sexta-feira, 23 de março de 2018

Registro. Divaldo Franco na Bahia Homenagem em Feira de Santana

21 de março de 2018
Homenagem a Divaldo Franco, filho ilustre da cidade
Ao iniciar a noite de 21 de março de 2018 em Feria de Santana, e em meio a um blecaute geral ocorrido em vários estados do país, inclusive na Bahia, Divaldo, como sempre, apresentou-se com suas luzes próprias, emprestando ao lugar uma luminescência alegre e festiva, tanto quanto harmônica. A primeira parte da inauguração do túnel que leva o nome de Divaldo Pereira Franco foi a sua abertura ao tráfego. Pouco antes de iniciar o ato inaugural o sistema elétrico foi restabelecido no local, antes mesmo do que nos demais.  A percepção de todos os presentes foi que isso não se constituiu em uma coincidência, atribuindo, simplesmente, à presença de Divaldo naquele lugar.
O Prefeito da cidade, José Ronaldo de Carvalho e outras distintas autoridades, juntamente com Divaldo, descerraram a placa inaugural assinalando permanentemente aquele momento solene. Divaldo visivelmente emocionado agradeceu aos presentes e disse que não era digno do referido reconhecimento.
Finalizado este primeiro ato, os presentes se dirigiram ao complexo cultural Ária Hall, para onde a Câmara de Vereadores transferiu a sua sessão solene para homenagear o feirense ilustre, devido ao maior espaço do lugar.
Destacando os 150 anos de O Livro dos Espíritos, com mais de 70 milhões de cópias vendidas, Divaldo mencionou a importância desse livro, salientando uma história que envolveu inicialmente o codificador da doutrina espírita Allan Kardec, que recebera um pacote contendo um livro e uma carta escrita por um tipógrafo narrando que ele havia sofrido a perda de sua amada esposa anos antes, e que, devido à sua depressão, esteve envolvido em vícios, levando-o a pensar em suicídio.
Ele tinha ido ao Rio Sena com a ideia de realizar seu propósito – o suicídio -, e encontrou um livro. Naquele momento algo que ele não sabia como explicar chamou-o para abri-lo e encontrou uma inscrição que dizia: "Este livro salvou minha vida, espero que ele salve a sua". Realmente conseguiu salvá-lo porque ele desistiu de sua ideia inicial. Continuando com a leitura, impressionado, entendeu que a morte de sua esposa era uma separação temporária e que eles se encontrariam novamente mais tarde. Terminando seu relato, agradeceu a Kardec dizendo que suas mãos eram abençoadas pelo trabalho exposto em O Livro dos Espíritos.
A propósito do relatado acima, Divaldo contou a história de seu irmão que havia desencarnado aos 17 anos de idade. Foi um momento muito difícil para toda a sua família. Naquele mesmo dia, de repente, Divaldo perdeu a força em suas pernas e isso o levou a ficar na cama por 6 meses. O médico que o assistiu diagnosticou que sua paralisia se devia ao choque proveniente daquele incidente.
Neste mesmo período, uma prima que gostava de explorar o desconhecido, entrou em contato com uma médium a quem havia recorrido por questões pessoais, porém, ao finalizar o diálogo inicial  a prima se lembrou do problema de Divaldo e perguntou se ela poderia visitá-lo, se ela cobraria algo por fazer isso. A médium, então, respondeu que médiuns sérios não cobravam nada, mencionando a frase: Dai de graça o que de graça recebestes. Assim, foram visitar Divaldo. Uma vez lá, a médium explicou que não tinha doença, que estava obsediado por seu irmão, e que por ter desencarnado recentemente não tinha a lucidez necessária, e sem intensão alguma estava obsidiando-o. Naquele momento ela pediu a Divaldo para orar. Ato contínuo, ela disse que podia se levantar e o fez sem problemas. Para continuar com a assistência espiritual, foi convidado a frequentar um Centro Espírita (Jesus de Nazaré) para estudar e poder ter uma melhor compreensão dos fenômenos que havia vivido desde a infância.
Quando ele visitou o Centro Espírita pela primeira vez, foi lido O Livro dos Espíritos e ele descobriu que era um livro maravilhoso, o melhor de todos que ele havia lido (e que eram muitos), encontrando respostas para todas as suas preocupações. Assim, este livro também se tornou a sua salvação naquele momento, razão pela qual ele disse: Este livro também me salvou. Todos os presentes o aplaudiram em pé.
Feira de Santana, cidade natal de Divaldo Pereira Franco, e reconhecendo o ilustre médium e orador espírita, além dessa homenagem atual denominando o túnel localizado no cruzamento das avenidas Getúlio Vargas e Maria Quitéria, já o havia distinguindo através da denominação de um Centro de Convenções e uma avenida.
Texto e fotos: Mayra Cortés
Texto vertido ao Português: Paulo Salerno
(Informação reccebida em email de Jorge Moehlecke)


