sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Registro. Divaldo Pereira Franco no SEJA Rio de Janeiro, RJ



18-02-2016

Foi inaugurado ontem, 18 de fevereiro de 2016, o auditório Divaldo Pereira Franco na comemoração do 9º aniversário do Centro Espírita Joanna de Ângelis, CEJA BARRA.  
A homenagem à Divaldo Franco, padrinho e co-fundador desta instituição também contou com a inauguração e descerramento da placa alusiva a fundação desta querida instituição. A noite de festa foi iluminada ainda com uma brilhante palestra do médium e orador espírita. 
Ressalvada a presença especial dos seguintes irmãos: Regina Lúcia Borges de Souza, diretora da FEB Rio; Alexandre Pereira, diretor da área de unificação do CEERJ; Gerson Simões Monteiro, Presidente da Rádio Rio de Janeiro, a  Emissora da Fraternidade; Saulo de Tarso Ferreira Netto, Presidente do Centro Cultural Correio Espírita e editor do Jornal Correio Espírita; Luismar Ornelas Lima, repórter do Jornal Correio Espírita; Ana Maria Spranger, representante da livraria da Mansão do Caminho no Rio de Janeiro, Iracema Couto e Tupinambá Machado ambos representantes da Livraria Joanna de Ângelis, no Catete; Terezinha Oliveira, Presidente da IEJA, Instituição Espírita Joanna de Ângelis e da Escola Joanna de Ângelis em Japeri, Rio de Janeiro, além dos demais convidados, amigos, parceiros e colaboradores.
Após a prece feita pela Presidente do CEJA BARRA, Iraci Campos, Divaldo Franco fez uma análise sobre os transtornos psiquiátricos e obsessivos. 
Iniciando a palestra no período do terror na França e os direitos humanos; Dr. Philippe Pinel, a experiência com os esquizofrênicos do Hospital de La Bicêtre e a nova era para a ciência psiquiátrica. Abordou com detalhes os estudos cerebrais do séc. XVII, Jean Martin Charcot e as experiências com a hipnose, uma época em que os fenômenos mediúnicos foram considerados histéricos, esquizofrênicos ou fraude do subconsciente e os médiuns, pessoas psicopatas, na ótica da ciência, da fisiologia e da psiquiatria. 
Discorreu sobre o surgimento da psicanálise e as descobertas de Freud que buscou os conflitos no subconsciente e a sua notável contribuição ao desmistificar o sexo, e citando Romanos 14:14, lembrou-nos que nada é de si imundo a não ser para aquele que assim o considera.

Em seguida deu enfoque  ao nascimento da psicologia por Carl Gustav Jung  e seu rompimento com Freud que lhe considerou demasiadamente místico. Jung cria a psicologia analítica, uma psicologia profunda e para entender a criatura humana buscou no cristianismo primitivo, no século II, a palavra arquétipos, “marcas antigas”. Segundo ele, todos nós carregamos certas marcas que estão em nosso subconsciente, na linguagem da época, logo depois substituída por inconsciente porque haviam depósitos mais profundos de memória, então, inconsciente profundo. Mas Jung foi além: esse inconsciente se apresenta de duas maneiras, o individual e o inconsciente coletivo. Então, Jung adota a palavra arquétipo para caracterizar os nossos conflitos assim como percebe que somos duplos: temos o ser que somos e a aparência que apresentamos, o ego e o self. Não somos o ego, “a máscara”, somos o self, esse psiquismo que acumula as experiências de todas as gerações, e que contém nosso inconsciente coletivo, o que a Doutrina Espírita chama de perispírito e a  filosofia e outras doutrinas chamam corpo astral, então chamamos o self de espírito e o ego a nossa personalidade. É necessário que superemos a sombra, efeito do ego. A função psicológica Junguiana é encontrar o estado luminoso. Esse estado luminoso é o Reino dos céus na palavra de Jesus. Divaldo explica que se compararmos com a doutrina espírita, é uma questão apenas de substituirmos palavras: o ego são nossas paixões negativas; o self, o espírito que somos; a sombra, nossas heranças de outras encarnações.
Abordando ainda sobre a concussão, a anoxia cerebral e os eletrochoques citou a técnica desenvolvida pelo médico português Egas Moniz, uma cirurgia no cérebro denominada, lobotomia, e, que com seu fracasso, aparecem os laboratórios de farmácia e os barbitúricos que até hoje são de grande eficiência em várias psicoses, especialmente na esquizofrenia.
O homenageado da noite nos mostra como está assustadora a questão da depressão. Porque nos afastamos de Deus e nos perdemos. Não sabemos o que queremos da vida. E a vida tem que ter um objetivo psicológico, uma meta, É necessário dar a vida um propósito. E esse propósito é o do amor. Quem ama não adoece. Quem ama tem doença transitória mas não é doente. E a doença não é um castigo. É um fenômeno natural da existência orgânica porque a vida na Terra é a vida ainda de um planeta inferior.
Somos espíritos doentes por causa da nossa herança, o nosso aparelho de defesa debilita-se através das marcas do nosso perispírito e do corpo astral abrindo o campo para essas manifestações, então nosso sistema imunológico debilita-se por causa dos nossos fenômenos morais, e contraímos infecções. Como também existem os transtornos das nossas condutas anteriores: a traição, o crime de qualquer natureza, o ódio, o ressentimento.
E aqueles que foram nossas vítimas tendo morrido mas não se tendo extinguido, voltam para cobrar. O Conferencista cita o capítulo XXIII do Livro dos Médiuns, quando  Allan Kardec chama este fenômeno de  obsessões, e ainda que, a maioria desses doentes que encontramos nos hospícios não são doentes mentais, são obsediados.
O espiritismo veio dar uma contribuição de que em qualquer psicopatologia, a presença de espíritos desencarnados infelizes é a causa desencadeadora do processo pela Lei de Causa e Efeito. E essa doutrina nos chega com uma abençoada luz, para nos arrancar dos conflitos, das garras das entidades perversas, graças as memoráveis sessões mediúnicas de desobsessão.
E conclui respondendo a pergunta: Então o que fazer?
Estamos na Terra para reparar e não para sofrer. Recomenda Jesus: Vigiar e orar. O vigiar é agir o bem, é manter uma vida saudável, é seguir os dois únicos mandamentos que ele deu preferência: amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo; e não fazer a outrem o que não deseja que outrem lhe faça.
Incansável, o Embaixador da Paz no Mundo, carinhosamente atendeu ainda a uma imensa fila para autógrafos e fotos encerrando assim, sua participação nessa linda e histórica festa.
  Textos: Maria Rachel Coelho
  Fotos:Luismar Ornelas de Lima

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)





DIVALDO FRANCO - CEJA BARRA, Rio de Janeiro, 18-02-2016.

