segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Registro. Seminário Liberta-te do Mal com Divaldo Franco São Paulo, SP



20/02/2016

O convite ao autoperdão formulado na véspera ainda repercutia nas mentes e também nos corações que haviam participado do culto do Evangelho.
Um novo ânimo luzia nos olhos expectantes de todos naquela manhã radiosa de verão.
Assumindo a tribuna Divaldo estabelece o roteiro para a Libertação do Mal. A terapêutica será de natureza psicológica, a partir daquele que é maior adversário do nosso processo evolutivo: o egoísmo.
E é no Espiritismo que Divaldo inicia a compreensão e entendimento do real significado em nossas vidas do egoísmo e, para tanto, cita o questionamento de Allan Kardec aos Venerandos Espíritos identificado em O Livro dos Espíritos pela questão 913. Dentre os vícios, qual o que se pode considerar radical?
E os Bons Espíritos respondem: Temo-lo dito muitas vezes: o egoísmo. Daí deriva todo mal. Estudai todos os vícios e vereis que no fundo de todos há egoísmo. (Capítulo XII, Da Perfeição Moral)
Fica claro o egoísmo, sem dúvida o maior inimigo de nossa plenitude.
Como a abordagem terapêutica será pela Psicologia, Divaldo busca equalizar os diferentes níveis de conhecimento existente na plateia e resume didaticamente e de forma muito clara a trajetória das diversas psicoterapias surgidas e as histórias de seus principais protagonistas.
Inicia por Jean-Martin CHARCOT (1825-1893) quando em 1880 busca tratar a histeria mediante a utilização do hipnotismo. Os resultados obtidos ganham visibilidade mundial, atraindo a atenção de um jovem médico neurologista de Viena: Sigmund Freud (1856-1939) que se desloca até Paris para aprender diretamente com Charcot a técnica.
A hipnose representou um grande passo para compreender a mente humana, mas era insuficiente para entender as razões de haverem tantos doentes sem a manifestação de doenças.
Perseguindo seu objetivo de interpretar a criatura  humana, Freud vai palmilhando os comportamentos humanos e finalmente logra identificar serem os conflitos no subconsciente os principais geradores dos distúrbio. Nasce a psicanálise e a notável contribuição de desmistificar o sexo considerado pela Religião dogmática como imundícia.
Parafraseando Paulo de Tarso que na Epístola aos Romanos  (14:14) anotou: Como uma pessoa que está no Senhor Jesus, tenho plena convicção de que nenhum alimento é por si mesmo ritualmente impuro, a não ser para aquele que assim o considera; para esse é impuro Freud estabelece que o sexo somente é impuro para aquele que assim o igualmente considera.
A humanidade começa a sair das trevas da ignorância no tratamento dos conflitos e distúrbios psiquiátricos. O impacto da Psicanálise de Freud atrai a atenção do psiquiatra e psicanalista suíço  Karl Gustav Jung (1875-1961) que se junta ao Pai da Psicanálise. Ambos, porém, se afastam irreconciliavelmente. Freud considerava Jung por demais místico, enquanto
que Jung considerava que nem todos os problemas decorriam da libido.
Jung formula novos conhecimentos e técnicas e surge então a Psicologia analítica.
Nesse instante Divaldo passa a esclarecer e a definir o significado dos principais termos e expressões específicas da Psicologia (Consciente, Subconsciente, Inconsciente Individual, Inconsciente Coletivo, Ego e Self)  com destaque para a expressão Arquétipos (marcas antigas) adotada por Jung para caracterizar os nossos conflitos, Dá-se conta Jung  que somos compostos por uma duplicidade: O Self (aquilo que somos) e o Ego (aquilo que
aparentamos, a máscara).
Na realidade somos o Self, que agrega as experiências de todas as gerações, e que contém nosso inconsciente coletivo e que é denominado pelo Espiritismo de Perispírito. Já o Ego é a nossa personalidade, e que o  Espiritismo esclarece serem as nossas paixões negativas (o mal do qual devemos nos libertar).
Findo o esclarecimento sobre as ciências de interpretação da criatura humana e de suas terapias Divaldo dá inicio ao entendimento de que devemos centrar nossas energias na transformação do Egoísmo em Altruísmo mediante o contínuo trabalho e esforço para nos libertarmos  da escravização do EGO (aquilo que aparentamos) e dos seus malefícios desenvolvendo a primazia do SELF (Ser profundo).
Para tanto, Divaldo referiu-se  à obra “O Cavaleiro Preso na Armadura” (editora Record) do escritor e roteirista americano Robert Fischer, citando a dificuldade vivida pelo cavaleiro da fábula que busca livrar-se da armadura (EGO) em que vive preso.
O Espiritismo nos dá o caminho: “O egoísmo se enfraquecerá à proporção que a vida moral for predominando sobre a vida material e, sobretudo, com a compreensão, que o Espiritismo vos faculta, do vosso estado futuro, real e não desfigurado por ficções alegóricas”.( O Livro dos Espíritos, Editora FEB, questão 917)
Para que essa conquista seja permanente a transformação deve ser de dentro para fora. Mas como operacionalizar a reforma íntima preconizada por Jesus e enfatizada pela Doutrina Espírita?
Divaldo dá o roteiro buscando uma vez mais o repositório da Doutrina Espírita o Livro dos Espíritos onde Kardec indaga aos Espíritos Superiores na questão 919: Qual o meio prático mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e de resistir à atração do mal?
A resposta sucinta dos Tarefeiros do Cristo não deixa margem alguma a dúvidas:
“Um sábio da antiguidade vo-lo disse: Conhece-te a ti mesmo.”
Esse é a nossa prioridade: A viagem Interior que nos auxiliará no reconhecimento das múltiplas imperfeições que  aguardam serem, ainda, identificadas para depois, então, serem transformadas em virtudes como também daquelas outras que apesar de já reconhecidas aguardam nossa decisão firme para sublimá-las.
Deixar o Ego e ser o Self, como fez Francisco de Assis que diante da multidão que lotava a Catedral de Assis ouviu as acusações do pai e diante de todos desnudou-se das finas roupas que trajava e foi buscar no monturo de lixo um casaco ali atirado e vestiu-o, cingindo na cintura uma corda à guisa de cinto. Mostrava por esse gesto a luta que ele travava com o Ego.
Fazia-o não para afrontar o pai, mas por ser essa a forma de simbolizar a separação do Ego. Desnudou-se pelo anseio da liberdade encontrar a Verdade.
“Todo mundo pensa em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo”, afirmou Leon Tolstói (1828-1910).   Quem desejar, portanto mudar o mundo mude-se em primeiro lugar. Não é o mundo que se muda. Somos nós que mudamos o mundo, mudando-nos.
Francisco de Assis não recomendou a ninguém a necessidade de vestir-se de tal ou qual forma. Ele impôs a si mesmo.
O Caminho da Verdade na busca do autoconhecimento é muito difícil pelo fato de nós nos ignorarmos.
A eliminação da ignorância de nós mesmos passa pela aquisição do conhecimento e citando o sociólogo, médico psiquiatra e psicólogo o professor Emilio Mira y Lopez (1896-1964) que, do ponto de vista psicológico o ser humano é constituído de cinco (5) elementos:
1. Personalidade (A máscara que afivelamos à face)
2. Conhecimento (São as aquisições intelectivas e formada pelas lições de aprendizagem)
3. Identificação (São as sintonias daquilo com o que nos afinizamos)
4. Consciência (Que atuando com o Conhecimento formam a base do discernimento. A consciência possui níveis diferenciados como será abordado a seguir)
5. Individualidade (O elemento que o egoísmo procura defender a todo custo)
Divaldo aborda a seguir os níveis de consciência que vamos galgando nas sucessões das vivências e ilustrou cada um desses níveis permitindo a todos identificar aquele em que estagiamos, permitindo-nos, assim, estabelecer um programa pessoal de aperfeiçoamento.:
1. Consciência de sono SEM sonhos
2. Consciência de sono COM sonhos
3. Consciência de sono ACORDADO (identificação)
4. Consciência de Si mesmo.
5. Consciência Cósmica. (Já não sou eu quem vive, mas Cristo que vive em
mim. Gálatas 2:20)
Para finalizar, Divaldo nos convida a não desistirmos da busca do autoconhecimento, não se deixando arrastar pelas Ilusões, optando pelo enfrentamento da Realidade. Encorajando-nos a perseverar nessa busca Divaldo cita vários exemplos de constância de propósito como o descobridor da lâmpada elétrica Thomas Alva Edson que mesmo após mais de 700 experiências infrutíferas não desistiu, permanecendo no laboratório até obter êxito.
Amor ou sofrimento
Só amamos os outros quando nos amarmos... E o amor solucionará todos os problemas, por mais intrincados se apresentem.
Amar, como amou Francisco de Assis que experimentou doenças que lhe despedaçavam o corpo frágil e afligiam a alma veneranda: malária em surtos contínuos com febre e dores estomacais, com o baço e o fígado comprometidos não conseguira desanimá-lo
Ao lado dessas aflições lentamente desabrochou as primeiras rosas arroxeadas da hanseníase.
Diante das dores quase insuportáveis da conjuntivite tracomatosa aceitou submeter-se ao tratamento especial contra o tracoma nas mãos do médico que aqueceu dois ferros até os tornar brasas vivas e o cegou. Francisco  não reclamou, exclamando, confiante: Oh! Irmão fogo!... Sê bondoso comigo nesta hora...
Como se não bastasse, posteriormente, a fim de estancar a purulência dos ouvidos, novamente experimentou barras de ferro em brasa que os penetraram, sem que exteriorizasse um gemido único.
Francisco renasceu para sofrer – sem dever – e nos ensinar – a nós que temos dívidas – a arte sublime de dedicação a Jesus.
Toda uma epopeia de sacrifícios e abnegação ficaria inscrita nas páginas da História demonstrando quanto se pode fazer e viver sob a inspiração do amor de totalidade.

