segunda-feira, 6 de março de 2017

Registro. Divaldo Franco- Encerramento do Congresso Espírita de Goiânia, GO

28/02/2017
Após 4 (quatro) dias de muita informação proporcionada pelas séries de palestras esclarecedoras e evangelizadoras, além da fraternidade e alegrias intraduzíveis o 33º Congresso Espírita do Estado de Goiás chega ao seu fim.
Para fechá-lo Divaldo Franco realiza a derradeira palestra do evento. O tema a ser desenvolvido é o mesmo daquele adotado como temática central do Congresso que estava encerrando:  Vida: Desafios e Soluções.
As emoções se entrechocam: A alegria pelos momentos inesquecíveis é tocada pelo clima de saudades da  convivência em uma ambiente onde a atmosfera espiritual a todos nos repletou.
As conversas animadas dos participantes já possuíam algo de nostálgico. As bênçãos da Espiritualidade a todos sensibilizavam, preparando-nos para as emoções derradeiras daquele banquete de luz.
Foi, neste clima emocional e entre palmas a refletirem os mais nobres sentimentos do enorme público que lotava o teatro,  que Divaldo Franco dirigiu-se à tribuna.
No meio do enorme silêncio expectante Divaldo falou:
O célebre caçador de nazistas - 4 (quatro) vezes indicado ao Prêmio Nobel da Paz - Simon Wiesenthal  narra em o livro O Girassol (1970) que em 1944 era um jovem polonês e judeu encarcerado  no campo de concentração de Mauthausen-Gusen, localizado próximo da cidade de Linz na Áustria . Amargurado, sem esperança e indefeso, testemunhou o assassinato da  sua avó e o embarque de sua mãe em um vagão de carga contendo mulheres judias idosas.
Na condição de mão de obra escrava, Simon foi destacado para remover o lixo em um hospital para soldados alemães feridos na ofensiva dos aliados e enquanto trabalhava acercou-se dele uma enfermeira e certificando-se de que Simon era   judeu lhe fez sinal para que a acompanhasse. Receoso, Simon a seguiu até um quarto onde um soldado nazista jazia imóvel envolvido em ataduras.
O soldado,  gravemente ferido, era um oficial da SS, e ele mandara chamar Simon lhe fazer  para uma confissão no leito de morte.
- Meu nome é Karl - disse uma voz entrecortada e distorcida pelas ataduras que lhe cobriam grande parte do rosto - Preciso lhe contar algo que me devasta a alma.
De formação religiosa Católica alistou-se nas tropas SS havendo retornado recentemente, muito ferido, do front russo.
Durante um cerco às tropas russas que fugiam da “máquina nazista” a unidade de Karl fora atraída a um campo minado que resultou na morte de mais de 30 dos seus soldados. Como vingança, os SS reuniram 300 (trezentos) judeus, prendendo-os em sobrado de 3 (três) andares, espalharam combustível e a incendiaram. Karl ordenara aos seus homens que atirassem contra qualquer um que tentasse escapar.
Karl fez um breve silêncio e seguiu a narrativa macabra, que Simon acompanhava tomado de ódio que o silenciava.
- Os gritos das vítimas na casa eram horríveis.
- Divisei um homem com uma criancinha nos braços. Suas roupas estavam em chamas. Ao lado havia uma mulher, sem dúvida a mãe da criança. Com a mão livre, o homem cobria os olhos da criança, depois ele pulou para a rua. Segundos depois a mãe jogou-se também. Nós atiramos matando todos aqueles que tentavam fugir!
Dominado pelas emoções dessa insanidade Karl continuou após algum tempo de silêncio:
- Nunca mais pude esquecer o olhar de incredulidade daquele menino cujos olhos lhe pareciam perguntar: Por que?
- Sei que em poucas horas morrerei, e por essa razão solicitei a presença de um judeu. Mas antes queria pedir a um judeu que me perdoasse pelas atrocidades.
Simon Wiesenthal, olhou para o corpo do homem moribundo abriu a porta e deixou o local em silêncio sem conceder o perdão solicitado.
Através dos anos, Wiesenthal perguntou a muitos rabinos e sacerdotes o que deveria ter feito. Finalmente, mais de vinte anos depois da guerra, ele escreveu essa história e submete o leitor a uma questão:
- O que você teria feito em meu lugar?
Após breve silêncio Divaldo segue no desenvolvimento do tema.
Desde o instante do nascimento quando nos esgueiramos pelo canal vaginal a vida se nos opõe dificuldades. Algumas naturais, próprias da vida física, outras que nos chegam por imposição de equívocos gerados pelas nossas imprudências, incompetência ou imprevidência.
Outras ainda nos colhem como necessidade de desenvolver predicados que carecemos para a nossa evolução moral, espiritual e intelectual. Como praticar a qualidade do perdão se ninguém nos magoar ou ferir – moral ou fisicamente?
Há, ainda, as dores acerbas e quase intermináveis que parecem nos consumir nas labaredas das dores morais e físicas. São as expiações que nos fazem experimentar – hoje – as dores com as quais submetemos nosso semelhante em atos pretéritos.
Não são castigos ou condenações. São desafios que nos convidam a desenvolver humildade, pureza de coração, paciência, tolerância, perdão e resignação. Qualidades preconizadas em o Sermão das Bens Aventuranças e que nos ensinarão a sermos Benevolentes com todos. Indulgentes com as falhas alheias. Perdão para com as faltas que contra nós praticam nossos irmãos. TODASelas qualidades que representam o verdadeiro significado da palavra CARIDADE, conforme o entendimento do Mestre Jesus – Modelo e Guia de toda a Humanidade.
A solução é então apresentada pelo Semeador de Estrelas:
Viver – na prática – os ensinamentos do Mestre Jesus. Aplicando a Caridade em todas as oportunidades e locais - no lar, no ambiente de trabalho, no lazer – entendendo que a vida tem um propósito superior: Desenvolver padrões de pensamento e ação que transforme a nossa Natureza Animal (instintos e sensações) em Natureza Espiritual a nos permitir experimentar a paz e a felicidade em sua plenitude.
Diante de tão belos e cristalinos conceitos o silêncio se fez natural e prosseguiu por um longo hiato até que uma onda de paz e forte emotividade perpassou todas as almas, iluminando os corações encharcados de bênçãos.
A voz sublime do espírito Dr. Bezerra de Menezes se fez ouvir - pela mediunidade psicofônica de Divaldo Franco -  nos convidando a seguir as Pegadas do Nazareno.
Chegava ao fim o 33º Congresso Espírita do Estado de Goiás.
    Fotos: Sandra Patrocínio
    Texto: Djair de Souza Ribeiro

