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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Registro. Seminário “Liberta-te do Mal” com Divaldo Franco São Paulo, SP
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Registro. Seminário Liberta-te do Mal com Divaldo Franco São Paulo, SP
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domingo, 21 de fevereiro de 2016
Registro. Seminário “Liberta-te do Mal” com Divaldo Pereira Franco. São Paulo, SP
noite do dia 19/02/2016
A metrópole se agita. É sexta feira e as pessoas de todos os cantos de SP se
preparam para o fim de semana. O trânsito, normalmente caótico se
intensifica ainda mais.
Contudo, os corredores e saguões do Hotel Jaraguá, no centro da cidade, vive
outro ambiente. Os executivos e turistas que regularmente são seus hóspedes,
foram substituídos por uma população muito diferente. Alegres e joviais como
os são os turistas, mas com o semblante respeitoso como os dos executivos.
Essa massa de mais de 300 almas encarnadas busca no subsolo do prédio o
salão de convenções. São os participantes do seminário organizado pelo
Centro Espírita Dr. Bezerra de Menezes, de Santo André, SP e que em 2.016
abordará o tema “Liberta-te do Mal”
O local previamente preparado por incontáveis trabalhadores abnegados e
anônimos da Espiritualidade Amiga recebe em uma psicosfera de paz, harmonia
e serenidade a todos os encarnados os quais se acomodam e aguardam com
controlada expectativa o início do estudo do Evangelho.
Um exemplar de O Evangelho Segundo o Espiritismo é aberto no seu capítulo 12
Amai os Vossos Inimigos baseado nas palavras de Jesus e registradas pelo
evangelista Mateus no capítulo 5 versículo 20: Aprendestes que foi dito:
“Amareis o vosso próximo e odiareis os vossos inimigos.” Eu, porém, vos
digo: “Amai os vossos inimigos; fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos
que vos perseguem e caluniam, a fim de serdes filhos do vosso Pai que está
nos céus e que faz se levante o Sol para os bons e para os maus e que chova
sobre os justos e os injustos.
Uma voz feminina se levanta e com contida emoção lê o trecho escolhido: OS
INIMIGOS DESENCARNADOS:
“Ainda outros motivos tem o espírita para ser indulgente com os seus
inimigos. Sabe ele, primeiramente, que a maldade não é um estado permanente
dos homens; que ela decorre de uma imperfeição temporária e que, assim como
a criança se corrige dos seus defeitos, o homem mau reconhecerá um dia os
seus erros e se tornará bom...
Acompanhado atentamente pela plateia silenciosa a leitura segue pelos itens
5 e 6.
Divaldo convida, então, seis (6) integrantes do público para comentarem o
texto evangélico.
Revezam-se na tribuna Dr. Sergio Lourenço, depois a Sra. Luiza Leontina
Andrade Ribeiro (Federação Espírita do estado do Mato Grosso), seguida da
escritora e conferencista mineira de Juiz de Fora a Sra. Suely Caldas
Schubert e ainda do ex-prefeito de Campinas e atual colaborador do Centro
Espírita Allan Kardec o Sr. Lauro Péricles Gonçalves que é seguido depois
pela Presidente do Spiritist Group of New York- USA, a Sra. Jussara Korngold
e por fim o radialista da Rede Boa Nova e dirigente da Fraternidade
Cristo-Redentor e apresentador do programa Fraternidade o enfermeiro Sr.
Antonio Carlos Laferreira.
Cada um, a seu turno, forneceu sua interpretação do texto evangélico lido.
Apesar das nuances diferenciadas naturais de cada interpretação a caridade e
o perdão foram as abordagens que permearam todos os comentários.
Divaldo assumindo a tribuna emociona a todos narrando a história de Ilse, um
caso registrado pelo renomado psicanalista americano Dr. James Hollis e
publicado no livro “Os Pantanais da Alma” (editado no Brasil pela Paulus
Editora – Título no original: Swamplands of the Soul).
Ilse era uma jovem polonesa e cristã que no ano de 1.942, enquanto fazia
compras, foi equivocadamente tida como judia e levada como prisioneira para
o terrível campo de Sobibor na própria Polônia.
Em nada resultou seu protesto e apresentação de documentos comprovando não
ser ela judia.
Chegando ao campo de concentração, foi empurrada para a fila de triagem de
onde seria enviada para a câmara de gás ou para o barracão de prisioneiros.
