depois da comunhão.
Todo indivíduo psicologicamente maduro ama e possui um ideal, enfatizando que ninguém pode viver sem um ideal. Ninguém pode viver sem o amor. O amor faz parte da vida, como verdadeira essência. Jesus, o maior psicoterapeuta da humanidade, estabeleceu que para sermos felizes bastam duas condutas: amarmos e não fazermos aos outros o que não queremos que nos seja feito. Aquele homem de Nazaré abriu os braços à humanidade e disse: Eu sou a luz do mundo. Ele elegeu como Seus amigos os simples, os humildes, os doentes, as mulheres desprezadas, explicando que são os doentes que necessitam de medicamentos. Todo aquele que ama é feliz.
Para que todos pudessem aquilatar a excelência do amor, Divaldo Franco narrou a experiência por ele vivida durante uma conferência em um pais da América Latina. O episódio se refere às ações do deus Huracán, considerado o deus que criou o povo asteca, referindo-se à confiança, à fé, e a certeza no que podemos muito realizar. (Esse episódio está na obra O Semeador de Estrelas, de Suely Caldas Schubert).
Estimulando a plateia a despertar, disse que é possível e necessário agir logo, de imediato, pois o sofrimento e a dor estão por toda parte. Narrando uma experiência recente por ele próprio vivida, quando deparou-se com um jovem caído sobre a calçada, em Salvador, Bahia, vitimado pela drogadição. Após breve dialogo, ele próprio, reunindo suas forças ergueu o jovem, que afirmou não poderia Divaldo dar-lhe o que ele realmente necessitava, um abraço. O jovem, porém, ignorava que estava diante de alguém que elegeu a caridade e o amor como diretriz de sua vida, seguindo os preceitos de Jesus. Ele recebeu o abraço afetuoso, carregado de compaixão, que definiu o início de uma nova etapa em sua vida. Ato contínuo, ele foi encaminhado à Mansão do Caminho e recebido com todo o amor que naturalmente é dedicado a todos os que batem àquela casa de amor. Os que vivem além da morte, esclareceu Divaldo, vem nos dizer: Ame! À nós que estamos na vida plena, eles nos falam do seu arrependimento de não terem feito todo o bem que podiam.
Ao encerrar a conferência, o estimado orador exclamou: - Eu vos deixo uma mensagem de amor, seja você quem ama, e se não for correspondido, mantenha seu sonho, nunca perca a esperança. E citou uma mensagem de Carl Gustav Jung (1875-1961), psiquiatra suíço e fundador da psicologia analítica: "Por mais sabedoria que tenhas, por mais conhecimento que tenhas, quando estiver diante de alguém que venha te pedir algo, esqueça-te de tudo e lembra que estás diante de uma alma."
A emoção pairava no ar, sensibilizando a todos, que certamente saíram dali com muitas reflexões acerca da vida, do amor. Foram momentos de refazimento espiritual para todos.
Texto e fotos: Ênio Medeiros
(Texto recebido em email de Jorge Moehlecke)
quinta-feira, 18 de maio de 2017
Registro. Divaldo Franco na Europa Bruxelas, Bélgica
16 de maio de 2017
Ao amanhecer do dia 16 de maio de 2017, uma terça-feira, após o encerramento das atividades em Londres, no Reino Unido, Divaldo Pereira Franco e alguns amigos, dando sequência ao roteiro de divulgação da Doutrina Espírita em terras europeias, dirigiram-se à estação de trens para embarcar com destino à Bruxelas, na Bélgica, carregando malas e pertences. Somente vivendo a experiência se poderá bem avaliar como é cansativo, como exige dos passageiros, pois é o próprio viajante quem embarca as suas bagagens, da plataforma para dentro do vagão. Malas para uma viagem longa exigem esforços que desafiam qualquer um. Divaldo e Nilson de Souza Pereira (1924-2013) muitas vezes fizeram isto sozinhos, em tempos onde ninguém pensava em divulgar o Espiritismo além-fronteiras, lá estavam eles, desbravando o caminho, para o futuro, para os que viriam depois...
Com o objetivo de fortalecer e ampliar o Espiritismo, Divaldo Franco, atendendo ao convite dos amigos do grupo espírita NEECAFLA ASBL, (Núcleo de Estudos Espíritas Camille Flammarion), de Bruxelas, proferiu uma conferência sobre o tema: Les miracles de l’Amour, (Os milagres do Amor), para uma plateia de 340 pessoas, ao anoitecer de 16/05, superlotando o belo auditório.
Antes de iniciar a conferência propriamente dita, o Dr. Juan Danilo Rodriguez, de Quito, no Equador, e que acompanha Divaldo na presente jornada, saudou os presentes, tecendo breves considerações sobre a Doutrina Espírita e seu codificador, Allan Kardec.
Divaldo iniciou instigando a plateia ao afirmar que a humanidade perdeu o endereço de si mesma. Apesar das amplas conquistas atingidas pelo homem, ainda não amamos e por isto mesmo não somos felizes. Qual o motivo, questionou o ilustre orador, de ser a criatura moderna tão rica de ciência e tão pobre de amor? Qual o sentido da vida? Por que estamos aqui? Perdido em si mesmo, não encontrando respostas, a criatura humana foge para o prazer, que é fugidio, pois que, acabando o combustível que o mantém, termina, também, o prazer.
Diagnosticou que a forma rápida e superficial dos relacionamentos atuais, a utilização das redes sociais como mecanismos de fuga à realidade, e os relacionamentos virtuais com pessoas que se encontram do outro lado do planeta, fazem com que o homem moderno se aprofunde na solidão, e, fechado em si mesmo, não consegue entender e relacionar-se saudavelmente com aqueloutro que está ao seu lado.