Ayer, 18 de febrero de 2016, se inauguró el Auditorio DIVALDO PEREIRA FRANCO, durante la conmemoración del 9º aniversario del Centro Espírita Joanna de Ângelis: CEJA BARRA.  
El homenaje a Divaldo Franco, padrino y cofundador de esta institución, también contó con la inauguración y el descubrimiento de la placa alusiva a la fundación de esta querida institución. La noche festiva fue iluminada -además- con una brillante disertación del agasajado médium y orador espírita. 
Se destacó la presencia especial de los siguientes hermanos: Regina Lúcia Borges de Souza, directora de la FEB Rio; Alexandre Pereira, director del Área de Unificación del CEERJ; Gerson Simões Monteiro, Director de la Radio Rio de Janeiro, la Emisora de la Fraternidad; Saulo de Tarso Ferreira Netto, Presidente del Centro Cultural Correio Espírita y editor del PeriódicoCorreio Espírita; Luismar Ornelas Lima, reportero del Periódico Correio Espírita; Ana Maria Spranger, representante de la Librería de la Mansión del Camino en Rio de Janeiro; Iracema Couto y Tupinambá Machado, ambos representantes de la Librería Joanna de Ângelis, de Catete; Terezinha Oliveira, Presidente de la IEJA, Institución Espírita Joanna de Ângelis y de la Escuela Joanna de Ângelis de Japeri, Rio de Janeiro, además de otros invitados, amigos, compañeros y colaboradores.

A continuación de la plegaria que realizó la Presidente del CEJA BARRA, Iraci Campos, Divaldo Franco efectuó un análisis sobre los trastornos psiquiátricos y obsesivos. 
Comenzó la disertación aludiendo al período del terror, en Francia, y a los derechos humanos; luego, al Dr. Philippe Pinel y la experiencia con los esquizofrénicos del Hospital de La Bicêtre, y la nueva era para la ciencia psiquiátrica. Abordó con detalles los estudios cerebrales del siglo XVII; Jean Martin Charcot y las experiencias con la hipnosis, una época en la cual los fenómenos mediúmnicos fueron considerados histéricos, esquizofrénicos o fraude del subconsciente y de los médiums, personas psicópatas -según el punto de vista de la ciencia, de la fisiología y de la psiquiatría. 
Se explayó sobre la aparición del psicoanálisis y los descubrimientos de Freud, que buscó los conflictos en el subconsciente, y su notable contribución al desmitificar el sexo, y citando la epístola a los romanos, 14:14, nos recordó que nada es por sí inmundo a no ser para aquel que lo considera de ese modo.

Seguidamente, enfocó el nacimiento de la psicología, debido a Carl Gustav Jung, y su ruptura con Freud, que lo consideró demasiado místico. Jung crea la psicología analítica, una psicología profunda, y para entender a la criatura humana, buscó en el cristianismo primitivo -en el siglo II-, la palabra arquetipos: marcas antiguas. Según él, todos somos portadores de ciertas marcas que están en nuestro subconsciente, según el lenguaje de la época, denominación que poco después fue sustituida por inconsciente, y porque había depósitos más profundos de la memoria, entonces quedó como inconsciente profundo. Pero Jung fue más allá: ese inconsciente se presenta de dos maneras: el individual y el inconsciente colectivo. Entonces, Jung adopta la palabra arquetipo para caracterizar nuestros conflictos, así como percibe que somos dobles: tenemos el ser que somos y la apariencia que mostramos, el ego y el Self. No somos el ego, la máscara, somos el Self, esa psiquis que acumula las experiencias de todas las generaciones, la cual contiene nuestro inconsciente colectivo, al que la Doctrina Espírita denomina periespíritu y la filosofía y otras doctrinas denominan cuerpo astral, entonces denominamos el Self del espíritu y el ego a nuestra personalidad. Es necesario que superemos la sombra, el efecto del ego. La función psicológica junguiana es encontrar el estado numinoso. Ese estado numinoso es el Reino de los Cielos en la palabra de Jesús. Divaldo explica que si lo compararmos con la Doctrina espírita, es una cuestión de apenas sustituir palabras: el ego son nuestras pasiones negativas; el self: el espíritu que somos; la sombra: nuestras herencias de otras encarnaciones.

Abordando aún la conmoción, la anoxia cerebral y los electrochoques, citó la técnica desarrollada por el médico portugués Egas Moniz, una cirugía en el cerebro denominada lobotomía, y que con su fracaso, aparecen los laboratorios de farmacia y los barbitúricos, que hasta hoy son de gran eficiencia en varias psicosis, especialmente en la esquizofrenia.
El homenajeado de la noche nos muestra cómo está amenazadora la cuestión relativa a la depresión, porque nos alejamos de Dios y nos perdemos. No sabemos qué queremos de la vida, y la vida tiene que tener un objetivo psicológico, una meta. Es necesario darle a la vida un propósito, y ese propósito es el amor. Quien ama no se enferma. Quien ama tiene una enfermedad transitoriamente, pero no es un enfermo. Y la enfermedad no es un castigo, es un fenómeno natural de la existencia orgánica, porque la vida en la Tierra es aún la vida relativa a un planeta inferior.
Somos espíritus enfermos a causa de nuestra herencia, nuestro sistema de defensa se debilita a través de las marcas de nuestro periespíritu y del cuerpo astral, abriendo el campo para esas manifestaciones, entonces nuestro sistema inmunológico se debilita a causa de nuestros fenómenos morales, y contraemos infecciones. También existen los transtornos de nuestras conductas anteriores: la traición, el crimen -cualquiera sea su naturaleza-, el odio, el resentimiento.
Y aquellos que han sido nuestras víctimas, que han muerto pero no se han extinguido, retornan para cobrarse. El disertante cita el capítulo XXIII de El Libro de los Médiums, cuando Allan Kardec denomina a este fenómeno: obsesiones, y agrega que la mayoría de esos enfermos que encontramos en los hospicios, no son enfermos mentales: son obsesos.
El espiritismo ha venido para hacer una contribución relativa a que en las psicopatologías, la presencia de espíritus desencarnados desdichados es la causa desencadenante del proceso, por la Ley de Causa y Efecto. Y esa doctrina nos llega con una bendita luz, para liberarnos de los conflictos, de las garras de las entidades perversas, gracias a las memorables sesiones mediúmnicas de desobsesión.
Y concluyó, respondiendo a la pregunta: Entonces, ¿qué hacer?
Estamos en la Tierra para reparar y no para sufrir. Recomienda Jesús: vigilar y orar. El vigilar significa proceder según el bien, es mantener una vida saludable, es respetar los dos únicos mandamientos a los que él dio preferencia: amar a Dios por encima de todas las cosas y al prójimo como a uno mismo; y no hacer a los demás lo que no se desea que los otros le hagan.
Incansable, el Embajador de la Paz en el Mundo, cariñosamente atendió -además- a una inmensa fila para autógrafos y fotos, finalizando de ese modo su participación en esa grata e histórica fiesta.