        Texto: Djair de Souza Ribeiro
         Fotos: Sandra Patrocínio


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)



Seminario Libérate del Mal con Divaldo Franco -
São Paulo, 20/02/16.




La invitación al autoperdón formulada en la víspera, aún repercutía en las mentes y también en los corazones que habían participado del culto del Evangelio.
Un nuevo ánimo brillaba en los ojos expectantes de todos, aquella mañana radiante de verano.
Al ocupar la tribuna, Divaldo enuncia los conceptos que abordará para el desarrollo del temaLiberación del Mal.
La terapia será de naturaleza psicológica, a partir de aquel que es el mayor
adversario de nuestro proceso evolutivo: el egoísmo.
Y es a través del Espiritismo, que Divaldo da comienzo al enunciado y la comprensión del verdadero significado en nuestras vidas del egoísmo, y en tal sentido menciona la pregunta planteada por Allan Kardec a los venerados Espíritus, identificada en El Libro de los Espírituscomo la pregunta 913: ¿Cuál de los vicios puede ser considerado la raíz de todos los otros?
  Y los Espíritus buenos respondieron: Lo hemos dicho muchas veces: el egoísmo. De ahí deriva todo el mal. Estudiad los vicios y veréis que en el fondo de cada uno de ellos se halla el egoísmo. (Capítulo XII, Perfección Moral)
Queda en claro que el egoísmo es, sin dudas, el mayor enemigo de nuestra plenitud.
Como el enfoque terapéutico será a través de la Psicología, Divaldo busca uniformar los diferentes niveles de conocimiento que existen en la platea, y resume didácticamente, en forma muy clara, la trayectoria de las diversas psicoterapias que surgieron y las trayectorias de sus principales protagonistas.
Comienza por Jean-Martin CHARCOT (1825-1893) quien en 1880 se propone tratar la histeria mediante el hipnotismo. Los resultados obtenidos se difunden por el mundo, y atraen la atención de un joven médico neurólogo de Viena: Sigmund Freud (1856-1939), que se traslada a París para aprender con Charcot, directamente, esa técnica.
La hipnosis representó un gran paso para comprender la mente humana, pero
era insuficiente para entender las causas por las que había tantos enfermos que no manifestaban sus enfermedades.
Persiguiendo su objetivo de interpretar a la criatura humana, Freud va haciendo un recorrido a través de los comportamientos humanos, hasta que finalmente logra identificar que los conflictos que se hallaban en el subconsciente eran los principales generadores de los disturbios. Nace el psicoanálisis y la extraordinaria contribución para desmitificar al sexo, considerado por la religión dogmática como una inmundicia.
Parafraseando a Pablo de Tarso, que en la Epístola a los Romanos (14:14) registró: Como persona que está con el Señor Jesús, tengo plena convicción de que ningún alimento es por sí mismo ritualmente impuro, a no ser para quien así lo considere; para ese es impuro. Freud establece que el sexo solamente es impuro para quien así lo considera.
La humanidad comienza a emerger de las tinieblas de la ignorancia en el tratamiento de los conflictos y disturbios psiquiátricos. El impacto del Psicoanálisis de Freud atrae la atención del psiquiatra y psicoanalista suizo  Karl Gustav Jung (1875-1961), que se suma al Padre del Psicoanálisis. No obstante, ambos se alejan irreconciliablemente. Freud consideraba a Jung demasiado místico, mientras que Jung consideraba que no todos los problemas provenían de la libido. Jung formula nuevos conceptos y técnicas, y surge entonces la Psicología analítica.
Llegado a ese punto, Divaldo explica y define el significado de los principales términos y de las expresiones específicas de la Psicología -Consciente, subconsciente, inconsciente individual, inconsciente colectivo, Ego y Self- destacando la expresión Arquetipos (marcas antiguas) adoptada por Jung para caracterizar nuestros conflictos. Se da cuenta, Jung, de que estamos compuestos por una duplicidad: el Self (aquello que somos) y el Ego (aquello que aparentamos, la máscara).
En realidad somos el Self, que agrega las experiencias de todas las generaciones y que contiene nuestro inconsciente colectivo, al cual el Espiritismo denomina periespíritu. Además, el Ego es nuestra personalidad, al que el Espiritismo identifica con nuestras pasiones negativas (el mal del cual debemos liberarnos).
Finalizada la explicación sobre las ciencias de interpretación de la criatura humana y de sus terapias, Divaldo da comienzo a los conceptos relativos a la comprensión, acerca de que debemos concentrar nuestras energías en la transformación del egoísmo en altruísmo, mediante el continuado
trabajo y esfuerzo para liberarnos de la esclavitud del EGO (aquello que
aparentamos) y de sus maleficios, desarrollando la primacía del SELF (Ser
profundo).
Para eso, Divaldo se refirió a la obra El Caballero prisionero en la armadura
(Editora Record) del escritor y guionista norteamericano Robert Fischer, citando la dificultad experimentada por el caballero del relato, que busca liberarse de la armadura (EGO), dentro de la cual vive prisionero.
El Espiritismo nos muestra el camino: El egoísmo habrá de debilitarse a medida que predomine la vida moral sobre la vida material y, en especial, mediante la comprensión que el Espiritismo os ofrece de vuestro estado futuro real, y no desnaturalizado por ficciones alegóricas. (El Libro de los Espíritus, preg. 917).
Para que esa conquista sea permanente, la transformación debe ser desde adentro hacia afuera. Pero, ¿cómo efectuar la reforma íntima preconizada por Jesús y enfatizada por la Doctrina Espírita?
Divaldo muestra el rumbo, recurriendo una vez más al repertorio de la Doctrina
Espírita, específicamente a El Libro de los Espíritus, donde Kardec consulta a los Espíritus Superiores, en la cuestión 919: ¿Cuál es el medio práctico más eficaz para mejorar en esta vida y resistir a la incitación del mal?
La respuesta sucinta de los Obreros de Cristo no deja margen para ninguna
duda: Un sabio de la Antigüedad os lo ha dicho: Conócete a ti mismo.
Esa es nuestra prioridad: El viaje interior que nos auxiliará al reconocimiento de las múltiples imperfecciones que aún aguardan ser identificadas para, después, ser transformadas en virtudes; como también de aquellas otras que, a pesar de que ya las hayamos reconocido, aguardan nuestra decisión
firme para sublimarlas.
Dejar el Ego y ser el Self, como hizo Francisco de Asís, que ante la
multitud que colmaba la Catedral de Asís escuchó las acusaciones de su padre y delante de todos, se despojó de las finas prendas que llevaba puestas y fue a buscar en un montón de basura, una casaca que allí alguien había tirado y se la puso, ajustando la cintura con una cuerda a modo de cinturón. Mostraba con ese gesto, la lucha que él libraba con el Ego.
No lo hacía para importunar a su padre, sino porque esa era la forma de simbolizar el separarse del Ego. Se desnudó porque anhelaba la libertad, hallar la Verdad.
Todo el mundo piensa en cambiar al mundo, pero nadie piensa en cambiarse a sí mismo, manifestó Leon Tolstoi (1828-1910). Quien desee, por lo tanto, cambiar al mundo, que se cambie a sí mismo en primer lugar. No es el mundo el que cambia. Somos nosotros que cambiamos el mundo, cuando nos cambiamos a nosotros mismos.
Francisco de Asís no recomendó a nadie la necesidad de vestirse de tal o cual forma. Él se lo impuso a sí mismo.
El Camino de la Verdad, en la búsqueda del autoconocimiento, es muy difícil por el hecho de que nos ignorarmos. La eliminación de la ignorancia de nosotros mismos pasa por la conquista del conocimiento, y citando al sociólogo, médico psiquiatra y psicólogo, el profesor Emilio Mira y López (1896-1964), desde el punto de vista psicológico el ser humano está constituido por cinco (5) elementos:
1. Personalidad (La máscara que ajustamos al rostro).
2. Conocimiento (Son las conquistas intelectuales; está formado por las lecciones aprendidas).
3. Identificación (Son las sintonías con aquello con lo que somos afines).
4. Conciencia ( Actuando junto con el conocimiento forman la base del
discernimiento. La conciencia posee niveles diferenciados, como se verá a continuación).
5. Individualidad (El elemento que el egoísmo procura defender a todo costo).

