segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Registro. Divaldo Pereira Franco no Rio Grande do Sul Frederico Westphalen

27 de agosto de 2017
O Peregrino de Jesus, Divaldo Pereira Franco, tomando em suas mãos a tarefa de divulgar o Espiritismo, congregar corações e semear o amor, esteve pela primeira vez em Frederico Westphalen, proferindo uma conferência. O evento, organizado pelos Centros Espíritas Mensageiros da Luz e Caminhos da Luz, foi realizado no Ginásio do Itapagé. Durante a sessão de autógrafos, o Semeador de Estrelas concedeu rápidas entrevistas as Rádios Cruz Alta e Pop Rock FM; Rádio da Hora da Universidade Federal de Santa Maria, Campus Frederico Westphalen; Rádio Landell FM, de Palmeira das Missões; e para o jornal O Alto Uruguai, de Frederico Westphalen.
Um público de aproximadamente 3.500 pessoas foi recepcionado por belas interpretações musicais, harmonizando o ambiente. Assim, o Dr. Juan Danilo Rodríguez, de Quito, Equador, dileto amigo de Divaldo, e que acompanha a jornada iluminativa em terras gaúchas, que é médico, terapeuta holístico, psicólogo transpessoal, residente na cidade de Quito, no Equador, fundador e atual presidente do Centro Espírita Francisco de Assis, na capital equatoriana. Dr. Juan Danilo fundou, também, uma instituição para tratamento da síndrome autista, tornando, para esses, uma vida de mais equilíbrio e contato social, dignificando a criatura humana. É autor do livro Alliyana, com uma abordagem sobre o tratamento do autismo. Rapidamente o Dr. Juan apresentou o abraço dos espíritas de sua cidade, em especial do Centro Espírita Francisco de Assis, destacando o infinito amor de Jesus, tendo legado um tratado de convivência ética e moral para a humanidade.
Divaldo, assomando a tribuna, destacou que é natural que a existência terrena apresente eventos inesperados, intempestivamente, ocasionando mudanças dos projetos de vida, conduzindo a criatura para situações jamais imaginadas.
Iluminando corações, narrou comovente e real história publicada em 1939 intitulada “Estes Dias Tumultuosos” do escritor, jornalista holandês-canadense Pierre van Paassen (1895 – 1968), Pastor Luterano, consciente que o seu próximo deve ser compreendido e amado. A história se refere a um jovem francês de nome Ugolin. Pierre van Paassen perdeu todos os membros de sua família na II Guerra Mundial.
Ugolin foi um jovem portador de deformações físicas provocadas pela violência paterna e que viva pelas ruas parisienses do pós-guerra. Abandonado e excluído da sociedade, ele vivia da generosidade alheia e de pequenos favores. Órfão, possuía somente como família a irmã. Ela vivia da prostituição.
Pierre van Paassen e Ugolin tornaram-se amigos. O afeto mútuo os unia, plenificando-se em carinho e amor. No desenrolar dos dias o convívio entre ambos se estreitou. Como se aproximava o natal, Ugolin solicitou de presente um par de sapatos.
O escritor aguardava a noite de Natal para entregar a Ugolin o par de sapatos tão desejado. Na noite, véspera do Natal, Ugolin não apareceu. Um grupo de jovens alcoolizados amarraram o jovem excluído a um poste após despi-lo, surrando-o barbaramente.
Diante da balbúrdia, o Abade de La Roudaire, sacerdote da igreja local, interferiu, fazendo com que os delinquentes fugissem. Retirando do posto o jovem exangue, o abade levou-o até a casa paroquial para ali passar a noite. Pela manhã, o religioso não o encontrou no leito onde o tinha deixado.
Mais tarde o abade soube que Ugolin havia cometido suicídio. Sua irmã, ao tomar conhecimento dos fatos, não suportando a dor e desalentada, igualmente cometeu o suicídio.
