domingo, 15 de maio de 2016

Divaldo Franco-Roteiro Europa 2016 Luxemburgo

Luxemburgo, 11 de maio de 2016
No dia 11 de maio, o médium e orador espírita Divaldo Franco realizou uma conferência na cidade e Condado de Luxemburgo, com o tema “A Psicologia da Gratidão”.
O evento foi realizado no auditório do Hotel Meliá e recebeu um público de 200 pessoas.
“A vida é um poema de gratidão”. Assim foi iniciado o tema da noite. De acordo com o exposto, a criatura humana necessita de ser um observador mais atento a respeito de tudo o que lhe diz respeito. Ao darmo-nos conta das nossas possibilidades de experiências e progresso intelecto-moral-espiritual, surge em cada um de nós o dever e a necessidade de agradecer a Deus a oportunidade de viver. Isso porque a vida- afirmou o expositor-, é de manifestação divina; o Criador, desde os primórdios, estabeleceu um sentido de plenitude para ela, pelo comando do “faça-se a Luz!”. Somos, portanto, a luz que necessita de brilhar.
Discorrendo sobre o desenvolvimento antropossociopsicológico, com base nos estudos de John B. Watson, psicólogo americano, foi afirmado que as primeiras emoções que surgiram nos seres humanos foram: o medo, a ira e, por último, o amor. Essa última emoção que surgiu em nós é a que nos possibilita a plenitude.
E o que, então, dificultaria a conquista da plenitude pelo ser humano? A maior problemática, nesse sentido, seria a própria criatura humana, isto é, os conflitos que nela existem. E, a fim de possibilitar-se uma compreensão mais profunda a respeito do assunto, foram analisadas as 5 características essenciais do ser humano, segundo a proposta do médico psiquiatra e psicólogo cubano Emilio Mira y López: personalidade, conhecimento, identificação, consciência e individualidade.
De acordo com esse estudo, todos teríamos máscaras (personas) que utilizamos para a convivência social, que seriam o nosso ego e que se distinguiriam da nossa realidade profunda, aquilo que somos na essência (Self). Esse paradoxo entre o ser e o parecer representaria um dos grandes conflitos existenciais a serem vencidos pelo ser humano.
Além disso, os indivíduos teriam sempre o conhecimento, em maior ou menor quantidade e/ou profundidade. O reconhecimento da própria ignorância já seria uma forma de conhecimento.
Fo explicado que de acordo com nossas tendências, nossos pensamentos e atos, geramos processos de identificação com as demais criaturas. Surgem, então, as simpatias e antipatias.
Para o entendimento das enormes diferenças entre os indivíduos e suas maneiras de pensar e agir, Divaldo discorreu sobre os 4 principais níveis de consciência do ser, dentro da classificação do psicólogo russo Piotr D. Ouspensky: consciência de sono, consciência de sonho, consciência de si e consciência cósmica. As aspirações de cada um, os seus objetivos de vida, são os fatores que determinam em que nível cada pessoa se encontra.
Seguindo na análise da consciência, foi esclarecido que, ao atingirmos o nível de consciência de si, a máquina humana funcionaria executando 7 funções principais: intelectiva, emocional, instintiva, motora, sexual, emocional superior (moral) e intelectiva superior ou coletiva. Fácil, portanto, de se depreender que a educação do Espírito, por meio do desenvolvimento de hábitos saudáveis e nobres, seria o caminho para se atingir patamares mais elevados de consciência.
A última característica do ser humano apresentada foi a individualidade, a qual seria a representação junguiana do Self, ou seja, do ser espiritual profundo em perfeita identificação com Deus.
Ao atingirmos esses níveis superiores de consciência, nasceria em nós a psicologia da gratidão, esse sentido de integração com a divindade e com todos os seres do Universo e de reconhecimento e gratidão pela vida. O ato de agradecer seria um gesto de amor.
Esse reconhecimento não seria apenas pelas ocorrências felizes da vida, senão pelas dificuldades também, vez que elas representariam convites à reflexão e ao aperfeiçoamento do próprio caráter.
Para ilustrar a força do amor, manifestado pela gratidão à vida, dentro da proposta do Evangelho de Jesus, foi narrada uma história extraída do livro Perdão Radical, de Brian Zahnd, que reporta-se ao genocídio armênio, provocado pelos turcos, no ano de 1915, ocasião em que a família de uma jovem foi brutalmente assassinada: pais e irmãs. Ela foi tornada escrava sexual do comandante da tropa, conseguindo, posteriormente, fugir e refugiar-se na Turquia, onde se formou em enfermagem e foi reconhecida como uma das melhores enfermeiras da região. O ponto alto da narrativa foi o reencontro da vítima com o algoz. O ex-comandante, envelhecido, vitimado por estranha enfermidade que lhe devorava a existência, foi levado ao hospital, inconsciente, e passou a ser atendido por aquela enfermeira, que se lhe dedicou incondicionalmente, salvando-lhe a vida. Lúcido e curado, o algoz a questionou sobre o porquê de não o ter assassinado, quando teve a chance. A resposta: Porque sou cristã e Jesus nos ensinou a perdoar sempre. A gratidão por ter sobrevivido, por ter tornado-se enfermeira, por ter conseguido superar o trauma sofrido, era imensamente superior ao mal que aquele homem lhe houvera causado. Em seu íntimo, não havia espaço para o ressentimento, apenas para o amor.
Divaldo também narrou “A Lenda da Gratidão”, de autoria de Selma Lagerlöf, da qual podemos extrair a lição do reconhecimento da causalidade primeira da vida no Universo, Deus, o grande autor de tudo o que existe, surgindo, assim, em nós, esse sentimento terno de gratidão ao Criador.
O encontro foi encerrado com a mensagem de que todos estamos na busca da realização da fraternidade universal, neste intercâmbio incessante entre os dois planos da vida, físico e espiritual, em nossa ascese para Deus, para a plenitude.
Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Lucas Milagre / Dominique Chéron.