Divaldo alude luego a los niveles de conciencia, que vamos superando en las
sucesivas experiencias, e ilustró cada uno de esos niveles, permitiendo a todos identificar aquel en el que transitoriamente nos hallamos, y de ese modo establecer un programa personal de perfeccionamiento:
1. Conciencia de sueño SIN sueños
2. Conciencia de sueño CON sueños
3. Conciencia de sueño DESPIERTO (identificación)
4. Conciencia de Sí mismo.
5. Conciencia Cósmica. (Ya no soy yo quien vive, sino Cristo vive en mí.
Gálatas, 2:20).
Para finalizar, Divaldo nos invita a que no desistamos, en la búsqueda del
autoconocimiento, a no dejarnos arrastrar por las ilusiones, sino que optemos por afrontar la realidad. Alentándonos a persistir en esa búsqueda, Divaldo
cita varios ejemplos de constancia en el propósito, como el descubridor de la
lámpara eléctrica -Thomas Alva Edison- que al cabo de más de 700 experiencias infructíferas no desistió, sino prosiguió con sus investigaciones hasta obtener éxito.

Amor o sufrimiento.
Sólo amamos a los otros cuando nos amamos a nosotros mismos... El amor solucionará todos los problemas, por más complejos que se presenten.
Amar como amó Francisco de Asís, que experimentó enfermedades que le deterioraban el cuerpo frágil y afligían a su alma venerada: la malaria en ataques continuos, con fiebre y dolores estomacales, con el bazo y el hígado comprometidos, no consiguió desanimarlo. Junto con esas aflicciones, lentamente se abrieron las primeras rosas rojizas del mal de Hansen.
Ante los dolores casi insoportables de la conjuntivitis tracomatosa aceptó
someterse a un tratamiento especial para atacar el tracoma, en manos del médico, que calentó dos hierros hasta convertirlos en brasas vivas y lo dejó ciego. Francisco no se quejó, sino exclamó confiado: ¡Oh! ¡Hermano fuego!... Sé bondadoso conmigo en esta hora...
Como si no bastase con eso, posteriormente, a fin de detener la purulencia de los oídos, nuevamente soportó que barras de hierro al rojo vivo penetraran en ellos, sin que exteriorizase ni un solo gemido.
Francisco renació para sufrir –sin que debiera sufrir– y para enseñarnos –a nosotros que tenemos deudas– el arte sublime de dedicación a Jesús.
Toda una epopeya de sacrificios y abnegación quedaría inscripta en las páginas de la Historia, demostrando cuánto se puede hacer y vivir con la inspiración del amor en plenitud.

       Texto: Djair de Souza Ribeiro
       Fotos: Sandra Patrocínio



(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com] de Buenos Aires, Argentina)







domingo, 21 de fevereiro de 2016

Registro. Seminário “Liberta-te do Mal” com Divaldo Pereira Franco. São Paulo, SP



noite do dia 19/02/2016


A metrópole se agita. É sexta feira e as pessoas de todos os cantos de SP se
preparam para o fim de semana. O trânsito, normalmente caótico se
intensifica ainda mais.
Contudo, os corredores e saguões do Hotel Jaraguá, no centro da cidade, vive
outro ambiente. Os executivos e turistas que regularmente são seus hóspedes,
foram substituídos por uma população muito diferente. Alegres e joviais como
os são os turistas, mas com o semblante respeitoso como os dos executivos.
Essa massa de mais de 300 almas encarnadas busca no subsolo do prédio o
salão de convenções. São os participantes do seminário organizado pelo
Centro Espírita Dr. Bezerra de Menezes, de Santo André, SP e que em 2.016
abordará o tema “Liberta-te do Mal”
O local previamente preparado por incontáveis trabalhadores abnegados e
anônimos da Espiritualidade Amiga recebe em uma psicosfera de paz, harmonia
e serenidade a todos os encarnados os quais se acomodam e aguardam com
controlada expectativa o início do estudo do Evangelho.
Um exemplar de O Evangelho Segundo o Espiritismo é aberto no seu capítulo 12
Amai os Vossos Inimigos baseado nas palavras de Jesus e registradas pelo
evangelista Mateus no capítulo 5 versículo 20: Aprendestes que foi dito:
“Amareis o vosso próximo e odiareis os vossos inimigos.” Eu, porém, vos
digo: “Amai os vossos inimigos; fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos
que vos perseguem e caluniam, a fim de serdes filhos do vosso Pai que está
nos céus e que faz se levante o Sol para os bons e para os maus e que chova
sobre os justos e os injustos.
Uma voz feminina se levanta e com contida emoção lê o trecho escolhido:  OS
INIMIGOS DESENCARNADOS:
“Ainda outros motivos tem o espírita para ser indulgente com os seus
inimigos. Sabe ele, primeiramente, que a maldade não é um estado permanente
dos homens; que ela decorre de uma imperfeição temporária e que, assim como
a criança se corrige dos seus defeitos, o homem mau reconhecerá um dia os
seus erros e se tornará bom...
Acompanhado atentamente pela plateia silenciosa a leitura segue pelos itens
5 e 6.
Divaldo convida, então, seis (6) integrantes do público para comentarem o
texto evangélico.
Revezam-se na tribuna Dr. Sergio Lourenço, depois a Sra. Luiza  Leontina
Andrade Ribeiro (Federação Espírita do estado do Mato Grosso), seguida da
escritora e conferencista mineira de Juiz de Fora a Sra. Suely Caldas
Schubert e ainda do ex-prefeito de Campinas e atual colaborador do Centro
Espírita Allan Kardec o Sr. Lauro Péricles Gonçalves que é seguido depois
pela Presidente do Spiritist Group of New York- USA, a Sra. Jussara Korngold
e por fim o radialista da Rede Boa Nova  e dirigente da Fraternidade
Cristo-Redentor e apresentador do programa Fraternidade o enfermeiro Sr.
Antonio Carlos Laferreira.
Cada um, a seu turno, forneceu sua interpretação do texto evangélico lido.
Apesar das nuances diferenciadas naturais de cada interpretação a caridade e
o perdão foram as abordagens que permearam todos os comentários.