A paz íntima somente é possível quando se ama. Para uma melhor avaliação de si mesmo, Divaldo discorreu sobre as quatro emoções básicas do ser humano: o Medo, a Ira, a Raiva e o Amor, esse é relativamente novo em nossa natureza. Para que se pudesse aquilatar a veracidade sobre a ação do amor, o ilustre conferencista e médium espírita brasileiro apresentou grandes nomes e seus exemplos de amor verdadeiro, culminando com a figura inolvidável de Jesus Cristo, que embora incompreendido, a todos compreendeu, odiado muitas vezes, a todos amou, mesmo sabendo que o abandonaríamos, segue nos amando a aguardando por nós. Divaldo referiu-se a figura extraordinária do admirável Papa Francisco, que nos dá exemplos de amor à humanidade a todo momento.
Utilizando-se de sua própria trajetória, de forma jovial, mergulhou nos anos, nas décadas que se passaram até os dias atuais, ressaltando a importância do Amor em nossas vidas, narrando os desafios encontrados por ele e pelo fiel amigo Tio Nilson nas atividades da Mansão do Caminho, sem nunca desistirem de amar.
Com a sua narrativa foi produzida uma onda de ternura que tomou conta do auditório. Observando-se os presentes, foi quase impossível encontrar alguém que não estivesse com a face orvalhada pelas lágrimas produzidas pelas emoções, impossíveis de serem contidas.
Por fim, após quase "matar o povo" de tanta emoção, nosso querido orador, encaminhando-se para o encerramento, afirmou que quem ama não adoece, embora seja portador de doenças. Quem é doente está sempre na queixa, no desânimo. Estamos todos convidados a compreender que somos as mãos de Deus para a execução do amor. Valorizemos a vida, descubramos nossos irmãos "invisíveis" que estão no abandono, à margem, os que desempenham tarefas dignas, porém sem projeção. Saibamos, também, dar atenção aos que transitam ao nosso lado "sem vê-los", mas que necessitam, igualmente, serem amados.
Ao final, após responder várias perguntas sobre o tema, Divaldo foi muito aplaudido pela plateia que dali saiu com a alma inundada de bênçãos. A intérprete da conferência, vertendo ao francês, foi Sophie Giusti.
Texto e fotos: Ênio Medeiros
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(Texto recebido em email de Jorge Moehlecke)
terça-feira, 16 de maio de 2017
Registro. Divaldo Franco na Europa. Juan Danilo Rodriguez. Londres, Reino Unido
15 de maio de 2017
Na tarde desta segunda-feira, 15 de maio de 2017, dando sequência às atividades de divulgação da Doutrina Espirita pela Europa, ainda na cidade de Londres, Divaldo Pereira Franco teve ocasião de acompanhar o querido amigo Dr. Juan Danilo Rodríguez, médico, terapeuta holístico, psicólogo transpessoal, residente na cidade de Quito, no Equador, fundador e atual presidente do Centro Espírita Francisco de Assis, em Quito. Dr. Juan, atendendo ao convite dos amigos do Chico Xavier Spiritist Group, proferiu uma conferência sobre o tema do livro de sua autoria, Allyana Terapia Holística, no que Divaldo lhe acompanhou com alegria.
Dr. Juan discorreu sobre os mecanismos que Doutrina Espírita oferece aos que com ela mantém contato para que se conheça, e, compreendendo os conceitos propostos por Alan Kardec nas obras básicas da codificação, possa curar e curar-se. Trazendo habilmente passagens de O Evangelho Segundo o Espiritismo que tratam da cura da criatura humana, Dr Juan, com ternura, apresentou alguns exemplos de suas experiências como médico e terapeuta, demonstrando como o ser humano carece de se conhecer, e como a maioria dos sofrimentos poderiam diminuir de intensidade ou inexistir se a criatura humana se conhecesse melhor.
Tratando de questões práticas para uma vivência saudável, Dr. Juan elencou 5 itens para a aquisição dos méritos necessários para a conquista da saúde física, psíquica e emocional.
1- Enfoque integral da doença: Analisar os conceitos que trazemos conosco, eles afetam nosso perispírito, analisar nossos pensamentos. A dificuldade que muitos temos de dizer não, e ao dizer, estacionarmos na culpa, no remorso.
2- O Propósito: Uma vida sem propósito é uma vida sem rumo. Cada um tem sua percepção própria da vida, da beleza, da felicidade, por isto cada um tem um reencontro com a felicidade. O propósito auxilia para que cada qual faça o seu caminho, seus sonhos, suas esperanças, acreditando na alegria, vencendo com maior facilidade as tristezas.
3- Ser uma pessoa reflexiva: A doença deve ser um processo reflexivo, autodescobrirmo-nos como filhos de Deus, diluindo as dúvidas e os conflitos que todos trazemos, em sintonia com os ensinamentos de Jesus, que asseverou estar o Reino de Deus dentro de cada um de nós.
4- A compreensão e a paciência: A paciência deve ser fortalecida pela disciplina, através da paciência aprendemos a amar. Como uma criança que tem dificuldades em se expressar, assim também somos nós, nos atrapalhamos em fazer certo, na hora certa, apesar de termos o necessário para bem procedermos, nem sempre logramos este êxito. A compreensão nos dá as forças necessárias para entendermos nossas próprias dificuldades.