À sua frente estava uma mulher frágil acompanhada de duas filhinhas muito
pequenas. Antecipando seu destino que seria a morte pelo gás, tentou a
enfraquecida mãe, deixar com Ilse ambas as meninas para que pudessem escapar
da morte terrível pela asfixia.
Temendo ser envolvida naquela situação – o que fatalmente resultaria na sua
morte – Ilse empurrou com forças as criançinhas na direção da senhora que já
se afastava em direção a execução. O nazista compreendendo o que ocorria e a
tentativa da verdadeira mãe em salvar as filhinhas, com requintes de
crueldade e impiedade removeu as meninas para junto da verdadeira mãe,
destinando-as todas à morte.
Ilse jamais pode esquecer o olhar da mulher que fragilizada física e
emocionalmente lhe direcionou naquele momento.
Ilse jamais se esqueceria das lágrimas que verteram daqueles olhos
entristecidos e desesperados.
Mais alguns anos e finalmente o campo de concentração foi liberado pelos
aliados. Ilse estava entre os sobreviventes e mais tarde mudou-se para os
EUA.
Jamais se perdoara. Recusava-se ao casamento, pois não se considerava digna
de ser mãe e nem merecia ser amada.
Não lograra obter a paz para sua consciência. Peregrinara por diversas
religiões, mas em nenhuma conseguira encontrar o que tanto almejava: o
perdão de sua covardia moral que resultara na morte de mãe e filhinhas.
Finda a narrativa, Divaldo relata que em suas mais profundas reflexões em
torno do drama, considera que o sofrimento de Ilse faz lembrar a todos dos
inimigos desencarnados (obsessores) que não perdoam nossos equívocos que
contra eles cometemos.
Na realidade não são obsessores. São pessoas que nós atiramos no abismo da
dor – física e moral – e que por serem doentes não nos compreendem e nem nos
perdoam.
Mas com quais meios podemos combater a obsessão?
Partindo de O Livro dos Médiuns em cujo capítulo 23 - Da Obsessão - são
apresentados os tipos de Obsessões, bem como as suas causas e os meios de
combater, Divaldo deixa claro que a forma mais eficaz de neutralizar a
obsessão é a aplicação do amor, oração, paciência e misericórdia para com
aqueles que não nos perdoaram.
E coroando a noite de bênçãos Divaldo transporta as recomendações de O Livro
dos Médiuns para a prática e narra a todos o caso da perseguição que sofreu
por 40 anos de um espírito que era identificado por Divaldo como o Máscara
de Ferro e que finalmente o perdoou pelas ações do passado quando Divaldo
tomou em seus braços um recém nascida abandonada às portas da Mansão e
passou a dedicar-lhe total atenção, carinho e amor.
Emocionado o espírito que o perseguira por todos aqueles anos pousou
gentilmente a mão em seu ombro e falou-lhe:
- Divaldo, até agora tu não me convenceste. Venceste-me pela paciência.
Contudo hoje já não tenho mais como te odiar. Essa criança que aninhas com
tanto carinho entre teus braços abriga o espírito de minha mãe que retorna
ao plano físico.
Encerrando a noite, Divaldo afirma: Todos nós erramos, exceto Jesus. O mal é
uma experiência que trouxe um resultado perturbador. O mal –
filosoficamente – não existe: é o bem que enlouqueceu e que nos ensina a não
mais fazer daquele modo.
Por essa razão, estamos todos convidados a autoanálise para identificarmos
nossas culpas.
A Libertação do Mal tem início no tratamento de nossos complexos de culpa
que insistimos em carregar conosco.
Texto: Djair de Souza Ribeiro
Fotos: Sandra Patrocínio
(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)
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SEMINARIO: LIBÉRATE DEL MAL - DIVALDO FRANCO, noche del día 19/02/2016.
