domingo, 1 de setembro de 2013

Registro. Divaldo Pereira Franco no Colégio Militar. XXIII Feirão Pró Mansão do Caminho. Rio de Janeiro, RJ

Em evento organizado pelo Grupo Espírita Caminho da Esperança, realizou-se neste domingo dia 25 de agosto o XXIII FEIRÃO PRÓ MANSÃO DO CAMINHO,
no Colégio Militar do Rio de Janeiro (Rua São Francisco Xavier, 267 - Tijuca, Rio de Janeiro/RJ).
Na oportunidade Divaldo Pereira Franco ministrou mini seminário com o tema "Saúde Integral".
Evento organizado pelo Grupo Espírita Caminho da Esperança.
Fotos e texto; Luismar Lima.

Abraço,
Jorge Moehlecke

(Informações e fotos recebidas em email de Jorge Moehlecke)

Divaldo Pereira Franco na Concha Acústica da UERJ – 2013 Rio de Janeiro, RJ


DIVALDO FRANCO NA CONCHA ACÚSTICA DA U.E.R.J. - 2013
Com a presença de um público de aproximadamente 5000 pessoas, Divaldo Franco esteve neste dia 23 de agosto,
na Concha Acústica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, em evento promovido pelo Grupo Espírita Caminho da Esperança, dirigido pela querida Ana Guimarães.
Fotos: Luismar Lima
Abraço,
Jorge Moehlecke

(Informação recebida em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo realiza palestra no Museu do Exército Conde de Linhares. Rio de Janeiro, RJ

20-08-2013
O médium e orador espirita Divaldo Pereira Franco realizou nesta terça-feira, 20 de agosto, a terceira palestra de sua temporada anual na cidade do Rio de Janeiro. Os encontros são realizados ininterruptamente desde 1956.

Como na palestra realizada na segunda-feira na Sociedade Hebraica, ontem (20 de agosto), no  Museu do Exército Conde de Linhares, na Quinta da Boa Vista, Divaldo também citou passagens da biografia de Adolf Hitler para ilustrar  temas tão amplos como a vida e a morte, a seriedade no trabalho mediúnico e o grave momento que o planeta atravessa.

Lembrou que a mediunidade  é faculdade normal em quase todas as criaturas.  Esteve presente tanto em Espíritos luminosos - como Francisco de Assis-, mas também foi registrada em seres controversos, como Hitler.  O alemão foi portador de ostensiva mediunidade, que exerceu no Grupo Tullis, entre 1914-1918, em Berlim. Se acreditava fadado pela Divindade a ser “a chibata sobre a qual Deus exerceria um controle, fazendo que ela caísse no dorso da Humanidade.”

Divaldo recordou que os primeiros contatos com a mediunidade surgiram na vida de Hitler após uma visita ao museu de Hofburg, em Viena (Áustria), onde teria entrado por acaso, para se esconder do frio - o fuher era asmático. No edifício, ouviu de um guia informações a respeito de uma lança, supostamente usada pelo centurião romano no tórax de Jesus (João 19:34). A história do artefato, cercada de lendas que envolveriam aquele que tivesse a sua posse, teria sido definitiva para o interesse do líder pelas “forças ocultas”.

Antes da palestra, que reuniu mais de mil pessoas, Divaldo foi homenageado com exposição sobre sua vida, idealizada pelo Grupo Espírita Caminho da Esperança, organizador do evento da noite.  A presidente da instituição, a médium e oradora Ana Jaicy Guimarães,  o presenteou com o texto “Homem de Bem - Servo Fiel”.

A primeira palestra da temporada no Rio ocorreu durante o IV Congresso do Centro Espírita Joanna de Ângelis e reuniu mais de 3,5 mil pessoas no CityBank Hall na Barra.

Um grupo de colaboradores da Mansão do Caminho - obra social fundada por Divaldo há 61 anos em Salvador (BA) - acompanha o tribuno durante a turnê.