Apesar de a Igreja Luterana proibir atos litúrgicos aos suicidas, o funeral de ambos foi oficiado pelo abade, que após orar junto aos corpos dos irmãos, cujas vidas foram de aflições, sofrimento e abandono, dirigiu-se aos fiéis que lotavam a igreja afirmando que aqueles jovens infelizes não seriam considerados por Deus como suicidas, mas na condição de assassinados pela maldade e crueldades humanas. No sermão, o abade, se dirigindo ao público, formulou um questionamento hipotético de Deus: Abade de La Roudaire que fizestes das ovelhas que te confiei? Feito essa pergunta três vezes, o abade responde: Não foram ovelhas que tu me mandaste, eram lobos sob peles de ovelha. Essa instigante, comovente e real história encontra-se estampada, em detalhes, no livro Divaldo Franco e o Jovem, da Editora LEAL.
A narrativa despertou a emotividade. Tanto o autor da história, Pierre van Paassen, quanto o abade de La Roudaire, não conseguiram consolar e auxiliar mais efetivamente a Ugolin e a irmã, pois que não aceitavam a doutrina da pluralidade das existências e por essa razão não conseguiram explicar as razões do grande sofrimento de ambos ante a vida. Teria Deus os esquecidos ou tratava-se de castigo da Divindade? Era a questão insistentemente formulada por Ugolin e que o religioso e o escritor não conseguiam responder adequadamente.
O princípio da reencarnação – associado ainda à existência de Deus, a possibilidade de comunicação entre ambos os planos da vida, a existência da alma e o seu progresso gradativo e a pluralidade dos mundos habitados -  formam a base da Doutrina Espírita.
A Doutrina Espírita faculta o desenvolvimento de objetivos transcendentais, além de ser O Consolador prometido por Jesus que vem explicar que os sofrimentos têm uma razão de ser. Não se trata de castigo, mas sim, oportunidades que a Divindade oferece – a lei de Ação e Reação – ou por necessidade de evolução, criando oportunidades para o desenvolvimento de qualidades. As reencarnações, juntamente com a imortalidade da alma, formam o magnífico mecanismo para o reajuste com as Leis Soberanas. Compete ao ser humano, de posse desse conhecimento libertador, tornar-se instrumento com o qual irá construir a evolução moral e espiritual.
Não há, portanto, razão para que a criatura humana se deixe envolver pelo pessimismo dos dias atuais e que rondam a sociedade, nos estertores desse Mundo de Provas e Expiações. Relacionando com a palpitante história, Divaldo Franco foi alinhando formulações à luz de O Evangelho de Jesus, consolando e esclarecendo àqueles miseráveis que perambulam pelas cidades. Saibamos, disse Divaldo, descobrir os invisíveis da sociedade, acolhendo-os, sendo-lhes solidários, fraternos e caridosos.
Amai-vos uns aos outros! Vale a pena amar, repartir a esperança, acreditar no outro. Cada indivíduo deveria se sentir tocado pelas mãos de Deus, que chega em forma bênçãos generosas, tendo a honra de fazer o bem. As mágoas devem ser deixadas de lado, abrindo possibilidades para agradecer pela vida e como ela se apresenta.
Apesar dos dias tumultuosos da atualidade, onde as aflições, ódios, intolerâncias, sofrimentos e violências, dias em que as pessoas – ao invés de se amarem umas às outras como preconizado por Jesus – elegem se armarem umas contra as outras – no âmbito material e emocional -  urge aceitar e viver a proposta de Jesus, amando mais, tornando-se mais gentis, tolerantes, pacíficos e  mansos, em acordo com os ensinamentos registrados no Sermão da Montanha,  permitindo a formação de uma humanidade mais justa e feliz. Declamando o Poema da Gratidão, Divaldo Franco, ensejou a oportunidade para muitas reflexões, convictos na reencarnação, na imortalidade da alma e do ajuste às Leis Soberanas. Os generosos aplausos foram os agradecimentos dos corações ternos ao ínclito orador baiano.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke

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domingo, 27 de agosto de 2017

Registro. Divaldo Pereira Franco em Chapecó, SC

Chapecó, 26 de agosto de 2017
Governador de Santa Catarina recebeu Divaldo Franco em Chapecó.
O Governador Raimundo Colombo recebeu Divaldo Franco no aeroporto de Chapecó. Divaldo procedia de Lages, onde na noite anterior havia proferido uma conferência espírita.
Inteiramente dedicado ao próximo e atendendo convite, Divaldo Franco manteve um diálogo com algumas famílias das 71 vítimas que pereceram no acidente aéreo em 19 de novembro de 2016, na Colômbia, sendo a maioria de jogadores da Chapecoense, dirigentes esportivos e profissionais da imprensa. O evento sensibilizou vários países, desencadeando um movimento de solidariedade e de fraternidade.
Ao chegar para desempenhar o seu compromisso na Arena Condá, Divaldo atendeu rapidamente os profissionais de imprensa da NSC – Rede de Televisão Catarinense e a Rádio Chapecó, passando a conceder autógrafos a seguir. O público presente foi estimado 7.500 presentes. A mídia eletrônica – FEBTV, FECTV e Web Rádio Fraternidade – somaram mais de 14.000 acessos registrados.
Diversas autoridades políticas, esportivas e espíritas estiveram presentes ou representadas, entre elas o Prefeito de Chapecó, Luciano Buligon e o representante da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. O evento teve, também, por objetivo comemorar o centenário da aprazível Chapecó.
Divaldo foi homenageado pelo seu 90º aniversário e pelos 70 anos de oratória espírita, completando, assim, o destaque dessas ocorrências, que havia se iniciado em Florianópolis e depois em Lages. Os sentimentos expressos são de gratidão pela mensagem apostolar da fraternidade, divulgando as máximas do Cristo. Divaldo Franco é um idealista incomparável que esteve em Chapecó pela primeira vez no ano de 1979, retornando mais quatro vezes, fazendo-se ponte entre os homens e Deus.
O nobre orador, sensibilizado, agradeceu a lembrança da Federação Espírita Catarinense, dizendo que o registro o remete a fazer profundas reflexões, transferindo a homenagem aos lídimos trabalhadores espíritas catarinenses.
Com dois grandes pensamentos: o primeiro, de Marco Túlio Cícero, afirmava que a História é a pedra de toque que desgasta o erro e faz brilhar a Verdade; o segundo, de Lord Francis Bacon, preconiza que uma filosofia superficial leva ao materialismo, mas uma filosofia profunda leva à Deus, à verdadeira religião. Apoiando-se nesses pensamentos, Divaldo demonstrou que a História, desde a Antiguidade Oriental até os dias atuais, é um manancial inexaurível de informações que comprovam a imortalidade da alma.
O inolvidável orador, como exímio professor, destacou vários fatos históricos envolvendo religiosos e pesquisadores, que através da mediunidade se expressaram sobre fatos ocorridos em locais distantes, guardando a hora precisa em que se desenvolveram. Outros, onde a mediunidade anuncia fatos a ocorrerem e que se concretizaram, confirmam os registros históricos.
A criatura humana na busca de conhecer-se e conhecer o mundo em que vive, emprega esforços para compreender fatos cujas origens são transcendentes e que boa parte dos homens de ciência rejeitam. A mediunidade, faculdade orgânica do ser humano, esteve e está presente nos atos de todos, colaborando para a construção de dias melhores.
Em sua narrativa histórica, Divaldo dissecou vários episódios, como a separação entre ciência e religião; o advento da Doutrina Espírita; o amor apresentado aos homens por Jesus. Coube ao Espiritismo revelar e comprovar, pela mediunidade, que a vida não se interrompe com a morte do corpo físico, que o ser pensante sobrevive e preexiste à indumentária carnal.
Jesus, o inigualável amigo, conjugando o verbo amar, ensinou a necessidade do perdão e da compreensão, da caridade e da solidariedade, da ética e da moral, da verdade que liberta e da mentira que aprisiona, da hipocrisia e da benevolência, da violência e da paz, tudo para que o homem tivesse vida em abundância. O amor é força criativa e sustentadora.
Modernos astrofísicos, pelas pesquisas, concluem que Deus e o Espírito são existências palpáveis, fazendo uma ponte entre a ciência e a religião. A mediunidade sempre esteve presente no curso da evolução humana, desde a sua criação. Na atualidade, homens notáveis se dedicam a comprovar a existência e a manifestação do Espírito. Assim, pouco a pouco o véu que encobria parcela da verdade está sendo levantado, deixando à mostra uma realidade insofismável, o Espírito e suas ações no meio físico e extrafísico.
Francisco de Assis, Francisco Cândido Xavier, e outros, são emissários divinos junto aos homens, auxiliando o progresso da humanidade. A Doutrina Espírita, com sua trilogia, ciência, filosofia e religião, é a expressão do amor de Deus se disseminando coletivamente. Vários casos de mediunidade foram apresentados, inclusive os referentes ao médium orador e conferencista Divaldo Franco, que, desde os quatros anos de idade, confabula com os Espíritos desencarnados.
É a sobrevivência da vida. O Espiritismo realizou a maior façanha filosófica, matou a morte. A Doutrina Espírita dá a certeza da imortalidade da alma. Os ditos mortos estão vivos.
Finalizando, Divaldo Franco destacou que, ao homenagear o centenário de Chapecó, felicitou os seus cidadãos, com a certeza de que o amor sobrevive a qualquer equação. Aos sobreviventes da tragédia que abalou o município, em especial, incentivou-os a dizerem que amam seus afetos e que lhes devotam gratidão. Recitando o Poema da Gratidão, Divaldo encerrou sua brilhante abordagem, demonstrando a sobrevivência da alma humana e suas relações com o mundo físico.
O Prefeito, tomando a palavra, agradeceu a visita de Divaldo, enaltecendo o amor, Os aplausos que se sucederam, atestaram o carinho e a devoção dos presentes, reconhecendo o quanto somos gratos ao nobilitante trabalho desenvolvido por esses Espírito de Escol, Divaldo Pereira Franco, o Semeador de Estrelas.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke
(Recebido em email de JorgeMoehlecke)

