sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Registro. Divaldo Pereira Franco em Sorocaba, SP

Divaldo Franco-Sorocaba/SP 16-11-2016

O Clube União Recreativo, em sua sede Campestre, em Sorocaba-SP acolheu, na noite de 16 de novembro de 2.016, cerca de 4.200 pessoas para ouvir Divaldo Franco.
O evento foi organizado pela USE (União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo) Intermunicipal Sorocaba.
Da tribuna Divaldo Franco deu início à palestra abordando as causas que governam o enorme sofrimento que envolve o comportamento humano da atualidade, onde o materialismo e o desprezo pelos valores morais e éticos associados ao ateísmo  tiranizam grande parte da sociedade pela imposição de seus valores transitórios e alienantes do sexismo, do individualismo e do consumismo.
Divaldo faz, então, uma sucinta, porém brilhante, incursão pela história da humanidade perpassando os eventos chaves que resultaram no fortalecimento da filosofia materialista e ateísta.
Divaldo relembrou o Iluminismo movimento cultural no século XVIII que procurou mobilizar o poder da razão, a fim de reformar a sociedade e o conhecimento herdado da era medieval e revelando as inconsistências bíblicas.
A partir dos ideais Iluministas e à par com uma severa crise o povo revoltou-se e em 14 de julho de 1.789 com a queda da Bastilha teve início a Revolução Francesa.
Cansados e oprimidos pela intolerância religiosa e os privilégios ao clero e em associação aos pensamentos filosóficos materialistas os Revolucionários buscaram impor os seus pensamentos e Pierre Gaspard Chaumette (1763 –1794) político Frances e pertencente ao grupo dos ultras radicais fanáticos no período da Revolução Francesa e que considerava ser a religião uma relíquia das superstições da era medieval e não mais correspondendo às conquistas intelectuais obtidas com o Iluminismo. Chaumette considerava a Igreja e os inimigos da Revolução Francesa como sendo a mesma coisa e apoiado em seu fanatismo iniciou o movimento de descristianização do povo Frances.
O auge da imposição do pensamento materialista e ateísta ocorreu na Catedral de Notre Dame de Paris no dia 10 de novembro de 1.793 quando se deu a destruição do altar da catedral e a entronização da deusa Razão (representada pela atriz Mademoiselle Candeille) em substituição a Deus. A partir de então nesta data passou-se a comemorar o Festival da Razão.
Em 1801 Napoleão Bonaparte assina com o Papa Pio VII o acordo de restabelecimento da religião e trazendo de volta Deus para a França, que ficou conhecida por “Concordata de 1.801”.
Em 1.804 enquanto o Imperador francês Napoleão Bonaparte invade outros países para impor sua dominação, nascia em na histórica cidade de Lyon na mesma França de Bonaparte Hippolyte Léon Denizard Rivail – mais tarde Allan Kardec – representando uma luz na terrível noite a que se entregava a humanidade.
Enquanto s terríveis consequências das Guerras Napoleônicas prosseguiam  impondo sofrimento o jovem Hippolyte  Denizard ingressava na escola fundada por Henrique Pestalozzi em Iverdum na Suiça construindo as bases da estrada de luz que viria em socorro da humanidade.
Divaldo segue ilustrando o caminho da filosofia materialista no Século XIX com o surgimento do Positivismo com Auguste Comte (1798-1857).
Freud, Nietzsche e o niilismo, Karl Max e a afirmação de que a religião é o ópio do povo, representam o máximo do pensamento materialista ateísta.
Guerras e revoluções sangrentas dominam o século XX e a libertinagem dos costumes morais – travestidas de liberdade – empurram a sociedade à conquista do nada existencial em prejuízo dos valores transcendentais.
A humanidade empanturrada de tecnologia experimenta, porém, sofrimentos emocionais e morais a se refletir nas imensas multidões de depressivos.
Mas o comportamento pendular da sociedade humana desloca-se uma vez mais e tem início a volta dos cientistas e da ciência para Deus minimizando as crises passadas.
Fazendo contraponto ao ilusório império materialista-ateísta Divaldo cita o Químico americano e Presidente da Academia de Ciência de Nova York o Dr. Abraham Cressy Morrison (1864 – 1951) que publicou um artigo na imprensa americana intitulada “Sete Razões que um Cientista Acredita em Deus” (Seven Reasons a Scientist Believes in God).
Nesse artigo o Dr. Morrison – baseado na lógica das descobertas científicas – enumera as razões que comprovam cientificamente a existência de Deus.
Utilizando-se do conhecimento da velocidade de rotação da Terra, da distância da Terra em relação ao Sol, da espessura da camada da atmosfera que circunda a Terra, do ângulo de inclinação do eixo vertical da Terra, da existência da Lua etc, o Dr. Morrison conclui que tudo foi cuidadosamente pensado e construído para que a vida na Terra fosse possível e, dessa maneira, ALGUÉM se preocupou com isso e cuidou de todos os detalhes. Se não foi Deus – pergunta o cientista – quem teria sido?
Deus retorna a pauta das considerações científicas e o homem deixa de ser apenas um amontoado de átomos, moléculas e células fadado ao túmulo após uma breve existência para se transformar em herdeiro do Universo.
Mas para sentirmos a presença de Deus é necessária uma condição: amar.
Amar, como nos convidou Jesus  - o tipo mais perfeito que Deus deu aos homens para lhes servir de Modelo e Guia – e anotada pelo evangelista Marcos no capítulo 12:29 e 30: Amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo
A tecnologia e a ciência auxiliam, mas somente o amor edifica permanentemente.
Divaldo Franco, conclui sua palestra emocionando a todos os presentes com a narrativa da página de autoria de Felício Terra em torno da vida de Leland Stanford Senior, sua esposa Jane Stanford e do filho Leland Stanford Junior (1868-1884) cuja morte – por tifo - durante uma viagem pela Europa, despertou nos pais a motivação para as preocupações transcendentais da vida.
Tocada pelos exemplos de amor do filho Leland pelas crianças desassistidas e excluídas de um orfanato que um dia visitara junto com a mãe, o casal Stanford passou a considerar a ideia de fazer das crianças da California as crianças da família Stanford.
Com essa motivação o casal fundou a Universidade Stanford (oficialmente o nome é Leland Stanford Junior University)
Nessa emocionante história vemos retratado, uma vez mais, a aplicação das recomendações do Mestre Jesus o amor incondicional a Deus e ao próximo.
Divaldo encerrou a conferência luarizando a todos com poema da gratidão. Gratidão a Deus por tudo que temos e somos.
Fotos: Sandra Patrocinio
Texto: Djair de Souza Ribeiro

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


ESPANHOL


DIVALDO FRANCO EN SOROCABA -
São Paulo, Brasil, 16-11-2016.