segunda-feira, 19 de março de 2018

Registro. Divaldo Franco no Paraná. XX Conferência Estadual Espírita. Pinhais

18 de março de 2018
Encerramento
Estando presente alguns dirigentes de federações espíritas estaduais, Jorge Godinho, da Federação Espírita Brasileira, e os diversos expositores que desenvolveram suas atividades tanto no interior do estado, como os que se apresentaram na culminância da XX Conferência Estadual Espírita, bem como a Diretoria Executiva da Federação Espírita do Paraná, Adriano Lino Greca conduziu o encerramento deste magnífico evento. Após os agradecimentos, Divaldo Franco foi recebido com a canção Paz pela Paz, de Nando Cordel.
No amor que Jesus nos ensinou está a resposta para todas as amarguras. Está a resposta para a nossa busca no amor. (Divaldo Franco)
Divaldo Franco, superando as dores cruciantes que o atingem e mantendo sua jovialidade e alegria de viver, disse que aqueles eram dias diferentes. Referia-se aos dias em que Jesus se apresentou na Terra. Faziam 400 anos que a boca profética silenciara, Israel parecia totalmente sem rumo, acostumando o país a ser conduzido pelas vozes da imortalidade.
Magdala era uma formosa e celebre cidade à beira do mar da Galileia. Célebre por que a Rainha Cleópatra, por duas vezes, passou o verão tórrido do Egito, na calma e agradável cidade, que também tinha fama pelo seu mercado e pelo câmbio de importantes moedas.
Para desenvolver o tema proposto: Nunca desista do Amor, Divaldo narrou a comovente história de Maria de Magdala, a meretriz, que conhecendo Jesus, tornou-se uma nova mulher, abandonando, de chofre, todos os maus hábitos, distribuindo todos os seus bens, dispensando empregados e escravos, para seguir Jesus incondicionalmente.
A vida da meretriz famosa de Magdala era visitada periodicamente por forças misteriosas que a deixava prostrada, hebetada. E porque procurara Jesus, ao encontrar um mendigo leproso que lhe pedia dinheiro, este disse-lhe que naquelas imediações havia um homem bom que curava os doentes. Maria, então, solicita-lhe que se o encontrasse fosse ter com ela, informando-a sobre o paradeiro. Ele tinha lepra por fora e ela por dentro, isto é, a consciência em tormento. Era uma pecadora, uma vendedora de ilusões.
Assim sucedeu. O leproso encontrou o Messias, foi ter com Ele e ficou curado. Imediatamente foi informar a equivocada de Magdala. A noite se fazia presente. Ela se encontrava aturdida pelo acometimento que lhe visitava inesperadamente. Nestas ocasiões não recebia a ninguém. Mas o mendigo insistiu tanto que logrou o seu tentame. Informou-lhe com o Messias estava em Cafarnaum, onde pernoitaria para sair no dia imediato. Não poderia perder tempo. De barco, atravessaram o mar da Galileia e foram ter com Ele ao amanhecer.
Ao encontrar Jesus, Maria de Magdala atirou-se aos seus pés, chamando-o de Mestre querido (Raboni). Jesus se dirige a ela chamando-a pelo nome, - o Mestre a conhecia, tal qual o pastor conhece as suas ovelhas. Maria disse que deseja seguir-lhe os passos, acompanhá-lo. Porém, o Nazareno disse-lhe não, por ora não seria possível, não agora, mas depois. Por ora, Maria, ame, ame os filhos do mundo, tome conta deles e depois venha a mim. Vai Maria, Eu te esperarei. Vá e ame.
A meretriz parecia ter enlouquecido. Ninguém a compreendia. Ela atirava pelas janelas de sua imensa casa luxuosa, as joias, seus bens preciosos, moedas e outros valores, perfumes raros e caros. Dispensou seus empregados. Libertou os escravos. Apanhou um vaso com perfume raro e foi ter com o Mestre, servindo-o com deferência e sublime amor.
O AMOR é libertador. A meretriz de Magdala amou-O como nunca. Passou a fazer parte das atividades de Jesus. Ela assistiu-O entrar em Jerusalém, no período de ramos, quando o Mestre iria, pouco depois, para o suplício no Gólgota. Jesus foi para o seu martírio, João e a pecadora conversa acompanharam-nO de perto.
Após percorrer o caminho de dor imposto pelos poderosos temporários, e já no monte da caveira, ou do calvário, Maria de Nazaré, a Santíssima, acompanhada de Maria de Magdala e de Mônica, que lhe secou o suor sanguinolento, experimentam a dor da angústia, do medo e o tormento do suplício aplicado ao inocente. A cena era tenebrosa, Jesus tomba pendurado na cruz. Tudo estava consumado.
A noite caiu sobre a terra antes mesmo de o sol se pôr. Aqueles últimos momentos foram de terrível angústia e tristeza. A ex-meretriz permaneceu ali, constrita, em profunda tristeza e ao amanhecer foi ao sepulcro e lá já não encontrara o corpo do Messias. Vislumbra, na penumbra da madrugada, uma silhueta, imagina ser um zelador, e pergunta para onde haviam levado o seu Senhor. Ele, então, se volta, ela se viu diante do Mestre, que não se deixa tocar.
Maria de Magdala saiu dali e foi ter com os demais discípulos, informando-os sobre o sucedido. O Mestre está vivo, exclama ela. Não acreditaram nela. Maria Santíssima, disse-lhe, então: - Minha filha, meu coração de mãe diz que tu o viste. Já Tomé, somente mais tarde foi acreditar, desejava tocar em suas chagas para que tivesse certeza de era realmente o Mestre.
Depois desta aparição, Jesus ainda teve outras oportunidades para se fazer notar pelos circunstantes, reafirmando a sua natureza espiritual ímpar. Estimulou e encorajou aos que estiveram com Ele a saírem por toda a parte para pregarem o Evangelho para todos.
No passado, como na atualidade, o preconceito vige soberano. Maria de Magdala não conseguia trabalhar. E por não encontrar, ao passar uma caravana de sírios leprosos que procuravam pelo Mestre, no desejo de serem curados e não sabendo do que havia sucedido no Gólgota, Maria de Magdala dá-lhes a notícia.
Ela falou aos leprosos sírios com ternura como nunca, e como não tinha a ninguém, foi ter com eles, passando a falar de Jesus para aqueles doentes. Em estando no meio de leprosos, adquiriu a peste. A lepra se alastrou, tomou-lhe o corpo outrora belo e, agora, quando falava aos leprosos, se dirigia não mais a vós, mas a nós, pois que, então, fazia parte do número dos contaminados.
Maria de Magdala decidiu, então, visitar a Mãe Santíssima, em Éfeso. Viajava à noite, para não ser importunada. Depois de longas noites caminhando, chegou à Éfeso pela manhã. Já quase sem forças, desfaleceu, e um casal de cristãos recolheram-na para a casa de Maria Santíssima e de João.
Por três dias e três noites Maria de Magdala permaneceu em delírio. Na manhã do terceiro dia sentiu algo estranho e uma força arrancou-a da carcaça. Viu-se à beira do mar, ouvia suave melodia e aquela luz, pairando sobre as águas, arrebatou-a às alturas, acolhendo-a. Era Jesus. Luz fulgurante rasgou os céus. Maria de Magdala havia transposto a porta estreita. No amor que Jesus nos ensinou está a resposta para todas as amarguras. Está a resposta para a nossa busca no amor.
Mensagem psicofônica de Bezerra de Menezes, pela mediunidade de Divaldo Franco, ditada ao final da XX Conferência Estadual Espírita.
“Se nos amarmos quanto Ele nos pediu, as nossas dores serão transformadas em alegrias no Reino de Deus. Lembrai-vos, filhos da alma, Jesus é os dois extremos da vida, o zênitnádir, das nossas aspirações. Quando as dores nos parecerem insuportáveis, quando a solidão se vos apresentar tenebrosa e fria, lembrai-vos de Jesus. Uma voz sequer levantou-se para inocentá-lo, e eram centenas aqueles a quem Ele atendeu. Quando vos sentirdes desamado ou rejeitado mantém-te a irrestrita confiança no amor e vos entregar àquele que é a vida da própria vida, não temais nunca, por que Ele nunca nos deixa à sós.
Elegemos o tema da mulher equivocada, por que todos nós carregamos um espinho na carne, nas carnes da alma. Todos nós, ainda imperfeitos, somos algo Maria de Magdalaou Miriam de Migdor. Que o amor de Jesus nos receba com ternura infinita sem nos perguntar quem fomos, mas nos propor o que seremos. Tende ânimo, são horas muito difíceis, de testemunho e de lágrimas, de ansiedade e de desamor, mas credes, filhos da alma, Jesus não venceu no mundo, venceu o mundo das paixões. Sede vós aqueles que podemos vencer as sombras do pretérito que vos arrebatam muitas vezes de volta aos abismos da alucinação. Amai, pagai o preço do amor, socorrei por amor, erguei por amor, libertai por amor e vos sentireis salvos, erguidos, amparados por alguém que distenderá as mãos e dirá com sorriso: - Vinde, já atravessastes a porta estreita, vinde a casa de Meu Pai.
Nestes dias, meus filhos, o endereço de Deus chegou aos vossos corações. Tendes agora o mapa da vitória, cabe-vos alcançar, pela rota abençoada da bondade, da misericórdia, do amor e da doutrina libertadora dos imortais para que a plenitude do Reino dos Céus, desde hoje, se vos instale no coração. Muita paz. O Servidor humílhimo de sempre que vos fala em nome dos Espíritos Espíritas aqui presentes. Ide em paz! Bezerra.”
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke


(Informação recebida em email de Jorge Moehlecke)

domingo, 18 de março de 2018

Registro. Divaldo Franco no Paraná. XX Conferência Estadual Espírita. Pinhais

17 de março de 2018
Momento Jovem
O Ser Humano perdeu o endereço de si mesmo. (Divaldo Franco)
Divaldo Franco, solícito, e atendendo programação com a juventude paranaense, respondeu perguntas adrede preparadas pelo movimento espírita juvenil. Reuniu-se com os representantes selecionados, contemplando a totalidade das instâncias juvenis do Paraná, apresentando judiciosas reflexões acerca dos assuntos da atualidade e que, em geral, preocupam os jovens que buscam viver retamente, exercendo as habilidades e aquisições intelectuais na prática do dever de amar-se, amando o próximo.
Respondendo sobre o grande número de suicídios entre os jovens, Divaldo citou uma frase de Mahatma GandhiSe um único homem alcançar a mais elevada qualidade de amor, isso sera suficiente para neutralizar o ódio de milhões. A Organização Mundial de Saúde, em suas projeções, afirma que até o ano de 2025 a primeira causa de mortes será o suicídio, causado pela depressão. A maior incidência está na faixa dos 14 aos 25 anos de idade. A solidão interior, os conflitos sexuais, o número exagerado de informações e as problemáticas relativas à juventude são fatores desencadeantes para o suicídio.
Essa ocorrência permeia a sociedade humana em todos os quadrantes do planeta. Segundo Rollo Reece May, (1909 —1994) a sociedade elegeu como parâmetros para a felicidade três fatores: o individualismo, o sexismo, e o consumismo. Na busca do prazer, geralmente a criatura humana busca satisfazer, tão somente, os sentidos físicos, e por não encontrar a felicidade, a alegria, o afeto, entra em melancolia, deprime-se, esquecendo-se de que viver os sentimentos, que são da alma, o indivíduo plenifica-se. As relações afetivas sadias vividas no seio familiar e social sustentam o ser humano nas conquistas de ordem elevada. A religiosidade, a prática da oração é capaz de lograr êxito ante o suicídio.
Ilustrando a fragilidade do homem, com alicerce nas imperfeições, Divaldo narrou uma experiência de sua juventude, quando, ante uma frustração, pensou no suicídio, sendo inclusive estimulado por um Espírito desencarnado a realizá-lo, alertando, assim, especificamente para as influências espirituais perniciosas, permanecendo atento aos bons e aos maus pensamentos que os visitam. As ideias negativas devem ser prontamente rechaçadas, substituindo-as por pensamentos bons. Jamais se deve alimentar uma ideia negativa. A morte do corpo físico não livra o indivíduo de suas aflições, dores ou infortúnios. O suicídio é um tremendo engano. Suicídio nunca!
A participação nas manifestações políticas foi outro ponto de destaque. O jovem espírita, aconselhou o nobre tribuno, deve, em primeiro lugar transformar-se em alguém melhor, e com isso melhorará o mundo em que vive. As mudanças se dará de dentro para fora, nunca ao inverso. Ante as ocorrências do mundo, adotar a conduta que se coaduna com a Doutrina Espírita, atingindo um nível de dignidade para tornar-se um líder.
A alimentação, a educação familiar, os estudos nos Centros Espíritas, a vivência cristã, a autenticidade de pensamentos e atos, as quedas morais, foram outros tantos temas abordados cujo encaminhamento foi a conduta ilibada alicerçada no Espiritismo.

A paz de Jesus, e de todos os profetas, é necessária e urgente. (Divaldo Franco)
Semeador de Estrelas, sempre muito solicitado, ao encerrar o encontro com os jovens, concedeu entrevista para a BAND TV. Falando sobre a cultura da paz disse que é hora de o ser humano tornar-se pacífico. A paz de Jesus, e de todos os profetas, é necessária e urgente. O amor é a solução. Respeitar o direito do próximo é dever. O que está faltando na sociedade humana é a presença de homens e mulheres de bem, tornando-se bons exemplos.