Registro. Divaldo Pereira Franco em Lajes, SC

25 de Agosto de  2017

Quer salvar o mundo, comece a arrumar a própria cama. (Divaldo Franco)
Ao chegar no Clube de Caça e Tiro, onde faria a conferência, Divaldo Franco, enquanto atendia aos autógrafos, concedeu entrevista aos meios de comunicação social da região. Com belas interpretações musicais o ambiente foi se harmonizando, preparando os assistentes para mais um grande evento.
O Dr. Juan Danilo Rodríguez, médico, terapeuta holístico, psicólogo transpessoal, residente na cidade de Quito, no Equador, fundador e atual presidente do Centro Espírita Francisco de Assis, em Quito, querido amigo de Divaldo Franco, está acompanhando o atual roteiro doutrinário em terras catarinenses. Instado a dirigir algumas palavras ao público, Dr. Juan apresentou os cumprimentos dos espíritas de Quito, discorrendo sobre o seu contato com a mediunidade, há 17 anos, deixando uma mensagem de otimismo e confiança nos propósitos divinos.
Divaldo Franco, aquele que decidiu servir Jesus onde quer que se encontre, destacou que na vida de todas as criaturas humanas sucede algo de inusitado, levando-as a reflexões profundas, ensejando oportunidade para compreensão da transitoriedade do corpo e sua finitude, bem como os eventos que corroboram as manifestações da vida além-túmulo.
O trator de Deus, assim denominado por Chico Xavier, Divaldo Franco narrou os fatos que levaram o Bispo James Pike (Fev 1913-Set 1969), da Igreja Anglicana nos Estados Unidos da América, a colocar a prova as suas convicções e fé sobre a vida espiritual e o destino daqueles que passaram a viver no mundo dos espíritos. O Bispo Episcopal Pike, americano, escritor foi uma das principais figuras religiosas anglicana.
Suas opiniões francas sobre muitas questões teológicas e sociais fez dele um respeitado religioso. Suas convicções teológicas e sua fé foram profundamente abaladas com o inusitado suicídio de seu filho Jim Pike. Destaca-se, nesta história, que o impacto emocional, aliado a muitas dúvidas teológicas sobre o destino dos que deixam o plano físico, provocam momentos de grandes reflexões, e que, se claras e profundas, conduzem a mudanças expressivas. O Bispo Pike escreveu sua autobiografia cujo título é: Do Outro Lado, narrando a sua saga e as convicções que foi conquistando ante fatos inegáveis.
Essa bela, real e comovente história, onde a mediunidade está muito presente, encontra-se catalogada, com detalhes, na obra Um Encontro com Jesus, da Editora LEAL.
Com sua verve esclarecedora e consoladora, o humanista Divaldo Franco foi acrescentando informações iluminativas, ensejando reflexões de cunho transformador, pois que, aos que o escutaram com atenção, lograram alcançar transformações éticas, morais e espirituais, preparando-se para compreender os eventos inusitados que costumam visitar a vida de muitos.
O Espiritismo, disse, é a ciência que estuda as relações entre o mundo espiritual e o físico, bem como os efeitos de um sobre o outro. O sentido da vida, tem ensinado Divaldo, é amar. E nesses tempos de crise econômica e moral, a necessidade de amar o próximo, como a si mesmo, é imperativa, sempre visando a construção da paz mundial a partir da pacificação de cada um, exercendo a fraternidade.
O Espiritismo é a mensagem do Cristo redivivo, enaltecendo e esclarecendo a proposta do amor incondicional. Para um mundo melhor será necessário construir uma família melhor, célula de suma importância na economia social, preparando ética e moralmente o ser humano. Nessa construção, a solidariedade não deve ser negligenciada. Assim, a felicidade, será a arte de ser útil ao outro. A proposta da Doutrina Espírita é a de tornar o ser humano melhor.
Narrando histórias de grande impacto emocional, onde o amor é o protagonista, consolando e acolhendo as almas aflitas e perturbadas, Divaldo destacou que o amor é o bálsamo reparador que se faz presente pelas mãos solidárias, fraternas e acolhedoras. Tocando os corações e as mentes dos atenciosos presentes, Divaldo colocou na intimidade de cada um os óleos do amor que acolhe e soergue os viajores da vida.
Quer salvar o mundo, comece a arrumar a própria cama, isto é, torne-se útil para si mesmo e para os que te estão próximos, sentenciou o nobre divulgador espírita.
Após encerrar a sua magnífica conferência, Divaldo Franco foi homenageado pela Federação Espírita Catarinense pelos seus 90 anos de existência e pelos 70 de oratória espírita, recebendo mais uma parte das homenagens que se iniciaram em Florianópolis e que se encerrarão em Chapecó. Os aplausos foram efusivos, demorados, com o público composto por 1.700 pessoas que se postaram de pé reverenciando e em gratidão ao emérito espírita de Feira de Santana/BA, símbolo do Espiritismo no Brasil e Exterior.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke
(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Registro. XXVII Feirão pró-Mansão do Caminho no Rio de Janeiro, RJ

O XXVII FEIRÃO PRÓ-MANSÃO DO CAMINHO, realizado no Museu Militar Conde de Linhares (Avenida Pedro II, 383, São Cristóvão, Rio de Janeiro), neste domingo dia 13 de agosto, no horário de 9 às 18 horas foi, a exemplo dos anos anteriores, um encontro de solidariedade, confraternização, encontros, reencontros e, acima de tudo, uma sincera manifestação de amor pelos nossos semelhantes.

O evento promovido e organizado pelo Grupo Espirita Caminho da Esperança (GECE) - Rua Aristides Lobo, 51 - Rio Comprido, Rio de Janeiro, que há 27 anos realiza o encontro cuja finalidade é agradecer a Divaldo Pereira Franco que encerrava suas atividades, este ano, em sua tradicional temporada em nosso estado e principalmente contribuir com a Mansão do Caminho na arrecadação de recursos para a manutenção das despesas de dia-a-dia.

Começou com Ana Guimarães e outros dirigentes do CECE, agradecendo mais uma vez a colaboração dos espíritas, vindos de diversas cidades do país e algumas do exterior, naturalmente sendo a maioria de nosso estado. Em seguida, Anete Guimarães fez a prece de abertura, aguardando Divaldo Franco, que logo em seguida chegou.

Os representantes de cada barraca foram chamados à presença de Divaldo Franco, instalado em um estande especialmente montado para recepção, autógrafos e entrevistas, ocasião em que agradeceu carinhosamente a cada um, entregando-lhes uma pequena lembrança.

Em seguida, o orador baiano, proferiu um minisseminário para um público em torno de 650 pessoas.

À tarde, Divaldo Franco, concedeu entrevista à repórter Fernanda Graell, da Rede Globo de Televisão que já havia circulado pela feira e entrevistado à Ana Guimarâes coordenadora e responsável pela organização do evento. Em seguida Divaldo Franco iniciou a sessão de autógrafos.

