quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Registro. Divaldo Franco na cidade franciscana de Quito, Equador.

Divaldo Franco na cidade franciscana de Quito

Tudo aconteceu de repente! Uma visita surpresa, porém, muito bem recebida por todos os que têm a honra de conhecer Divaldo Franco. 
Depois de uma exaustiva viagem pela Grécia, passando apenas poucos dias em Salvador, Bahia, Divaldo chegou, na noite de 22 de julho de 2016, à cidade de São Francisco de Quito, capital do Equador, país localizado no centro do mundo. 
No dia seguinte, 23, teve um Encontro Fraterno, com perguntas e respostas, na Fundação Espírita Luz  Fraterna, esclarecendo à luz da Doutrina Espírita e com breves e interessantes histórias, os vários temas que lhe foram propostos. Ponto relevante foi o relacionado à influência de Francisco de Assis sobre as pessoas, na atualidade. Indagado, Divaldo respondeu se referindo ao seu exemplo de humildade, desprendimento, ao não simplesmente dar mas dar-se a si mesmo, o que sempre caracterizou o Santo de Assis. 
No domingo, 24, visitou o Centro Histórico de Quito, declarado Patrimônio Cultural da Humanidade, pela Unesco, em setembro de 1978. Posteriormente, esteve no El Panecillo, uma elevação natural de 3.000 metros acima do nível do mar, situado no coração da cidade, de onde se pode avistar quase toda a cidade, com a escultura gigante da Virgem de Quito, em alumínio, em sua parte central. 
O dia 25 foi dedicado à visita às instalações da Fundação Espírita Luz Fraterna a fim de conhecer melhor o Programa de Apoio Terapêutico e Ocupacional para pessoas autistas,desenvolvido pela Fundação.
À noite, proferiu a conferência Psicologia da gratidão, para um auditório de tal lotado, que várias pessoa permaneceram em pé. 
O Semeador de estrelas expôs, de maneira extraordinária a respeito do sentimento de gratidão, convidando, com suas palavras, a reflexões em torno do tanto que devemos agradecer por tudo que nos rodeia: a água, o ar, as flores. Pelos nossos olhos, ouvidos, mãos, que nos permiten perceber a beleza de cada dia e, principalmente, pela oportunidade da reencarnação, que nos é dada  para melhoria e evolução moral. 
Finalizou declamando o formoso Poema da Gratidão, do Espírito Amélia Rodrigues, levando muitos dos presentes a lágrimas de felicidade. 
A caminho do aeroporto, no dia 26 de julho, Divaldo teve a despedi-lo uma encantadora paisagem composta pelas montanhas, um sol cálido e um céu de azul profundo, tendo ao fundo um colorido arco-íris. 
Divaldo partiu de Quito, físicamente. Ficou, para sempre, nos nossos corações.

             Mayra Cortés
           Tradução de Maria Helena Marcon.
            Em 31.7.2016.

 (Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)

DIVALDO FRANCO EN LA CIUDAD FRANCISCANA DE QUITO.
22 de Julio de 2016.


¡Todo aconteció de repente! Una visita de sorpresa, que fue muy bien recibida por todos aquellos que tienen la honra de conocer a Divaldo Franco.  Después de un agotador viaje por Grecia, y de pasar unos pocos días en Salvador, Bahia, Divaldo llegó por la noche del 22 de julio de 2016, a la ciudad de San Francisco de Quito, capital de Ecuador, país ubicado en el centro del mundo.

Al día siguiente, 23, tuvo un Encuentro Fraterno, con preguntas y respuestas, en la Fundación Espírita Luz Fraterna, oportunidad en la que explicó -en concordancia con la Doctrina Espírita y mediante breves e interesantes anécdotas- los diversos temas que se le propusieron. Uno de los puntos relevantes fue el relacionado con la influencia de Francisco de Asís sobre las personas, en la actualidad. Ante la pregunta al respecto, Divaldo respondió haciendo alusión a su ejemplo de humildad, de desinterés, al no simplemente dar sino darse a sí mismo, lo que siempre caracterizó al Santo de Asís.

El domingo 24 visitó el Centro Histórico de Quito, declarado patrimonio cultural de la humanidad por la Unesco, en septiembre de 1978. Posteriormente estuvo en El Panecillo, una elevación natural de 3.000 metros por encima del nivel del mar, ubicada en el corazón de la ciudad, desde donde se puede apreciar casi toda la ciudad, con la escultura gigante de la Virgen de Quito, de aluminio, en su parte central. 

El día 25 estuvo dedicado a la visita a las instalaciones de la Fundación Espírita Luz Fraterna, a fin de conocer mejor el Programa de Apoyo Terapéutico y Ocupacional para personas autistas, que desarrolla la Fundación.

Por la noche, pronunció la conferencia Psicología de la gratitud, para un auditorio repleto, de tal modo que varias personas debieron permanecer de pie. El Sembrador de estrellas expuso, de una manera extraordinaria los conceptos relativos al sentimiento de la gratitud, e invitó mediante sus palabras, a reflexiones acerca de tanto que debemos agradecer por todo lo que nos rodea: el agua, el aire, las flores. Por nuestros ojos, nuestros oídos, nuestras manos, que nos permiten percibir la belleza de cada día y, principalmente, por la oportunidad de la reencarnación, que se nos concede para mejoramiento y evolución moral.

Finalizó, declamando el hermoso Poema de la Gratitud, del Espíritu Amélia Rodrigues, lo que hizo que brotaran -en muchos de los presentes- lágrimas de felicidad.

En camino hacia el aeropuerto, el día 26 de julio, Divaldo fue despedido por un encantador paisaje compuesto por las montañas, un sol cálido y un cielo azul profundo, que tuvo como marco un espléndido arco iris.

Divaldo partió de Quito físicamente, pero permanecerá para siempre en nuestros corazones.

             Mayra Cortés
           
            Traducción de Maria Helena Marcon.
            31.7.2016.


(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])


terça-feira, 2 de agosto de 2016

Registro. 4º Movimento Você e a Paz em Amparo, SP

31/07/2016 - Parte da noite

Às 18 horas, ao alvorecer do dia 31 de julho de 2016, iniciou-se a segunda parte do Movimento “Você e a Paz”, na cidade de Amparo.
Reflexões sobre a paz foram transmitidas por Dom Luiz Gonzaga Fechio, Bispo Diocesano de Amparo; Pastor José Lima, da Assembleia de Deus Ministério do Belém de Amparo e Divaldo Pereira Franco, fundador do Movimento.
O Pastor José Lima, da Assembleia de Deus Ministério do Belém de Amparo, iniciou as  mensagens da noite com a Parábola do Bom Samaritano, reforçando a importância da  fraternidade para uma cultura de paz.
Dom Luiz Gonzaga Fechio, Bispo Diocesano de Amparo, abordou a globalização da indiferença entre os seres humanos e afirmou que o mundo vive momentos assustadores de violência. Para ele, o ser humano comove-se com a violência distante e se esquece da ocorrida em sua própria vida cotidiana. Citou palavras de ordem de paz do Papa Francisco e  mencionou a importância compaixão, cantando em uníssono com a plateia a Oração de São Francisco.