Ame, deixe aberta a porta do coração. Amar é reabilitar-se dos erros. (Divaldo Franco)
Dentro da programação ordinária da XX Conferência Estadual Espírita, Divaldo Franco desenvolveu o tema: O Herói Cristão. Antes, porém, o Dr. Juan Danilo Rodríguez, espírita, médico de família, psicólogo, homeopata e fundador do Centro Espírita Francisco de Assis e de uma fundação de acolhimento aos portadores da síndrome de autismo, em Quito, no Equador, dirigiu-se ao numeroso público externando o seu agradecimento pela participação em tão notável encontro de espíritas e destacando a necessidade de esforços cotidianos para a melhora íntima. Jesus, a exemplo do que fez com seus discípulos, espera que os espíritas sejam, também, pescadores de alma, divulgando o Espiritismo.
Divaldo Franco apresentou as inúmeras qualificações e realizações desse trabalhador equatoriano e que atualmente está residindo na Mansão do Caminho, onde lança as pedras basilares de um projeto para atendimento de autistas sob o ponto de vista da Doutrina Espírita, construindo um novo mundo.
Estamos no limiar de uma era nova, assim se expressou Divaldo, e cansados das experiências fracassadas, o homem procura outras expressões das relações humanas para alcançar a plenitude, aplicando os ensinamentos em as Bem-aventuranças. O autoconhecimento é peça fundamental nestas conquistas do homem novo. Para tal será necessário conhecer-se a si mesmo, produzindo a felicidade.
Os verdadeiros heróis estão em todos os quadrantes do planeta, em grande número de instituições orientais e ocidentais, cristãos ou não. O heroísmo maior é enfrentar a vida no corpo, é estar no corpo cuidando da vida espiritual. Apresentando a comovente história de uma mulher dedicada e aureolada pelo amor, Divaldo Franco, narra a experiência vivida juntamente com Nilson de Souza Pereira no bairro do Uruguai, em Salvador/BA. O local era uma invasão pantanosa, atendiam os moribundos na Casa de Jesus, um barraco que acolhia aqueles que estavam deixando a vestimenta corporal, abandonados por todos.
Recebendo o chamado, dirigiram-se para o casebre de dois cômodos. O cenário era de angústia e de miséria humana. Sobre uma enxerga no chão do barraco encontrava-se uma trabalhadora do Centro Espírita Caminho da Redenção. Mulher dotada de grande pureza d´alma. Devotada ao bem, portadora de qualidades espirituais, aplicava passes. Heroína, lavava roupas e vendia acarajé na porta do Elevador Lacerda.
Acometida de tuberculose pulmonar, moribunda, conta-lhe que está viajando para a outra vida, a espiritual. Seu tempo estava se esgotando. A amiga que aprendeu amar, ensinando-lhe o amor, estava deixando o veículo físico. Segreda à Divaldo a sua história, dizendo de antemão que seu filho iria lhe procurar mais tarde, após a sua morte, pedindo para dizer ao filho que sempre o amou.
Falou-lhe do filho, dedicado estudante desde criança, agora tornado médico famoso em Salvador. Narrou sua saga, desde jovem, os seus ingentes esforços em amealhar, com muito suor, os recursos para custear os estudos do filho amado. Os estratagemas para solicitar veladamente a ajuda dos professores ao filho, facilitando-lhe um aprendizado profissional de qualidade. Esse filho, muito preto, foi fruto de uma relação íntima em troca de alimentos, tal era sua condição famélica. O filho era conhecido por um apelido muito peculiar. Por que ela o vestia sempre com roupas brancas, impecavelmente brancas, e contrastando com a sua pele negra, passou a ser conhecido por o mosca no leite.
A moribunda, febril, com tosse, falou-lhe sobre as alegrias em trabalhar e em economizar para adquirir belo vestido vermelho, sapatos para a formatura de seu amado filho, o anel de formatura acondicionado em caixa aveludada em azul. Foram três anos. Aproximava-se o dia da láurea. Na véspera, à noite, após já ter recolhido os pertences que lhe interessavam, dirigiu-se à mãe dizendo-lhe que tinha dois pedidos a fazer. Primeiro, que não necessitaria ir à cerimônia de formatura, sua noiva, filha do diretor da faculdade iria lhe acompanhar no ato solene. Mantendo serenidade, a mãe compreensiva, agradeceu-lhe a dispensa.
O segundo pedido era uma condição, quando adoecesse, deveria ligar para o número de telefone que lhe passou em um cartão, assim viria, ou mandaria um colega para atendê-la, ali mesmo naquele barraco. Dizia que deseja lhe poupar de ser humilhada. Disse-lhe mais, que não telefonaria para ela.
Foi tudo muito simples, voltou a dizer a Divaldo aquela mãe heroína. Ele casou, não me avisou, mas estou feliz, disse. Meu filho está feliz e por ele estou feliz. Agora estou morrendo. A heroína saiu da vida para entrar na vida espiritual. Como uma fada iluminada saiu daquele corpo. Fulgurante, desapareceu no infinito. Ela havia expirado nos braços de Divaldo. Consumado, Nilson e Divaldo recolheram o cadáver, velando-o sob uma árvore. Em estando contaminado aquele barraco, os dois o consumiram com fogo.
Uma semana depois, no Centro Espírita Caminho da Redenção, Divaldo identificou aquele filho, que lhe perguntou se havia visitado aquela negra no Bairro do Uruguai. Justificou a pergunta informando que tinha tomado a si a tarefa de protegê-la, era sua amiga. Desejava saber o que ela havia contado a Divaldo, se havia lhe falado sobre a família.
Respondendo, Divaldo disse que não poderia contar nada que pudesse interessar, indagando se ele era parente dela. Como disse que não, foi embora sem obter qualquer informação de Divaldo. Um mês depois, eis que o mosca no leite está de volta. Divaldo então pergunta: - É a respeito daquela negra? Confirmado, disse que desejava veementemente que lhe contasse o que sabia sobre ela e seus comentários. Após alguns momentos de titubeios, o visitante declara que era o filho dela. Tinha vergonha de sua mãe.
Agora identificado o filho, que Divaldo já conhecia, disse-lhe que ela havia pedido para dizer que o amava muito. Caindo em si, o médico perguntou como poderia se reabilitar. Divaldo, então, disse-lhe que há no interior de cada um herói, e que para a reabilitação são necessárias três etapas, o arrependimento, a expiação e a reparação. Assim, sintetizou o preclaro orador e orientador, faça para o próximo o que gostaria de fazer a sua mãe.
Compreendida a lição, o filho em reabilitação, solicitou a sua inclusão nas atividades de assistência desenvolvida por Divaldo Franco e sua Instituição no bairro do Uruguai. A mãe prestimosa, dúlcida e amorosa, presente no diálogo, suplicou, de joelhos, ao Mestre que recebesse a ovelha tresmalhada. Era um anjo vestido de pobreza. A essa altura, o público parecia não respirar, tal era o silêncio e a emoção dominante no ambiente.
Ame, deixe aberta a porta do coração. Amar é reabilitar-se dos erros. Assim, nesse grau de emoção, Divaldo Franco, narrador eloquente, apresentou heróis e heroínas, um verdadeiro desfilhe de anjos dedicados, que superando provas ingentes, venceram-se a si mesmos, tornando-se plenos e felizes, exemplos de dedicação e amor ao próximo.
Considerada heroína Russa, condecorada, a jovem Catarina de Hueck (1896-1985), tornada baronesa pelo casamento, tornou-se mãe muito cedo. Perseguida, buscou abrigo e sustento na América do Norte, tanto no Canadá como nos Estados Unidos da América. Esta emocionante e comovente história encontra-se narrada em detalhes no capítulo 8 – A Baronesa -, da obra A Estrela Verde, da Editoria LEAL, de Divaldo Franco e Délcio Carvalho. Como acontece com grande número de heróis e heroínas, a baronesa de Hueck é amplamente desconhecida.
As lágrimas brotavam em muitos olhos, pois que corações sensíveis foram tocados pelos dedos caridosos do orador nonagenário, fazendo com que as autoanálises se fizessem presentes, pelos questionamentos óbvios. Como alcançar tal alto grau de amor incondicional a ponto de doar-se inteiramente ao próximo, tomando Jesus por exemplo maior e os heróis como a prova da possibilidade real de amar? Declamando o Poema Meu Deus e Meu Senhor, de Amélia Rodrigues, Divaldo Franco encerrou a atividade, recebendo caloroso e demorado aplauso.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke



(Informação recebida em email de Jorge Moehlecke)



sexta-feira, 16 de março de 2018

Registro. Divaldo Franco no Paraná Pinhais


15 de março de 2018
O amor, o perdão e a caridade moral devem viger entre os espíritas. (Divaldo Franco)
A Federação Espírita do Paraná, liderada pelo seu Presidente, Adriano Lino Greca, juntamente com os seu dois Vice-Presidentes, realizou produtivo Encontro de Divaldo Franco com os dirigentes espíritas da Inter-regional metropolitana de Curitiba. Estando presentes mais de 80 Centros Espíritas e Entidades Associadas, o evento visou atender as expectativas do movimento espírita da capital paranaense.
Calcado em perguntas previamente elaboradas, Divaldo Franco teve a oportunidade de colaborar, esclarecendo à luz da Doutrina Espírita, dos ensinamentos de Jesus e de sua própria experiência adquirida ao longo de mais de sete décadas, apresentando reflexões doutrinárias sobre a caridade, o acolhimento, o amor ao próximo, o perdão, a ética e a moral.
As judiciosas informações e considerações tiveram por objetivo o aperfeiçoamento moral dos espíritas, que por sua vez se reflete no Centro Espírita, com consequências na sociedade humana. Carinhosamente recebido, e após longo trabalho, Divaldo Franco foi demoradamente aplaudido, atestando o mútuo amor nutrido pelo tribuno baiano e pelo movimento espírita paranaense.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke


(Informação recebida em email de Jorge Moehlecke)

quinta-feira, 15 de março de 2018

Registro. Divaldo Franco no Paraná Ponta Grossa

Divaldo Franco no Paraná
Ponta Grossa, 14 de março de 2018
O amor soluciona qualquer desafio. (Divaldo Franco)
Dentro da programação de interiorização da XX Conferência Estadual Espírita, promovida pela Federação Espírita do Paraná – FEP -, com seu ápice entre os dias 16 e 18 de março de 2018, nas instalações do Expotrade, em Pinhais/PR, Divaldo Franco esteve em Ponta Grossa proferindo elucidativa conferência sobre a gratidão. O público atendendo generoso convite das lideranças espíritas locais lotou o auditório, e um outro salão contíguo, do Clube Princesa dos Campos.
Muito solicitado, Divaldo Franco concedeu entrevista para a Rede Massa, do SBT, onde externou sua perspectiva sobre o movimento espírita no exterior, as atividades desenvolvidas na Mansão do Caminho, o Movimento Você e a Paz, frisando que a grande tarefa do ser humano é tornar-se alguém melhor. O Brasil, em um processo de renovação, encaminha-se para se tornar muito melhor do que atualmente é. Indagado sobre si, disse que não pode alimentar expectativas de longo prazo, dado a sua idade de 90 anos. Cada ser humano deve preocupar-se em amar, em servir desinteressadamente. O amor soluciona qualquer desafio.
Divaldo Franco se faz acompanhar pelo seu dileto amigo Juan Danilo Rodríguez Mantilha, natural de Ambato, no Equador. Espírita, médico, terapeuta holístico, psicólogo transpessoal, é fundador do Centro Espírita Francisco de Assis, na capital equatoriana. É, também, fundador da Fundação Luz Fraterna, dedicada ao tratamento da síndrome autista, propiciando, para esses, uma vida de mais equilíbrio e contato social, dignificando a criatura humana. Juan é autor do livro Alliyana, onde apresenta uma abordagem sobre o tratamento do autismo. Alliyana é uma palavra originária da língua quíchua, dos nativos do Equador, e tem como significado sarar, que para a cultura andina, sarar, curar é esclarecer. O Dr. Juan atualmente reside na Mansão do Caminho, onde desenvolve fervorosa e abnegada atividade voluntária. Em sintética entrevista destacou o trabalho desenvolvido pelo Espiritismo, acolhendo e consolando os aflitos.
Encerrada a bela apresentação artística levada a efeito pelo coral Vozes de Francisco, e a natural apresentação da mesa diretiva, composta pelas lideranças espíritas locais, com a presença do Presidente da FEP, Adriano Lino Grega e do 1º Vice-Presidente Luiz Henrique da Silva, o Dr. Juan Danilo se expressou agradecendo a honra de participar de significativo evento, apresentando o abraço do Centro Espírita Francisco de Assis, de Quito, e da Mansão do Caminho. Abordou brevemente o seu contato com Espíritos benfeitores que o instigaram a estudar o Português, e em anterior orientação foi instado a fundar o Centro Espírita Francisco de Assis.
Divaldo Franco, antes de iniciar a sua conferência, fez sintética apresentação de Juan Danilo, destacando, além da obra acima citada, o livro Notas do Coração, já com tradução para vários idiomas. Frisou que Juan Danilo ama a Doutrina Espírita e o Brasil, é um servidor fiel de Allan Kardec, estando residindo atualmente na Mansão do Caminho.
Citando estudiosos da criatura humana, o fenomenal tribuno de Feira de Santana discorreu sobre a gratidão. Ela é terapêutica, produzindo saúde e bem-estar. A gratidão não significa retribuir a quem fez um bem, um gesto de generosidade, de auxílio. A gratidão significa fazer a outrem qualquer o que quer que tenha recebido, ampliando a ação do bem, multiplicadamente. Esse sentimento é o amor em ação, reconhecendo a vida animada e inanimada.
Com duas comoventes e instrutivas histórias verídicas, Divaldo deixou claro que ser grato não é agradecimento e retribuição. A gratidão se multiplica pelas ações que se expressam ao fazer algo de bom ao semelhante. Jesus ensinou a gratidão ao sentenciar que os homens deveriam fazer uns aos outros o que gostariam que lhes fosse feito. O amor engrandece. A humanidade coleciona muitos nomes de indivíduos gratos, com Francisco de Assis, que com sua simplicidade e generosidade, foi extremamente grato a vida, a natureza.
Os Espíritos nobres ao fazerem o bem o fazem em gratidão a Deus, que lhes permite agir no bem, sendo bons com todos. A gratidão imprime no ser um sentimento extraordinariamente forte que se torna impossível manter-se apático, à margem dos acontecimentos. A gratidão, além do bem-estar que produz, faz com que o indivíduo passe a perceber o seu próximo com o sentimento do amor. Quando alguém te faz um bem, agradeça e faça, então, o bem a outrem. A gratidão é generosa.
Discorrendo sobre a Doutrina Espírita, Divaldo frisou que a gratidão está em seus ensinamentos, nas orientações, nos esclarecimentos, pois que os nobres Espíritos legaram à Humanidade esse riquíssimo conteúdo em gratidão a Deus. Jesus pronunciou a palavra AMOR, o Espiritismo, por sua vez, destacou a REENCARNAÇÃO. Servir e amar, eis dois fundamentos libertadores do ser humano. Declamando o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, Divaldo encerrou a rica conferência recebendo fortíssimos aplausos, e porque todos se encontrassem vivamente tocados por emoções superiores e exteriorizando em seus rostos a gratidão, demoraram-se a sair do ambiente luarizado pelas bênçãos esparzidas.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke




(Informação recebida em email de Jorge Moehlecke)

quarta-feira, 14 de março de 2018

Divaldo Franco no Paraná União da Vitória

13 de março de 2018

O mal que se faz a outrem, é o mal que se faz a si mesmo. (Divaldo Franco)
Denominado por Suely Caldas Schubert como O Semeador de Estrelas, Divaldo Pereira Franco, fazendo bom uso das ferramentas do Espiritismo e servindo Jesus onde é chamado, após laborioso trabalho em Campo Mourão, deslocou-se para União da Vitória, ambas cidades do Paraná, e atendendo programação da XX Conferência Estadual Espírita da Federação Espírita do Paraná, esteve apresentando profícua trabalho doutrinário no Complexo Esportivo da UNIUV, com o tema O Amor como Solução.
Divaldo, resistindo estoicamente fortes dores, antes desta peregrinação pelo Paraná, esteve entre os dias 02 e 11 de março de 2018 nos Estados Unidos da América, percorrendo as cidades de San Francisco, San Diego, Los Angeles e Boston, semeando a Boa Nova, consolando corações, esclarecendo mentes. Incansável e demonstrando grande amor ao seu semelhante, esquece-se de si mesmo, doando-se por inteiro aos que o buscam, ávidos de esperança, paz e harmonia. Doando-se ao se próximo, atendendo gentil e alegremente aos que o procuravam para um cumprimento, uma confidência, um autógrafo, um consolo, Divaldo atendeu convite para uma pequena entrevista à TV Mill, afiliada da TV Cultura.
O mundo conhecido antes do nascimento do Mestre Jesus havia sido preparado para recebe-lo, inclusive com a substituição dos homens belicosos pelos filósofos e poetas. Espíritos nobres, formando uma cultura de amplitude de conhecimento e de moralidade, prepararam as condições para o nascimento de Jesus, que com seu comportamento, conhecimento e amor, mudou completamente a Humanidade.
Fatos foram se sucedendo, Jesus escolheu seus servidores, e incansável, amoroso e acolhedor, tocou corações rudes e mentes obtusas, curou os doentes do corpo e da alma. Por amor transformou as criaturas que se apresentaram propensas às mudanças, dignificando-as com seu lúcido olhar. Chorou compadecendo-se daqueles que tendo seus corpos curados, mantiveram suas almas algemadas aos desvios e apelos do passado infelicitador, dando vazão aos sentidos e paixões vis, esquecidos que os corpos são perecíveis. Jesus veio curar o ser imortal e resgatar a sua condição moral.
Dentre todos os pensadores, filósofos e poetas que se apresentaram no palco terreno antes de Jesus, somente Este falou de AMOR, cantando-o e vivenciando-o integralmente. O egotismo se torna nulo pelo amor que se devota ao outro através de ações de caridade, de perdão, de acolhimento.
Os séculos foram se desdobrando sobre a humanidade revelando déspotas e violentos, açambarcadores da paz, promotores do mal. Em sentido contrário, e alicerçados no amor crístico, seres enobrecidos, caridosos e harmoniosos apresentaram-se ante às lutas ingentes entre o bem e o mal, destacando que o homem é capaz de amar, de perdoar e de viver em paz. O Espiritismo, contrapondo-se ao materialismo, prepara o homem para as grandes conquistas espirituais, libertando-o de atavismos, apresentando o ser imortal, o ser espiritual. Allan Kardec, o nobre codificador do Espiritismo, através de seu profícuo trabalho científico, e estudando os fenômenos extraordinários de então, estabeleceu que esse crescimento moral/espiritual se dará pelo trabalho, pela solidariedade e pela tolerância, expressões do amor.
Divaldo discorreu sobre suas próprias experiências demonstrando que o amor é a solução para a transformação do ser, alçando-o ao patamar de equilíbrio espiritual e moral, libertando o ser virtuoso que jaz adormecido em a criatura humana. A Doutrina Espírita revela ao homem a sua grande missão: AMAR. Mudar o pensamento, adotar uma conduta reta em acordo com o Evangelho de Jesus, construirá um mundo melhor, tornando a Terra em um orbe regenerado.
Concluindo seu brilhante trabalho, Divaldo Franco narrou comovente história, onde criaturas lúcidas e amorosas propiciaram momentos de felicidade, ternura e de elevação espiritual, dignificando o ser humano. Aqueles que sintonizados com as ideias apresentadas, e tocados em seus corações, sentiram as vibrações do amor, sensibilizando e luarizando em bênçãos as criaturas predispostas à vivência amorosa consigo e com os demais. As lágrimas vertidas por alguns foram suficientes para compreender o poder do amor solucionador.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke

terça-feira, 13 de março de 2018

Registro. Divaldo Franco no Paraná Campo Mourão, PR

Divaldo Franco no Paraná
Campo Mourão, 12 de março de 2018
A vida é uma unidade, tanto no corpo como fora dele a criatura humana vive, indiscutivelmente.(Divaldo Franco)
Retornando ao Paraná, como faz habitualmente todos os anos, Divaldo Franco proferiu excepcional conferência sobre a imortalidade da alma para um público de 1.500 pessoas, lotando o auditório do Celebra Eventos, na bela e hospitaleira Campo Mourão. Estando presentes diversas lideranças espíritas regionais e estadual, o evento foi divulgado pela TVA, a emissora da Associação Espírita de Maringá, sendo essa a sua primeira transmissão externa, gerando sinal para a FEBTV. O Grupo Encanto, formado por trabalhadores da Sociedade Espírita Meimei e do Centro Espírita Caminheiros do Bem, ambos de Campo Mourão, com suas belas interpretações vocais e musicais, harmonizaram o ambiente, preparando-o para a conferência que se sucederia. Essa atividade está integrada ao programa descentralizado da XX Conferência Espírita do Paraná, contemplando atividades pelo interior do Estado.
Divaldo Franco, o trator de Deus, nas palavras do saudoso Chico Xavier, completando setenta anos de oratória espírita, chamando atenção para a imortalidade, narrou sintética história escrita pelo inglês William Somerset Maugham (1874–1965), novelista, contista e dramaturgo. Essa pequena história, inspirada em antiga lenda oriental, narra o encontro com a morte em um mercado de Bagdá.
Percorrendo o pensamento filosófico oriental e ocidental, notadamente dos gregos, Divaldo explanou o entendimento de diversas correntes de pensamento sobre a morte e a imortalidade do ser humano. Apoiando-se em fatos históricos, desenvolveu esclarecedora linha de raciocínio, destacando fatos e personagens que corroboraram a imortalidade e a comunicabilidade dos ditos mortos. A vida é uma unidade, tanto no corpo como fora dele a criatura humana vive, indiscutivelmente.
Jesus estabeleceu que a criatura humana é imortal, momentaneamente revestida de matéria densa – o corpo físico. Passando pela criação do Universo, apresentou o trabalho ingente de Allan Kardec estampado em A Gênese, onde o homem, imortal, desempenha um papel importante no contexto espiritual e material, inclusive no aperfeiçoamento dos corpos que lhe serve de vestimenta temporária.
No campo dos fenômenos espirituais, destacando diversos protagonistas, Divaldo Franco evidenciou o grandioso trabalho desenvolvido por Hippolyte Léon Denizard Rivail, mais tarde conhecido por Allan Kardec, que despertando para as evidências das manifestações espirituais, investigou-as com profundidade, entregando à humanidade a Doutrina Espírita, por ele codificada.
A imortalidade da alma também se expressa pelas inúmeras constatações sobre o conhecimento precoce de grande número de crianças, que não possuindo tempo hábil, discernimento e maturidade, se apresentam com pendores excepcionais em diversas áreas do conhecimento, verdadeiros prodígios, hoje facilmente encontrados através das mídias sociais.
O Espiritismo é a resposta de Jesus à Humanidade sedenta de ternura e confiança, de amor e de caridade, de sorrisos e apertos de mãos. O Planeta Terra, em franca regeneração, recebe seres de outras dimensões, aqui encarnando em auxílio ao aperfeiçoamento do ser humano habitante do orbe terrestre. Facilmente se poderá encontrar Jesus, acolhendo os indigitados, sofredores e carentes de afeto e acolhimento espiritual e material. Esses seres estão por toda a parte, perambulam pelas ruas carregando o peso do sofrimento que se expressa nos dois campos da vida, material e espiritual. O planeta regenerado será construído pelos que possuem sentimentos nobres, a caminho do vir a ser.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke

quinta-feira, 1 de março de 2018

Espiritismo brilhou nos dias 23/24 de fevereiro no Piauí...