  Textos: Maria Rachel Coelho
  Fotos: Luismar Ornelas de Lima

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)




domingo, 14 de fevereiro de 2016

Registro. Divaldo Pereira Franco. Mini Seminário Franca, SP


A Fundação Educandário Pestalozzi, criada (1944) a partir do ideal da
professora Maria Aparecida Novelino e de seu marido o médico Dr. Tomás
Novelino ofereceu as dependências de seu ginásio esportivo para acomodar as
mais de 1.000 pessoas que se reuniram no sábado, dia 13.02.2016 para ouvir o
tribuno Divaldo Pereira Franco apresentar o mini seminário “Vitória Sobre as
Paixões”.
Com o objetivo de uniformizar o conhecimento entre todos, Divaldo dedicou a
parte inicial do seminário para esclarecer a todos do significado dos
principais termos e expressões específicas da psiquiatria e psicologia
(Consciente, Subconsciente, Inconsciente Individual, Inconsciente Coletivo,
Ego e Self).
Divaldo foi definindo o significado dos termos de forma bastante clara e
didática entremeando os esclarecimentos com detalhes das figuras de Sigmund
Freud – o pai da Psicanálise - e do psiquiatra suíço Karl Gustav Yung que se
dedicaram a interpretar a criatura humana.
Em seguida Divaldo deu início a identificação da gênese das paixões humanas,
abordando as enormes dificuldades para o continuo e longo caminho para a
criatura livrar-se da escravização do EGO (aquilo que aparentamos) e dos
seus malefícios desenvolvendo a primazia do SELF (Ser profundo).
Divaldo abordou um tema tão complexo de maneira cristalina e agradável,
referindo-se à obra “O Cavaleiro Preso na Armadura” (editora Record) do
escritor e roteirista americano Robert Fischer.
Citando a situação vivida pelo cavaleiro que busca livrar-se da armadura em
que vive preso, Divaldo Franco enfatizou a necessidade premente de
dedicarmos nossas energias e tempo para livrarmo-nos da “armadura” do EGO
deixando vir à luz o SELF.

O Espiritismo nos dá o caminho: “O egoísmo se enfraquecerá à proporção que a
vida moral for predominando sobre a vida material e, sobretudo, com a
compreensão, que o Espiritismo vos faculta, do vosso estado futuro, real e
não desfigurado por ficções alegóricas”.( O Livro dos Espíritos, Editora
FEB, questão 917)
Para que essa conquista seja permanente a transformação deve ser de dentro
para fora. Mas como operacionalizar a reforma íntima preconizada por Jesus e
enfatizada pela Doutrina Espírita?
Divaldo dá o roteiro buscando uma vez mais o repositório da Doutrina
Espírita o Livro dos Espíritos onde Kardec indaga aos Espíritos Superiores
na questão 919: Qual o meio prático mais eficaz que tem o homem de se
melhorar nesta vida e de resistir à atração do mal?
A resposta sucinta dos Tarefeiros do Cristo não deixa margem alguma a
dúvidas:
“Um sábio da antiguidade vo-lo disse: Conhece-te a ti mesmo.”
Esse é a nossa prioridade: A viagem Interior que nos auxiliará no
reconhecimento das múltiplas imperfeições que  aguardam serem, ainda,
identificadas para depois, então, serem transformadas em virtudes como
também daquelas outras que apesar de já reconhecidas aguardam nossa decisão
firme para sublimá-las.
Sem pressa, mas sem pausa.

   Texto: Djair de Souza Ribeiro
    Fotos: Sandra Patrocínio


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)

DIVALDO FRANCO EN FRANCA, São Paulo -13/02/2016 - miniseminario

    La Fundação Educandário Pestalozzi, creada en 1944 a partir del ideal de la profesora Maria Aparecida Novelino y de su esposo, el médico Dr. Tomás
Novelino, ofreció las instalaciones de su gimnasio deportivo para acomodar a las más de 1.000 personas que se reunieron el sábado, día 13.02.2016, para escuchar al orador Divaldo Pereira Franco, quien presentó el miniseminario Victoria sobre las Pasiones.
   Con el objetivo de uniformar el conocimiento para todos, Divaldo dedicó la
parte inicial del seminario, a explicar el significado de los principales términos y expresiones específicas de la psiquiatría y la psicología (consciente, subconsciente, inconsciente individual, inconsciente colectivo, ego y Self).
   Divaldo fue definiendo el significado de los términos en forma suficientemente clara y didáctica, intercalando las explicaciones con detalles de las figuras de Sigmund Freud –el padre del Psicoanálisis- y del psiquiatra suizo Karl Gustav Yung, quienes se dedicaron a interpretar a la criatura humana. Seguidamente, Divaldo dio comienzo a la identificación de la génesis de las pasiones humanas, abordando las enormes dificultades en el continuo y extenso camino para que la criatura se libere de la esclavitud del EGO (aquello que aparentamos) y de sus maleficios, al desarrollar la primacía del SELF (Ser profundo).
   Divaldo abordó un tema tan complejo de manera muy clara y agradable, haciendo referencia a la obra El Caballero prisionero en la armadura (Editora Record) del escritor y guionista norteamericano Robert Fischer.
Mediante la descripción de la experiencia vivida por el caballero, que busca liberarse de la armadura en la cual vive prisionero, Divaldo Franco enfatizó la necesidade urgente de que dediquemos nuestras energías y tiempo, para liberarnos de la armadura del EGO, permitiendo que salga a la luz el SELF.

   El Espiritismo nos muestra el camino: El egoísmo se debilitará a medida que la vida moral predomine sobre la vida material y, sobre todo, mediante la
comprensión que el espiritismo os ofrece de vuestro estado futuro 
real, y
no desnaturalizado por ficciones alegóricas
.( El Libro de los Espíritus, Edicei, cuestión 917.)
   Para que esa conquista sea permanente, la transformación debe efectuarse desde adentro hacia afuera. Pero ¿cómo conseguir la reforma íntima preconizada por Jesús y enfatizada por la Doctrina Espírita? Divaldo señala el rumbo, recurriendo una vez más al repertorio de la Doctrina Espírita, y específicamente a El Libro de los Espíritus, donde Kardec consulta a los Espíritus superiores, en la pregunta 919: ¿Cuál es el medio práctico más eficaz para mejorar en esta vida y resistir a la incitación del mal? La respuesta sucinta de los Obreros del Cristo no deja lugar a las dudas: Un sabio de la antigüedad os lo ha dicho: Conécete a ti mismo.
Esa es nuestra prioridad: El viaje interior que nos auxiliará al reconocimiento de las múltiples imperfecciones que aguardan, aún, que las identifiquemos, para después ser transformadas en virtudes, como también de aquellas otras que a pesar de que ya han sido identificadas, aguardan nuestra decisión
firme para sublimarlas. Sin prisa, pero sin pausa.