Divaldo Pereira Franco, fundador do Movimento, iniciou sua fala abordando a importância do amor entre as pessoas e mencionou a frase de Gandhi: “Se um único homem atingir a plenitude do amor, neutralizará o ódio de milhões e o mundo estará salvo”. Ressaltou ainda, que não existe um caminho para paz, mas que a paz é o caminho. Referiu-se a Allan Kardec e reforçou a importância do amor para a paz, lembrando que esse inicia-se com a educação moral no lar e  na tolerância entre os parceiros, que o  transferem para os filhos.
Para ilustrar, recontou, à sua emoção, a Lenda do Esconderijo Seguro, ditado pelo Espírito Selma Lagerlöf. Ante a expectação geral dos anjos, o Deus explicou que desejava ensinar aos homens e mulheres uma forma condigna para O buscarem.  Todos sabiam que Ele residia no Paraíso, cujo endereço era muito conhecido, e para onde se dirigiam suas queixas e desgostos, raramente a gratidão e o amor. Assim, Ele estava pensando, pelo menos por um período, transferir-se da sua morada, para um lugar onde fosse difícil de ser encontrado. Isso seria uma espécie de férias que Ele desejava experimentar... E Deus passou a residir no coração do ser humano, somente sendo encontrado por aqueles que realizam a viagem interior, autoiluminando-se e amando profundamente ao seu próximo. Durante a narrativa, Divaldo, numa homenagem ao amigo de longa data, complementou a história, dizendo que quem indicou a Deus o lugar do esconderijo seguro, foi um lindo anjinho negro de olhos verdes, o Anjo de Niteroi: Raul Teixeira.

Depois de diversas reflexões, sobre a tolerância, a compaixão e o amor como pilares da Paz, narrou ainda que havia um casal que estava unido há 40 anos. O marido, já insatisfeito com sua esposa, possuía uma amante, que lhe pediu que se divorciasse. Certo dia, ele saiu de seu trabalho, chegou em casa e viu a mesa posta. Não pensou duas vezes em solicitar a separação matrimonial à esposa, complementando que lhe daria 30% de ações da empresa, a mansão, o carro e uma boa pensão para ela e o filho. A mulher gritou, blasfemou, falou mal e depois foi para seu quarto e não deu a resposta desejada.
Passou-se o segundo, o terceiro e enfim o quarto dia, o marido chegou em casa e viu sua mulher sentada na cadeira, escrevendo várias páginas. Ela estava com uma vibração de ternura, amor, muito carinho. O esposo, vendo-lhe, ficou abismado com a atitude de tamanha paz e indagando sobre o divórcio, ela respondeu que o daria sobre duas condições: ele teria de esperar 30 dias, pois nesse período o filho iria prestar o vestibular tão almejado, e também a teria de carregá-la no colo, do quarto para a sala, todos os dias. O homem aceitou sua condição e todos os dias antes de trabalhar carregava sua esposa do quarto para a sala. Um dia, seu filho vendo tal cena, ficou imensamente feliz, acreditando que o casal estava se reconciliando.

            Passou-se o quinto, o décimo, e então no décimo quinto dia, sua esposa usou o perfume da noite de núpcias e um vestido que a deixou muito interessante. Mas ela, estranhamente, estava ficando magra e pálida. Passaram-se os dias e ela continuava cada vez mais sem cor, sobrando pano em suas roupas. No vigésimo sexto dia, o homem foi à casa de sua amante e disse que não iria pedir mais o divórcio. Esta, revoltada, xingou e bateu-lhe a porta. Mas o marido não se abalou, foi até uma floricultura e comprou um buquê com 12 botões de rosas vermelhas para sua esposa. Chegou em casa assoviando de felicidade, foi até o quarto, sentou-se na cama ao lado de sua esposa . Ela olhou para ele e, enfraquecida fisicamente, apontou-lhe uma carta, com os seguintes dizeres: "Querido, eu lhe pedi 30 dias para o divórcio, porque fui ao Oncologista e  este me disse que eu estava com câncer no útero. É fatal e não há nada a fazer e no prazo de no máximo 30 dias estarei morta . Não quero suas ações, nem sua mansão, seu carro, seu dinheiro. Quero apenas lhe dizer que te amo e não queria que você se sentisse culpado pela nossa separação." Nesse momento sua esposa faleceu, deixando-lhe o sentimento de arrependimento por não ter demonstrado mais amor à sua companheira de tantos anos. Divaldo finalizou sua mensagem sobre o Amor e a Paz, com o Poema da Gratidão.
Durante o encerramento do encontro, houve ainda a apresentação do Musical América, com Jean William e Jazz Trio, tendo a participação especial de Fafá de Belém. Instituições, e trabalhadores que se empenham no ideal da Paz foram homenageados e reconhecidos através do troféu Você e a Paz.

Texto: Equipe do Livro do Estado de São Paulo.
Fotos: Sandra Patrocínio e Edgard Patrocínio.

 (Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)

4º MOVIMIENTO TÚ Y LA PAZ EN AMPARO (SP),
31/07/2016, por la noche.

 
Era el atardecer del día 31 de julio de 2016, cuando a las 18:00, dio comienzo la segunda parte del Movimiento Tú y la Paz, en la ciudad de Amparo.
Reflexiones sobre la paz fueron enunciadas por Don Luiz Gonzaga Fechio, Obispo Diocesano de Amparo; por el Pastor José Lima, de la Asamblea de Dios, Ministerio de Belén de Amparo, y por Divaldo Pereira Franco, fundador del Movimiento.
El Pastor José Lima, de la Asamblea de Dios, Ministerio de Belén de Amparo, dio comienzo a los mensajes de la noche con la Parábola del buen samaritano, enfatizando la importancia de la fraternidad para una cultura de paz.
Don Luiz Gonzaga Fechio, Obispo Diocesano de Amparo, abordó la globalización de la indiferencia entre los seres humanos, y manifestó que el mundo vive momentos de violencia, que infunden temor. Para él, el ser humano se conmueve con la violencia a distancia, pero se olvida de la que acontece en su propia vida cotidiana. Citó palabras de orden del Papa Francisco, a favor de la paz, y mencionó la importancia de la compasión. Finalmente, entonó al unísono con la platea, la Oración de San Francisco.

Divaldo Pereira Franco, fundador del Movimiento, dio comienzo a su alocución mencionando la importancia del amor entre las personas, y recordó la frase de Gandhi: Si un solo hombre alcanzara la plenitud del amor, neutralizará el odio de millones y el mundo estará a salvo. Destacó, además, que no existe un camino hacia la paz, sino que la paz es el camino. Se refirió a Allan Kardec y reforzó la importancia del amor para que exista la paz, recordando que este comienza con la educación moral en el hogar, y con la tolerancia en la pareja, que se traslada a los hijos.

Para ilustrar, relató con emoción, la Leyenda del escondrijo seguro, dictada por el Espíritu Selma Lagerlöf. Ante la expectación general de los ángeles, Dios explicó que deseaba enseñar a los hombres y a las mujeres una forma adecuada para buscarlo. Todos sabían que Él residía en el Paraíso, y su dirección era muy conocida, pues hacia ella dirigían sus quejas y reproches; raramente la gratitud y el amor. Por consiguiente, Él estaba pensando en trasladar su domicilio, al menos durante un cierto tiempo, a un lugar donde fuese difícil encontrarlo. Eso significaría una especie de vacaciones que Él deseaba intentar. Y Dios comenzó a vivir en el corazón del ser humano, donde solamente lo encuentran aquellos que realizan un viaje hacia su propio interior, con lo que se autoiluminan, y llegan a amar profundamente a su prójimo. Durante la narración, Divaldo, en homenaje a quien es un amigo desde mucho tiempo atrás, completó el relato diciendo que, quien le propuso a  Dios el lugar del escondrijo seguro, fue un bello angelito negro de ojos verdes, el Ángel de Niteroi: Raul Teixeira.