La metrópolis se agita. Es viernes, y las personas de todos los rincones de San Pablo se preparan para el fin de semana. El tránsito, habitualmente caótico, se intensifica más aún. No obstante, en los corredores y accesos del Hotel Jaraguá, en el centro de la ciudad, se vive otro clima. Los ejecutivos y los turistas que habitualmente son sus huéspedes, han sido sustituidos por una población muy diferente: alegre y jovial como los turistas, pero con el semblante respetuoso de los ejecutivos. Esa masa de más de 300 almas encarnadas, busca en el subsuelo del edificio el salón de convenciones. Son los participantes del seminario organizado por el Centro Espírita Dr. Bezerra de Menezes, de Santo André, SP, que en esta ocasión, año 2016, versará sobre el tema Libérate del mal. El lugar ha sido preparado con anticipación por innumerabes trabajadores abnegados y anónimos de la Espiritualidad Amistosa, y recibe en una psicosfera de paz, armonía y serenidad, a todos los encarnados, los cuales se acomodan y aguardan con prudente expectativa el comienzo del estudio del Evangelio. Un ejemplar de El Evangelio según el Espiritismo es abierto en el capítulo 12: Amad a vuestros enemigos, basado en las palabras de Jesús, registradas por el evangelista Mateo en el capítulo 5, versículo 20: Habéis aprendido que fue dicho: Amaréis a vuestro prójimo y odiaréis a vuestros enemigos. Yo, sin embargo, os digo: Amad a vuestros enemigos; haced el bien a los que os odian y orad por los que os persiguen y calumnian, a fin de que seáis hijos de vuestro Padre que está en los Cielos y que hace que salga el sol para los buenos y los malos, y que llueva sobre los justos y los injustos. Una voz femenina se eleva, y con contenida emoción lee el párrafo elegido: LOS ENEMIGOS DESENCARNADOS: El espírita tiene, además, otros motivos para ser indulgente con sus enemigos. Él sabe, en primer término, que la maldad no es un estado permanente de los hombres; que esta es consecuencia de una imperfección transitoria y que, así como el niño se corrige de sus defectos, el hombre malo reconocerá un día sus errores y se convertirá en bueno... Seguida atentamente por la platea silenciosa, la lectura continúa en los ítems 5 y 6. Divaldo invita, entonces, a seis (6) componentes del público para que hagan comentarios sobre el texto evangélico. Se suceden en la tribuna el Dr. Sergio Lourenço y después la Sra. Luiza Leontina Andrade Ribeiro de la Federação Espírita do Estado do Mato Grosso, a quien sigue la escritora y conferencista mineira de Juiz de Fora, la Sra. Suely Caldas Schubert y, además, el ex-intendente de Campinas y actual colaborador del Centro Espírita Allan Kardec, el Sr. Lauro Péricles Gonçalves, al que sigue después la Presidente del Spiritist Group of New York-USA, la Sra. Jussara Korngold y, por último, el periodista de la Red Boa Nova y directivo de la Fraternidade Cristo-Redentor, además de presentador del programa Fraternidade, el enfermero Sr. Antonio Carlos Laferreira. Cada uno, a su turno, suministró su interpretación del texto evangélico leído. A pesar de los matices diferentes y lógicos de cada interpretación, la caridad y el perdón fueron los enfoques que caracterizaron a todos los comentarios. Divaldo ocupó de nuevo la tribuna, y emocionó a todos con la narración de la historia de Ilse, un caso registrado por el renombrado psicoanalista norteamericano Dr. James Hollis, que ha sido publicado en el libro Los pantanos del alma (editado en Brasil por la Paulus Editora. Título del original: Swamplands of the soul). Ilse era una joven polonesa y cristiana que, en el año 1942, mientras hacía compras, equivocadamente fue considerada judía y conducida como prisionera al terrible campo de Sobibor, en la propia Polonia. De nada sirvió su reclamo ni la presentación de documentos que demostraban que ella no era judía. Cuando llegó al campo de concentración, fue empujada a la fila de selección, desde donde sería enviada a la cámara de gas o a una barraca para prisioneros. Adelante de ella había una mujer frágil, acompañada por dos hijas muy pequeñas. Previendo que su destino sería la muerte por el gas intentó, la debilitada madre, dejar con Ilse a ambas niñas, para que pudiesen escapar de una muerte terrible por asfixia. Temerosa de ser involucrada en aquella situación –lo que fatalmente daría como resultado su propia muerte– Ilse empujó con fuerza