03 de abril de 2016
O domingo amanheceu radiante. Respirava-se a paz. A 6ª edição do Movimento Você e a Paz, de Balneário Camboriú/SC, já se prenunciava exitosa. A partir das 14h30min teve início a concentração da Marcha pela Paz, na Praça Almirante Tamandaré. Às 15h00min centenas de pessoas iniciaram o deslocamento, recebendo adeptos ao longo do itinerário, até alcançar o local onde estava o palco do evento, na Barra Norte, nas proximidades do Hotel Marambaia. Às 16h00min, de uma tarde esplêndida, teve início o momento artístico com o Trio Emboscada.
O Movimento Você e a Paz, criado por Divaldo Franco em 1998, possui caráter civil, apolítico, e inter-religioso. O Movimento visa divulgar a importância da cultura da não-violência, incentivando ações de cidadania compatíveis com a construção permanente da paz.
Foram chamados ao palco o Presidente da OAB de Balneário Camboriú, promotora do evento, o Dr. Juliano Mandelli Moreira; O Prefeito Municipal, Edson Renato Dias, representado pelo Secretário de Segurança, Edemir Meister; a EMBRAED – Empresa Brasileira de Edificações -, representada pela sua Presidente, Tatiana Rosa Cequinel; Eduardo Meneghelli Jr; a Federação Espírita Catarinense, através de seu presidente Olenyr Teixeira; o representante da Igreja Católica – Paróquia Santa Inês, Padre Celso; a Seicho-no-ie; a UNIPAZ – Universidade Internacional da Paz, representada por Elaine Raymundo Pavesi; a CAPPAZ – Confraria de Artistas e Poetas Pela Paz, representada por Joyce Lima Krischke; a AGASC – Associação Gaúcha em Santa Catarina, Gilboé Langaro; e Divaldo Pereira Franco, Embaixador da Paz.
Após ter sido entoados o Hino Nacional e o do Balneário Camboriú, e da revoada de pombos, o Dr. Juliano Mandelli Moreira, Presidente da OAB-BC, promotora do evento, agradeceu, reconhecendo o protagonismo de Divaldo Franco nessa área da promoção da paz, desejando que cada um pudesse fazer um reflexão sobre a paz, inspirada nos grandes vultos mundiais incentivadores e promotores da paz.
O Secretário de Segurança, Edemir Meister, representando o Prefeito Municipal, homenageou o ilustre orador espírita, pacifista, palestrante renomado mundialmente, idealizador e fomentador do Movimento Você e Paz, entregando a honraria “Chave da Cidade de Balneário Camboriú”, a Divaldo Pereira Franco.
Divaldo Franco foi convidado a fazer a entrega dos Troféus do Movimento Você e a Paz, homenageando aos seguintes: Dr. Juliano Mandelli Moreira, Presidente da OAB-BC; o Prefeito Municipal da Balneário Camboriú, representado por Edemir Meister, Secretário de Segurança; a Fundação Cultural de Balneário Camboriú; Eduardo Meneghelli Jr; a Paróquia Santa Inês da Igreja Católica; a UNIPAZ; a Federação Espírita Catarinense; a Secretaria de Segurança de Balneário Camboriú; a Seicho-no-ie; a EMBRAED; e a AGASC.
Para um público estimado em quase cinco mil pessoas, Divaldo Franco agradeceu a homenagem, reconhecendo não merece-la, pois que nada tem feito de especial além de realizar algo como um dever em favor do próximo, transferindo a homenagem ao insigne Professor Hippolyte Léon Denizard Rivail, conhecido como Allan Kardec, o Codificador da Doutrina Espírita.
Utilizando-se de três grandes nomes da História, voltados à construção da paz, Divaldo Franco discorreu sobre os feitos e as personalidades de Mohandas Karamchand Gandhi, mais conhecido como Mahatma Gandhi; Léon Tolstói, escritor russo que converteu-se ao cristianismo, tendo adotado e difundido o conceito da não-violência; e Martin Luther King, Jr., pastor protestante e ativista político estadunidense, notável líder do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos da América.
Pitágoras, Sócrates, Platão, Aristóteles, Epicuro, Diógenes, Zenão de Cítio, filósofos e pensadores extraordinários, contribuirão e contribuem para que o homem se conheça em maior intimidade, avaliando as suas possibilidades e potencialidades. Porém, inigualável e incomparável, a humanidade conheceu o Homem de Nazaré, e com Ele o sentido da vida, ou seja, o amor. O amor de uma forma incomum, sem condicionantes, total. Todo o indivíduo é fruto do que faz, ensinava o Mestre Jesus, que sintetizou as Leis Divinas em amar a Deus, e ao próximo como a si mesmo, dois códigos de conduta infalível. A proposta filosófica de Jesus é a da responsabilidade.
Ernest Renan, filósofo, escritor e historiador francês do século XIX, ateísta, teve oportunidade de afirmar que Jesus foi um homem incomparável, um vulto tão grande que não coube na História da Humanidade, dividindo-a em antes e depois d’Ele. Parafraseando Madame Roland, que antes de ser guilhotinada em 08 de novembro de 1793, exclamou: Oh Liberdade! Oh Liberdade! Quantos crimes se cometem em teu nome! Divaldo disse: Oh Paz! Oh Paz! Quantos crimes se cometem em teu nome, sob o disfarce da hipocrisia humana. Há uma necessidade urgente de se fazer uma revolução pacífica, feita de amor, como Gandhi tentou fazer.
O homem pode acabar com as guerras, pode viver em paz, abolindo o individualismo, o sexismo e o consumismo. É necessário que cada indivíduo seja generoso e desenvolva o sentimento de gratidão. Gratidão a vida, e como criatura interdependente, ser grata aos que tornaram as suas ações e os seus dias de existências e as próprias tarefas mais fáceis de serem realizadas. A mensagem é a da busca da paz, não é a que vai extinguir as guerras de fora, mas é a mensagem da autotransformação, eliminando a guerra íntima.
Quem ama o Cristo está em paz, é alegre. A paz no mundo começa em mim, sentenciou o Embaixador da Paz no Mundo Divaldo Franco, transformando-se em um pacifista. Após visitar 186 penitenciárias e 434 casas de detenção ao redor planeta, e de entrevistar dezenas de presos e de vítimas, Divaldo resolveu fazer algo em favor da não-violência, criando o Movimento Você e a Paz. Embora a criatura não tenha nenhuma religião pode ser um bom cidadão, adotando posturas de equilíbrio emocional e sentimental, levando em consideração as necessidades do próximo, pacificando-se. A vida possui um sentido ético, é o amor, portanto ame indistintamente, mesmo que não seja amado, ensinou o Professor Divaldo.
Após recitar o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, foi entoado em uníssono a Canção Paz pela Paz, de Nando Cordel. Vivamente tocados, os participantes, envolvidos em sentimentos de paz e harmonia, ainda se demoraram à beira-mar, fruindo haustos de paz.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke
(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)
Espanhol
Movimiento Tú y la Paz - Balneario Camboriú,
03 de abril de 2016.
El domingo amaneció radiante. Se respiraba paz. La 6ª edición del Movimiento Tú y la Paz, en el Balneario Camboriú, Estado de Santa Catarina, ya se anunciaba exitosa.
A partir de las 14:30 comenzó la concentración para la Marcha por la Paz, en la Plaza Almirante Tamandaré. A las 15:00, viarios cientos de personas iniciaron la marcha, que recibió adherentes a lo largo del itinerario, hasta llegar al lugar donde estaba el palco del acto, en la Barra Norte, en las proximidades del Hotel Marambaia. A las 16:00 de una tarde espléndida, dio comienzo la presentación artística con el Trío Emboscada.
El Movimiento Tú y la Paz, creado por Divaldo Franco en 1998, posee un carácter civil, apolítico e interreligioso. El Movimiento se propone divulgar la importancia de la cultura de la no-violencia, incentivando acciones de la ciudadanía compatibles con la edificación permanente de la paz.