Divaldo assumindo a tribuna emociona a todos narrando a história de Ilse, um
caso registrado pelo renomado psicanalista americano Dr. James Hollis e
publicado no livro “Os Pantanais da Alma” (editado no Brasil pela Paulus
Editora – Título no original: Swamplands of the Soul).
Ilse era uma jovem polonesa e cristã que no ano de 1.942, enquanto fazia
compras,  foi equivocadamente tida como judia e levada como prisioneira para
o terrível campo de Sobibor na própria Polônia.
Em nada resultou seu protesto e apresentação de documentos comprovando não
ser ela judia.
Chegando ao campo de concentração, foi empurrada para a fila de triagem de
onde seria enviada para a câmara de gás ou para o barracão de prisioneiros.
À sua frente estava uma mulher frágil acompanhada de duas filhinhas muito
pequenas. Antecipando seu destino que seria a morte pelo gás, tentou a
enfraquecida mãe, deixar com Ilse ambas as meninas para que pudessem escapar
da morte terrível pela asfixia.
Temendo ser envolvida naquela situação – o que fatalmente resultaria na sua
morte – Ilse empurrou com forças as criançinhas na direção da senhora que já
se afastava em direção a execução. O nazista compreendendo o que ocorria e a
tentativa da verdadeira mãe em salvar as filhinhas, com requintes de
crueldade e impiedade removeu as meninas para junto da verdadeira mãe,
destinando-as todas à morte.
Ilse jamais pode esquecer o olhar da mulher que fragilizada física e
emocionalmente lhe direcionou naquele momento.
Ilse jamais se esqueceria das lágrimas que verteram daqueles olhos
entristecidos e desesperados.
Mais alguns anos e finalmente o campo de concentração foi liberado pelos
aliados. Ilse estava entre os sobreviventes e mais tarde mudou-se para os
EUA.
Jamais se perdoara. Recusava-se ao casamento, pois não se considerava digna
de ser mãe e nem merecia ser amada.
Não lograra obter a paz para sua consciência. Peregrinara por diversas
religiões, mas em nenhuma conseguira encontrar o que tanto almejava: o
perdão de sua covardia moral que resultara na morte de mãe e filhinhas.

Finda a narrativa, Divaldo relata que em suas mais profundas reflexões em
torno do drama, considera que o sofrimento de Ilse faz lembrar a todos dos
inimigos desencarnados (obsessores) que não perdoam nossos equívocos que
contra eles cometemos.
Na realidade não são obsessores. São pessoas que nós atiramos no abismo da
dor – física e moral – e que por serem doentes não nos compreendem e nem nos
perdoam.
Mas com quais meios podemos combater a obsessão?
Partindo de O Livro dos Médiuns em cujo  capítulo 23 - Da Obsessão -  são
apresentados os tipos de Obsessões, bem como as suas causas e os meios de
combater,  Divaldo deixa claro que a forma mais eficaz de neutralizar a
obsessão é a aplicação do amor, oração, paciência e misericórdia para com
aqueles que não nos perdoaram.
E coroando a noite de bênçãos Divaldo transporta as recomendações de O Livro
dos Médiuns para a prática e narra a todos o caso da perseguição que sofreu
por 40 anos de um espírito que era identificado por Divaldo como o Máscara
de Ferro e que finalmente o perdoou pelas ações do passado quando Divaldo
tomou em seus braços um recém nascida abandonada às portas da Mansão e
passou a dedicar-lhe total atenção, carinho e amor.
Emocionado o espírito que o perseguira por todos aqueles anos pousou
gentilmente a mão em seu ombro e falou-lhe:
- Divaldo, até agora tu não me convenceste. Venceste-me pela paciência.
Contudo hoje já não tenho mais como te odiar. Essa criança que aninhas com
tanto carinho entre teus braços abriga o espírito de minha mãe que retorna
ao plano físico.
Encerrando a noite, Divaldo afirma: Todos nós erramos, exceto Jesus. O mal é
uma experiência que trouxe um resultado perturbador. O mal –
filosoficamente – não existe: é o bem que enlouqueceu e que nos ensina a não
mais fazer daquele modo.
Por essa razão, estamos todos convidados a autoanálise para identificarmos
nossas culpas.
A Libertação do Mal tem início no tratamento de nossos complexos de culpa
que insistimos em carregar conosco.

      Texto: Djair de Souza Ribeiro
       Fotos: Sandra Patrocínio


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)



SEMINARIO: LIBÉRATE DEL MAL - DIVALDO FRANCO, noche del día 19/02/2016.



      La metrópolis se agita. Es viernes, y las personas de todos los rincones de San Pablo se preparan para el fin de semana. El tránsito, habitualmente caótico, se intensifica más aún.
No obstante, en los corredores y accesos del Hotel Jaraguá, en el centro de la ciudad, se vive otro clima. Los ejecutivos y los turistas que habitualmente son sus huéspedes, han sido sustituidos por una población muy diferente: alegre y jovial como los turistas, pero con el semblante respetuoso de los ejecutivos.
      Esa masa de más de 300 almas encarnadas, busca en el subsuelo del edificio el salón de convenciones. Son los participantes del seminario organizado por el Centro Espírita Dr. Bezerra de Menezes, de Santo André, SP, que en esta ocasión, año 2016, versará sobre el tema Libérate del mal.
      El lugar ha sido preparado con anticipación por innumerabes trabajadores abnegados y anónimos de la Espiritualidad Amistosa, y recibe en una psicosfera de paz, armonía y serenidad, a todos los encarnados, los cuales se acomodan y aguardan con prudente expectativa el comienzo del estudio del Evangelio. Un ejemplar de El Evangelio según el Espiritismo es abierto en el capítulo 12: Amad a vuestros enemigos, basado en las palabras de Jesús, registradas por el evangelista Mateo en el capítulo 5, versículo 20: Habéis aprendido que fue dicho: Amaréis a vuestro prójimo y odiaréis a vuestros enemigos. Yo, sin embargo, os digo: Amad a vuestros enemigos; haced el bien a los que os odian y orad por los que os persiguen y calumnian, a fin de que seáis hijos de vuestro Padre que está en los Cielos y que hace que salga el sol para los buenos y los malos, y que llueva sobre los justos y los injustos.

     Una voz femenina se eleva, y con contenida emoción lee el párrafo elegido: LOS ENEMIGOS DESENCARNADOS: El espírita tiene, además, otros motivos para ser indulgente con sus enemigos. Él sabe, en primer término, que la maldad no es un estado permanente de los hombres; que esta es consecuencia de una imperfección transitoria y que, así como el niño se corrige de sus defectos, el hombre malo reconocerá un día sus errores y se convertirá en bueno...

      Seguida atentamente por la platea silenciosa, la lectura continúa en los ítems 5 y 6. Divaldo invita, entonces, a seis (6) componentes del público para que hagan comentarios sobre el texto evangélico.
     Se suceden en la tribuna el Dr. Sergio Lourenço y después la Sra. Luiza Leontina Andrade Ribeiro de la Federação Espírita do Estado do Mato Grosso, a quien sigue la escritora y conferencista mineira de Juiz de Fora, la Sra. Suely Caldas Schubert y, además, el ex-intendente de Campinas y actual colaborador del Centro Espírita Allan Kardec, el Sr. Lauro Péricles Gonçalves, al que sigue después la Presidente del Spiritist Group of New York-USA, la Sra. Jussara Korngold y, por último, el periodista de la Red Boa Nova y directivo de la Fraternidade Cristo-Redentor, además de presentador del programa Fraternidade, el enfermero Sr. Antonio Carlos Laferreira. Cada uno, a su turno, suministró su interpretación del texto evangélico leído. A pesar de los matices diferentes y lógicos de cada interpretación, la caridad y el perdón fueron los enfoques que caracterizaron a todos los comentarios.