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


ESPANHOL

DIVALDO FRANCO - CLAUSURA DEL CONGRESO ESPÍRITA DE GOIÀNIA - 28/02/2017


    Al cabo de 4 (cuatro) días de abundante información, proporcionada por las sucesivas conferencias, esclarecedoras y evangelizadoras, además de la fraternidad y la alegría, indescriptibles, el 33º Congreso Espírita del Estado de Goiás llega a su fin.
    A tal efecto, Divaldo Franco realiza la última conferencia del programa. El tema que desarrollará es el mismo que ha sido adoptado como tema central del Congreso que estaba clausurando: Vida: Desafíos y Soluciones.
    Las emociones se entrechocan: La alegría por los momentos inolvidables se contrapone a la nostalgia por la convivencia, en un ambiente donde la atmósfera espiritual a todos nos colmó.
    Las conversaciones animadas de los participantes ya tenían una cierta nostalgia. Las bendiciones de la Espiritualidad a todos emocionaron, predisponiéndonos para las emociones de las despedidas, de aquel banquete de luz.
    Fue en este clima emocional y, entre las palmas que reflejaban los más nobles sentimientos del numeroso público que colmaba el teatro, que Divaldo Franco se dirigió a la tribuna.
    En medio del absoluto silencio, expectante, Divaldo comenzó su disertación:
    El célebre cazador de nazis -4 (cuatro) veces propuesto al Premio Nobel de la Paz- Simon Wiesenthal, narra en el libro El Girasol (1970), que en 1944 era un joven polaco y judío, encarcelado en el campo de concentración de Mauthausen-Gusen, ubicado cerca de la ciudad de Linz, en Austria. Amargado, sin esperanza e indefenso, fue testigo del asesinato de su abuela y del embarque de su madre en un vagón de carga, que contenía mujeres judías de edad avanzada.
    En la condición de mano de obra esclava, Simón fue designado para eliminar la basura en un hospital para soldados alemanes, heridos durante la ofensiva de los aliados, y mientras trabajaba se le acercó una enfermera, quien al constatar que Simón era judío le hizo una seña para que la acompañase. Temeroso, Simón la siguió hasta un cuarto, donde un soldado nazi yacía inmóvil, envuelto con vendas.
    El soldado, gravemente herido, era un oficial de la SS, y él había mandado a llamar a Simón, para hacerle una confesión en el lecho de muerte.
    -Mi nombre es Karl -dijo con voz entrecortada y distorsionada por las vendas que le cubrían gran parte del rostro. -Necesito contarle algo que me destroza el alma.
    De formación religiosa católica, se alistó en las tropas SS, y había retornado recientemente, muy herido, del frente ruso.
    Durante un cerco a las tropas rusas, que huían de la máquina nazi, la unidad de Karl había sido atraída hacia un campo minado, lo que dio por resultado la muerte de más de 30 de sus soldados. A modo de venganza, los SS reunieron a 300 (trecientos) judíos, los colgaron a lo largo de 3 (tres) niveles o pisos de una casa, derramaron combustible y los prendieron fuego. Karl había ordenado a sus hombres que dispararan contra cualquiera que tratase de escapar.
    Karl hizo un breve silencio y continuó con la macabra narración, a la que Simón acompañaba dominado por el odio, que lo obligaba a guardar silencio.
    -Los gritos de las víctimas en la casa eran horrorosos.
    -Divisé a un hombre con una criatura en los brazos. Sus ropas estaban en llamas. Al lado había una mujer, sin duda la madre de la criatura. Con la mano libre, el hombre cubría los ojos de la criatura, después él saltó hacia la calle. Algunos segundos después la madre se arrojó também. ¡Nos lanzamos para matar a todos los que intentaban huir!
    Dominado por las emociones de esa locura, Karl continuó después de algunos instantes de silencio:
    -Nunca más pude olvidar la mirada de incredulidad de aquel pequeño, cuyos ojos parecían preguntar: ¿Por qué?
    -Sé que en pocas horas voy a morir, y por ese notivo solicité que trajeram a mi presencia un judío. Porque antes quería pedirle que me perdonase las atrocidades.
    Simon Wiesenthal dirigió una mirada al cuerpo del hombre moribundo, abrió la puerta y se retiró del lugar en silencio, sin conceder el perdón que se le había solicitado.
    A través de los años, Wiesenthal preguntó a muchos rabinos y sacerdotes acerca de qué debería haber hecho. Finalmente, más de veinte años después de la guerra, él redactó esa historia y planteó al lector una pregunta:
    -¿Usted qué habría hecho en mi lugar?
    Luego de un breve silencio, Divaldo continúa con el desarrollo del tema.
    A partir del instante del nacimiento, cuando nos deslizamos por el canal vaginal, la vida nos presenta dificultades. Algunas de ellas lógicas, inherentes a la vida física, otras nos llegan por imposición de equivocaciones generadas por nuestra imprudencia, incompetencia o imprevisión.
    Otras, además, nos sorprenden como una necesidad de desarrollar atributos para nuestra evolución moral, espiritual e intelectual. ¿Cómo ejercitar la cualidad del perdón, si nadie nos ofende o hiere– moral o físicamente?
    Hay, además, dolores crueles y casi interminables, que parecieran consumirnos en las llamas de los dolores morales y físicos. Son las expiaciones, que nos hacen experimentar –hoy– los dolores con los cuales hemos sometido a nuestro semejante, en acciones del pasado.
    No son castigos ni condenas. Son desafíos que nos invitan a desarrollar la humildad, la pureza de corazón, la paciencia, la tolerancia, el perdón y la resignación. Cualidades preconizadas en el Sermón de las Bienaventuranzas, que nos enseñarán a que seamos Benevolentes con todos. Indulgentes con las faltas ajenas. Que perdonemos las faltas que contra nosotros practican nuestros hermanos. TODAS esas cualidades, representan el verdadero significado de la palabra CARIDAD, según lo entendía el Maestro Jesús –Modelo y Guía de toda la humanidad.
    La solución es, pues, presentada por el Sembrador de Estrellas:
    Vivir en la práctica las enseñanzas del Maestro Jesús. Aplicando la Caridad en todas las oportunidades y lugares -en el hogar, en el ámbito de trabajo, en el ocio –entendendiendo que la vida tiene un propósito superior: desarrollar modelos de pensamiento y de acción que transformen nuestra Naturaleza Animal (instintos y sensaciones) en Naturaleza Espiritual, lo que nos permita experimentar la paz y la felicidad en su plenitud.
    Ante tan hermosos y transparentes conceptos, el silencio se instaló espontáneamente y se extendió por un largo espacio de tiempo, hasta que una onda de paz e intensa emotividad impregnó a  todas las almas, iluminando los corazones, desbordantes de bendiciones.
    La voz sublime del Espíritu Dr. Bezerra de Menezes, se hizo oír a través de la mediumnidad psicofónica de Divaldo Franco- y nos invitó a que siguiéramos las huellas del Nazareno.
    LLegaba a su fin el 33er. Congreso Espírita del Estado de Goiás.