Fueron invitados al escenario, el Presidente de la OAB del Balneario Camboriú, promotora del acto, el Dr. Juliano Mandelli Moreira; el Prefecto Municipal, Edson Renato Dias, representado por el Secretario de Seguridad, Edemir Meister; la EMBRAED –Empresa Brasileña de Edificaciones-, representada por su Presidente, Sra. Tatiana Rosa Cequinel; Eduardo Meneghelli Jr; la Federación Espírita Catarinense, a través de su presidente Olenyr Teixeira; el representante de la Iglesia Católica –Parroquia Santa Inés-, Padre Celso; la Seicho-no-ie; la UNIPAZ –Universidad Internacional de la Paz, representada por Elaine Raymundo Pavesi; la CAPPAZ –Hermandad de Artistas y Poetas por la Paz, representada por Joyce Lima Krischke; la AGASC –AsociaciónGaúcha de Santa Catarina, Gilboé Langaro; y Divaldo Pereira Franco, Embajador de la Paz.
Después de que se entonaron el Himno Nacional y el del Balneario Camboriú, y de la suelta de palomas, el Dr. Juliano Mandelli Moreira, Presidente de la OAB-BC, promotora del acto, agradeció, reconociendo el protagonismo de Divaldo Franco en esa área de la promoción de la paz, deseando que cada uno pudiese hacer una reflexión sobre la paz, inspirada en las grandes personalidades mundiales incentivadoras y promotoras de la paz.
El Secretario de Seguridad, Edemir Meister, en representación del Prefecto Municipal, rindió homenaje al ilustre orador espírita, pacifista, disertante de renombre mundial, idealizador y fomentador del Movimiento Tú y la Paz, e hizo entrega de la distinción Llave de la Ciudad del Balneario Camboriú, a Divaldo Pereira Franco.
Divaldo Franco fue invitado a hacer entrega de los Trofeos del Movimiento Tú y la Paz, en homenaje a las siguientes personalidades: Dr. Juliano Mandelli Moreira, Presidente de la OAB-BC; al Prefecto Municipal del Balneario Camboriú, representado por Edemir Meister, Secretario de Seguridad; a la Fundación Cultural del Balneario Camboriú; Eduardo Meneghelli Jr; a la Parroquia Santa Inés de la Iglesia Católica; a la UNIPAZ; a la Federación Espírita Catarinense; a la Secretaria de Seguridad del Balneario Camboriú; a Seicho-no-ie; a EMBRAED; y a AGASC.
A un público estimado en casi cinco mil personas, Divaldo Franco agradeció el homenaje, reconociendo no merecerlo, pues nada ha hecho de especial, además de realizar algo -como un deber- en favor del prójimo, y transfirió el homenaje al insigne Profesor Hippolyte Léon Denizard Rivail, conocido como Allan Kardec, el Codificador de la Doctrina Espírita.
Haciendo mención a tres grandes hombres de la Historia, dedicados a la edificación de la paz, Divaldo Franco aludió a los actos y a las personalidades de Mohandas Karamchand Gandhi -más conocido como Mahatma Gandhi; de León Tolstoi, escritor ruso que se convirtió al cristianismo, quien adoptó y difundió el concepto de no-violencia; y de Martin Luther King, Jr., pastor protestante y activista político estadounidense, destacado líder del movimiento de los derechos civiles de los negros en los Estados Unidos de Norteamérica.
Pitágoras, Sócrates, Platón, Aristóteles, Epicuro, Diógenes, Zenon de Citio, filósofos y pensadores extraordinarios, contribuyeron y contribuyen a que el hombre se conozca en mayor profundidad, evaluando sus posibilidades y potencialidades. No obstante, inigualable e incomparable, la humanidad conoció al Hombre de Nazaret, y con Él el sentido de la vida, o sea el amor. El amor de una forma no común, sin condicionantes, absoluto. Cada individuo es el fruto de lo que hace, enseñaba el Maestro Jesús, quien sintetizó las Leyes Divinas en amar a Dios, y al prójimo como a sí mismo, dos códigos de conducta infalibles. La propuesta filosófica de Jesús es la de la responsabilidad.
Ernest Renan, filósofo, escritor e historiador francés del siglo XIX, ateo, tuvo oportunidad de afirmar que Jesús fue un hombre incomparable, una personalidad tan relevante que no cupo en la Historia de la humanidad, sino que la dividió en antes y después de Él. Parafraseando a Madame Roland, que antes de que fuera guillotinada, el 08 de noviembre de 1793, exclamó: ¡Oh, libertad! ¡Oh, libertad! ¡Cuántos crímenes se cometen en tu nombre! Divaldo expresó: ¡Oh, Paz! ¡Oh, Paz! ¡Cuántos crímenes se cometen en tu nombre, con el disfraz de la hipocresía humana. Existe una necesidad urgente de hacer una revolución pacífica, a partir del Amor, como Gandhi intentó hacerla.
El hombre puede acabar con las guerras, puede vivir en paz, aboliendo el individualismo, el sexismo y el consumismo. Es necesario que cada individuo sea generoso y desarrolle el sentimiento de gratitud. Gratitud a la vida, y como criatura interdependiente, ser agradecida a aquellos que tornaron sus acciones y los días de sus existencias, y sus propias tareas más sencillas de ser realizadas. El mensaje es el de la búsqueda de la paz; no es el que va a extinguir las guerras exteriores, sino el mensaje de la transformación individual, eliminando la guerra íntima.
Quien ama al Cristo está en paz, es alegre. La paz en el mundo comienza en mí, expresó el Embajador de la Paz en el Mundo, Divaldo Franco, transformándose en un pacifista. Después de visitar 186 penitenciarías y 434 casas de detención en todo el planeta, y de entrevistar a decenas de presos y de víctimas, Divaldo resolvió hacer algo en favor de la no-violencia, y creó elMovimiento Tú y la Paz. Aunque una persona no tenga ninguna religión puede ser un buen ciudadano, adoptando actitudes de equilibrio emocional y sentimental, teniendo en consideración las necesidades del prójimo, pacificándose. La vida posee un sentido ético que es el amor, por lo tanto ame indistintamente, aun cuando no sea amado, enseñó el Profesor Divaldo.
Luego de que recitara el Poema de la Gratitud, de Amélia Rodrigues, se entonó al unísono la Canción Paz por la Paz, de Nando Cordel. Profundamente emocionados, los participantes, envueltos en sentimientos de paz y armonía, permanecieron al borde del mar, disfrutando de aspirar la paz.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke
(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)
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segunda-feira, 4 de abril de 2016
Registro. Movimento Você e a Paz – Balneário Camboriú, SC
domingo, 3 de abril de 2016
Registro. Divaldo Pereira Franco em Santa Catarina Criciúma
1º de abril de 2016

O Centro de Eventos SISO’S HALL, na Rodovia Otávio Dassoler, 5635, foi palco para um grande evento com a presença de Divaldo Franco. O público, estimado em três mil pessoas, lotou o grande auditório, para ouvir o Paulo de Tarso do Espiritismo dos dias atuais falar sobre Jesus e a sua Mensagem contagiante. Enquanto o notável tribuno atendia a solicitação de autógrafos, se apresentou o Coral Infantil Vozes do Amanhã, da Instituição Espírita Casa da Fraternidade, e o Grupo Vocal Espírita Maestro Valdenir Zanette, ambos sob a regência do Maestro Reinaldo.
Ladeando Divaldo Franco na mesa diretiva, estavam o Presidente da Federação Espírita Catarinense – FEC -, Olenyr Teixeira, a Vice-Presidente da área de Estudo e Prática da Mediunidade da FEC, Esthér Fregossi Gonzales, e outras lideranças espíritas regionais de Santa Catarina. O Estado, segundo o censo, possui cerca de 100.000 espíritas. O Presidente da FEC, em sua saudação, destacou a data de 1º de abril de 1858, quando foi fundado o primeiro centro espírita da Terra, a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, entre outros fatos relacionados com o codificador da Doutrina Espírita, Allan Kardec.
O médium e tribuno baiano reportou-se aos estudos e pesquisas de Ernest Renan, salientando o dia 22 de fevereiro de 1862, no Colégio de France, quando Renan, apresentando o homem extraordinário que foi o Mestre Galileu disse: “Jesus é um homem incomparável”. Os primeiros anos de Jesus em Cafarnaum eram dias de aflição e tormentos. A ação dos governantes ímpios se fazia presente na vida dos cidadãos. Havia crise política e miséria social.