       Divaldo ocupó de nuevo la tribuna, y emocionó a todos con la narración de la historia de Ilse, un caso registrado por el renombrado psicoanalista norteamericano Dr. James Hollis, que ha sido publicado en el libro Los pantanos del alma (editado en Brasil por la Paulus Editora. Título del original: Swamplands of the soul).
      Ilse era una joven polonesa y cristiana que, en el año 1942, mientras hacía
compras, equivocadamente fue considerada judía y conducida como prisionera al terrible campo de Sobibor, en la propia Polonia. De nada sirvió su reclamo ni la presentación de documentos que demostraban que ella no era judía.
      Cuando llegó al campo de concentración, fue empujada a la fila de selección, desde donde sería enviada a la cámara de gas o a una barraca para prisioneros.
      Adelante de ella había una mujer frágil, acompañada por dos hijas muy
pequeñas. Previendo que su destino sería la muerte por el gas intentó, la debilitada madre, dejar con Ilse a ambas niñas, para que pudiesen escapar de una muerte terrible por asfixia. Temerosa de ser involucrada en aquella situación –lo que fatalmente daría como resultado su propia muerte– Ilse empujó con fuerza a las pequeñas, detrás de la señora, que ya se alejaba en dirección al lugar donde la ejecutarían. El guardia nazi, comprendiendo lo que ocurría, así como el intento de la verdadera madre para salvar a sus hijitas, con una actitud cruel y despiadada arrastró a las niñas al lado de su verdadera madre, destinándolas a la muerte.
Ilse jamás pudo olvidar la mirada que le dirigió la mujer, frágil física y emocionalmente, en aquel momento. Ilse jamás se olvidaría de las lágrimas que brotaban de aquellos ojos apenados, desesperados.
Algunos años más tarde, finalmente, el campo de concentración fue liberado por los aliados. Ilse estaba entre los sobrevivientes, y más tarde se trasladó a los Estados Unidos de Norteamérica - USA.
Jamás se había perdonado. Rechazaba el casamiento, pues no se consideraba digna de ser madre ni merecedora de ser amada.
No había logrado tranquilizar a su conciencia. Peregrinó por diversas
religiones, pero en ninguna había conseguido encontrar lo que tanto ansiaba: el perdón de su cobardía moral, que había ocasionado la muerte de una madre y de sus pequeñas hijas.

       Concluida la narración, Divaldo relata que en sus más profundas reflexiones acerca del drama, considera que el sufrimiento de Ilse le hace recordar a todos los enemigos desencarnados (obsesores) que no perdonan las equivocaciones que cometemos en perjuicio de ellos.
      En realidad no son obsesores. Son personas que nosotros arrojamos al abismo del dolor –físico y moral– y que por ser enfermos no nos comprenden ni nos perdonan.
Mientras tanto, ¿con qué recursos podemos combatir la obsesión?
A partir de que en El Libro de los Médiums, en cuyo capítulo 23 -De la Obsesión- son presentados los diversos tipos de obsesiones, así como sus causas y los medios para combatirlas, Divaldo deja en claro que la forma más eficaz de neutralizar la obsesión es la aplicación del amor, la oración, la paciencia y la misericordia para con aquellos que no nos han perdonado.
       A modo de coronación de esa noche de bendiciones, Divaldo traslada las recomendaciones deEl Libro de los Médiums a la práctica y narra el caso de la persecución que él mismo padeció durante 40 años, de parte de un espíritu, al cual Divaldo identificaba como el Máscara de Hierro, que finalmente lo perdonó por las acciones del pasado, cuando Divaldo tomó en sus brazos a una recién nacida, abandonada en las puertas de la Mansión y comenzó a
dedicarle absoluta atención, cariño y amor.
      Emocionado, el espíritu que lo había perseguido durante todos aquellos años, apoyó gentilmente la mano en su hombro y le dijo: -Divaldo, hasta ahora no me habías convencido. Me derrotaste por la paciencia. No obstante, hoy ya no tengo más motivo para odiarte: esa criatura que llevas con tanto cariño entre tus brazos, abriga el espíritu de mi madre que retorna al ámbito físico.
       Para concluir con la tarea de esa noche, Divaldo manifiesta: Todos nosotros nos equivocamos, excepto Jesús. El mal es una experiencia que trajo un resultado perturbador. El mal –filosóficamente– no existe: es el bien que perdió el uso de la razón, y nos enseña a no volver a proceder de tal modo.
       Por esa razón, estamos todos invitados al autoanálisis, para identificar
nuestras faltas. La liberación del mal comienza con el tratamiento de los complejos de culpa que insistimos en cargar con nosotros.

      Texto: Djair de Souza Ribeiro
      Fotos: Sandra Patrocínio

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)








Nota sobre Divaldo Pereira Franco

Está circulando uma notícia sobre desencarne de Divaldo Franco, ele neste final de semana em São Paulo, realizando um Seminário no Novotel Jaraguá, portanto é falsa a noticia do seu desencarne.
    A foto é de hoje, parte da manha,  20.02.16.

   Abraço-Jorge Moehlecke
(Recebido em emaio de Jorge Moehlecke)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Registro. Divaldo Pereira Franco no SEJA Rio de Janeiro, RJ



18-02-2016

Foi inaugurado ontem, 18 de fevereiro de 2016, o auditório Divaldo Pereira Franco na comemoração do 9º aniversário do Centro Espírita Joanna de Ângelis, CEJA BARRA.  
A homenagem à Divaldo Franco, padrinho e co-fundador desta instituição também contou com a inauguração e descerramento da placa alusiva a fundação desta querida instituição. A noite de festa foi iluminada ainda com uma brilhante palestra do médium e orador espírita. 
Ressalvada a presença especial dos seguintes irmãos: Regina Lúcia Borges de Souza, diretora da FEB Rio; Alexandre Pereira, diretor da área de unificação do CEERJ; Gerson Simões Monteiro, Presidente da Rádio Rio de Janeiro, a  Emissora da Fraternidade; Saulo de Tarso Ferreira Netto, Presidente do Centro Cultural Correio Espírita e editor do Jornal Correio Espírita; Luismar Ornelas Lima, repórter do Jornal Correio Espírita; Ana Maria Spranger, representante da livraria da Mansão do Caminho no Rio de Janeiro, Iracema Couto e Tupinambá Machado ambos representantes da Livraria Joanna de Ângelis, no Catete; Terezinha Oliveira, Presidente da IEJA, Instituição Espírita Joanna de Ângelis e da Escola Joanna de Ângelis em Japeri, Rio de Janeiro, além dos demais convidados, amigos, parceiros e colaboradores.
Após a prece feita pela Presidente do CEJA BARRA, Iraci Campos, Divaldo Franco fez uma análise sobre os transtornos psiquiátricos e obsessivos. 
Iniciando a palestra no período do terror na França e os direitos humanos; Dr. Philippe Pinel, a experiência com os esquizofrênicos do Hospital de La Bicêtre e a nova era para a ciência psiquiátrica. Abordou com detalhes os estudos cerebrais do séc. XVII, Jean Martin Charcot e as experiências com a hipnose, uma época em que os fenômenos mediúnicos foram considerados histéricos, esquizofrênicos ou fraude do subconsciente e os médiuns, pessoas psicopatas, na ótica da ciência, da fisiologia e da psiquiatria. 
Discorreu sobre o surgimento da psicanálise e as descobertas de Freud que buscou os conflitos no subconsciente e a sua notável contribuição ao desmistificar o sexo, e citando Romanos 14:14, lembrou-nos que nada é de si imundo a não ser para aquele que assim o considera.