  Texto: Djair de Souza Ribeiro
  Fotos: Sandra Patrocínio


(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])


Registro. Divaldo Pereira Franco em Uberlândia, MG


12 fevereiro de 2016

No dia 12 de fevereiro de 2016 o Centro de Convenções de Uberlândia, estado
de Minas Gerais, foi insuficiente para atender a tantos que buscavam ouvir
Divaldo Franco. Faltando uma hora para o início das atividades, as
principais entradas de acesso ao recinto foram bloqueadas pelos responsáveis
da segurança, uma vez que a lotação havia atingido sua capacidade máxima,
que – exclusivamente para receber Divaldo Franco – foi ampliada de 4.500
para 6.000 lugares. Os lugares adicionais com telões, igualmente ficaram
repletos.
Assumindo a tribuna, Divaldo Franco apresentou uma visão histórica dos
tratamentos dos distúrbios psiquiátricos. Iniciando por Phillippe Pinel que
em 1.792 – após assumir o cargo de médico geral do asilo para homens de La
Bicêtre (Hospice de la Vieillesse Hommes) decidiu adotar uma nova forma de
ver e principalmente de tratar os portadores de doenças psiquiátricas.
Nessa época os doentes eram confinados em selas gradeadas e acorrentados com
o propósito de evitar fugas e agressões. Discordando desse procedimento,
Pinel libertou-os das correntes e selas.
Logo esse sopro de dignidade varreu toda a Europa e os doentes mentais
passaram a ser tratados como doentes e não como presos ou amaldiçoados por
Deus conforme o pensamento religioso dogmático prevalecente.
Com a passagem dos anos, novas e específicas terapias foram sendo
incorporadas no tratamento das moléstias psiquiátricas, principalmente
aquelas que provocavam a anóxia cerebral temporária, notadamente o choque
elétrico ou a aplicação de insulina e metazol culminando com o
desenvolvimento de barbitúricos e outras medicações que tem por princípio
recompor os desequilíbrios na produção dos neurotransmissores.
Nesse momento Divaldo dá nova direção ao tema e cita Jesus e Allan Kardec
que nos falam de que a gênese dos distúrbios psiquiátricos, assim como de
outras moléstias que acompanham a criatura humana, reside no Espírito
imortal que violando as leis de Deus, incorrem na necessidade de
ressarci-las ao mesmo tempo em que desenvolvem o aprendizado de
respeitá-las.
A perda da noção do significado dos objetivos reais da vida, a veneração dos
falsos deuses do fruir sem a participação da responsabilidade, a busca
contínua das ilusões em detrimento da realidade que parecem prevalecer no
comportamento dos homens e mulheres nos dias atuais, empurram a criatura
humana a adiar o encontro libertador com o seu self, escravizando-a ao ego e
suas manifestações.
A narrativa de Divaldo atinge um ponto culminante. Os presentes constatam
pela exposição de que a Lei de Causa e Efeito é divina e, por tanto justa.
Ninguém enfrenta as dificuldades do caminho sem uma causa igualmente justa.
O alerta da necessidade de renovação dos valores ecoa no recôndito das
almas, Os olhares são de reflexão.
Exatamente nesse instante Divaldo, abrindo os braços como se estivesse
abraçando a todos naquele momento, cita o ensinamento de Jesus exarado em
João capítulo10, versículo 10: “Eu vim para que tenham vida e a tenham com
abundância”.
Jesus, o timoneiro dessa embarcação, aguarda nossa decisão: Abandonar o
navio e seguir as ilusões enganosas ou permanecer ao lado Dele mediante o
esforço de, finalmente, seguir os ensinamentos e exemplos Daquele que foi
designado por Deus para ser nosso modelo e guia. A escolha é livre. A
consequência obrigatória.
Todos se levantam e soa um estrondoso e demorado aplauso que parece,
enganosamente, encerrar a palestra da noite. Mas o convite de Divaldo
permanece reverberando nas mentes dos que vão lentamente se retirando:
Ilusão ou Realidade. Ego ou self. Mamom ou Deus.


                 Texto: Djair de Souza Ribeiro
                  Fotos: Sandra Patrocínio


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)
DIVALDO FRANCO EN UBERLANDIA, MINAS GERAIS -
12 de febrero de 2016.



   El día 12 de febrero de 2016, el Centro de Convenciones de Uberlandia, Estado de Minas Gerais, resultó insuficiente para contener a tantas personas que trataban de escuchar a Divaldo Franco.
   Faltaba una hora para el comienzo de las actividades, cuando las principales entradas de acceso al recinto fueron bloqueadas por los responsables de la seguridad, debido a que la ocupación del local había alcanzado su capacidad máxima, la cual -exclusivamente para recibir a Divaldo Franco- había sido ampliada de 4.500 lugares habituales a 6.000. Las ubicaciones adicionales, con telones, también estuvieron repletas.
   Al ocupar la tribuna, Divaldo Franco presentó una visión histórica de los
tratamientos de las perturbaciones psiquiátricas. Comenzó por Philippe Pinel, quien en 1792, después de que asumió el cargo de Médico General del Asilo para hombres de La Bicêtre -Hospice de la Vieillesse Hommes- decidió adoptar una nueva forma de ver y, principalmente, de tratar a los portadores de enfermedades psiquiátricas. En esa época, los enfermos estaban recluidos en celdas cerradas con rejas, donde además se los encadenaba, con el propósito de evitar fugas y agresiones. Pinel estaba en desacuerdo con ese procedimiento, de modo que los liberó de las cadenas y de las celdas. Tan pronto como ese hálito de dignidad se propagó por toda Europa, los enfermos mentales comenzaron a ser tratados como enfermos y no como presos o parias, malditos de Dios, según el pensamiento religioso dogmático que predominaba.

   Con el paso de los años, nuevas y específicas terapias fueron incorporadas al tratamiento de las enfermedades psiquiátricas, principalmente aquellas que provocaban anoxia cerebral temporaria, sobre todo el choque elétrico o electrochoque, o la aplicación de insulina y metazol, culminando con el desarrollo de barbitúricos y otras medicaciones, que tienen como principio la recomposición de los desequilibrios en la producción de los neurotransmisores. En ese momento, Divaldo da una nueva orientación al tema y cita a Jesús y a Allan Kardec, que nos hablan de que la génesis de los disturbios psiquiátricos, como también de otras enfermedades que acompañan a la criatura humana, reside en el Espíritu inmortal, el cual, cuando viola las leyes de Dios, incurre en la necesidad de reparar su error, al mismo tiempo que efectúa el aprendizaje tendiente a respetarlas.
La pérdida de la noción del significado de los objetivos reales de la vida, la veneración de los falsos dioses, el disfrutar sin la participación de la responsabilidad, la búsqueda continua de las ilusiones en detrimento de la realidad, que parecieran prevalecer en el comportamiento de los hombres y de las mujeres en los días actuales, inducen a la criatura humana a postergar el encuentro liberador con su Self, esclavizándola al ego y a sus manifestaciones.
   La disertación de Divaldo alcanza un punto culminante. Los presentes constatan -a través de la exposición-, que la Ley de Causa y Efecto es divina y, por lo tanto, justa.
   Nadie enfrenta las dificultades del camino sin una causa también justa. El alerta relativo a la necesidad de renovación de los valores, resuena en lo recóndito de las almas. Las miradas indican reflexión.
   Exactamente en ese instante, Divaldo abre los brazos como si estuviese
abrazando a todos, y cita la enseñanza de Jesús que consta en el Evangelio de Juan, capítulo10, versículo 10: He venido para que tengan vida y la tengan en abundancia.