Divaldo narrou os fatos relativos as curas realizadas pelo Nazareno na casa de Simão Pedro, como a do paralítico Nathanael Ben Elias, o contato de Jesus com a multidão às margens do Lago Genesaré, entre outros destaques. Jesus, tomado de compaixão apiedou-se daquele paralítico, a quase vinte e cinco anos, fétido, quase cadaverizado, indagou se realmente Nathanael acreditava que Ele o poderia curar.
Nesse dia, desde as primeiras horas da alva até o entardecer o Doce Rabi operou curas incessantes. Simão Pedro notando que o Mestre estava cansado, interrompeu a atividade e levou-O para descansar à beiro do lago. Percebendo-O triste e chorando, - Pedro imaginava que, dado o grande número de curas, Jesus deveria estar chorando de alegria -, indagou sobre aqueles sentimentos. O Mestre respondeu-lhe que chorava pelos que haviam obtido a cura de seus corpos físicos, e que bem poucos tinham a intenção de se melhorarem espiritualmente, afirmando que não viera para curar corpos rotos e podres, colocando remendo novo em panos velhos.
Em sua magnífica aula de História, Divaldo foi fazendo destaque de vários fatos ocorridos na evolução da sociedade humana, salientando os grandes pensadores da escola neoplatônica, os pré-socráticos, os vilões, os ídolos da moralidade, da justiça e do amor, com Francisco e Clara de Assis, Joana D’Arc, Teresa D’Ávila, São João da Cruz, Pedro de Alcântara e outros.
No período renascentista surge um mundo novo. A ciência obtém significativo crescimento, as grandes descobertas, os filósofos modernos, os astrônomos, e todos mais que se seguiram após esse período contribuíram sobremaneira com a humanidade, despertando o homem para uma realidade que se mostrava cada vez mais estuante e verdadeira.
Apesar de o homem ter alcançado um nível de inteligência mais alto, continua beligerante, pouco afeito a paz, à moralidade, à verdade, à honradez e ao amor. As conquistas de liberdade foram sob a ação forte da violência, do sofrimento e de testemunhos de coragem. A terceira revelação, codificada por Allan Kardec, foi objeto de estudo, principalmente o trabalho do Codificador e dos Nobres Espíritos que ofertaram um conhecimento mais profundo e esclarecedor.
Encaminhando-se para o final de sua enriquecedora alocução, Divaldo com sentida emoção frisa que esse é o período da volta de Jesus aos corações humanos para atender-Lhe o chamamento: “Vinde a mim e Eu os aliviarei”. Estimulando o público a manter-se esperançoso, disse o Professor Divaldo que não existe desgraça na Terra, pois que a desgraça real é o mal que se faz ao outro.
Correlacionou a Ciência e o Espiritismo, trançando breves características sobre esses segmentos. Jesus, disse, é um homem incomparável, lembrando o conceito de Ernest Renan. É necessário que cada criatura humana possa elevar o seu pensamento para a construção da paz duradoura, que saiba definir-se como Espírito imortal, qual a sua origem, seu destino, sua conduta. Nas horas de crise e dor, saiba cada qual manter-se esperançoso, buscando a consolação nos ensinos do Mestre de Nazaré, construindo o Reino dos Céus no coração. Ao recitar entusiasticamente o Poema de Gratidão, de Amélia Rodrigues, bênçãos em forma de energias benfazejas envolviam cada pessoa que ali estava. Foi uma verdadeira prece, que partindo da Terra, direcionou-se ao alto, buscando o aconchego de Jesus. Aplaudidíssimo, Divaldo recebeu do público, de pé, o carinho e o amor com que todos o receberam em Criciúma.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke
Fotos: Jorge Moehlecke
(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)
Espanhol
Divaldo Franco en Santa Catarina
Criciúma – 1º de abril de 2016.
El Centro de Actividades SISO’S HALL, ubicado en la Autovía Otávio Dassoler 5635, fue el escenario para un gran acontecimiento -como lo es la presencia de Divaldo Franco. El público, estimado en tres mil personas, colmó el gran auditorio para escuchar al Pablo de Tarso del Espiritismo de los días actuales, quien habló sobre Jesús y su Mensaje contagioso. Mientras el destacado orador atendía los pedidos de autógrafos, hizo su presentación el Coro Infantil Voces del Mañana, de la Institución Espírita Casa de la Fraternidad, y el Grupo Vocal Espírita Maestro Valdenir Zanette, ambos dirigidos por el Maestro Reinaldo.
Acompañando a Divaldo Franco en la mesa directiva, estuvieron: el Presidente de la Federación Espírita Catarinense –FEC-, Olenyr Teixeira; la Vicepresidente del área de Estudio y Práctica de la Mediumnidad de la FEC, Esthér Fregossi Gonzales, y otros líderes espíritas regionales de Santa Catarina. Ese Estado, según el censo, posee cerca de 100.000 espíritas. El Presidente de la FEC, en su saludo destacó la fecha del 1º de abril de 1858, cuando fue fundado el primer centro espírita de la Tierra: la Sociedad Parisiense de Estudios Espíritas, entre otros acontecimientos relacionados con el Codificador de la Doctrina Espírita, Allan Kardec.
El médium y orador bahiano aludió a los estudios e investigaciones de Ernest Renan, destacando el día 22 de febrero de 1862, en el Colegio de Francia, cuando Renan, al hacer la presentación del hombre extraordinario que fue el Maestro Galileo dijo: Jesús es un hombre incomparable. Los primeros años de Jesús en Cafarnaum eran días de aflicción y tormentos. La acción de los gobernantes impíos se hacía presente en la vida de los ciudadanos. Había crisis política y miseria social.
Divaldo narró las anécdotas referidas a las curas realizadas por el Nazareno en la casa de Simón Pedro, tales como la del paralítico Nathanael Ben Elias; y el contacto de Jesús con la multitud en las márgenes del Lago de Genesaret, entre otras destacables. Jesús, desbordante de compasión se apiadó de aquel paralítico, postrado hacía casi veinticinco años, fétido, poco menos que convertido en cadáver, y averiguó si realmente Nathanael creía que Él podría curarlo.
Ese día, desde las primeras horas del alba hasta el atardecer, el Dulce Rabí realizó curaciones, sin cesar. Simón Pedro, cuando notó que el Maestro estaba cansado, interrumpió la actividad y lo condujo a que descansara al borde del lago. Como Pedro percibió que el Maestro estaba apenado, y llorando -imaginaba que debido a la gran cantidad de curaciones, Jesús debía estar llorando de alegría-, le preguntó acerca de tales sentimientos. El Maestro le respondió que lloraba por los que habían obtenido la curación de sus cuerpos físicos, y que muy pocos tenían la intención de mejorar espiritualmente. Fue entonces cuando manifestó que no había venido para curar cuerpos maltrechos y podridos, colocando remiendos nuevos en paños viejos.
En una magnífica lección de Historia, Divaldo fue destacando diversos acontecimientos que caracterizaron la evolución de la sociedad humana, y destacó a los grandes pensadores de la escuela neoplatónica, a los presocráticos, a los hombres rústicos, a los ídolos de la moralidad, de la justicia y del amor, como Francisco y Clara de Asís, Juana de Arco, Teresa de Ávila, San Juan de la Cruz, Pedro de Alcántara y otros.
En el período renacentista surge un mundo nuevo. La ciencia alcanza un significativo crecimiento; los grandes descubrimientos, los filósofos modernos, los astrónomos, y todos los demás que siguieron a ese período, contribuyeron especialmente a la humanidad, despertando al hombre a una realidad que se mostraba cada vez más activa y auténtica. Pese a que el hombre haya alcanzado un nivel de inteligencia más elevado, sigue siendo beligerante, poco afecto a la paz, a la moralidad, a la verdad, a la honradez y al amor. Las conquistas de libertad se desarrollaron sometidas a la acción de una intensa violencia, de sufrimiento y de testimonios de valentía. La tercera revelación, codificada por Allan Kardec, fue objeto de estudio, principalmente el trabajo del Codificador y de los Espíritus elevados, que brindaron un conocimiento más profundo y esclarecedor.