a las pequeñas, detrás de la señora, que ya se alejaba en dirección al lugar donde la ejecutarían. El guardia nazi, comprendiendo lo que ocurría, así como el intento de la verdadera madre para salvar a sus hijitas, con una actitud cruel y despiadada arrastró a las niñas al lado de su verdadera madre, destinándolas a la muerte. Ilse jamás pudo olvidar la mirada que le dirigió la mujer, frágil física y emocionalmente, en aquel momento. Ilse jamás se olvidaría de las lágrimas que brotaban de aquellos ojos apenados, desesperados. Algunos años más tarde, finalmente, el campo de concentración fue liberado por los aliados. Ilse estaba entre los sobrevivientes, y más tarde se trasladó a los Estados Unidos de Norteamérica - USA. Jamás se había perdonado. Rechazaba el casamiento, pues no se consideraba digna de ser madre ni merecedora de ser amada. No había logrado tranquilizar a su conciencia. Peregrinó por diversas religiones, pero en ninguna había conseguido encontrar lo que tanto ansiaba: el perdón de su cobardía moral, que había ocasionado la muerte de una madre y de sus pequeñas hijas. Concluida la narración, Divaldo relata que en sus más profundas reflexiones acerca del drama, considera que el sufrimiento de Ilse le hace recordar a todos los enemigos desencarnados (obsesores) que no perdonan las equivocaciones que cometemos en perjuicio de ellos. En realidad no son obsesores. Son personas que nosotros arrojamos al abismo del dolor –físico y moral– y que por ser enfermos no nos comprenden ni nos perdonan. Mientras tanto, ¿con qué recursos podemos combatir la obsesión? A partir de que en El Libro de los Médiums, en cuyo capítulo 23 -De la Obsesión- son presentados los diversos tipos de obsesiones, así como sus causas y los medios para combatirlas, Divaldo deja en claro que la forma más eficaz de neutralizar la obsesión es la aplicación del amor, la oración, la paciencia y la misericordia para con aquellos que no nos han perdonado. A modo de coronación de esa noche de bendiciones, Divaldo traslada las recomendaciones deEl Libro de los Médiums a la práctica y narra el caso de la persecución que él mismo padeció durante 40 años, de parte de un espíritu, al cual Divaldo identificaba como el Máscara de Hierro, que finalmente lo perdonó por las acciones del pasado, cuando Divaldo tomó en sus brazos a una recién nacida, abandonada en las puertas de la Mansión y comenzó a dedicarle absoluta atención, cariño y amor. Emocionado, el espíritu que lo había perseguido durante todos aquellos años, apoyó gentilmente la mano en su hombro y le dijo: -Divaldo, hasta ahora no me habías convencido. Me derrotaste por la paciencia. No obstante, hoy ya no tengo más motivo para odiarte: esa criatura que llevas con tanto cariño entre tus brazos, abriga el espíritu de mi madre que retorna al ámbito físico. Para concluir con la tarea de esa noche, Divaldo manifiesta: Todos nosotros nos equivocamos, excepto Jesús. El mal es una experiencia que trajo un resultado perturbador. El mal –filosóficamente– no existe: es el bien que perdió el uso de la razón, y nos enseña a no volver a proceder de tal modo. Por esa razón, estamos todos invitados al autoanálisis, para identificar nuestras faltas. La liberación del mal comienza con el tratamiento de los complejos de culpa que insistimos en cargar con nosotros. Texto: Djair de Souza Ribeiro Fotos: Sandra Patrocínio
(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)
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Nota sobre Divaldo Pereira Franco
Está circulando uma notícia sobre desencarne de Divaldo Franco, ele neste final de semana em São Paulo, realizando um Seminário no Novotel Jaraguá, portanto é falsa a noticia do seu desencarne.
A foto é de hoje, parte da manha, 20.02.16.
Abraço-Jorge Moehlecke
(Recebido em emaio de Jorge Moehlecke)
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Registro. Divaldo Pereira Franco no SEJA Rio de Janeiro, RJ
18-02-2016
Foi inaugurado ontem, 18 de fevereiro de 2016, o auditório Divaldo Pereira Franco na comemoração do 9º aniversário do Centro Espírita Joanna de Ângelis, CEJA BARRA.
A homenagem à Divaldo Franco, padrinho e co-fundador desta instituição também contou com a inauguração e descerramento da placa alusiva a fundação desta querida instituição. A noite de festa foi iluminada ainda com uma brilhante palestra do médium e orador espírita.