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


Espanhol


DIVALDO FRANCO EN EUROPA – 2016
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Luxemburgo, 11 de mayo de 2016.
El día 11 de mayo, el médium y orador espírita Divaldo Franco realizó una conferencia en la ciudad y Condado de Luxemburgo, sobre el tema La Psicología de la Gratitud.
El acto se llevó a cabo en el auditorio del Hotel Meliá, y congregó a un público compuesto por 200 personas.
La vida es un poema de gratitud, de tal modo se dio comienzo al tema de la noche. De acuerdo con lo expuesto, la criatura humana debiera ser una observadora más atenta con respecto a todo lo que le corresponde. Cuando nos damos cuenta de nuestras posibilidades, relativas a experiencias y al progreso intelecto-moral-espiritual, surge en cada uno de nosotros el deber y la necesidad de agradecer a Dios la oportunidad de vivir. Eso se debe a que la vida -manifestó el expositor-, es una manifestación divina; el Creador estableció, desde el comienzo, un sentido de plenitud para ella, mediante la orden ¡Hágase la Luz!. Somos nosotros, por lo tanto, la luz que necesita brillar.
Con referencia al desarrollo antroposociopsicológico, con base en los estudios de John B. Watson, psicólogo americano, se afirmó que las primeras emociones que surgieron en los seres humanos fueron: el miedo, la ira y, por último, el amor. Esa última emoción que surgió en nosotros es la que hace posible la plenitud.
Y ¿qué sería, pues, aquello que dificultaría la conquista de la plenitud por el ser humano? El mayor problema, en ese sentido, sería la propia criatura humana, es decir, los conflictos que existen en ella. Y, a fin de favorecer una comprensión más profunda con respecto al tema, se analizaron las 5 características esenciales del ser humano, según la propuesta del médico psiquiatra y psicólogo cubano Emilio Mira y López: personalidad, conocimiento, identificación, conciencia e individualidad.
De acuerdo con ese estudio, todos tendríamos máscaras (personas) que utilizamos para la convivencia social, las cuales serían nuestro ego y se distinguirían de nuestra realidad profunda, aquello que somos en esencia (Self). Esa paradoja entre el ser y el parecer representaría uno de los grandes conflictos existenciales que debe superar el ser humano.
Además de eso, los individuos siempre tendrían el conocimiento, en mayor o menor medida y/o profundidad. El reconocimiento de la propia ignorancia ya sería una forma de conocimiento.
Se explicó que de acuerdo con nuestras tendencias, nuestros pensamientos y actos, generamos procesos de identificación con las demás criaturas. Surgen, entonces, las simpatías y las antipatías.
Para la comprensión de las enormes diferencias entre los individuos y sus maneras de pensar y obrar, Divaldo hizo referencia a los 4 principales niveles de conciencia del ser, según la clasificación del psicólogo ruso Piotr D. Ouspensky: conciencia del sueño, conciencia de los sueños, conciencia de sí mismo y conciencia cósmica. Las aspiraciones de cada uno, sus objetivos de vida, son los factores que determinan en qué nivel se encuentra cada persona.
Prosiguiendo con el análisis de la conciencia, se explicó que cuando alcanzamos el nivel deconciencia de sí mismo, la máquina humana funcionaría ejecutando siete (7) funciones principales: intelectiva, emocional, instintiva, motora, sexual, emocional superior (moral) e intelectiva superior o colectiva. Es fácil, por lo tanto, arribar a la conclusión en cuanto a que la educación del Espíritu, por medio del desarrollo de hábitos saludables y dignos, sería el camino para acceder a niveles más elevados de conciencia.
La última de las características del ser humano que se presentó, fue la individualidad, la cual sería la representación junguiana del Self, o sea, del ser espiritual profundo en perfecta identificación con Dios.
Cuando accedemos a esos niveles superiores de conciencia, nacería en nosotros la psicología de la gratitud, ese sentido de integración con la Divinidad y con todos los seres del universo, además del reconocimiento y gratitud por la vida. El acto de agradecer sería un gesto de amor.
Ese reconocimiento no se debería sólo a los acontecimientos felices de la vida, sino también a las dificultades, dado que estas representarían invitaciones a la reflexión y al perfeccionamiento del propio carácter.
Para ilustrar la potencia del amor, que se manifiesta mediante la gratitud a la vida, dentro de la propuesta del Evangelio de Jesús, se narró una anécdota extraída del libro Perdón Radical, de Brian Zahnd, que se refiere al genocidio armenio, provocado por los turcos en el año 1915, ocasión en que la familia de una joven fue brutalmente asesinada: padres y hermanas. Ella fue convertida en una esclava sexual del comandante de la tropa, y consiguió, más tarde, huir y refugiarse en Turquía, donde se graduó como enfermera y fue reconocida como una de las mejores enfermeras de la región. El punto culminante de la narración fue el reencuentro de la víctima con el verdugo. El ex-comandante, envejecido, padecía una extraña enfermedad que devoraba su existencia, y fue llevado al hospital, inconsciente, donde comenzó a ser atendido por aquella enfermera, que se dedicó a cuidarlo incondicionalmente y le salvó la vida. Lúcido y recuperado, el verdugo le preguntó por qué no lo había asesinado, cuando tuvo la oportunidad. La respuesta fue: Porque soy cristiana y Jesús nos enseñó a perdonar siempre. La gratitud por haber sobrevivido, por haberse convertido en enfermera, por haber conseguido superar el trauma que sufrió, era inmensamente superior al mal que aquel hombre le había causado. En su interior, no había espacio para el resentimiento, sólo para el amor.
Divaldo también narró La leyenda de la gratitud -cuya autora es Selma Lagerlöf-, de la cual podemos extraer la lección del reconocimiento de la causalidad primera de la vida en el universo, Dios, el gran autor de todo lo que existe, y así brotará en nosotros ese sentimiento tierno de gratitud al Creador.
El encuentro finalizó con el mensaje referido a que todos estamos en la búsqueda de la realización de la fraternidad universal, en este intercambio incesante entre los dos ámbitos de la vida, el físico y el espiritual, en nuestra ascesis hacia Dios, hacia la plenitud.
Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Lucas Milagre / Dominique Chéron.


(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)

sábado, 14 de maio de 2016

Registro. Divaldo Pereira Franco- Roteiro Europa 2016 Bruxelas, Bélgica

DIVALDO FRANCO NA EUROPA – 2016
Bruxelas, 10 de maio de 2016
Na última terça-feira, 10 de maio, o médium e orador espírita Divaldo Franco realizou uma conferência na cidade de Bruxelas, Bélgica.
O evento teve como tema “O Triunfo da Vida: A Reencarnação Segundo o Espiritismo” e ocorreu na “Librarie UOPC”, com um público de 230 pessoas.
A conferência foi iniciada com a reflexão de que o grande desafio da vida é a criatura humana. Ao longo da História, o ser teria buscado a compreensão de sua realidade profunda, da sua origem e do seu destino. A imortalidade, que permanecera envolta nos mantos do mistério por muito tempo, encontraria, oportunamente, o esforço de alguns filósofos que lograram desvelar uma parte desse mistério.
Segundo explicado, a dificuldade para a aceitação da reencarnação surgiria, em grande parte das vezes, da forma superficial e fantasiosa com que é apresentada às pessoas, sem nenhum embasamento fático e científico. Seria necessário, então, uma religião científica, que oferecesse as provas e o claro entendimento lógico da questão.
A reencarnação explicaria o que somos hoje; seria a chave para se decifrar os enigmas da existência humana.
Divaldo referiu-se ao trabalho do Dr. Hemendra Nath Banerjee, da Univerisdade de Jaipur, um dos mais notáveis pesquisadores da reencarnação. Segundo o emérito cientista, toda vez que se falava sobre o tema, as pessoas adotavam uma das quatro posturas: a negação apriorística; a negação baseada na mera crença religiosa; a crença baseada no dogma religioso; e, por fim, a certeza sobre ela , com base na análise racional dos fatos e na lógica.
Sobre a primeira conduta, foi dito que não mereceria nenhum respeito intelectual por tratar-se de negação pura e simples, isenta de qualquer análise. A respeito da segunda conduta, foi explicado que o termo reencarnação somente passou a existir com o advento do Espiritismo, embora o conceito já estivesse presente na bíblia, como no capítulo 3 do Evangelho de João, que narra o encontro de Nicodemos com Jesus. Sobre a terceira conduta, foi esclarecido que a crença cega não tem estrutura para resistir às vivências humanas, podendo facilmente desfazer-se. E, por fim, foi analisada a quarta conduta, com a menção a diversos fatos estudados pelo Dr. Banerjee e que confirmam a reencarnação e oferecem a certeza, a fé inabalável sobre ela. Em seguida, o médium narrou a história de sua irmã Nair, suicida, que, mais tarde, reencarnara-se trazendo no corpo físico as marcas do ato criminoso, resgatando o desequilíbrio gerado em si mesma. Também narrou a história de uma outra irmã que tinha profundas dificuldades de relacionamento com o pai, cujas causas estavam presentes em uma reencarnação anterior.
Foram levantadas as mais variadas situações da vida para reflexões em torno do tema, como o fato de certos indivíduos nascerem sem problemas físicos e numa condição social e financeira favoráveis, enquanto outros renascem com doenças ou em favela; os casos de incesto; ou, ainda, os casos de gênios nas artes e nos diversos ramos científicos; todos eventos que somente à luz da reencarnação podem encontrar uma explicação plausível e lógica.
A respeito do esquecimento das existências anteriores, foi esclarecido que as lembranças, quase que invariavelmente, poderiam gerar-nos profundo constrangimento, pelo mal praticado, ou exacerbar nosso orgulho, de maneira que o renascimento em novo corpo físico, com o bloqueio da memória passada, ensejar-nos-ia a oportunidade de escrevemos uma nova história, uma história de amor, de perdão e reconciliação, aqui e agora, diluindo-se os conflitos do inconsciente e vivendo a mensagem da caridade em cada dia.
Como reflexão final, Divaldo exortou a todos para que, em qualquer situação ou sob a injunção de qualquer dificuldade, fôssemos felizes, recordando que as lágrimas pranteadas na noite da alma, transformam-se em pérolas abençoadas da experiência e da sublimação no alvorecer.
Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Dominique Chéron
 (Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


Espanhol


DIVALDO FRANCO EN EUROPA – 2016
Bruselas, 10 de mayo de 2016.