5- O autoamor: Muitos de nós brigamos conosco mesmos, algumas vezes não gostamos de nós mesmos através de coisas simples do quotidiano, e que nos afetam. Para o autoamor, relata Dr. Juan, é necessário a abnegação, abnegar-se para com sua própria vida, o que eu posso fazer para melhorar, sugere o envolvente orador. Observarmos o que achamos que não está bem em nossos atos, em nossa conduta e buscarmos mudar, para melhor. O compromisso conosco exige abnegação, assim, iremos melhorando pouco a pouco.
Encerrando, Dr. Juan, com sua forma amável de expor suas ideias, afirmou que o importante na vida é como enfrentamos a dor, como somos capazes de agir diante do sofrimento. Quando fazemos o bem, somos os maiores beneficiados, pois o que nos move intimamente é o que mais importa. Quando nos voltamos ao bem, ao amor, a sorrirmos mais, abraçarmos mais, ajudamo-nos a nós mesmos a sermos felizes.
A emoção tomou conta da plateia que lotou as pequenas instalações da aconchegante casa de estudos espíritas e de orações. Foi visível a alegria que a todos envolveu.
Texto e fotos: Ênio Medeiros
(Recebido em email de Jorge Moehlecke)
segunda-feira, 15 de maio de 2017
Registro. Divaldo Pereira Franco na Europa Londres, Reino Unido
14 de maio de 2017
Em agradável domingo de sol, 14 de maio, na bela Londres, Divaldo realizou nova conferência nas dependências da Barts and The London School of Medicine, abordando o tema Be Happy Now (Seja Feliz Agora), para um público de 350 pessoas que lotaram o belo auditório. Divaldo, neste ano, completou 50 anos de divulgação Espírita em Londres, pois que no mesmo maio do recuado ano de 1967 ele desembarcava por vez primeira em solo da coroa britânica. Nos últimos 42 anos, as atividades doutrinárias foram desenvolvidas anualmente, sem ininterrupções.
O desbravador do espiritismo relembrou os idos tempos, de desafios e obstáculos enormes, visitando cidades do interior do Reino Unido e Londres, levando os conceitos espíritas com maestria e simplicidade. Não imaginava o quanto que aquelas sementes plantadas germinariam e dariam frutos excelentes, fazendo com que a Doutrina Espírita adquirisse cidadania no Reino Unido. Esses resultados são devidos à abnegação e à garra deste homem excepcional, tornando-se um verdadeiro Paulo de Tarso da atualidade.
Divaldo iniciou a conferência fazendo uma retrospectiva à luz da psicologia, desde o século XVIII até os dias atuais, comentando sobre o surgimento da quarta força, a Psicologia Transpessoal. Outro ponto destacado foi a teoria do inconsciente profundo, e também acerca da hipnose. Citou os Dr. Stanislav Grof (1931-), um dos fundadores da Psicologia Transpessoal, e também o Dr. James Jeans, (1877-1946), astrofísico de Londres, que asseverou que o universo é um pensamento que se expande e se contrai. Nessa energia viva, os seres nada mais são do que expressões da vida. Fez também referência as atividades e estudos de William Crookes (1832- 1919), e de Charles Richet (1850-1935), com suas investigações a respeito da morte.
Após todo um complexo embasamento científico, que foi uma verdadeira aula, com dados variados e com exatidão que impressiona até mesmo aos mais letrados, o brilhante orador afirmou que: a vida na terra tem um sentido, é sermos felizes. Desta forma, questionou: Qual é o sentido da vida? Respondendo a seguir: é a imortalidade da alma, porque tudo é passageiro, o sentido, então, é a transcendência do ser.
Utilizando-se de sua própria e longa trajetória, afirmou que nós, em verdade, não somos, nós estamos, e a imortalidade deve ser a nossa meta, que deve ir além desta vida. Felicidade é descobrir o mundo transcendente, pois a vida não acaba com a morte do corpo, não esperemos para sermos felizes, sejamos felizes hoje, agora.
Referindo-se ao Mestre dos Mestres, Jesus, e à incomparável sinfonia das Bem-Aventuranças, numa montanha, nos disse que a felicidade é amar. Sempre apresentando um toque de humor saudável, Divaldo demonstra a alegria em viver, sem adiar os momentos de felicidade e afirma: não é importante a nossa crença, o importante é a nossa conduta. Tudo que é do Ego fica e somente vai conosco as conquistas do Self, o ser espiritual. A vida tem o sentido que dermos a ela, a grande filosofia, portanto, é ser feliz agora. A essência da vida é amar hoje, para ser feliz sempre.
É impressionante ouvir alguém que realmente faz, que vive, que luta e é feliz, que somente aconselha aquilo que ele próprio vive e realiza. Com sabedoria e lucidez, Divaldo tocou a todos, especialmente porque vive o amor e adota os ensinos de Jesus como bússola para seus passos, dando-nos o exemplo e os estímulos para prosseguirmos, esforçando-nos para sermos felizes agora.
Ao final, Divaldo foi aplaudido de pé pelos presentes, e no auge dos seus noventa anos, ainda teve disposição para dar entrevista, após a conclusão da palestra, ao editor da revista espiritualista Psychic News, o Sr. Roy Stemman, ... haja fôlego!
Texto e fotos: Ênio Medeiros
(Recebido em email de Jorge Moehleck)
domingo, 14 de maio de 2017
Registro. Divaldo Pereira Franco em Londres, Reino Unido
13 de maio de 2017
Na manhã do dia 13 de maio, sábado, Divaldo Pereira Franco viajou de Dublin, na Irlanda, para Londres, Reino Unido. A capital inglesa o recebeu com seu típico clima, tempo fechado com neblina e frio. Próximo ao meio-dia, Divaldo e seus acompanhantes foram recebidos pelos amigos londrinos que os aguardavam no aeroporto, conduzindo-os ao hotel.