    Fotos: Sandra Patrocínio
    Texto: Djair de Souza Ribeiro



(Texto em espanhol recebido em email da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)

domingo, 5 de março de 2017

Registro. Divaldo Franco- Síntese da Palestra na noite de 27/02/2017 em Goiânia, GO

Segunda de Carnaval. Momo e sua corte dominam as atenções de um número incontável de pessoas em busca das extravagâncias do sentido, em Goiânia mais de 3.000 pessoas se ajuntam na entrada do Centro de Convenções buscando a oportunidade de assistir a mais uma palestra de Divaldo Franco.
Divaldo Franco ocupando a tribuna dá início a exposição emoldurando o tema – Seja Feliz Hoje - com a narrativa da história do médico americano Tadeu Merlin, favorável a aplicação da Eutanásia (do grego Morte Branda) em casos de doenças terminais.
Com esse pensamento povoando seu cérebro, o Dr. Merlin foi convocado a efetuar um atendimento de emergência para tentar salvar a vida de uma parturiente e seu bebê que não vinha à luz mesmo após 20 horas de trabalho de parto.
Quando, finalmente, a criança veio ao mundo o Sr. Merlin deu-se conta de que a mesma era portadora de uma deficiência congênita no pé o que o impediria de ter uma vida normal. Esse fato, associado ainda, à penúria econômica da mãe, despertou no médico materialista a ideia de acabar com os enormes sofrimentos que aquela criança teria.
Aproveitando que a mãe do bebê dormia, extenuada pelo largo período do parto, o Dr. Merlin preparou a injeção que levaria o recém-nascido à morte sem despertar suspeita. Porém, algo que o médico não soube explicar, deteve sua iniciativa e com esforço abandonou a efetivação da eutanásia.
Os anos se dobraram e várias décadas mais tarde o agora famoso e bem sucedido Dr. Merlin vivia uma vida tranquila ao lado da filha e de Barbara a netinha de 5 anos que encantava sua vida.
Em um acidente de trânsito, desencarnaram a filha e o genro do Dr. Merlin deixando Barbara sob seus cuidados.
Ao completar 7 (sete) anos, porém, a linda Barbara foi alvo de uma virose pertinaz. Os diversos médicos consultados afirmavam que a morte da criança ocorreria em poucos dias, sob dores terríveis. Os médicos aconselharam o Dr. Merlin a suavizar os momentos finais da netinha querida aplicando-lhe a eutanásia.
Em desespero o Dr. Merlin buscou ajuda junto a um médico da periferia de uma cidade do meio oeste americano que vinha efetuando estudos com essa doença.
O jovem médico avaliou Barbara e confirmou o veredito dos demais profissionais. A morte de Barbara ocorreria em poucos dias.
Vendo o sofrimento do avô, o médico ofereceu um tratamento experimental e sem certeza de resultados, o que foi prontamente aceito pelo Dr. Merlin. Após algumas semanas de tratamento a vitalidade e a saúde, voltaram a animar Barbara.
Quando o Dr. Merlin foi agradecer o jovem médico, o avô de Barbara deu-se conta de que o médico que havia devolvido a saúde de sua netinha era portador de uma deficiência física no pé e que ele se movimentava com dificuldades. Ao abordar o assunto com o médico, o Dr. Merlin descobriu que o profissional que salvara a netinha era a criança que há 35 anos ele quase aplicara a equivocada solução da eutanásia.
Com a emoção dominando os corações dos atentos ouvintes, Divaldo inicia a abordagem sobre o real sentido da vida enfatizando a felicidade formulando uma questão: O que é a Felicidade? É o prazer?
E ele mesmo nos responde: Não. Felicidade não é prazer.
Para os antigos a real felicidade era a vivência dos códigos morais preconizados pelos Upanichades (escrituras do hinduísmo) ou a filosofia presente no Bhagavad Gita.
Segue Divaldo abordando o tema passando por Pitágoras e os pensamentos de Sócrates que estabelece uma finalidade ética para a vida que é a de Bem viver e não a de Viver bem, aproveitar, ter prazer.
Após uma imperceptível pausa Divaldo – de maneira leve, esclarecedora e com sutis toques de fino humor - aborda a filosofia da Grécia e detalha o pensamento e definições das diversas escolas filosóficas sobre a felicidade:
1. Epicuro afirmava – pelo pensamento Epicurista ou hedonista - ser a felicidade alcançada com o TER coisas e prazer indutores da felicidade. Porém, junto com o verbo TER está atrelado o verbo PERDER.
2. Mais tarde surgiu Diógenes do pensamento Cínico que afirmou que a felicidade é NADA TER. Desdenhando os bens transitórios passou a habitar um tonel. Desconsiderou, em Corinto, o convite que lhe fora feito por Alexandre Magno, desprezando a honra de governar o mundo ao seu lado e admoestando-o por tomar-lhe o que chamava "o meu sol"
3. Surge, então, Zenon de Cicio e o pensamento estoico, que ensinava ser a felicidade a necessidade de se banir da vida a afetividade e a emotividade causadoras do apego e produtoras de infelicidade. Além domais o homem deveria enfrentar as vicissitudes e os sofrimentos com serenidade, libertando-o da infelicidade. A felicidade estoica é RESIGNAR não ter medo seja da morte, de perder o que se possui.
4.  Posteriormente Sócrates com o pensamento de que a felicidade é SER e não ter coisas transitórias. Sócrates combatia os males que os homens produzem para gozarem de benefícios imediatos, objetivando, com essa atitude de reta conduta, o bem geral, a felicidade comunitária. Felicidade seria o bem da alma, através da conduta justa e virtuosa.
Divaldo, fala então da interpretação da Doutrina Espírita sobre a felicidade ao nos ensinar que o ser humano deve aprender a ser feliz de acordo com as circunstâncias, incorporando e vivendo a certeza da transitoriedade do seu corpo físico e da sua eternidade espiritual. Filosofia esta, sintetizada no pensamento de Allan Kardec: “A felicidade depende das qualidades próprias do indivíduo e não da situação material em que ele vive”.
Estamos na Terra para construir um mundo melhor.
E com essa mensagem de ternura, carinho e de felicidade Divaldo relembra as inesquecíveis palavras de Jesus quando nos ensina através das Bem aventuranças:
— Bem aventurados os que choram porque serão consolados
A felicidade não tem data para acontecer, pois muitas vezes condicionamos a felicidade quando atingirmos tal ou qual situação. Igualmente a felicidade não depende de termos ou possuirmos algo transitório
Com a emoção dominando os corações dos atentos ouvintes, Divaldo nos diz que a felicidade é possível através do amor. Basta amar, sem a preocupação de ser amado. Se você ama e é amado olhe com ternura e carinho o teu afeto e seja feliz – agora. Se você não é amado agradeça a Deus a caminhada solitária pelos vales das sombras pois “que Deus é o meu pastor e nada me faltará”. Se você sente falto de alguma coisa eleva o pensamento a Deus e Lhe peça que te obsequie com a dádiva, mas de conforme com os padrões do Seu entendimento e vontade e não conforme a nossa.
Podemos – hoje ainda -sermos felizes apesar dos problemas que nos acontecem e que basta não revidarmos os males que nos fazem e nem retribuir com ódio as ignomínias que nos façam. Oerder a paz: Jamais! Contaminarmo-nos com o mau? Nunca!
Aquele que conhece Jesus NÃO TEM O DIREITO de ser infeliz, mesmo nesse momento de muita angústia que, qual uma sombra, procura impedir o brilho da real e verdadeira felicidade.
Os olhares de todos deixavam transparecer o impacto daquelas palavras e sentia-se a presença da felicidade... enquanto isto, lá fora, uma multidão seguia buscando o prazer iludidos de terem obtido a felicidade.
      Fotos: Sandra Patrocinio
      Texto: Djair de Souza Ribeiro