El pasado día martes 10 de mayo, el médium y orador espírita Divaldo Franco pronunció una conferencia en la ciudad de Bruselas, Bélgica.
El acto tuvo como tema El Triunfo de la Vida: La Reencarnación según el Espiritismo y se desarrolló en la Librarie UOPC, con un público de 230 personas.
La conferencia comenzó con la reflexión acerca de que el gran desafío de la vida es la criatura humana. A lo largo de la Historia, el ser habría buscado la comprensión de su realidad profunda: de su origen y su destino. La inmortalidad, que permaneció envuelta en el manto del misterio durante mucho tiempo, encontraría -oportunamente- el esfuerzo de algunos filósofos, que lograron develar en parte ese misterio.
Según lo explicado, la dificultad para la aceptación de la reencarnación surgiría, la mayoría de las veces, en la forma superficial y fantasiosa con que se le presenta a las personas, sin el debido basamento fáctico y científico. Sería necesario, entonces, una religión científica, que ofreciese las pruebas y la comprensión lógica del asunto.
La reencarnación explicaría aquello que somos hoy; y sería la clave para descifrar los enigmas de la existencia humana.
Divaldo hizo referencia a la labor del Dr. Hemendra Nath Banerjee, de la Univerisdad de Jaipur, India, uno de los más importantes investigadores de la reencarnación. Según ese emérito científico, cada vez que se hablaba sobre el tema, las personas adoptaban una de las cuatro posturas siguientes: la negación a priori; la negación basada en la mera creencia religiosa; la creencia basada en el dogma religioso; y por último, la certeza acerca de ella, basada en el análisis racional de los hechos y en la lógica.
Acerca de la primera conducta, se dijo que no merecería ningún respeto intelectual por tratarse de una negación pura y simple, sin ningún análisis. Respecto de la segunda conducta, se explicó que el término reencarnación solamente comenzó a existir con el advenimiento del Espiritismo, aunque el concepto ya estuviese presente en La Biblia, como lo está en el capítulo 3 del Evangelio de Juan, que narra el encuentro de Nicodemo con Jesús. Sobre la tercera conducta, se explicó que la creencia ciega carece de una estructura para resistir las evidencias humanas y puede, fácilmente, desvanecerse. Y, por último, se analizó la cuarta conducta, con la mención de diversos acontecimientos estudiados por el Dr. Banerjee, que confirman la reencarnación y ofrecen la certeza, la fe inamovible, sobre ella. Seguidamente, el médium narró la anécdota de su hermana Nair, suicida, que más tarde reencarnó siendo portadora, en su cuerpo físico, de las señales del acto criminal, para reparar el desequilibrio que había generado en ella mesma. También narró la historia de otra de sus hermanas, que tenía profundas dificultades para relacionarse con su padre, las causas de las cuales estaban presentes en una reencarnación anterior.
Fueron enunciadas las más diversas situaciones de la vida para reflexionar en torno del tema, como el hecho de que ciertos individuos nazcan sin problemas físicos y en una condición social y financiera favorables, mientras otros renacen con enfermedades o en la favela; los casos de incesto; o, también, los casos de genios en las artes y en las diversas ramas científicas; todos esos, fenómenos que solamente a la luz de la reencarnación pueden encontrar una explicación plausible y lógica.
Con respecto al olvido de las existencias anteriores, se explicó que los recuerdos, casi invariablemente, podrían generarnos una profunda angustia, a consecuencia del mal practicado, o también exacerbar nuestro orgullo, de manera que el renacimiento en un nuevo cuerpo físico, con el bloqueo de la memoria del pasado, nos propiciaría la oportunidad de que escribamos una nueva historia, una historia de amor, de perdón y reconciliación, aquí y ahora, mientras se disipan los conflictos del inconsciente y se vive según el mensaje de la caridad cada día.
Como reflexión final, Divaldo exhortó a que, en toda situación o ante una circunstancia que nos presente dificultad, fuésemos felices, recordando que las lágrimas que se lloran durante la noche del alma, se transforman en perlas benditas de la experiencia y de la sublimación en la nueva alborada.

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Dominique Chéron


(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)


quinta-feira, 12 de maio de 2016

Registro. Divaldo Franco-Roteiro Europa Londres, Reino Unido

Londres, 09 de maio de 2016
No dia 09 de maio, o médium e orador espírita Divaldo Franco deu sequência às atividades doutrinárias na cidade de Londres, realizando um encontro com trabalhadores do movimento espírita inglês.
O evento, organizado pela British Union of Spiritist Societies, ocorreu no Perrin Theatre e contou com a participação de 300 pessoas.
O caráter do encontro foi de confraternização entre os diversos centros espíritas do país, de maneira que os seus trabalhadores pudessem ter a oportunidade de esclarecer as dúvidas sobre os principais desafios do movimento inglês e receber uma mensagem de orientação abalizada, de estímulo e encorajamento do médium baiano.
Na primeira parte da reunião, Divaldo falou a respeito do Espiritismo como a luz destinada a clarear as sombras da ignorância, sobretudo nestes momentos desafiadores que vivemos.
Recorrendo ao pensamento filosófico de Cícero, afirmou que “a História é a pedra de toque que desgasta o erro e faz brilhar a verdade”. Dentro desse mesmo sentido, também referiu-se ao raciocínio de Francis Bacon, que afirmava que uma filosofia superficial inclina a mente do ser humano ao ateísmo, mas que uma filosofia de profundidade despertaria a mente humana para a verdadeira religião.
Conforme explicado, a Ciência e a religião permaneceram por muitos séculos apartadas e em verdadeira guerra entre si, em tentativas constantes de negarem uma a outra.
Demonstrando o prejuízo causado ao progresso humano por esse orgulho bilateral, Divaldo recordou a proposta de um outro pensador, Blaise Pascal, que asseverava que a sociedade de seu tempo encontrava-se em uma encruzilhada: houvera desenvolvido-se no campo intelectivo, científico, o que ele denominava de “espírito de geometria”, mas sem um correspondente avanço ético-moral, chamado por ele de “espírito de gentileza”. Esse desequilíbrio, de acordo com Pascal, levaria os indivíduos a entredevorarem-se. Seria indispensável, portanto, que ambas as asas do progresso humano pudessem desenvolver-se equitativamente, de maneira a permitir o voo equilibrado em direção à plenitude, ou, ainda, ao “espírito do coração”.
Em continuidade ao estudo histórico e filosófico do pensamento humano, foram expostas as contribuições do Iluminismo Francês, do idealismo da Revolução Francesa, do Positivismo de Auguste Comte e, ainda, da extraordinária pedagogia de Johann Pestalozzi, que prepararam a Terra para o advento do Consolador prometido por Jesus, o Espiritismo.
Divaldo lembrou que foi nesse contexto histórico e cultural do século XIX, que Hippolyte Léon Denizard Rivail (Allan Kardec) reencarnou-se na Terra, recebendo, ainda na infância, a formação educacional do mestre Pestalozzi. Já na idade adulta, residindo em Paris, tomou contato com os fenômenos das mesas girantes e falantes, como eram conhecidos os fenômenos mediúnicos, e passou a estudá-los em bases científicas, constatando a legitimidade dos fatos e extraindo deles consequências filosóficas e morais, de interesse extremo para o progresso intelecto-moral e espiritual da Humanidade, que, coordenados, formaram a obra “O Livro dos Espíritos”, lançada em 18 de abril de 1857, marcando o surgimento oficial do Espiritismo na Terra.
Foi destacada a importância de se compreender as consequências filosóficas e , sobretudo, morais dos fatos espíritas, a fim de que pudesse ser possível o progresso efetivo do Espírito e o encontro com a plenitude da vida. Allan Kardec, portanto, teria dedicado uma obra completa, “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, para trazer à Humanidade a mensagem moral e psicoterapêutica de Jesus sem as distorções que sofreu ao longo dos séculos, estabelecendo que “fora da caridade não há salvação”, isto é, o amor em sua mais sublime expressão como meio de eliminação de nossos sofrimentos e purificação espiritual.
Em seguida à exposição, foi aberto o espaço para os presentes formularem perguntas, as quais foram elucidadas por Divaldo.
Neste período, foram analisadas questões sobre mediunidade, serviço no bem, equilíbrio do trabalhador espírita, justiça divina, microcefalia, transtornos psiquiátricos, familiares em desajuste, dentre outros.
A mensagem final deixada aos presentes foi a do amor a todos, especialmente àqueles que se nos apresentam como companheiros difíceis de jornada, para que possamos, então, viver a caridade consoante a entendia Jesus: benevolência para com todos, indulgência para com as faltas alheias e perdão das ofensas.
Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Alan Page

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)