Após o almoço, e com tempo somente suficiente para se acomodar no hotel, Divaldo já se encontrava à postos para o trabalho do Senhor. Foi organizado, nas próprias dependências do hotel, um encontro com todas as lideranças espíritas do país. O encontro foi estruturado na modalidade de diálogo doutrinário. A conversação fruiu na base de perguntas, que todos tiveram a oportunidade de fazer. As questões formuladas foram sobre o quotidiano dos centros espíritas e outras sobre a Doutrina Espírita.
Divaldo enfatizou que a Doutrina Espírita possui o objetivo de cristianizar o ser humano. Sua base é a caridade, que é o amor na sua expressão mais sublime. Advertiu, com ênfase, que Jesus necessita de nós, por isso estamos no Espiritismo e, através de cada um, Jesus se expressa na intimidade e na simplicidade de cada qual.
Ao final do encontro os organizadores homenagearam Divaldo pela passagem de seu aniversário, degustando saboroso bolo. Assim, o dia foi encerrado com grande aproveitamento para todos, preparando-se para a palestra pública que ocorrerá neste Domingo, 14 de maio.
Texto e fotos: Ênio Medeiros
Registro. Divaldo Pereira Franco em Dublin, Irlanda
12 de maio de 2017
Após atender aos compromissos doutrinários em Paris, enquanto aguardava o carro que o levaria ao hotel, Divaldo Pereira Franco, juntamente com alguns amigos, foi surpreendido com a aproximação de um monge tibetano, que ao avistá-lo na rua, dirigiu-se diretamente a ele, saudando-o com muito entusiasmo, no que foi correspondido. Divaldo perguntou ao monge o motivo da aproximação, este respondeu-lhe que atendia à uma voz interior que o concitava a abraçá-lo, pois é um homem de Deus. Trocaram abraços e saudações. O fato ensejou à Divaldo refletir: Vale a pena amar.
Na manhã de 12 de maio, sexta-feira, Divaldo desembarcou em Dublin, na Irlanda, enfrentando o frio e a chuva que o saudaram para mais um compromisso doutrinário nas dependências do Clayton Hotels. Com o tema: Vida, Desafios e Soluções, Divaldo explanou-o durante três horas para um público jovem de 250 pessoas.
Como normalmente faz, Divaldo embasou a temática acerca da vida, citando filósofos da antiguidade, como Sócrates e Platão, e cientistas da atualidade como o físico austríaco Fritjof Capra, (1939-), aprofundando-se na figura incomparável de Jesus, um vulto inquietador do ponto de vista religioso, filosófico e sociológico. Referindo à uma pergunta que Alan Kardec fez aos Espíritos da codificação sobre o ser mais perfeito que já estivera no planeta, obteve a mais curta resposta contida em O Livro dos Espíritos: Vede Jesus.
Afinal, questionou Divaldo, o que é a felicidade? Respondendo, esclareceu dizendo que o amor é a mais segura entre todas as filosofias para a felicidade. O bom não é ser amado, mas é amar, pois quando amamos, produzimos várias substâncias que nos dão felicidade. Devemos dar à vida um pouco de alegria, bem-viver, estar num estado de felicidade interior. Todo o impossível é possível quando nós queremos.
A Doutrina Espírita nos diz que somos aquilo que fizemos de nós, temos a vida que pensamos. Pense na infelicidade e ficará triste, pense na alegria e vencerás o mundo.
Narrando algumas vivências suas, nosso querido orador trouxe, como sempre, a Doutrina Espírita de forma simples, porém cristalina, mostrando o caminho, à nós outros, que buscamos conhecê-la. É uma doutrina de luz, que a todos concede o esclarecimento e o consolo. Embasado em sua ampla experiência e esforçando-se em trilhar os caminhos de Jesus, Divaldo Franco vem espalhando a alegria de viver, peregrinando ao longo de setenta anos, percorrendo 72 países semeando a palavra e o exemplo cristão.
Viver, concluiu Divaldo, é um desafio para todos nós, e todo desafio nos ajuda á crescer. Se nos amarmos, atingiremos a plenitude, pois Deus é amor. Sejamos felizes hoje, agora, porque o Reino de Deus está dentro do nosso coração.
Divaldo, com seu carinho e ternura, típico das almas que já possuem muitas cicatrizes invisíveis por servirem ao Cristo, foi aplaudido de pé pelo público emocionado.
Texto e fotos: Ênio Medeiros
(Recebido em email de Jorge Moehleck)
quinta-feira, 11 de maio de 2017
Registro. Divaldo Pereira Franco na Europa Paris, França
França, 10 de maio de 2017
Ao entardecer da quarta-feira, 10 de maio, dando início ao ciclo de palestras pela Europa, Divaldo Pereira Franco falou para um auditório de 350 pessoas no Espace événementiel Seven Spirits, na bela cidade de Paris, onde Divaldo falou pela primeira vez há cinquenta anos. Na mesma Paris, o insigne codificador da Doutrina Espírita, Allan Kardec, lançou O Livro dos Espíritos, há 160 anos, no Palais Royal, na Galerie d'Orléans, apresentando a pedra fundamental da Doutrina Espírita. Traduzido ao Francês por Sophie Giusti, Divaldo abordou o tema Sois Heureux Aujourd' hui, (Seja Feliz Hoje), contando com a presença do Sr. Richard Buono, atual presidente do Conselho Espírita Francês.