    El Clube União Recreativo, en su sede Campestre, en Sorocaba, SP, recibió en la noche del 16 de noviembre de 2.016, a cerca de 4.200 personas dispuestas a escuchar a DIVALDO FRANCO.
    El acto fue organizado por la USE (União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo), Intermunicipal Sorocaba.
    Ubicado en el escenario, Divaldo Franco dio comienzo a la disertación, abordando las causas que rigen el enorme sufrimiento relacionado con el comportamiento humano, en la actualidad, cuando el materialismo y el desprecio de los valores morales y éticos, asociados al ateísmo, tiranizan a una gran parte de la sociedad, a través de la imposición de sus valores transitorios y alienantes, como lo son el sexismo, el individualismo y el consumismo.
    Divaldo realizó, entonces, una resumida y brillante incursión por la historia de la humanidad, incluyendo la alusión a acontecimientos claves, que dieron como resultado el fortalecimiento de la filosofía materialista y ateísta.
    Divaldo aludió al Iluminismo, un movimiento cultural, que en el siglo XVIII procuró implementar el poder de la razón, a fin de reformar la sociedad y el conocimiento heredado de la etapa medieval, mediante la revelación de las incoherencias bíblicas.
    A partir de los ideales Iluministas, y en simultaneidad con una severa crisis, el pueblo se reveló, y el 14 de julio de 1789 -con la caída de la Bastilla-, comenzó la Revolución Francesa.
    Hastiados y oprimidos por la intolerancia religiosa y por los privilegios del clero, asociados a los pensamientos filosóficos materialistas, los revolucionarios trataron de imponer sus ideas, y Pierre Gaspard Chaumette (1763 –1794), un político francés que pertenecía al grupo de los ultra radicales, fanáticos que durante el período de la Revolución Francesa, definía a la religión como una reliquia de las supersticiones de la etapa medieval, que ya no correspondía a las conquistas intelectuales obtenidas por el Iluminismo. Chaumette consideraba a la Iglesia y a los enemigos de la Revolución Francesa como la misma cosa y, sustentado en su fanatismo, dio comienzo al movimiento de descristianización del pueblo francés.
    El auge de la imposición del pensamiento materialista y ateísta tuvo lugar en la Catedral de Notre Dame de París, el día 10 de noviembre de 1793, cuando se produjo la destrucción del altar de la catedral y la entronización de la diosa Razón (representada por la actriz Mademoiselle Candeille) en sustitución de Dios. A partir de entonces, en esa fecha comenzó a conmemorarse el Festival de la Razón.
    En 1801, Napoleón Bonaparte firma con el Papa Pío VII el acuerdo de restablecimiento de la religión, llevando de retorno a Dios hacia  Francia, lo que se recuerda como Concordato de 1801.
    En 1804, mientras el emperador francés Napoleón Bonaparte invade otros países, para imponer su dominación, nacía en la histórica ciudad de Lyon, en la misma Francia de Bonaparte, Hippolyte Léon Denizard Rivail –más tarde conocido como Allan Kardec– quien representaba una luz, en la densa noche a la que se entregaba la humanidad.
    Mientras las terribles consecuencias de las guerras napoleónicas proseguían imponiendo sufrimiento, el joven Hippolyte Léon Denizard ingresaba en la escuela fundada por Henrique Pestalozzi en Iverdún, Suiza, y construía las bases del camino de Luz, que llegaría para socorro de la humanidad.
    Divaldo continúa ilustrando acerca del camino seguido por la filosofía materialista en el siglo XIX, con la aparición del Positivismo, con Auguste Comte (1798-1857).
    Freud, Nietzsche y el nihilismo, Karl Marx y la afirmación acerca de que la religión es el opio del pueblo, representan la culminación del pensamiento materialista ateísta.
    Guerras y revoluciones sangrientas predominan en el siglo XX, y el libertinaje en oposición a las costumbres morales –disfrazadas de libertad –empujan a la sociedad a la conquista de la nada existencial, en perjuicio de los valores trascendentales.
    La humanidad abarrotada de tecnología experimenta, no obstante, sufrimientos emocionales y morales que se reflejan en las inmensas multitudes de individuos depresivos.
    No obstante ello, el comportamiento pendular de la sociedad humana se desplaza una vez más, y comienza el retorno de los científicos y de las ciencias hacia Dios, minimizando las crisis superadas.
    Haciendo un contrapunto al ilusorio imperio materialista-ateísta, Divaldo cita al químico norteamericano y Presidente de la Academia de Ciencias de Nueva York, Dr. Abraham Cressy Morrison (1864–1951), que publicó un artículo en la prensa norteamericana titulado Siete razones por las que un científico cree en Dios (Seven reasons why a scientist believes in God). En ese artículo el Dr. Morrison –basado en la lógica de los descubrimientos científicos– enumera las razones que demuestran científicamente la existencia de Dios.
    A partir del conocimiento de la velocidad de rotación de la Tierra, de la distancia entre la Tierra y el Sol, del espesor de la capa de atmósfera que rodea a la Tierra, del ángulo de inclinación del eje vertical de la Tierra, de la existencia de la Luna, etc., el Dr. Morrison arriba a la conclusión en cuanto a que todo ha sido cuidadosamente pensado y construido, para que la vida en la Tierra fuese posible y, por consiguiente, ALGUIEN se ocupó de eso, cuidando todos los detalles. ¿Si no ha sido Dios –pregunta el científico– quién ha sido?
    Dios retorna a la lista de los razonamientos científicos, y el hombre deja de ser sólo un montón de átomos, de moléculas y de células, destinado a la tumba después de una breve existencia, para convertirse en el heredero del universo. No obstante, para que percibamos la presencia de Dios, es necesaria una condición: amar.
    Amar, como Jesús nos invitó a que lo hagamos, por ser Él el ejemplo más perfecto que Dios concedió a los hombres para que les sirviera de Modelo y Guía –según lo registrado por el evangelista Marcos en el capítulo 12, versículos 29 y 30: Amar a Dios por sobre todas las cosas, y al prójimo como a uno mismo.
    La tecnología y la ciencia ayudan, pero solamente el amor edifica en todo momento.
    Divaldo Franco concluyó su disertación despertando la emoción de todos los presentes, con la narración del tema del autor Felício Terra acerca de la vida de Leland Stanford Senior, de su esposa Jane Stanford y de su hijo Leland Stanford Junior (1868-1884) cuya muerte por un contagio de tifus -durante un viaje por Europa-, despertó en los padres la motivación hacia los temas trascendentales de la vida.
    Conmovida con los ejemplos de amor de su hijo Leland por las criaturas abandonadas y excluidas, alojadas en un orfanato que en cierta ocasión había visitado con su madre, el matrimonio Stanford comenzó a considerar la idea de convertir a los niños de California, en los niños de la familia Stanford. Con esa motivación, la pareja fundó la Universidad Stanford, cuyo nombre oficial es Leland Stanford Junior University.
    En esa emocionante anécdota vemos reflejada, una vez más, la aplicación de las recomendaciones del Maestro Jesús, en cuanto al amor incondicional a Dios y al prójimo.
    Divaldo concluyó la conferencia con el Poema de la Gratitud, que se derramó sobre todos, como un poderoso rayo de Luna. Agradecemos a Dios por todo lo que tenemos y somos.
Fotos: Sandra Patrocinio
Texto: Djair de Souza Ribeiro

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Registro. Encontro Fraterno com Divaldo Franco 2016 Praia do Forte, BA