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


ESPANHOL

DIVALDO FRANCO - SÍNTESIS DE LA CONFERENCIA DE LA NOCHE DEL 27/02 EN GOIÀNIA

Martes de Carnaval. Momo y su corte dominan la atención de una cantidad enorme de personas, que buscan las extravagancias de los sentidos. En Goiânia, más de 3.000 personas se congregan en la entrada del Centro de Convenciones, en busca de la oportunidad de presenciar otra conferencia de Divaldo Franco.
Divaldo Franco ocupa la tribuna y da comienzo a la exposición. Organiza el tema –Sea Feliz Hoy- con la narración de la anécdota del médico norteamericano Tadeu Merlin, quien estaba a favor de la aplicación de la eutanasia (del griego muerte blanda) en casos de enfermedades terminales.
Con ese pensamiento poblando su cerebro, el Dr. Merlin fue convocado a efectuar una atención de emergencia, para intentar salvar la vida de una parturienta y de su bebé, que no salía a la luz incluso después de 20 horas de trabajo de parto.
Cuando, finalmente, la criatura vino al mundo, el Sr. Merlin se dio cuenta de que esta era portadora de una deficiencia congénita en el pie, lo que le impediría tener una vida normal. Esa circunstancia, asociada además a la carencia económica de la madre, despertó en el médico -materialista-, la idea de poner fin a los enormes sufrimientos que aquella criatura tendría.
Aprovechando que la madre del bebé dormía, extenuada por el prolongado período de parto, el Dr. Merlin preparó la inyección que conduciría al recién nacido a la muerte, sin despertar sospechas. No obstante, algo que el médico no supo explicar detuvo su iniciativa, y con esfuerzo abandonó la concreción de la eutanasia.
Los años pasaron y, varias décadas más tarde, el entonces famoso y exitoso Dr. Merlin, vivía una vida tranquila junto a su hija y de Bárbara, la nietecita de 5 años que encantaba su vida.
En un accidente de tránsito, desencarnaron la hija y el yerno del Dr. Merlin, dejando a Bárbara a sus cuidados.
Al cumplir 7 (siete) años, la linda Bárbara fue atacada por una virosis pertinaz. Los diversos médicos consultados afirmaban que la muerte de la criatura se produciría al cabo de unos pocos días, sometida a dolores terribles. Los médicos aconsejaron al Dr. Merlin aliviar los momentos finales de la nietecita querida aplicándole la eutanasia.
Desesperado, el Dr. Merlin buscó la ayuda de un médico de la periferia, de una ciudad del medio oeste norteamericano, que había estado efectuando estudios con esa enfermedad.
El joven médico evaluó a Bárbara y confirmó el veredicto de los demás profesionales. La muerte de Bárbara se produciría en pocos días.
Teniendo en cuenta el sufrimiento del abuelo, el médico propuso un tratamiento experimental, sin certeza acerca de los resultados, lo que fue de inmediato aceptado por el Dr. Merlin. Al cabo de algunas semanas de tratamiento, la vitalidad y la salud volvieron a animar a Bárbara.
Cuando el Dr. Merlin fue a agradecer al joven médico, el abuelo de Bárbara se dio cuenta de que el médico que había devuelto la salud a su nietecita, era portador de una deficiencia física en el pie y que se movía con cierta dificultad. Al abordar el tema con el médico, el Dr. Merlin descubrió que el profesional que había salvado a su nietecita era la criatura a la que 35 años atrás, él casi aplicaba, equivocadamente, una solución para eutanasia.
La emoción dominaba los corazones de los atentos oyentes, cuando Divaldo inició el desarrollo acerca del auténtico sentido de la vida. Con énfasis en la felicidad, plantea una pregunta: ¿Qué es la Felicidad? ¿Es el placer? Y él mismo nos responde: No. Felicidad no es placer.
Para los antiguos, la felicidad auténtica era vivir según los códigos morales preconizados por los Upanishads (escrituras del hinduísmo) o la filosofía presente en el Bhagavad Gita.
Divaldo sigue abordando el tema, y pasa por Pitágoras y los pensamientos de Sócrates, quien establece una finalidad ética para la vida, que es la de Bien vivir, y no la de Vivir bien, aprovechar, gozar del placer.