Em seguida deu enfoque  ao nascimento da psicologia por Carl Gustav Jung  e seu rompimento com Freud que lhe considerou demasiadamente místico. Jung cria a psicologia analítica, uma psicologia profunda e para entender a criatura humana buscou no cristianismo primitivo, no século II, a palavra arquétipos, “marcas antigas”. Segundo ele, todos nós carregamos certas marcas que estão em nosso subconsciente, na linguagem da época, logo depois substituída por inconsciente porque haviam depósitos mais profundos de memória, então, inconsciente profundo. Mas Jung foi além: esse inconsciente se apresenta de duas maneiras, o individual e o inconsciente coletivo. Então, Jung adota a palavra arquétipo para caracterizar os nossos conflitos assim como percebe que somos duplos: temos o ser que somos e a aparência que apresentamos, o ego e o self. Não somos o ego, “a máscara”, somos o self, esse psiquismo que acumula as experiências de todas as gerações, e que contém nosso inconsciente coletivo, o que a Doutrina Espírita chama de perispírito e a  filosofia e outras doutrinas chamam corpo astral, então chamamos o self de espírito e o ego a nossa personalidade. É necessário que superemos a sombra, efeito do ego. A função psicológica Junguiana é encontrar o estado luminoso. Esse estado luminoso é o Reino dos céus na palavra de Jesus. Divaldo explica que se compararmos com a doutrina espírita, é uma questão apenas de substituirmos palavras: o ego são nossas paixões negativas; o self, o espírito que somos; a sombra, nossas heranças de outras encarnações.
Abordando ainda sobre a concussão, a anoxia cerebral e os eletrochoques citou a técnica desenvolvida pelo médico português Egas Moniz, uma cirurgia no cérebro denominada, lobotomia, e, que com seu fracasso, aparecem os laboratórios de farmácia e os barbitúricos que até hoje são de grande eficiência em várias psicoses, especialmente na esquizofrenia.
O homenageado da noite nos mostra como está assustadora a questão da depressão. Porque nos afastamos de Deus e nos perdemos. Não sabemos o que queremos da vida. E a vida tem que ter um objetivo psicológico, uma meta, É necessário dar a vida um propósito. E esse propósito é o do amor. Quem ama não adoece. Quem ama tem doença transitória mas não é doente. E a doença não é um castigo. É um fenômeno natural da existência orgânica porque a vida na Terra é a vida ainda de um planeta inferior.
Somos espíritos doentes por causa da nossa herança, o nosso aparelho de defesa debilita-se através das marcas do nosso perispírito e do corpo astral abrindo o campo para essas manifestações, então nosso sistema imunológico debilita-se por causa dos nossos fenômenos morais, e contraímos infecções. Como também existem os transtornos das nossas condutas anteriores: a traição, o crime de qualquer natureza, o ódio, o ressentimento.
E aqueles que foram nossas vítimas tendo morrido mas não se tendo extinguido, voltam para cobrar. O Conferencista cita o capítulo XXIII do Livro dos Médiuns, quando  Allan Kardec chama este fenômeno de  obsessões, e ainda que, a maioria desses doentes que encontramos nos hospícios não são doentes mentais, são obsediados.
O espiritismo veio dar uma contribuição de que em qualquer psicopatologia, a presença de espíritos desencarnados infelizes é a causa desencadeadora do processo pela Lei de Causa e Efeito. E essa doutrina nos chega com uma abençoada luz, para nos arrancar dos conflitos, das garras das entidades perversas, graças as memoráveis sessões mediúnicas de desobsessão.
E conclui respondendo a pergunta: Então o que fazer?
Estamos na Terra para reparar e não para sofrer. Recomenda Jesus: Vigiar e orar. O vigiar é agir o bem, é manter uma vida saudável, é seguir os dois únicos mandamentos que ele deu preferência: amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo; e não fazer a outrem o que não deseja que outrem lhe faça.
Incansável, o Embaixador da Paz no Mundo, carinhosamente atendeu ainda a uma imensa fila para autógrafos e fotos encerrando assim, sua participação nessa linda e histórica festa.
  Textos: Maria Rachel Coelho
  Fotos:Luismar Ornelas de Lima

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)





DIVALDO FRANCO - CEJA BARRA, Rio de Janeiro, 18-02-2016.

Ayer, 18 de febrero de 2016, se inauguró el Auditorio DIVALDO PEREIRA FRANCO, durante la conmemoración del 9º aniversario del Centro Espírita Joanna de Ângelis: CEJA BARRA.  
El homenaje a Divaldo Franco, padrino y cofundador de esta institución, también contó con la inauguración y el descubrimiento de la placa alusiva a la fundación de esta querida institución. La noche festiva fue iluminada -además- con una brillante disertación del agasajado médium y orador espírita. 
Se destacó la presencia especial de los siguientes hermanos: Regina Lúcia Borges de Souza, directora de la FEB Rio; Alexandre Pereira, director del Área de Unificación del CEERJ; Gerson Simões Monteiro, Director de la Radio Rio de Janeiro, la Emisora de la Fraternidad; Saulo de Tarso Ferreira Netto, Presidente del Centro Cultural Correio Espírita y editor del PeriódicoCorreio Espírita; Luismar Ornelas Lima, reportero del Periódico Correio Espírita; Ana Maria Spranger, representante de la Librería de la Mansión del Camino en Rio de Janeiro; Iracema Couto y Tupinambá Machado, ambos representantes de la Librería Joanna de Ângelis, de Catete; Terezinha Oliveira, Presidente de la IEJA, Institución Espírita Joanna de Ângelis y de la Escuela Joanna de Ângelis de Japeri, Rio de Janeiro, además de otros invitados, amigos, compañeros y colaboradores.

A continuación de la plegaria que realizó la Presidente del CEJA BARRA, Iraci Campos, Divaldo Franco efectuó un análisis sobre los trastornos psiquiátricos y obsesivos. 
Comenzó la disertación aludiendo al período del terror, en Francia, y a los derechos humanos; luego, al Dr. Philippe Pinel y la experiencia con los esquizofrénicos del Hospital de La Bicêtre, y la nueva era para la ciencia psiquiátrica. Abordó con detalles los estudios cerebrales del siglo XVII; Jean Martin Charcot y las experiencias con la hipnosis, una época en la cual los fenómenos mediúmnicos fueron considerados histéricos, esquizofrénicos o fraude del subconsciente y de los médiums, personas psicópatas -según el punto de vista de la ciencia, de la fisiología y de la psiquiatría. 
Se explayó sobre la aparición del psicoanálisis y los descubrimientos de Freud, que buscó los conflictos en el subconsciente, y su notable contribución al desmitificar el sexo, y citando la epístola a los romanos, 14:14, nos recordó que nada es por sí inmundo a no ser para aquel que lo considera de ese modo.

Seguidamente, enfocó el nacimiento de la psicología, debido a Carl Gustav Jung, y su ruptura con Freud, que lo consideró demasiado místico. Jung crea la psicología analítica, una psicología profunda, y para entender a la criatura humana, buscó en el cristianismo primitivo -en el siglo II-, la palabra arquetipos: marcas antiguas. Según él, todos somos portadores de ciertas marcas que están en nuestro subconsciente, según el lenguaje de la época, denominación que poco después fue sustituida por inconsciente, y porque había depósitos más profundos de la memoria, entonces quedó como inconsciente profundo. Pero Jung fue más allá: ese inconsciente se presenta de dos maneras: el individual y el inconsciente colectivo. Entonces, Jung adopta la palabra arquetipo para caracterizar nuestros conflictos, así como percibe que somos dobles: tenemos el ser que somos y la apariencia que mostramos, el ego y el Self. No somos el ego, la máscara, somos el Self, esa psiquis que acumula las experiencias de todas las generaciones, la cual contiene nuestro inconsciente colectivo, al que la Doctrina Espírita denomina periespíritu y la filosofía y otras doctrinas denominan cuerpo astral, entonces denominamos el Self del espíritu y el ego a nuestra personalidad. Es necesario que superemos la sombra, el efecto del ego. La función psicológica junguiana es encontrar el estado numinoso. Ese estado numinoso es el Reino de los Cielos en la palabra de Jesús. Divaldo explica que si lo compararmos con la Doctrina espírita, es una cuestión de apenas sustituir palabras: el ego son nuestras pasiones negativas; el self: el espíritu que somos; la sombra: nuestras herencias de otras encarnaciones.

Abordando aún la conmoción, la anoxia cerebral y los electrochoques, citó la técnica desarrollada por el médico portugués Egas Moniz, una cirugía en el cerebro denominada lobotomía, y que con su fracaso, aparecen los laboratorios de farmacia y los barbitúricos, que hasta hoy son de gran eficiencia en varias psicosis, especialmente en la esquizofrenia.
El homenajeado de la noche nos muestra cómo está amenazadora la cuestión relativa a la depresión, porque nos alejamos de Dios y nos perdemos. No sabemos qué queremos de la vida, y la vida tiene que tener un objetivo psicológico, una meta. Es necesario darle a la vida un propósito, y ese propósito es el amor. Quien ama no se enferma. Quien ama tiene una enfermedad transitoriamente, pero no es un enfermo. Y la enfermedad no es un castigo, es un fenómeno natural de la existencia orgánica, porque la vida en la Tierra es aún la vida relativa a un planeta inferior.
Somos espíritus enfermos a causa de nuestra herencia, nuestro sistema de defensa se debilita a través de las marcas de nuestro periespíritu y del cuerpo astral, abriendo el campo para esas manifestaciones, entonces nuestro sistema inmunológico se debilita a causa de nuestros fenómenos morales, y contraemos infecciones. También existen los transtornos de nuestras conductas anteriores: la traición, el crimen -cualquiera sea su naturaleza-, el odio, el resentimiento.
Y aquellos que han sido nuestras víctimas, que han muerto pero no se han extinguido, retornan para cobrarse. El disertante cita el capítulo XXIII de El Libro de los Médiums, cuando Allan Kardec denomina a este fenómeno: obsesiones, y agrega que la mayoría de esos enfermos que encontramos en los hospicios, no son enfermos mentales: son obsesos.
El espiritismo ha venido para hacer una contribución relativa a que en las psicopatologías, la presencia de espíritus desencarnados desdichados es la causa desencadenante del proceso, por la Ley de Causa y Efecto. Y esa doctrina nos llega con una bendita luz, para liberarnos de los conflictos, de las garras de las entidades perversas, gracias a las memorables sesiones mediúmnicas de desobsesión.
Y concluyó, respondiendo a la pregunta: Entonces, ¿qué hacer?
Estamos en la Tierra para reparar y no para sufrir. Recomienda Jesús: vigilar y orar. El vigilar significa proceder según el bien, es mantener una vida saludable, es respetar los dos únicos mandamientos a los que él dio preferencia: amar a Dios por encima de todas las cosas y al prójimo como a uno mismo; y no hacer a los demás lo que no se desea que los otros le hagan.
Incansable, el Embajador de la Paz en el Mundo, cariñosamente atendió -además- a una inmensa fila para autógrafos y fotos, finalizando de ese modo su participación en esa grata e histórica fiesta.