Espanhol


DIVALDO FRANCO EN EUROPA – 2016
Londres, 09 de mayo de 2016.
El día 09 de mayo, el médium y orador espírita Divaldo Franco dio continuidad a las actividades doctrinarias en la ciudad de Londres, donde realizó un encuentro con trabajadores del movimiento espírita inglés.
El acto, organizado por la British Union of Spiritist Societies, tuvo lugar en el Perrin Theatre y contó con la participación de 300 personas.
El carácter del encuentro fue de confraternización entre los diversos centros espíritas del país, de manera que sus trabajadores tuvieran la oportunidad de aclarar las dudas sobre los principales desafíos del movimiento inglés, y recibir un mensaje de orientación autorizado, de estímulo e impulso, proveniente del médium bahiano.
En la primera parte de la reunión, Divaldo aludió al Espiritismo como la luz destinada a iluminar las sombras de la ignorancia, sobre todo en estos momentos de desafíos que vivimos.
Recurriendo al pensamiento filosófico de Cicerón, manifestó que la Historia es la piedra de toque que desgasta el error y hace brillar la verdad. En ese mismo sentido, se refirió también al razonamiento de Francis Bacon, que afirmaba que una filosofía superficial inclina la mente del ser humano hacia el ateísmo, mientras que una filosofía de profundidad despertaría a la mente humana hacia la verdadera religión.
De conformidad con lo explicado, la ciencia y la religión han permanecido separadas durante muchos siglos y sosteniendo una verdadera guerra entre ellas, con permanentes intentos de negar la una a la otra.
Como una muestra del perjuicio ocasionado al progreso humano, por ese orgullo bilateral, Divaldo recordó la propuesta de otro pensador, Blaise Pascal, que afirmaba que la sociedad de su época se encontraba en una encrucijada: se había desarrollado en el campo intelectual, científico -lo que él denominaba espíritu de geometría, pero sin un correspondiente avance ético-moral, denominado por él espíritu de gentileza. Ese desequilibrio -de acuerdo con Pascal-, llevaría a que los individuos se devorasen entre ellos. Sería indispensable, por lo tanto, que ambas alas del progreso humano pudiesen desarrollarse de manera equitativa, a fin de hacer posible el vuelo equilibrado en dirección a la plenitud o, además, al espíritu del corazón.
Para continuar con el estudio histórico y filosófico del pensamiento humano, fueron expuestas las contribuciones del Iluminismo Francés, del Idealismo de la Revolución Francesa, del Positivismo de Auguste Comte y, además, de la extraordinaria pedagogía de Johann Pestalozzi, que prepararon a la Tierra para el advenimiento del Consolador prometido por Jesús: el Espiritismo.
Divaldo recordó que fue en ese contexto histórico y cultural del siglo XIX, que Hippolyte Léon Denizard Rivail (Allan Kardec) reencarnó en la Tierra, y recibió en la infancia, la formación educativa del Maestro Pestalozzi. En la edad adulta residió en Paris, donde tomó contacto con los fenómenos de las mesas giratorias y parlantes -como eran conocidos los fenómenos mediúmnicos. Comenzó a estudiarlos sobre bases científicas, y constató la legitimidad de los hechos, de los cuales extrajo las consecuencias filosóficas y morales, de sumo interés para el progreso intelecto-moral y espiritual de la humanidad, pues organizadas coordinadamente, dieron lugar a la obra El Libro de los Espíritus, lanzada el 18 de abril de 1857, fecha que marcó el surgimiento oficial del Espiritismo en la Tierra.
Se destacó la importancia de comprender las consecuencias filosóficas y, sobre todo, morales de los fenómenos espíritas, a fin de que fuese posible el progreso efectivo del Espíritu y el encuentro con la plenitud de la vida. Allan Kardec, por lo tanto, habría dedicado una obra completa, El Evangelio según el Espiritismo, para aportar a la humanidad el mensaje moral y psicoterapéutico de Jesús, despojado de las distorsiones que sufrió a lo largo de los siglos, y estableciendo queFuera de la caridad no hay salvación, es decir, el amor en su más sublime expresión, como el medio para eliminar nuestros sufrimientos y producir la purificación espiritual.
Luego de la exposición, se dio lugar a que los presentes planteasen preguntas, a las cuales respondió Divaldo. En este lapso, se analizaron cuestiones sobre mediumnidad, servicio en el bien, equilibrio del trabajador espírita, justicia divina, microcefalia, trastornos psiquiátricos, familiares en desequilibrio, entre otros.
El mensaje final dejado a los presentes fue: Amor a todos, especialmente a aquellos que se nos presentan como compañeros difíciles en nuestra jornada, para que podamos, entonces, vivir la caridad en concordancia con el modo como la entendía Jesús: benevolencia para con todos, indulgencia para con las faltas ajenas y perdón de las ofensas.

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Alan Page

(Texto em espanhol recebido em email da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Divaldo Franco-Roteiro Europa 2016 Londres, Reino Unido

Londres, 08 de maio de 2016
Divaldo Franco, médium e orador espírita, esteve na noite de domingo, 08 de maio, na cidade de Londres, Inglaterra, onde realizou uma conferência com o tema “Mediunidade, Obsessão Espiritual e a Moderna Psiquiatria”.
O evento, organizado pela British Union of Spiritist Societies, ocorreu no Perrin Theatre e recebeu um público de 480 pessoas.
A abordagem do tema iniciou-se com uma profunda análise da criatura humana. A problemática do indivíduo seria ele próprio, isto é, os seus conflitos e a sua ignorância a respeito da verdade. Cada qual seria hoje a somatória de todas as experiências vividas nesta e em todas as reencarnações anteriores. E cada coisa teria o valor exato que nós lhe atribuíssemos. Dentro desses conceitos filosóficos estaria implícita a questão da felicidade.
Divaldo discorreu sobre o desenvolvimento antropossociopsicológico do ser, conforme a doutrina de John B. Watson, psicólogo americano, que afirmou que as primeiras emoções que surgiram nos indivíduos foram: o medo, a ira e, por último, o amor. Sendo o amor relativamente recente em nossas experiências humanas, seria natural concluir que ainda estejamos iniciando o aprendizado e a educação dessa emoção.
Dando sequência à análise, falou sobre a classificação dos indivíduos em dois biótipos distintos, criada por Pedro D. Ouspensky: os seres fisiológicos, aqueles que vivem em função da satisfação dos instintos básicos (comer, dormir, fazer sexo); e os seres psicológicos, que, além de exercerem as referidas funções instintivas básicas, também possuem aspirações ético-morais.
Conforme esclarecido, a busca da felicidade e da plenitude é inerente ao ser humano. E, para o melhor entendimento dos mecanismos de conquista daqueles estados, a Filosofia sempre procurou responder às seguintes indagações: quem sou? de onde venho? para onde vou? por que sofro?
O autoconhecimento seria, portanto, indispensável para se alcançar tal desiderato. Não por outra razão, Sócrates e Platão teriam ensinado sobre a necessidade da viagem interior. Confirmando essa proposta, Jesus falaria sobre o “reino dos céus” dentro do ser humano. E, mais tarde, no século XIX, o Espiritismo recorreria ao “conhece-te a ti mesmo”, do pensamento socrático, para orientar sobre o meio eficaz mais prático para se progredir nesta vida e não se deixar ser arrastado pelas más tendências morais.
Divaldo asseverou que muito embora os indivíduos estejam cientes dessa urgente necessidade do trabalho autoiluminativo, a maioria opta pelo mero atendimento dos instintos básicos, na busca do prazer imediato. As consequências inevitáveis do comportamento dessa natureza seriam a frustração, o vazio existencial e, consequentemente, o sofrimento.
Demonstrando a grandiosidade da misericórdia divina e do amor de Deus por toda a Humanidade, foi lembrado que, conforme consta de O Evangelho Segundo o Espiritismo, o sacrifício mais agradável a Deus não diz respeito ao sofrimento, mas sim ao amor. Seria o sacrifício do orgulho, da mágoa, do ódio, para que o amor seja experienciado em suas manifestações diversas: humildade, perdão, ternura etc.
O ser humano seria, então, fadado à perfeição e traria em si o roteiro seguro para a jornada iluminativa: as leis divinas escritas na própria consciência. Qualquer desrespeito a essas normas internas de equilíbrio gerariam a desarmonia íntima, ensejando-se, com isso, a instalação e desenvolvimento de transtornos de natureza psicológica e/ou psiquiátrica.
O pensamento do poeta inglês Thomas Hardy, a afirmar que a criatura humana perdera o endereço de Deus, foi desenvolvido pela conclusão do orador: o ser humano perdeu o endereço de si mesmo e, por isso, não realiza o processo de identificação com a lei interna e de sua observância. Os comportamentos exibicionista, individualista, consumista, sexólatra seriam a prova disso e gerariam o vazio existencial. Do vazio existencial, surgiria a depressão e desta, o transtorno esquizofrênico.
Segundo Divaldo, a esquizofrenia, que recebera antes os nomes de desagregação da personalidade e demência precoce, teria certos sintomas característicos, como a alteração do pensamento, da percepção sensorial, do comportamento e do afeto. Por muito tempo, ela foi considerada uma punição de Deus ou uma manifestação demoníaca.
Em seguida, descreveu o trabalho do médico francês Dr. Philippe Pinel, considerado por muitos o Pai da Psiquiatria, que libertou os seus pacientes esquizofrênicos do terrível pavilhão Bicêtre, do Hospital da Salpêtrière, para dar-lhes um tratamento mais humano e restituir-lhes a dignidade, criando, assim, o que passou a ser conhecido como “terapia moral”.
Falou, ainda, que, por determinado tempo, a esquizofrenia foi considerada incurável. Com o avanço da Psiquiatria, da Psicologia e das Neurociências, fora descoberto que tal transtorno poderia ser completamente curado e que as causas poderiam ser endógenas (hereditariedade, alterações fisiológicas etc) e exógenas (eventos de vida, traumas de infância etc).
Ainda a respeito das causas, Divaldo acrescentou àquelas conhecidas pela Ciência Acadêmica, os conflitos e culpas de reencarnações anteriores e as obsessões espirituais, que corresponderiam aos efeitos das ações negativas pretéritas. Essas influências negativas e persistentes de Espíritos inferiores sobre um indivíduo poderiam levá-lo a estados de transtornos psicológicos e psiquiátricos, como a esquizofrenia, afetando-lhe não apenas o equilíbrio psíquico, como também a sua estrutura física.
O Espiritismo, então, em sua face científica, apresentar-nos-ia os fundamentos da existência de Deus, da imortalidade da alma, da comunicabilidade dos Espíritos e da reencarnação, oferecendo-nos, ainda, as consequências filosóficas e morais dessas realidades. Tais conhecimentos levariam à compreensão das causas profundas das patologias psicológicas e psiquiátricas. E a solução para todas as dores humanas estaria exarada na mensagem terapêutica de Jesus, quando recomendou-nos que nos amássemos uns aos outros como Ele nos amou, perdoando e autoperdoando-nos, de modo a transformarmos a nossa vida em um verdadeiro poema de amor.
Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Simon Pires e Alan Page



(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


Espanhol

DIVALDO FRANCO EN EUROPA – 2016.
Londres, 08 de mayo de 2016.


