sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Artigo por Divaldo Pereira Franco: A arte da conversação

Publicado no jornal A Tarde - 04/12/2014

Uma delicada e significativa arte no relacionamento entre as criaturas humanas é conversação. Cada vez diminui a conversação verbal, substituída pelos admiráveis instrumentos da moderna tecnologia virtual, que se transformaram, sem que hajam dado conta aqueles que os utilizam, em verdadeiro tormento, em fator desencadeante da ansiedade. Deseja-se estar em todo lugar ao mesmo tempo e participar-se de tudo numa volúpia insana de vivenciar-se apenas o prazer imediatista e devorador, que sempre cede lugar a outras experiências afligentes.
Os tormentos pessoais aumentam e os diálogos são normalmente virtuais, sem o calor humano da convivência, de estar-se ao lado, de sentirem-se as emoções edificantes que nutrem os sentimentos. Como consequência, a arte da conversação coloquial e iluminativa, instrutiva e consoladora, que esclarece e debate com respeito, cede lugar às discussões intérminas, às agressões verbais e aos disparates, porque os indivíduos, ao invés de amar-se uns aos outros, estão armados uns contra os outros.
Muita falta fazem o diálogo pessoal, a conversa proporcionadora de júbilos, a presença física do outro com quem se comunica, observam-se-lhe as reações e sentem-se-lhe os sentimentos reais. As máscaras bem cuidadas do personalismo e do exibicionismo disfarçam, ocultam o self, em apresentações fascinantes que agradam, porque se expressam em fantasias e anseios incontidos, logo tombando ou diluindo-se ante o contato pessoal, o estar com o outro... Tal conduta leva aos relacionamentos descartáveis, às dificuldades de comunicação, aos desafetos.
Esforça-te por voltar a conversar em paz e sabedoria, a iluminar consciências e a iluminar-te também. Torna a tua palavra um poema de bondade e de carícia, a fim de que haja mais ternura e compreensão entre todos os seres humanos. A palavra que enuncies seja a expressão dos teus sentimentos superiores, capaz de estimular, orientar e tornar feliz aqueles a quem a dirijas.
 