   Jesús, el timonel de esa embarcación, aguarda nuestra decisión: Abandonar la nave e ir detrás de las ilusiones engañosas, o permanecer  junto a Él mediante el esfuerzo de, finalmente, seguir las enseñanzas y los ejemplos de Aquel que fue designado por Dios para ser nuestro modelo y guía. La elección es libre. La consecuencia obligatoria.
Todos se ponen de pie y suena un estruendoso y prolongado aplauso que aparentemente, indica la conclusión de la conferencia de esa noche. Sin embargo, la invitación de Divaldo permanece repercutiendo en las mentes de quienes, lentamente, se van retirando:Ilusión o Realidad. Ego o Self. Mamom o Dios.


                Texto: Djair de Souza Ribeiro
                Fotos: Sandra Patrocínio

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)




sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Registro. Conferência por Divaldo Franco Itumbiara, GO

11/02/2016


As razões do sofrimento - Divaldo Franco

O teatro Maria Pires Perillo, da cidade de Itumbiara no estado de Goiás,
recebeu um público de 1000 pessoas para participarem do seminário As Razões
do Sofrimento Humano proferido pelo tribuno Divaldo Franco.
A partir do mito de Narciso símbolo maior da vaidade e do egoísmo,  Divaldo
foi elaborando um paralelo entre a narrativa da história e os conceitos
psicológicos da criatura humana, tais como o caráter transitório da beleza
física e de seu aprisionamento no mundo do amor por si próprio fixando sua
atenção na observação dos aspectos externos de si mesmo sem a preocupação do
autoconhecimento e também da possibilidade de conhecer os outros.
Da mitologia grega Divaldo busca na biografia e fatos do príncipe Siddhartha
Gautama.
A maneira alegre, despreocupada e prazerosa que vivia no Palácio onde o
príncipe se encontrava recluso em flagrante contraste com a vida além dos
muros do palácio.
De forma clara e bastante didática, Divaldo utiliza-se desse confronto de
situações para discorrer sobre a realidade  e ilusão.
Após ultrapassar os muros palacianos, o príncipe se depara com situações que
inexistiam na vida palaciana as quais ele não compreende. Constata a
existência do sofrimento em 3 níveis: o físico, o emocional e o psíquico.
A partir dessa experiência o príncipe Siddhartha busca encontrar na
meditação as causas dos sofrimentos e principalmente o remédio para
diminuí-los.
A partir desse ponto Divaldo passa a abordar a temática do sofrimento humano
baseado na Doutrina Espírita.
Utilizando-se de episódios e vivências pessoais, e com rara maestria,
Divaldo transforma um tema árido e pesado como o sofrimento em algo mais
simples e fácil de ser compreendido desanuviando e oferecendo a todos a
lógica inquestionável da Lei de Ação e Reação.
Divaldo proporcionou a todos, a oportunidade de escolhermos a sempre eficaz
alternativa da Realidade, mediante o reconhecimento dos nossos equívocos e
do enfrentamento das consequências dos nossos atos sem contudo desperdiçar
energia no desenvolvimento da culpa. A alternativa seria o subterfúgio de
fugirmos para o mundo enganoso e ineficaz da Ilusão.

   Texto: Djair de Souza Ribeiro
    Fotos: Sandra Patrocínio

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


LAS RAZONES DEL SUFRIMIENTO - DIVALDO FRANCO
Itumbiara, 11/02/2016.



      El teatro Maria Pires Perillo, de la ciudad de Itumbiara, en el Estado de Goiás, recibió a un público compuesto por unas 1000 personas, para que participaran del Seminario Las razones del sufrimiento humano, pronunciado por el orador Divaldo Franco.
      A partir del mito de Narciso, el mayor símbo de la vanidad y el egoísmo,  Divaldo fue planteando un paralelo entre la narración de la anécdota y algunos conceptos psicológicos inherentes a la criatura humana, tales como el carácter transitorio de la belleza física, y su aprisionamiento en el mundo del amor hacia ella misma, concentrando la atención en observar su aspecto externo, sin la preocupación por el autoconocimiento ni tampoco por la posibilidad de conocer a otros.
     De la mitología hindú Divaldo extrae la biografía y las anécdotas acerca del príncipe Siddhartha Gautama.
      De carácter alegre, despreocupado, el príncipe vivía complacido en el palacio donde se hallaba recluido, en evidente contraste con la vida que se desarrollaba más allá de los muros de su residencia.
      En forma clara y didática, Divaldo se vale de ese contraste de situaciones para explayarse acerca de la realidad y la ilusión. Luego de trasponer los muros del palacio, el príncipe se enfrenta con situaciones que no había conocido durante la vida palaciega, a las cuales no comprende. Constata la
existencia del sufrimiento, en tres niveles: el físico, el emocional y el psíquico.
      A partir de esa experiencia, el príncipe Siddhartha busca, mediante la
meditación, las causas de los sufrimientos y, principalmente, el remedio para aliviarlos.
      Luego, Divaldo aborda el tema del sufrimiento humano basado en la Doctrina Espírita. Recurriendo a anécdotas y experiencias personales, con su singular maestría, Divaldo transforma un tema árido y denso como lo es el sufrimiento, en algo más sencillo y de fácil comprensión, aclarando y brindando a todos la lógica incuestionable de la Ley de Acción y Reacción.
      Divaldo nos concedió la oportunidad de que escojamos la siempre eficaz alternativa de la realidad, mediante el reconocimiento de nuestras equivocaciones y afrontando las consecuencias de nuestros actos, sin desperdiciar energía en el desarrollo de la culpa. La alternativa sería el subterfugio de la huida hacia el mundo engañoso e ineficaz de la Ilusión.