Después de hacer diversas reflexiones acerca de la tolerancia, la compasión y el amor, como pilares de la Paz, hizo otro relato, referido a un matrimonio que estaba unido hacía cuarenta años. El marido, insatisfecho con su esposa, tenía una amante, quien le pidió que se divorciara. Cierto día, llegó a su casa -de retorno de su trabajo-; notó que la mesa ya estaba servida. Sin pensarlo dos veces, le solicitó a su esposa la separación matrimonial. Agregó que le daría el 30% de las acciones de la empresa, la mansión, el auto y una buena pensión para ella y su hijo. La mujer gritó, blasfemó, y después se retiró a su cuarto, sin haberle dado la respuesta que él deseaba.
Transcurrió el segundo, el tercero y, finalmente, al cuarto día, al llegar a su casa, el marido vio a su mujer sentada en una silla, mientras escribía varias páginas. Ella estaba envuelta en una vibración de ternura, de amor, de mucho cariño. El esposo, al verla, quedó sorprendido por esa actitud de tanta paz, y al preguntarle acerca del divorcio, ella le respondió que se lo concedería, con dos condiciones: La primera: él tendría que esperar 30 días, pues dentro de ese período su hijo iría a rendir el examenvestibular tan ansiado; y la segunda que, además, tendría que cargarla en brazos, desde el dormitorio hasta la sala, todos los días. El hombre aceptó las condiciones; y cada día, antes de ir a su trabajo, cargaba a su esposa desde el dormitorio hasta la sala. En cierta ocasión, su hijo presenció la escena y se sintió inmensamente feliz, porque supuso que el matrimonio se estaba reconciliando.
Pasó el quinto día, el décimo día, y al décimoquinto día, su esposa se puso el perfume que había usado la noche del casamiento, y un vestido con el cual se la veía muy atractiva. Mientras tanto, extrañamente, ella había ido adelgazando, y empalideció. Transcurrieron los días, y ella continuaba cada vez más pálida, y estaba tan demacrada que la ropa le quedaba holgada. Al vigésimosexto día, el hombre fue a la casa de su amante y le dijo que él no volvería a pedir el divorcio. Ella, disgustada, lo insultó y lo echó.
El hombre no se inmutó: fue a una florería y compró un ramo de doce pimpollos de rosas rojas para su esposa. Llegó a su casa silbando, feliz; fue al dormitorio y se sentó en la cama, al lado de su esposa. Ella lo miró y, debilitada físicamente, le mostró una carta, que decía lo siguiente: Querido, te pedí 30 días para el divorcio, porque fui al oncólogo y me dijo que tenía un cáncer en el útero. Es terminal, no hay nada que hacer, y en el plazo máximo de treinta días estaré muerta. No quiero tus acciones, ni tu mansión, ni tu coche ni tu dinero. Quiero, sólo, decirte que te amo, y no deseo que te sientas culpable por nuestra separación. En ese momento su esposa falleció, y él se quedó con arrepentimiento por no haber demostrado más amor a su compañera de tantos años. Divaldo finalizó su mensaje sobre el Amor y la Paz, con el Poema de la Gratitud.

 Al cierre del encuentro se sumó, además, la presentación del Musical América, con Jean William y Jazz Trio, que contó con la participación especial de Fafá de Belém. Instituciones y trabajadores que aportan su colaboración al ideal de la Paz, fueron homenajeados y reconocidos mediante el trofeo Tú y la Paz.

Texto: Equipo del Libro del Estado de San Pablo.
Fotos: Sandra Patrocínio y Edgard Patrocínio.

  (Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Registro. 4º Movimento Você e a Paz em Amparo, SP

31/07/2016

Milhares de pessoas ávidas por contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de paz, uniram-se em torno da Praça Pádua Salles para o 4° encontro desta natureza na cidade de Amparo.  A manhã ensolarada de 31 de julho de 2016 foi repleta de atividades, iniciando-se pela distribuição de 4.500 camisetas e diversos balões brancos ecológicos, que simbolizaram a vontade dos participantes em manifestar o desejo pela não violência.
            Assinalaram presença no evento, os apoiadores Prefeitura Municipal de Amparo e Ypê, representados na figura ilustríssima da Sra. Ana Maria Veroneze Beira, que agradeceu a todos pela união e cuidados na realização da infraestrutura necessária ao movimento “Você e a Paz”.
            Divaldo Franco também honrou os participantes com reflexivas palavras sobre o tema. Afirmou ele que mais do que nunca há a necessidade de paz. Mesmo com as conquistas tecnológicas e científicas, que deram conforto a alguns, não se conseguiu solucionar o problema da criatura humana, que prossegue agressiva, violenta e atormentada.
            Propôs mudanças para este mundo de sofrimentos, alertando que modificações  só serão possíveis quando o ser humano resolver pela transformação interior, colocando  em seu mundo íntimo a sagrada proposta da paz. Para tanto, não é necessário qualquer artifício: basta que se faça uma viagem dentro de si mesmo, visando conhecer as necessidades reais da vida para melhor realizar a majestosa mensagem da conversão.
            “Eu vos desejo paz”: foi com estas palavras inolvidáveis de Jesus, a maior personagem da história da humanidade, que Divaldo acalentou e preparou os corações sedentos de pacificidade para este dia glorioso, almejando que o sentimento fosse duradouro nos seres ali presentes.
            Às 9h00, deu-se início ao percurso pelas ruas da cidade, em que Divaldo Franco ao percorrê-lo, resplendeu em atos de alegria, união, empenho e vigor; o exemplo da harmonia e da avença entre os seres humanos. Cantos de Paz foram entoados durante todo o percurso, que durou cerca de uma hora, pelos que avançavam em suas buscas pela convivência pacífica.
            Ao retornar à Praça, o grupo harmônico de caminhantes pôde ainda usufruir de apresentações do canil da guarda, capoeira, atividades com o Grupo de Escoteiros da cidade, distribuição de pipoca e algodão doce, brinquedos para as crianças e  exposição de desenhos sobre a paz. Foi oferecido, também, um espaço gratuito para corte de cabelos e pintura de unhas artísticas, além de orientações jurídicas para aqueles que as buscaram. Já o Espaço Saúde, trouxe aos presentes a oportunidade de aferir a pressão arterial, medir glicemia e realizar o cálculo do IMC, entre outros.
            Às 18h00 de hoje, encerramento do encontro, haverá ainda a apresentação do Musical América, com Jean William e Jazz Trio, tendo a participação especial de Fafá de Belém.  Reflexões sobre a paz serão transmitidas por Dom Luiz Gonzaga Fechio, Bispo Diocesano de Amparo; Pastor José Lima, da Assembleia de Deus Ministério do Belém de Amparo; Lama Rinchen Khyenrab, Monge Budista e Divaldo Pereira Franco, fundador do Movimento, para que, “por meio do Amor e da Fraternidade, vivamos a Paz”.
                  Texto: Carlyne Paiva 
                 Fotos: Sandra Patrocínio e Edgard Patrocínio
 (Texto em português recibo em email de Jorge Moehleckde)

 

4º MOVIMIENTO TÚ Y LA PAZ en AMPARO, SAN PABLO - 31/07/2016.