Washington Fernandes
washingtonfernandes@terra.com.br

Nos dias 23 e 24/02/2018, dois acontecimentos muito importantes em Teresina/PI, movimentaram o público espírita,e a imprensa da Capital. Dia 23, o médium Divaldo Franco recebeu a maior das honrarias das Universidades: a concessão do título Doutor Honoris Causa,maior outorga de todos os segmentos honoríficos universitários.
É muito interessante que,Divaldo não cursou nem o ginásio, e foi o quarto Título Honoris que ele já recebeu (Montreal/Canadá, Salvador/BA, Santos/SP). Ele vestiu as vestes talaresdoutorais(traje característico dos clérigos, magistrados, acadêmicos, advogados,na profissão; e tem origem na antiga Roma).Talar vem do latim,quer dizer calcanhar; por isso, o comprimento vai até os calcanhares. Por proposta apreciada e aprovada por unanimidade pelo Conselho Universitário, a honraria indica que o agraciado é possuidor, entre outras coisas, de caráter ilibado, comportamento escorreito e amor pela cultura. É interessante, Divaldo ter já recebido quatro vezestalmaior prêmio universitário, inobstante ele não ter cursado nem o ginásio!!...
Ao portador desseTítulo, são conferidas: 1)o Diploma que a chancela; 2)a Beca Doutoral (é o primeiro Traje); 3ª) a faixa na cintura; 4ª) a samarra (pelerini), nos ombros, que remonta ao cerimonial da Universidade de Coimbra/Portugal, da qual, as universidades brasileiras herdaram as tradições do protocolo acadêmico; é somente usada por reitores, chanceleres e doutores; 5ª) por fim, o Reitor coloca no homenageado o capelo (chapéu em forma de círculo, recoberto de seda; é privativo do Reitor e dos Doutores Honoris Causa). Representa o poder temporal,e é uma analogia com o coroa da realeza. Os membros do Conselho Universitário ficaram de pé, e o Reitor pronunciou a concessão do Grau. Divaldo recebeu os cumprimentos de todos membros de Conselho Universitário; a autora da proposta, a Dra. Kátia Marabuco, presidente da Associação Médica no Piauí, se disse muito feliz, pelo reconhecimento a Divaldo, que há 70 anos se dedica ao próximo; eleé um exemplo de ser humano. Divaldo fez uma palestra excepcional, como sempre! OReitordisse que era uma honra imensa, para a Universidade Federal do Piauí, estar recebendo o novo Doutor da instituição; e que só pela história de vida de Divaldo, ele já seria merecedor do Título;aqueles que eventualmente não o conheciam, após suapalestra, ficaram plenamente convencidos da legitimidade da outorga. Parabenizoua Universidade, por receber nos seus quadros de honorários, a figura de uma pessoa, com uma história de vida,como a de Divaldo...
No dia seguinte (24/02), aconteceu outro evento no Theresina Hall, a maior casa de espetáculos do Piauí, e uma das mais modernas do Nordeste. Tem área climatizada de 3.100 m2 e capacidade para 13 mil pessoas. Divaldo foi homenageado,desta vez,pela Federação Espírita, pela Polícia Militar, e pela APMM(Academia Piauiense de Mestres Maçons).O público foi de cerca de 4,5 mil pessoas; Divaldo foi entrevistado pela TV, e ambos eventos (23 e 24) representaram, indiscutivelmente, momentos muito favoráveis para o Espiritismo, que além de estar muito bem representado, foi apresentado por uma pessoa, que muitíssimo bem o apresenta, fiel aos postulados doutrinários, e que muito o dignifica...

Divaldo e alguns membros do Conselho Universitário
O Reitor Dr. José Arimateia D. Lopes, Divaldo, com a Beca doutoral e o Diploma Honoris Causa
Palestra de Divaldo dia 24/02, 4 mil pessoas!
Divaldo na palestra no Theresina Hall
Palco no Theresina Hall
Jovens espíritas no palco do Theresina Hall
Divaldo com o Diploma do grupo de maçons da APMM

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Registro.Festa em homenagem a Divaldo Pereira Franco Teresina, PI