Encaminándose hacia el final de su enriquecedora alocución, Divaldo -con profunda emoción- expresa que esta es la etapa del retorno de Jesús a los corazones humanos, en respuesta a su convocatoria: Venid a mí y Yo os aliviaré. Estimulando al público a conservar la esperanza, dijo el Profesor Divaldo que no existe desgracia en la Tierra, pues la desgracia verdadera es el mal que se hace al otro.
Estableció una correlación entre la Ciencia y el Espiritismo, y enunció breves características relacionadas con ambos aspectos. Jesús -manifestó- es un hombre incomparable, aludiendo al concepto de Ernest Renan. Es necesario que cada criatura humana pueda elevar su pensamiento, para la edificación de una paz duradera; que sepa definirse como Espíritu inmortal; y también cuál es su origen, su destino, su conducta. En los momentos de crisis y de dolor, sepa cada cual permanecer esperanzado, buscando consuelo en las enseñanzas del Maestro de Nazaret, construyendo el Reino de los Cielos dentro del corazón. Mientras recitaba entusiastamente el Poema de la Gratitud, de Amelia Rodrigues, bendiciones en forma de energías bienhechoras envolvieron a cada una de las personas presentes. Fue una auténtica plegaria que, partiendo de la Tierra, se dirigió hacia lo Alto, buscando el amparo de Jesús. Muy aplaudido, Divaldo recibió del público, de pie, el cariño y el amor con que todos lo habían recibido en Criciúma.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke
Fotos: Jorge Moehlecke
(Texto em espanhol recebido em email da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)
sexta-feira, 1 de abril de 2016
Registro. Divaldo Franco-Miami - LEAL Publisher Miami, Flórida, EUA
22/03/2016

Texto: Marcelo Neto
Texto: Marcelo Neto
No dia 22 de marco de 2016, no prédio histórico do Scottish Rite Temple, em Miami, ocorreu a abertura oficial da Leal Publisher, parceira editorial da Mansão do Caminho, nos Estados Unidos da América, Miami, Florida, com o objetivo de divulgar a mensagem espírita caracterizada pela palavra sublime de Jesus e as explicações profundas de Allan Kardec.
Unindo esforços com o Departamento Editorial e Gráfico - Livraria Espírita Alvorada - que pertence ao Centro Espírita Caminho da Redenção - Mansão do Caminho - em Salvador, Bahia, Brasil, dispõe-se hoje deste canal, nos Estados Unidos, para poder facilitar a divulgação das obras mediúnicas – ou não – através de Divaldo Pereira Franco e de outros tantos seareiros encarnados e desencarnados
O evento inaugural ocorreu com a presença de 515 pessoas que lotaram o auditoria do belíssimo edifício histórico do Scottish Rite Temple. Divaldo Franco proferiu belíssima palestra, trazendo-nos, como sempre, a palavra inspirada que o caracteriza.
As portas se abriram as 18:00 hs e a cerimonia inaugural teve inicio as 20:00 hs, com excelente apresentação de gaitas de fole, e a voz encantadora da soprano Rhona Gift, membra do coral de Andrea Bocceli.
O evento deu-se no endereço, 471 NW 3rd Street, Miami, 33128.
Unindo esforços com o Departamento Editorial e Gráfico - Livraria Espírita Alvorada - que pertence ao Centro Espírita Caminho da Redenção - Mansão do Caminho - em Salvador, Bahia, Brasil, dispõe-se hoje deste canal, nos Estados Unidos, para poder facilitar a divulgação das obras mediúnicas – ou não – através de Divaldo Pereira Franco e de outros tantos seareiros encarnados e desencarnados
O evento inaugural ocorreu com a presença de 515 pessoas que lotaram o auditoria do belíssimo edifício histórico do Scottish Rite Temple. Divaldo Franco proferiu belíssima palestra, trazendo-nos, como sempre, a palavra inspirada que o caracteriza.
As portas se abriram as 18:00 hs e a cerimonia inaugural teve inicio as 20:00 hs, com excelente apresentação de gaitas de fole, e a voz encantadora da soprano Rhona Gift, membra do coral de Andrea Bocceli.
O evento deu-se no endereço, 471 NW 3rd Street, Miami, 33128.
Texto: Marcelo Neto
Fotos: Eduardo Dubal da Veiga
(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)
Espanhol
DIVALDO FRANCO en MIAMI - INAUGURACIÓN de la LEAL Publisher, 22/03/2016.
El día 22 de marzo de 2016, en el predio histórico del Scottish Rite Temple, en Miami, se realizó la inauguración oficial de la LEAL Publisher, sociedad editorial de la Mansión del Camino en los Estados Unidos de Norteamérica, Miami, Florida, con el objetivo de divulgar el mensaje espírita caracterizado por la palabra sublime de Jesús y las explicaciones profundas de Allan Kardec.
Aunando esfuerzos con el Departamento Editorial y Gráfico -Livraria Espírita Alvorada- que pertenece al Centro Espírita Camino de Redención - Mansión del Camino, en Salvador, Bahia, Brasil, se dispone ahora de este canal en los Estados Unidos, para facilitar la divulgación de las obras mediúmnicas –o no– a través de Divaldo Pereira Franco y de otros sembradores encarnados y desencarnados.
El acto inaugural se llevó a cabo con la presencia de 515 personas, que colmaron el auditorio del bellísimo edificio histórico del Scottish Rite Temple.
Divaldo Franco pronunció una extraordinaria conferencia, aportando -como siempre-, la palabra inspirada que lo caracteriza.
Las puertas estuvieron abiertas desde las 18:00, y la ceremonia inaugural dio comienzo a las 20:00, con una excelente presentación de gaitas tradicionales y de la voz encantadora de la soprano Rhona Gift, miembro del coro de Andrea Bocelli.
El acto tuvo lugar en la sede: 471 NW 3rd Street, Miami, 33128.
Aunando esfuerzos con el Departamento Editorial y Gráfico -Livraria Espírita Alvorada- que pertenece al Centro Espírita Camino de Redención - Mansión del Camino, en Salvador, Bahia, Brasil, se dispone ahora de este canal en los Estados Unidos, para facilitar la divulgación de las obras mediúmnicas –o no– a través de Divaldo Pereira Franco y de otros sembradores encarnados y desencarnados.
El acto inaugural se llevó a cabo con la presencia de 515 personas, que colmaron el auditorio del bellísimo edificio histórico del Scottish Rite Temple.
Divaldo Franco pronunció una extraordinaria conferencia, aportando -como siempre-, la palabra inspirada que lo caracteriza.
Las puertas estuvieron abiertas desde las 18:00, y la ceremonia inaugural dio comienzo a las 20:00, con una excelente presentación de gaitas tradicionales y de la voz encantadora de la soprano Rhona Gift, miembro del coro de Andrea Bocelli.
El acto tuvo lugar en la sede: 471 NW 3rd Street, Miami, 33128.
Texto: Marcelo Neto
Fotos: Eduardo Dubal da Veiga
(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)
quinta-feira, 31 de março de 2016
Registro. Divaldo Pereira Franco em Nova Iorque, EUA
21 de março de 2016
No dia 21 de março, o médium e orador espírita Divaldo Franco realizou uma conferência pública na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos.
O evento foi realizado na sede da organização “Casa do Brasil”, em Manhattan, e recebeu um público de mais de 450 pessoas que lotaram o auditório.
O tema da conferência foi “Esquizofrenia e Obsessão”.
A conferência teve início com a narrativa do notório trabalho do médico francês Dr. Philippe Pinel, na época dos dias de terror da Revolução Francesa. Dr. Pinel, chamado de “o pai da Psiquiatria”, somente teria aceitado o convite para trabalhar como médico no Hospital da Salpêtrière, em Paris, com a condição de poder libertar os 53 pacientes esquizofrênicos do tétrico pavilhão Bicêtre. Na época, o pensamento religioso dominante considerava a esquizofrenia uma punição divina. A Ciência ainda não tinha explicações para a doença. O nobre médico notabilizou-se por considerar os pacientes com transtornos mentais como doentes, merecedores de compaixão e tratamento humano, para que pudessem ter sua dignidade restituída, e jamais serem tratados com violência ou indiferença. Para a indagação que lhe fora feita a respeito do que faria se o seu tratamento com os esquizofrênicos falhasse, Dr. Pinel teria apenas respondido: “se falhar, então irei apenas amá-los”.