Divaldo Franco, médium y orador espírita, estuvo en la noche del domingo 08 de mayo en la ciudad de Londres, Inglaterra, donde pronunció una conferencia sobre el tema Mediumnidad, Obsesión Espiritual y la Psiquiatría Moderna.
El acto, organizado por la British Union of Spiritist Societies, tuvo lugar en el Perrin Theatre y convocó a un público compuesto por 480 personas.
El enfoque del tema comenzó con un profundo análisis de la criatura humana. El problema del individuo sería él mismo, es decir, sus conflictos y su ignorancia con respecto a la verdad. Cada uno sería hoy la suma de todas las experiencias vividas, tanto en esta como en todas las reencarnaciones anteriores, y cada cosa tendría el valor exacto que nosotros le atribuyamos. Entre esos conceptos filosóficos estaría implícita la cuestión de la felicidad.
Divaldo aludió al desenvolvimiento antroposociopsicológico del ser, de conformidad con la doctrina de John B. Watson, psicólogo norteamericano, que manifestó que las primeras emociones que surgieron en los individuos fueron: el miedo, la ira y, en último término, el amor. Por ser el amor relativamente reciente en nuestras experiencias humanas, sería lógico concluir que aún estamos en el comienzo del aprendizaje y de la educación de esa emoción.
Dando continuidad al análisis, habló sobre la clasificación de los individuos en dos biotipos distintos -creada por Pedro D. Ouspensky-: los seres fisiológicos, aquellos que viven en función de la satisfacción de los instintos básicos (comer, dormir, hacer sexo); y los seres psicológicos, que además de ejercitar las mencionadas funciones instintivas básicas, también poseen aspiraciones ético-morales.
De conformidad con lo explicado, la búsqueda de la felicidad y de la plenitud es inherente al ser humano, y para la mejor comprensión de los mecanismos de conquista de tales estados, la Filosofía siempre procuró responder las siguientes cuestiones: ¿Quién soy? ¿De dónde vengo? ¿Hacia dónde voy? ¿Por qué sufro?
El autoconocimiento sería, por lo tanto, indispensable para alcanzar tal objetivo. No por otra razón, Sócrates y Platón habrían enseñado acerca de la necesidad del viaje interior. Dando confirmación a esa propuesta, Jesús hablaría acerca del reino de los cielos dentro del ser humano y, más tarde, en el siglo XIX, el Espiritismo recurriría al conócete a ti mismo del pensamiento socrático, a fin de orientar acerca del recurso eficaz más práctico, para progresar en esta vida y no dejarse arrastrar por las malas tendencias morales.
Divaldo manifestó que pese a que los individuos estén conscientes de esa urgente necesidad, de la labor de autoiluminación, la mayoría opta por la simple atención de los instintos básicos, en la búsqueda del placer inmediato. Las consecuencias inevitables de un comportamiento de tal naturaleza serían la frustración, el vacío existencial y, por consiguiente, el sufrimiento.
En demostración de la superioridad de la misericordia divina y del amor de Dios por toda la humanidad, se hizo mención a que, de conformidad con lo que consta en El Evangelio según el Espiritismo, el sacrificio más agradable a Dios no alude al sufrimiento, sino al amor. Se trataría del sacrificio del orgullo, del resentimiento, del odio, para que el amor sea experimentado en sus manifestaciones diversas: humildad, perdón, ternura, etc.
El ser humano estaría, entonces, destinado a la perfección y sería portador del conocimiento del rumbo seguro para la trayectoria iluminadora: las Leyes Divinas inscriptas en su propia conciencia. Toda transgresión a esas normas internas de equilibrio generarían la desarmonía interior, y de ese modo se daría lugar a que se instalaran y se desarrollaran trastornos de naturaleza psicológica y/o psiquiátrica.
El pensamiento del poeta inglés Thomas Hardy, al expresar que la criatura humana ha perdido el rumbo hacia Dios, fue desarrollado mediante la conclusión del orador: el ser humano ha perdido el rumbo hacia sí mismo, y por eso no realiza el proceso de identificación con la ley interna ni el de su observancia. Las conductas exhibicionistas, individualistas, consumistas, sexistas, serían la prueba de eso y generarían el vacío existencial. Del vacío existencial surgiría la depresión, y de esta, el trastorno esquizofrénico.
Según Divaldo, la esquizofrenia -que recibiera antes de ahora las denominaciones de disgregación de la personalidad y demencia precoz, tendría ciertos síntomas característicos, tales como la alteración del pensamiento, de la percepción sensorial, del comportamiento y del afecto. Durante mucho tiempo, ha sido considerada un castigo de Dios o una manifestación demoníaca.
A continuación, describió la labor del médico francés Dr. Philippe Pinel, considerado por muchos el Padre de la Psiquiatría, que liberó a sus pacientes esquizofrénicos del terrible pabellón Bicêtre, delHospital de la Salpetrière, para concederles un tratamiento más humano y devolverles la dignidad, creando de tal modo lo que llegó a ser conocido como terapia moral.
También mencionó que durante un determinado tiempo, la esquizofrenia fue considerada incurable. Con el avance de la Psiquiatría, de la Psicología y de las Neurociencias, se ha descubierto que ese trastorno podría ser completamente curado, y que las causas podrían ser endógenas (herencia, alteraciones fisiológicas, etc.) y exógenas (acontecimientos de la vida, traumas de la infancia, etc.).
Además, con respecto a las causas, Divaldo agregó a las conocidas por la ciencia académica, los conflictos y las culpas de reencarnaciones anteriores, y también las obsesiones espirituales, que corresponderían a los efectos de las acciones negativas del pasado. Esas influencias negativas y persistentes de Espíritos inferiores sobre un individuo, podrían conducirlo a estados de trastornos psicológicos y psiquiátricos tales como la esquizofrenia, afectándole no sólo el equilibrio psíquico sino también su estructura física.
El Espiritismo, entonces, en su aspecto científico, nos presentaría los fundamentos de la existencia de Dios, de la inmortalidad del alma, de la comunicabilidad de los Espíritus y de la reencarnación, brindándonos, además, las consecuencias filosóficas y morales de esas realidades. Tales conocimientos conducirían a la comprensión de las causas profundas de las patologías psicológicas y psiquiátricas. Asimismo, la solución para todos los padecimientos humanos estaría expresada en el mensaje terapéutico de Jesús, cuando nos recomendó que nos amásemos los unos a los otros como Él nos amó, perdonando y autoperdonándonos, de modo que transformemos nuestra vida en un verdadero poema de amor.