06 de novembro – manhã
O evento, que se encerrou no final da manhã do dia 06 de novembro coroado de sucesso, foi acessado por 680 cidades de 49 países, alcançando 32.000 acessos. Estavam representados, com números diversos de participantes, 22 Estados, o Distrito Federal, e mais 06 países. O momento artístico, com Maurício Virgens, Vanda Otero e Flávio Benedito, como vinha ocorrendo, elevou o padrão vibratório do público, que reconhecendo a excelente apresentação, aplaudiu-os de pé.
O tema para o dia foi: Libertando a criança interior. Inicialmente Divaldo Franco externou o seu gáudio, afirmando que a expectativa tornou-se realidade, acreditando que todos se sentiam felizes, pois que a felicidade é possível, demonstrando a sua gratidão aos presentes. Sentia-se, também, gratificado em parabenizar a equipe de voluntários pelo esforço realizado ao longo de mais de nove meses preparando o Encontro e colocando-o em funcionamento, que traduziu-se em um alto padrão de organização e atendimento ao público.
Dando seguimento, Divaldo Franco analisando o desenvolvimento do ser humano, seja no campo físico, seja no espiritual, afirmou que os tempos mudaram, e lentamente o ser humano vai abandonando as cavernas sombrias da alma, caminhando em direção à luz, tornando-se lúcido, haja vista que, conscientizando-se sobre a sua condição de perfectibilidade, esforça-se em não mais permanecer nessas sombras do psiquismo, elegendo como prioridade alcançar a autoiluminação, combatendo as feras interiores com as armas da sabedoria, sendo feliz agora, porque compreende que nasceu para ser feliz.
O amor predomina em o ser humano, substituindo o medo e a ira, abandonando a persona para tornar-se em um ser integral, numinoso. Embora viva em meio a conflitos diversos, procura, tanto quanto possível, manter-se tranquilo, buscando Jesus, viajando em direção ao Mestre, evitando permanecer na tristeza, construindo a felicidade. As ilusões do ego devem ser diluídas pelo sol da realidade, tornando-se, a criatura, rica de paz, de afetividade e de esperança, fazendo exteriorizar a beleza da alma, a alegria de viver, suavizando as imperfeições com os óleos do amor, vivendo sob as bênçãos de Deus.
Continuando a responder a proposição inicial do Encontro Fraterno, - O que a criança que fui diria do adulto que me tornei? -, a equipe de psicoterapeutas formada pelo casal Cláudio e Íris Sinoti e Cristiane Beira, juntamente com Divaldo Franco selecionaram algumas das respostas, fazendo interpretações perante o público, à luz da psicologia e da Doutrina Espírita. Como seria impossível analisar ao vivo todas as respostas, foi entregue na entrada do salão de eventos, um envelope contendo sentenças retiradas de diversas obras e autores analisando, assim, a resposta que cada um formulou.
Sob intensos aplausos, o evento, que já é lembrado com saudade, foi encerrado com muitos abraços, sorrisos e sentimento de esperança em dias melhores, justamente pela certeza que cada um passou a nutrir, reformulando o seu modo de ver e viver a vida, com responsabilidade sobre os seus próprios atos e o esforço em ser melhor ao tornar-se humilde, caridoso e fraterno com todos, amigos ou não.
Fotos: Jorge Moehlecke
Texto: Paulo Salerno


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)



ESPANHOL

ENCUENTRO FRATERNO CON DIVALDO FRANCO 2016
06 de Noviembre por la mañana

    El acontecimiento concluyó al finalizar la mañana del día 06 de noviembre, coronado por el éxito. Fue seguido desde 680 ciudades, de 49 países, y llegó a 32.000 conexiones. Estuvieron representados -con diferentes cantidades de participantes-, 22 estados, el Distrito Federal y, además, 06 países. Las presentaciones artísticas, a cargo de Maurício Virgens, Vanda Otero y Flávio Benedito, como había ocurrido en ocasiones anteriores, elevó el nivel vibratorio del público, que en reconocimiento a la excelente interpretación, los aplaudió de pie.
    El tema para este día fue: Liberando a la criatura interior. Al principio, Divaldo Franco exteriorizó su júbilo, y manifestó que la expectativa se había convertido en realidad, al suponer que todos se sentían felices, pues la felicidad es posible, dando muestras de su gratitud a los presentes. También se sentía gratificado al felicitar al equipo de voluntarios, por el esfuerzo que había realizado a lo largo de más de nueve meses, preparando el Encuentro y haciendo que se concretara, lo que se evidenció en un elevado nivel de organización y de atención al público.
    Seguidamente, Divaldo Franco analizó el desarrollo del ser humano, tanto en el aspecto físico como en el espiritual, y manifestó que las épocas han cambiado y, lentamente, el ser humano va abandonando las oscuras cavernas del alma, mientras avanza en dirección a la luz, volviéndose lúcido, a partir de que toma conciencia de su condición de perfectibilidad, y se esfuerza para no permanecer entre las sombras de la psiquis, sino elegir como prioridad el acceso a la autoiluminación, combatiendo a las fieras internas con las armas de la sabiduría, y siendo feliz ahora, porque comprende que ha nacido para ser feliz.
    El amor predomina en el ser humano y sustituye al miedo y a la ira, que abandonan a la persona para que esta se convierta en un ser integral, numinoso. Aunque viva en medio de conflictos diversos, procura mantenerse tranquilo -tanto como le es posible- y busca a Jesús, en un viaje en dirección al Maestro, evitando permanecer en la tristeza y edificando la felicidad. Las ilusiones del ego deben ser diluidas por el sol de la realidad, para que la criatura se torne rica de paz, de afectividad y de esperanza, a la vez que exteriorice la belleza del alma, la alegría de vivir, atenuando las imperfecciones con las esencias del amor y experimentando las bendiciones de Dios.
    Para continuar con las respuestas a la proposición inicial del Encuentro Fraterno, -¿Qué diría el niño que fui del adulto en que me he convertido?-, el equipo de psicoterapeutas, compuesto por el matrimonio formado por Cláudio e Íris Sinoti, y por Cristiane Beira, conjuntamente con Divaldo Franco, seleccionaron algunas de las respuestas e hicieron las interpretaciones, delante el público, según la Psicología y la Doctrina Espírita. Como iba a ser imposible analizar en vivo todas las respuestas, se hizo entrega -a la entrada del salón de actos-, de un sobre que contenía conceptos tomados de diversas obras y autores, y se analizó de tal modo, la respuesta que cada uno enunció.
    En medio de fervorosos aplausos, el acto -que ya es recordado con nostalgia-, concluyó con muchos abrazos, sonrisas y con el sentimiento de esperanza en días mejores, precisamente por la certeza que cada uno ha comenzado a cultivar, formulando de nuevo su modo de ver y vivir la vida, con responsabilidad sobre sus propios actos, con el esfuerzo para llegar a ser mejor al volverse humilde, caritativo y fraterno con todos, sean o no amigos.
Fotos: Jorge Moehlecke
Texto: Paulo Salerno


(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])

Artigo de Divaldo Pereira Franco: Separações afetivas. Coluna Opinião do jornal A Tarde, Salvador, BA


  


          

SEPARAÇÕES AFETIVAS

Divaldo Franco
Professor, médium e conferencista


Aumenta, consideravelmente, em nossa cultura, a separação conjugal, a desunião matrimonial, a indiferença no relacionamento afetivo.
A solidão toma conta das criaturas tornando-as fantasmas atormentados.
Os sonhos de uma afetividade repleta de bênçãos, constituindo uma família harmônica, cedem lugar a verdadeiros combates domésticos, que culminam em separações lamentáveis.
As facilidades de relacionamentos sexuais descomprometidos, a ausência de pudor que predomina em quase todas as esferas sociais, tornaram o amor descartável, de breve duração e sem maturidade para suportar os desafios existenciais. É surpreendente a ocorrência, quando sucede em uniões aparentemente seguras e estáveis, com existência de longo prazo, apresentando-se como “falta de amor”, desaparecimento da empatia e do interesse afetivo na comunhão conjugal.
Dilaceram-se famílias, criam-se traumas de difícil solução em filhos imaturos que não compreendem os problemas dos pais, nem são devidamente informados, muitas vezes lançados pela imprevidência de um deles contra o outro. E passam a conviver com pessoas estranhas, que substituem provisoriamente aqueles que eram o sustentáculo da sua vida, o amor das primeiras horas, o anjo abençoado dos seus dias.
É certo que uma separação pacífica é muito melhor do que uma convivência litigiosa. A verdade, porém, é outra... As separações nascem, quase sempre, de falsa necessidade de novos parceiros, de prazeres fáceis e ligeiros, de fazer-se parte das redes sociais...
A decadência moral que se avoluma, assustadora, prognostica um futuro sem família, filhos órfãos de pais vivos, desinteressados, uma sociedade sem raízes afetivas, assinalada pelos transtornos afetivos e desajustes emocionais.
Um pouco mais de maturidade psicológica e de amor real poderiam modificar esse comportamento, quando as criaturas se dispam do egoísmo, do direito de posse sobre o outro, dando-lhe o direito de ser humano e agir como tal.

Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 03-11-2016
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Desenho: Fátima Oliveira
Mansão do Caminho - Salvador, Bahia, Brasil.


Espanhol


  


          

SEPARACIONES AFECTIVAS

Divaldo Franco
Profesor, médium y conferencista


    Aumenta considerablemente en nuestra cultura, la separación conyugal, la desavenencia del matrimonio, la indiferencia en la relación afectiva.
    La soledad se apodera de las criaturas y las convierte en fantasmas atormentados.
    La fantasía de una afectividad repleta de bendiciones, de constituir una familia armoniosa, cede lugar a verdaderos combates domésticos, que culminan en separaciones lamentables.
    Las facilidades para las relaciones sexuales sin compromisos, la ausencia de pudor que predomina en casi todas las esferas sociales, convirtieron al amor en algo descartable, de breve duración, debido a la ausencia de madurez para soportar los desafíos de la existencia. Es sorprendente el acontecimiento, cuando ocurre en uniones aparentemente seguras y estables, de existencia a largo plazo, porque se presenta como falta de amor, desaparición de la empatía y del interés afectivo en la comunión conyugal.
    Se destruyen familias, se generan traumas de difícil solución en los hijos inmaduros, que no comprenden los problemas de los padres ni son debidamente informados, muchas veces lanzados, por la imprudencia de uno de ellos, contra el otro. Y comienzan a convivir con personas extrañas, que sustituyen provisoriamente a aquellos que eran el sustentáculo de su vida, el amor de las primeras horas, el ángel bendito de sus días.
    Es cierto que una separación pacífica es mucho mejor que una convivencia litigiosa. La verdad, mientras tanto, es otra... Las separaciones nacen, casi siempre, de una falsa necesidad de nuevos compañeros, de placeres fáciles y superficiales, de formar parte de las redes sociales...
    La decadencia moral que crece en volumen, amenazadoramente, pronostica un futuro sin familia, hijos huérfanos de padres vivos indiferentes, una sociedad carente de raíces afectivas, marcada por los trastornos afectivos y los desequilibrios emocionales.
    Algo más de madurez psicológica y de amor auténtico podrían modificar ese comportamiento, cuando las criaturas se despojen del egoísmo, del derecho de posesión sobre el otro, concediéndole el derecho de ser humano y proceder como tal.

Artículo publicado en el periódico A Tarde, columna Opinião, el 03-11-2016.
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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Registro. Encontro Fraterno com Divaldo Franco 2016 Praia do Forte, BA

05 de novembro - tarde/noite

Retomando as atividades, no período da tarde, Cristiane Beira desenvolveu o tema A Saga do Ciúme. Ciúme, disse a psicoterapeuta, é uma das exteriorizações da criança ferida, ínsita no psiquismo da criatura humana, e que não se relaciona de forma saudável. Fazendo um percurso pela expressão psíquica, Cristiane discorreu sobre as intenções que movem a criatura a buscar o que lhe desperta a atenção, satisfazendo desejos, procurando conhecer o outro, principalmente os aspectos exteriores, esquecendo-se de identificar a essência do ser que se observa, os seus valores humanos, morais, éticos, espirituais e a saúde emocional.
No desenvolvimento e na aquisição de atitudes equilibradas será necessário que se desvende o universo que se chama homem, reconhecendo e acolhendo, por exemplo, a criança interna, realizando o autocontrole, alcançando a individuação, quando então, os diversos EU se condensam, fundindo-se na integralidade, passando a ser um, ser quem se é e não uma representação ou projeção, tornando-se inteiro, integral. Enquanto não alcançar essa integralidade, nele permanecerá a criança maltratada, ferida, magoada, ciumenta a lhe requerer atenção.
A individuação, em geral, é o processo de desenvolvimento de um modelo de pessoa autêntica, com moralidade, íntegra consigo e com o próximo. Para amar o próximo é fundamental que a criatura se ame, que desenvolva o autoamor, podendo assim dar de si o que já adquiriu, atendendo ao ensinamento de Jesus. É necessário saber amar-se, antes de amar o outro.
Compreender que o outro não existe é importante passo para o amadurecimento psicológico, passando a responsabilizar-se, integralmente, pelo que faz ou pelo que não fez, podendo ter feito. O outro é a projeção de quem analisa, observa.
As relações de submissão, de dominação se complicam pela existência de falta de afeto, de carências, falta de amor, dependência emocional, falta de consciência sobre as necessidades do outro. O ciúme é o cárcere da emoção e é de natureza ancestral. O ciúme distorce a realidade. Cada um, vivendo na intensidade que lhe é própria, percebe o outro de forma diferente, a seu modo. Ciúme e insegurança estão em estreito relacionamento.
Cada indivíduo deve se esforçar para assumir o EU feliz, pleno, acolhendo a criança ferida, acalentando-a, recuperando-a, estabelecendo uma relação saudável consigo mesmo, evitando dar guarida ao ciúme.
Na sequência foram respondidas varias perguntas, oportunidade em que Divaldo Franco, Cristiane Beira, e o casal Iris/Cláudio Sinoti abordaram pontos específicos, atendendo as necessidades de esclarecimentos pessoais de forma anônima, aprofundando o tema do Encontro.
No período noturno o Encontro Fraterno foi retomado com Maurício Virgens, Vanda Otero e Flávio Benedito apresentando-se e promovendo a elevação do padrão vibratório dos presentes, reconhecendo por aplausos a excelente apresentação musical. Divaldo coordenou e interpretou as respostas anônimas à pergunta inicial desse excelente encontro: O que a criança que fui diria do adulto que me tornei? Vencida essa fase, onde a diversidade de respostas se constituiu de rico momento devido a profundidade em que foram apresentadas, propiciou uma bela panorâmica sobre o estado de consciência, bem como de entendimento do conteúdo apresentado pelos expositores.
Ato contínuo, Divaldo, como mestre experimentado, conduziu a visualização terapêutica dirigida, uma viagem em busca do autoconhecimento. Finalizado o exercício, Divaldo solicitou que um dos presentes, de preferência que ele não o conhecesse, se apresentasse para expor as suas impressões. A cada fase da visualização exposta pelo convidado, Divaldo foi interpretando, traçando um perfil psicológico segundo as percepções do voluntário. Essa amostragem teve por objetivo, também, responder de forma genérica as percepções a que cada um alcançou na visualização.
Fotos: Jorge Moehlecke
Texto: Paulo Salerno


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)