      Texto: Ana Landi
      Fotos: Luismar Lima

(Texto e fotos recebidos em email de Jorge Moehlecke)








Registro. Divaldo Pereira Franco na Hebraica Rio de Janeiro, RJ

19 de agosto de 2013
DIVALDO FRANCO NA HEBRAICA - 2013 
"Divaldo Pereira Franco esteve neste dia na Hebraica - Rua das Laranjeiras, 346 - Laranjeiras - Rio de Janeiro/RJ - dentro da programação do XXVIII Ciclo de Palestras do V CEU/CEERJ, cujo tema central é "O Mundo não acabou: e agora?". Um público de 2000 pessoas aproximadamente esteve presente ao evento."
Fotos e texto: Luismar Lima
  Abraço,
           Jorge Moehlecke

(Texto e fotos recebidos em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo Pereira Franco Rio de Janeiro, RJ

Dia 18 agosto 2013

IV CONGRESSO CEJA-BARRA - 2013
Com a presença de um público de aproximadamente 3200 pessoas, realizou-se neste dia 18 de agôsto de 2013 o IV CONGRESSO CEJA-BARRA, tendo como tema "A Psicologia do Perdão no Evangelho de Jesus", com a participação dos oradores Divaldo Franco, Antonio Cesar Perri de Carvalho, Cristiane C. Niero e Alberto Almeida. Coube a cantora Leila Pinheiro e ao Grupo de Jovens do CEJA-Barra, a apresentação musical.
  Fotos e texto: Luismar Lima
  Abraço,
                Jorge Moehlecke
(Texto e fotos recebidosem email de Jorge Moehlecke)

Registro. Congresso no Rio sobre Psicologia do Perdão Rio de Janeiro, RJ

O 4º Congresso Espírita Joanna de Ângelis (CEJA) foi realizado no dia 18 de agosto, no Citibank Hall, localizado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O evento teve como tema “A psicologia do perdão no evangelho de Jesus” e homenagem aos 150 anos de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Atuaram como palestrantes Divaldo Pereira Franco; Antonio Cesar Perri de Carvalho, presidente da Federação Espírita Brasileira; Alberto Almeida e Cristiane Niero. Representantes estaduais e regionais do CEERJ integraram a mesa de abertura. Houve apresentações artísticas por jovens do centro promotor e sessão de autógrafos. O evento foi transmitido ao vivo pela TVCEI. Informações: www.cejabarra.org;www.febnet.org.br

CEJA. Abertura

CEJA. Palestra Perri

CEJA. Palestra Divaldo Pereira Franco

CEJA. Público.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Mansão do Caminho completou 61 anos de existência Salvador, BA

15/08/1952 – 15/08/2013

“Divaldo Franco e Nilson de Souza Pereira se conheceram em agosto de 1945, quando Divaldo lecionava na Escola de Datilografia N. S. do Carmo, no bairro dos Quinze Mistérios, em Santo Antônio, Salvador, e ali Nilson se matriculou.
Nasceu então uma amizade, uma fraternidade espiritual que, alicerçada e fomentada pelo Espiritismo, duraria para toda a vida. Aliás, para além das atuais encarnações dos dois, com certeza.
Hoje, a Mansão do Caminho é um admirável complexo educacional e assistencial, contando com 50 edificações, fora as construções em andamento, distribuídas em ruas, bosques e lago, onde são atendidas três mil crianças e jovens de famílias de baixa renda.
São desenvolvidas diversas atividades socioeducacionais, como: Enxovais, Pré-Natal, Creche, escolas de ensino Pré-Escolar, Básico e Fundamental, Informática, Cerâmica, Panificação, Bordado, Tapeçaria, Reciclagem de Papel, Centro Médico, Laboratório de Análises Clínicas, Atendimento Fraterno, Caravana Auta de Souza, Casa da Cordialidade e Bibliotecas.
Para movimentar toda essa engrenagem, a Diretoria conta com mais de 200 funcionários, além de 400 colaboradores voluntários permanentes.”
Abraços,
Jorge Moehlecke
Divaldo e Nilson
Mansão do Caminho
Divaldo e as crianças da Mansão do Caminho
Mansão do Caminho. Salvador, BA
Divaldo Pereira Franco na Mansão do Caminho

Leia também sobre a comemoração dos 60 anos da Mansão do Caminho
Acesse aqui:


4º Movimento “Você e a Paz” em Bom Jesus da Lapa, Bahia

10 de agosto de 2013

       Uma noite inolvidável. Assim foi a conferência do prof. Divaldo Pereira Franco no último dia 10 na cidade de Bom Jesus da Lapa – Ba. Pela 4ª vez consecutiva realizando o Movimento Você e a Paz na cidade, dessa vez Divaldo fez esplêndida conferência com o tema: Bem Aventurados os Pacificadores.
Sob o verbo inflamado do grande mensageiro da paz, desfilaram figuras importantes, símbolos do movimento da não violência no mundo. Nessa noite, também nós resistimos como Rosa Park, nos mobilizamos com Martin Luther King Jr., meditamos com Nelson Mandela no cárcere, nos solidarizamos com Ghandi e sorrimos com o Papa Francisco.
Divaldo abordou a significativa contribuição dos códigos morais da Humanidade para a aquisição da paz e harmonia sociais. Relembrou-nos o código de Hamurabi e Moisés com o Decálogo e a importância destes para a organização social e ressaltou a síntese magnífica de Jesus nas Bem Aventuranças, a sinfonia inacabada...
Bem Aventurados os Pacificadores porque serão chamados Filhos de Deus, anotou Mateus no seu capítulo 5, versículo 9. Porque é através da construção da Paz que nos sentimos mais próximos da Família Universal. Somente sendo pacificadores nos enxergamos como irmãos, filhos de Deus.
O Paladino da paz também nos propôs a análise do comportamento dos violentos e belicosos do mundo. Os poderosos, os chefes de estado, líderes revolucionários e beligerantes que passaram pelo mundo ceifando vidas e sufocando esperanças, mas que apenas passaram e nada deixaram de luminoso. E no outro extremo, Jesus, o pacificador por excelência, demonstrando-nos que o amor incondicional é capaz de neutralizar qualquer ódio.
Por fim, Divaldo deixou-nos cinco passos para conseguirmos ser mais feliz na Terra: Perceber que a vida é bela; dar-se conta que nascemos para amar; Ser tolerante; Saber que o mal que nos fazem não nos faz mau, mas o mal que fazemos, esse sim, nos torna maus; e, por fim, acreditar que há uma luz brilhando em nós, o traço do Criador na criatura.
Uma noite inesquecível onde a importância da Paz ficou mais clara para nós. A população de Bom Jesus da Lapa e os visitantes das cidades próximas certamente temos muito a agradecer a Deus pela oportunidade da ilustre presença de Divaldo.
Texto e fotos recebidos de , Lucas Ramos