Divaldo P. Franco

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Momento decisivo

Bezerra de Menezes

Filhas e filhos da alma!
Abençoe-nos o Senhor com a sua paz.
Estes são dias de turbulência.
A sociedade terrestre, com a inteligência iluminada, traz o coração despedaçado pela angústia do ser existencial. Momento grave na historiografia do processo evolutivo, quando se operam as grandes mudanças para que se alcance a plenitude na Terra, anunciada pelos Espíritos nobres e prometida por Jesus. Nosso amado planeta, ainda envolto em sombras, permanece na sua categoria de inferioridade, porque nós, aqueles que a ele nos vinculamos, ainda somos inferiores, e à medida que se opera nossa transformação moral para melhor, sob a égide de Jesus, nosso modelo e guia, as sombras densas vão sendo desbastadas para que as alvíssaras de luz e de paz atinjam o clímax em período não muito distante.
Quando Jesus veio ter conosco, a humanidade experimentava a grande crise de sujeição ao Império Romano, às suas paixões totalitárias e aos interesses mesquinhos de governantes arbitrários. O Espiritismo, a seu turno, instalando-se no planeta, enfrenta clima equivalente em que o totalitarismo do poder arbitrário de políticas perversas esmaga as aspirações de enobrecimento das criaturas humanas e, por consequência, o ser, que se agita na busca da plenitude, aturde-se e, confundindo-se, não sabe como vivenciar as claridades libertadoras do Evangelho.
Com a conquista do conhecimento científico e o vazio existencial, surgem as distrações de vário porte para poder diminuir a ansiedade e o desespero. Naturalmente, essa manifestação de fuga da realidade interfere no comportamento geral dos seareiros da Verdade que, nada obstante, considerando serem servidores da última hora, permitem-se os desvios que lhes diminuem a carga aflitiva.
Tende, porém, bom ânimo, filhas e filhos do coração!
É um momento de siso, de decisões, para a paz no período do porvir.
Recordai-vos de que o Cristianismo nascente experimentou também inúmeras dificuldades. A palavra revolucionária do apóstolo Paulo, a ruptura com as tradições judaicas ainda vigentes na igreja de Jerusalém geraram a necessidade do grande encontro, que seria o primeiro debate entre os trabalhadores de Jesus que se espalhavam pelo mundo conhecido de então.
No momento grave, quando uma ruptura se desenhava a prejuízo do Bem, a humildade de Simão Pedro, ajoelhando-se diante da voz que clamava em toda parte a Verdade, pacificou os corações e o posteriormente denominado Concílio de Jerusalém se tornou um marco histórico da união dos discípulos do Evangelho.
Neste momento de desafio e de conflitos de todo porte, é natural que surjam divergências, opiniões variadas, procurando a melhor metodologia para o serviço da Luz. O direito de discordar, de discrepar, é inerente a toda consciência livre. Mas, que tenhamos cuidado para não dissentir, para não dividir, para não gerar fossos profundos ou abismos aparentemente intransponíveis.
Que o espírito de união, de fraternidade, leve-nos todos, desencarnados e encarnados, à pacificação, trabalhando essas anfractuosidades para que haja ordem em nome do progresso.
O amor é o instrumento hábil para todas as decisões. Desarmados os corações, formaremos o grupo dos seres amados do ideal da Era Nova.
Nunca olvideis que o mundo espiritual inferior vigia as nascentes do coração dos trabalhadores do Bem e, ante a impossibilidade de os levar a derrocadas morais, porque vigilantes na oração e no trabalho, pode infiltrar-se, gerando desequilíbrio e inarmonias a benefício das suas sutilezas perversas e a prejuízo da implantação da Era Nova sob o comando do Senhor.
Nunca olvidemos, em nossas preocupações, que a Barca terrestre tem um Nauta que a conduz com segurança ao porto da paz.
Prossegui, lidadores do Bem, com o devotamento que se vos exige de fazerdes o melhor que esteja ao vosso alcance, em perfeita identificação com os benfeitores da humanidade, especialmente no Brasil, sob a égide de Ismael, representando o Mestre inolvidável.
Venceremos lutando juntos, esquecendo caprichos pessoais, de imposições egotistas, pensando em todos aqueles que sofrem e que choram, que confiam em nossa fragilidade e aguardam o melhor exemplo da nossa renúncia em favor do Bem, do nosso devotamento em favor da caridade, da nossa entrega em novo holocausto.
Já não existem as fogueiras, nem os empalamentos. Os circos derrubaram as suas muralhas e agora expandem as suas fronteiras por toda a Terra, mas o holocausto ainda se faz necessário.
Sacrificai as próprias imperfeições, particularmente neste sesquicentenário de evocação da chegada do Evangelho à Terra, decodificado pelos Imortais.
Recordai também, almas queridas, que o Espiritismo é, sem qualquer contradita, o Cristianismo que não pôde ser consolidado e que esteve na sua mais bela floração nos trezentos primeiros anos, antes das adulterações nefastas, e que foi Jesus quem o denominou Consolador.
Este Consolador sobreviverá a todas as crises e quando, por alguma circunstância, não formos capazes de dignificá-lo, a irmã morte arrebatará aqueles que não correspondem à expectativa do Senhor da Vinha, substituindo-os por outros melhormente habilitados, mais instrumentalizados para os grandes enfrentamentos que já ocorrem na face do planeta.
Todos sabemos que a transformação moral de cada indivíduo é penosa, de longo curso, por efeito do atavismo ancestral, e que a Lei dispõe do recurso dos exílios coletivos para apressar a chegada da Era Nova.
Abençoados servidores! Abençoadas servidoras da Causa! Amai! Amai com abnegação e espírito de serviço a Doutrina de santificação, para que os vossos nomes sejam escritos no livro do reino dos Céus e possais fruir de alegrias, concluindo a etapa como o apóstolo das gentes, após haverdes lutado no bom combate.
Os mentores da brasilidade, neste momento grave por que também passa o nosso país, assim como o planeta, estão vigilantes.
Permiti-vos ser por eles inspirados e saí entoando o hino do otimismo e da esperança, diluindo a treva, não fixando o medo nem a sombra, que por momento domina muitas consciências. Não divulgando o mal, somente expondo o bem, para que a vitória não seja postergada.
E ide de volta, seareiros da luz! O mundo necessita de Jesus, hoje mais do que ontem, muito mais do que no passado, porque estamos a caminho da intuição, após a conquista da razão, para mantermos sintonia plena com aquele que é o nosso guia de todos os dias e de todas as horas.
Muita paz, filhas e filhos do coração!
São os votos do servidor humílimo e paternal, em nome dos obreiros da seara de todos os tempos, alguns dos quais aqui conosco nesta hora.
Muita paz!…
Bezerra
(Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, no encerramento da Reunião Ordinária do Conselho Federativo Nacional, em Brasília, DF, na manhã de domingo, em 9 de novembro de 2014.) Revisão do Autor Espiritual.

(Texto recebido em email de Jorge  Moehlecke)
 

Sessão comemorativa com palestra por Divaldo Pereira Franco Salvador, BA


(Informação recebida em email de Edward Junior [enmjunior@gmail.com])

17º. Movimento “Você e a Paz” Salvador, BA


(Informação recebida em email de Edward Junior [enmjunior@gmail.com])

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Registro. Divaldo Pereira Franco em Madri, Espanha

