quarta-feira, 3 de maio de 2017

Registro. Divaldo Pereira Franco no C.E. Caminho da Redenção Salvador, BA

02 de maio de 2017

A Diretoria Executiva do Centro Espírita Caminho da Redenção outorgou a Divaldo Franco uma medalha comemorativa relativa ao seu 90º aniversário, reconhecendo a importância do trabalho desenvolvido por ele, agradecendo-lhe a oportunidade de participarem das atividades do CECR, sob a sua liderança segura.
Agradecendo, Divaldo Franco disse que, em realidade, não há méritos para si e que justifique a homenagem, tendo em vista que é a equipe de colaboradores que possui os méritos, dando o suporte para poder trabalhar em prol do desenvolvimento e propagação da Doutrina Espírita. Lembrando o trabalho e a dedicação de Eurípedes Barsanulfo, cuja data de aniversário transcorreu em 1º de maio, dividiu a homenagem com todos, pois que o trabalho na seara de Jesus e de caráter coletivo, solidário.
As dores morais provocam cicatrizes nos cristãos. Divaldo afirmou que ainda não teve a oportunidade de ostentar uma dessas cicatrizes. Agradeceu a comenda como estímulo para continuar no labor do Cristo. Os verdadeiros merecedores da homenagem são todos os diretores e voluntários da Instituição.
Professor por excelência, Divaldo Franco abordou um tema que colabora para a aquisição de saúde emocional, física e mental, vivendo o Evangelho de Jesus, conhecendo as suas más inclinações, perdoando.
Para falar sobre o perdão, o amoroso conferencista narrou a saga de Simon Wiesenthal (1908-2005) sobrevivente de campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. Após passar mais de quatro anos em diversos campos durante a Segunda Guerra Mundial, até ser libertado ao final da guerra. Dedicou sua vida a localizar, identificar e levar à justiça criminosos nazistas.
Wiesenthal investigou o paradeiro de Adolf Eichmann, alto oficial nazista que organizava o transporte de judeus para campos de extermínio na Europa. Encontrado por ele, Eichmann foi sequestrado na Argentina pelo Mossad (serviço secreto israelense), e levado para ser julgado e condenado à morte em Israel no ano de 1962.
Na condição de prisioneiro, Wiesenthal foi destacado para fazer parte de uma equipe para auxiliar na manutenção e limpeza dos hospitais de campanha destinados a assistir os soldados nazistas. Nesses deslocamentos observou um cemitério para soldados nazistas, considerados indignos por ele. Notou que as sepulturas eram enfeitadas com girassóis, enquanto aos judeus mortos eram destinadas valas comuns onde os corpos, alguns ainda com vida, eram empilhados e soterrados com o uso de máquinas.
Baseado no livro The Sunflower, de Simon Wiesenthal, Divaldo narra um episódio emocionante. O prefácio, disse, é de uma beleza trágica e termina com uma questão intrigante. Certo dia Wiesenthal foi procurado por uma enfermeira alemã, retirando-o do trabalho para levá-lo à uma enfermaria para visitar um soldado das tropas SS, orientando-o para que somente o escutasse. O soldado Karl Silberbauer, em seu leito de morte, após ferimentos recebidos, havia solicitado a presença de um judeu. Simon Wiesenthal foi o escolhido.
- Você é realmente judeu? Sim, respondeu Wiesenthal, 100% hebreu. Karl, tremulo, esticou o seu braço para cumprimentar. Wiesenthal recusou tocar aquela mão coberta de ataduras. Odores pútridos exalavam daquele corpo recoberto de ataduras ensanguentadas. Certificando-se da condição de judeu, a narrativa de Karl segue nesse teor:
- Meu nome é Karl - disse uma voz entrecortada e distorcida pelas ataduras que lhe cobriam grande parte do rosto - Preciso lhe contar algo que me devasta a alma. De formação religiosa Católica, alistei-me na juventude hitlerista após ser seduzido pelo discurso do Führer. Trabalhando com afinco e dedicação à causa, passei a integrar as tropas SS. Retornei recentemente, muito ferido, do front russo.
Durante um cerco às tropas russas que fugiam, minha unidade fora atraída a um campo minado que resultou na morte de mais de 30 soldados. Como vingança, nós reunimos cerca de 600 judeus franceses de uma pequena aldeia, a Oradour-sun-Glane, trancafiando-os em um sobrado de 3 andares, espalhamos combustível e a incendiamos. Ordenei que atirassem contra qualquer um que tentasse escapar. Obs: Dessa aldeia, somente duas pessoas sobreviveram, uma mãe e sua filha que se homiziaram em uns escombros, após terem fugido do cerco, contando mais tarde como se desenrolou a tragédia.
Karl fez um breve silêncio, prosseguindo a narrativa macabra. Wiesenthal acompanhava tomado de ódio, em profundo silêncio.
- Os gritos das vítimas na casa eram horríveis. Nós sorríamos. Era a vingança.
- Divisei um homem com uma criança nos braços. Suas roupas estavam em chamas. Ao lado havia uma mulher, sem dúvida a mãe da criança. Com a mão livre, o homem cobria os olhos daquele pequeno ser, pulando para a rua. Segundos depois a mãe jogou-se também. Nós atiramos matando todos aqueles que tentavam fugir.
- Depois surgiu um adolescente no telhado. Trocamos olhares. Ele saltou. Bem posicionado, atirei, matando-o. Caiu praticamente aos meus pés. Seus olhos estavam abertos como a me fitar.
- Nunca mais pude esquecer o olhar de incredulidade daquele menino cujos olhos me pareciam perguntar: Por quê?
- Sei que em poucas horas morrerei, e por essa razão solicitei a presença de um judeu. Mas antes queria pedir a um judeu que me perdoasse pelas atrocidades.
- Quero, também, que minha mãe saiba que voltei à Jesus, diga a ela que morri cristão.
- Desejo dar-lhe tudo o que tenho. É a minha identificação militar. Tentou retirá-la do pescoço, porém, seus dedos feridos e sem tato não lograram êxito.
- Meu pedido final: perdoe-me em nome de todos os que matei!
Simon Wiesenthal, impassível, olhou para o corpo do homem moribundo abriu a porta e deixou o local em silêncio sem conceder o perdão solicitado, recusando suas ofertas, lembrando-se do cemitério adornado de girassóis para os alemães e a vala comum para os corpos empilhados dos judeus.
Um pouco mais tarde os russos, vencendo os alemães, libertaram todos os prisioneiros. Simon Wiesenthal foi para um campo de refugiados. Era primavera, os campos estavam floridos com flores miúdas e com papoulas, os pássaros cantavam.
Era a liberdade, mas o que era a liberdade? Havia esperado 5 anos por ela, vivendo com a expectativa de ser eliminado a qualquer momento. A família de Wiesenthal havia sido destroçada pelos nazistas. Ele procurou a mãe de Karl, dizendo-lhe que havia visto o filho morrer e que morreu cristão.
Tentando fazer justiça, o denominado caçador de nazistas, iniciou a sua saga, identificando, capturando e levando à julgamento centenas de criminosos de guerra alemães.
Com dúvidas, através dos anos, Wiesenthal perguntou a muitos rabinos e sacerdotes o que deveria ter feito. Finalmente, mais de vinte anos depois da guerra, ele escreveu essa história e submete o leitor a uma questão no final do prefácio: - Você perdoaria?
Falando sobre julgamento e vingança, Divaldo apresentou um pensamento de Aristóteles: Quando você se vinga, você tem um momento de prazer. Quando você perdoa, tem a vida toda de prazer.
Jesus é sui generis na história da humanidade. É um dos mais notáveis sábios que a humanidade jamais conheceu. Jesus trouxe a mais desafiadora proposta filosófica: o amor. Jesus superou todos os heróis e sábios de todos os tempos e nacionalidades. Ele deu-se pela humanidade. Não inteiramente amado, prometeu um novo consolador. Dezenove séculos depois os Espíritos trouxeram para o conhecimento humano a Doutrina Espírita.
Jesus é o símbolo perfeito do amor, é ímpar, unindo os lobos aos cordeiros. O lobo de Gúbio bebeu água nas mãos de Francisco de Assis, o cordeiro. Eram tão identificados que o lobo morreu quando Francisco de Assis desencarnou. O amor, apresentado e exercido por Jesus, jamais havia sido pensado, muito menos praticado. Ensinou o Mestre: Um pensamento vos dou. Que vos ameis uns aos outros, como vos amei.
A Doutrina de Jesus é tão excelente que não temos o direito de não sermos gentis, simpáticos para com todos. Se amamos, amparemos o próximo. Ame mais àquele que mais te cobra. O perdão é possível de ser praticado depois de muito esforço. Cada um deve adotar atitudes saudáveis, ainda hoje, para ter saúde integral.
Não aceite o mal dos maus, perdoe-os, espelhe-se em Jesus, em Francisco de Assis e outros Espíritos numinosos. Louve a natureza, à Deus. Viva hoje o cristianismo mais do que nunca, os dias atuais são perversos como nunca. Seja aquele que tem a honra de amar. O dever de cada indivíduo é amar, ser amado é consequência. Assim, Divaldo Franco chegou ao final de seu excelente trabalho, apresentando uma síntese da Doutrina Espírita e do pensamento cristão.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