  Textos: Maria Rachel Coelho
  Fotos: Luismar Ornelas de Lima

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)




domingo, 14 de fevereiro de 2016

Registro. Divaldo Pereira Franco. Mini Seminário Franca, SP


A Fundação Educandário Pestalozzi, criada (1944) a partir do ideal da
professora Maria Aparecida Novelino e de seu marido o médico Dr. Tomás
Novelino ofereceu as dependências de seu ginásio esportivo para acomodar as
mais de 1.000 pessoas que se reuniram no sábado, dia 13.02.2016 para ouvir o
tribuno Divaldo Pereira Franco apresentar o mini seminário “Vitória Sobre as
Paixões”.
Com o objetivo de uniformizar o conhecimento entre todos, Divaldo dedicou a
parte inicial do seminário para esclarecer a todos do significado dos
principais termos e expressões específicas da psiquiatria e psicologia
(Consciente, Subconsciente, Inconsciente Individual, Inconsciente Coletivo,
Ego e Self).
Divaldo foi definindo o significado dos termos de forma bastante clara e
didática entremeando os esclarecimentos com detalhes das figuras de Sigmund
Freud – o pai da Psicanálise - e do psiquiatra suíço Karl Gustav Yung que se
dedicaram a interpretar a criatura humana.
Em seguida Divaldo deu início a identificação da gênese das paixões humanas,
abordando as enormes dificuldades para o continuo e longo caminho para a
criatura livrar-se da escravização do EGO (aquilo que aparentamos) e dos
seus malefícios desenvolvendo a primazia do SELF (Ser profundo).
Divaldo abordou um tema tão complexo de maneira cristalina e agradável,
referindo-se à obra “O Cavaleiro Preso na Armadura” (editora Record) do
escritor e roteirista americano Robert Fischer.
Citando a situação vivida pelo cavaleiro que busca livrar-se da armadura em
que vive preso, Divaldo Franco enfatizou a necessidade premente de
dedicarmos nossas energias e tempo para livrarmo-nos da “armadura” do EGO
deixando vir à luz o SELF.

O Espiritismo nos dá o caminho: “O egoísmo se enfraquecerá à proporção que a
vida moral for predominando sobre a vida material e, sobretudo, com a
compreensão, que o Espiritismo vos faculta, do vosso estado futuro, real e
não desfigurado por ficções alegóricas”.( O Livro dos Espíritos, Editora
FEB, questão 917)
Para que essa conquista seja permanente a transformação deve ser de dentro
para fora. Mas como operacionalizar a reforma íntima preconizada por Jesus e
enfatizada pela Doutrina Espírita?
Divaldo dá o roteiro buscando uma vez mais o repositório da Doutrina
Espírita o Livro dos Espíritos onde Kardec indaga aos Espíritos Superiores
na questão 919: Qual o meio prático mais eficaz que tem o homem de se
melhorar nesta vida e de resistir à atração do mal?
A resposta sucinta dos Tarefeiros do Cristo não deixa margem alguma a
dúvidas:
“Um sábio da antiguidade vo-lo disse: Conhece-te a ti mesmo.”
Esse é a nossa prioridade: A viagem Interior que nos auxiliará no
reconhecimento das múltiplas imperfeições que  aguardam serem, ainda,
identificadas para depois, então, serem transformadas em virtudes como
também daquelas outras que apesar de já reconhecidas aguardam nossa decisão
firme para sublimá-las.
Sem pressa, mas sem pausa.

   Texto: Djair de Souza Ribeiro
    Fotos: Sandra Patrocínio


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)

DIVALDO FRANCO EN FRANCA, São Paulo -13/02/2016 - miniseminario

    La Fundação Educandário Pestalozzi, creada en 1944 a partir del ideal de la profesora Maria Aparecida Novelino y de su esposo, el médico Dr. Tomás
Novelino, ofreció las instalaciones de su gimnasio deportivo para acomodar a las más de 1.000 personas que se reunieron el sábado, día 13.02.2016, para escuchar al orador Divaldo Pereira Franco, quien presentó el miniseminario Victoria sobre las Pasiones.
   Con el objetivo de uniformar el conocimiento para todos, Divaldo dedicó la
parte inicial del seminario, a explicar el significado de los principales términos y expresiones específicas de la psiquiatría y la psicología (consciente, subconsciente, inconsciente individual, inconsciente colectivo, ego y Self).
   Divaldo fue definiendo el significado de los términos en forma suficientemente clara y didáctica, intercalando las explicaciones con detalles de las figuras de Sigmund Freud –el padre del Psicoanálisis- y del psiquiatra suizo Karl Gustav Yung, quienes se dedicaron a interpretar a la criatura humana. Seguidamente, Divaldo dio comienzo a la identificación de la génesis de las pasiones humanas, abordando las enormes dificultades en el continuo y extenso camino para que la criatura se libere de la esclavitud del EGO (aquello que aparentamos) y de sus maleficios, al desarrollar la primacía del SELF (Ser profundo).
   Divaldo abordó un tema tan complejo de manera muy clara y agradable, haciendo referencia a la obra El Caballero prisionero en la armadura (Editora Record) del escritor y guionista norteamericano Robert Fischer.
Mediante la descripción de la experiencia vivida por el caballero, que busca liberarse de la armadura en la cual vive prisionero, Divaldo Franco enfatizó la necesidade urgente de que dediquemos nuestras energías y tiempo, para liberarnos de la armadura del EGO, permitiendo que salga a la luz el SELF.

   El Espiritismo nos muestra el camino: El egoísmo se debilitará a medida que la vida moral predomine sobre la vida material y, sobre todo, mediante la
comprensión que el espiritismo os ofrece de vuestro estado futuro 
real, y
no desnaturalizado por ficciones alegóricas
.( El Libro de los Espíritus, Edicei, cuestión 917.)
   Para que esa conquista sea permanente, la transformación debe efectuarse desde adentro hacia afuera. Pero ¿cómo conseguir la reforma íntima preconizada por Jesús y enfatizada por la Doctrina Espírita? Divaldo señala el rumbo, recurriendo una vez más al repertorio de la Doctrina Espírita, y específicamente a El Libro de los Espíritus, donde Kardec consulta a los Espíritus superiores, en la pregunta 919: ¿Cuál es el medio práctico más eficaz para mejorar en esta vida y resistir a la incitación del mal? La respuesta sucinta de los Obreros del Cristo no deja lugar a las dudas: Un sabio de la antigüedad os lo ha dicho: Conécete a ti mismo.
Esa es nuestra prioridad: El viaje interior que nos auxiliará al reconocimiento de las múltiples imperfecciones que aguardan, aún, que las identifiquemos, para después ser transformadas en virtudes, como también de aquellas otras que a pesar de que ya han sido identificadas, aguardan nuestra decisión
firme para sublimarlas. Sin prisa, pero sin pausa.