29 de  novembro de 2014

Em mais um ciclo de atividades espíritas, Divaldo Franco se encontra na Espanha semeando as mensagens cristãs do amor, da fraternidade, da esperança. Em Madri, no dia 29 de novembro de 2014, como faz anualmente, o incansável divulgador da Doutrina Espírita proferiu a conferência A Vida em Plenitude, nas dependências do confortável Hotel Tryp Ambassador. Nem mesmo o tempo chuvoso impediu que quase duzentas pessoas lotassem o ambiente, desejosas de escutar o conferencista renomado. 
O evento teve início às 19h00min com um mini concerto protagonizado por um quarteto de cordas. Logo após, o brilhante orador formulou convite para uma reflexão sobre a grave questão pertinente ao significado da vida utilizando-se de uma fascinante narrativa histórica, ao longo de séculos, quando apresentou os fatos que causaram o rompimento entre religião e ciência. 
Com sua vibrante narrativa, Divaldo transportou o público de volta ao tempo de então, até o Século XX, quando duas visões conflitantes começaram a abordar, através de descobertas científicas, cogitando sobre a existência de Deus, bem como a valiosa colaboração do Espiritismo. Citando a Dra. Elisabeth Lukas, uma das mais famosas sucessoras de Viktor Frankl, enfatizou a importância de se reservar alguns momentos de nossas vidas à transcendência divina.  
Divaldo Franco, lembrou ainda, que Jesus ensinou que aquele que ama é feliz, e que o amor é o verdadeiro significado da vida. Concluindo a conferência, e emocionando os presentes, narrou parte dos exemplos deixado por Nilson de Souza Pereira -Tio Nilson-, que viveu em plenitude, amando verdadeiramente, dedicando toda a sua vida estendendo suas mãos ao próximo.  
De Madri, acompanhado de uma pequena comitiva, Divaldo viajou para a Tunísia, onde dará continuidade à esse périplo doutrinário.

           Texto em Espanhol de Jane Nixon.
           Texto em Português de Paulo Salerno.
           Fotos de  Manuel Cemyd



Encontro Fraterno 2015 Salvador, BA

Agenda de Divaldo Pereira Franco Dezembro/2014.


· 03/12/2014
Barcelona (Espanha)

· 04/12/2014
Valência (Espanha)

· 05/12/2014
Viagem ao Congresso Espírita Espanhol em Calpi (Espanha)

· 06 A 08/12/2014
Calpi (Espanha)

· 08/12/2014
Múrcia (Espanha), à noite

· 12, 14 E 17/12/2014
Movimento Você e a Paz, em diferentes bairros de Salvador (BA)

· 22/12/2014
Palmas (TO)

· 28/12/2014
Instituição Espírita Irmã Scheilla, em Salvador (BA)

(Fonte: site da Mansão do Caminho, Salvador, BA)

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Vários videos. Registro. Eurípedes Higino dos Reis na “Mansão do Caminho” com Divaldo Pereira Franco. Salvador, BA

Caros amigos

No último final de semana, recebemos na Mansão do Caminho, Eurípedes Humberto Higino dos Reis, filho do coração de Chico Xavier, presidente do Grupo Espírita da Prece de Uberaba, MG, fundado pelo querido médium, e sua diretora doutrinária Neusa de Assis. E também recebemos o querido amigo Oceano Vieira de Melo, pesquisador e documentarista espírita, Marisa e Thaís Yamamoto da cidade de São Paulo.
Segue alguns vídeos e fotos:

- Divaldo apresenta Eurípedes e Oceano: https://www.youtube.com/watch?v=8X5FPG_OJ3U



- Divaldo no lar de Chico: https://www.youtube.com/watch?v=uk-vi7jWBRI

- Divaldo com amigos: http://youtu.be/s8j8TbrrHpw

- Autografando foto histórica: http://youtu.be/647DcRnErBM


Abraços,
Lucas Milagre
Chico Xavier e Divaldo Pereira Franco
Divaldo, no centro, com os visitantes na Mansão do Caminho
O grupo de visitantes vendo-se Neusa e Eurípedes à frente ladeando Divaldo.
Nos jardins da Mansão do Caminho. No centro da foto Oceano Vieira de Melo

Registro. Divaldo Pereira Franco em Fortaleza, CE

Fortaleza – Ceará, em 20 de novembro de 2014 
Com o tema Imortalidade e Vida, mais uma vez Divaldo nos presenteia com sua palavra doce e sábia.
Sempre didático, esclareceu-nos, inicialmente, como ocorreria a conferência, dividindo-a em dois módulos distintos, que se complementam, resultando em belo quadro pintado pelas tintas do amor e do desejo de orientar-nos, próprio das grandes almas.
No primeiro módulo, brindou-nos com o assunto ‘imortalidade’ através da história, discorrendo, inicialmente, com citação de Carl Gustav Jung, a respeito de conceber-se a vida em seu sentido psicológico.
No segundo módulo, como não poderia deixar de ser, tendo em vista sua missão de educador e evangelizador, funções que se complementam, tratou do amor e do perdão, trazendo-nos Jesus e sua psicologia do amor, como pedra fundamental para a construção de nossa felicidade.
Finalizou o tema da conferência, discorrendo a respeito do Código Penal da Justiça Divina, destacando os caminhos para a eliminação da dor e do sofrimento, por meio do arrependimento, da expiação e da reparação.
Tendo em vista a ‘Marcha pela vida contra o aborto’, promovida pelo Movida, que acontecerá no próximo domingo em nossa cidade, abordou, como convite a que todos dela participem, a respeito do aborto e do código pelo direito do feto.
Grato, Divaldo Franco. Fortaleza te agradece.
                Texto: Roberto Albuquerque
                Fotos: Raimundo Neto/Cir Bezerra Pinto