Ressalvada a presença especial dos seguintes irmãos: Regina Lúcia Borges de Souza, diretora da FEB Rio; Alexandre Pereira, diretor da área de unificação do CEERJ; Gerson Simões Monteiro, Presidente da Rádio Rio de Janeiro, a Emissora da Fraternidade; Saulo de Tarso Ferreira Netto, Presidente do Centro Cultural Correio Espírita e editor do Jornal Correio Espírita; Luismar Ornelas Lima, repórter do Jornal Correio Espírita; Ana Maria Spranger, representante da livraria da Mansão do Caminho no Rio de Janeiro, Iracema Couto e Tupinambá Machado ambos representantes da Livraria Joanna de Ângelis, no Catete; Terezinha Oliveira, Presidente da IEJA, Instituição Espírita Joanna de Ângelis e da Escola Joanna de Ângelis em Japeri, Rio de Janeiro, além dos demais convidados, amigos, parceiros e colaboradores.
Após a prece feita pela Presidente do CEJA BARRA, Iraci Campos, Divaldo Franco fez uma análise sobre os transtornos psiquiátricos e obsessivos.
Iniciando a palestra no período do terror na França e os direitos humanos; Dr. Philippe Pinel, a experiência com os esquizofrênicos do Hospital de La Bicêtre e a nova era para a ciência psiquiátrica. Abordou com detalhes os estudos cerebrais do séc. XVII, Jean Martin Charcot e as experiências com a hipnose, uma época em que os fenômenos mediúnicos foram considerados histéricos, esquizofrênicos ou fraude do subconsciente e os médiuns, pessoas psicopatas, na ótica da ciência, da fisiologia e da psiquiatria.
Discorreu sobre o surgimento da psicanálise e as descobertas de Freud que buscou os conflitos no subconsciente e a sua notável contribuição ao desmistificar o sexo, e citando Romanos 14:14, lembrou-nos que nada é de si imundo a não ser para aquele que assim o considera.
Em seguida deu enfoque ao nascimento da psicologia por Carl Gustav Jung e seu rompimento com Freud que lhe considerou demasiadamente místico. Jung cria a psicologia analítica, uma psicologia profunda e para entender a criatura humana buscou no cristianismo primitivo, no século II, a palavra arquétipos, “marcas antigas”. Segundo ele, todos nós carregamos certas marcas que estão em nosso subconsciente, na linguagem da época, logo depois substituída por inconsciente porque haviam depósitos mais profundos de memória, então, inconsciente profundo. Mas Jung foi além: esse inconsciente se apresenta de duas maneiras, o individual e o inconsciente coletivo. Então, Jung adota a palavra arquétipo para caracterizar os nossos conflitos assim como percebe que somos duplos: temos o ser que somos e a aparência que apresentamos, o ego e o self. Não somos o ego, “a máscara”, somos o self, esse psiquismo que acumula as experiências de todas as gerações, e que contém nosso inconsciente coletivo, o que a Doutrina Espírita chama de perispírito e a filosofia e outras doutrinas chamam corpo astral, então chamamos o self de espírito e o ego a nossa personalidade. É necessário que superemos a sombra, efeito do ego. A função psicológica Junguiana é encontrar o estado luminoso. Esse estado luminoso é o Reino dos céus na palavra de Jesus. Divaldo explica que se compararmos com a doutrina espírita, é uma questão apenas de substituirmos palavras: o ego são nossas paixões negativas; o self, o espírito que somos; a sombra, nossas heranças de outras encarnações.
Abordando ainda sobre a concussão, a anoxia cerebral e os eletrochoques citou a técnica desenvolvida pelo médico português Egas Moniz, uma cirurgia no cérebro denominada, lobotomia, e, que com seu fracasso, aparecem os laboratórios de farmácia e os barbitúricos que até hoje são de grande eficiência em várias psicoses, especialmente na esquizofrenia.
O homenageado da noite nos mostra como está assustadora a questão da depressão. Porque nos afastamos de Deus e nos perdemos. Não sabemos o que queremos da vida. E a vida tem que ter um objetivo psicológico, uma meta, É necessário dar a vida um propósito. E esse propósito é o do amor. Quem ama não adoece. Quem ama tem doença transitória mas não é doente. E a doença não é um castigo. É um fenômeno natural da existência orgânica porque a vida na Terra é a vida ainda de um planeta inferior.
Somos espíritos doentes por causa da nossa herança, o nosso aparelho de defesa debilita-se através das marcas do nosso perispírito e do corpo astral abrindo o campo para essas manifestações, então nosso sistema imunológico debilita-se por causa dos nossos fenômenos morais, e contraímos infecções. Como também existem os transtornos das nossas condutas anteriores: a traição, o crime de qualquer natureza, o ódio, o ressentimento.