O conferencista explanou sobre os avanços da Ciência, notadamente nas áreas das Neurociências, da Psiquiatria, da Psicologia, destacando a complexidade de nosso cérebro e suas funções, assim como de nossa psique, lembrando que, ao longo da História, várias teorias e tratamentos foram desenvolvidos e , posteriormente, abandonados por se revelarem inócuos, prejudiciais ou, ainda, superados por outros mais eficientes e humanos.
Foi apresentada a história da descoberta do “centro de uso da palavra” (ou centro de Broca), realizada pelo médico e anatomista francês Pierre Paul Broca.
Divaldo falou, também, sobre a importância de outra descoberta, a dos neurônios cerebrais e que, mais tarde, o conhecimento científico teria desvelado que tais estruturas poderiam se ramificar, mediante o exercício mental do indivíduo, que criaria, com isso, super-redes de comunicação neuronal e propiciaria para si uma vida mental e cerebral saudáveis, mesmo em idades avançadas.
Em seguida, dissertou sobre algumas relevantes teorias e trabalhos da Psiquiatria, referindo-se às experiências hipnológicas de Jean Martin Charcot, a demonstrar o poder da mente; à descoberta de Sigmund Freud sobre a existência do subconsciente e de doenças que não teriam causas físicas, mas psiquiátricas; e à revelação de Carl Gustav Jung a respeito do inconsciente (individual e coletivo) e dos arquétipos.
No que tange aos arquétipos, foi esclarecido que o termo tem como significado “registro antigo” e que fora primeiramente usado por São Irineu, no século II d.C. Essas informações armazenadas em nós poderiam ser desta ou de existências anteriores. Os registros negativos poderiam constituir-se conflitos a migrarem de uma existência para outra, de uma reencarnação para outra, o que estaria perfeitamente concorde com a Doutrina Espírita, conforme ensinado no capítulo 5 da obra “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, que trata das causas atuais e anteriores das aflições humanas.
Os conflitos, quando não devidamente tratados, transformar-se-iam em fobias, depressão etc., ensejando campo de desenvolvimento da esquizofrenia, essa doença mental crônica caracterizada por sintomas como: presença de alucinações e delírios, alterações do pensamento, confusão mental, perda da capacidade de ter e demonstrar emoções, apatia etc.
A criatura humana seria, então, constituída de 2 arquétipos essenciais: o ego e o Self. O primeiro seriam as nossas “máscaras”, a nossa personalidade, o “eu” inferior. O Self seria o Espírito imortal fadado à perfeição, que traz em si a chama divina, a luz, que ainda se encontra oculta na maioria de nós. Jung afirmaria que quase todos nós trazemos elementos negativos em nosso mundo íntimo, o que ele designou de sombra.
Em uma análise paralela entre o Espiritismo e a Psicanálise Junguiana, Divaldo correlacionou a sombra com o estudo de Allan Kardec a respeito de nossas más inclinações e do esforço que o ser humano deveria realizar para vencer as suas imperfeições morais. E, seguindo na mesma linha comparativa, demonstrou a concordância entre o pensamento do psiquiatra Emilio Mira y López, que, no século XX, teria afirmado que as 3 primeiras emoções desenvolvidas pela criatura humana seriam, nesta ordem, medo, ira e amor, e o ensinamento espírita, contido no texto “A Lei de Amor”, que, no século XIX, já afirmava que no início de seu processo evolutivo o Espírito só teria instintos, para mais tarde desenvolver sensações/emoções e, finalmente o amor.
Divaldo recordou que até o início do século XX os métodos de tratamento da esquizofrenia eram cruéis. Com o progresso da Ciência, novas terapêuticas teriam surgido, como a convulsoterapia com uso de metrazol, depois de insulina, desenvolvida pelo Dr. Manfred Sakel; ou a terapia do eletrochoque, proposta pelos Drs. Bini, Cerlletti e Kalinowski.
Além dos métodos físicos, começariam a ser utilizadas abordagens psicoterápicas para os tratamentos desses pacientes; e, na sequência, substâncias químicas desenvolvidas em laboratórios, os chamados barbitúricos, seriam usadas nos esquizofrênicos, para suprir as deficiências dos neurocomunicadores naturais.
Na atualidade, a esquizofrenia não seria mais uma doença incurável, do ponto de vista médico, conforme asseverou o palestrante, necessitando de tratamento de ampla abordagem: psiquiátrica, psicológica e espiritual.
Isso porque, além das causas endógenas (hereditariedade, doenças infectocontagiosas etc) e exógenas (eventos da vida, conflitos da infância, conflitos sexuais, narcisismo etc), haveria uma terceira causa para os transtornos psiquiátricos e psicológicos (incluindo a esquizofrenia), que seriam as obsessões espirituais, isto é, as influências negativas e de longa duração de um Espírito sobre outro. Conforme mencionado, Allan Kardec teria estudado profundamente o tema “obsessões” no capítulo XXIII, da obra “O Livro dos Médiuns”, explicando que nem toda loucura é apenas uma doença física ou psicológica, podendo, muitas vezes, ser o resultado de uma influenciação espiritual negativa, a obsessão.
Utilizando-se da proposição da Organização Mundial de Saúde, que afirmaria não existirem doenças, mas doentes, foi esclarecido que é o Espírito imortal que adoece, com reflexos em seu corpo somático, por causa dos seus conflitos íntimos, das culpas que carrega, da má conduta, dos maus pensamentos, necessitando o paciente de realizar o esforço para mudar de padrão de pensamentos e de comportamentos, para melhor.
Ressaltando um outro dado daquele mesmo órgão internacional de saúde, a respeito da pandemia mundial de depressão, que poderá elevar o suicídio ao “status” de causa de mortes no mundo número 1, Divaldo afirmou que a crise pela qual a Humanidade passe é , em realidade, individual; trata-se da crise moral do ser humano.
A solução para esse panorama sombrio estaria na Doutrina dos Espíritos, a propor que o indivíduo empenhe todos os seus esforços para vencer as suas más inclinações e realizar todo o bem que esteja ao seu alcance. Esse ensinamento estaria resumido na recomendação evangélica do “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo com a si mesmo”.
O amor seria não apenas uma recomendação teológica, mas verdadeira proposta psicoterápica de profilaxia e tratamento dos transtornos psiquiátricos e psicológicos.
Evocando o pensamento de Carl Gustav Jung e Viktor Frankl, o orador falou sobre a imprescindibilidade de eleger-se um sentido psicológico profundo para a existência. Para o Espiritismo, a meta mais profunda seria a imortalidade: viver com vistas à nossa imortalidade, amando sempre e em qualquer circunstância.
Na parte final de sua conferência, Divaldo destacou a união entre a Ciência e o Espiritismo, mencionando que a Psicologia Transpessoal, a denominada Quarta Força ou Psicologia com Alma, corrobora a proposta Espírita, falando-nos a respeito do ser imortal que somos e da necessidade de descobrirmos e vivenciarmos essa nossa transcendência, cultivando a alegria de viver e a saúde moral, para conquistarmos a saúde integral, a plenitude.
Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos:
(Texto em português recedo em email de Jorge Moehlecke)
Espanhol
DIVALDO FRANCO EN NUEVA YORK, USA -
21 de marzo de 2016
21 de marzo de 2016
El día 21 de marzo, el médium y orador espírita Divaldo Franco realizó una conferencia pública en la ciudad de Nueva York, en los Estados Unidos de Norteamérica.
El acto se llevó a cabo en la sede de la organización Casa do Brasil, en Manhattan, adonde concurrieron más de 450 personas que colmaron el auditorio. El tema de la conferencia fueEsquizofrenia y Obsesión.