Divaldo Pereira Franco. Artigo: A Psicologia da Paciência


Divaldo Franco - Professor, médium e conferencista
A impaciência toma conta das criaturas humanas dando lugar à agressividade e à violência. Na louca busca de atendimento a diferentes questões em simultâneo, a irritação e a intranquilidade vencem as resistências morais e conduzem as suas vítimas a aflições perfeitamente desnecessárias.
No livro O poder da paciência, publicado pela editora Sextante, a sua autora, M. J. Ryan, reflexiona que alguns McDonald’s, nos Estados Unidos, prometem atender o cliente em até um minuto e meio, ou, do contrário, o pedido é grátis; a consulta com um médico, no mesmo país, é normalmente de oito minutos, enquanto que num restaurante popular, em Tóquio, a cobrança é feita pelo tempo em que se come o repasto; e repete o lema usado pelo presidente da divisão de computadores portáteis da Hitachi, de que “a velocidade é de Deus, o tempo é o diabo”.
Além dessas, outras situações embaraçosas em torno do tempo convidam a pessoa à perda de paciência, praticamente por correria sem justificativa. Esse comportamento asfixiante retira a alegria de viver, a satisfação de esperar, o período de convivência que auxilia os relacionamentos afetivos. Tudo tem que ser feito às pressas. Raiva de filas, ódio de esperas, ânsia de primeiro lugar em tudo caracterizam o estranho comportamento humano, empurrando o ser para o mau humor, a reclamação, o estresse.
Nunca houve no mundo tanta comodidade como nos dias de hoje e, nada obstante, tem-se a impressão que é necessário fruir-se ao máximo, agitar-se sem cessar para estar presente em todo lugar ao mesmo tempo sem oportunidade de refazimento. A paciência, também conhecida como “ciência da paz”, é indispensável às realizações realmente nobilitantes, aos estudos profundos e às construções duradouras. Já afirma velho refrão que “a pressa é inimiga da perfeição”. Chega o momento de ter-se que parar, a fim de interrogar-se qual é realmente o sentido da vida e a sua felicidade. Logo virá a resposta: agir com paciência!
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 20-11-2014
Divaldo Franco escreve na quinta-feira, quinzenalmente.
Achou interessante? passe um e-mail ou ligue para os nºs abaixo e comente, isso é muito importante para a permanência da coluna no referido jornal. Central Telefônica: (71) 3340 - 8500 -
Redação: (71) 3340 - 8800 Email - opiniao@grupoatarde.com.br
(Texto recebido em email de Jorge Moehlecke)


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Registro: Seminário com Divaldo Pereira Franco Araras, SP

TEMA: A PSICOLOGIA DO PERDÃO -  16/11/2014 

 

No último domingo, 16/11/2014, às 9h, foi realizado um seminário com o médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco, na cidade de Araras/SP. O público de 800 pessoas lotou o salão do “Sayão Futebol Clube”. O seminário teve como tema “A Psicologia do Perdão” e foi desenvolvido em 3 módulos, com 2 intervalos. Na entrada, cada participante recebeu 2 livros espíritas. A prece foi proferida pelo Sr. Waldyr Beira Filho e, na sequência, Dr. Miguel de Jesus Sardano apresentou o conferencista, sendo a este passada a palavra. Divaldo Franco iniciou a 1a. parte do seminário narrando uma história extraída da obra “Perdão Radical”, de autoria do escritor Brian Zahnd, ocorrida durante o genocídio do povo armênio, provocado pelos turcos otomanos, na guerra ocorrida entre 1915-1917, demonstrando a poderosa força de transformação da mensagem de Jesus, quando bem compreendida e vivida, despertando o verdadeiro Amor em nós, e que levou uma jovem armênia a perdoar radical e incondicionalmente o algoz que a havia desventurado e exterminado sua família impiedosamente. O perdão, conforme fora explicado, é a mais legítima forma de manifestação do Amor e de encontro consigo mesmo, verdadeiro recurso psicoterapêutico para a saúde integral; do ponto de vista psicológico, nada tem a ver com o esquecimento da ofensa (interpretação teológica); é manter-se em paz ante à violência externa, naturalmente que sem conivir com o mal, e agindo digna e caridosamente antes os ofensores, nunca devolvendo o mal com o mal. Divaldo ressaltou o valor terapêutico da mensagem das bem-aventuranças e analisou a proposta do Evangelho, revivida em sua pureza pelo Espiritismo, sobre o amor e o perdão, sobre a necessidade de a criatura humana vencer as próprias más inclinações e de ser mais tolerante e compreensiva para com as imperfeições alheias, tanto quanto gostaria de receber tolerância e compreensão para as suas próprias faltas. Foi também analisado o pensamento dos psiquiatras Viktor Frankl e Carl Gustav Jung e do psicanalista James Hollis, destacando-se a necessidade premente de o ser humano realizar a viagem interior para encontrar um sentido existencial profundo para si, eliminando suas culpas e aprendendo a servir e a amar o seu semelhante. Na segunda parte do seminário, Divaldo enfocou o tópico do auto-perdão, afirmando que a misericórdia de Deus é infinita, sempre nos ensejando oportunidades novas de auto-reabilitação e, que, por isso mesmo, devemos também nos perdoar e nos dar uma segunda chance, assumindo a responsabilidade pelos nossos equívocos e procurando corrigir as nossas imperfeições, mas nunca carregando culpas. Foi demonstrada a perfeita concordância entre a proposta psicoterapêutica da Dra. Elisabeth Lukas e o Espiritismo, quando ela recomenda aos indivíduos reservar alguns minutos diários para a sua transcendência, para conversar com a sua consciência. No último módulo, Divaldo concluiu o seminário analisando o estudo do Dr. John Watson sobre as 3 primeiras emoções do ser humano, quais sejam, o medo, a ira e o amor, e relembrando que os espíritas têm a mais sublime meta psicológica para a vida, a imortalidade. A mensagem do perdão e da paz foi encerrada com a declamação do Poema da Gratidão, de autoria do Espírito Amélia Rodrigues.