Abordando com maestria incomum a temática acerca da felicidade, Divaldo questionou se é possível ser feliz? Esclareceu que a felicidade sempre está onde não estamos e quando chegamos, ela muda de lugar. Evocando a figura incomparável do Mestre Galileu, que afirmou "meu reino não é deste mundo", Divaldo frisou que a felicidade plena, integral ainda não é possível em nosso planeta. Muitos confundem o prazer, que é do instinto, com a felicidade, que é a busca do ser imortal. Citando o psicólogo Emilio Mira y Lopez (1896-1964), autor da obra "Os Quatro Gigantes da Alma", esclareceu que a benfeitora Joanna de Ângelis, atualizando a temática abordada por Mira y Lopez, apresenta como grandes opositores à felicidade, a Rotina, a Solidão, o Medo e a Culpa.
Com seu entusiasmo natural, no auge dos seus noventa anos, o jovial orador estimulou a todos asseverando que a felicidade é possível, seja, portanto você quem ama.
Destacando a figura de Ernest Renan, (1823-1892), que em sua aula inaugural na faculdade de medicina de Paris, afirmou que Jesus é um homem extraordinário, dividindo a história da humanidade em antes e depois dele. Jesus é tão grande que não coube na história. No mesmo sentido, Fiódor Dostoiévski, (1821-1881), teve ocasião de afirmar que "a beleza salvará o mundo”, pois a beleza está nos olhos de quem vê.
Instigando a atenta plateia Divaldo perguntou: O que está faltando para sermos felizes? Respondendo em ato contínuo: - Amar!
Segundo o psicólogo e teólogo norte americano Rollo May, (1909-1994), há três inimigos da felicidade: o Individualismo, quando o indivíduo somente com ele se ocupa: o Sexismo presente nas vidas de quem cada vez mais buscam o sexo em desalinho, o erotismo está em tudo; e o Consumismo, onde os indivíduos buscam superar as dificuldades, desafios e frustrações com aquisições materiais, comprando tudo a qualquer preço.
Concluindo, Divaldo esclareceu que o sentido da vida é amar, é fazer o bem. Devemos usar a mente para a construção que o espiritismo nos propõe. Através da fixação mental no amor, podemos construir uma vida de bênçãos e realizações no bem. O Cristo necessita de cada um de nós. Nossa vida é muita preciosa, pois nós vamos mudar o mundo, através da nossa mudança para melhor. A vida não vale pelo tempo que vivemos, mas pelo amor que amamos. Jesus representa os ideais da humanidade, que ainda não despertou para a sua verdadeira realidade de seres imortais. Amemos, não nos deixemos abater, porque Jesus precisa de nós.
Finalizou tocando profundamente os sentimentos dos presentes que ficaram inebriados com as vibrações de harmonia e paz do ambiente, recebendo o carinho e atendendo a todos com atenção, gentileza e amor.
Texto e fotos: Ênio Medeiros
(Recebido em email de Jorge Moehlecke)
quarta-feira, 10 de maio de 2017
Registro. Divaldo Pereira Franco em Pereira, Colômbia
25 de abril de 2017
No Teatro Santiago Londoño, na cidade de Pereira, Colômbia, depois de uma homenagem emocionante pelos 70 anos de oratória e pelos 90 de vida, prestada pelos integrantes da Música para a Reconciliação, o insigne palestrante da Doutrina Espírita, Divaldo Franco, realizou uma conferência, em 25 de abril de 2017, com o tema: O Destino da Alma após a Morte.
Iniciou a atividade conduzindo o público em uma viagem através da história de diferentes credos e filosofias em torno do tema da morte, até o momento da chegada de Jesus Cristo, este pensador extraordinário, filósofo, considerado o mais perfeito ser que a humanidade jamais teve a oportunidade de conhecer. Ele disse que a vida tinha um sentido mais amplo, que o berço não era o início da vida, e a sepultura, tampouco, seria o fim da vida, eram portas, uma de entrada e outra de saída da vida.
Jesus também disse que o universo era infinito, como uma casa extraordinariamente grande, onde havia muitas moradas, humildes e grandiosas como temos na Terra. Jesus ensinou que após a morte o ser retorna para a casa de onde se originou para poder desfrutar de felicidade quando procede bem, ou o sofrimento se agiu mal. Seu ensinamento foi baseado no conceito do amor. Era necessário que a criatura humana desenvolvesse o sentimento de amor, que está em todos nós, superando os outros sentimentos de raiva, ódio, ressentimento, ciúme, ganância, inveja, para poder voltar ao que Ele chamou de “O Reino de Deus, ou o Reino dos Céus”.
Ele ensinou que a vida tem um significado maior, o significado do amor.
Todos desejam a felicidade, anseiam viver em paz, em harmonia, com prazer, porém, a felicidade tem um preço, nós somos responsáveis pelo nosso destino, tudo o que fazemos tem um efeito na construção de nossa felicidade.
Deus estabeleceu leis de harmonia, sempre que se respeita essas leis nós evoluímos, adquirindo valores éticos, sociais, para construir a verdadeira felicidade; os que desobedecem às leis, como acontece na Terra, devem ser punidos, devendo repetir a experiência tantas vezes quanto necessário para tornar-se moralmente recuperado dentro do conhecimento da consciência divina. Ele comprovou a imortalidade da alma ao retornar, ao terceiro dia, para conviver com seus amigos.