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Simon Pires y Alan Page

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)


segunda-feira, 9 de maio de 2016

Divaldo Franco-Roteiro Europa 2016 Dublin, Irlanda

07 de maio de 2016

O médium e orador espírita Divaldo Franco realizou na tarde de sábado, 07 de maio, uma palestra na cidade de Dublin, Irlanda.
O evento foi realizado no auditório do Carlton Hotel Dublin, com a presença de um público de 320 pessoas.
Para tratar sobre o tema “Esquizofrenia e Obsessões”, foi abordado o conceito de saúde da Organização Mundial da Saúde, que estabelece ser ele o perfeito bem-estar físico, psicológico e social. Conforme esclarecido, estudiosos teriam, recentemente, adicionado mais um elemento determinante do estado de saúde, o bem-estar espiritual.
Por isso, o indivíduo valeria por aquilo que é e nunca por aquilo que possui ou, ainda, por sua personalidade, pelas aparências. As condições decisivas para a saúde somente seriam alcançadas mediante a autorrealização.
Nesse sentido, ressaltou Divaldo, o psiquiatra Carl Gustav Jung afirmaria que é imprescindível à criatura humana eleger uma meta psicológica profunda para sua vida e vivê-la, de maneira a evitar a queda no vazio existencial. Esse sentido profundo conduziria o ser a um estado de plenitude. Para o médico suíço, o modelo ideal para encontrar-se a plenitude seria Jesus, sobretudo por causa de sua mensagem psicoterapêutica em torno do amor, portanto, em caráter perfeitamente concorde com o que fora apontado pelos Espíritos superiores na resposta à questão de número 625 de O Livro dos Espíritos.
Foi ensinado que a Ciência Espírita, que estuda a origem, a natureza e o destino dos Espíritos e as relações existentes entre o mundo físico e o espiritual, estabeleceu verdadeira ponte entre as doutrinas Materialista e Determinista. Com os postulados da imortalidade da alma, da reencarnação e da lei de causa e efeito, o Espiritismo fez luz sobre os pontos obscuros, inexplicados do Determinismo, fazendo-nos compreender que somos, hoje, o resultado de todas as nossas experiências reencarnatórias. Ademais, as provas das comunicações dos Espíritos demoliu o fundamento do Materialismo, demonstrando que a vida nunca cessa.
A mente - ou o Espírito-, seria a causa a comandar as funções do corpo espiritual e, por via de consequência, do corpo físico, o qual apresentaria em si os efeitos do pensamento. Sendo estes de teor negativo, o períspirito desajustar-se-ia, passando a atuar desordenadamente sobre o cérebro humano, cujas funções, notadamente no campo das neurocomunicações, ficariam prejudicadas, abrindo espaço para a instalação de transtornos psiquiátricos.
Os transtornos psiquiátricos e psicológicos teriam, dessa forma, uma compreensão muito mais ampla e profunda se o ser humano fosse considerado no seu tríplice aspecto: Espírito imortal, períspirito e corpo físico, perfeitamente integrados.
Recordando que a esquizofrenia, até o ano de 1792, era considerada uma punição divina ou manifestação demoníaca, Divaldo esclareceu que, sob a ótica espírita, Deus não pune. Ele teria criado leis perfeitas de equilíbrio que, quando defraudadas, gerariam, como reação, desarmonias espirituais, psicológicas e, por fim, físicas naquele que desrespeitou os códigos divinos. Foi, ainda, elucidado que por manifestação demoníaca deveríamos entender a ação persistente e negativa de Espíritos inferiores sobre os encarnados.
Com base nesse conhecimento espírita, fora explicado que a esquizofrenia, assim como a depressão, o autismo e outros transtornos, teriam sua causa, quase que invariavelmente, em reencarnações anteriores. As ações negativas do passado, correspondendo a infrações às leis divinas, gerariam desequilíbrios espirituais, psicológicos e perispirituais no ser, que, ao se reencarnar, imprimiria em seu corpo físico as matrizes do transtorno psiquiátrico, abrindo campo de ação dos Espíritos inferiores sobre si, nos processos obsessivos.
Na atualidade, a esquizofrenia não seria mais uma doença incurável, do ponto de vista médico, conforme asseverou o palestrante, necessitando de tratamento de ampla abordagem, psiquiátrica, psicológica e espiritual, uma vez que, além das causas endógenas (hereditariedade, doenças infectocontagiosas etc) e exógenas (eventos da vida, conflitos da infância, conflitos sexuais, narcisismo etc), haveria as causas espirituais.
Divaldo apresentou vários casos de pacientes esquizofrênicos e depressivos que, apesar da brilhante inteligência e dos talentos que possuíam, tiveram de enfrentar o sofrimento lhes imposto pelos transtornos psiquiátricos, tais como Padre William Doyle, Johann W. Goethe, Franz Liszt e outros.
Afirmou, ainda, que até o início do século XX, os métodos de tratamento da esquizofrenia eram cruéis. Com o progresso da Ciência, novas terapêuticas teriam surgido, como a convulsoterapia com uso de metrazol, depois de insulina, desenvolvida pelo Dr. Manfred Sakel; ou a terapia do eletrochoque, proposta pelos Drs. Bini, Cerlletti e Kalinowski.
Além dos métodos físicos, começariam a ser utilizadas abordagens psicoterápicas para os tratamentos desses pacientes; e, na sequência, substâncias químicas desenvolvidas em laboratórios (os chamados barbitúricos) seriam usadas nos esquizofrênicos, para suprir as deficiências dos neurocomunicadores naturais. 
No encerramento da conferência, fora narrado o episódio do Evangelho de Marcos, no qual Jesus, após curar um homem que sofria de um processo obsessivo por subjugação, vai falar aos gadarenos para oferecer-lhes a sua mensagem de libertação, de paz e de amor, sendo, contudo, por eles expulso de sua região. Divaldo, então, enfatizou que Jesus tem algo muito melhor a nos oferecer de tudo o que a Terra poderia nos dar (poder, posse, prazer); Ele nos teria a ofertar a própria paz, que nos faria sentir a verdadeira felicidade. Mas temos, repetidamente, expulsado Jesus de nossas vidas, sendo este o momento decisivo para todos nós, de vincularmo-nos à proposta do Cristo, reabilitando-nos perante a nossa própria consciência para, enfim, viver em plenitude.
Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Lucas Milagre

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


Espanhol

DIVALDO FRANCO EN EUROPA – 2016.
Dublin, 07 de mayo de 2016.
El médium y orador espírita Divaldo Franco pronunció, en la tarde del sábado 07 de mayo, una conferencia en la ciudad de Dublin, Irlanda.
El acto se llevó a cabo en el auditorio del Carlton Hotel Dublin, con la presencia de un público compuesto por 320 personas.
A fin de desarrollar el tema Esquizofrenia y obsesiones, se abordó el concepto de salud según la Organización Mundial de la Salud, que establece que es el perfecto bienestar físico, psicológico y social. De conformidad con lo explicado, estudiosos habrían, recientemente, agregado otro elemento determinante del estado de salud: el bienestar espiritual.
En tal sentido, el individuo valdría por lo que es y nunca por aquello que posee o, incluso, por su personalidad, por las apariencias. Las condiciones decisivas para la salud solamente se alcanzarían mediante la autorealización.
Destacó, Divaldo, que el psiquiatra Carl Gustav Jung afirmaría que es imprescindible para la criatura humana elegir una meta psicológica profunda para su vida, y vivirla de manera de evitar la caída en el vacío existencial. Ese sentido profundo conduciría al ser a un estado de plenitud. Para el médico suizo, el modelo ideal para encontrar la plenitud sería Jesús, sobre todo a causa de su mensaje psicoterapéutico acerca del amor y, por lo tanto, de carácter perfectamente concordante con lo que ha sido registrado por los Espíritus superiores en la respuesta a la cuestión número 625 de El Libro de los Espíritus.
Divaldo enseñó que la Ciencia Espírita, que estudia el origen, la naturaleza y el destino de los Espíritus y las relaciones que existen entre el mundo físico y el mundo espiritual, instaló un verdadero puente entre las doctrinas Materialista y Determinista. Mediante los postulados de la inmortalidad del alma, de la reencarnación y de la ley de causa y efecto, el Espiritismo arrojó luz sobre los puntos oscuros, que no habían sido explicados por el Determinismo, y nos hizo comprender que somos hoy, el resultado de todas nuestras experiencias reencarnatorias. Además, las pruebas de las comunicaciones de los Espíritus demolió el fundamento del Materialismo, al demostrar que la vida nunca cesa.
La mente -o el Espíritu- sería la causa que comanda las funciones del cuerpo espiritual y, en consecuencia, del cuerpo físico, el cual presentaría en sí mismo los efectos del pensamiento. Si fuera este de carácter negativo, el periespíritu se desequilibraría, y comenzaría a actuar desordenadamente sobre el cerebro humano cuyas funciones, especialmente en el campo de las neurocomunicaciones, quedarían perjudicadas, y darían lugar a la instalación de trastornos psiquiátricos.
Los trastornos psiquiátricos y psicológicos tendrían, de esa forma, una comprensión mucho más amplia y profunda si el ser humano fuese considerado en su triple aspecto: Espíritu inmortal, periespíritu y cuerpo físico, perfectamente integrados.
Haciendo mención a que la esquizofrenia, hasta el año 1792, era considerada un castigo divino o una manifestación demoníaca, Divaldo explicó que, desde el punto de vista espírita, Dios no castiga. Él habría creado leyes perfectas de equilibrio que, al ser violadas generarían como reacción desarmonías espirituales, psicológicas y, en última instancia, físicas, en quien no haya respetado los códigos divinos. Además, explicó que por manifestación demoníaca deberíamos entender la acción persistente y negativa de Espíritus inferiores sobre los encarnados.
Con base en dicho conocimiento espírita, fue explicado que la esquizofrenia, al igual que la depresión, el autismo y otros trastornos, tendrían su causa, casi invariablemente, en reencarnaciones anteriores. Las acciones negativas del pasado, en correspondencia con infracciones a las leyes divinas, generarían desequilibrios espirituales, psicológicos y periespirituales en el ser que, al reencarnar, imprimiría en su cuerpo físico las matrices del trastorno psiquiátrico, abriendo posibilidades a la acción de los Espíritus inferiores sobre él, en los procesos obsesivos.
En la actualidad, la esquizofrenia ya no sería una enfermedad incurable, desde el punto de vista médico -conforme con lo manifestado por el disertante-, pero requeriría un tratamiento de amplio enfoque  psiquiátrico, psicológico y espiritual, dado que además de las causas endógenas (hereditariedad, enfermedades infectocontagiosas, etc.) y las causas exógenas (acontecimientos de la vida, conflictos de la infancia, conflictos sexuales, narcisismo, etc), existirían las causas espirituales.
Divaldo presentó varios casos de pacientes esquizofrénicos y depresivos que, a pesar de la brillante inteligencia y de los talentos que poseían, tuvieron que enfrentar el sufrimiento que les impusieron los trastornos psiquiátricos. Como ejemplo, nombró al Padre William Doyle, a Johann W. Goethe, a Franz Liszt y a otros.
Agregó, además, que hasta comienzos del siglo XX, los métodos de tratamiento de la esquizofrenia eran crueles. Con el progreso de la Ciencia, nuevas terapias habrían surgido, como laconvulsoterapia, con el empleo de metrazol, después de la insulina desarrollada por el Dr. Manfred Sakel; o la terapia del electrochoque, propuesta por los Dres. Bini, Cerlletti y Kalinowski.
Además de los métodos físicos, comenzarían a ser utilizados enfoques psicoterapéuticos para los tratamientos de esos pacientes; y, a continuación, sustancias químicas desarrolladas en laboratorios (los denominados barbitúricos) serían aplicadas en los esquizofrénicos, para suplir las deficiencias de los neurocomunicadores naturales. 
Para finalizar la conferencia, Divaldo narró la anécdota del Evangelio de Marcos, en la cual Jesús, después de curar a un hombre que padecía un proceso obsesivo por subyugación, va a hablar a los gadarenos para brindarles su mensaje de liberación, de paz y de amor. No obstante, ellos lo expulsan de su región. Divaldo, entonces, enfatizó que Jesús tiene para ofrecernos algo mucho mejor que todo lo que la Tierra podría darnos (poder, posesiones, placer): Él podría brindarnos su propia paz, que nos haría experimentar la verdadera felicidad. Mientras tanto, reiteradamente, hemos expulsado a Jesús de nuestras vidas, y este es el momento decisivo para todos nosotros, a fin de vincularnos a la propuesta del Cristo, de modo de rehabilitarnos ante nuestra propia conciencia para, finalmente, vivir en plenitud.
Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Lucas Milagre
(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], de Buenos Aires, Argentina)