Registro. “Você e a Paz” com Divaldo Pereira Franco Muritiba, BA

07 agosto 2013

A Paz e doces recordações
Na véspera de seu aniversário, a cidade de Muritiba recebeu, na noite de 07 de agosto, um dos mais belos e significativos presentes – a presença de Divaldo P. Franco para o lançamento do XVI Movimento Você e a Paz, naquela cidade.
Sendo franqueada a palavra àqueles que antecederam ao orador da noite, deu inicio o Sr. Prefeito, Roque Luiz Dias dos Santos, que transmitiu as boas vindas, destacou a lisonja e a honra em receber o tribuno Divaldo Franco, acentuando a sua importância para a cidade e a responsabilidade em se promover a Paz.
Em seguida, o representante do movimento esperantista, Sr. Manoel Borges, ressaltou “a alegria em participar de um encontro onde a paz, o amor e a compreensão entre todos se constitui no tema principal”.
O escritor e historiador Sr. Nelson Brito, realizou uma singela homenagem passando às mãos de Divaldo, o exemplar de um livro da sua lavra e duas fotos, nas quais o homenageado encontra-se postado ao lado de D. Ilda Veiga, Sr. Rafael Veiga, Sr. Aurelino Leal, D. Iaiá e seu esposo Sr. Claudemiro Cruz e Beti.
O confrade Cláudio Amorim, utilizando-se da imagem da tela magistral de Rafael Sanzio – Escola de Atenas, em que retrata Platão e seu discípulo Aristóteles, na qual o primeiro, idealista, aponta para o alto (mundo ideal, das ideias) e o último, mais voltado para as coisas do mundo, faz um gesto de ponderação com a mão como quem dirige o pensamento para o baixo, o aqui e agora (o mundo terrestre) –, fez uma análise lembrando que a idealização da Paz (Platão) deverá se concretizar na ação da virtude, e esta se constrói através dos atos virtuosos aqui e agora (Aristóteles), “fazendo ao próximo aquilo que desejamos que o próximo nos faça”.
Divaldo dirigiu-se a todos, esclarecendo a respeito de que sua peça de oratória se daria em torno do que denominou alguns retalhos da vida sobre o Movimento Você e a Paz.
Inicialmente, trouxe-nos à memória alguns fragmentos do exemplo de vidas admiráveis como a de Alberto Schweitzer, “o profeta das selvas”, conforme o denominou o escritor Hermann Hagedorn, que na aldeia às margens do rio Ogooué, fixou uma placa com a inscrição: Aqui sempre haverá uma luz acesa para os que estão na escuridão. Entregou a sua vida para aqueles do Congo belga, no Continente Africano, para fomentar a paz entre as etnias.
O jovem sacerdote belga Georges Dominique Pire, que compreendeu a necessidade de fazer algo por aqueles que haviam perdido tudo, menos o direito de viver, após a Segunda Guerra Mundial, que deixou a Europa destroçada. Não se cansou diante das negativas dos governantes belgas, da Alemanha, da França, da Inglaterra, para o seu projeto de criar uma comunidade para as vítimas da guerra, que conseguiu realizá-lo mais tarde, depois de muitas lutas, em uma região montanhosa da Bélgica colocando no frontispício “aqui haverá sempre paz”.
Madre Teresa de Calcutá que, depois de lecionar para meninas ricas da cidade indiana, buscando fazer algo pela paz, deixando o conforto do monastério, foi cuidar dos párias, dos miseráveis. Quando, diante daquela que foi recolhida de entre os cadáveres em uma lata de lixo e que veio a morrer nos seus braços, respondia às indagações: Qual é o seu nome? – É o seu nome; Qual é o seu Deus? – O meu Deus é você; Qual é a sua religião? – A minha religião é você. Diante do príncipe Charles, da Inglaterra, para receber o prêmio Daniel Duncan, o maior da Humanidade, criado para ser entregue a uma pessoa que lograsse ser votada por mil pessoas de diferentes países do mundo e por unanimidade, ouviu-o declarar: “Senhora, eu tenho vergonha de não fazer o que a senhora faz”. Redarguindo, disse ela: “Príncipe, já está na hora de acabar a vergonha de fazer o bem e começar a realizá-lo”.
Discorreu a respeito do encontro com aquele jovem na penitenciaria da Pedra Preta, atual Colônia Penal Lafayete Coutinho, quando naquela oportunidade falou a respeito da paz, mas antes solicitou ao Secretário de Segurança Pública que ordenasse a retirada das metralhadoras do local, e ouvindo do Sr. Secretário que era um risco, elucidou sabiamente: A vida é um risco; viver é um ato arriscado e pregar a paz também o é. Se eu não tiver confiança do que vou dizer aos outros, sou apenas uma marionete de uma proposta. Aquele jovem, que o chamou de tio Divaldo, foi marcado, por certo, por uma das maiores emoções que experimentou na sua vida, sentindo-se amado. Mais tarde, já trabalhando na Mansão do Caminho, questionado por que mudou a maneira de pensar, respondeu sem receio, de uma forma comovedora: “Porque o senhor olhou para mim, tio Divaldo, eu vi que o senhor nunca me tinha visto, mas naquele dia o senhor me amou como se fosse o meu pai, não foi?”
Recordou, sensibilizado, que esteve na cidade no ano de 1948, hospedando-se na residência do Sr. Rafael e D. Ieda Veiga, retornando no ano seguinte, quando no domingo de carnaval psicografou a primeira mensagem mediúnica. Tenho evocações inolvidáveis do jardim das rosas e das dálias, da família Veiga, da sociedade, da cultura desta cidade que nos recebeu muito bem, como foi aqui recitado – exclamou, para em seguida discorrer sobre alguns nomes como: Aurelino de Carvalho, D. Raquel Ribeiro, Abel Mendonça, a família Cruz e outros que sempre vinham para essa convivência fraterna.
Não se escusou de revelar a doce expectativa que o envolveu ao atender o convite para retornar à saudosa Muritiba e agora falar sobre a proposta do Movimento Você e a Paz: Quando recebemos o convite para vir a Muritiba propor o Movimento Você e a Paz, exultei, e ao subir a montanha de São Félix para cá, a imaginação estava rica de evocações e de saudades. Saudades de tanta ternura, de tanta bondade do casal Veiga, que era constituído de sentimentos beneméritos em favor da comunidade, e da comunidade que nos acolheu ao longo desses anos inúmeras vezes em conferências nossas de ordem religiosa.
Concluiu, propondo-nos: Viva melhor. Não reaja, aja; estabeleça um programa: eu tenho direito de ser feliz; eu serei feliz amando. Comece em casa, no escritório, um pouco mais de gentileza, na sociedade, no clube, onde quer que estejamos, porque além de nos fazer bem, o mundo será melhor.
Concedeu um abraço coletivo proclamando a nossa necessidade de viver em paz, reforçando sua proposta de paz com a dAquele que é nosso Modelo e Guia: “Eu vos dou a minha paz; não a dou conforme o mundo dá; eu a dou como somente eu a posso dar”.
Doces recordações!

(Informações recebidas em email de Jorge Moehlecke)
Divaldo Pereira Franco autografando

Acesse o PPS do evento acima postado na Rede Amigo Espírita aqui:


Na Rede Amigo Espírita PPS. do 5º. Congresso Espírita de Mato Grosso


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