ESPANHOL


ENCUENTRO FRATERNO CON DIVALDO FRANCO 2016
05 de noviembre – tarde y noche
    Para continuar con las actividades, durante la etapa de la tarde Cristiane Beira desarrolló el tema La Secuencia de los Celos. Los celos, explicó la psicoterapeuta, son exteriorizaciones de la criatura herida, instaladas en la psiquis de la criatura humana que no se relaciona de modo saludable. Mediante un recorrido a través de la manifestación psíquica, Cristiane aludió a las intenciones que llevan a la criatura a buscar aquello que atrae su atención, satisfaciendo deseos, procurando conocer al otro -principalmente en los aspectos exteriores-, omitiendo la identificación de la esencia del ser que se observa, sus valores humanos, morales, éticos y espirituales, además de la salud emocional.
    En el desarrollo y en la conquista de actitudes equilibradas, será necesario develar el universo al que se denomina hombre, reconociendo y aceptando, por ejemplo, a la criatura interna, realizando el autocontrol para alcanzar la individuación, cuando los diferentes YO se aglomeran y se funden en la integridad, y pasan a ser uno, ser quien se es y no una representación o proyección, para convertirse en entero, integral. Mientras no alcance esa integridad, subsistirá en él la criatura maltratada, herida, ofendida, celosa, que le demanda atención.
    La individuación es, en general, el proceso de desenvolvimiento de un modelo de persona auténtica, con moralidad, íntegra consigo y con el prójimo. Para amar al prójimo es fundamental que la criatura se ame, que desarrolle el autoamor, y así podrá dar lo que ha adquirido, conforme con la enseñanza de Jesús. Es necesario saber amarse, antes de amar al otro.
    Comprender que el otro no existe es un importante paso hacia la maduración psicológica, para comenzar a hacerse responsable integralmente, de lo que se hace, o de lo que no se hizo, pudiendo haberlo hecho. El otro es la proyección de quien analiza, observa.
    Las relaciones de sumisión, de dominación, se complican por la falta del afecto, por las carencias, por la falta de amor, la dependencia emocional, la falta de conciencia acerca de las necesidades del otro. Los celos son una cárcel de la emoción, y su naturaleza es ancestral. Los celos distorsionan la realidad. Cada uno, viviendo con la intensidad que le es propia, percibe al otro de forma diferente, a su modo. Los celos y la inseguridad están en estrecha relación.
    Cada individuo se debe esforzar para asumir el YO feliz, pleno, atendiendo a la criatura herida, abrigándola, recuperándola, estableciendo una relación saludable consigo mismo, evitando dar guarida a los celos.
    A continuación, se dio respuesta a varias preguntas, oportunidad en que Divaldo Franco, Cristiane Beira, y el matrimonio formado por Iris y Cláudio Sinoti, abordaron puntos específicos, atendiendo a las necesidades de explicaciones personales, en forma anónima, profundizando el tema delEncuentro.
    En la etapa nocturna, el Encuentro Fraterno continuó con Maurício Virgens, Vanda Otero y Flávio Benedito, quienes con su presentación favorecieron la elevación del nivel vibratorio de los presentes, que expresaron su reconocimiento mediante aplausos, por la excelente interpretación musical. Divaldo coordinó e interpretó las respuestas anónimas a la pregunta inicial del excelente Encuentro: ¿Qué diría el niño que he sido, del adulto en que me convertí? Completada esa fase, en la cual la diversidad de las respuestas dio lugar a un rico momento, debido a la profundidad con que fueron expresadas, el anfitrión propició un hermoso panorama sobre el estado de conciencia, así como acerca de la comprensión del contenido presentado por los expositores.
    A continuación, Divaldo, con su experiencia como maestro, condujo una visualización terapéutica, un viaje en busca del autoconocimiento. Concluida la ejercitación, Divaldo solicitó que uno de los presentes -preferentemente alguien a quien él no conociera-, se presentase para exponer sus impresiones. En cada fase de la visualización expresada por el invitado, Divaldo fue interpretando, y trazó un perfil psicológico según las percepciones del voluntario. Esa demostración tuvo como objetivo, también, responder en forma general a las percepciones que cada uno obtuvo durante la visualización.
Fotos: Jorge Moehlecke
Texto: Paulo Salerno


(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])

Registro. Encontro Fraterno com Divaldo Franco 2016 Praia do Forte, BA

05 de novembro – manhã
“A felicidade se estabelece quando os dois níveis – físico e mental – harmonizam-se, ensejando o prazer emocional e transpessoal.” (Joanna de Ângelis/Divaldo Franco)
Em simetria com a bela manhã que se fez um belo presente, o momento artístico, preparando o ambiente para o desenvolvimento do tema – Curando feridas, mágoas e ressentimentos -, se constituiu em beleza de harmonia de som e voz produzida por Flávio Benedito ao piano, e a destacada soprano Vanda Otero.
Atendendo ao escopo do Encontro, Divaldo Franco propôs uma pergunta: Se você não soubesse a idade que tem, que idade gostaria de ter? Ficando a resposta para ser construída por cada um mais tarde, o dinâmico e sereno conferencista apresentou algumas observações sobre a providência divina, nem sempre aceita ou compreendida pelos homens, principalmente pelos que são os seus protagonistas. Ao olhar-se, distanciados dos fatos, os atentos observadores concluem que tudo transcorreu dentro de uma lógica e dos propósitos de evolução.
Trabalhando os Quatro Gigantes da Alma propostos por Emilio Mira y Lopes (1896-1964), sociólogo, médico psiquiatra e psicólogo, autor da obra de mesmo nome, Divaldo Franco foi descortinando esses gigantes, apresentando-lhes os nomes, discorrendo sobre o seu surgimento e os efeitos na alma humana. São eles: o medo, a ira, o amor e o dever.
Apoiando-se, principalmente nos estudos e nas análises do Professor Mira Y Lopes, o Embaixador da Paz no Mundo falou sobre as fases pelas quais passou a manifestação do pensamento. A primeira, o pensamento arcaico, depois segue-se o período pré-mítico, e a do egotismo, e por último a da razão, da lógica.
Ao despertar para o amor, o homem se faz benevolente, desdobra-se para propiciar paz e harmonia aos seus semelhantes, onde a abnegação é constante, e por conseguinte viver a fase do dever, torna-se uma prazer, mesmo que aos olhos dos observadores externos possa parecer penoso. O exemplo maior é Jesus, cujos ensinos levará as criaturas a receberem o Cristo na intimidade do ser. Neste ponto, e para estes que possuem o Cristo interno, o amor se universaliza.
Joanna de Ângelis - Espírito, estudiosa do comportamento humano propõe que as palavras culpa e pecado, com seus significados psicológicos e teológicos da atualidade, sejam substituídos pelo vocábulo responsabilidade, entendendo que responsável é todo aquele que já possui condições de reparar o prejuízo ou dano moral ao semelhante.
Traçando o caminho que o homem palmilhou através de sua história, Divaldo desvela, com muita lógica, as fases da autoconstrução do homem na Terra, evoluindo material, espiritual, social e psicologicamente.
Após breve intervalo, quando todos os participantes posaram para a foto oficial, o anfitrião passou a percorrer as quatro estradas psicológicas que levarão a humanidade a alcançar a prática do amor incondicional, atendendo a Lei Divina. Fazendo uso dos pontos cardeais, para configurar Israel, Divaldo situou ao norte a cidade de Damasco, ali Saulo transformou-se em Paulo, o Apóstolo dos gentios. Assim, Damasco simboliza a conversão.
Ao sul está situada Jerusalém, cujo significado é o testemunho, sustentado através da inteireza moral. Viajando para o leste, a cidade símbolo é Jericó, caracterizada pela solidariedade. Indo na direção oposta, saindo de Jerusalém, para o oeste, a estrada conduzirá para Emaus, quando um peregrino especial acompanha na caminhada dois viajantes. O peregrino é então convidado a pernoitar, fazendo companhia aos dois, aceitando, depreende-se que o significado não pode ser outro a não ser o do acompanhamento.
Neste traçado geográfico nota-se a figura da cruz, um símbolo que tornou-se ponte entre a terra e o céu, ligando os homens a Deus. Concluindo o módulo, Divaldo foi efusivamente aplaudido de pé.
Fotos: Jorge Moehlecke
Texto: Paulo Salerno


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)