terça-feira, 2 de maio de 2017

Registro. Divaldo Pereira Franco na Colômbia

22 e 23 de abril de 2017

Depois de estar em Bogotá participando do Quinto Movimento Tú y la Paz, em 22 de abril, Divaldo Franco foi para Cartagena celebrar o 23º aniversário do Centro de Estudos Espíritas Joanna de Ângelis de Cartagena das Índias, a quem expressamos infinita gratidão, porque desde a sua fundação tem contado com a sua companhia, a orientação e sustentação espiritual.
Divaldo Franco encantou-nos com uma palestra intitulada "Educando a alma para a Paz e Felicidade" convidando-nos à ternura e ao amor através de uma história do poeta da Índia Rabindranath Tagore e outros exemplos da história humanidade, destacando as mais notáveis demonstrações de amor. O amor, que superou mais de 2000 anos de adulteração, e que foi entregue pelo homem mais
perfeito que Deus nos deu para nos servir de modelo e guia, como se encontra na questão 625 de O Livro dos Espíritos. O Homem que mudou a história e o seu Evangelho convidam-nos ao progresso de nossas almas, propondo-nos que a única solução é o amor.
No entanto, ainda hoje, depois de mais de 2000 anos de cultura e tecnologia não têm sido suficientes para nos fazer homens e mulheres numinosos para que pudéssemos encontrar o estado de plenitude. Ainda hoje continuamos a matar uns aos outros. As piores guerras da humanidade têm sido motivadas por questões religiosas. O homem perdeu a direção de Deus e de si próprio. Não
sabemos para onde Marchamos, muito menos a responsabilidade pela busca de Deus.
Precisamos desenvolver essa presença divina em nosso Ser mais íntimo. Em nossa convivência, o Ego tem superado nossas aspirações divinas. As sensações básicas têm dominado as emoções fundamentais e quando falamos de amor pensamos na libido, quando falamos de solidariedade pensamos no lucro das amizades que temos, quando pensamos no individualismo acreditamos que
nós não precisamos de ninguém, embora sejamos animais gregários que necessitamos uns dos outros.
O desenvolvimento intelecto moral depende da educação. Allan Kardec afirmou que somente através da educação é que poderemos mudar nossas más inclinações, as sombras que trazemos de existências passadas, disse. Essa mudança interior é alcançada através do autoconhecimento, facultando avançar em direção à plenitude divina. Devemos amar, experimentar a alegria de
viver. A Doutrina Espírita é a continuação do pensamento de Jesus, estabelecendo que a verdadeira felicidade está em dar. Dando através da aplicação magnética dos passes, ajudando os enfermos, os tristes, aos desesperados, ajudando-os a alcançar um nível superior através do amor.
Em meio a esse banquete espiritual, se prestou uma sentida homenagem à vida e à obra de Divaldo Franco, o Semeador de Estrelas, este homem de vida integralmente dedicada ao bem ao longo de 70 anos. A sua vida digna, de serviço e sacrifício em favor da Doutrina Espírita e dos necessitados é um verdadeiro exemplo de espírita cristão.