Miles de personas ávidas por contribuir al desarrollo de una cultura de paz, se reunieron en torno de la Plaza Pádua Salles, para el 4° Encuentro de esta naturaleza en la ciudad de Amparo. La mañana soleada del 31 de julio de 2016 estuvo repleta de actividades, que comenzaron con la distribución de 4.500 remeras y diferentes globos blancos ecológicos, que simbolizaron la voluntad de los participantes de manifestarse a favor de la no violencia.
            Se hicieron presentes en el encuentro, los auspicios de la Prefeitura Municipal de Amparo y de Ypê, representados en la persona de la ilustrísima Sra. Ana Maria Veroneze Beira, que agradeció a todos por la unión y el esmero, aplicados a la realización de la infraestructura necesaria para elMovimiento Tú y la Paz.
            Divaldo Franco también honró a los participantes con reflexivas palabras acerca del tema. Manifestó él que, más que nunca, existe la necesidad de paz. Incluso, con las conquistas tecnológicas y científicas, que brindaron confort sólo a algunos, no se ha conseguido solucionar el problema de la criatura humana, que prosigue agresiva, violenta y atormentada.
            Propuso cambios para este mundo de sufrimientos, advirtiendo que las modificaciones sólo serán posibles cuando el ser humano se decida a la transformación interior, instalando en su mundo íntimo la sagrada propuesta de la paz. A tal efecto, no son necesarios los artificios: alcanza con que se haga un viaje hacia el interior de uno mismo, con el propósito de conocer las necesidades reales de la vida, para mejor realizar el majestuoso mensaje de la conversión.
            Yo os deseo paz. Fue con estas palabras inolvidables de Jesús, el máximo personaje de la historia de la humanidad, que Divaldo estimuló y preparó los corazones sedientos de pacificación, para este día glorioso, alentando el sentimiento de que perdurara en los seres allí presentes.
            A las 09:00 se dio comienzo al recorrido por las calles de la ciudad, cuando Divaldo Franco -durante el trayecto- desbordó en actos de alegría, unión, esfuerzo y vigor, ejemplificando la armonía y el entendimiento entre los seres humanos. Se entonaron canciones alusivas a la Paz durante todo el recorrido -que duró casi una hora-, por parte de quienes marchaban a favor de la convivencia pacífica.
            Al retornar a la Plaza, el armonioso grupo de caminantes pudo, además, disfrutar de presentaciones de perros amaestrados, capoeira, actividades a cargo del Grupo de Scouts de la ciudad, distribución de pororó y algodón de azúcar, juguetes para los niños y  exposición de dibujos sobre la paz. Hubo, también, un espacio gratuito para corte de cabello y pintura de uñas artística, además de orientación jurídica para quienes la necesitaran. También el Espacio Salud brindó a los presentes la oportunidad de controlar la presión arterial, medir la glucemia y realizar el cálculo del IMC, entre otros.
            A las 18:00 del día de hoy, cierre del encuentro, se producirá además la presentación delMusical América, con Jean William y el Jazz Trio, además de la participación especial de Fafá de Belém. Se trasmitirán reflexiones sobre la paz, a cargo del Obispo Diocesano de Amparo, Don Luiz Gonzaga Fechio; el Pastor José Lima, de la Asamblea de Dios, Ministerio de Belén de Amparo; el Lama Rinchen Khyenrab, monje budista y Divaldo Pereira Franco, fundador del Movimiento, para quepor medio del Amor y de la Fraternidad, vivamos la Paz.

                  Texto: Carlyne Paiva 
                 Fotos: Sandra Patrocínio e Edgard Patrocínio
  (Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])

domingo, 31 de julho de 2016

Registro. Divaldo Franco em Porto Rico

03/07/2016

Como parte do Congreso Espírita Puertorriqueño 03/07/2016, promovido pela Escuela de Consejo Moral de Puerto Rico (em San Juan), Divaldo Pereira Franco proferiu varias conferências em torno do tema central do evento O Espiritismo formando a grande família universal.

Entre as conferências, se destacou a de abertura, que levou o título do Congresso, em que pautou os preceitos da Doutrina Espírita e a importância do desenvolvimento do conceito de família.

Frisou que todos os membros do núcleo familiar exercem uma função que deve ser forjada no calor da solidariedade e da compreensão.

Recordou da importância de sermos parte da familia universal para os invisíveis, definindo-os como aqueles cujo trabalho não é observado por ninguém, embora esse trabalho seja vital para o funcionamento da sociedade. Alertou para que reconheçamos as necessidades e sentimentos desses que não percebemos, que estão ao nosso redor, e que necessitam uma atenção mais direta.

Divaldo ainda teve um Encontro com os jovens, abordando O serviço da Caridade na juventude,  que lhe permitiu narrar diversas experiências da Mansão do Caminho, a respeito de crianças e jovens que cresceram e foram educados por ele próprio e Nilson (de Souza Pereira).

Os jovens tiveram, ainda, a oportunidade de formular perguntas a Divaldo, compartilhando suas experiências como integrantes da Brigada de amor, grupo juvenil que atua na Égida Espírita Posada la Caridad, vinculada à Escuela de Consejo Moral de Puerto Rico.

Na conferencia de encerramento, Amanhecer de uma Nova Era, Divaldo assinalou o alvorecer da familia fraternal, dos diversos processos da transição planetária e nossa responsablidade perante esses acontecimentos.

Serão as atitudes morais dos encarnados que permitirão o desenvolvimento do mundo de regeneração. Sob a égide de Jesus de Nazaré, os benfeitores espirituais colaboram constantemente na Espiritualidade, para a chegada da nova era orquestrada pela paz e o bem.

A conferência foi finalizada com a declamação do Poema de gratidão, do Espírito Amélia Rodrigues.

                       Edgardo Machuca Torres                     
                      Tradução, Maria Helena Marcon.
                                        Em 29.7.2016.


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


Divaldo Pereira Franco - Puerto Rico - 03/07/2016.

Como parte del Congreso Espírita Puertorriqueño,  llevado a cabo el día 03/07/2016, promovido por la Escuela de Consejo Moral de Puerto Rico (en la ciudad de San Juan), Divaldo Pereira Franco pronunció varias conferencias acerca del tema central: El Espiritismo en la formación de la gran familia universal.

Entre las conferencias se destacó la de la inauguración, cuyo tema fue el que dio título al Congreso, en la cual enunció los preceptos de la Doctrina Espírita y la importancia del desenvolvimiento del concepto de familia.

Destacó que todos los miembros del núcleo familiar ejercen una función que debe forjarse al calor de la solidaridad y la comprensión.

Recordó la importancia de que seamos parte de la familia universal para los invisibles, a los cuales definió como aquellos cuya labor nadie tiene en cuenta, pese a que esa tarea sea vital para el funcionamiento de la sociedad. Nos alertó, a fin de que identifiquemos las necesidades y los sentimientos de aquellos a quienes no percibimos, que están alrededor nuestro, y necesitan una atención más directa.

Divaldo tuvo, asimismo, un Encuentro con los jóvenes, en el cual desarrolló el tema La tarea de la Caridad en la juventud, el cual le permitió compartir diversas experiencias de la Mansión del Camino, respecto de niños y jóvenes que crecieron y fueron educados por él mismo y por Nilson de Souza Pereira.