  Texto: Djair de Souza Ribeiro
  Fotos: Sandra Patrocínio

(Texto em espanhol recebido em email da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)








quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Registro. Divaldo Pereira Franco – palestra em Jataí, GO


O real sentido da vida - Divaldo Franco-Jataí/Goiás 10 fevereiro 2016

Eutanásia? Nunca! -  O real sentido da vida

Jataí, pujante cidade do estado de Goiás, recebeu nessa quarta-feira, dia 10
de fevereiro, a presença de Divaldo Pereira Franco.
O Centro de Cultura e Eventos Dom Benedito Cóscia, moderno teatro com
capacidade de 1.000 foi pequeno para acomodar as pessoas que desde as 15:00
aguardavam sob um calor forte a abertura de seus portões para a palestra que
teve início as 20:00.
Prevendo isso, os organizadores do evento acomodaram mais 450 pessoas nas
dependências do Centro Espírita Casa do Caminho e um número incalculável de
ouvintes acompanharam o evento pela TV Jataí que efetuou a transmissão para
os lares jataienses.

Assumindo a tribuna Divaldo emocionou a todos narrando a história do médico
americano Tadeu Merlin, favorável a aplicação da Eutanásia em casos de
doenças terminais.
Com esse pensamento povoando seu cérebro, o Dr. Merlin foi convocado a
efetuar um atendimento de emergência para tentar salvar a vida de uma
parturiente e seu bebê que não vinha à luz mesmo após 20 horas de trabalho
de parto.
Quando, finalmente, a criança veio ao mundo o Sr. Merlin deu-se conta de que
a mesma era portadora de uma deficiência congênita no pé o que o impediria
de ter uma vida normal. Esse fato, associado ainda, à penúria econômica da
mãe, despertou no médico materialista a ideia de acabar com os enormes
sofrimentos que aquela criança teria.
Aproveitando que a mãe do bebê dormia, extenuada pelo largo período do
parto, o Dr. Merlin preparou a injeção que levaria o recém-nascido à morte
sem despertar suspeita. Porém, algo que o médico não soube explicar, deteve
sua iniciativa e com esforço abandonou a efetivação da eutanásia.

Os anos se dobraram e várias décadas mais tarde o agora famoso e bem
sucedido Dr. Merlin vivia uma vida tranquila ao lado da filha e de Barbara a
netinha de 5 anos que encantava sua vida.
Em um acidente de trânsito, desencarnaram a filha e o genro do Dr. Merlin
deixando Barbara sob seus cuidados.
Ao completar 7 anos, porém, a linda Barbara foi alvo de uma virose pertinaz.
Os diversos médicos consultados afirmavam que a morte da criança ocorreria
em poucos dias, sob dores terríveis. Os médicos aconselharam o Dr. Merlin a
suavizar os momentos finais da netinha querida aplicando-lhe a eutanásia.
Em desespero o Dr. Merlin buscou ajuda junto a um médico da periferia de uma
cidade do meio oeste americano que vinha efetuando estudos com essa doença.
O jovem médico avaliou Barbara e confirmou o veredito dos demais
profissionais. A morte de Barbara ocorreria em poucos dias.
Vendo o sofrimento do avô, o médico ofereceu um tratamento experimental e
sem certeza de resultados, o que foi prontamente aceito pelo Dr. Merlin.
Após algumas semanas de tratamento a vitalidade e a saúde, voltaram a animar
Barbara.
Quando o Dr. Merlin foi agradecer o jovem médico, o avô de Barbara deu-se
conta de que o médico que havia devolvido a saúde de sua netinha era
portador de uma deficiência física no pé e que ele se movimentava com
dificuldades. Ao abordar o assunto com o médico, o Dr. Merlin descobriu que
o profissional que salvara a netinha era a criança que há 35 anos ele quase
aplicara a equivocada solução da eutanásia.

Com a emoção dominando os corações dos atentos ouvintes, Divaldo discorreu
então sobre o real sentido da vida enfatizando a felicidade e as definições
da mesma pelas diversas escolas filosóficas: Epicuro que afirmava ser a
felicidade alcançada com o TER. Mais tarde surgiu Diógens do pensamento
Cínico que afirmou que a felicidade é nada ter e posteriormente Socrates.
Em uma época em que homens abandonam as suas mulheres que deram à luz
crianças portadoras de microcefalia, Divaldo, do alto da tribuna prestou um
tributo às mulheres que, enfrentando toda a sorte de dificuldades, elegem a
criação dos filhos. Para tanto, de forma brilhante e comovente Divaldo
narrou passagens da vida de sua genitora, Dna. Francisca e sua enorme
capacidade de renúncia associada ao amor sem limites pelos filhos.
Com o digno exemplo dessa corajosa mulher, que elegeu os filhos como sentido
de vida a conferência chegou ao fim. As pessoas foram retirando-se
pensativas.
Estampada no semblante delas uma reflexão: Qual o sentido que venho dando à
minha vida?

  Texto: Djair de Souza Ribeiro
   Fotos: Sandra Patrocínio

(Texto e português recebido de Jorge Moehlecke)

EL VERDADERO SENTIDO DE LA VIDA - DIVALDO FRANCO -Jataí, Goiás, 10 de febrero de 2016.


¿EUTANASIA? ¡NUNCA! - El verdadero sentido de la vida


   Jataí, pujante ciudad del Estado de Goiás, recibió el día miércoles 10 de
febrero la presencia de Divaldo Pereira Franco.
El Centro de Cultura y Actos Don Benedito Cóscia, un moderno teatro con
capacidad para 1.000 personas, resultó pequeño para recibir a aquellas que
desde las 15:00 aguardaban, sometidas a un intenso calor, que fueran abiertos
sus portones para la conferencia, que comenzó a las 20:00.
Previendo que así ocurriría, los organizadores del acto dispusieron que otras 450
personas fueran ubicadas en las dependencias del Centro Espírita Casa del
Camino
 y, además, una cantidad incalculable de oyentes siguió el acto a
través de la TV Jataí, que realizó la transmisión a los hogares de la ciudad.

   Al ocupar el escenario, Divaldo emocionó a todos con la narración de la anécdota
del médico norteamericano Tadeu Merlin, quien opinaba a favor de la aplicación de la
eutanasia en casos de enfermedades terminales.
Con ese pensamiento que ocupaba su cerebro, el Dr. Merlin fue convocado para
que atendiera una emergencia, a fin de que tratara de salvar la vida de una parturienta
y la de su bebé, que no salía a la luz después de transcurridas 20 horas de trabajo
de parto. Cuando, finalmente, la criatura vino al mundo, el Dr. Merlin notó que esta
era portadora de una deficiencia congénita en el pie, lo que le impediría tener una
vida normal. Esa circunstancia, asociada además a la carencia económica de la
madre, despertó en el médico materialista la idea de acabar con los enormes
sufrimientos que aquella criatura tendría.
Aprovechando que la madre del bebé dormía, extenuada por el extenso período del
parto, el Dr. Merlin preparó la inyección que provocaría la muerte del recién nacido,
sin despertar sospechas. No obstante, algo que el médico no supo explicar detuvo
su iniciativa, y con esfuerzo abandonó el intento de hacer efectiva la eutanasia.