             Texto e fotos recebidos de Dana Burgos
              Tradução: Paulo Salerno

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Visita de Divaldo Franco a Colombia
Después de estar en Bogotá  celebrando el V movimiento de “Tú y la Paz”, el día 22 de abril Divaldo Franco vino a Cartagena para la celebración del 23 Aniversario del Centro de Estudios Espíritas Juana de Ángelis de Cartagena de Indias, a  quien le expresamos infinito agradecimiento porque desde sus inicios se ha contado con  su compañía, guía y  sustento espiritual. Nos deleitó con una magistral conferencia titulada “Educando el alma para la Paz y la felicidad” en la que nos hace una invitación a la ternura y al amor a través de una historia del poeta de la India Rabindranath Tagore y otros
ejemplos de la historia de la humanidad destacando la más notable demostración de amor, de ese amor que ha superado más de 2000 años de adulteración porque fue pronunciado por el hombre más perfecto que Dios nos ha regalado para servirnos de guía y modelo, como nos lo dice en la pregunta 625 del Libro de los Espíritus, el hombre que cambió la historia, su Evangelio nos invita al progreso de nuestra alma, y nos propuso que la única solución sería amar. Sin embargo, aún hoy después de más de 2000 años de cultura y tecnología no han sido suficientes para hacernos hombres y mujeres
numinosos para que pudiéramos  encontrar el estado de plenitud. Aún hoy nos seguimos matando los unos a los otros. Las peores guerras de la humanidad han sido por religión. El ser humano ha perdido la dirección de Dios y la dirección de Sí mismo, no sabemos hacia dónde marchamos y mucho menos la responsabilidad de la búsqueda de Dios. Necesitamos desarrollar esa presencia Divina en nuestro Ser íntimo. En nuestra convivencia el ego ha superado nuestra aspiraciones divinas, las sensaciones básicas han dominado las emociones fundamentales y cuando hablamos de amor pensamos en la libido, cuando hablamos de solidaridad pensamos en el lucro de las amistades que tenemos, cuando pensamos en el individualismo creemos que no necesitamos a nadie pese que somos animales gregarios que nos necesitamos unos a otros.
El desarrollo intelecto moral depende de la educación, afirmó Kardec que solamente por medio de la educación podríamos cambiar nuestras malas inclinaciones, la sombra que traemos de las existencias pasadas. Ese cambio interior se logra a través del autoconocimiento para avanzar en dirección de la plenitud divina. Debemos amar, experimentar la alegría de vivir. La Doctrina Espírita es la continuación del pensamiento de Jesús, estableciendo que la verdadera felicidad es dar, darnos por medio de la aplicación magnética de los pases, ayudar a los enfermos, a los tristes, a los
desesperados, ayudar a sus almas a alcanzar un nivel superior por medio del Amor.
En medio de esta fiesta espiritual se le rindió un sentido homenaje a la vida y obra de Divaldo Franco, el sembrador de Estrellas, este hombre de vida integral dedicada por 70 años al bien, a su reconocida vida digna de servicio y sacrificio en favor de  la Doctrina Espírita y de los necesitados del alma,  un verdadero ejemplo de espírita cristiano.


 (Recebido em email de Jorge Moehlecke)



segunda-feira, 1 de maio de 2017

Registro. Divaldo Pereira Franco – Workshop Consciência e Liberdade. Salvador, BA