Divaldo Franco-Roteiro Europa 2016. Paris, França

05 de maio de 2016

DIVALDO FRANCO NA EUROPA – 2016
Paris, 05 de maio de 2016
Na última terça-feira, 05 de maio, o médium e orador espírita Divaldo Franco iniciou o seu roteiro de divulgação do Espiritismo na Europa.
Na capital francesa, Paris, foi realizada a conferência “A Conquista da Plenitude”, que contou com a participação de 220 pessoas, no auditório da FIAP Jean Monnet, o qual ficou lotado.
Na ocasião, o Conselho Espírita Internacional, representado pelo seu presidente, o Senhor Richard Buono, ofereceu uma placa de reconhecimento ao médium, pelos seus relevantes trabalhos de divulgação da Doutrina Espírita na França. Como de hábito, Divaldo agradeceu profundamente a deferência e o carinho representados naquele gesto, transferindo a homenagem, no entanto, a todos os trabalhadores espíritas, conhecidos e anônimos, daquela nação.
Evocando o discurso feito por Ernest Renan em sua aula inaugural no Collège de France, em 22 de fevereiro de 1862, Divaldo abriu a conferência com o destaque para o pensamento desse emérito historiador e escritor francês que afirmara que Jesus foi um homem incomparável, demitizando, assim, a figura do Jesus-Deus. Posteriormente, escrevera ter sido o Nazareno tão grandioso que não coube na História da Humanidade, dividindo-a em antes e depois d’Ele.
Ainda no campo do conhecimento científico, foram apresentadas as considerações da Dra. Hanna Wolff, renomada psicanalista alemã, acerca da excelência da mensagem de Jesus no tratamento das problemáticas psicológicas. Em seu livro “Jesus Psicoterapeuta”, ela falaria d’Ele como o maior psicoterapeuta da Humanidade em todos os tempos, capaz de penetrar nos conflitos mais profundos dos indivíduos, oferecendo os recursos precisos para a libertação das consciências.
Avançando na questão da saúde humana, do ponto de vista integral, Divaldo referiu-se à colocação da Organização Mundial da Saúde a dizer que, em realidade, não há doentes, mas sim doenças; e estas seriam o resultado de determinadas emoções desarmônicas. No mesmo sentido, Eckhart Tolle teria afirmado que as doenças começariam no sentimento desajustado da criatura humana, o qual abriria campo para a manifestação do estado patológico.
Demonstrando a coerência e a sintonia entre os diversos ramos da Ciência, mereceu análise, também, a descoberta dos Drs. David Bohm e Stewart Wolf, físicos quânticos, a provar que os pensamentos e as ações repercutem diretamente sobre o nosso sistema imunológico, positiva ou negativamente, dependendo dos conteúdos expressos pela mente. A ação positiva geraria partículas equivalentes a fótons, a gerar equilíbrio, harmonia. A ação negativa liberaria elétrons no organismo e, então, teria o efeito oposto sobre ele. Dessa maneira, amar promoveria a saúde integral e seria uma forma de fruir felicidade.
Com base nesses apontamentos, fora explicado que amar é bom para quem experiencia esse sentimento, sendo absolutamente indiferente, do ponto de vista da saúde do indivíduo, que exista a reciprocidade. Por isso, o caminho para a plenitude física, psicológica e psíquica seria exatamente a vivência do amor. E essa teria sido a mesma conclusão a que chegaram os psicanalistas Carl Gustav Jung e Viktor Frankl, isto é, amar seria o mais excelente sentido psicológico na vida de qualquer ser humano, capaz de preencher o vazio existencial e gerar a alegria de viver.
Para o aprofundamento dos estudos sobre a plenitude do ser, Divaldo discorreu sobre as conclusões do matemático, físico e filósofo do século XVII, Blaise Pascal. Para ele, a Humanidade de sua época vivia num momento de grandes dificuldades, como que numa encruzilhada. De um lado, houvera desenvolvido-se no aspecto intelectual, científico, o que ele denominava de “espírito de geometria”, mas sem o equivalente desenvolvimento ético-moral, por ele denominado de “espírito da gentileza”, ou “de finesse”. Esse desequilíbrio, marcado pela escassez do “espírito de finesse”, levaria os indivíduos a se entredevorarem. Em contrapartida, o equilíbrio entre esses dois aspectos do desenvolvimento das sociedades geraria o “espírito do coração”, a plenitude.
Conforme ressaltado, o pensamento de Pascal alcançaria o mundo contemporâneo com ares de perfeita atualidade e isso seria demonstrado pela observação do psicólogo americano Rollo May, que afirmara que o ser humano vive hoje o grande drama do vazio existencial, em virtude dos comportamentos tipificados pelo individualismo, pela sexolatria e pelo consumismo. O vazio existencial conduziria o indivíduo à depressão e esta, ao suicídio. Nesse contexto, as estatísticas da OMS mostrar-se-iam estarrecedoras: até o ano 2025, a primeira causa de mortes no mundo seria o suicídio.
A inabilidade para lidar com os seus conflitos íntimos levaria o ser a buscar compensações para suas frustrações e infelicidade no mundo exterior: a ilusória necessidade da posse, a projeção de suas mágoas e inseguranças na sociedade, de modo a responsabilizá-la pelos seus insucessos etc.
Relacionando o conhecimento científico com o Espiritismo, Divaldo demonstrou a razão pela qual Jesus é o modelo e guia para toda a Humanidade, conforme previsto na obra O Livro dos Espíritos. Isso porque, sem criar nenhuma religião dogmática, nenhum movimento sectarista, ofereceu, por seus exemplos, vivências e ensinamentos, uma proposta de religiosidade universal, pautada no autoconhecimento e na autoiluminação, por meio do exercício do amor e da superação das nossas más inclinações morais, capaz de promover o reequilíbrio da criatura humana e, por via de consequência, a sua saúde integral (física, psicológica e espiritual). A mensagem cristã, deturpada ao longo dos séculos, estaria sendo revivida na Doutrina Espírita, em toda a sua pureza, provando a imortalidade da alma, a reencarnação, a lei de causa e efeito e a perfeita justiça das aflições humanas, e oferecendo, assim, todos os instrumentos úteis para que o ser humano possa viver em harmonia.
No encerramento da conferência, Divaldo repetiu a lição de Jesus expressada na sentença “O Reino de Deus está dentro de vós”, deixando claro que a conquista da plenitude diz respeito à conquista do Self, ou, ainda do ser imortal que somos.
Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Dominique Cheron e José Manuel Gomes


Divaldo Franco-Roteiro Europa 2016 - Paris - 05 de maio

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke) 


Espanhol
DIVALDO FRANCO EN EUROPA.
París, 05 de mayo de 2016.