As diferentes investigações realizadas pela ciência, especialmente a biologia, a genética, a embriologia, as doutrinas psíquicas e as psiquiátricas chegaram a uma conclusão particular, a criatura humana é, acima de tudo, um Espírito, uma essência que se reveste de matéria para executar uma tarefa. Se malbarata essa tarefa, ou se permite destruir o corpo através do suicídio, da eutanásia, naturalmente retorna à terra com o corpo debilitado, amputado, com a mente desequilibrada para resgatar o crime que tenha sido praticado contra as leis divinas.
Em 18 de abril de 1857 foi apresentado ao mundo O Livro dos Espíritos, explicando que a vida não se deteriora após a morte, que a criatura humana pode continuar vivendo, que a vida física é uma cópia da vida espiritual, aliás, é o Mundo das causas e este é o mundo dos efeitos. Divaldo explicou que não existe inferno, nem céu, há estados de consciência de paz, de consciência de culpa, de consciência que precisa sofrer para melhorar-se, e outras que já são boas e vivem a felicidade prometida por Jesus Cristo.
Esta doutrina foi apresentada à humanidade através de mediunidade, que é uma faculdade orgânica que todos nós possuímos e permite a comunicação entre os Espíritos e nós, os reencarnados. No sonho podemos nos desdobrar, podendo encontrar aqueles que já morreram, que nos trazem informações. Outras vezes somos levados a regiões felizes ou infelizes, como é bem demonstrado em uma das obras mais notáveis do mundo: a Divina Comédia, de Dante Alighieri. É uma obra perfeitamente espírita porque ele foi levado por um filósofo a esse mundo de sofrimento, um mundo de dor, depois foi levado a um outro mundo onde havia o sofrimento, mas também tinha paz, e a outro, um mundo superior, denominado de céu, onde as pessoas eram felizes. Esta obra é marco histórico na evolução da sociedade.
Não há morte, há somente vida!
Existe vida após a vida como afirmou o Dr. Eben Alexander em seu livro “Uma Prova do Céu”. O que espera a alma após a morte, o seu destino é a felicidade ou infelicidade. Se tens levado uma vida normal como recomenda o Evangelho de Jesus, se fizeres o bem com uma ação meritória, humanitária, se conduzes a vida com compaixão, com caridade, vais experimentar o reino de plenitude, o reino dos céus, o reino de alegria, de infinita tranquilidade que Deus envia aos que lhe respeitem. Se não viveu corretamente, se teve uma vida de culpa, voltará à terra para resgatar, reencarnando, e por um tempo no mundo espiritual participamos do sofrimento, que seria semelhante ao purgatório, O Umbral. Seriam regiões umbralinas, pântanos, povos das cavernas, lugares terríveis, lugar de inimigos desencarnados, pois que, aqueles que são maus continuam maus no mundo espiritual, nos perturbam, guardam rancor de nós, que nos obsidiam, e fazem de tudo para nossa infelicidade.
Concluiu dizendo que o Espiritismo veio hoje para pregar os ensinamentos do Mestre Jesus, para dizer que vale a pena viver, mas vale mais a pena amar, dar a vida a serviço do bem, nossa vida tem sentido, que façamos todo o bem possível, porque com Ele nós encontraremos a plenitude, e aqueles que supomos mortos, vivem conosco e aguardam o momento de nosso retorno.
Fotos e texto: Diana Burgos S
Tradução: Paulo Salerno
(Recebido em email de Jorge Moehlecke)
terça-feira, 9 de maio de 2017
Registro. Divaldo Pereira Franco na Colômbia
Divaldo Franco em Neiva – Colômbia
Em 24 de abril de 2017, Divaldo Franco visitou a cidade de Neiva, na Colômbia, onde foi recebido com grande alegria no Centro Espírita Bezerra de Menezes, quando lhe foi prestada uma sincera homenagem.
Antes da conferência, dialogou com os jovens das Comunas 8 e 9, uma das mais pobres da cidade, na sede da Biblioteca Departamental, contando suas experiências na Mansão do Caminho, obra social em Salvador/BA, no Brasil, como estímulo para que aplicassem às suas vidas.
Com o seu inigualável dom da oratória, Divaldo cativou o público com uma magistral palestra sobre "Os Desafios da Vida Familiar", realizada no centro Convenções José Eustacio Rivera. Iniciou falando sobre a verdadeira felicidade. Ela consiste em, sempre que nos depararmos com um problema, uma dificuldade, em vez de lamentar, procurar uma solução, uma fórmula para transformar o que é uma desgraça, em uma bênção de Deus.
Estamos passando por uma crise internacional que começa na criatura humana. A nossa sociedade atingiu o mais alto nível de ciência e tecnologia, no entanto, não atingiu o mesmo nível de felicidade. Quando entramos em um processo crítico, a sociedade vacila e as situações da vida se apresentam infelizes, é, então, necessário reagir de forma apropriada para que este aparente mal não nos conduza ao desespero ou à guerra.
A questão 742 de O Livro dos Espíritos explica quais as razões para as guerras: "Predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual, e a satisfação das paixões". Isto é, nós ainda somos dominados pelas paixões inferiores e não conseguimos nos livrar delas para alcançar a plenitude.
Fazendo uma análise da evolução da criatura humana, antropólogos concluíram que o homem evolui do instinto animal em direção à inteligência, às emoções, à angelitude. No início, tivemos três instintos básicos: comer, dormir, fazer sexo, éramos animais como aqueles da escala inferior. Todavia, nosso cérebro não tinha desenvolvido a parte superior, o neo córtex. Nós temos três cérebros, o último a ser formado tem aproximadamente um milhão de anos, esse é o neo córtex, responsável pelas emoções, pelo raciocínio, pelos sentimentos, pela ternura, pelo amor. O amor é a mais nova emoção que conseguimos estruturar, por ele agimos mais através de nossos instintos do que pela razão.