30 de abril de 2017
O evento, cuidadosamente preparado, foi realizado nas dependências do Fiesta Convention Centerno dia 30 de abril de 2017. Repetindo o sucesso alcançado em anos anteriores, esse ano apresentou particularidades. Por ter completado setenta anos de oratória, trajetória iniciada em 27 de março de 1947 em Aracaju/SE, proferindo de improviso a sua primeira conferência sobre o Espiritismo, Divaldo Franco recebeu justas e merecidas homenagens.
O momento artístico foi protagonizado pela cantora lírica Vanda Otero, acompanha ao piano por Débora Limeira.
Jorge e Cristiane Beira, em nome do Serviço Espírita de Proteção à Infância – SEPI – e a Sociedade Espírita Esperança, homenagearam Divaldo Franco com uma placa em reconhecimento ao seu trabalho incansável na promoção do bem e da paz.
Seus feitos, traduzidos em números, são impressionantes. Estampados em projeções nas telas dos confortáveis auditórios – para acomodar os 1700 inscritos foram utilizados dois salões -, as realizações de Divaldo Franco foram traduzidas em fotografias, atestando o profícuo labor em favor do próximo ao longo do tempo. Somente os predestinados conseguem lograr esse sucesso inquestionável. Divaldo Franco, espírita, humanista e pacifista recebeu homenagens da Mansão do Caminho, da Federação Espírita Brasileira, da Federação Espírita do Estado da Bahia e o do Centro Espírita Caminho da Redenção, representados por Telma Sarraf, Brigadeiro Jorge Godinho, André Luiz Peixinho e Demétrio Ataide Lisboa.
Nas palavras de Jorge Godinho, Divaldo Franco é o verdadeiro espírita cristão, conforme Allan Kardec classifica em o Livro dos Médiuns. Divaldo Franco adotou esses postulados que passaram a fazer parte de sua vida e que são comprovados pelas laboriosas atividades cristãs ao longo de décadas. André Luiz Peixinho descreveu sua admiração, desde que foi cativado, há décadas, pelo nobre homenageado, incansável iluminador das sombras em que o homem ainda se encontra, contribuindo para a libertação dos que procuram as luzes do Cristo.
Destacando as qualidades de educador e dedicado servidor de Jesus, Suely Caldas Schubert, também homenageando os 70 anos de oratória e antecipando a comemoração dos 90 anos de idade desse médium e educador por excelência, comentou o trabalho multifacetário desenvolvido pelo médium baiano, o Semeador de Estrelas, e que se encontra estampado na obra: Divaldo Franco: Uma Vida com os Espíritos, assinado por Suely Caldas Schubert, lançado neste Workshop. A obra em tela oferece relatos de diversas pessoas, testemunhas de momentos ímpares revelados, com comentários da autora.
Uma pequena edição com capa dura foi preparada para esse lançamento. Assim, Lucas Milagre e Moema Lyrio entregaram um exemplar à Divaldo Franco e à Suely Caldas Schubert. Na sequência, Demétrio Lisboa entregou fino buquê de flores à Divaldo Franco.
Divaldo, muito sensibilizado e comovido, externou a sua gratidão aos que o estimularam a manter-se fiel ao Cristo e à Doutrina Espírita. No crepúsculo de sua atual existência atribuiu à Allan Kardec todas as homenagens, aceitando a ternura, o amor, a gratidão e a generosidade traduzidas nas homenagens e o labor de muitos que o auxiliaram desinteressadamente em nome do Cristo.
Divaldo Franco é ímpar, um fenômeno. Prestes a completar 90 anos de idade, nos últimos 17 dias esteve proferindo 16 conferências em 15 diferentes cidades dos Estados Unidos da América, do Peru, da Colômbia e em São Paulo, no Brasil, o que o categoriza como o Paulo de Tarso da atualidade.
Destacando um fato ocorrido em 04 de abril de 2016, Divaldo Franco deu início, propriamente dito, ao trabalho programado. Naquela data os Espíritos infelizes e inimigos do bem, assinalaram o início de uma guerra contra a esperança e àqueles que se dizem servidores do Cristo.
O homem moderno, imediatista, esquecido das aspirações mais sublimes para a existência elegeu três comportamentos catalogados pelo psicólogo e teólogo norte americano Rollo May, (1909 —1994) visando construir parâmetros para a felicidade:
Individualismo: A valorização da autonomia individual em busca da liberdade e da satisfação das inclinações naturais, esquecendo-se que o amor é a base da vida.
Sexismo: Os abusos sexuais, o erotismo tem tornado o homem em um ser meramente sexual, afastando-o das emoções superiores.
Consumismo: Aturdido, o homem procura construir-se de forma irreal, aparentando o que efetivamente não é.
O psiquiatra, professor e psicólogo Emilio Mira y Lopez (1896-1964), autor da obra Os Quatro Gigantes da Alma, elenca-os como sendo: rotina, ansiedade, medo e amor. Joanna de Ângelis modernizando esses conceitos, elege como gigantes da alma a rotina, a ansiedade, o medo e a solidão. Nos dias atuais, grandes contingentes de indivíduos são visitados, pelo menos, por um desses gigantes destruidores da felicidade.
Somente o desenvolvimento da consciência de si mesmo será capaz de promover o homem a patamares de bem-estar biopsicosocial e espiritual. O amor, que é a base da vida, não encontra no homem a base espiritual e psíquica para se fazer presente na vida dos que transitam pela Terra.
Discorrendo sobre os avanços da ciência moderna no campo espiritual, Divaldo Franco registrou que as pesquisas científicas realizadas pelo Dr. Michael Persinger (1945 - ) e Dr. Vilayanur Ramachandran (1951 - ), neurocientistas que descobriram o denominado “Ponto de Deus” no cérebro humano, e pela Dra. Danah Zohar (1945 - ), física que falou por primeira vez da existência da inteligência espiritual, estabelecendo-se, dessa maneira, uma ponte entre a Ciência e o Espiritismo e demonstrando-se que ambos os conhecimentos estão em perfeita sintonia entre si e apontam o ser profundo que somos como a fonte geradora da saúde integral.
Nesse mesmo campo, há as pesquisas sobre o gene humano que indicam que um gene, o VNAT2 é divino, entre outros 35.000 genes catalogados. O objetivo da vida, aduziu o nobre conferencista, é fazer que o Deus interno se expanda, tomando todo o ser. Ser esse de natureza imortal, o princípio inteligente do Universo, conforme catalogado em O Livro dos Espíritos – Questão 23.
Em 1985, o jovem psicólogo norte americano Daniel Goleman (1946 - ), notou que os que possuíam alto QI – Quociente de Inteligência, não eram contemplados com o sucesso e os relacionamentos sociais saudáveis. Goleman, então, desenvolveu o QE – Quociente emocional, o que faculta compreender se o indivíduo é gentil consigo mesmo.
No livro QS - Inteligência Espiritual, a física e filósofa americana Danah Zohar (1945 - ) aborda a existência de um terceiro tipo de inteligência que aumenta os horizontes das pessoas, torna-as mais criativas e se manifesta em sua necessidade de encontrar um significado para a vida. Ela baseia seu trabalho sobre Quociente Espiritual (QS) em pesquisas desenvolvidas por diversos cientistas. Assim, os homens de ciência não param de pesquisar e aprofundar o conhecimento, promovendo, pouco a pouco, a libertação do ser humano das sombras da ignorância de si mesmo.
Os espíritas e os espiritualistas possuem a consciência da sua imortalidade. Em assim sendo, há necessidade de o homem mudar de atitudes, desenvolvendo uma consciência de si mesmo, assenhorando-se de seus impulsos instintivos, dominando-lhes as ações, abrindo campo para que o amor se instale e passe a comandar. O grande exercício para a aquisição e/ou desenvolvimento do amor é o núcleo familiar, insubstituível agrupamento humano.
Inserindo diversos fatos, à guisa de exemplos, Divaldo foi tocando nos núcleos da sensibilidade humana, preparando para novos conceitos, como os de Joanna de Ângelis encontrados na obra Momentos de Meditação; de Joan Kabat Zin (1944 - ); e de Mark Williams e Danny Penman, autores do livro Atenção Plena.
Para meditar e exercitar a atenção plena, Divaldo apresentou alguns passos sugestivos: Disciplina: reserve um momento diário; Relaxe o corpo: adote uma posição confortável, respeitando os seus limites; Respire: permaneça concentrado na inspiração e na expiração. É importante estar presente onde se está. A meditação não é apenas ficar parado, é necessário silenciar a voz e a mente. Seja um observador atento: o que está acontecendo, o que está vendo, o que sente? Não lute contra os pensamentos, conquiste-os com paciência. É necessário se entregar a Deus, agradecendo pelo muito que recebeu, tendo consciência do pouco que doou aos outros.
Assim, ao declamar o Poema da Gratidão, Divaldo Franco encerrou o laborioso trabalho, acariciando as almas presentes, acolhendo-as em seu coração. Os aplausos foram intensos e demorados, atestando o reconhecimento e a gratidão à Divaldo Franco, paladino do Espiritismo dos dias atuais.
           Texto: Paulo Salerno
           Fotos: Jorge Moehlecke