Luego de una imperceptible pausa, Divaldo –de manera sutil, esclarecedora y con delicadas manifestaciones de humor, aborda la filosofía de Grecia, y detalla el pensamiento y las definiciones de las diversas escuelas filosóficas, acerca de la felicidad:
1. Epicuro afirmaba –según el pensamiento epicureísta o hedonista- que la felicidad se alcanza con el TENER cosas y el placer, inductores de la felicidad. No obstante, junto al verbo TENER está asociado el verbo PERDER.
2. Más tarde surgió Diógenes, del pensamiento Cínico, quien afirmó que la felicidad es TENER NADA. Despreciando los bienes transitorios comenzó a habitar dentro de un tonel. Rechazó, en Corinto, la invitación que le había hecho Alejandro Magno, despreciando el honor de gobernar el mundo al lado de él, y reclamándole por quitarle lo que denominaba mi sol.
3. Surge, entonces, Zenon de Cicio y el pensamiento estoico. Él enseñaba que la felicidad es la necesidad de eliminar de la vida, la afectividad y la emotividad, causantes del apego y promotoras de desdicha. Además, el hombre debería enfrentar las vicisitudes y los sufrimientos con serenidad, liberándose de la desdicha. La felicidad estoica consiste en RESIGNARSE, en no tener miedo, ya sea de la muerte, ni tampoco de perder lo que se posee.
4. Posteriormente, Sócrates con el pensamiento acerca de que la felicidad es SER y no tener cosas transitorias. Sócrates combatía los males que los hombres producen, para gozar de beneficios inmediatos, tendiendo con esa actitud de recta conducta, al bien general, a la felicidad de la comunidad. Felicidad sería el bien del alma, a través de la conducta justa y virtuosa.
Divaldo alude, entonces, a la interpretación de la Doctrina Espírita sobre la felicidad, al enseñarnos que el ser humano debe aprender a ser feliz de acuerdo con las circunstancias, incorporando y viviendo la certeza de la transitoriedad de su cuerpo físico y de su eternidad espiritual. Filosofía, esta, sintetizada en el pensamiento de Allan Kardec: La felicidad depende de las cualidades del individuo y no de la situación material en que vive.
Estamos en la Tierra para edificar un mundo mejor.
Y con ese mensaje de ternura, afecto y felicidad, Divaldo recuerda las inolvidables palabras de Jesús, cuando nos enseñaba a través de las Bienaventuranzas: —Bienaventurados los que lloran porque serán consolados.
La felicidad no tiene una fecha para ocurrir, pues muchas veces condicionamos la felicidad, cuando accedemos a tal o cual situación. Igualmente, la felicidad no depende de que tengamos o poseamos algo transitorio.
La emoción dominaba los corazones de los atentos oyentes, cuando Divaldo nos dice que la felicidad es posible a través del amor. Alcanza con amar, sin la preocupación de ser amado. Si usted ama y es amado, observe con ternura y cariño a su afecto y sea feliz –ahora. Si usted no es amado agradezca a Dios la trayectoria en soledad por los valles de las sombras, pues Dios es mi pastor y nada me faltará. Si usted se sintiera carente de alguna cosa, eleve el pensamiento a Dios y pídale que le conceda una dádiva, pero de conformidad con los modelos de Su entendimiento y voluntad, y no según la nuestra.
Podemos –hoy mismo- ser felices, a pesar de los problemas que nos acontecen, y alcanza con que no devolvamos el mal que nos hagan, ni retribuir con odio las ignominias que nos hagan. Perder la paz: ¡Jamás! ¿Contaminarnos con el mal? ¡Nunca!
Quien conoce a Jesús NO TIENE DERECHO a ser infeliz, incluso, en ese momento de profunda angustia en que, como una sombra, procura impedir el brillo de la real y auténtica felicidad.
Las miradas de todos dejaban traslucir el impacto de aquellas palabras, y se percibía la presencia de la felicidad... Mientras tanto, afuera, una multitud seguía buscando el placer, con la ilusión de obtener la felicidad.
      Fotos: Sandra Patrocinio
      Texto: Djair de Souza Ribeiro