ESPANHOL


ENCUENTRO FRATERNO CON DIVALDO FRANCO 2016.
05 de Noviembre por la mañana

La felicidad se instala cuando los dos niveles –el físico y el mental– están en armonía, dando lugar al placer emocional y transpersonal. (Joanna de Ângelis/Divaldo Franco)
    En correspondencia con la agradable mañana, que se convirtió en un bello presente, el momento artístico, preparando el clima ambiental para el desarrollo del tema –Curando heridas, disgustos y resentimientos-, se convirtió en una belleza armoniosa entre el sonido y la voz, producida por Flávio Benedito en el piano, y la destacada soprano Vanda Otero.
    Atento al objetivo del Encuentro, Divaldo Franco propuso una pregunta: Si usted no supiera qué edad tiene, ¿qué edad le gustaría tener? La respuesta quedó pendiente, para que cada uno la elaborase más tarde, el dinámico y sereno conferencista expuso algunas reflexiones, acerca de que la Providencia Divina no siempre es aceptada o comprendida por los hombres, y principalmente por aquellos que son sus protagonistas. Al observarse, alejados de los acontecimientos, los atentos observadores arriban a la conclusión en cuanto a que todo transcurrió dentro de una cierta lógica, y de los propósitos relativos a la evolución.
    Haciendo reflexiones acerca de los Cuatro Gigantes del Alma, propuestos por Emilio Mira y Lopez(1896-1964), sociólogo, médico psiquiatra y psicólogo, autor de la obra del mismo nombre, Divaldo Franco fue develando esos gigantes, e hizo mención a sus nombres, además de reflexiones sobre su aparición y sus efectos en el alma humana. Son ellos: el miedo, la ira, el amor y el deber.
    Sobre la base, principalmente, de los estudios y los análisis del Profesor Mira y Lopez, el Embajador de la Paz en el mundo hizo alusión a las fases por las cuales pasó la manifestación del pensamiento. La primera, el pensamiento arcaico; le sigue después el período pre-mítico y la fase del egotismo y, por último, la de la razón y de la lógica.
    Al despertar al amor, el hombre se vuelve benevolente, se desdobla para propiciar paz y armonía a sus semejantes, donde la abnegación es una constante y, por consiguiente, vivir la fase del deber se convierte en un placer, aun cuando para la mirada de los observadores externos pueda parecer penoso. El ejemplo máximo es Jesús, cuyas enseñanzas llevarán a que las criaturas reciban al Cristo en la intimidad de su ser. En este punto, y para quienes poseen el Cristo interno, el amor se universaliza.
Joanna de Ângelis -Espíritu-, estudiosa del comportamiento humano, propone que las palabras culpa y pecado, con sus significados psicológicos y teológicos de la actualidad, sean sustituidas por el vocablo responsabilidad, entendiendo que responsable es todo aquel que ya posee condiciones para reparar el perjuicio o daño moral al semejante.
    Al trazar el camino que el hombre recorrió a través de su historia, Divaldo devela, con mucha lógica, las fases de la autoedificación del hombre en la Tierra, a través de la evolución material, espiritual, social y psicológica.
    Después de un breve intervalo, cuando todos los participantes posaron para la foto oficial, el anfitrión pasó al recorrido de las cuatro estradas psicológicas, que conducirán a que la humanidad acceda a la práctica del amor incondicional, atendiendo a la Ley Divina. Recurriendo a los puntos cardinales, para configurar Israel, Divaldo ubicó en el norte la ciudad de Damasco, alli Saulo se transformó en Pablo, el Apóstol de los gentiles. Por consiguiente, Damasco simboliza la conversión.
    Al sur está situada Jerusalén, cuyo significado es el testimonio, sustentado a través de la integridad moral. Cuando se viaja hacia el este, la ciudad símbolo es Jericó, caracterizada por la solidaridad. Si se va en Ia dirección opuesta, saliendo de Jerusalén hacia el oeste, la ruta conducirá a Emaús, cuando un peregrino especial acompaña el recorrido de los viajeros. El peregrino, entonces,  es invitado a pernoctar, haciendo compañía a los dos, y acepta. Se deduce que el significado no puede ser otro que el de acompañamiento.
    En este trazado geográfico se observa la figura de la cruz, un símbolo que se convirtió en puente entre la Tierra y el Cielo, vinculando los hombres a Dios. Al concluir el módulo, Divaldo fue efusivamente aplaudido de pie.
Fotos: Jorge Moehlecke
Texto: Paulo Salerno

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])

domingo, 6 de novembro de 2016

Registro. Encontro Fraterno com Divaldo Franco 2016 04 de novembro – tarde e noite. Praia do Forte, BA

Encontro Fraterno com Divaldo Franco 2016
04 de novembro – tarde e noite
Nenhuma criatura humana se encontra na Terra sem atravessar, vez que outra, a noite escura da alma. (Divaldo Franco/Joanna de Ângelis – Atitudes Renovadas – capítulo 7)
No período da tarde o casal Cláudio e Íris Sinoti, psicoterapeutas, realizaram um estudo sobre a obra O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry. Iniciando a atividade, Cláudio destacou que a obra visa contribuir para que cada um resgate a criança que existe dentro de si, com encanto, ética e beleza. A história, disse, começa com uma pane, assim, de que forma o ser humano trabalha as suas crises?
Como no passado, alguns personagens históricos retiraram-se para o deserto visando se plenificarem, encontrando o oásis da sabedoria. O homem na crise adentra-se pelo deserto da sua intimidade, alguns infelicitam-se, negando-se a encontrar a fonte, outros desenvolvem habilidades que os capacitam viajar na direção da fonte do saber, encontrando a harmonia e a paz.
Em algum momento da jornada evolutiva o vínculo com a vida foi ferido. Encontrar-se com a criança interior é viver com capacidade de formar vínculos, responsabilidades, autoconstruindo-se. Quando a gente anda sempre em frente não pode mesmo ir longe. (Antoine de Saint-Exupéry).
Visitando os personagens e situações que compõe a obra de Saint-Exupéry, Cláudio foi conduzindo os presentes para uma autoanálise, propiciando a autoidentificação, propondo alternativas para o convívio sem conflitos com a criança interior através da reflexão, da análise sobre o cotidiano, renovando-se.
As sombras, destacou, quando não são cuidadas, trabalhadas, voltam-se contra a criatura. Sombra e luz se misturam na intimidade do ser e devem ser cuidadas diariamente, dando atenção às ações e que necessitam ser trabalhadas, aclaradas. É preciso resgatar a beleza que existe no mundo, pois que a beleza significa o lugar onde Deus se encontra, desenvolvendo a capacidade de olhar para todos os lados, identificando pontos positivos ou negativos.

Íris Sinoti, dando continuidade e mantendo a mesma base de análise, disse que a criança interior deve ser resgatada e levada para rever a vida e dar-lhe um significado, sob pena de enlouquecer, alojando-se na depressão. Por estar desconectado do que é importante para a vida, ajusta-se, subordina-se sem questionamentos a um mestre ou líder qualquer. Por outro lado, afirma Antoine de Saint-Exupéry, libertá-lo para que aprenda a ser mestre de si mesmo é uma empreitada muito mais difícil.
O homem, em geral, conhece tudo sobre os outros e ignora a si mesmo, como ensina James Hollis, psicólogo americano: ...mesmo enquanto o mundo exterior continua a reclamar nossos esforços, precisamos nos voltar para dentro de nós. Assim, para que cada um pudesse reflexionar sobre a sua própria conjuntura, Íris questionou, indagando qual o papel do ser humano no planeta Terra? 
Apoiando-se em conceitos formulados por Joanna de Ângelis, Eva Pierrakos, James Hollis e Carl Gustav Jung, Íris, a exemplo de Cláudio, foi conduzindo os presentes para o desenvolvimento da autorreflexão, oferecendo ferramentas para o aprimoramento psicológico, finalizando esclareceu que cativar significa formar vínculos, desfazer barreiras, romper muralhas, e que o essencial é invisível aos olhos, mas que quando se utiliza o coração se pode ver bem a beleza que nos cerca e a vida que possuímos.