El último jueves, 05 de mayo, el médium y orador espírita Divaldo Franco dio comienzo a su itinerario de divulgación del Espiritismo en Europa.
En la capital francesa, París, se realizó la conferencia La conquista de la plenitud, de la cual participaron 220 personas en el auditorio de la FIAP Jean Monnet, que fue ocupado por completo.
En esa ocasión, el Consejo Espírita Internacional, representado por su presidente, el señor Richard Buono, hizo entrega de una placa en reconocimiento al médium, por sus relevantes tareas de divulgación de la Doctrina Espírita en Francia. Como es habitual, Divaldo agradeció profundamente la deferencia y el afecto representados en ese gesto, y transfirió el homenaje, mientras tanto, a todos los colaboradores espíritas -conocidos y anónimos-, de esa nación.
Con la evocación del discurso pronunciado por Ernest Renan en su clase inaugural en el Collège de France, el 22 de febrero de 1862, Divaldo dio comienzo a la conferencia, destacando el pensamiento de ese emérito historiador y escritor francés, quien afirmó que Jesús fue un hombre incomparable, desmitificando -de ese modo-, la figura del Jesús-Dios. Posteriormente, escribió que el Nazareno había sido tan grandioso que no cupo en la Historia de la humanidad, y la dividió en un antes y un después de Él.
Además, en el campo del conocimiento científico, presentó la opinión de la Dra. Hanna Wolff, renombrada psicoanalista alemana, acerca de la excelencia del mensaje de Jesús en el tratamiento de los problemas psicológicos. En su libro Jesús Psicoterapeuta, ella aludiría a Él como el más grande psicoterapeuta de la humanidad, en todas las épocas, capaz de comprender los conflictos más profundos de los individuos, ofreciendo los recursos necesarios para la liberación de las conciencias.
Avanzando en la cuestión de la salud humana, desde el punto de vista integral, Divaldo se refirió a la declaración de la Organización Mundial de la Salud que expresa que, en realidad, no existen los enfermos sino las enfermedades; y estas serían el resultado de determinadas emociones carentes de armonía. En el mismo sentido, Eckhart Tolle habría afirmado que las enfermedades comenzarían en el sentimiento desequilibrado de la criatura humana, el cual predispondría el terreno para la manifestación del estado patológico.
En demostración de la coherencia y la sintonía entre las diversas ramas de la ciencia, mereció un análisis, también, el descubrimiento de los Drs. David Bohm y Stewart Wolf, físicos cuánticos, al demostrar que los pensamientos y las acciones repercuten directamente sobre nuestro sistema inmunológico, sea positiva o negativamente, dependiendo de los contenidos expresados por la mente. La acción positiva generaría partículas equivalentes a fotones, estimulando el equilibrio, la armonía. La acción negativa liberaría electrones en el organismo y, entonces, tendría el efecto opuesto sobre él. De esa manera, el amar promovería la salud integral y sería una forma de disfrutar la felicidad.
Con base en esos conceptos, se explicó que amar es bueno para quien experimenta ese sentimiento, y es absolutamente indiferente -desde el punto de vista de la salud del individuo-, que exista la reciprocidad. Por eso, el camino hacia la plenitud física, psicológica y psíquica sería exactamente la vivencia del amor. Esa habría sido la misma conclusión a que llegaron los psicoanalistas Carl Gustav Jung y Viktor Frankl, es decir, que amar sería el más excelente sentido psicológico en la vida de cualquier ser humano, capaz de llenar el vacío existencial y generar la alegría de vivir.
Para profundizar los estudios sobre la plenitud del ser, Divaldo aludió a las conclusiones del matemático, físico y filósofo del siglo XVII, Blaise Pascal. Para él, la humanidad de su época atravesaba un momento de grandes dificultades, como en una encrucijada. Por un lado, se había desarrollado en el aspecto intelectual, científico, lo que él denominaba espíritu de geometría, pero sin el equivalente desenvolvimiento ético-moral, que él denominó espíritu de gentileza, o de fineza. Ese desequilibrio, marcado por la escasez del espíritu de fineza, llevaría a que los individuos se devorasen entre ellos. En contrapartida, el equilibrio entre esos dos aspectos del desenvolvimiento de las sociedades, generaría el espíritu del corazón, la plenitud.
De conformidad con lo destacado, el pensamiento de Pascal llegaría al mundo contemporáneo con aires de perfecta actualidad, y eso sería demostrado por la observación del psicólogo americano Rollo May, que afirmó que el ser humano vive hoy el gran drama del vacío existencial, en virtud de los comportamientos caracterizados por el individualismo, la sexolatría y el consumismo. El vacío existencial conduciría al individuo a la depresión y esta, al suicidio. En ese contexto, las estadísticas de la OMS se presentarían aterradoras: hasta el año 2025, la primera causa de muertes en el mundo sería el suicidio.
La falta de aptitud para resolver sus conflictos íntimos, conduciría al ser a la búsqueda de compensaciones para sus frustraciones y su desdicha, en el mundo exterior: en la ilusoria necesidad de poseer, en la proyección de su angustia e inseguridad en la sociedad, de modo de hacerla responsable de sus fracasos, etc.
Al establecer una relación entre el conocimiento científico y el Espiritismo, Divaldo demostró la razón por la cual Jesús es el modelo y el guía para toda la humanidad, según lo previsto en la obraEl Libro de los Espíritus. Eso se debe a que, sin crear una religión dogmática, ningún movimiento sectarista, ofreció por sus ejemplos, sus vivencias y sus enseñanzas, una propuesta de religiosidad universal basada en el autoconocimiento y en la autoiluminación, por medio del ejercicio del amor y de la superación de nuestras malas tendencias morales, capaz de promover el restablecimiento del equilibrio de la criatura humana y, en consecuencia, su salud integral (física, psicológica y espiritual). El mensaje cristiano, desvirtuado a lo largo de los siglos, estaría siendo revivido en la Doctrina Espírita en toda su pureza, demostrando la inmortalidad del alma, la reencarnación, la ley de causa y efecto y la perfecta justicia de las aflicciones humanas, ofreciendo de ese modo todos los elementos necesarios para que el ser humano pueda vivir en armonía.
A modo de conclusión de la conferencia, Divaldo repitió la lección de Jesús expresada en el concepto: El Reino de Dios está dentro de vosotros, dejando en claro que la conquista de la plenitud es inherente a la conquista del Self, o bien, del ser inmortal que somos.
Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Dominique Cheron y José Manuel Gomes

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)


terça-feira, 3 de maio de 2016

Registro. Homenagem a Divaldo Franco pelos seus 89 anos Salvador, BA

Homenagem a Divaldo Franco pelos seus 89 anos. 
Os alunos das escolas e creche da Mansão do Caminho emocionaram a todos durante homenagem prestada ao médium e orador espírita Divaldo Franco.
A homenagem foi prestada em frente a residência de Divaldo e teve a participação de colaboradores da Casa, amigos, voluntários e professores, dia 02 maio.
Divaldo completará 89 anos no dia 5 de maio de 2016, mantendo pontualmente sua agenda de conferências no Brasil e exterior, cumprindo seu papel de trabalhador incansável do Cristo.
Fotos e vídeo: Cláudio Urpia
                                  Link: Homenagem a Divaldo,
                              https://www.youtube.com/watch?v=Az6nIGEvAxk


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)

Espanhol


Homenaje a Divaldo Franco por sus 89 años. 

Los alumnos de las escuelas y de la guardería infantil de la Mansión del Camino emocionaron a todos, durante el homenaje que se dedicó al médium y orador espírita
Divaldo Franco.
El homenaje se realizó delante de la residencia de Divaldo, y en él participaron
colaboradores de la Casa, amigos, voluntarios y maestros, el día 02 de mayo.
Divaldo cumplirá 89 años el día 5 de mayo de 2016, y atiende puntualmente su agenda de conferencias en el Brasil y en el exterior, en cumplimiento de su rol de trabajador infatigable
del Cristo.

Fotos y vídeo: Cláudio Urpia

                                  Link: Homenagem a Divaldo,
                              https://www.youtube.com/watch?v=Az6nIGEvAxk


(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)