(Texto em espanhol recebido em email da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)

quarta-feira, 1 de março de 2017

Registro. Divaldo Franco - Síntese da Palestra de Goiânia, GO

26-02-2017.

 O Teatro Rio Vermelho localizado no Centro de Convenções de Goiânia abrigou os mais de 2.000 pessoas para ouvir Divaldo Franco desenvolver o tema proposto pelos organizadores do 33º Congresso Espírita do Estado de Goiás: Amor, Sexualidade e Seus Desafios.
Assumindo a tribuna Divaldo deu início +a palestra narrando a tocante história de Moisés Mendelssohn (1729-1786) avô do célebre compositor, pianista e maestro alemão Felix Mendelssohn (1804-1847).
Moisés Mendelssohn era um homem feio, baixo e possuidor de uma grotesca corcunda.
Certa feita conheceu a lindíssima filha de um comerciante e por ela se apaixonou perdidamente, porém, a jovem ao lhe ser apresentada demonstrou profunda repulsa pela sua desagradável estética.
Mas Moisés não se deixou abater por ter sido repelido pela linda Frudge e num gesto de muita ousadia perguntou –lhe:
- Você acredita que os casamentos são combinados no céu, antes de nascermos?
Evitando olhar aquela figura tosca a jovem respondeu:
- Sim, acredito.
-Também, acredito – completou Mendelssohn.
E sem deixar que o silêncio constrangedor dominasse aquela conversa, ele emendou:
- Quando me preparava para nascer, Deus mostrou-me aquela que seria, mais tarde, a minha esposa.
- Ela era bela, muito bela. Deus, porém, anunciou:
-Sua mulher será bela, porém trará uma corcunda a lhe marcar a aparência física.
Diante dessa informação, ousei levantar os olhos ao Altíssimo e lhe suplicar:
- Senhor, uma mulher com corcunda será uma tragédia. Permita, por misericórdia, que eu seja corcunda e que ela seja perfeita.
E Deus, na sua infinita bondade resolveu atender minhas súplicas e me fez nascer encurvado.
Pela primeira vez Frudge olhou diretamente nos olhos de Mendelsshon e fitando-lhe os olhos apaixonados deu-se conta de que aquela fora a mais pungente declaração de amor que ela jamais havia imaginado receber.
Emocionada, tomou a mão do rapaz entre as suas e aceitou-o como noivo vindo, posteriormente, a se casar com ele.
Após a narrativa desta tocante história a emoldurar o tema, Divaldo passou a aprofundar suas observações.
 O amor não se apega, não sofre a falta, mas frui sempre, porque vive no íntimo do ser e não das gratificações que o amado oferece.
O amor deve ser sempre o ponto de partida de todas as aspirações e a etapa final de todos os anseios humanos.
Equivocadamente o sexo é considerado - por um grande contingente de pessoas - como sinônimo de amor.
Todavia, o sentimento do amor é muito mais amplo e abrangente, uma vez que representa a somatória dos sentimentos e anseios que formam a base de nossas ações no bem.
O sexo, desacompanhado do amor, é SENSAÇÃO herança do instinto dominador, enquanto que o amor é a EMOÇÃO a ser conquistada pelos caminhos da elevação espiritual e moral.
Quando o sexo se impõe sem o amor, a sua passagem é rápida, frustrante e insaciável.
A mitologia grega define Eros como sendo o deus do Amor, mais especificamente o amor físico.
Eros teria nascido – espontaneamente - do caos primitivo como manifestação da vida afetiva.
Posteriormente passou a representar a Paixão, e teria tido uma origem diferente, mais poética, agora como filho de Hermes e Afrodite, ou ainda filho de Cronos e Gê  ou ainda, de Afrodite e Marte.
Nessa situação passou a representar o desejo sexual, a função resultante do prazer sensualista, dos prazeres e satisfações sexuais.
Após essa síntese da Mitologia que considera Eros e Amor  como uma único sentimento, Divaldo interpõe o conceito a moral espírita-cristão para o qual o amor é superior aos desejos sexuais, enquanto Eros, que pode ser portador de sentimento afetivo, caracteriza-se pela libido, sempre canalizada para os prazeres e satisfações imediatas da utilização do sexo.
O amor é permanente, enquanto Eros é transitório.
O amor felicita, proporcionando alegrias duradouras. Eros agrada e desaparece ávido, como fogo que arde e consome o combustível, pra em seguida se tornar em cinzas que se esfriam.
Eros toma conta dos sentidos e responde pelas paixões descontroladas, pelos conflitos da insatisfação, que levam ao crime e ao desespero, pois, ao eleger como  objetivo imediato e impostergável, o atendimento dos desejos do desequilíbrio sexual, é responsável pela alucinação que vige nos grupos e indivíduos perturbados.
Manifestando-se pela posse descontrolada, não confia, e se deixa contaminar pelo ciúme e pela insegurança, num crescendo desvairado até culminar em patologias sexuais devastadoras e perversões alucinantes.
O amor dulcifica e acalma, espera e confia. É enriquecedor, e, embora se expresse em desejos ardentes que se extasiam na união sexual, não consome aqueles que se lhe entregam ao abrasamento, porque se enternece e vitaliza, contribuindo para a perfeita união.
O AMOR utiliza-se de Eros, sem que se deixe ser por ele controlado, Eros, porém, raramente se utiliza do sentimento de pureza e serenidade qualidades características do AMOR.
E como advertência final, Divaldo esclarece a respeito dos descalabros e da inversão de valores dos dias atuais.
O sexo praticado de forma vil atrai Espíritos igualmente atormentados e doentes que se vinculam ao indivíduo, levando-o a processos de obsessões terríveis e de difícil libertação.
Desvios de comportamento sexual, aberrações nas práticas do sexo, condutas extravagantes e subvertendo as funções estabelecidas pelas Leis da Vida, produzem perturbações, que não se restabelecem com facilidade, senão através de dolorosas reencarnações.
Fitando do alto da tribuna o imenso público que ouvia suas considerações Divaldo arremata com uma observação a ecoar nas consciências atentas.
Ninguém se engane quanto aos compromissos do sexo perante a vida e tome o cuidado de não enganar a outrem, pois cada um responde sempre pelo que inspira e pelo que faz.
O sexo não foi elaborado para o prazer vulgar, senão para as emoções superiores na construção das vidas, ou para as sensações compensativas quando amparado pelas dúlcidas vibrações do amor, mantendo a afetividade e a alegria de viver.
Os dias atuais são de libido e de paixões descontroladas e pela predominância dos desejos que desgovernam as mentes e aturdem os sentimentos sob o comando de Eros.
Todavia, o amor está sendo convidado a substituir a ilusão que o sexo desregrado produz, acalmando as ansiedades enquanto eleva os seres humanos.
Amor ou Eros?
Jesus, modelo e guia,  nos apresenta a resposta: “Onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração”
(Mateus 6:23)
    Fotos: Sandra Patrocinio
   Texto: Djair de Souza Ribeiro


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehleck)