A educação começa em casa, a escola não educa, instrui. A função da escola é fornecer conhecimento intelectual. A educação moral é oferecida no lar. Aquelas crianças que são amadas desde a vida intrauterina são mais felizes. Amor familiar é de fundamental importância, porque a família é um conglomerado de criaturas formando uma unidade, esta unidade constrói o grupo social, que por sua vez, fornece a base para a nação, e esta nação constrói a humanidade. Allan Kardec escreveu em 1857, que é necessário nos preocuparmos com a educação, porém, não a educação adquirida através dos livros, mas a Educação Moral que vem da intimidade doméstica, essa educação é a inimiga da iniquidade, da violência. A educação é o método para domar nossas más inclinações, conforme diz Allan Kardec, dominando as sombras, esse legado psicológico oriundo de nossas paixões, do processo evolutivo.
O Espiritismo é uma ciência pedagógica, é uma ciência educacional porque trabalha com a alma da criatura, o corpo é uma parte atômica de moléculas que se aglutinam para que a alma faça a sua trajetória evolutiva. É Espírito que possui as paixões. A carne é escrava de nossos sentimentos, de nossas paixões, de nossa inferioridade, ou de nossa grandeza. Kardec diz que é necessário educar o corpo animal, a matéria é destituída do princípio individual, esse é do Espírito.
A família é um conglomerado, é a constelação de criaturas que se reúnem para evoluir dentro do mesmo clã. Se não temos família que gostaríamos, temos a família que precisamos. Quando estamos em uma família que não gostamos, é uma prova, estamos com inimigos de outras vidas no próprio lar, ou com um ex-amante de outra época que está nos provocando sexualidade, a pedofilia. Assim, nos cabe controlar os instintos inferiores. Portanto, a função educativa ante os desafios da família, é o amor.
O Espiritismo tem uma explicação para o rancor entre irmãos, mãe, pai e filhos. Nossa existência não é única, desde que fomos criados começa a vida que nunca será extinta. A experiência atual começa no berço, concluindo na sepultura a existência física, mas a vida continua e é graças a isso que a evolução é perpétua e necessária para se conquistar a plenitude, a felicidade, assim, a família é muito importante para a Doutrina Espírita.
Na vida há leis universais, leis de amor. Jesus Cristo tornou-se o mensageiro extraordinário e nos apresentou a ética do amor, no entanto, em vez de amarmo-nos, nos armamos.
Finalizando, Divaldo compartilhou as 5 regras que Joanna de Ângelis, seu guia espiritual, lhe deu há mais de 20 anos: 1. A vida é bela; 2. Eu nasci para amar; 3. Eu vivo para servir; 4. Há um sol brilhando dentro de mim; 5. O mal que me fazem não me fez mal, o mal que eu faço é o que me faz mal, porque me torna um ser mau.
Texto: Diana Burgos S
Fotos: Eduardo Ariza
Tradução: Paulo Salerno
(Recebido em email de Jorge Moehlecke)
Roteiro de Divaldo Franco na Europa 2017
Viagem – 08 de maio de 2017
UMA LEGENDA DO ESPIRITISMO
Não podemos perder o vínculo com o Evangelho. (Divaldo Franco)
Divaldo Pereira Franco é reconhecidamente um humanista, pacifista, estrela de primeira grandeza do Espiritismo, constituindo-se, pelo seu acendrado amor, no maior divulgador e propagador da Doutrina Espírita no Brasil e no Exterior. É um homem incomparável, seu exemplo, seu trabalho no bem realizado diuturnamente, o capacita como ícone do Espiritismo internacional. Sua mediunidade colocada à serviço do Cristo está construindo um patrimônio espiritual gigantesco, basta conferir os números referentes as ações empreendidas ao longo de 70 anos de oratória.
Incomparável, o Semeador de Estrelas, Divaldo Franco não se permite desfrutar um único dia sequer de folga, quando não está em atividade pública, é no exercício da mediunidade maleável posta a serviço da humanidade que iremos encontrá-lo febricitante. Para ilustrar, no período de apenas 17 dias (de 11 a 28 de abril) esteve proferindo 16 conferências em 15 diferentes cidades dos Estados Unidos da América, do Peru, da Colômbia e em São Paulo, no Brasil.
De retorno à Salvador no dia 29 de abril, finalizou a preparação do workshop Consciência e Liberdade apresentado no dia imediato no Fiesta Convention Center, dando atenção para 1700 participantes. Na esteira das comemorações pelo transcurso dos 70 anos de oratória – 27 de março de 1947 -, e pelo seu 90º aniversário, transcorrido em 05 de maio, incansável, dedicado e extremamente atencioso, concedeu inúmeras entrevista para os meios de comunicação social, proferiu conferências, atendeu ao público e à sua extensa agenda de atividades públicas e particulares, quer no Centro Espírita Caminho da Redenção, na Mansão do Caminho, ou fora desses locais. Com noites indormidas, não descansou, sinalizando que o cristão deve servir sempre.
Eis que chega o dia 08 de maio. Vamos encontrar o Embaixador da Paz no Mundo, após preparar com esmero a sua agenda e bagagem, no aeroporto, embarcando para a Europa em companhia de amigos do sul do Pais, Enio e Jaqueline Medeiros. Serão 12 países visitados, com atividades doutrinárias em 18 cidades, retornando ao Brasil no dia 10 de junho. As viagens entre as cidades dos diferentes países serão realizadas por avião, trem ou automóvel.