Festa em homenagem ao grande humanista/educador /comunicador e Doutor Honoris Causa Divaldo Franco.
Aos vinte e quatro dias, do mês de fevereiro de 2018, na cidade de Teresina no estado do Piauí, aconteceu uma grande festa promovida pela Associação de Médicos Espíritas do Piauí e a Federação Espírita do Piauí no espaço de eventos Theresina Hall, espaço este com a capacidade de quatro mil pessoas sentadas.
Organizada com muito esmero e dedicação, contando com a valiosa colaboração de uma equipe de 200 pessoas, que estiveram desde novembro de 2017 motivadas pela união fraterna em torno do nome de Divaldo, movimentou a comunidade espírita do Piauí e do vizinho estado do Maranhão.
Com uma procura muito maior que a esperada, acorreram ao local, pessoas desejosas em ver, ouvir e homenagear o grande médium baiano Divaldo Pereira Franco. Auditório lotado, pontualmente às 19 horas deu-se inicio a festa à qual transcreveremos o cerimonial.
Estimados Confrades Espíritas do Piauí,
Meus senhores e minhas senhoras,
           A Federação Espírita Piauiense e a Associação Médico-Espírita do Piauí, têm a honra de realizar e coordenar este majestoso evento, em que o movimento espírita do Piauí se reúne para prestar homenagem ao grande Humanista, Educador, Embaixador da Paz, médium baiano DIVALDO PEREIRA FRANCO.
           Há 72 anos, pela mediunidade, Divaldo vem desenvolvendo sua jornada de semeador do Evangelho restaurado pelas luzes do Espiritismo. Mesmo enfrentando difíceis lutas, incompreensões e perseguições, por ser espírita, Divaldo concentrou seus esforços e transformou em ação, sua tarefa cristã passando a trabalhar em favor dos necessitados e desvalidos. Foi assim, que criou em Salvador, na Bahia, a Mansão do Caminho, obra fundada para crianças órfãs e carentes, tidos por ele como seus filhos do coração.
           Entretanto, sua fidelidade doutrinária não se restringe somente ao magnífico e abençoado trabalho que realiza na Mansão do Caminho. Divaldo Pereira Franco é um dos mais abnegados divulgadores da cultura espírita no Brasil e no exterior, proferindo palestras e divulgando mensagens psicografadas. Com a publicação de mais de 250 livros, ele aborda os mais diferentes temas, transmitindo conhecimento e emoção sobre a vida. Em toda sua obra ele nos leva a ter uma visão do que podemos atingir em termos de evolução espiritual, identificando o sagrado na intimidade de cada um de nós. Seus trabalhos e suas obras escritas falam por si só.
           Diante de tudo que Divaldo Franco representa para nós espíritas, para a Bahia, para o Brasil e para o mundo, esse nosso irmão é merecedor de todas as homenagens, por cumprir sua missão de difundir a doutrina Espírita, à luz do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, sem medir sacrifícios.
           Ontem, Divaldo recebeu o título de Doutor Honoris Causa em Humanidades, outorgado de maneira justa e legítima pela Universidade Federal do Piauí. Hoje, 24 de fevereiro, o Piauí Espírita aqui representado por 4.000 pessoas, vem prestar-lhe a sua homenagem permeada de amor, respeito e reconhecimento, agradecidos pelo muito que nos deu e nos oferece ainda hoje.
           Receba querido irmão, de todas as piauienses vibrações resplandecentes, através de nossos aplausos calorosos.
Em seguida o Octeto de Theresina interpretou de forma vibrante e envolvente o Hino do Piauí e as melodias: Hallelujah, Time to say Goodbye, Because We Believe, Unchained Melody  e Amigos para sempre.
Com os corações vibrando de amor e alegria, sentindo que a paz e a harmonia iluminavam o ambiente, foi convidado o Dr. Carlos Alberto da Silva Frias Neto, Presidente da Associação de Médicos Espíritas do Maranhão, para fazer a Prece de Abertura das atividades daquela maravilhosa noite. Ato seguinte o grupo vocal Octeto de Teresina, interpretou Ave Maria de Gounod, tocando profundamente a sensibilidade de todos.
Em seguida o cerimonialista convida para falar em nome da Federação Espírita Piauiense, seu presidente, o coronel José Lucimar de Oliveira e em nome da Associação de Médicos Espíritas do Piauí sua presidente Dra Katia Maria Marabuco de Sousa.
Após breves discursos dos presidentes é anunciado:
           Nesta noite, A FEPI e a AME-PI, representando a sociedade espírita e não espírita do Estado do Piauí, prestarão suas homenagens ao nosso ilustre confrade – Divaldo Franco, de forma singular, mas com pluralismo de fraternidade e amor.
Seguem-se as homenagens: Em nome da Academia Piauiense de Mestres Maçons, convidamos Prof. Ernani Napoleão Lima e comissão para fazer a investidura do Professor Divaldo Franco na referida academia.
Com prazer e profundo respeito, convidamos Coronel Rubens da Silva Pereira e  o Coronel  Jose Lucimar  para fazer a entrega da Medalha do Mérito da Policia Militar e o Certificado respectivamente, a Divaldo Franco.
           Convidamos a Sra. Maria de Jesus Araújo dos Santos e o Sr. Ornálio Bezerra representando o Movimento Espírita do Piauí, para fazer a entrega da placa em homenagem ao grande orador Espírita e Doutor Honoris Causa Divaldo Pereira Franco.
Ao término das homenagens o grupo vocal Octeto inicia a interpretação surpresa de Edelweiss, enquanto duas crianças , entram espalhando pétalas de rosas brancas no palco, simbolizando a delicada flor austríaca, tão especial para nosso querido Divaldo que emocionado, sorri feliz e aplaude.
Com grande expectativa o cerimonialista anunciou: Senhoras e Senhores, é com imenso prazer e com nossos corações exultando de alegria que ouviremos o nosso homenageado DIVALDO PEREIRA FRANCO, o exemplo vivo da chama da fé, do otimismo, da fraternidade e do amor cristão.
Divaldo levanta-se, é ovacionado de pé pelo grande público que comovido exclamam seu nome. Por uma hora nosso homenageado fala com alegria intercalando momentos de leveza com a profundidade dos conhecimentos que lhe é peculiar.
Ouvir Divaldo é um deleite para a alma, pois sua voz nos conduz de forma suave e magistral por horas sem cansaço, às incursões do conhecimento humano e a promessa do porvir de amor prometido pelo maior mestre de todos os tempos – Jesus de Nazaré.
Após esse grande e precioso brinde para o público presente e os internautas, Dra. Kátia Marabuco é convidada para as considerações finais da homenagem e os agradecimentos. Em seguida as considerações da beleza desta inesquecível noite de festa, encerra com o belíssimo poema de autoria de Rabindranath Tagore pela psicografia de Divaldo Franco- Lugar de, da obra Pássaros Livres que, como uma prece é uma exaltação ao Senhor.
                       Texto: Iveline Prado e Katia Marabuco
                        Fotos: Gelia & Samir Fotografia

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)


segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Registro. Doutor Honoris Causa - Divaldo Franco – Universidade Federal do Piauí - Teresina

23/02/2018.

Em uma noite memorável, o grande orador espírita Divaldo Pereira Franco recebeu a maior honraria de uma instituição de ensino superior, o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Piauí.
Divaldo com sua oratória eloquente, firme e envolvente discorreu por uma hora, de pé, com toda a desenvoltura que lhe é peculiar; encantando e emocionando às lágrimas toda uma plateia em um auditório lotado.
Diante do Conselho Universitário e do Magnífico Reitor, e de uma plateia extasiada, Divaldo discursa com naturalidade traçando uma trajetória desde os motivos que o levaram na juventude a dedicar-se ao próximo, a serviço da humanidade inspirado nos exemplos do Inolvidável Mestre Galileu- o Mestre dos Mestres, ao grande Mahatma Gandhi e a alma exemplar de Madre Teresa de Calcutá. Traça o roteiro científico mostrando o momento em que a ciência laica separa-se do jugo tacanho da religião, não a religião amor de moral profunda e elevada, mas a do atraso de pensamento que amarrava o progresso científico e fechava os horizontes do avanço intelectual humano a círculos conservadores e dogmáticos. Inúmeros cientistas e suas contribuições, datas precisas e fatos transformadores são acrescentados, incluindo a contribuição do inesquecível codificador Professor Hippolyte Denizard Rivail, que nos trouxe um edifício doutrinário que abalou os alicerces das crenças do Velho Mundo.
Em seu discurso versa magnificamente sobre a clínica do Dr Jean - Martin Charcot, o fundador da neurologia moderna, até os atuais neurocientistas. Desde o grande Isacc Newton a Albert Einstein e toda uma plêiade de notáveis homens de ciência e suas contribuições, Divaldo envolve a todos com o seu verbo brilhante, atual e progressista.
Findo o discurso comovente, o Magnífico Reitor durante sua fala, diz-se maravilhado e nada mais poderia acrescentar, e, se alguém tinha dúvidas do merecimento deste título, diante de tão extraordinário saber do nobre doutor Divaldo Franco, agora não tinha mais nenhuma dúvida.
Uma noite memorável para a Academia e para o Espiritismo.
Nossa gratidão eterna ao querido Divaldo Franco.
Texto: Dra. Kátia Marabuco
Fotos: Gelia & Samir Fotografia