ESPANHOL

DIVALDO FRANCO - SÍNTESIS DE LA CONFERENCIA DEL DÍA 26/02/2017, EN GOIÂNIA.
El Teatro Rio Vermelho, ubicado en el Centro de Convenciones de Goiânia, albergó a más de 2.000 personas dispuestas a escuchar a Divaldo Franco, quien desarrolló el tema propuesto por los organizadores del 33º CONGRESO ESPÍRITA DEL ESTADO DE GOIÁS: Amor, Sexualidad y sus desafíos.
Instalado en la tribuna, Divaldo dio comienzo a la disertación, narrando la conmovedora historia de Moisés Mendelssohn (1729-1786) -abuelo del célebre compositor, pianista y maestro alemán Felix Mendelssohn (1804-1847).
Moisés Mendelssohn era un hombre desprovisto de belleza, de baja estatura y tenía una grotesca joroba.
En cierta ocasión, conoció a la muy hermosa hija de un comerciante, y se sintió perdidamente enamorado de ella; mientras tanto, cuando le fue presentada la joven, ella demostró un profundo rechazo por su desagradable aspecto.
Pero Moisés no se dejó abatir, a causa del rechazo de la hermosa Frudge y, en un gesto muy audaz, le preguntó:
-¿Usted cree que los casamientos están pactados en el cielo, antes de nuestro nacimiento?
Evitando dirigir la mirada a aquella figura contrahecha, la joven respondió:
-Sí, lo creo.
-También yo lo creo –completó Mendelssohn.
Y sin permitir que el silencio incómodo dominase aquella conversación, él agregó:
-Cuando me preparaba para nacer, Dios me mostró a la que sería, más tarde, mi esposa.
-Ella era hermosa, muy hermosa. Dios, mientras tanto, anunció:
-Su mujer será hermosa, pero tendrá una joroba que caracterizará su apariencia física.
Ante tal información, me permití elevar la mirada al Altísimo y le supliqué:
-Señor, una mujer jorobada será una tragedia. Permita, por misericordia, que yo sea el jorobado y que ella sea perfecta.
Y Dios, en su infinita bondad resolvió atender mis súplicas, y me hizo nacer jorobado.
Por primera vez, Frudge miró directamente a los ojos de Mendelsshon, y al observar su mirada apasionada, se dio cuenta de que aquella había sido la más fervorosa declaración de amor que ella jamás había imaginado recibir.
Emocionada, tomó la mano del joven entre las suyas y lo aceptó como novio; posteriormente, se casó con él.
Después de la narración de esta conmovedora anécdota, para enmarcar el tema, Divaldo comenzó a profundizar sus reflexiones.
El amor no se apega ni padece la ausencia, sino disfruta siempre, porque vive en la intimidad del ser y no de las gratificaciones que el amado dispensa.
El amor debe ser, siempre, el punto de partida de todas las aspiraciones, y la etapa final de todos los anhelos humanos.
Equivocadamente, el sexo es considerado -por una gran cantidad de personas- como sinónimo de amor.
No obstante, el sentimiento del amor es mucho más amplio y contenedor, pues representa la sumatoria de los sentimientos y los anhelos que constituyen la base de nuestras acciones en el sentido del bien.
Si el sexo no está acompañado por el amor, es una SENSACIÓN -herencia del instinto dominador-, mientras que el amor es la EMOCIÓN que se conquista atravesando los caminos de la elevación espiritual y moral.
Cuando el sexo se impone sin el amor, su paso es breve, frustrante e insaciable.
La mitología griega define a Eros como el dios del Amor, pero específicamente el amor físico.
Eros habría nacido –espontáneamente- del caos primitivo, como manifestación de la vida afectiva.
Posteriormente, comenzó a representar la Pasión, y habría tenido un origen diferente, más poético, como hijo de Hermes y Afrodita, o también como hijo de Cronos y Gea, o de Afrodita y Marte.
En esa situación pasó a representar el deseo sexual, la función resultante del placer sensual, de los placeres y las satisfacciones sexuales.
A continuación de esa síntesis de la Mitología que considera a Eros y Amor como un único sentimiento, Divaldo enuncia el concepto de la moral espírita-cristiana, para la cual el amor es superior a los deseos sexuales, mientras que Eros, que puede ser portador de un sentimiento afectivo, se caracteriza por la libido, siempre canalizada hacia los placeres y las satisfacciones inmediatas de la utilización del sexo.
El amor es permanente; mientras tanto, Eros es transitorio.
El amor es portador de felicidad, y proporciona alegrías duraderas. Eros agrada y desaparece ávido, como fuego que arde y consume el combustible, para seguidamente convertirse en cenizas que se enfrían.
Eros se apodera de los sentidos y es responsable de las pasiones descontroladas, de los conflictos de la insatisfacción, que conducen al crimen y a la desesperación, pues al elegir como objetivo inmediato e impostergable, la satisfacción de los deseos del desequilibrio sexual, es responsable de la alucinación que está vigente en los grupos y en los individuos perturbados.
Se manifiesta mediante la posesión descontrolada; no confía; se deja contaminar por los celos y la inseguridad, en un crescendo de descontrol, hasta culminar en patologías sexuales devastadoras y en perversiones alucinantes.
El amor dulcifica y calma; espera y confía. Es enriquecedor y, aunque se exprese en deseos ardientes, que llegan al éxtasis en la unión sexual, no consume a aquellos que se entregan a su abrazo, porque se enternece y se vitaliza, contribuyendo a la perfecta unión.
El AMOR se vale de Eros, pero no permite que él lo controle; Eros, mientras tanto, raramente se vale de los sentimientos de pureza y serenidad, cualidades características del AMOR.
Como advertencia final, Divaldo explica respecto a los descalabros y la inversión de valores de los días actuales.
El sexo practicado de forma vil atrae a Espíritus igualmente atormentados y enfermos, que se vinculan al individuo, conduciéndolo a procesos de obsesiones terribles, y de difícil liberación.
Desvíos de la conducta sexual, aberraciones en las prácticas del sexo, conductas extravagantes, que subvierten las funciones establecidas por las Leyes de la Vida, producen perturbaciones que no se reparan con facilidad, sino a través de dolorosas reencarnaciones.
Mientras observaba -desde lo alto de la tribuna- a la inmensa cantidad de público que escuchaba sus reflexiones, Divaldo plantea una observación que quedaría resonando en las conciencias atentas:
Nadie se equivoque acerca de los compromisos del sexo ante la vida, y tenga el cuidado de no inducir a error a otros, pues cada uno es responsable -siempre- por lo que inspira y por lo que hace.
El sexo no fue creado para el placer vulgar, sino para las emociones superiores en la edificación de las vidas, para las sensaciones compensadoras,cuando está amparado por las delicadas vibraciones del amor, conservando la afectividad y la alegría de vivir.
Los días actuales son de libido y pasiones descontroladas, con el predominio de los deseos que perturban las mentes y aturden los sentimientos, comandados por Eros.
No obstante, el amor está siendo invitado a sustituir a la ilusión que el sexo descontrolado produce, para que calme las ansiedades, mientras eleva a los seres humanos.
¿Amor o Eros?
Jesús, modelo y guía,  nos presenta la respuesta: Donde esté vuestro tesoro, allí estará también vuestro corazón. - Mateo, 6:23.

    Fotos: Sandra Patrocinio
   Texto: Djair de Souza Ribeiro


(Texto em espanhol recebido em email de MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Registro. Divaldo Franco na Abertura do 33º Congresso Espírita de Goiás. Goiânia, GO

25-02-2017.

“Viver é um desafio sublime, e realizá-lo com sabedoria é uma bem-aventurança que se encontra à disposição de todo aquele que se resolva decididamente por avançar, autossuperar-se e alcançar a comunhão com Deus.” Joanna de Ângelis em o livro Vida: Desafios e Soluções.