 

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Sandra Patrocínio/Edgard Patrocínio
 



Registro. Seminário com Divaldo Pereira Franco em Pirassununga, SP

SEMINÁRIO COM DIVALDO PEREIRA FRANCO – TEMA: O EVANGELHO DE JESUS E OS DIAS ATUAIS - PIRASSUNUNGA/SP, 15/11/2014 

Na tarde do último sábado, 15/11/2014, às 14h, foi realizado um seminário com o médium, humanista e orador espírita Divaldo Pereira Franco, na cidade de Pirassununga/SP. O público em torno de 1200 pessoas lotou o auditório da Academia da Força Aérea (AFA). O seminário teve como tema “O Evangelho de Jesus nos Dias Atuais” e foi desenvolvido em 2 módulos, com um coffee-break. O evento, organizado pelo Grupo Espírita Irmão Gabriel, foi aberto pelo Capitão Renato, que, após ler a mensagem do Comandante da AFA, Brigadeiro Carlos Eduardo da Costa Almeida, mostrou o vídeo institucional da Academia. Bela apresentação musical precedeu a prece. E, na sequência, Dr. Miguel de Jesus Sardano apresentou o conferencista, que, então, foi convidado a ocupar a tribuna. Divaldo Franco iniciou a 1a. parte do seminário com o pensamento do filósofo, escrito e historiador francês do século XIX, Ernest Renan, que, não obstante ateísta, teve oportunidade de afirmar que Jesus foi um homem incomparável, um vulto tão grande que não coube na História da Humanidade, dividindo-a em antes e depois d’Ele, sendo a personagem histórica mais biografada de todos os tempos. Também foi analisada, brevemente, a obra “Jesus Psicoterapeuta”, da nobre psicanalista alemã Dra. Hanna Wolff, que concluiu que Jesus é um ser tão extraordinário que quem o conhece jamais permanece indiferente a Ele; ou o ama, ou o detesta. Divaldo discorreu sobre a História da República Romana, dos seus 2 triunviratos, do Império, detendo-se no período do governo de Caio Júlio César Otaviano Augusto e demonstrando a preparação do orbe, em múltiplos aspectos, especialmente com a “Pax Romana”, para a chegada do Governandor Planetário na face da Terra, Jesus. Nesse período que precedeu a vinda de Jesus, muitos Espíritos de escol reencarnaram-se e Espíritos demasiadamente belicosos e rudes ficaram retidos no mundo espiritual, de maneira a propiciar um ambiente adequado para a instauração do Evangelho no planeta. Com sua brilhante oratória, Divaldo transportou o público para a Palestina dos tempos de Jesus: as paisagens, os perfumes, a brisa, os mares, o povo e sua cultura.  Descreveu a saga do Mestre Galileu desde o seu nascimento, sua primeira aparição pública no Templo, aos 12 anos, o convite feito aos apóstolos, a convivência com Simão Pedro e a promessa do envio do Consolador (o Espiritismo), recordando o encontro com Maria de Magdala e a transformação moral desse alma, e, ainda, a advertência que Ele fez de que estava no mundo para curar almas e não para remendar corpos dilacerados pela incúria humana. No 2o. módulo do seminário, foi analisado o estudo do psicólogo americano Dr. John Watson sobre as 3 primeiras emoções do ser humano no seu processo antropossociopsicológico: o medo, a ira e o amor.  Além do estudo do Dr. Watson, foram analisadas as propostas do psicanalista americano Dr. James Hollis e do psiquiatra austríaco Dr Viktor Frankl, demonstrando a necessidade do ser humano de encontrar um sentindo psicológico profundo para a vida, sendo a meta essencial amar e servir ao próximo. Recordando ser o Espiritismo o Consolador prometido por Jesus, a restaurar-lhe a mensagem do amor, do perdão e da paz, Divaldo Franco convidou a todos para uma reflexão profunda a respeito de nosso comportamento, do que estamos fazendo da doutrina de Jesus e do Espiritismo, a fim de que a criatura humana possa volver à simplicidade, reencontrando-se consigo mesma e com Deus.