   Los años se sucedieron, y varias décadas más tarde el entonces famoso
y exitoso Dr. Merlin vivía una vida apacible al lado de su hija y de Bárbara -su
nietita de 5 años- que era un encanto para su vida. En un accidente de tránsito
desencarnaron la hija y el yerno del Dr. Merlin, dejando a Bárbara a su cuidado.
Al cumplir los 7 años, mientras tanto, la hermosa Bárbara fue atacada por  
un virus pertinaz. Los diferentes médicos consultados opinaban que la muerte
de la criatura se produciría en unos pocos días, en medio de terribles sufrimientos.
Los médicos le aconsejaron al Dr. Merlin aliviar los momentos finales de su nietita
querida, aplicándole la eutanasia. Desesperado, el Dr. Merlin pidió ayuda a un
médico de las afueras de una ciudad del medio-oeste norteamericano, que
había estado realizando investigaciones acerca de esa enfermedad.
El joven médico evaluó el estado de Bárbara y confirmó el diagnóstico de los otros
profesionales: la muerte de Bárbara se produciría pocos días después.
Al ver el sufrimiento del abuelo, el médico le ofreció un tratamiento experimental,
sin que pudiera garantizarle buenos resultados, lo que de inmediato fue aceptado
por el Dr. Merlin. Al cabo de varias semanas de tratamiento, la vitalidad y la salud
volvieron a animar a Bárbara.
Cuando el Dr. Merlin fue a agradecerle al joven médico, el abuelo de Bárbara se dio
cuenta de que el médico que había devuelto la salud a su nietita era portador de
una deficiencia física en uno de sus piés, y que se movía con dificuldades.
Al abordar ese tema con el médico, el Dr. Merlin descubrió que el profesional que
había salvado a su nietita era aquel niño a quien, 35 años antes, él había estado a
punto de aplicarle una equivocada solución, mediante la eutanasia.

    La emoción dominaba los corazones de los atentos oyentes, y Divaldo hizo
referencia, entonces, al auténtico sentido de la vida, enfatizando la felicidad y las
definiciones de la misma, según las diferentes escuelas filosóficas: Epicuro afirmaba
que era la felicidad alcanzada a través del TENER. Pero, más tarde surgió Diógenes,
con el pensamiento Cínico, que afirmó que la felicidad consiste en no tener cosa
alguna y, posteriormente, Sócrates.
   En una época en que los hombres abandonan a sus mujeres cuando han dado a
luz criaturas portadoras de microcefalia, Divaldo, desde lo alto de la tribuna rindió
un tributo a las mujeres que, enfrentando toda clase de dificultades, eligen criar a
sus hijos. En tal sentido, en forma brillante y conmovedora, Divaldo narró anécdotas
de la vida de su progenitora, Doña Francisca, y se refirió a su enorme capacidad
de renuncia, asociada al amor sin límites por sus hijos.
Con el digno ejemplo de esa valerosa mujer, que eligió a los hijos como un sentido
para su vida, la conferencia llegó a su fin. Las personas se fueron retirando
pensativas.
Estaba estampada en sus semblantes una reflexión: ¿Cuál es el sentido que he
estado dando a mi vida?

 Texto: Djair de Souza Ribeiro
 Fotos: Sandra Patrocínio


Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])




quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Exposição Divaldo Franco, O Semeador de Estrelas Goiânia, GO



09/02/2016

Exposição Divaldo Franco, O Semeador de Estrelas.
Os organizadores do 32º Congresso Espírita do Estado de Goiás dedicaram um generoso espaço para homenagear Divaldo Franco.
A Exposição “Divaldo Franco, o Semeador de Estrelas”, reverencia o maior
médium espírita da atualidade, nos fatos marcantes de sua trajetória assim como o de seu trabalho social desenvolvido pela Mansão do Caminho que já atendeu mais de 35 mil crianças carentes na periferia de Salvador. Dentre os vários prêmios, recebeu da Organização das Nações Unidas (ONU) de Embaixador da Paz.
Além de toda a historiografia de Divaldo a exposição homenageia
acertadamente o querido e saudoso Nilson de Souza Pereira (o inesquecível
tio Nilson) e a mentora Joanna de Ângelis
A exposição foi originalmente criada pela Federação Espírita Brasileira e
aberta ao público, em Brasília, entre novembro de 2014 e junho de 2015,
ocasião em que mais de 200.000 pessoas visitaram a referida exposição.

  Texto: Djair de Souza Ribeiro
   Fotos: Sandra Patrocínio


(Texto em português recebido de Jorge Moehlecke)



EXPOSICIÓN: DIVALDO FRANCO, EL SEMBRADOR DE ESTRELLAS

Los organizadores del 32º CONGRESO ESPÍRITA del ESTADO DE GOIÁS, BRASIL,
dedicaron un amplio espacio para homenajear a Divaldo Franco.
La Exposición DIVALDO FRANCO, EL SEMBRADOR DE ESTRELLAS reverencia
al mayor médium espírita de la actualidad, a través de los acontecimientos sobresalientes
de su trayectoria, así como también de su tarea social, desarrollada a través de la
Mansión del Camino, que ya ha atendido a más de 35 mil niños carentes de la periferia
de la ciudad de Salvador. Entre los diversos premios, recibió el de la Organización de
las Naciones Unidas -ONU- de EMBAJADOR DE LA PAZ.
Además de incluir toda la trayectoria de Divaldo, la exposición rinde homenaje,
acertadamente, al querido y siempre presente Nilson de Souza Pereira (el inolvidable
Tío Nilson) y a la mentora Joanna de Ângelis.
La exposición fue originalmente creada por la Federação Espírita Brasileira y estuvo
abierta al público en Brasília, entre noviembre de 2014 y junio de 2015,
ocasión en que más de 200.000 personas la visitaron.


 Texto: Djair de Souza Ribeiro
 Fotos: Sandra Patrocínio


(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)


Encerramento do Congresso Espírita de Goiás – O Homem Integral. Goiânia, GO

O Homem Integral, encerramento do 32º Congresso Espírita do Estado de Goiás.