Los jóvenes tuvieron, además, la oportunidad de formular preguntas a Divaldo, compartiendo sus experiencias como miembros de la Brigada de Amor, un grupo juvenil que se desempeña en la Égida Espírita Posada de la Caridad, vinculada a la Escuela de Consejo Moral de Puerto Rico.

En la conferencia de clausura, Amanecer de una Nueva Era, Divaldo destacó la alborada de la familia fraternal, de los diversos procesos de transición planetaria y nuestra responsabilidad en relación con tales acontecimientos.

Serán las aptitudes morales de los encarnados, las que permitirán el desarrollo del mundo de regeneración. Bajo la égida de Jesús de Nazaret, los benefactores espirituales colaboran constantemente, desde la Espiritualidad, para la llegada de la Nueva Era, caracterizada por la paz y el bien.

La conferencia finalizó con la declamación del Poema de la gratitud, del Espíritu Amelia Rodrigues.

                       Edgardo Machuca Torres                     
                      Traducción al portugués: Maria Helena Marcon.
                                        El 29.7.2016.
 (Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])



domingo, 3 de julho de 2016

Registro. Divaldo Franco - Conferência em Cartagena, Colômbia


08/06/2016

Em continuidade às comemorações do 22º aniversário do Centro Espírita Joanna de Ângelis, de Cartagena, Colômbia, a 8 de junho de 2016, Divaldo Pereira Franco proferiu Conferência, no auditório do Hotel Dorado Plaza, sobre Reencarnação e Justiça Divina. 
Iniciou sua fala, com as palavras do filósofo grego imortalista Pitágoras: A alma é uma chama oculta. Quando lhe colocamos os santos óleos do amor, ela se ilumina toda. Quando nos descuidamos, diminui a sua claridade, desaparece e se extingue. 
A vida é única, mas as existências corporais são muitas. Entramos e saímos do corpo com a mesma naturalidade com que vestimos determinada vestimenta e depois a abandonamos. Vamos acumulando experiências, apresentando conquistas positivas em cada etapa, diminuindo as negativas na medida em que logramos aprendizado.

Ao estudar a criatura humana, Allan Kardec a apresentou como um corpo, períspirito e Espírito. Ao perispírito compete manter a memória, as conquistas, as atitudes. 
Sequencialmente, Divaldo apresenta as diferentes posturas com relação à reencarnação no Egito, a Grécia antiga, a Índia. 
Jesus ensinou a reencarnação, falando da multiplicidade das existências, conforme se encontra no Evangelho de João, que narra seu encontro com Nicodemus, asseverando que é necessário nascer de novo, da água e do Espírito, para entrar no reino dos céus. 
O que é nascer da água? Refere-se à primeira forma de manifestação de vida animal – a união do espermatozoide, uma partícula gelatinosa, com o óvulo, outra gotícula d´agua, que forma o ovo. 
A reencarnação somente foi retirada do Evangelho no ano de 553, no Concílio de Constantinopla. 
Enfatiza a questão da liberdade de semeadura e obrigatoriedade da colheita e de que a Doutrina Espírita nos recomenda a caridade moral, de ternura, de amor ao próximo, de ajuda, de trabalho, de cultura, de desenvolvimento da cidadania. 
Encerra com a oração de Francisco, o Sol de Assis.
           
                Diana Burgos.
               Tradução sintetizada de Maria Helena Marcon.


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


Espanhol


DIVALDO FRANCO - Conferencia en Cartagena, Colombia, 08/06/2016.


Para proseguir con las conmemoraciones del 22º aniversario del Centro Espírita Joanna de Ângelis, de Cartagena, Colombia, el 8 de junio de 2016, Divaldo Pereira Franco pronunció una conferencia en el auditorio del Hotel Dorado Plaza, sobre Reencarnación y Justicia Divina. 
Dio comienzo a su disertación, con las palabras del filósofo griego inmortalista Pitágoras: El alma es una llama oculta. Cuando le colocamos los sagrados óleos del amor, esta se ilumina toda. Cuando nos descuidamos, disminuye su luminosidad, desaparece y se extingue. 
La vida es única, pero las existencias corporales son muchas. Entramos y salimos del cuerpo con la misma naturalidad con que nos ponemos una determinada vestimenta y después la abandonamos. Vamos acumulando experiencias: presentamos conquistas positivas en cada etapa; disminuimos las negativas a medida que logramos el aprendizaje.

Al estudiar a la criatura humana, Allan Kardec la presentó como un cuerpo, un periespíritu y un Espíritu. Al periespíritu le compete conservar la memoria, las conquistas, las actitudes. 
Sucesivamente, Divaldo presenta las diferentes posiciones con relación a la reencarnación, en Egipto, en la Grecia antigua, y en la India. 
Jesús enseñó la reencarnación, hablando de la multiplicidad de las existencias, conforme con lo que consta en el Evangelio de Juan, que narra su encuentro con Nicodemo, afirmando que es necesario nacer de nuevo, del agua y del Espíritu, para entrar en el Reino de los Cielos. 
¿Qué es nacer del agua? Se refiere a la primera forma de manifestación de la vida animal: la unión del espermatozoide, una partícula gelatinosa, con el óvulo, otra diminuta gota de agua, que forma el huevo. 
La reencarnación fue retirada del Evangelio en el año 553, en el Concilio de Constantinopla. 
Enfatiza la cuestión de la libertad de siembra y de la obligatoriedad de la cosecha, y en cuanto a que la Doctrina Espírita nos recomienda la caridad moral, de ternura, de amor al prójimo, de ayuda, de trabajo, de cultura, de desenvolvimiento de la ciudadanía. 
Finaliza con la oración de Francisco, el Sol de Asís.
           
                Diana Burgos.
               Traducción sintetizada de Maria Helena Marcon.


(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])




sexta-feira, 1 de julho de 2016

Registro. Divaldo Franco - Centro Espírita Juana de Ángeles, Cartagena, Colômbia

8 de junho de 2016

Seminário no Centro Espírita Juana de Ángeles

Nas instalações do Centro Espírita Juana de Ángeles, em 8 de junho de 2016, Divaldo Pereira Franco coordenou o seminário Mediunidade: triunfo da imortalidade.

Numa quase conversação íntima e um toque de amabilidade, conduziu o seminário permitindo oportunas perguntas a respeito do tema.

Disse que a mediunidade sempre esteve na História da Humanidade, desde épocas remotas e descreveu fatos ocorridos ao longo do tempo, como por exemplo, sobre Creso, rei da Lídia, que desejava saber se os deuses poderiam penetrar no futuro da criatura humana; o papa Pio V, que teve a visão da batalha de Lepanto; Swedenborg que, estando em Gotemburgo, a mais de quatrocentos quilômetros, viu o incêndio próximo à sua casa, em Estocolmo, chegando, finalmente, a Allan Kardec, que estudou os fenômenos mediúnicos e apresentou a faculdade como uma manifestação normal do organismo, através da qual se tem ciência da imortalidade da alma.

Com sua experiência mediúnica de quase setenta anos, respondeu às questões do público, propiciando esclarecimentos oportunos como da necessidade de renúncia aos vícios, às más inclinações para que se construa uma vida de paz, saúde, felicidade e alegria.

Orientou sobre a maneira de esclarecimento aos Espíritos que se manifestam; recomendou o hábito da meditação a fim de melhorar a concentração na atividade mediúnica; a educação da mediunidade, sinalizando como o maior perigo para o médium o processo obsessivo.