A Mansão do Caminho (http://www.mansaodocaminho.com.br/) , obra assistencial do Centro Espírita Caminho da Redenção, voltada inteiramente para a assistência social, à saúde e à educação, fundada no dia 15 de agosto de 1952, é um admirável complexo, localizado na Rua Jayme Vieira Lima, nº 104 - Pau da Lima, Salvador - Bahia, contando com 50 edificações, fora as construções em andamento, distribuídas em ruas, bosques e lago, numa área de 78.000 metros, onde são atendidas três mil crianças e jovens de famílias de baixa renda, inclusive suas famílias, num total de quase cinco mil pessoas.

Com uma palestra final proferida da sacada do museu com o público acomodado no pátio da feira, Divaldo Franco, O Semeador de Estrelas, encerrou sua temporada de palestras - 2017, no Rio de Janeiro.

Texto e fotos: Luismar Ornelas de Lima​

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Artigo de Divaldo Franco publicado no jornal “A Tarde” Salvador, BA

Divaldo - Jornal A Tarde

A morte incompreendida
                                                                      #ArtigoDivaldoFranco


O escritor inglês Somerset Maugham, escrevendo, à oriental, narra uma história muito peculiar, que tentarei sintetizar.

Vivia numa casa de campo, em Bagdá, um homem rico, possuidor de um hábito especial. Diariamente usava uma erva perfumada que mandava comprar no mercado.

Um servo jovem era incumbido da tarefa, havendo sucedido-lhe um dia ter um encontro com a morte em plena praça. Ante a surpresa de ambos, a mesma introduziu a mão na capa negra e retirou uma pequena caderneta. Aproveitando-se da ocorrência, o moço disparou numa correria à herdade e disse ao amo que a havia encontrado e tinha certeza que ela viera arrebatar-lhe a vida.

Como existia uma propalada informação de que a morte não encontrando a sua vítima, concedia-lhe mais dez anos de vida, ele solicitava o auxílio do senhor.

Comovido, o amo ofereceu-lhe o melhor cavalo, a fim de que ele fugisse da cidade para Samarra.

Ao cair da tarde daquele mesmo dia, o patrão foi realizar a compra, quando encontrou a terrível megera. Enfrentou-a e perguntou-lhe por que, pela segunda vez, o perturbava. Ignorando de que se tratava, a detestável pareceu surpresa e, ao tomar conhecimento, explicou-lhe que também ela estava assustada, porque tinha, sim, um encontro com aquele jovem, mas não pela manhã, e sim, à tarde, quando seguia a Samarra naquele instante.

O escritor reporta-se à inevitabilidade do fenômeno da morte.

Quando se está preparado, aguardando-a, ela não vem, mas ao contrário, quando menos se espera, ei-la presente.

Num lar ditoso, é capaz de abandonar o idoso enfermo e optar por consumir o jovem ou a criança sonhadora, deixando sombras e dores indefiníveis.

A morte orgânica é uma fatalidade imprevisível.

Tudo que nasce, morre.

Indispensável que todos pensemos com certa frequência na consumpção orgânica através da morte do corpo e interroguemos o que lhe sucederá.

Filósofos, poetas, escritores, artistas, sábios de todos os tempos têm-se voltado para o estudo desse fenômeno, e a maioria concluiu que a vida não se acaba quando o corpo se extingue.

A experiência carnal é bênção que permite ao ser humano desdobrar a presença divina que nele reina e alcançar a plenitude através das sucessivas reencarnações.

Em cada etapa o indivíduo escreve o futuro, construindo a alegria de uma existência saudável ou o sofrimento com o caráter redentor dos lamentáveis comportamentos a que se haja entregado no passado.

É indispensável, pois, que todos pensemos naquilo que acontecerá ao Espírito que somos, após a libertação carnal.

Sócrates, quando condenado, no instante da desencarnação asseverou que iria comprovar o que ensinara, tal a certeza da sobrevivência que o animava a sofismar e acreditar na imortalidade.



Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 15-06-2017.
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ESPANHOL

  La muerte incomprendida
                                                              Artículo de DivaldoFranco
                                                publicado en el periódico A Tarde
                                                         (Bahia, Brasil) el 15/06/2017.


  El escritor inglés Somerset Maugham escribió, con influencia oriental, una narración muy peculiar que trataré de sintetizar.
  Vivía en una casa de campo, en Bagdad, un hombre rico que poseía un hábito especial: a diario utilizaba una hierba perfumada que enviaba a comprar en el mercado.
  Un servidor joven estaba encargado de la tarea, hasta que un día tuvo un encuentro con la muerte, en medio de la plaza. Ante la sorpresa de ambos, esta introdujo la mano en la capa negra y extrajo una pequeña libreta. Aprovechando la situación, el joven huyó a la carrera hacia la heredad y le relató a su amo el encuentro que había tenido, quedándole la certeza de que ella venía a arrebatarle la vida.
Como existía una difundida información acerca de que la muerte, cuando no encontraba a su víctima, le concedía diez años más de vida, él le solicitaba auxilio a su amo.
Conmovido, el amo le ofreció el mejor de sus caballos, a fin de que huyera de la ciudad para dirigirse a Samarra.
Al caer la tarde de aquel mismo día, el patrón fue a hacer las compras y encontró a la terrible bruja. La enfrentó y le preguntó por qué -por segunda vez- lo perturbaba. Ignorante de qué se trataba, la detestable pareció sorprenderse y, al tomar conocimiento, le explicó que también ella estaba asustada, porque había tenido, en efecto, un encuentro con aquel joven, pero no por la mañana sino a la tarde, en el instante en que iba a Samarra.