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

domingo, 30 de abril de 2017

Registro. Conferência por Divaldo Pereira Franco na FEESP São Paulo, SP

28-04-2017

A cidade de São Paulo, na noite do dia 28 de abril de 2017, apresentava-se marcada pela garoa que a tipifica, fato que tornava a sensação térmica mais acentuada do que os 15° C. Todos os que podiam buscavam seus lares para se abrigarem do frio e da umidade, outros ainda deixavam a Capital Paulista para aproveitar, na praia ou no campo, o descanso propiciado pelos feriados prolongados. 
Naquele recanto da Metrópole, porém, uma verdadeira multidão apressava-se para se acomodar no auditório da Federação Espírita do Estado de São Paulo que se tornou pequeno para acomodar tantos interessados. Salas de apoio com telões foram disponibilizadas.
Cerca de 2.500 pessoas, com frio, mas movidas pela decisão de se aquecerem com a mensagem de amor, se juntaram expectantes e esperançosas para acompanhar a abertura do Congresso Espírita FEESP 2017 – com o tema O Grão de Mostarda -  realizada pelo tribuno Divaldo Franco
Assomando à tribuna Divaldo inicia sua abordagem apresentando Joseph Ernest Renan (1823-1892) escritor, filósofo, teólogo e historiador Francês que publicou em 1861 a Obra “A Vida de Jesus” livro no qual Renan não chama a atenção somente pela grandiosa e intensa pesquisa histórica nele envolvido, mas também pela maneira com que expõe a biografia de Jesus, apresentando, no transcurso da leitura, não o Jesus crucificado mas, o Jesus cheio de vida do Sermão da Montanha.
Em 1862 foi nomeado professor de hebraico no Collège de France, mas, após a primeira aula seu curso foi cancelado pelo Imperador Napoleão III, pela simples razão de ter chamado Jesus de “um homem incomparável”, pois ao considerar Jesus um homem contrariava os dogmas da religião que considera Jesus parte da Santíssima Trindade e a manifestação de Deus na Terra.
Anos mais tarde, foi Jesus – uma vez mais – trazido ao palco da literatura mundial sob a luz que lhe ampliava a mensagem de amor e de libertação. Era a vez do insigne escritor russo Leon Tolstoi (1828 —  1910) um dos grandes nomes da literatura russa do século XIX e que publicou os romances Guerra e Paz e Anna Karenina obras que o consagraram no meio literário mundial, mas que não conseguia, contudo preencher o vazio que ele sentia e em um gesto inesperado, abdicou de seus títulos e passou a viver de forma simples junto dos agricultores de sua antiga propriedade, levando uma existência simples e em proximidade à natureza, pois buscava o Reino de Deus e Sua justiça.
Dessa experiência transcendental publicou em 1.894 aquela que lhe seria a grande obra de não ficção de Tolstói: O Reino de Deus Está em Vós, obra em que Tolstói defende a ideia de que o cristianismo não é uma doutrina abstrata, mas uma proposta prática para a vida.
À semelhança da ação de intolerância de Napoleão III na França em relação a Ernesto Renan, o livro gerou tanta polêmica que foi proibido pelo czar da Russia, e seu autor excomungado pela Igreja Ortodoxa Russa e por essa razão foi publicado pela primeira vez na Alemanha, pois fora banido em seu país de origem, a Rússia.
Anos mais tarde esse livro foi lido por Mohandas Karamchand Gandhi (1869—1948) que viu confirmada pela atitude de Jesus que a libertação sem violência e derramamento de sangue era sim possível e nele encontrou a motivação para seguir sua missão e, pacificamente, libertou o povo da subjugação inglesa, utilizando-se da “Satyagraha” a política da Não-Violência.
Jesus é esse homem incomparável que os Espíritos Superiores que participaram da Codificação do Espiritismo afirmam ser Ele o Modelo e Guia enviado por Deus para auxiliar a Humanidade.
Divaldo, então, encanta-nos a todos com uma anamnese histórica do povo Israelita situando-nos no clima político, social, religioso e militar da época em que Jesus surge para iluminar – perenemente – a Humanidade. Divaldo foca as palavras de Jesus no Sermão da Montanha e nas Bem-aventuranças base dos ensinamentos do Mestre (“Se o Evangelho de Jesus é o coração da Bíblia, o Sermão da Montanha é a alma do Evangelho”. Huberto Rohden). Revelando a importância do Sermão da Montanha para a Humanidade, o Mahatma Gandhi afirmou: “Se se perdessem todos os livros sagrados da humanidade, e só se salvasse O Sermão da Montanha nada estaria perdido”. 
É no evento das Bem-aventuranças que Jesus nos ilumina com as qualidades que devemos desenvolver para obtermos o Reino dos Céus: HUMILDADE (Bem-aventurados os humildes porque será deles o reino dos céus); MANSUETUDDE (Bem-aventurados os mansos porque eles herdarão a terra); MISERICÓRDIA (Bem-aventurados os misericordiosos porque obterão misericórdia); PAZ (não violência) (Bem-aventurados os pacificadores porque eles serão chamados filhos de Deus); PUREZA DE CORAÇÃO (Bem-aventurados os puros de coração porque  eles verão a Deus) e o desenvolvimento da RESIGNAÇÃO (Bem-aventurados os que choram porque  serão consolados; Bem-aventurados os  que têm fome de justiça porque serão saciados; Bem-aventurados os perseguidos porque  será deles o Reino dos Céus).
Jesus vem nos falar de um sentimento antes nunca abordado pelos expoentes das diversas religiões: o AMOR.
Jesus vem nos apresentar a proposta superior para a vivência da vida em sua plenitude mediante a eleição de um propósito superior para a vida: Amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Podemos viver em harmonia apesar dos problemas que nos acontecem mediante a concentração de nossos esforços em torno de um objetivo existencial. Divaldo ilustrando a significação dessa atitude cita o exemplo de vida de Viktor E. Frankl, autor do livro Em Busca de Sentido e sobrevivente dos campos de extermínios nazista, que afirma: Tudo pode ser tirado de uma pessoa, exceto uma coisa: a liberdade de escolher sua atitude em qualquer circunstância da vida. Procure o seu objetivo psicológico, seja ele qual for.
As aflições sem tamanho que a Sociedade moderna defronta advém da adoção de objetivos imediatistas em detrimento de aspirações mais sublimes para a existência e reforçando a necessidade de elegermos um objetivo existencial Divaldo cita o pensamento do psicólogo existencialista norte americano Rollo Reece May, (1909 —1994) que afirma ter a sociedade elegida como parâmetros para a felicidade:
Individualismo: Doutrina moral  e social cujo conceito é o de valoriza a autonomia individual na busca da liberdade e satisfação das inclinações naturais e que se traduz na liberdade do indivíduo frente a um grupo, à sociedade ou às pessoas
Sexualismo: Comportamento ligado à sociedade mercantilista e consumista, na qual o ato sexual é priorizado e banalizado, desvirtuando sua razão natural.
Consumismo: Compulsão e modo de vida que leva o indivíduo a consumir de forma ilimitada bens, mercadorias e/ou serviços, em geral supérfluos, em razão do seu significado simbólico (prazer, sucesso, felicidade).
O Individualismo produz como uma das consequências o medo de amar uma vez que AMAR significa “aprisionar-se” conflitando com o conceito individualista de liberdade, mas que na realidade não passa de libertinagem.
Para emoldurar o conteúdo moral da conferência Divaldo encerra com a página do Espírito Irmão X e psicografada por Chico Xavier intitulada “No Caminho do Amor” (do livro Contos e Apólogos, Ed. FEB) que narra o encontro de uma vendedora de ilusões em Jerusalém, nos arredores do Templo  que ao deparar-se com um jovem Nazareno encantou-se e tomada de grande paixão e arrebatada na onda de simpatia a irradiar-se dele, acercou-se do desconhecido e convidou o viajante de tão longe para acompanhá-la até seu palácio.
Constrangido por aquele olhar esfogueado, o forasteiro – olhando-a com ternura inexcedível  -apenas murmurou:
-Agora, não. Depois, no entanto, quem sabe?!
A mulher sentindo-se desprezada retirou-se agastada.
Mais dois anos se passaram e de volta a Jerusalém Jesus vista um casebre onda jaz uma mulher devorada pela hanseníase.
Aproxima-se da enxerga onde a doente repousa às portas da morte e de braços estendidos, tocados de intraduzível ternura convidou:
— Vem a mim, tu que sofres! Na Casa de Meu Pai, nunca se extingue a esperança.
A infeliz reuniu todas as forças que lhe sobravam e perguntou, em voz reticenciosa e dorida:
— Tu, o Messias nazareno? O Profeta que cura, reanima e alivia?! Que viste fazer, junto de mulher tão miserável quanto eu?
Ele, contudo, sorriu benevolente, respondendo apenas:
— Agora, venho atender ao convite que outrora me fizeste.
Divaldo encerra com as recomendações finais. Hoje, nesses dias tão atormentados e atormentadores, devemos buscar Jesus, refletir sobre Suas palavras e vivenciá-los mantendo nossas mentes a Ele vinculadas pelos pensamentos de teor elevado.
Busquemos encontrar um sentido psicológico para nossas existências, pratiquemos o bem.
Mesmo nesses dias difíceis deixemos brilhar a luz de Jesus a iluminar os nossos dias e todos os nossos momentos e optemos pela alegria de viver e, principalmente, de nos amarmo-nos a nós próprios.
Saiamos daqui com a certeza de que a vida é aquilo que dela fazemos.
As palmas que se seguiram ao poema da Gratidão traduziam o reconhecimento de todos pela mensagem de consolação e de esperança como luzes a balizar nossos passos nas sombras que buscam envolver a humanidade nos dias atuais.
Um pensamento repercutia no recôndito das almas, luarizadas pelas bênçãos que a todos envolviam:
— Não vos deixarei órgãos. Voltarei para vós.
      Fotos: Sandra Patrocinio                      Texto: Djair de Souza Ribeiro
 