Aconselhou a perseverança, não faltando às reuniões mediúnicas porque os Espíritos contam com os médiuns, considerando que se preparam para o intercâmbio até quarenta e oito horas antes das sessões.

Esclareceu que a importância do médium não se encontra na categoria dos Espíritos de que se torna intermediário mas na variedade dos que recebe.

No tocante à mediunidade em crianças e adolescentes, disse que deve ser encarada de forma natural, aplicando-lhes a terapia espírita dos passes, da água magnetizada e a segura orientação espírita.

Encerrou o evento, conduzindo exercício de meditação.

               Diana Burgos.
              Tradução sintetizada por Maria Helena Marcon.
               Em 26.6.20


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)



Espanhol



DIVALDO FRANCO - Seminario en el Centro Espírita
JUANA DE ÁNGELES - 8 de junio de 2016 - Cartagena,Colombia.

En las instalaciones del Centro Espírita Juana de Ángeles, el 8 de junio de 2016, Divaldo Pereira Franco realizó un seminario titulado Mediumnidad: triunfo de la inmortalidad.

Mediante casi una conversación íntima, con un toque de amabilidad, condujo el seminario, dando lugar a oportunas preguntas respecto del tema.

Manifestó que la mediumnidad estuvo presente en la historia de la humanidad, desde épocas remotas, y describió acontecimientos ocurridos a lo largo del tiempo, como por ejemplo, en relación con Creso, rey de Lidia, que deseaba saber si los dioses podrían develar el futuro de la criatura humana; el Papa Pío V, tuvo la visión de la batalla de Lepanto; Swedenborg, mientras estaba en Gotemburgo, a más de cuatrocientos kilómetros, vio un incendio en las proximidades de su casa, en Estocolmo. Finalmente, Allan Kardec estudió los fenómenos mediúmnicos, y presentó a esa facultad como una manifestación normal del organismo, a través de la cual se toma conocimiento de la inmortalidad del alma.

Con su experiencia mediúmnica de casi setenta años, Divaldo respondió las preguntas del público, lo que dio lugar a explicaciones oportunas, tales como la relativa a la  necesidad de renuncia a los vicios, a las malas inclinaciones, para edificar una vida de paz, salud, felicidad y alegría.

Aportó orientaciones acerca de la manera de esclarecer a los Espíritus que se manifiestan; recomendó el hábito de la meditación, a fin de mejorar la concentración en la actividad mediúmnica; la educación de la mediumnidad, y destacó como el mayor peligro para el médium, el proceso obsesivo.

Aconsejó la perseverancia; no faltar a las reuniones mediúmnicas, porque los Espíritus cuentan con los médiums, considerando que se preparan para el intercambio hasta cuarenta y ocho horas antes de las sesiones.

Explicó que la importancia del médium no reside en la categoría de los Espíritus de los cuales es intermediario, sino en la variedad de los que recibe.

En lo atinente a la mediumnidad en los niños y los adolescentes, dijo que debe ser encarada de modo natural, aplicándoles la terapia espírita de los pases, del agua magnetizada y la segura orientación espírita.

Concluyó la labor, conduciendo una práctica de meditación.

               Diana Burgos.
              Traducción sintetizada por Maria Helena Marcon.
               El 26.6.2016.

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)


quarta-feira, 29 de junho de 2016

Registro. Divaldo Franco - Palestra em Santos, SP

25/06/2016

O ginásio de esportes do complexo esportivo Arena Santos da cidade de Santos acolheu 4.200 pessoas para ouvir Divaldo Franco.
Na mesma oportunidade Divaldo também foi homenageado por seu trabalho filantrópico e pelas suas atividades em favor dos ideais de pacifismo e de amor ao próximo pela Dra. Lucia Teixeira presidente da Universidade Santa Cecília (Unisanta), que organizou o evento em comemoração aos 20 anos do curso de extensão em Ciência, Saúde e Espiritualidade.
Após a entrega da comenda, Divaldo Franco, num gesto de humildade, transferiu-a para Allan Kardec, o codificador da Doutrina Espírita, o lídimo merecedor de todas as homenagens. Divaldo, contudo, não abriu mão de abrigar no coração a emoção, o carinho e a bondade pelo ato que ele considerou um estímulo a lhe permitir seguir, intimorato, na sua trajetória.
Após essas observações, Divaldo Franco silenciou por alguns segundos e então, deu início à palestra fazendo uma rápida incursão desde a antiga Grécia onde se considerava ser Atenas o centro do Universo, passando pelo avanço de Nicolau Copérnico e Galileu Galilei estabelecendo a realidade do heliocentrismo. Em seguida Divaldo relembra o Iluminismo movimento cultural no século XVIII que procurou mobilizar o poder da razão, a fim de reformar a sociedade e o conhecimento herdado da era medieval.

O epicentro do iluminismo deu-se na França resultando na publicação da grande Encyclopédie  editada por Denis Diderot com a contribuições de inúmeros intelectuais como Voltaire  e Montesquieu.
A humanidade oprimida, até então, pela intolerância religiosa e privilégios aos nobres e ao clero ansiava por se libertar desses jugos.
A partir desses ideais e a par com uma severa crise o povo revoltou-se e em 14 de julho de 1.789 com a queda da Bastilha teve início a Revolução Francesa.
Divaldo, dando continuidade ao prólogo de sua mensagem principal vai buscar um personagem símbolo  desses dias:
Pierre Gaspard Chaumette (1763 –1794) político Frances e pertencente ao grupo dos ultras radicais fanáticos no período da Revolução Francesa e que considerava ser a religião uma relíquia das superstições da era medieval e não mais correspondendo às conquistas intelectuais obtidas com o Iluminismo.
Chaumette considerava a Igreja e os inimigos da Revolução Francesa como sendo a mesma coisa e apoiado em seu fanatismo iniciou o movimento de descristianização do povo Frances.
A campanha de descristianização é uma extensão da filosofia materialista, mas também mesclada de ressentimento e revanchismo contra a Igreja e o Clero, com o confisco dos bens da Igreja, o calendário Gregoriano sendo substituído pelo Calendário Republicano Frances com a abolição dos dias santos.