El escritor se refiere a la inevitabilidad del fenómeno de la muerte.

Cuando se está preparado, aguardándola, esta no llega; pero al contrario, cuando menos se la espera, he aquí que se hace presente.

En un hogar dichoso es capaz de abandonar al anciano enfermo y optar por consumir al joven, o al niño soñador, dejando sombras y dolores imposibles de definir.

 La muerte orgánica es una fatalidad imprevisible.

 Todo lo que nace, muere.

Es indispensable que todos pensemos, con cierta frecuencia, acerca de la consumición orgánica a través de la muerte del cuerpo, y nos preguntemos qué le sucederá.

  Filósofos, poetas, escritores, artistas, sabios de todas las épocas, se han dedicado al estudio de ese fenómeno, y la mayoría ha concluido que la vida no se acaba cuando el cuerpo se extingue.

 La experiencia en la carne es una bendición que permite al ser humano desplegar la presencia divina que en él reina y alcanzar la plenitud a través de las sucesivas reencarnaciones.

En cada etapa el individuo escribe el futuro, construyendo la alegría de una existencia saludable o el sufrimiento, con carácter redentor de los lamentables comportamientos a que se haya entregado en el pasado.

Es indispensable, pues, que todos pensemos en aquello que le acontecerá al Espíritu que somos, después de la liberación carnal.

Sócrates, cuando fue condenado, en el instante de la desencarnación manifestó que iba a comprobar lo que había enseñado, tal era la certeza de la supervivencia, que lo animaba a argumentar y creer en la inmortalidad.



Artículo publicado en el periódico A Tarde, columna Opinión, el 15-06-2017.
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(Textos recebidos em emails da Tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)

domingo, 13 de agosto de 2017

Registro. Divaldo Franco na - FEB Rio de Janeiro, RJ

12/08/2017

A Federação Espírita Brasileira - FEB, seccional Rio de Janeiro (Avenida Passos, 30 - Centro, foi palco do encerramento da temporada de palestras de Divaldo Pereira Franco - ano de 2017 -, em nosso estado,  já que o 27º Feirão em Prol da Mansão do Caminho, promovido pelo Grupo FEB também inaugurou a Exposição de 120 Anos de sua Livraria
que conta um pouco da história desta que é a única livraria fundada no século XIX, há 120 anos, na gestão de Bezerra de Menezes, que continua funcionando até hoje, ininterruptamente.
Com a presença do presidente da FEB, Sr. Jorge Godinho e outros membros da federação, além de ilustres convidados vindos de outras cidades, como Suely Caldas Schubert (Juiz de Fora-MG),  o pessoal da Mansão do Caminho (Salvador-BA), num grupo superior a vinte pessoas, a conferência teve a participação de um público superior a 700 pessoas em seus dois salões.
Divaldo Franco falou de sua alegria em retornar àquela casa que lhe traz belas lembranças e desenvolveu sua palestra buscando mostrar que o amor é o principal ensinamento que nos trouxe Jesus Cristo. É preciso amar ao próximo como a nós mesmos, significando que precisamos começar por nos amarmos, pois o auto amor representa o desenvolvimento dos valores positivos da inteligência, do sentimento, da cultura e da solidariedade, preservando o corpo da higiene, da estética, dos cuidados que ele nos exige para prolongar a sua existência.

Divaldo propõe uma viagem para dentro de nós, utilizando-se do mapa da Palestina, como uma representação geográfica, começando por Damasco, onde acontece a CONVERSÃO de Saulo. Este é o primeiro ensinamento, que representa nossa mudança de paradigmas, ao encontro do amor de Jesus. Em seguida cita Jerusalém, como a necessidade do TESTEMUNHO. Quando abraçamos um ideal, uma causa, temos a necessidade de pagarmos o preço necessário por aquilo que acreditamos.
Em seguida menciona Jericó, contando a Parábola do Samaritano, que representa a CARIDADE, a solidariedade. Precisamos ser solidários, para criarmos uma sociedade feliz. E finaliza a viagem falando de Emaús, que simboliza o encontro dos dois homens com Jesus. representando o momento máximo da solidariedade que é o ACOMPANHAMENTO, o carinho, a misericórdia.

Acrescido aos ensinamentos que nos ministra, Divaldo Franco enriquece suas conferências com exemplos pessoais, não com o propósito de enriquecer sua biografia, mas de auxiliar-nos o entendimento daquilo que discorre.

Mais um momento de aprendizado do Evangelho de Jesus, mostrando que somente através do amor seremos pessoas melhores, transformando nossa sociedade para melhor, numa convivência de paz e fraternidade.
Texto e fotos: Luismar Ornelas de Lima​


(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo Pereira Franco no G.E. Caminho da Esperança Rio de Janeiro, RJ

11/08/2017

Mais uma noite memorável propiciando ao público, em torno de 3500 pessoas, grandes emoções!

Preparando o ambiente para a conferência de Divaldo Pereira Franco, o Grupo Espírita Caminho da Esperança - GECE (Rua Aristides Lobo, 51, Rio Comprido, Rio de Janeiro), através de seus trabalhadores, transformou o palco da Concha Acústica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, na fictícia Rádio Esperança com o seu programa de entrevistas em que os convidados falavam de Divaldo Franco, dando seus testemunhos da importância do Semeador de Estrelas em suas vidas.