La disertación comenzó con la narración del destacado trabajo del médico francés Dr. Philippe Pinel, en la época terrorífica de la Revolución Francesa. El Dr. Pinel -a quien se denomina Padre de la Psiquiatría-, habría aceptado la invitación para trabajar como médico en el Hospital de la Salpêtrière, en París, con la condición de liberar a los 53 pacientes esquizofrénicos del tétrico pabellón Bicêtre. En esa época, el pensamiento religioso dominante consideraba a la esquizofrenia como un castigo divino; la Ciencia aún no tenía explicaciones para esa enfermedad. El noble médico se caracterizó por considerar a los pacientes con trastornos mentales como enfermos merecedores de compasión y tratamiento humano, para que pudiesen recuperar su dignidad y que jamás fueran tratados con violencia ni indiferencia. A la pregunta que se le formuló, con respecto a qué haría si su tratamiento con los esquizofrénicos fracasaba, el Dr. Pinel habría respondido: Si fallara, entonces sólo los amaré.
El disertante hizo referencia a los avances de la Ciencia, sobre todo en las especialidades de las Neurociencias, de la Psiquiatría, de la Psicología, destacando la complejidad de nuestro cerebro y sus funciones, así como también la de nuestra psiquis. Mencionó, además, que a lo largo de la Historia se desarrollaron varias teorías y tratamientos que posteriormente fueron dejados de lado, cuando se comprobó que eran inocuos, perjudiciales, o que habían sido superados por otros más eficientes y humanos.
El orador expuso la anécdota referida al descubrimiento del centro del uso de la palabra (o centro de Broca) por el médico y anatomista francés Pierre Paul Broca.
Divaldo aludió, también, a la importancia de otro descubrimiento: el de las neuronas cerebrales, y a que con posterioridad, el conocimiento científico habría develado que tales estructuras podrían ramificarse mediante el ejercicio mental del individuo, el cual crearía -de ese modo- redes poderosas de comunicación neuronal y propiciaría, para él mismo, una vida mental y cerebral saludable, incluso en edad avanzada.
A continuación, mencionó algunas relevantes teorías y estudios de la Psiquiatría, además de mencionar las experiencias hipnológicas de Jean Martin Charcot para demostrar el poder de la mente; aludió al descubrimiento de Sigmund Freud, sobre la existencia del subconsciente y de enfermedades que no tendrían causas físicas, sino psiquiátricas; también se refirió a la revelación de Carl Gustav Jung respecto del inconsciente (individual y colectivo) y de los arquetipos.
En relación con los arquetipos, explicó que el término significa registro antiguo, y que habría sido utilizado por primera vez por San Ireneo, en el siglo II después de Cristo. Tales informaciones, almacenadas dentro de nosotros, podrían ser de esta existencia o de otras anteriores. Los registros negativos podrían convertirse en conflictos que pasaran de una existencia a otra, de una reencarnación a otra, lo que estaría en perfecta concordancia con la Doctrina Espírita, según la enseñanza que consta en el capítulo V de la obra El Evangelio según el Espiritismo, que trata acerca de las causas actuales y anteriores de las aflicciones humanas.
Cuando los conflictos no son debidamente tratados, pueden transformarse en fobias, depresión, etc., abriendo terreno para el desarrollo de la esquizofrenia, una enfermedad mental crónica, caracterizada por síntomas tales como la manifestación de alucinaciones y delirios, alteraciones del pensamiento, confusión mental, pérdida de la capacidad de experimentar y demostrar emociones, apatía, etc.
La criatura humana estaría, entonces, constituida por dos arquetipos esenciales: el ego y el Self. El primero correspondería a nuestras máscaras, nuestra personalidad, el yo inferior. El Self sería el Espíritu inmortal, destinado a la perfección, portador de la llama divina, la luz que aún se encuentra oculta en la mayoría de nosotros. Jung afirmó que casi todos nosotros somos portadores de elementos negativos en nuestro mundo íntimo, a los que él denominó sombra.
En un paralelo entre el Espiritismo y el Psicoanálisis Junguiano, Divaldo relacionó la sombra con el estudio de Allan Kardec referido a nuestras malas inclinaciones, y al esfuerzo que el ser humano debería realizar para superar sus imperfecciones morales. Prosiguiendo en la misma línea comparativa, demostró la concordancia entre el pensamiento del psiquiatra Emilio Mira y López -quien en el siglo XX había afirmado que las tres primeras emociones desarrolladas por la criatura humana serían, en este orden: el miedo, la ira y el amor-, y la enseñanza espírita contenida en el texto La Ley del Amor, que en el siglo XIX ya sostenía que en el comienzo de su proceso evolutivo, el Espíritu sólo tendría instintos, para más tarde desarrollar sensaciones, emociones y, finalmente, el amor.
Divaldo recordó que hasta el comienzo del siglo XX, los métodos de tratamiento de la esquizofrenia eran crueles. Con el progreso de la ciencia surgieron nuevas terapias, tales como la convulsoterapia, con uso de metrazol; después, de insulina, desarrollada por el Dr. Manfred Sakel; o la terapia del electroshock, propuesta por los Dres. Bini, Cerlletti y Kalinowski.
Además de los métodos físicos, comenzarían a ser utilizados los abordajes psicoterapéuticos para los tratamientos de esos pacientes; y, a continuación, sustancias químicas desarrolladas en laboratorios -los denominados barbitúricos- serían indicadas para los esquizofrénicos, a los efectos de suplir las deficiencias de los neurocomunicadores naturales. En la actualidad, la esquizofrenia ya no sería una enfermedad incurable, desde el punto de vista médico -según la afirmación del disertante-, sino que requeriría un tratamiento de amplio abordaje: psiquiátrico, psicológico y espiritual.
Eso se debe a que, además de las causas endógenas (hereditariedad, enfermedades infectocontagiosas, etc.) y de las exógenas (acontecimientos de la vida, conflictos de la infancia, conflictos sexuales, narcisismo, etc.), habría una tercera causa para los trastornos psiquiátricos y psicológicos (incluyendo la esquizofrenia), la cual sería las obsesiones espirituales, es decir, las influencias negativas y de larga duración de un Espíritu sobre otro. De conformidad con lo mencionado, Allan Kardec habría estudiado profundamente el tema obsesiones en el capítulo XXIII de la obra El Libro de los Médiums, explicando que no todas las locuras son sólo una enfermedad física o psicológica; pueden, muchas veces, ser el resultado de una influencia espiritual negativa: la obsesión.
Recurriendo a la propuesta de la Organización Mundial de la Salud, que afirmaría que no existen enfermedades sino enfermos, quedó explicado que el Espíritu inmortal es el que se enferma, con reflejos en su cuerpo somático a consecuencia de sus conflictos íntimos, de las culpas que lleva como una carga, de la mala conducta, de los malos pensamientos, y que necesita -el paciente- realizar el esfuerzo de modificar el esquema de sus pensamientos y de su conducta para mejor.
Destacando otro aspecto de aquel mismo organismo internacional vinculado a la salud, con respecto a la pandemia mundial de depresión -que podrá elevar el suicidio al estatus de causa No. 1 de muertes en el mundo-, Divaldo afirmó que la crisis que atraviesa la humanidad es, en realidad, individual: se trata de la crisis moral del ser humano.
La solución para ese panorama sombrío estaría en la Doctrina de los Espíritus, que propone al individuo empeñar todos sus esfuerzos para la superación de sus malas tendencias, y realizar todo el bien que esté a su alcance. Esa enseñanza estaría resumida en la recomendación evangélica de amar a Dios sobre todas las cosas y al prójimo como a sí mismo.
El amor sería no sólo una recomendación teológica, sino una verdadera propuesta psicoterapéutica, de profilaxis y tratamiento de los trastornos psiquiátricos y psicológicos.
Evocando el pensamiento de Carl Gustav Jung y de Viktor Frankl, el orador aludió a que es imprescindible elegir un sentido psicológico profundo para la existencia. Para el Espiritismo, la meta más profunda sería la inmortalidad: vivir con vistas a nuestra inmortalidad, amando siempre y en toda circunstancia.