O auge da campanha de descristianização ocorreu na Catedral de Notre Dame de Paris no dia 10 de novembro de 1.793 quando se deu a destruição do altar da catedral e a entronização da deusa Razão (representada pela atriz Mademoiselle Candeille) em substituição a Deus. A partir de então nesta data passou-se a comemorar o Festival da Razão.
Em 1801 Napoleão Bonaparte assina com o Papa Pio VII o acordo de restabelecimento da religião e trazendo de volta Deus para a França, que ficou conhecida por “Concordata de 1.801”.
O século XIX representa um período novo, onde a ciência não mais atormentada pelos dogmas religiosos inicia uma trajetória de avanços em todas as áreas.
Surge em 1857 a Doutrina Espírita fazendo a ponte entre ciência e religião e apresentando uma nova visão ao mesmo tempo lógica e que valoriza Deus.
Mas os anos da intolerância religiosa apresentam ainda as suas graves consequências: o Materialismo que enfatiza a razão gerando uma exacerbação do egoísmo.
A humanidade empanturrada de tecnologia experimenta, porém, sofrimentos emocionais e morais a se refletir nas imensas multidões de depressivos.
Mas o comportamento pendular da sociedade humana desloca-se uma vez mais e tem início a volta dos cientistas e da ciência para Deus minimizando as crises passadas.
A inexistência do Espírito, antes apoiada por grande parte dos cientistas começa a desmoronar e a comprovação de que existe sim algo além do corpo físico surgeem todo o globo.
Marco dessa nova situação desponta em 1.975 com o surgimento da Psicologia Transpessoal que enxerga o homem holisticamente: corpo e alma, fato comprovado pelo psiquiatra Stanislav Grofcom suas pesquisas sobre os estados alterados de consciência e a comprovação da existência de dois tipos de memórias: A memória cerebral e a extracerebral, brilhantemente documentada e comentada em seu livro Além do Cérebro.
O Psiquiatra canadense Ian Stevenson publica uma obra de grande impacto nos meios acadêmicos. Trata-se do livro Twenty Cases of Suggestive Reincarnation  (Vinte Casos Sugestivos de Reencarnação) sobre os fenômenos do que ele chama de recordação espontânea de informações sobre vidas anteriores por jovens e crianças. O livro apresenta os resultados de vinte casos investigados pelo autor que comprovam a reencarnação.
Narrativas de Experiência de Quase Morte (EQM) vividas por algumas pessoas foram sempre contestadas por cientistas que enxergam nelas mais superstição do que realidade. Assim também pensava o neurocirurgião americano Eben Alexander III um cético com mais de 25 anos de experiência em sua especialidade.
Essa postura, contudo, sofreu uma grande reviravolta quando em 2008 após contrair uma meningite bacteriana que destruiu seu neocórtex cerebral e o fez viver uma EQM por 7 dias. Em estado vegetativo e com poucas chances de se recuperar, ele abriu os olhos no sétimo dia.
Recobrando a consciência – fato inusitado para a devastação provocada pela bactéria – o Dr. Eben Alexander III chocou a toda comunidade científica ao detalhar a odisseia transcendental que experimentou durante a semana em que esteve em coma profundo. Nesse período, conta que embora seu corpo estavisse em coma, suaa consciência viajava para uma outra dimensão que ele nunca sonhou que existisse,  um novo mundo onde somos muito mais do que nossos cérebros e corpos e a morte não é o fim da consciência.
O neurocirurgião documenta suas experiências e narrativas por meio dos livros: Uma Prova do Céu (2012, Editora Sextante) e O Mapa do Céu (2015, Editora Sextante).
“Eu creio no Deus que fez os homens, e não no Deus que os homens fizeram” do jornalista Frances Jean-Baptiste Alphonse Karr  citada no século XIX começa a ser, também, o pensamento dos cientistas e dos pesquisadores do século XXI.
Deus retorna a pauta das considerações científicas e o homem deixa de ser apenas um amontoado de átomos, moléculas e células fadado ao túmulo após uma breve existência para se transformar em herdeiro do Universo.
Deus, Espírito e Matéria as três formas de energia em estados diferentes de manifestação passam a fazer parte das cogitações científicas.
Trabalho, Solidariedade e Tolerância a sublime trilogia de Kardec constitui lema plataforma permanente que começa a se expandir pela humanidade, pois, a solidariedade aperfeiçoa e a tolerância eleva.
O trabalho edifica como nos ensina a mentora Joanna de Ângelis “Os mecanismos da evolução utilizam-se do trabalho como meio de disciplinar a vontade, domar os instintos, desenvolver a razão e sublimar os sentimentos.” (Sendas Luminosas)
Solidariedade, a exprimir o sentimento que leva os homens a se auxiliarem mutuamente.
Tolerância é admitir, nos outros, modos de pensar, de agir e de sentir diferentes dos nossos. É agir com indulgência.

Mas para vivermos na prática essa trilogia é necessário uma condição imprescindível: amar.
Viver o amor como nos ensinou Madre Teresa de Calcutá: “O amor, para ser verdadeiro, tem de doer. Não basta dar o supérfluo a quem necessita, é preciso dar até que isso nos machuque”.
Amar, como nos convidou Jesus o tipo mais perfeito que Deus deu aos homens para lhes servir de Modelo e Guia.
A tecnologia e a ciência auxiliam, mas somente o amor edifica permanentemente.
Divaldo Franco, conclui sua palestra emocionando a todos os presentes com a narrativa da página psicografada por Chico Xavier e de autoria do espírito Irmão X intitulado No Caminho do Amor e que faz parte do livro Contos e Apólogos (FEB editora).
Nessa emocionante história vemos retratado, uma vez mais, o amor incondicional de Jesus por todos nós.
As palavras de Divaldo reproduzindo o diálogo final entre Jesus e a pobre mulher iludida em seus sentimentos e agora portadora de lepra comove a todo.
O Cristo estendeu-lhe os braços, tocados de intraduzível ternura e convidou:
— Vem a mim, tu que sofres! Na Casa de Meu Pai, nunca se extingue a esperança.
                             Fotos: Sandra Patrocinio
                             Texto: Djair de Souza Ribeiro

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


Espanhol



DIVALDO FRANCO - Conferencia en Santos, San Pablo - 25/06/2016.

El gimnasio de deportes del complejo Arena Santos, de la ciudad de Santos, dio cabida a 4.200 personas que se congregaron para escuchar a Divaldo Franco.
En esa misma oportunidad, Divaldo recibió un homenaje por su labor filantrópica, y sus actividades a favor de los ideales de pacifismo y de amor al prójimo, a través de la Dra. Lucia Teixeira, Presidente de la Universidade Santa Cecília (Unisanta), que había organizado el acto, en conmemoración de los 20 años del curso de extensión en Ciencia, Salud y Espiritualidad.
Después de que recibió la distinción, en un gesto de humildad, Divaldo Franco la dedicó a Allan Kardec, el Codificador de la Doctrina Espírita, el legítimo destinatario de todos los homenajes. Divaldo, no obstante, no dejó de abrigar en su corazón la emoción, el cariño y la gratitud por ese acto, al cual consideró un estímulo que le permitiría continuar, sin temor, su trayectoria.
Luego de esas reflexiones, Divaldo Franco permaneció en silencio durante algunos segundos, y luego dio comienzo a la disertación, haciendo una breve reseña a partir de la antigua Grecia -donde se consideraba que Atenas era el centro del universo-, pasando por el avance de Nicolás Copérnico y Galileo Galilei, estableciendo la realidad del heliocentrismo. A contiuación, Divaldo hace referencia al Iluminismo, un movimiento cultural que, en el siglo XVIII, trató de estimular el poder de la razón, a fin de reformar la sociedad y el conocimiento heredado de la época medieval.