 

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Sandra Patrocínio/Edgard Patrocínio

 

(Informações recebidas em email de Jorge Moehlecke)

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Registro. Conferência por Divaldo Pereira Franco Piracicaba, SP


Em continuação do roteiro de atividades doutrinárias espíritas no Estado de São Paulo, nesta sexta-feira, 14/11/2014, às 20h, foi realizada a conferência pública com o médium, humanista e orador espírita Divaldo Pereira Franco, na cidade de Piracicaba/SP. O público em torno de 2100 pessoas lotou o salão nobre do Clube dos Metalúrgicos de Piracicaba. Apresentações musicais de beleza e qualidade colaboraram para o clima de enlevo do ambiente. Após a prece, Dr. Miguel de Jesus Sardano introduziu o conferencista, falando brevemente sobre sua vida e obra; e, então, Divaldo Franco foi convidado a ocupar a tribuna e iniciou sua palestra demonstrando a grande contribuição do médico francês Dr. Philippe Pinel para a Psiquiatria, quem revolucionou essa Ciência. Dr. Pinel criou uma abordagem psicológica mais humana no atendimento e cuidados aos pacientes psiquiátricos, chamada atualmente de terapia moral, sendo, por isso, intitulado o “pai da moderna Psiquiatria”. Seguindo o curso do progresso científico ao longo dos séculos, notadamente a partir do século XVIII, o conferencista apresentou os imensos contributos de eminentes cientistas das áreas da Psiquiatria e Psicanálise para a melhor compreensão dos variegados transtornos psiquiátricos e desenvolvimento de terapias mais avançadas, humanas e eficientes para tais problemáticas; desfilaram na explanação de Divaldo nomes como Jean-Martin Charcot, Pierre Paul Broca, Sigmund Freud, Carl Gustav Jung, Emil Kraepelin, Charles Richet, Viktor Frankl e outros. Foram explicados os conceitos de consciente, subconsciente e inconsciente, segundo a teoria de Freud, e do inconsciente individual e coletivo, de Carl G. Jung, fazendo-se a conexão entre os arquétipos de Jung e as memórias de reencarnações anteriores, como elucidado pelo Espiritismo. O palestrante discorreu sobre as causas endógenas e exógenas dos transtornos psiquiátricos, conforme as doutrinas acadêmicas, acrescentando, contudo, uma outra, a causa espiritual, isto é, a obsessão causada por Espíritos - um dos importantes capítulos de estudo do Espiritismo. Exaltando a excelência das terapias tradicionais, ressaltou que a Doutrina Espírita vem lançar luz sobre os processos das problemáticas psicológicas e psiquiátricas e contribuir para uma nova abordagem terapêutica das mesmas, especialmente com a proposta do Evangelho de Jesus, que a todos incita ao exercício do Amor e do serviço ao próximo, como meta essencial da vida.

 

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Sandra Patrocínio/Edgard Patrocínio

Vídeo da cerimônia de abertura da exposição a Divaldo Franco – “O Semeador de Estrelas”. FEB. Brasília, DF

Acesse aqui:

(Informação recebida em emails de Jorge Moehlecke e de Lucas Milagre)

Registro. Conferência por Divaldo Pereira Franco Araraquara, SP

13-11-2014

Como parte do roteiro de atividades doutrinárias espíritas no Estado de São Paulo, nesta última quinta-feira, 13/11/2014, às 20h, foi realizada a conferência pública com o médium, humanista e orador espírita Divaldo Pereira Franco, na cidade de Araraquara/SP. O público de cerca de 1700 pessoas lotou o auditório principal e o grande atrium do moderno Centro Internacional de Convenção “Dr. Nelson Barbieri”. Belas canções espíritas foram entoadas por um coral, precedendo a prece, que foi proferida pela Sra. Cláudia Navarro. Na sequência, Dr. Miguel de Jesus Sardano fez a apresentação do conferencista, que, então, foi convidado a ocupar a tribuna. O perdão como caminho para a paz foi o tema central da conferência. Divaldo iniciou suas reflexões com as conclusões dos estudos históricos realizados pela equipe do Sr. Will Durant e esposa, que demonstraram que a Humanidade, ao longo de sua trajetória, quase sempre esteve em guerra, a maioria delas gerada por conflitos religiosos, e que o poder, quase que invariavelmente, esteve nas mãos de indivíduos belicosos e arbitrários, ficando evidente a necessidade de mudança de paradigmas no mundo. O pensamento de Blaise Pascal, filósofo e matemático francês do século XVII, também foi analisado no contexto da temática da noite, mostrando-se que a sociedade deveria educar-se e  desenvolver-se em duas bases fundamentais: o “espírito de geometria”, isto é, a lógica, a razão; e o “espírito de finesse”, a gentileza, a amabilidade; a fim de que fosse alcançado o “espírito do coração”, ou seja, o amor, a paz. Nesse sentido, asseverou Pascal, profeticamente, que se a sociedade optasse por desenvolver apenas a vertente da lógica, da razão, as nações acabariam por se entredevorar. Divaldo fez uma viagem histórica no pensamento universal desde o século XVII à atualidade, recordou a falência das religiões e o surgimento da proposta materialista, de Karl Marx, nas suas diferentes modalidades. Foi ressaltado o surgimento da Ciência Espírita, no séxulo XIX, resultado do esforço conjunto dos Espíritos Iluminados, sob a égide do Cristo, e do missionário Allan Kardec; uma Ciência, com metodologia própria e de consequências filosóficas e morais, que demonstra a imortalidade da alma, a comunicabilidade dos Espíritos, a reencarnação, e que diz da predestinação de todos os seres humanos à perfeição, por meio dos esforços contínuos de transformação moral. O momento que vivemos é de grandes desafios e perturbações; e, segundo o conferencista, é indispensável que os indivíduos realizem a viagem interior, autodescobrindo-se, utlizando-se da proposta terapêutica do Evangelho de Jesus para a solução dos próprios conflitos, especialmente para a libertação das mágoas, dos ressentimentos, do ódio, que se constituem verdadeiros “cânceres” da alma. Divaldo narrou a história de Simon Wiesenthal, extraída de sua auto-biografia “Os Girassóis”, para alertar sobre a urgência de exercitarmos o auto-amor, que nos conduziria ao halo-amor e, por conseguinte, ao perdão; e o resultado final desse processo terapêutico seria a fruição da paz interior e a promoção da paz mundial. Realizando a ponte entre a Ciência, nas áreas da Psicologia, Psicanálise e Psiquiatria, e o Espiritismo, Divaldo afirmou que a meta da vida humana é a imortalidade, construindo-se o futuro de paz e alegria amando e servindo ao próximo.