O programa conduzido por Ana Guimarães e Jurandyr Paulo, que mostravam não conhecer o orador baiano, bem como seu trabalho, entrevistaram diversas pessoas encarnadas e outras tantas desencarnadas, como Auta de Souza, Nina Arueira, Irmã Dulce, Manoel Philomeno de Miranda, Chico Xavier, e que somente no decorrer do programa vão desconfiando de que eram "pessoas mortas".

Divaldo Franco presente à apresentação, ria, aplaudia, feliz com a bela homenagem.
Em seguida a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, através do Programa de Estudos e Pesquisas das Religiões - PROEPER, espaço do Centro de Ciências Sociais (CCS), que busca reflexão permanente e sistemática sobre as religiões e a religiosidade e do Núcleo Espírita Universitário, ambos da UERJ, através de Telma Gama, Nadja do Couto Valle e da representante do NEU e em nome do Reitor Ruy Garcia Marques, homenagearam Divaldo Pereira Franco, com a entrega de uma placa de agradecimento pelos 32 anos de conferências naquela universidade.

Recebidas todas os homenagens, Divaldo agradeceu passando os méritos ao espíritas e ao codificador, Allan Kardec e deu início à sua conferência. Franco buscou mostrar que o Espiritismo em seu tríplice aspecto difere de toda e qualquer outra doutrina, uma vez que não possui dogmas, propriamente ditos, mas fundamenta-se na razão e nos fatos e que assim sendo é uma Doutrina Tríplice, com sua estrutura configurada na Ciência, Filosofia e Religião.
Ciência, pois possui como fundamento a parte experimental com suas idéias organizadas sistematicamente a partir dos fatos, dos fenômenos mediúnicos, das manifestações em geral, empregando efetivamente, o método experimental.
Filosofia, já que sua temática abrange objetos do conhecimento que vão além da experiência sensível, mostrando a existência de Deus, os princípios constitutivos do Universo, que são as causas primárias e as leis morais se valendo do instrumento seguro do método racional.
Religião, na medida em que sua finalidade última é a restauração do Evangelho de Jesus, com a prática de seus ensinamentos e princípios cristãos. É importante, entretanto, esclarecer que o Espiritismo não se vale de formalidades exteriores, de práticas sagradas, rituais ou técnicas coletivas, mas da busca permanente da religiosidade na intimidade de cada ser, a partir de uma atitude interior consciente.
Essa tríplice estrutura está bem fundamenta na obra da codificação, onde os aspectos científicos e filosóficos representam sempre um campo de investigação. Entretanto, no aspecto religioso, repousa a sua grandeza divina, por constituir a restauração do Evangelho de Jesus Cristo, estabelecendo a renovação definitiva do homem para a grandeza em seu imenso futuro espiritual.

Terminada a palestra, Divaldo Franco recebeu algumas pessoas que foram levar-lhe um abraço, uma saudação e, acima de tudo agradecê-lo pelo importante material que estavam levando para suas casas, para suas vidas, conhecimentos necessários às suas melhores reflexões.

Texto e fotos: Luismar Ornelas de Lima​

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo Pereira Franco no Grupo Espírita André Luiz Rio de Janeiro, RJ

10/08/2017

Divaldo Franco esteve na noite desta quinta-feira, dia 10 de agosto de 2017, no Grupo Espírita André Luiz (GEAL) - Rua Jiquibá, 139 - Maracanã, Rio de Janeiro, onde proferiu palestra para um público em torno de 550 pessoas.
Divaldo, quando perguntado por Maria Luiza Sodré, presidente de GEAL, se ele se lembrava há quanto tempo comparecia ao Grupo Espírita André Luiz, já que ela não recordava, ficou surpresa quando ele disse que são 54 anos.
Nas temporadas anuais do Semeador de Estrelas, em nosso estado, as palestras no GEAL, tem algo de especial, de diferente, de maior sublimidade, pois a começar pelo interesse que antecede ao evento tão esperado, justificando a extensa fila que se forma na frente da casa, aguardando a abertura dos portões às 17 horas, tudo parece mágico. Ontem as duas primeiras pessoas da fila disseram terem chegado antes das cinco horas da manhã.
Ao entrar na instituição o público começa a se ambientar através do excelente coral GEAL para o início da palestra às 20:00 horas.
Após a prece feita por Maria Luiza, Divaldo começa lembrando da figura de Jesus que através de seu Evangelho trouxe novas esperanças para toda a humanidade.
Sua abordagem sempre rica de ensinamentos, se estende sobre a história da humanidade, chegando ao século XVII com o desenvolvimento da ciência até o advento da Doutrina Espírita, no século XIX - O Consolador Prometido!
Cita histórias que servem de enredo para os assuntos abordados, levando todos à profundas reflexões, inundando o ambiente numa atmosfera de Luz, Amor e Paz.
Extensas filas se formam quando de sua chegada e que continua ao término da palestra para um abraço, um autógrafo e Divaldo sempre sorrindo, atende a todos com muito carinho.
Um dos momentos mais aguardados, pois acontece anualmente, foi quando por psicofonia recebeu a mensagem de Bezerra de Menezes, que publicaremos à posteriori, emocionando a todos, alguns levados às lágrimas.
Texto e fotos: Luismar Ornelas de Lima​

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)



quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Registro. Divaldo Franco na Casa de Espanha Rio de Janeiro, RJ

09-08-2017

Divaldo Pereira Franco, o incansável seareiro do bem, esteve na Casa de Espanha (Rua Maria Eugênia, 300 - Humaitá, Rio de Janeiro), nesta quarta-feira, dia 9 de agosto de 2017, ministrando seminário para um público aproximado de 1400 pessoas.