Apesar do clichê, o 32º Congresso Espírita do Estado de Goiás, cujo tema de fundo esse ano foi o de “Educação com o Cristo”, encerrou suas atividades com chave de ouro.
E nem poderia ser de outra forma. O concorrido evento contou com a presença de Divaldo Pereira Franco que por mais de 2 horas discorreu sobre o tema “O Homem Integral”.
Para aqueles que imaginam que o tema escolhido para o encerramento nada ter a ver com o assunto principal vale lembrar que o conceito de  homem integral refere-se, a um processo que tem por precípuo objetivo o aperfeiçoamento espiritual, a utilizar-se continuamente da educação.
De maneira segura e lúdica, referindo-se constantemente a fatos e exemplos, Divaldo deixa claro que não devemos confundir o homem integral com o homem perfeito, uma vez que os postulados Espíritas referem-se ao aperfeiçoamento moral e intelectual da criatura e não a busca da perfeição.
Iniciando sua narrativa pela evolução do psiquismo que transita do instinto para a razão culminado com o amor, Divaldo observa que nossa mais ancestral emoção é o medo.
Posteriormente aflora a razão e a criatura passa a ter a percepção da
divindade e o vislumbre da continuidade da vida no plano espiritual. A
cultura grega e os seus pensadores e filósofos intuíram esses fatos,
enquanto que os egípcios a eles chegaram pelo intercâmbio mediúnico.
Divaldo discorreu, então, de forma segura sobre o conhecimento e a
conscientização da realidade universal, como sendo os pilares de arrimo do homem integral. Aborda a seguir os níveis de consciência de Pedro Ouspensky:
1. Consciência de sono SEM sonhos (onde se demoram cerca de 90% da
humanidade)
2. Consciência de sono COM sonhos
3. Consciência de Si mesmo.
4. Consciência Cósmica. (Já não sou eu quem vive, mas Cristo que vive em
mim. Gálatas 2:20)
Divaldo, magistral e didaticamente, ilustrou cada um desses níveis
permitindo-nos a todos identificar aquele em que estagiamos, permitindo-nos, assim, estabelecer um programa pessoal de aperfeiçoamento.
Para abordar essa fase da conferência, Divaldo Franco cita, então, o
pensamento de Huberto Rohden, filósofo e Teólogo brasileiro, da abissal
diferença que existe entre os termos  cristão e crístico.
O primeiro se refere a todo aquele que professa ou adota quaisquer uma das diversas denominações religiosas cristãs, enquanto que a segunda é aplicada somente àqueles que vivem e praticam os ensinamentos e a moral de Jesus, muitos deles sem sequer serem cristãos.
A partir desse foco Divaldo discorre sobre os inúmeros fatos da vida e dos exemplos de homem integral vivídos por Mohandas Karamchand Gandhi, o Mahatma e a sua Satyagraha (um termo formado pelas palavras: Satya – Verdade – e agraha - Firmeza, constância). Ghandi sem ser cristão era, contudo, crístico.
De Ghandi – que afirmou amar o Cristo, mas temer aos cristãos – Divaldo
salta para Martin Luther King Junior que inspirado por Ghandi em um encontro entre ambos, deu início à luta pela igualdade racial nos EEUU.
Nesse ponto da narrativa, Divaldo emocionou a todos quando das lutas de
Martin Luther King saltou para o discurso do presidente dos EEUU Barak Obama do mesmo local onde teve início a luta pelos direitos civis.
Os aplausos demorados e em pé foram os mais eloquentes testemunhos da
grandiosidade da apresentação.

   Texto: Djair de Souza Ribeiro
   Fotos: Sandra Patrocínio


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)
  


 
CIERRE DEL 32º CONGRESO ESPÍRITA DEL ESTADO DE GOIÁS -
EL HOMBRE INTEGRAL



     A pesar del lugar común, el 32º CONGRESO ESPÍRITA DEL ESTADO DE
GOIÁS, cuyo tema de fondo este año fue EDUCACIÓN CON EL CRISTO, finalizó
sus actividades con un broche de oro.
     No podía haber sido de otro modo. El concurrido acontecimiento contó con
la presencia de DIVALDO PEREIRA FRANCO, quien durante más de 2 horas
disertó sobre el tema EL HOMBRE INTEGRAL.
     Para aquellos que imaginan que el tema elegido para el cierre nada tiene que ver
con el asunto principal, vale mencionar que el concepto de hombre integral se
refiere a un proceso que tiene como principal objetivo el perfeccionamiento
espiritual, que apela continuamente a la educación.
    De un modo preciso y ameno, haciendo continuamente referencia a acontecimientos
y dando ejemplos, Divaldo deja en claro que no debemos confundir al hombre integral
con el hombre perfecto, dado que los postulados Espíritas se refieren al
perfeccionamiento moral e intelectual de la criatura humana, y no a la búsqueda
de la perfección.
    Da comienzo a su narración mediante la evolución de la psiquis, que transita del
instinto hacia la razón, para culminar con el amor. Divaldo manifiesta que nuestra
más ancestral emoción es el miedo.
    Posteriormente aflora la razón, y la criatura pasa a tener la percepción de la
divinidad y a vislumbrar la continuidad de la vida en el ámbito espiritual. La cultura
griega y sus pensadores y filósofos intuyeron tales acontecimientos,
mientras que los egipcios llegaron a ellos mediante el intercambio mediúmnico.
Divaldo explicó, entonces, con seguridad, lo relativo al conocimiento y la
concientización de la realidad universal, y su carácter de pilares de apoyo del
hombre integral. Aborda, luego, los niveles de conciencia de Pedro Ouspensky:

1. Conciencia de sueño SIN sueños (donde permanece alrededor del 90% de la
humanidad).
2. Conciencia de sueño CON sueños.
3. Conciencia de sí mismo.
4. Conciencia cósmica. (Ya no soy yo quien vive, sino el Cristo que vive en
mí. Gálatas, 2:20).

   Divaldo, en forma magistral y didáctica, ilustró cada uno de esos niveles,
permitiéndonos a todos identificar aquel en el cual nos encontramos, y dando lugar
a que de ese modo establezcamos un programa personal de perfeccionamiento.
   Para abordar esa fase de la conferencia, Divaldo Franco cita entonces el
pensamiento de Huberto Rohden, filósofo y teólogo brasileño, y se refiere a la
abismal diferencia que existe entre los términos cristiano y crístico.
El primero se refiere a todo aquel que profesa o adopta alguna de las
diversas denominaciones religiosas cristianas, mientras que la segunda se aplica
solamente a aquellos que viven y practican las enseñanzas y la moral de Jesús,
muchos de ellos sin siquiera ser cristianos.
A partir de ese concepto, Divaldo hace referencia a los innumerables acontecimientos
de la vida, y a los ejemplos de hombre integral vividos por Mohandas Karamchand
Gandhi, o Mahatma, y su Satyagraha (un término formado por las palabras: Satya: Verdad, y Agraha: Firmeza, constancia). Ghandi, sin ser cristiano, era sin embargo, crístico.
De Ghandi –que afirmó amar al Cristo pero temer a los cristianos– Divaldo pasa a
Martin Luther King Junior, quien inspirado por Ghandi en un encuentro entre ambos,
dio comienzo a la lucha por la igualdad racial en USA.
En ese punto de la narración, Divaldo emocionó a todos cuando, de las luchas de
Martin Luther King pasó al discurso del presidente de los Estados Unidos de Norteamérica,
Barak Obama, desde el mismo lugar donde comenzó la lucha por los derechos civiles.
Los aplausos interminables y de pie fueron los más elocuentes testimonios de la
magnificencia de la exposición.



  Texto: Djair de Souza Ribeiro
  Fotos: Sandra Patrocínio

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])