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Sandra Patrocínio/Edgard Patrocínio


(Informações recebidas em email de Jorge Moehlecke)

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Registro. Divaldo Pereira Franco em São José do Rio Preto, SP

CONFERÊNCIA PÚBLICA COM DIVALDO PEREIRA FRANCO – TEMA: PSICOLOGIA DO PERDÃO – SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP, 12/11/2014 

Nesta quarta-feira, 12/11/2014, às 20h, foi realizada a conferência pública com o médium, humanista e orador espírita Divaldo Pereira Franco, na cidade de São José do Rio Preto/SP. O espaço de eventos do Hospital Psiquiátrico “Dr.  Bezerra de Menezes” ficou totalmente tomado pelo público que ultrapassou o número de 3500 pessoas. A música alegrou o ambiente e preparou-o para a prece que, em seguida, foi realizada. Dr. Miguel de Jesus Sardano fez a apresentação do orador, que, após, foi convidado a ocupar a tribuna. A conferência abordou a temática “Psicologia do Perdão” e foi iniciada com a narração de uma história extraída da obra “Perdão Radical”, de autoria de Brian Zahnd, ocorrida durante o genocídio do povo armênio, provocado pelos turcos otomanos, na guerra ocorrida entre 1915-1917, demonstrando a poderosa força de transformação da mensagem de Jesus, quando bem compreendida e vivida, despertando o verdadeiro Amor em nós, e que levou uma jovem armênia a perdoar radical e incondicionalmente o algoz que a havia desventurado e exterminado sua família impiedosamente. O perdão, conforme fora explicado, é a mais legítima forma de manifestação do Amor e de encontro consigo mesmo; do ponto de vista psicológico, nada tem a ver com o esquecimento da ofensa; é manter-se em paz ante à violência externa, agindo dignamente e caridosamente antes os ofensores e nunca devolver o mal com o mal. Divaldo analisou o pensamento dos psiquiatras e terapeutas Viktor Frankl e Carl Gustav Jung, ressaltando a necessidade premente de o ser humano realizar a viagem interior para encontrar um sentido existencial profundo para si, eliminando suas culpas e aprendendo a servir e a amar o seu semelhante. Segundo ele, o indivíduo não deve preocupar-se com o fato de ter inimigos, mas sim de não ser inimigo de ninguém, buscando sempre conhecer as próprias limitações e conflitos e exercitar o auto-amor, como forma de desenvolver a tolerância para com os seus semelhantes e, por conseguinte, o perdão. O estudo científico dos físicos quânticos Dr. David Bohm e Stuart Wolf foi abordado pelo palestrante, que demonstrou ser o perdão uma prática fundamental para se alcançar a saúde integral. Divaldo Franco concluiu sua análise, apresentando o pensamento lógico do Espiritismo, a reviver o Cristianismo primitivo, que esclarece sobre a nossa filiação divina, a imortalidade da alma, o intercâmbio permanente com o invisível, a reencarnação e a excelência das lições terapêuticas do Evangelho de Jesus, que se constituem instrumentos hábeis para que consigamos vivenciar o perdão radical e alcançar o estado numinoso, isto é, de iluminação espiritual.

 

                 Texto: Júlio Zacarchenco
                 Fotos: Sandra Patrocínio/Edgard Patrocínio

 



quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Registro. Divaldo Pereira Franco em Presidente Prudente, SP