E aqueles que foram nossas vítimas tendo morrido mas não se tendo extinguido, voltam para cobrar. O Conferencista cita o capítulo XXIII do Livro dos Médiuns, quando Allan Kardec chama este fenômeno de obsessões, e ainda que, a maioria desses doentes que encontramos nos hospícios não são doentes mentais, são obsediados.
O espiritismo veio dar uma contribuição de que em qualquer psicopatologia, a presença de espíritos desencarnados infelizes é a causa desencadeadora do processo pela Lei de Causa e Efeito. E essa doutrina nos chega com uma abençoada luz, para nos arrancar dos conflitos, das garras das entidades perversas, graças as memoráveis sessões mediúnicas de desobsessão.
E conclui respondendo a pergunta: Então o que fazer?
Estamos na Terra para reparar e não para sofrer. Recomenda Jesus: Vigiar e orar. O vigiar é agir o bem, é manter uma vida saudável, é seguir os dois únicos mandamentos que ele deu preferência: amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo; e não fazer a outrem o que não deseja que outrem lhe faça.
Incansável, o Embaixador da Paz no Mundo, carinhosamente atendeu ainda a uma imensa fila para autógrafos e fotos encerrando assim, sua participação nessa linda e histórica festa.
Textos: Maria Rachel Coelho
Fotos:Luismar Ornelas de Lima
(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)
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DIVALDO FRANCO - CEJA BARRA, Rio de Janeiro, 18-02-2016.
Ayer, 18 de febrero de 2016, se inauguró el Auditorio DIVALDO PEREIRA FRANCO, durante la conmemoración del 9º aniversario del Centro Espírita Joanna de Ângelis: CEJA BARRA.
El homenaje a Divaldo Franco, padrino y cofundador de esta institución, también contó con la inauguración y el descubrimiento de la placa alusiva a la fundación de esta querida institución. La noche festiva fue iluminada -además- con una brillante disertación del agasajado médium y orador espírita.
Se destacó la presencia especial de los siguientes hermanos: Regina Lúcia Borges de Souza, directora de la FEB Rio; Alexandre Pereira, director del Área de Unificación del CEERJ; Gerson Simões Monteiro, Director de la Radio Rio de Janeiro, la Emisora de la Fraternidad; Saulo de Tarso Ferreira Netto, Presidente del Centro Cultural Correio Espírita y editor del PeriódicoCorreio Espírita; Luismar Ornelas Lima, reportero del Periódico Correio Espírita; Ana Maria Spranger, representante de la Librería de la Mansión del Camino en Rio de Janeiro; Iracema Couto y Tupinambá Machado, ambos representantes de la Librería Joanna de Ângelis, de Catete; Terezinha Oliveira, Presidente de la IEJA, Institución Espírita Joanna de Ângelis y de la Escuela Joanna de Ângelis de Japeri, Rio de Janeiro, además de otros invitados, amigos, compañeros y colaboradores.
A continuación de la plegaria que realizó la Presidente del CEJA BARRA, Iraci Campos, Divaldo Franco efectuó un análisis sobre los trastornos psiquiátricos y obsesivos.
Comenzó la disertación aludiendo al período del terror, en Francia, y a los derechos humanos; luego, al Dr. Philippe Pinel y la experiencia con los esquizofrénicos del Hospital de La Bicêtre, y la nueva era para la ciencia psiquiátrica. Abordó con detalles los estudios cerebrales del siglo XVII; Jean Martin Charcot y las experiencias con la hipnosis, una época en la cual los fenómenos mediúmnicos fueron considerados histéricos, esquizofrénicos o fraude del subconsciente y de los médiums, personas psicópatas -según el punto de vista de la ciencia, de la fisiología y de la psiquiatría.
Se explayó sobre la aparición del psicoanálisis y los descubrimientos de Freud, que buscó los conflictos en el subconsciente, y su notable contribución al desmitificar el sexo, y citando la epístola a los romanos, 14:14, nos recordó que nada es por sí inmundo a no ser para aquel que lo considera de ese modo.