  Texto: Djair de Souza Ribeiro
  Fotos: Sandra Patrocínio


(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])


Registro. Divaldo Pereira Franco em Uberlândia, MG


12 fevereiro de 2016

No dia 12 de fevereiro de 2016 o Centro de Convenções de Uberlândia, estado
de Minas Gerais, foi insuficiente para atender a tantos que buscavam ouvir
Divaldo Franco. Faltando uma hora para o início das atividades, as
principais entradas de acesso ao recinto foram bloqueadas pelos responsáveis
da segurança, uma vez que a lotação havia atingido sua capacidade máxima,
que – exclusivamente para receber Divaldo Franco – foi ampliada de 4.500
para 6.000 lugares. Os lugares adicionais com telões, igualmente ficaram
repletos.
Assumindo a tribuna, Divaldo Franco apresentou uma visão histórica dos
tratamentos dos distúrbios psiquiátricos. Iniciando por Phillippe Pinel que
em 1.792 – após assumir o cargo de médico geral do asilo para homens de La
Bicêtre (Hospice de la Vieillesse Hommes) decidiu adotar uma nova forma de
ver e principalmente de tratar os portadores de doenças psiquiátricas.
Nessa época os doentes eram confinados em selas gradeadas e acorrentados com
o propósito de evitar fugas e agressões. Discordando desse procedimento,
Pinel libertou-os das correntes e selas.
Logo esse sopro de dignidade varreu toda a Europa e os doentes mentais
passaram a ser tratados como doentes e não como presos ou amaldiçoados por
Deus conforme o pensamento religioso dogmático prevalecente.
Com a passagem dos anos, novas e específicas terapias foram sendo
incorporadas no tratamento das moléstias psiquiátricas, principalmente
aquelas que provocavam a anóxia cerebral temporária, notadamente o choque
elétrico ou a aplicação de insulina e metazol culminando com o
desenvolvimento de barbitúricos e outras medicações que tem por princípio
recompor os desequilíbrios na produção dos neurotransmissores.
Nesse momento Divaldo dá nova direção ao tema e cita Jesus e Allan Kardec
que nos falam de que a gênese dos distúrbios psiquiátricos, assim como de
outras moléstias que acompanham a criatura humana, reside no Espírito
imortal que violando as leis de Deus, incorrem na necessidade de
ressarci-las ao mesmo tempo em que desenvolvem o aprendizado de
respeitá-las.
A perda da noção do significado dos objetivos reais da vida, a veneração dos
falsos deuses do fruir sem a participação da responsabilidade, a busca
contínua das ilusões em detrimento da realidade que parecem prevalecer no
comportamento dos homens e mulheres nos dias atuais, empurram a criatura
humana a adiar o encontro libertador com o seu self, escravizando-a ao ego e
suas manifestações.
A narrativa de Divaldo atinge um ponto culminante. Os presentes constatam
pela exposição de que a Lei de Causa e Efeito é divina e, por tanto justa.
Ninguém enfrenta as dificuldades do caminho sem uma causa igualmente justa.
O alerta da necessidade de renovação dos valores ecoa no recôndito das
almas, Os olhares são de reflexão.
Exatamente nesse instante Divaldo, abrindo os braços como se estivesse
abraçando a todos naquele momento, cita o ensinamento de Jesus exarado em
João capítulo10, versículo 10: “Eu vim para que tenham vida e a tenham com
abundância”.
Jesus, o timoneiro dessa embarcação, aguarda nossa decisão: Abandonar o
navio e seguir as ilusões enganosas ou permanecer ao lado Dele mediante o
esforço de, finalmente, seguir os ensinamentos e exemplos Daquele que foi
designado por Deus para ser nosso modelo e guia. A escolha é livre. A
consequência obrigatória.
Todos se levantam e soa um estrondoso e demorado aplauso que parece,
enganosamente, encerrar a palestra da noite. Mas o convite de Divaldo
permanece reverberando nas mentes dos que vão lentamente se retirando:
Ilusão ou Realidade. Ego ou self. Mamom ou Deus.


                 Texto: Djair de Souza Ribeiro
                  Fotos: Sandra Patrocínio


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)
DIVALDO FRANCO EN UBERLANDIA, MINAS GERAIS -
12 de febrero de 2016.



   El día 12 de febrero de 2016, el Centro de Convenciones de Uberlandia, Estado de Minas Gerais, resultó insuficiente para contener a tantas personas que trataban de escuchar a Divaldo Franco.
   Faltaba una hora para el comienzo de las actividades, cuando las principales entradas de acceso al recinto fueron bloqueadas por los responsables de la seguridad, debido a que la ocupación del local había alcanzado su capacidad máxima, la cual -exclusivamente para recibir a Divaldo Franco- había sido ampliada de 4.500 lugares habituales a 6.000. Las ubicaciones adicionales, con telones, también estuvieron repletas.
   Al ocupar la tribuna, Divaldo Franco presentó una visión histórica de los
tratamientos de las perturbaciones psiquiátricas. Comenzó por Philippe Pinel, quien en 1792, después de que asumió el cargo de Médico General del Asilo para hombres de La Bicêtre -Hospice de la Vieillesse Hommes- decidió adoptar una nueva forma de ver y, principalmente, de tratar a los portadores de enfermedades psiquiátricas. En esa época, los enfermos estaban recluidos en celdas cerradas con rejas, donde además se los encadenaba, con el propósito de evitar fugas y agresiones. Pinel estaba en desacuerdo con ese procedimiento, de modo que los liberó de las cadenas y de las celdas. Tan pronto como ese hálito de dignidad se propagó por toda Europa, los enfermos mentales comenzaron a ser tratados como enfermos y no como presos o parias, malditos de Dios, según el pensamiento religioso dogmático que predominaba.

   Con el paso de los años, nuevas y específicas terapias fueron incorporadas al tratamiento de las enfermedades psiquiátricas, principalmente aquellas que provocaban anoxia cerebral temporaria, sobre todo el choque elétrico o electrochoque, o la aplicación de insulina y metazol, culminando con el desarrollo de barbitúricos y otras medicaciones, que tienen como principio la recomposición de los desequilibrios en la producción de los neurotransmisores. En ese momento, Divaldo da una nueva orientación al tema y cita a Jesús y a Allan Kardec, que nos hablan de que la génesis de los disturbios psiquiátricos, como también de otras enfermedades que acompañan a la criatura humana, reside en el Espíritu inmortal, el cual, cuando viola las leyes de Dios, incurre en la necesidad de reparar su error, al mismo tiempo que efectúa el aprendizaje tendiente a respetarlas.
La pérdida de la noción del significado de los objetivos reales de la vida, la veneración de los falsos dioses, el disfrutar sin la participación de la responsabilidad, la búsqueda continua de las ilusiones en detrimento de la realidad, que parecieran prevalecer en el comportamiento de los hombres y de las mujeres en los días actuales, inducen a la criatura humana a postergar el encuentro liberador con su Self, esclavizándola al ego y a sus manifestaciones.
   La disertación de Divaldo alcanza un punto culminante. Los presentes constatan -a través de la exposición-, que la Ley de Causa y Efecto es divina y, por lo tanto, justa.
   Nadie enfrenta las dificultades del camino sin una causa también justa. El alerta relativo a la necesidad de renovación de los valores, resuena en lo recóndito de las almas. Las miradas indican reflexión.
   Exactamente en ese instante, Divaldo abre los brazos como si estuviese
abrazando a todos, y cita la enseñanza de Jesús que consta en el Evangelio de Juan, capítulo10, versículo 10: He venido para que tengan vida y la tengan en abundancia.

   Jesús, el timonel de esa embarcación, aguarda nuestra decisión: Abandonar la nave e ir detrás de las ilusiones engañosas, o permanecer  junto a Él mediante el esfuerzo de, finalmente, seguir las enseñanzas y los ejemplos de Aquel que fue designado por Dios para ser nuestro modelo y guía. La elección es libre. La consecuencia obligatoria.
Todos se ponen de pie y suena un estruendoso y prolongado aplauso que aparentemente, indica la conclusión de la conferencia de esa noche. Sin embargo, la invitación de Divaldo permanece repercutiendo en las mentes de quienes, lentamente, se van retirando:Ilusión o Realidad. Ego o Self. Mamom o Dios.


                Texto: Djair de Souza Ribeiro
                Fotos: Sandra Patrocínio

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)