Hacia el final de su conferencia, Divaldo destacó la unión entre la Ciencia y el Espiritismo, y mencionó que la Psicología Transpersonal -la denominada Cuarta Fuerza o Psicología con Alma-, corrobora la propuesta espírita, porque alude al ser inmortal que somos y a la necesidad de que descubramos y experimentemos esa trascendencia nuestra, cultivando la alegría de vivir y la salud moral, a fin de que conquistemos la salud integral: la plenitud.
Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos:
(Texto em espanhol recebido em email da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)
domingo, 27 de março de 2016
Registro. Divaldo Pereira Franco em Boston, Massachusetts, EUA
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quarta-feira, 23 de março de 2016
Registro. Divaldo Pereira Franco em Los Angelis, CA, EUA
Divaldo Franco em Los Angelis/EUA 18 março 2016
DIVALDO FRANCO NA CALIFÓRNIA/EUA - 2016
Na última sexta feira, 18/03, o médium e orador espírita Divaldo Franco encerrou mais um ciclo de atividades doutrinárias no Estado da Califórnia, com um seminário na cidade de Los Angeles, que versou sobre o tema “A Felicidade na Visão do Espiritismo”.
O belíssimo auditório do “Olympic Collection Conference Center” ficou completamente lotado, com a presença de 250 pessoas.
Os espíritas da Califórnia homenagearam o médium pelas décadas de visitas ininterruptas àquele Estado, durante as quais prestou extraordinário serviço de implantação, amparo e expansão do movimento espiritista regional. Reconhecido, ele agradeceu o gesto gentil e transferiu o mérito à Allan Kardec, o codificador do Espiritismo.
O registro histórico do século VI a.C., referente à vida do rei Creso, da Lídia, serviu como introdução para o tema da noite. Conforme narrado, Creso vivia na capital de seu reino, Sardes, com seus dois filhos. Acreditava-se plenamente feliz, pois que era o homem mais rico do planeta. Certa feita, o rei convidou o grande filósofo Sólon para visitar seu palácio. Após mostrar-lhe a sua imensa fortuna, falar da grandeza de seu reino e de seu poder, perguntou-lhe se conhecia alguém mais feliz do que ele, recebendo uma resposta afirmativa. Contrariado, reformulou a questão, indagando a respeito de quem seria, então, a segunda pessoa mais feliz do mundo. Novamente, seu nome não foi indicado pelo filósofo, o que lhe causou profunda revolta. Sólon aproveitou a oportunidade para oferecer-lhe uma grande reflexão, afirmando que somente seria possível verificar-se se uma pessoa realmente foi feliz após a sua morte, já que antes disso muitos fatores poderiam, de um minuto para outro, alterar a sorte de uma vida. O ensinamento recebido foi profético. Creso houvera, oportunamente, requisitado de seus ministros que procurassem os médiuns, pitonisas, videntes, mais importantes de diversas regiões, a fim de testar a autenticidade dos fenômenos ditos paranormais.
Após todos retornarem a Sardes para apresentarem ao rei as informações colhidas, constatou-se que a médium de Delfos era, de fato, autêntica. De lá, chegaram os avisos para Creso de que ele não teria sucessores legítimos no trono, uma vez que o filho surdo-mudo estaria naturalmente impedido de assumir a função e o outro desencarnaria tragicamente, e de que um grande império estaria para ruir. E assim ocorreu. O filho sem limitações físicas morreu em um trágico acidente. O rei, acreditando, equivocadamente, que a referência sobre o império a ruir seria do persa, decidiu guerrear contra ele, caindo, porém, derrotado. Mas algo inusitado acontecera nesse episódio. Após perder a batalha, Creso retornou para seu palácio e , ali, em uma sacada, contemplando as terras destruídas, não percebeu que um soldado inimigo houvera adentrado o local; quando este preparava-se para arremessar uma lança, o outro filho do rei da Lídia, que era surdo-mudo, numa reação surpreendente, deu um grito, pedindo que não matassem o pai. O soldado titubeou e ao fazer o arremesso, errou o alvo. O rei foi preso com a família, mas quando estavam para ser mortos, ele pronunciou em voz alta o nome de Sólon e repetiu a frase que lhe houvera sito dita. Naquele dado instante, Ciro, o rei dos persas, passava por ali e ouviu a menção ao filósofo, de quem era profundo admirador. Ao saber daquele encontro entre Creso e Sólon, o comandante dos persas decidiu libertar a família do rei vencido e torná-lo seu servo.
Esse fato, narrado pelo historiador grego Heródoto de Halicarnasso e que traz as comprovações históricas da paranormalidade/mediunidade, bem descreve a impermanência da existência física, a sua fragilidade, a ilusão das conquistas mundanas e as alternâncias das situações da vida material.
Aproveitando-se desse contexto, o orador questionou sobre o que seria a verdadeira felicidade e onde encontrá-la. Explicou que para determinada corrente filosófica, a felicidade constituir-se-ia em ter coisas, ter poder; para outra vertente da Filosofia, ela seria a total ausência de posses materiais; haveria, também, aqueles que defenderiam a tese de que a felicidade residiria no enfrentamento silencioso de todo sofrimento, sempre e em qualquer circunstância. Entretanto, a vida do rei Creso demonstraria que todas essas teorias seriam incorretas.
Divaldo apresentou a advertência do grande psicólogo existencialista estadunidense Rollo May, que afirmou que vivemos numa época de enorme ansiedade e de consumismo, evidenciando os conflitos íntimos e o vazio existencial que trazemos em nós. O desejo de estar em diferentes lugares ao mesmo tempo, o estresse, a agitação do cotidiano, a rotina, os relacionamentos sociais e afetivos virtuais, em detrimento do contato humano, as ilusões das comunicações pela internet, das redes sociais, a sexolatria, o individualismo, seriam as provas de nosso desequilíbrio interior e os elementos impeditivos da felicidade.
Por conta desse panorama da sociedade mundial é que se concluiria que as crises de toda ordem que contemplamos no planeta nada mais seriam do que a crise moral do indivíduo. E, assim, a solução não poderia ser exterior, senão uma medida íntima de transformação moral individual para melhor.
Como embasamento científico de suas colocações, o conferencista destacou a proposta dos reconhecidos psiquiatras Viktor Frankl, Carl Gustav Jung e Milton Erickson, que afirmam ser indispensável para o ser humano eleger e vivenciar uma meta psicológica profunda para a sua existência, a fim de viver em equilíbrio e feliz. A ausência de uma meta profunda acarretaria frustrações e vazio existencial, que levariam o indivíduo a estados perturbadores, incluindo a depressão e outros transtornos psicológicos e psiquiátricos.
Por fim, Divaldo apresentou a visão espírita da felicidade, que, em perfeita consonância com a Ciência, convidaria a criatura humana à viagem interior do autoconhecimento, a fim de que cada pessoa pudesse identificar as suas más inclinações morais e domá-las, substituindo-as, paulatinamente, por pensamentos e comportamentos morais saudáveis, geradores de harmonia e paz. Para o Espiritismo – afirmou-, a felicidade é perfeitamente possível de ser experienciada em nossa vida, sendo necessário, contudo, que eliminemos as ilusões e faceemos a nossa realidade imortalista, realizando todos os esforços para o aperfeiçoamento moral e espiritual. A certeza da existência do Deus bom, misericordioso e justo, da imortalidade da alma, da interação constante entre os mundos físico e espiritual, da pluralidade de oportunidades reencarnatórias para o aperfeiçoamento do Espírito, e mais os recursos terapêuticos contidos no Evangelho de Jesus seriam um tesouro de inestimável valor a nos guiar para a conquista da verdadeira felicidade.
O seminário foi encerrado com o convite para que cada qual despertasse em si a consciência de que somente nos acontece aquilo que seja de melhor para o nosso processo de evolução e de que o Amor é a força mais poderosa do Universo, capaz de transmudar dor em alegria, trevas em luz e perturbação em paz, em nossas vidas e nas de nossos irmãos de Humanidade. Por isso, exortou o palestrante: “seja feliz, hoje!”
Na segunda parte do seminário, foram respondidas perguntas do público sobre traumas de infância, perdão e autoperdão, aliança do Espiritismo com a Ciência, crise política no Brasil, felicidade face aos sofrimentos morais e físicos, dentre outras.
Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Akemi Adams/Lucimar
(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)
DIVALDO FRANCO EN LOS ÁNGELES, CALIFORNIA, USA - 18/03/2016.
El viernes último, 18 de marzo, el médium y orador espírita Divaldo Franco concluyó otro ciclo de actividades doctrinarias en el Estado de California, con un seminario ofrecido en la ciudad de Los Ángeles, que versó sobre el tema La felicidad según el punto de vista del Espiritismo.
El muy agradable auditorio del Olympic Collection Conference Center estuvo repleto, con la presencia de 250 personas.
Los espíritas de California homenajearon al médium en agradecimiento a las sucesivas décadas de visitas ininterrumpidas a ese Estado, durante las cuales prestó un extraordinario servicio de implantación, amparo y expansión al movimiento espiritista regional. Reconocido, él agradeció la gentileza e hizo mención a que el mérito era de Allan Kardec, el Codificador del Espiritismo.
El registro histórico del siglo VI a. C., referido a la vida del rey Creso de Lidia, sirvió como introducción al tema de la noche. De conformidad con la narración, Creso vivía en la capital de su reino, Sardes, con sus dos hijos. Se consideraba plenamente feliz, pues era el hombre más rico del planeta. En cierta ocasión, el rey invitó al gran filósofo Solón a que visitara su palacio. Después de mostrarle su inmensa fortuna, de hablar de la grandeza de su reino y de su poder, le preguntó si conocía a alguien más feliz que él, y recibió una respuesta afirmativa. Contrariado, volvió a plantearle la pregunta, para averiguar quién sería, entonces, la segunda persona más feliz del mundo. Nuevamente, el filósofo no mencionó su nombre, lo que le causó a Creso un profundo disgusto. Solón aprovechó la oportunidad para ofrecerle una profunda reflexión, al manifestar que solamente sería posible verificar si una persona realmente ha sido feliz, después de su muerte, ya que antes de eso muchos eran los factores que podrían, de un instante para otro, modificar la suerte de una vida. La enseñanza recibida fue profética. Creso había, oportunamente, solicitado a sus ministros que fueran en busca de los médiums, las pitonisas y los videntes más importantes de diversas regiones, a fin de verificar la autenticidad de los fenómenos denominados paranormales.
Luego de que todos retornaran a Sardes, para presentar al rey las informaciones recogidas, se constató que la médium de Delfos era, de hecho, auténtica. Desde allí, habían llegado los informes para Creso acerca de que él no tendría sucesores legítimos para el trono, dado que uno de sus hijos -sordomudo- estaría naturalmente impedido para desempeñar tal función, y el otro desencarnaría trágicamente; asimismo, anunciaron que un gran imperio estaba a punto de derrumbarse. Y así ocurrió. El hijo que no tenía limitaciones físicas murió en un trágico accidente. El rey, suponiendo -equivocadamente- que la referencia al imperio que se derrumbaría aludía al imperio persa, decidió declararle la guerra; pero, su propio imperio fue el que cayó derrotado. Mientras tanto, algo inusitado había ocurrido en ese episodio. Después de perder la batalla, Creso retornó a su palacio y, allí, desde un balcón, contempló las tierras destruidas, sin percibir que un soldado enemigo se había introducido en el lugar; cuando este se preparaba para atacarlo con una lanza, el otro hijo del rey de Lidia -que era sordomudo-, tuvo una reacción sorprendente: dio un grito, pidiendo que no matasen a su padre. El soldado titubeó, y al arrojar su lanza erró el objetivo. El rey fue tomado preso junto con su familia, pero cuando estaba aguadando la muerte, pronunció en voz alta el nombre de Solón y repitió la frase que él le había dicho. En ese preciso instante, Ciro -el rey de los persas- pasaba por allí, y escuchó que se hacía mención al filósofo de quien él era un profundo admirador. Al enterarse de aquel encuentro entre Creso y Solón, el comandante de los persas decidió liberar a la familia del rey derrotado, y a él convertirlo en su servidor.
Esa anécdota, narrada por el historiador griego Herodoto de Halicarnaso, que aporta las comprobaciones históricas de la paranormalidad o mediumnidad, describe fehacientemente la transitoriedad de la existencia física, su fragilidad, la ilusión de las conquistas mundanas y la alternancia de las situaciones de la vida material.
Aprovechando ese contexto, el orador preguntó qué sería la verdadera felicidad, y dónde encontrarla. Explicó que para una determinada corriente filosófica, la felicidad residiría en tener cosas, tener poder; para otra vertiente de la Filosofía, la felicidad sería la total ausencia de posesiones materiales; estarían, también, aquellos que defenderían la tesis acerca de que la felicidad residiría en soportar silenciosamente todo tipo de sufrimiento, siempre y en cualquier circunstancia. Entretanto, la vida del rey Creso demostraría que todas esas teorías serían incorrectas.
Divaldo presentó la advertencia del gran psicólogo existencialista estadunidense Rollo May, que afirmó que vivimos en una época de enorme ansiedad y de consumismo, evidenciando los conflictos íntimos y el vacío existencial, del cual somos portadores. El deseo de estar en diferentes lugares al mismo tiempo, el estrés, la agitación de la vida cotidiana, la rutina, las relaciones sociales y afectivas virtuales, en detrimento del contacto humano, las ilusiones de las comunicaciones por Internet, por las redes sociales, la sexolatría, el individualismo, serían las pruebas de nuestro desequilibrio interior, y los elementos que impiden la felicidad.
A partir de ese panorama de la sociedad mundial se concluiría que las crisis de toda índole que contemplamos en el planeta, sólo serían una muestra de la crisis moral del individuo. Y por eso, la solución no podría ser exterior, sino una decisión íntima de transformación moral individual para mejor.
Como base científica de sus afirmaciones, el conferencista destacó la propuesta de los reconocidos psiquiatras Viktor Frankl, Carl Gustav Jung y Milton Erickson, quienes afirman que es indispensable, para el ser humano, elegir y experimentar una meta psicológica profunda para su existencia, a fin de vivir en equilibrio y feliz. La ausencia de una meta profunda sería portadora de frustraciones y de vacío existencial, los cuales conducirían al individuo a estados perturbadores, incluyendo la depresión y otros trastornos psicológicos y psiquiátricos.
Por último, Divaldo presentó el concepto espírita de la felicidad que, en perfecta consonancia con la Ciencia, invitaría a la criatura humana a un viaje interior de autoconocimiento, a fin de que cada persona pudiese identificar sus malas tendencias morales y dominarlas, para sustituirlas paulatinamente por pensamientos y comportamientos morales saludables, generadores de armonía y paz. Para el Espiritismo –afirmó- la felicidad puede perfectamente ser experimentada en nuestra vida; sin embargo, es necesario que eliminemos las ilusiones y afrontemos nuestra realidad inmortalista, realizando todos los esfuerzos para el perfeccionamiento moral y espiritual. La certeza de la existencia del Dios bueno, misericordioso y justo, de la inmortalidad del alma, de la interacción constante entre el mundo físico y el espiritual, de la pluralidad de oportunidades reencarnatorias para el perfeccionamiento del Espíritu, además de los recursos terapéuticos contenidos en el Evangelio de Jesús, serían un tesoro de inestimable valor, para guiarnos hacia la conquista de la verdadera felicidad.
El seminario concluyó con la invitación a que cada uno despertase en sí mismo la conciencia de que solamente nos ocurre aquello que es mejor para nuestro proceso de evolución, y que el Amor es la fuerza más poderosa del universo, capaz de transmutar el dolor en alegría, las tinieblas en luz, y la perturbación en paz, en nuestras vidas y en las de nuestros hermanos en humanidad. Por eso, exhortó el disertante: ¡Sea feliz, hoy!
En la segunda parte del seminario, Divaldo respondió preguntas del público sobre traumas de la infancia, perdón y autoperdón, alianza del Espiritismo con la Ciencia, crisis política en el Brasil, la felicidad frente a los sufrimientos morales y físicos, entre otras.
Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Akemi Adams/Lucimar
(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)
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