Seguidamente, enfocó el nacimiento de la psicología, debido a Carl Gustav Jung, y su ruptura con Freud, que lo consideró demasiado místico. Jung crea la psicología analítica, una psicología profunda, y para entender a la criatura humana, buscó en el cristianismo primitivo -en el siglo II-, la palabra arquetipos: marcas antiguas. Según él, todos somos portadores de ciertas marcas que están en nuestro subconsciente, según el lenguaje de la época, denominación que poco después fue sustituida por inconsciente, y porque había depósitos más profundos de la memoria, entonces quedó como inconsciente profundo. Pero Jung fue más allá: ese inconsciente se presenta de dos maneras: el individual y el inconsciente colectivo. Entonces, Jung adopta la palabra arquetipo para caracterizar nuestros conflictos, así como percibe que somos dobles: tenemos el ser que somos y la apariencia que mostramos, el ego y el Self. No somos el ego, la máscara, somos el Self, esa psiquis que acumula las experiencias de todas las generaciones, la cual contiene nuestro inconsciente colectivo, al que la Doctrina Espírita denomina periespíritu y la filosofía y otras doctrinas denominan cuerpo astral, entonces denominamos el Self del espíritu y el ego a nuestra personalidad. Es necesario que superemos la sombra, el efecto del ego. La función psicológica junguiana es encontrar el estado numinoso. Ese estado numinoso es el Reino de los Cielos en la palabra de Jesús. Divaldo explica que si lo compararmos con la Doctrina espírita, es una cuestión de apenas sustituir palabras: el ego son nuestras pasiones negativas; el self: el espíritu que somos; la sombra: nuestras herencias de otras encarnaciones.
Abordando aún la conmoción, la anoxia cerebral y los electrochoques, citó la técnica desarrollada por el médico portugués Egas Moniz, una cirugía en el cerebro denominada lobotomía, y que con su fracaso, aparecen los laboratorios de farmacia y los barbitúricos, que hasta hoy son de gran eficiencia en varias psicosis, especialmente en la esquizofrenia.
El homenajeado de la noche nos muestra cómo está amenazadora la cuestión relativa a la depresión, porque nos alejamos de Dios y nos perdemos. No sabemos qué queremos de la vida, y la vida tiene que tener un objetivo psicológico, una meta. Es necesario darle a la vida un propósito, y ese propósito es el amor. Quien ama no se enferma. Quien ama tiene una enfermedad transitoriamente, pero no es un enfermo. Y la enfermedad no es un castigo, es un fenómeno natural de la existencia orgánica, porque la vida en la Tierra es aún la vida relativa a un planeta inferior.
Somos espíritus enfermos a causa de nuestra herencia, nuestro sistema de defensa se debilita a través de las marcas de nuestro periespíritu y del cuerpo astral, abriendo el campo para esas manifestaciones, entonces nuestro sistema inmunológico se debilita a causa de nuestros fenómenos morales, y contraemos infecciones. También existen los transtornos de nuestras conductas anteriores: la traición, el crimen -cualquiera sea su naturaleza-, el odio, el resentimiento.
Y aquellos que han sido nuestras víctimas, que han muerto pero no se han extinguido, retornan para cobrarse. El disertante cita el capítulo XXIII de El Libro de los Médiums, cuando Allan Kardec denomina a este fenómeno: obsesiones, y agrega que la mayoría de esos enfermos que encontramos en los hospicios, no son enfermos mentales: son obsesos.
El espiritismo ha venido para hacer una contribución relativa a que en las psicopatologías, la presencia de espíritus desencarnados desdichados es la causa desencadenante del proceso, por la Ley de Causa y Efecto. Y esa doctrina nos llega con una bendita luz, para liberarnos de los conflictos, de las garras de las entidades perversas, gracias a las memorables sesiones mediúmnicas de desobsesión.
Y concluyó, respondiendo a la pregunta: Entonces, ¿qué hacer?
Estamos en la Tierra para reparar y no para sufrir. Recomienda Jesús: vigilar y orar. El vigilar significa proceder según el bien, es mantener una vida saludable, es respetar los dos únicos mandamientos a los que él dio preferencia: amar a Dios por encima de todas las cosas y al prójimo como a uno mismo; y no hacer a los demás lo que no se desea que los otros le hagan.
Incansable, el Embajador de la Paz en el Mundo, cariñosamente atendió -además- a una inmensa fila para autógrafos y fotos, finalizando de ese modo su participación en esa grata e histórica fiesta.
Textos: Maria Rachel Coelho
Fotos: Luismar Ornelas de Lima
(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)
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