No período noturno, Divaldo se apresentou para dar continuidade ao tema que iniciara pela manhã: A Criança Ferida. Antes, porém, harmonizando o ambiente, foi desenvolvido o momento artístico onde se apresentaram novamente Flávio Benedito e Maurício Virgens, agora se fazendo acompanhar da soprano Vanda Otero, que com sua bela voz e magistral interpretação, fez com que o público, tomado de emoção, se levantasse aplaudindo demoradamente.
Em seu magnífico trabalho, Divaldo foi dissecando a educação da criança em termos de ideal e que se encontram alicerçados nos mais judiciosos conceitos formulados por renomados pensadores, principalmente os de Joanna de Ângelis, como o seguinte, encontrado na obra Constelação Familiar, capítulo 10, psicografado por Divaldo Franco: “Ao invés de coibir-se a criança nas suas manifestações no lar, em nome da educação, deve-se estimulá-la a ser autêntica, evitando-se a dissimulação e a hipocrisia, por cujos mecanismos psicológicos agrada adultos, ocultando a sua realidade, a sua sensibilidade.”
Carl Gustav Jung, em Desenvolvimento da Personalidade informa: “A criança se encontra de tal modo ligada e unida à atitude psíquica dos pais, que não é de causar espanto se a maioria das perturbações nervosas verificadas na infância devam sua origem a algo de perturbado na atmosfera psíquica dos pais.”
Elucidando os conceitos abordados através de histórias e vivências, e exaltando os bons exemplos, o intimorato conferencista espírita, foi despertando o desabrochar de ideias, colocando cada um frente a uma circunstância da vida, propiciando reflexões sobre atitudes próprias ou alheias, favorecendo o amadurecimento psicológico, a formação da personalidade.
É conhecido e aceito que é no período infantil que se instalam os pródromos dos futuros conflitos que aturdem a criatura humana ao longo do seu desenvolvimento, caso falte a verdadeira afetividade e respeito pelo ser em formação. Toda criança tem a necessidade de ser amada, protegida, nutrida e orientada, com isso poderá desenvolver os sentimentos da afetividade, da harmonia, da saúde, do discernimento, conforme ensina Joanna de Ângelis em Autodescobrimento.
Finalizando após uma narrativa emocionante de superação causada pelo desamor, Divaldo destacou que o amor deve ser desenvolvido e fortalecido na presença dos que são indiferentes, desamados e conflitados, pois que é o bálsamo que cicatriza as feridas da alma, luarizando ao que ama e ao que é amado.
Fotos: Jorge Moehlecke
Texto: Paulo Salerno

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)



ESPANHOL


ENCUENTRO FRATERNO CON DIVALDO FRANCO 2016.
04 de noviembre – tarde y noche
Ninguna criatura humana está exenta, en la Tierra, de atravesar, alguna que otra vez, la noche oscura del alma. (Divaldo Franco/Joanna de Ângelis – Actitudes renovadas – capítulo 7)

    Durante el período de la tarde, el matrimonio compuesto por Cláudio e Íris Sinoti, psicoterapeutas, realizaron un estudio sobre la obra El Principito, de Antoine de Saint-Exupéry. Para dar comienzo a la actividad, Cláudio destacó que la obra tiende a contribuir a que cada uno rescate al niño que existe dentro de él, con encanto, ética y belleza. El relato -dijo- comienza con una avería, entonces: ¿De qué manera el ser humano elabora sus crisis?
    En el pasado, algunos personajes históricos se retiraron a un desierto, con el propósito de acceder a la plenitud, al hallar el oasis de la sabiduría. El hombre, en medio de una crisis, penetra en el desierto de su intimidad; algunos se vuelven desdichados, si se niegan a encontrar las nacientes; otros, desarrollan habilidades que los capacitan para viajar en dirección a la fuente del saber, donde encuentran la armonía y la paz.
    En algún momento de la trayectoria evolutiva, el vínculo con la vida fue afectado. Encontrarse con el niño interior es vivir con capacidad para establecer vínculos, responsabilidades, autoconstruyéndose. Si camina siempre en línea recta no puede uno llegar lejos. (Antoine de Saint-Exupéry).
    A través de una revisión de los personajes y las situaciones que componen la obra de Saint-Exupéry, Cláudio fue conduciendo a los presentes hacia un autoanálisis, propiciando la autoidentificación, proponiendo alternativas para la convivencia libre de conflictos con la criatura interior, a través de la reflexión, del análisis acerca de lo cotidiano, de modo de renovarse.
    Las sombras, destacó, cuando no son cuidadas, elaboradas, se vuelven contra la criatura. Sombra y luz se mezclan en la intimidad del ser y deben ser cuidadas a diario, prestando atención a las acciones que necesitan ser elaboradas, aclaradas. Es preciso rescatar la belleza que existe en el mundo -pues la belleza significa el lugar donde se encuentra Dios-, y desarrollar la capacidad de mirar hacia todos los lados, e identificar los aspectos positivos o negativos.

    Íris Sinoti continuó, y conservando la misma base de análisis, manifestó que el niño interior debe ser rescatado y conducido a la revisión de la vida, para darle un significado, de lo contrario se corre el riesgo de enloquecer, instalándose en la depresión. Al estar desconectado de lo que es importante para la vida, se adapta, se subordina sin discusión a un maestro o líder cualquiera. Por otro lado, manifiesta Antoine de Saint-Exupéry, dejarlo en libertad para que aprenda a ser maestro de sí mismo es una empresa mucho más difícil.
    El hombre, en general, conoce todo sobre los otros y se ignora a sí mismo, como enseña James Hollis, psicólogo americano: ...precisamente cuando el mundo exterior continúa reclamando nuestros esfuerzos, nos es necesario dirigirnos hacia nuestro interior. Entonces, para que cada uno pudiese reflexionar acerca de su propia circunstancia, Íris hizo una pregunta, a fin de averiguar cuál es el rol del ser humano en el planeta Tierra. 
    Sobre una base de conceptos enunciados por Joanna de Ângelis, Eva Pierrakos, James Hollis y Carl Gustav Jung, Íris -al igual que hizo Cláudio-, fue conduciendo a los presentes hacia el desarrollo de la autorreflexión, brindando herramientas para el perfeccionamiento psicológico. Por último, explicó que cautivar significa formar vínculos, deshacer barreras, romper murallas, y que lo esencial es invisible a los ojos, aunque cuando se utiliza el corazón, se puede ver bien la belleza que nos rodea y la vida que poseemos.
    En el período nocturno, Divaldo se hizo presente para dar continuidad al tema que había iniciado durante la mañana: El Niño Herido. Pero antes, para contribuir a la armonía del ambiente, se desarrolló el momento artístico, donde se presentaron nuevamente Flávio Benedito y Maurício Virgens, esa vez acompañados por la soprano Vanda Otero, quien con su hermosa voz y una magistral interpretación, consiguió que el público, dominado por la emoción, se pusiera de pie y aplaudiera extensamente.
    En su magnífica tarea, Divaldo hizo un análisis pormenorizado de la educación de la criatura en términos de ideal, que se encuentran sustentados en los más prudentes conceptos enunciados por renombrados pensadores, principalmente los de Joanna de Ângelis, como el siguiente, que figura en la obra Constelación Familiar, capítulo 10, psicografiada por Divaldo Franco: En vez de inhibir a la criatura en sus manifestaciones dentro del hogar, en nombre de la educación, se la debe estimular a que sea auténtica, evitando la simulación y la hipocresía, mecanismos psicológicos mediante los cuales agrada a los adultos, pero oculta su realidad y su sensibilidad.
    Carl Gustav Jung, en Desenvolvimiento de la Personalidad informa: La criatura se encuentra de tal modo ligada y unida a la actitud psíquica de sus padres, que no es para provocar asombro que la mayoría de las perturbaciones nerviosas que se verifican en la infancia, deban su origen a alguna perturbación en la atmósfera psíquica de los padres.
    Explicando los conceptos abordados a través de anécdotas y experiencias, exaltando los buenos ejemplos, el valiente conferencista espírita fue despertando el desarrollo de ideas, colocando a cada uno frente a una circunstancia de la vida, propiciando reflexiones sobre actitudes personales o ajenas, de modo de favorecer la maduración psicológica, y la formación de la personalidad.
   Es sabido y aceptado, que en la etapa infantil se instalan los fenómenos preliminares de los futuros conflictos, que afectan a la criatura humana a lo largo de su desenvolvimiento, en el caso que falte la verdadera afectividad y el respeto por el ser en formación. Cada criatura tiene necesidad de ser amada, protegida, nutrida y orientada; de ese modo, podrá desarrollar los sentimientos de la afectividad, la armonía, la salud, el discernimiento, según lo enseña Joanna de Ângelis en Autodescubrimiento.
    Al finalizar, después de una narración emocionante, acerca de la superación ocasionada por el desamor, Divaldo destacó que el amor debe ser desarrollado y fortalecido en presencia de quienes son indiferentes, faltos de amor y conflictivos, pues el amor es el bálsamo que cicatriza las heridas del alma, bañando con la delicada luminosidad lunar a quien ama y a quien es amado.
Fotos: Jorge Moehlecke
Texto: Paulo Salerno