Divaldo começou por agradecer ao grupo de colaboradoras que leva o nome de sua saudosa mãe Anna Franco pela homenagem recebida antes de sua conferência, grupo este que é o responsável pela venda dos livros aqui no Rio de Janeiro, quando de sua temporada anual no estado.

Em seguida falando de suas experiências quando de suas viagens e palestras buscou mostrar que em nossa existência, muitos episódios acontecem repentinamente. Formulamos um programa, e a realidade da vida o altera quando menos esperamos. Ocorrências variadas tomam corpo na existência terrena, fazendo com que o nosso destino, a cada momento, sofra modificações em seu curso. São alterações para melhor trazendo sucesso, alegria, saúde, ou alterações afligentes que trazem amargura, doença, desespero. A vida é mesmo repleta de lances surpreendentes! Uma experiência que se configura como satisfatória e positiva, passadas as emoções preliminares, poderá se apresentar como uma situação de agonia, desencanto e até de tragédia. Por outro lado, ao enfrentarmos obstáculos de qualquer natureza, se soubermos confiar na Divindade e persistirmos nos ideais superiores, aquilo que inicialmente se revela como dificuldade poderá converter-se em verdadeira bênção.

A partir daí, Divaldo Franco cita exemplos de pessoas que conheceu ao longo desta vida, muitas delas marcadas pela angústia e pelo sofrimento, que a partir da compreensão do verdadeiro amor, da grandeza do Espiritismo e do trabalho de transformação moral que empreendem em suas vidas, com base no Evangelho de Jesus, tem suas vidas balsamizadas pelo amor Divino, encontrando soluções para os mais diferentes conflitos, experimentando a tão procurada paz de consciência e consequentemente, uma vida melhor.

Foram momentos de ensinamentos oportunos, deixando para todos um farto material importante e necessário às nossas reflexões.

O evento contou com a participação da cantora Anatasha Meckenna e do tecladista Roberto Oliveira com belas apresentações musicais.
Texto e fotos: Luismar Ornelas de Lima​

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Registro. Divaldo Franco em Rio Bonito, RJ

08 de agosto de 2017

Divaldo Pereira Franco esteve nesta terça-feira, dia 8 de agosto de 2017, no Esporte Clube Fluminense de Rio Bonito (RJ) em evento promovido pelo Centro Espírita João Batista, onde ministrou palestra para um público em torno de 1300 pessoas que lotou totalmente a quadra de esportes da agremiação.

Após a prece feita por José Raul Teixeira, que emocionou a todos, Divaldo Pereira Franco trouxe para o público uma história que está contida no livro Sexo e Consciência, que fala do Poder do Amor de onde retiramos a síntese do texto a seguir.

Contou Divaldo que viajava por um país latino-americano e amigos o informaram que dentro da programação estabelecida, participaria do lançamento de um livro (Messe de Amor) por ele psicografado, que havia sido traduzido ao espanhol, abrindo espaços para a divulgação da Doutrina Espírita naquela região. O livro daria margem à publicação de outras obras mediúnicas, ampliando a interpretação e o conhecimento do Espiritismo naquela região.

No país visitado, conta Divaldo, que conheceu uma senhora muito rica de nome Eufrásia, de quem se tornou hóspede. Eufrásia de origem judaica, em meio as condições materiais privilegiadas, era portadora de uma grave doença degenerativa e encontrava-se na iminência de desencarnar. Ela possuía um câncer em fase final de metástase, o que praticamente a impedia de levantar-se da cama. Porém, para estar conosco por alguns momentos, a senhora suspendeu o uso dos medicamentos analgésicos, que além de suprimirem a dor também lhe provocavam uma forte sonolência.

Formada em Medicina, especializada em ginecologia e obstetrícia, casada sem filhos, Eufrásia, não tinha maiores pendores religiosos, apesar de frequentar a sinagoga. Acabou se envolvendo na prática de abortos, que lhe rendeu muito dinheiro, entretanto lhe trouxe sérios problemas com a lei divina.

Quando Divaldo a conheceu ela já era uma nobre trabalhadora da causa espírita e essa mudança de conduta fez dela uma outra pessoa, ou seja, ela transformou sua vida, mudando seus sentimentos.

O Reino de Deus começa quando o coração abre as portas para o amor! Enquanto houver na Terra uma pequena presença de amor, pode-se ter certeza de que Deus continua em ternura com os homens. Numa hora como esta em que vivemos de tanta violência, desagregação e conflito, que o amor luarize a nossa saudade! Que o amor pacifique a nossa ansiedade! Que o amor, à semelhança de um punhal, penetre-nos a alma, rasgando-nos a treva interior e deixando brilhar a luz da esperança, a fim de que a felicidade seja como uma legítima fada, cantando um hino de paz dentro de nossas vidas...

Texto e fotos: Luismar Ornelas de Lima​

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)