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Registro. Atividades de Divaldo Pereira Franco Lima, Perú

La Unión Espírita del Perú agradece a los hermanos en el Ideal Divaldo Pereira Franco y Juan Danilo Rodríguez por su participación en la semana de divulgación del Espiritismo realizada en la ciudad de Lima los días 18, 19 y 20 de abril de 2017, llenándonos de luz esclarecedora y consoladora con su generosidad y enseñanzas a través de sus conferencias y entrevistas en el programa de radio Voces Espíritas. Mantenemos la esperanza de tenerlos nuevamente en el Perú.

Agradecemos igualmente a la fraternidad espírita y simpatizantes del Espiritismo que nos acompañaron en esta fiesta espiritual con su presencia y a través de las redes sociales, siguiendo  las conferencias por los 160 años de El Libro de los Espíritus, la visión espírita de temas tan importantes como el autismo, el Asperger y la relaciones familiares,  así como la celebración del  cumpleaños de nuestro querido Hno. Divaldo.

Que los mensajes de paz, misericordia y caridad permanezcan en nuestros corazones y en nuestro  diario vivir.
Con Dios, Jesús y Kardec, continuamos en la siembra por un Perú Espírita,
Isabel Loo F.
Presidenta
Unión Espírita del Perú
(Informações recebidas em email de Union Espirita del Peru [unionespiritadelperu@gmail.com])

                                                                                      Divaldo Pereira Franco
                                                                Divaldo P. Franco. Bolo de aniversário de 90 anos
                                                                        Divaldo e Juan Danilo na Rádio
Mesa de conferência
Divaldo em conferência. 
Recordação para Juan Danilo.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Divaldo 2017: 90 anos de idade/e 70 de trabalho: As oito facetas de um dos maiores cristãos até hoje conhecidos no mundo...

Washington Luiz Nogueira Fernandes

Divaldo extrapola em muito o Movimento Espírita;  desde 1947, tudo nele é exponencial.