El epicentro del Iluminismo tuvo lugar en Francia, y dio por resultado la publicación, por Denis Diderot, de la gran Encyclopédie, debida a las contribuciones de numerosos intelectuales, entre ellos Voltaire y Montesquieu.
La humanidad, oprimida hasta entonces por la intolerancia religiosa y por los privilegios concedidos a los nobles y al clero, ansiaba liberarse de esos yugos.
A partir de esos ideales, y a la vez debido a una severa crisis, el pueblo se reveló, y el 14 de julio de 1789, con la caída de la Bastilla comenzó la Revolución Francesa.
Divaldo, dando continuidad al prólogo de su mensaje principal, va a buscar un personaje que es el símbolo de esos días:
Pierre Gaspard Chaumette (1763–1794) político francés, que pertenecía al grupo de los ultrarradicales, fanáticos, en el período de la Revolución Francesa, quien consideraba que la religión era una reliquia de las supersticiones de la época medieval, y que no era compatible con las conquistas intelectuales obtenidas por el Iluminismo.
Chaumette opinaba que la Iglesia y los enemigos de la Revolución Francesa eran la misma cosa, y apoyado en su fanatismo dio comienzo al movimiento de descristianización del pueblo francés. La campaña de descristianización es una prolongación de la filosofía materialista, pero también portadora de una mezcla de resentimiento y de revancha, contra la Iglesia y el Clero, lo que implicaba la confiscación de los bienes de la Iglesia, y que el calendario gregoriano fuera sustituido por el calendario republicano francés, que llevaba implícita la abolición de los días sagrados.
El auge de la campaña de descristianización tuvo lugar en la Catedral de Notre Dame de Paris, el día 10 de noviembre de 1793, cuando se efectuó la destrucción del altar de la catedral y la entronización de la diosa Razón (representada por la actriz Mademoiselle Candeille) en reemplazo de Dios. A partir de entonces, en esta fecha se comenzó a conmemorar el Festival de la Razón.
En 1801, Napoleón Bonaparte firma con el Papa Pío VII el acuerdo de restablecimiento de la religión, y lleva de vuelta a Dios a Francia, lo que se conoció como Concordato de 1801.
El siglo XIX representa un período nuevo, cuando la ciencia ya no está atormentada por los dogmas religiosos, y comienza una trayectoria de avances en todas las áreas.
Surge, en 1857, la Doctrina Espírita, que establece un puente entre la ciencia y la religión, y presenta un nuevo enfoque, que al mismo tiempo que es lógico, valoriza a Dios.
No obstante, los años de la intolerancia religiosa presentan aún graves consecuencias: el materialismo, que enfatiza la razón, genera una exacerbación del egoísmo.
La humanidad, hastiada por la tecnología, experimenta asimismo sufrimientos emocionales y morales, que se reflejan en las inmensas multitudes de personas depresivas.
Mientras tanto, el comportamiento pendular de la sociedad humana se desplaza una vez más, y comienza el retorno de los científicos y de la ciencia hacia Dios, minimizando las crisis pasadas.
La inexistencia del Espíritu, antes apoyada por una gran parte de los científicos, comienza a desmoronarse, y la comprobación de que existe, en efecto, algo que está más allá del cuerpo físico, surge en todo el planeta.
A modo de marco para esa nueva situación, se produce en 1975 el surgimiento de la Psicología Transpersonal, que considera al hombre holísticamente: cuerpo y alma, hecho comprobado por el psiquiatra Stanislav Grof con sus investigaciones sobre los estados alterados de conciencia, y la comprobación de la existencia de dos tipos de memoria: la memoria cerebral y la memoria extracerebral, lo que quedó brillantemente documentado y comentado en su libro Más allá del cerebro.
El psiquiatra canadiense Ian Stevenson publica una obra de gran impacto en los ámbitos académicos. Se trata del libro Veinte casos que sugieren reencarnación, referido a los fenómenos que él denomina recuerdo espontáneo de informaciones sobre vidas anteriores por jóvenes y niños. El libro expone los resultados de veinte casos investigados por el autor, que prueban la reencarnación.
Los relatos de experiencias de casi muerte (EQM) vividas por algunas personas, fueron siempre refutados por los científicos, que veían en ellos más superstición que realidad. Del mismo modo pensaba el neurocirujano norteamericano Eben Alexander III, un escéptico, con más de 25 años de experiencia en su especialidad.
Esa opinión, sin embargo, sufrió un gran giro cuando, en 2008, después de que contrajera una meningitis bacteriana, que destruyó su neocórtex cerebral y lo condujo a vivir una EQM durante siete días, en estado vegetativo y con escasas posibilidades de recuperarse; sin embargo, abrió los ojos al séptimo día.
Cuando recobró la conciencia –un fenómeno inusitado, teniendo en cuenta la devastación que había provocado la bacteria– el Dr. Eben Alexander III sorprendió a toda la comunidad científica, al detallar la odisea trascendental, que experimentó durante la semana en que estuvo en coma profundo. Durante ese período, relata que pese a que su cuerpo estuviese en coma, su conciencia viajaba hacia otra dimensión, que él nunca había supuesto que existiera: un nuevo mundo, donde somos mucho más que nuestros cerebros y cuerpos, y donde la muerte no significa el fin de la conciencia.
El neurocirujano documenta sus experiencias y narraciones, por medio de los libros Una prueba del cielo (2012, Editora Sextante) y El mapa del Cielo (2015, Editora Sextante).
Yo creo en el Dios que hizo a los hombres, pero no en el Dios que hicieron los hombres, del periodista francés Jean-Baptiste Alphonse Karr, citado en el siglo XIX, comienza a ser también el pensamiento de los científicos y de los investigadores del siglo XXI.
Dios regresa a la lista de las consideraciones científicas, y el hombre deja de ser sólo un montón de átomos, moléculas y células, destinado a la tumba después de una breve existencia, para convertirse en heredero del universo.
Dios, Espíritu y Materia, las tres formas de energía -en estados diferentes de manifestación- pasan a formar parte de las reflexiones científicas.
Trabajo, solidaridad y tolerancia, la sublime trilogía de Kardec, constituye un lema permanente que comienza a expandirse en la humanidad, pues la solidaridad perfecciona y la tolerancia eleva.
El trabajo edifica, como nos enseña la mentora Joanna de Ângelis: Los mecanismos de la evolución se valen del trabajo, como un recurso para instalar la disciplina en la voluntad, para domar los instintos, desarrollar la razón y sublimar los sentimientos. (Sendas Luminosas)
Solidaridad expresa el sentimiento que induce a los hombres a dispensarse auxilio mutuamente.
Tolerancia es admitir en los otros, modos de pensar, de proceder y de sentir, diferentes de los nuestros. Significa proceder con indulgencia.
No obstante, para que experimentemos en la práctica esa trilogía, se requiere una condición imprescindible: amar.
Vivir el amor como nos enseñó la Madre Teresa de Calcuta: El amor, para ser verdadero tiene de doler. No alcanza con dar lo superfluo a quien está necesitado, es necesario dar hasta que eso nos hiera.
Amar, tal como nos invitó a hacer Jesús, el modelo más perfecto que Dios dio a los hombres para que les sirviera de Modelo y Guía. La tecnología y la ciencia auxilian, pero solamente el amor edifica permanentemente.
Divaldo Franco concluyó su disertación emocionando a todos los presentes, con la narración de la página psicografiada por Chico Xavier e inspirada por el Espíritu Hermano X, titulada En el camino del Amor, que forma parte del libro Cuentos y Apólogos (FEB Editora).
En ese emocionante relato vemos reflejado, una vez más, el amor incondicional de Jesús hacia todos nosotros.
Las palabras de Divaldo, que reproducen el diálogo final, entre Jesús y la pobre mujer engañada en sus sentimientos, y por entonces portadora de lepra, conmueve a todos.
El Cristo le tendió los brazos, portador de una indescriptible ternura y la invitó:
— ¡Ven a mí, tú que sufres! En la Casa de mi Padre, nunca se extingue la esperanza!

                             Fotos: Sandra Patrocinio
                             Texto: Djair de Souza Ribeiro

(Texto em espanhol recebido em email de MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])