11/11/2014



Na noite desta terça-feira 11/11/2014, às 20h, foi realizada a conferência pública com o médium, humanista e orador espírita Divaldo Pereira Franco, na cidade de Presidente Prudente/SP. O público de cerca de 1800 pessoas lotou o auditório “Solarium” da Universidade do Oeste Paulista. Agradável apresentação musical precedeu a prece. A vereadora do município Sra. Alba Lucena fez a entrega a Divaldo Franco do título de “Hóspede Oficial de Presidente Prudente”, conferido pelo Senhor Milton Carlos de Mello, prefeito daquela cidade. A Câmara de Vereadores, respresentada pela Sra. Alba, também prestou sua homenagem ao palestrante, por meio de requerimento aprovado naquela casa legislativa, ficando consignados os seus votos de congratulações com Divaldo Pereira Franco pela vida dedicada à fraternidade, ao amor ao próximo e à caridade. Por fim, o Centro Espírita Jesus, o Nazareno, organizador do evento, por seu representante, entregou uma placa de homenagem ao médium espírita. Na sequência, Dr. Miguel de Jesus Sardano fez breve apresentação do conferencista, que, então, foi convidado a ocupar a tribuna. As primeiras palavras de Divaldo Franco foram de gratidão pelo gesto de carinho e estímulo, transferindo, contudo, todas as honrarias ao Espiritismo. O tema discorrido foi a depressão, seus tipos, causas, efeitos, métodos profiláticos e terapêuticos, sendo analisados todos os seus aspectos sob à ótica da Doutrina Espírita. Foi apresentada uma retrospectiva histórica dos estudos sobre a melancolia e dos eminentes pesquisadores que contribuíram para as descobertas de suas gêneses e terapias, especialmente no campo das modernas doutrinas da Neurociência e Psiquiatria, como o Dr. Emil Kraepelin, Dr. Paul Möbius, Sigmund Freud, Carl G. Jung e outros. Divaldo recordou que a depressão tornou-se uma pandemia mundial e que, segundo estudos da Organização Mundial da Saúde, será a causa de mortes número 1 no planeta, principalmente pelo suicídio, sendo, por isso, indispensável que o ser humano busque um sentido psicológico profundo para a própria existência, conforme propõe o psiquiatra Viktor Frankl, e que o Espiritismo também recomenda, por meio do amor e do serviço ao próximo. Foram abordadas, outrossim, as questões da obsessão espiritual como uma das causas da depressão; do auto-perdão e da caridade como terapêuticas de emergência para os transtornos depressivos; e do estudo e vivência do Evangelho de Jesus como melhor terapia de prevenção e cura das depressões.

 

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Sandra Patrocínio/Edgard Patrocínio

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Divaldo Pereira Franco caminhando pelos jardins da FEB Brasília, DF

Acessar aqui:

Vídeo realizado por Oceano Vieira de Melo

Encerramento da reunião do CFN- Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Brasília, DF

09/11/2014

Na manhã do último domingo, 09/11/2014, o médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco, convidado a participar do encerramento da reunião ordinária do Conselho Federativo Nacional da FEB, em sua sede, com a presença dos representantes dos órgãos federativos de todos os Estados brasileiros, teve oportunidade de transmitir, por meio de sua mediunidade psicofônica, a mensagem lúcida e esclarecedora do Espírito de escol Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, como, aliás, tem ocorrido há muitos anos. O benfeitor espiritual iniciou a sua mensagem elucidando que a Terra atravessa dias graves, de grande turbulência e que a sociedade terrestre, conquanto tenha iluminado a inteligência, traz ainda o coração despedaçado pela angústia do ser existencial. Recordou que estamos num período de transição de mundo de provas e expiações para regeneração, no qual profundas mudanças operam-se em todos os setores da vida, para que se alcance a plenitude na Terra; mas que essas transformações não se dão sem lutas, esforços e dor, em razão da inferioridade moral que ainda caracteriza a população terráquea. O materialismo, o individualismo, o egoísmo, o consumismo, a sexolatria, o poder arbitrário, são chagas que têm confundido e perturbado os “servidores da última hora”, os trabalhadores do Bem, que já não sabem como vivenciar o Evangelho de Jesus em suas vidas. O orientador espiritual repassou em sua fala episódios do Cristianismo nascente que retratavam as dificuldades de entendimento fraterno entre os cristãos primitivos e que punham em risco o progresso da mensagem de Jesus, tendo sido crucial a ação de companheiros com o espírito pacificador e conciliador para que a ruptura não se desse no movimento ainda incipiente. Com isso, ressaltou a necessidade de se fortalecer entre os espíritas o espírito de união e de lídima fraternidade, garantindo-se a todos o direito de divergir quanto a pontos-de-vista, mas sem que se corra o risco de divisão do “feixe de varas”. Contra essa ameaça, Dr. Bezerra recomendou o Amor como instrumento hábil e seguro para ser usado em todas as decisões, mantendo-se os corações desarmados. Ainda,  advertiu que as Inteligências das Trevas, do mundo espiritual, observam atentamente “as nascentes do coração” dos trabalhadores do Bem, aguardando a oportunidade para estimular nos indivíduos a inveja, a discórdia, a intriga, o personalismo etc; que, para os servidores da Terceira Revelação manterem-se em equilíbrio, deveriam envidar os seus melhores esforços na tarefa com a qual estão comprometidos, buscando sempre a perfeita identificação com os benfeitores espirituais, especialmente Ismael e o próprio Cristo. Por fim, Bezerra de Menezes esclareceu que o Espiritismo é o Cristianismo que não pôde ser consolidado nos séculos passados e admoestou a todos afirmando que a irmã morte arrebatará aqueles que não corresponderem às expectativas do Senhor da Vinha, que os substituirá por outros mais capacitados para a tarefa no Bem e que já se dispõem a amar com abnegação e espírito de serviço.
              Texto: Júlio Zacarchenco
               Fotos: Jorge Moehlecke

            Veja também:
            Divaldo Franco é homenageado na Federação Espírita Brasileira e outros momentos:
                  https://www.youtube.com/watch?v=QdVee1scelI

                 https://www.youtube.com/watch?v=_XiNNgjCyew

                  https://www.youtube.com/watch?v=hiq2pNcAMVk