1) ÁREA DA SAÚDE: ATENDIDAS PELO CECR, PESSOAS EM EXTREMA VULNERABILIDADE(ÁREAS MEDICA/ODONTOLÓGICA/LABORATORIAL): MAIS DE UM MILHÃO DE CARENTES; MAIS DE 6 MILHÕES E 300 MIL TONELADAS DE MANTIMENTOS DISTRIBUÍDOS;
2) ÁREA SOCIOEDUCACIONAL: MAIS DE 170 MIL CRIANÇAS/JOVENS, QUE ESTUDARAM/SE FORMARAM NAS ESCOLAS DO CECR; ATENDIDAS 3.500 CRIANÇAS/ADOLESCENTES POR DIA, RECEBENDO QUATRO REFEIÇÕES);
3) FAZ BEM FEITO: Escola de 1º Grau Jesus Cristo - primeira pública de alfabetização da Região! (1951); Índice de aprovação escolar nunca abaixo de 70%; em 2010,foi 88%; evasão escolar é 0,05%; premiada em 2006 pela Secretaria Estadual de Educação, com o Título de Gratidão!; nasOBMEPs (Olimpíadas Brasileira de Matemática das Escolas Públicas), anos 2006 e ss, maior Competição no Gênero do Mundo, aluno da Escola Jesus Cristo, LUCIANO SOUZA BARBOSA (EM 2006), FOI UM DOS QUE CONQUISTOU MEDALHA DE PRATA!; e LUANA NOGUEIRA GALVÃO (EM 2010), FOI UMA DAS QUE CONQUISTOU MEDALHA DE OURO! E DEZENAS GANHARAM MEDALHAS DE BRONZE!;desde década 1980,Estudantes Universitários fazem Estágio na Creche do CECR; noCentro de Parto Natural Marieta de Souza Pereira (2010),até 2016, dois mil bebês já nasceram no local!;mais de 24 Especialidades na Clínica Médica do CECR!; somando-se quantidade de atendimentos anuais (20 mil!), são resultados/números na área da Saúde (e os educacionais relatados), que não se equiparam a Hospitais/Postos de Saúde/Escolas de bairros de São Paulo/Capital!; gestantescom Plano Particular de Saúde preferem dar à luz no Centro de Parto Natural do CECR!;

4) NA ORATÓRIA: mais de 15 mil palestras; 5 Continentes; 10 vezes em salas da ONU (EUA e Áustria); viajou mais de 15 milhões de km (375 voltas ao redor da Terra/ir 22 vezes até a Lua);73 países: DAEUROPA: 30 PAÍSES: Alemanha, Andorra, Áustria, Bósnia-Herzegovina, Bélgica, Dinamarca, Escócia, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Inglaterra, Irlanda, Islândia, Itália, Luxemburgo, Montenegro, Noruega, Polônia, Portugal, República Theca, Rússia, Suécia, Suíça, Turquia, Vaticano;

DAS AMÉRICAS: 24 PAÍSES:
AMÉRICA DO NORTE: 3PAÍSES: Canadá,                                               Estados Unidos, México;
AMÉRICA CENTRAL: 10 PAÍSES: Bahamas,Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Porto                                                Rico, República Dominicana, Equador;
AMÉRICA DO SUL: 11 PAÍSES: Argentina,                                                 Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba,                                                  Equador, Paraguai, Peru, Uruguai,                                                 Venezuela;
ÁSIA: 9 PAÍSES: Abu Dabi (Emir. Árab.), Dubai (Emirados                                      Árabes), China, Israel, Japão, Rússia, Malásia,                                      Palestina, Tailândia;
ÁFRICA:7 PAÍSES: África do Sul, Angola, Botswana,                                     Marrocos, Moçambique, Suazilândia, Tunísia;
OCEANIA:3 PAÍSES: Austrália, Nova Zelândia, Sidney.

5) COMO COMUNICADOR: mais de 2 mil entrevistas, mais de 1400 horas no ar, em mais de 730 emissoras/retransmissoras (rádio/TV/Web), em todo o Brasil/Exterior;

6) COMO CONDECORADO/RECONHECIDO:mais de mil homenagens; cerca de 300 delas dos Poderes Públicos (Federais, Estaduais e Municipais, os principais reconhecimentos; idem perante Exército Brasileiro); também Condecorações Universitárias (as Acadêmicas mais relevantes; ele não estudouGinásio!);

7) COMO PSICÓGRAFO:270 livros, até 2016:mais de 10 milhões de exemplares; traduções para 17 idiomas (números/circunstâncias de um best-seller); psicografou seis livros/opúsculos de Espíritos Prêmios Nobel de Literatura; o mais marcante/emblemático no Fenômeno da Psicografia;

8) COMO FOMENTADOR DA PAZ:estimula vivência pacífica/pacificadora, promovendo desde dezembro/1998o eventoVOCÊ E A PAZ; já propagado em 9 Países e mais de 50 cidades! Em 2014, em Bogotá/Colômbia, o Presidente da República Juan Manoel Santos (1951- ), ganhador do Nobel da Paz/2016, expressamente elogiou a iniciativa de Divaldo. E os governantes brasileiros, o que esperam para reconhecê-lo?;precisa Presidente da República de outro País, um Prêmio Nobel da Paz, o fazer?
Setenta anos promovendo a Paz, diminuindo as diferenças sociais, promovendo a cidadania, reintroduzindo socialmente os carentes; sempre fomentou a Paz através das palestras; agora, também através desse evento!:UM MENSAGEIRO DA PAZNA TERRA. Informações biográficas sobre ele aparecem desencontradas/desatualizadas, porque não se tem acesso aos Registros do CECR/e os pessoais dele! Dentre os grandes missionários da Humanidade, no campo religioso/social/cívico/direitos étnicos/das minorias (santos, santas, benfeitores, cidadãos etc), não se encontra quem tenha trabalhado portanto tempo (70 anos),beneficiado (física/intelectual/espiritualmente) tantas pessoas, fazendo muitas coisas, em tantos lugares, sem descanso!
Cada uma dasoitofacetas comentadas,sozinhas, seriam fenomenais; cada uma, per si, é incomparável; reunidas!!,sãohorsconcour! (inacreditável). Necessárias décadas parase compreender o alcance do seu legado (seu rastro na Terra). A missão de Divaldo é um marco na história planetária do Cristianismo/Humanismo no Mundo...