Acompanhe a agenda:
Maio de 2017
08 e 09 – Viagem à Paris, França;
10 e 11 – Paris - França.
12 - Dublin – Irlanda.
13 a 15 - Londres – Inglaterra.
16 - Bruxelas – Bélgica.
17 - Luxemburgo – Luxemburgo.
18 - Mannheim – Alemanha.
19 - Stuttgart – Alemanha.
20 - Frankfurt – Alemanha.
21 - Amsterdã – Holanda.
22 e 23 - Estocolmo – Suécia.
24 - Copenhague – Dinamarca.
25 - Berlim – Alemanha.
26 - Colônia – Alemanha.
27 e 28 – Seminário de 2 dias em Bad Honnef – Alemanha.
29 a 31 - Roma – Itália.
Junho de 2017
1º e 02 - Milão – Itália.
02 – Conferência em Zurique – Suiça.
02 a 05 - Seminários no G19 – em Zurique e conferência em Kloten – Suíça.
05 - Conferência no G19 – em Zurique, Suíça.
06 a 08 - Viena – Áustria.
09 e 10 – Retorno ao Brasil.
Nonagenário, Divaldo Franco é o trator de Jesus a desbravar corações e arrotear as mentes dos que queiram viver e praticar o amor, o maior milagre da vida.
Que o Divino Mestre te sustente e ampare em mais esta campanha de esclarecimento, atendendo os irmãos sedentos de conhecimento e carinho.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke
(Recebido em email de Jorge Moehlecke)
Programação de conferências com Divaldo Pereira Franco Roteiro 2017
(Recebido em email de Terezinha e Miguel Sardano [sardano@terra.com.br])
segunda-feira, 8 de maio de 2017
Registro. Divaldo Franco- 90º. Aniversário Salvador, BA
Divaldo Franco – 90º Aniversário
05 de maio de 2017 – Salvador/BA
Não podemos perder o vínculo com o Evangelho. (Divaldo Franco)
Na noite do dia 05 de maio de 2017, os amigos de Divaldo Franco se reuniram no Ginásio de Esporte da Mansão do Caminho para homenageá-lo, parabenizando-o pelo 90º aniversário. Foram mais de mil pessoas que carinhosamente reverenciaram o pacifista nascido em Feira de Santana/BA no recuado 05 de maio de 1927.
Não podendo ser diferente, o ambiente cuidadosamente preparado era festivo, estimulando a alegria. O momento artístico foi sublime. Participaram a cantora lírica Vanda Otero e Débora Limeira ao piano, seguidas pela Camerata da Universidade Federal da Bahia que abrilhantou o programa com as suas execuções ao longo do desenvolvimento. A Rede Bahia de Televisão registrou os momentos principais, inclusive entrevistando Divaldo Franco e tomando depoimentos de outros.
Registrando a data e o transcurso do aniversário, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos lançou um Selo Personalizado, comemorativo aos 90 anos de Divaldo Franco. O Selo Personalizado é uma importante peça filatélica comemorativa. Na ocasião foram enaltecidas as virtudes e ações empreendidas pelo homenageado, tendo dedicado à sua vida a causa humanitária.
Para a homenagem ao mensageiro da paz Divaldo Franco, foi teatralizado alguns episódios de sua vida, desde a infância, a sua companhia infantil, o índio Jaguaraçu, a paralisia que o prostrou por seis meses, os labores profissionais, o encontro com o seu inseparável e dedicado amigo Nilson de Souza Pereira, e tantos outros fatos marcantes deste inigualável homem de bem, incansável e extremamente dedicado ao seu semelhante. Vários depoimentos foram apresentados, destacando momentos referenciais. O Cristo está de volta à Terra nesse trabalho grandioso sob a orientação e estímulo de Divaldo Franco.
O homenageado, tomando a palavra, referiu-se às autoridades presentes e ao público, e para dar um significado às emoções que experimentava, narrou a história de Selma Lagerlöf (1858- 1940), escritora sueca, vencedora do Prêmio Nobel de Literatura de 1909. É uma das escritoras suecas mais lida, com sucesso internacional. Divaldo narrou, na sua percepção, a Lenda da Dívida de Gratidão. A Lenda se refere à um encontro psíquico com seu avô desencarnado Peter Lagerlöf, narrada por ocasião em que ela recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1909, em Estocolmo.
Com a Lenda, Divaldo Franco desejou salientar que será insuficiente qualquer palavra para agradecer a paciência, a tolerância, as horas abençoadas que fruiu junto aos amigos e companheiros, sempre muito laboriosos. Como de hábito, Divaldo transferiu as homenagens à Jesus e à Allan Kardec, à Nilson de Souza Pereira e às almas gentis que lhe deram uma nova oportunidade, guardando para si a ternura, o carinho e a confiança que depositaram nele.
Não desperdiçando oportunidades, o humanista e pacifista Divaldo Franco, ensinou que o maior milagre da vida é o amor. É reconhecido e agradecido aos bons e belos momentos de labor no bem, condicionando-o a tornar-se melhor, ante a dor do próximo. Agradeceu a paz, a esperança, o ar e a água, e aos que tornaram a sua existência mais suave e alegre.
Após declamar o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, Divaldo foi agraciado com mais uma placa comemorativa, agora ofertada pelos seus filhos adotivos, funcionários e auxiliares da mansão do Caminho. De pé, o público aplaudiu demoradamente, cantando o Parabéns a Você, acariciando o aniversariante com seu aplauso intenso, demorado.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke
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