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])


Registro. Encontro Fraterno com Divaldo Franco 2016 04 de novembro – manhã. Praia do Forte, BA

 “A criatura não é o que se apresenta, nem como se encontra. Esse estado impermanente é trânsito para o que será. Em prazer ou em sofrimento, não se é isso, mas se está isso, conscientizando-se do continuum no qual se encontra mergulhado.” (Divaldo Franco/Joanna de Ângelis – O Ser Consciente – capítulo 9)
Radiante, como quase todos os dias na Bahia, o dia se apresentou para que o desfrutássemos sob as orientações de Divaldo Franco, ícone do movimento espírita nacional e internacional. Suas lúcidas palavras produzem envolvimento emocional, despertando a criatura que ainda dorme em si.
Com as apresentações musicais levadas a efeito por Flávio Benedito e Maurício Virgens, o ambiente foi se harmonizando na medida em que os participantes também asserenavam-se, construindo ambiência salutar.
Foram lançados dois novos títulos da LEAL. O primeiro foi o livro infantil escrito e ilustrado por Luís Hu Rivas, intitulado Minha Amiga Joanna de Ângelis. As ilustrações são no estilo cartoon. O segundo, de autoria de Joanna de Ângelis e psicografado por Divaldo Franco, tem por título Seja Feliz Hoje. Marcando o lançamento do livro infantil, Luís Hu entregou para Divaldo dois quadros, também pintados no estilo cartoon. Um representa a Joanna de Ângelis baby, o outro, de igual estilo, estampa Francisco e Clara de Assis.
Divaldo, em sua verve aclarada, estimulou os participantes a manterem o bom ânimo, a alegria e o perdão, tornando o encontro em terapêutico, utilizando a técnica da risoterapia, introduzindo o tema: A Criança Ferida. Apresentando a classificação do ser humano sob a ótica de Carl Gustav Jung, o médium e conferencista de Feira de Santana discorreu sobre as características do ser introvertido e do extrovertido, salientado que o ser humano é a soma de suas experiências passadas, conforme o psicólogo Emilio Mira y Lopes.
Apresentando o quadro evolutivo dos seres sobre a face do Planeta, Divaldo deixou claro o esforço em superar os obstáculos e sublimar ações, endereçando as criaturas para o Criador, destacando a importância da educação nesse processo, corrigindo os instintos, desenvolvendo a generosidade a ponto de amar o próximo. Todo os ser imaturo é considerado por Jung como uma criança ferida. Ela está sempre desconfiada, magoada, solitária, crer-se infeliz.
Ilustrando o tema, a criança ferida, Divaldo apresentou e comentou sobre o Mito de Narciso, deixando claro que cada um apresenta em suas atitudes um pouco desse mito. Possuir um certo encantamento por si é natural, isso se constitui em autoamor. Com o auxílio de diversos ensinamentos de Joanna de Ângelis, contidos em suas obras, o ilustre orador destacou a importância da educação, desde a infância, desenvolvendo a autenticidade, as potencialidades, adquirindo equilíbrio emocional e físico. Os conflitos, os medos devem ser examinados, descobertos e trabalhados com carinho e coragem.
Fotos: Jorge Moehlecke
Texto: Paulo Salerno

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)



ESPANHOL


ENCUENTRO FRATERNO CON DIVALDO FRANCO 2016

04 de noviembre por la mañana
    La criatura no es lo que se presenta, ni como se encuentra. Ese estado impermanente es un tránsito hacia lo que será. En el placer o en el sufrimiento no se es eso, sino se está de ese modo, con conciencia del continuum en el cual el individuo se encuentra sumergido. (Divaldo Franco/Joanna de Ângelis – El Ser Consciente, capítulo 9.)
    Radiante, como casi todos los días en Bahia, la mañana se presentó para que la disfrutásemos, según la opinión de Divaldo Franco, ícono del movimiento espírita nacional e internacional. Sus lúcidas palabras producen encantamiento emotivo, y despiertan a la criatura que aún duerme en cada ser.
    Con las presentaciones musicales, efectuadas por Flávio Benedito y Maurício Virgens, el ambiente se fue armonizando -a medida que también los participantes se sosegaban- hasta que se creó una atmósfera saludable.
    Se lanzaron dos nuevos títulos de la LEAL. El primero fue el libro infantil escrito e ilustrado por Luís Hu Rivas, intitulado Mi Amiga Joanna de Ângelis. Las ilustraciones corresponden al estilo cartoon. El segundo título, de la autora Joanna de Ângelis, psicografiado por Divaldo Franco, lleva por título Sea Feliz Hoy. Destacando el lanzamiento del libro infantil, Luís Hu entregó a Divaldo dos cuadros, también pintados en el estilo cartoon. Uno representa a Joanna de Ângelis baby; el otro, representa a Francisco y a Clara de Asís.
    Divaldo, con su énfasis esclarecedor, estimuló a los participantes para que conserven el buen ánimo, la alegría, y ejerciten el perdón. Convirtió al Encuentro en una experiencia terapéutica, cuando recurrió a la técnica de la risoterapia, e introdujo el tema: La criatura herida. Al presentar la clasificación del ser humano, desde el punto de vista de Carl Gustav Jung, el médium y conferencista de Feira de Santana aludió a las características del ser introvertido, y también a las del extrovertido, destacando que el ser humano es la suma de sus experiencias pasadas, de conformidad con el psicólogo Emilio Mira y Lopez.
    Cuando presentó el cuadro evolutivo de los seres, sobre la faz del planeta, Divaldo dejó en claro el esfuerzo para superar los obstáculos y sublimar las acciones, orientando a las criaturas hacia el Creador, y destacando la importancia de la educación en ese proceso, para controlar las acciones instintivas y desarrollar la generosidad, al punto de amar al prójimo. Todo ser inmaduro es considerado, por Jung, como una criatura herida: está siempre desconfiada, disgustada, solitaria, y se cree desventurada.
    A modo de ilustración del tema La criatura herida, Divaldo presentó y comentó el mito de Narciso, dejando en claro que cada uno presenta en sus actitudes, algo relacionado con ese mito. Poseer un cierto encanto espontáneo es natural, eso significa autoamor. Con el auxilio de diversas enseñanzas de Joanna de Ângelis, contenidas en sus obras, el ilustre orador destacó la importancia de la educación, a partir de la niñez, desarrollando la autenticidad, las potencialidades; para la conquista del equilibrio emocional y físico. Los conflictos, los miedos, deben ser analizados, descubiertos y elaborados con cariño y valentía.
Fotos: Jorge Moehlecke
Texto: Paulo Salerno


(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])