(Texto recebido em email de Washington Fernandes)
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Dona Anna, mãe de Divaldo Pereira Franco
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O jovem tribuno Divaldo Pereira Franco em sua
2ª. conferência na cidade de Araxá, MG, em 1958.
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Divaldo P. Franco e Chico Xavier se cumprimentam sob olhar da poetisa e escritora uberabense, D. Altiva Noronha (já desencarnada), amiga de ambos. Foto colhida no dia 6/10/1977, quando Divaldo proferiu palestra em Uberaba, MG,
assistida por Chico Xavier. Foto digitalizada e gentilmente cedida por Jorge Moehlecke para este trabalho
Divaldo e Washington autografando em 2000 no Clube Juventus (2)
O pesquisador Washington Fernandes e Divaldo Pereira Franco autografando no clube Juventude em São Paulo.
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II Movimento Você e a Paz. Balneário Camboriú,  2011. Foto Jorge Moehlecke
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Divaldo Pereira Franco, à direita, na janela, em viagem doutrinária pela Alemanha em moderno
 trem ao lado de Nilson. Foto Jorge Moehlecke

quarta-feira, 5 de abril de 2017

'Divaldo Franco: 70 anos de oratória', por Ismael Gobbo

Publicado originalmente no jornal
Folha da Região, Araçatuba, SP,
05-04-2017.
Conhecido mundialmente, Divaldo Pereira Franco, o notável tribuno baiano, é lembrado com intensidade neste 2017: 90 anos de idade em 5 de maio; 70 anos de atividade na oratória. E, no feriado de 7 de setembro, o Centro Espírita Caminho da Redenção, entidade fundada por ele e berço de uma das mais importantes obras de filantropia e prestação de serviços do Brasil, completará sete décadas de trabalho.
Nesse artigo, nos fixaremos na atividade do conferencista. Em 1945, Divaldo aportou em Salvador, vindo de sua cidade natal, Feira de Santana. Estudando Allan Kardec – codificador da Doutrina Espírita – em reuniões na casa de dona Nanã, ele embevecia a todos ao falar de suas experiências mediúnicas desde a meninice, agora explicitadas pelo Espiritismo. Numa das reuniões, um amigo lhe pergunta se poderia aproveitar suas férias de trabalho para proferir palestras aos sergipanos. A estreia na tribuna aconteceu em Aracajú, na União Espírita Sergipana, aos 27 de março de 1947.
Segundo o médium, a experiência não foi fácil. Dificuldades no preparo, treinos na véspera e, no grande dia, noite mal dormida e nervosismo. Apresentado, cumprimenta o público, e nada do que preparara consegue exprimir. Veio o pedido de desculpas e o esboço de se sentar. Um espírito lhe aparece, o encoraja e diz: “Sou Humberto de Campos, levanta-te! Para falar de Jesus, é preciso colocar-se em pé. Vamos, te ajudo. Falarei por ti”. O público de 27 pessoas – no dia 27 – sorveu seu verbo eloquente e cheio de sabedoria por mais de hora. Aplausos, cumprimentos, elogios, afagos...
Convidado para nova palestra no dia seguinte, levou em conta a ajuda e o sucesso da véspera para não se preparar, e novo fiasco se desenhou. Com novas desculpas e novo ímpeto para desistir, eis Humberto de novo: “Por que não estudaste? Vou te ajudar novamente, não por teu mérito, mas em consideração ao público presente”. Desde então, Divaldo não mais deixou de fazer sua parte, estudando as obras espíritas e outras que lhe serviriam de base sólida para ser inigualável orador, embora ressalte que nas conferências os temas e o que fala se lhe descortinam como um filme na tela, o qual passa a narrar.
Nas pesquisas de Washington Fernandes, os números do orador são impressionantes: mais de 15 mil palestras em cinco Continentes; dez vezes em salas da ONU (EUA e Áustria); viajou mais de 15 milhões de km por 73 países (Europa, 30; Américas, 24; Ásia, 9; África, 7; Oceania, 3); concedeu mais de 2000 entrevistas, mais de 1400 horas no ar, em mais de 730 emissoras/retransmissoras (rádio/TV/Web), no Brasil e exterior.
Completar 90 anos com saúde é um privilégio. A diferença está em continuar trabalhando com interesse e disposição de um jovem de 18 anos. É só pesquisar nas redes sociais: a agenda de Divaldo; a condição de Embaixador da Paz; a Mansão do Caminho, em Salvador. Assim será possível avaliar a extensão da obra de um dos mais respeitados vultos do Espiritismo da atualidade. Parabéns, Divaldo! Muitos anos de vida, com saúde e paz!

(Texto publicado no jornal Folha da Região, 05-04-2017
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Divaldo Pereira Franco
Formatura como Professor Primário ano de 1943
Divaldo Pereira Franco em foto para documento no ano de 1945
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Conferência por Divaldo Pereira Franco,  no ano de 1956,
no Instituto de Belas Artes de Porto Alegre, RS, Brasil. Foto do arquivo de Jorge Moehlecke 
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Divaldo Pereira Franco sendo entrevistado por Dr Mendes Ribeiro na TV Gaúcha na década de 1970
Foto gentilmente cedida por Jorge Moehlecke para este trabalho.
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Foto na manhã do dia 22 de abril de 1973, no encerramento da 16ª. COMENOESP, quando
Divaldo participou de uma entrevista com ampla participação dos presentes.  A partir da esquerda:
Ismael Gobbo, César Perri, Therezinha Oliveira, Divaldo Pereira Franco e Israel Antonio Alfonso.
Divaldo em Assunção, Paraguai, em 10/2012.
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Divaldo Pereira Franco (E) e Charles Kempf
Participando do II Taller  Espírita Internacional,  em Cuba, abril de 2008
Divaldo Franco em Los Angeles, EUA. 04-2012.
Divaldo em Dubai.
Sydney Austrália recebe Divaldo Pereira Franco. 27-10-2012
Divaldo. Londres, 10-05-2012.
Divaldo na ONU em 2013.
Divaldo em Milão, 2014.
Divaldo em Istambul, Turquia, 2010.