O Centro de Convenções de Goiânia – uma vez mais - foi escolhido para abrigar em suas confortáveis e cômodas instalações os participantes do 33º Congresso Espírita do Estado de Goiás.
Na edição de 2017, a Federação Espírita do Estado de Goiás escolheu o tema Vida: Desafios e Soluções reverenciando o livro homônimo da mentora espiritual Joanna de Ângelis, trazido à luz pela psicografia de Divaldo Franco (LEAL Editora).
O evento está sendo transmitido pelos seguintes meios de comunicação: febtv.com.br; Radio Fraternidade; Facebook.com/federacaoespiritadoestadodegoias.
A abertura do Congresso foi realizada no amplo e repleto Teatro Rio Vermelho – com capacidade para 2.080 pessoas e ainda com telões disponibilizados em outro teatro – e contou com a apresentação magistral da Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás, emocionando o público presente.
Coube ao Presidente da Federação Espírita do Rio Grande do Sul – Sr. Gabriel Salum – ocupar a tribuna para abordar o tema central do Congresso – Vida: Desafios e Soluções, fazendo-o com maestria, envolvendo e interagindo com o público e comovendo a todos com a história infantil da Estrelinha Azul.
Prestigiando o evento, Divaldo Franco, foi convidado a subir à tribuna para dirigir umas poucas palavras ao público presente e a todos que acompanhavam o evento pela Internet.
Divaldo apresentou a todos o jovem Dr. Juan Danilo Rodríguez – médico e psicólogo – natural do Equador, fundador e presidente da Fundação Luz Fraterna (Fundación Luz Fraterna) que assiste terapeuticamente adolescentes autistas. O Dr. Juan é, ainda, fundador e diretor do Centro Espírita Francisco de Assis (Francisco de Asís).
Divaldo apresentou, então, a obra “Terapia Holística ALLIYANA” de autoria do Dr. Juan que, unindo os métodos científicos aos métodos empíricos, conseguiu fazer a integração de ambas as doutrinas curativas numa única terapia.
O próprio Dr. Juan esclareceu o significado da expressão ALLIYANA. Trata-se de uma palavra oriunda da língua quíchua dos nativos do Equador e que significa “sarar”.
Desde épocas remotas os quíchuas equatorianos – em milenares observações e sob a inspiração divina dos seus  Xamãs - compreenderam que através de atitudes mentais conseguiram penetrar nas causas dos distúrbios da saúde e regularizá-los. Alliyana (sarar) era a necessidade imperiosa.
Esclarece o Dr. Juan que ALLIYANA é um conceito terapêutico que utiliza informação para provocar processos de cura.
O livro é prefaciado por Joanna de Ângelis em mensagem psicografada por Divaldo Franco. Extraímos da mensagem da  mentora espiritual o seguinte trecho:
 “O ser humano evolve, a sua mente absorve o conhecimento libertador e ele se torna o seu próprio médico em muitos dos casos aflitivos e perturbadores”.
“A Terapia Holística Alliyana é um repositório de sabedoria de fácil aplicação, exigindo seriedade e respeito...”
“Começa a Medicina do futuro, mais humanizada e de caráter transcendental”.
  Fotos: Sandra Patrocinio
   Texto: Djair de Souza Ribeiro

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehleck)

ESPANHOL

DIVALDO FRANCO EN LA APERTURA DEL 33o. CONGRESO ESPÍRITA DEL
ESTADO DE GOIÁS-

    Vivir es un desafío sublime, y realizarlo con sabiduría es una bienaventuranza que se encuentra a disposición de todo aquel que se decida a avanzar con firmeza, autosuperarse y alcanzar la comunión con Dios. - Joanna de Ângelis en el Libro Vida: Desafíos y soluciones.

El Centro de Convenciones de Goiânia –una vez más- fue elegido para albergar en sus confortables y amplias instalaciones, a los participantes del 33er. CONGRESO ESPÍRITA del ESTADO de GOIÁS.
Para la edición de 2017, la Federação Espírita do Estado de Goiás eligió el tema Vida: Desafíos y Soluciones a modo de reverencia al libro homónimo, de la mentora espiritual Joanna de Ângelis, vertido a la luz por la psicografía de Divaldo Franco (LEAL Editora).
El acto es transmitido por los siguientes medios de comunicación: febtv.com.br; Radio Fraternidade; Facebook.com/federacaoespiritadoestadodegoias.
La apertura del Congreso se realizó en el amplio y colmado Teatro Rio Vermelho –con capacidad para 2.080 personas y, además, con pantallas disponibles en otro teatro–. Contó, también, con la presentación magistral de la Orquesta Sinfónica Joven de Goiás, que emocionó al público presente.
Cupo al Presidente de la Federación Espírita de Rio Grande do Sul –Sr. Gabriel Salum– ocupar la tribuna para abordar el tema central del Congreso: Vida: Desafíos y Soluciones, lo que realizó de modo magistral, cautivando al público, y favoreciendo su participación, involucrando y conmoviendo a todos con el relato infantil sobre la Estrellita Azul.
Prestigiando el acto, Divaldo Franco fue invitado a subir a la tribuna, para que dirigiera algunas palabras al público presente y a todos los que seguían el acto a través de Internet.
Divaldo presentó al joven Dr. Juan Danilo Rodríguez –médico y psicólogo– oriundo del Ecuador, fundador y presidente de la Fundación Luz Fraterna, que atiende terapéuticamente a adolescentes autistas. El Dr. Juan es, además, fundador y director del Centro Espírita Francisco de Asís.
Divaldo presentó, entonces, la obra Terapia Holística ALLIYANA, cuyo autor es el Dr. Juan, que reuniendo los métodos científicos y los métodos empíricos, consiguió hacer la integración de ambas doctrinas curativas en una única terapia.
El Dr. Juan explicó el significado de la expresión ALLIYANA. Se trata de una palabra oriunda de la lengua quichua de los nativos de Ecuador, que significa sanar.
Desde épocas remotas, los quichuas ecuatorianos –a través de milenarias observaciones y con la inspiración divina de sus  chamanes, comprendieron que a través de actitudes mentales habían conseguido penetrar en las causas de los disturbios de la salud y repararlos. Alliyana (sanar) era la necesidad imperiosa.
Explica el Dr. Juan que ALLIYANA es un concepto terapéutico que utiliza información para provocar procesos de cura.
El libro tiene un prefacio dictado por Joanna de Ângelis en un mensaje psicografiado por Divaldo Franco. Hemos extraido del mensaje de la  Mentora espiritual el siguiente párrafo:
 El ser humano evoluciona, su mente absorbe el conocimiento liberador y él se convierte en su propio médico, en muchos de los casos afligentes y perturbadores.
La Terapia Holística Alliyana es un depósito de sabiduría de fácil aplicación, que demanda seriedad y respeto...
Comienza la Medicina del futuro, más humanizada y de carácter trascendental.

   Fotos: Sandra Patrocinio
   Texto: Djair de Souza Ribeiro

(Texto em espanhol recebido em email de MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Registro. Seminário “Você e a Paz” Barreiras, BA

11/02/2017

Seminário Você e a Paz 
Nublada e chuvosa manhã de domingo em Barreiras, mas isso não impediu que mais de mil e duzentas pessoas buscassem o Espaço Fortiori para assistirem o seminário “Você e a Paz”, ministrado pelo tribuno espírita Divaldo Pereira Franco. Havia caravanas de várias cidades vizinhas e mesmo de grandes distâncias, como Vitória da Conquista, situada a mais de 700 quilômetros de Barreiras.
Saindo cedo da residência onde nos encontrávamos hospedados, rumamos direto para o amplo espaço, onde Divaldo foi calorosamente recebido à porta por voluntárias de plantão, ostentando todas no rosto o sorriso da felicidade. Depois, concedeu entrevista para duas emissoras de rádio e uma afiliada da Rede Globo local. Ato contínuo, seguimos para o palco onde não houve formação de mesa, criando maior descontração no ambiente e após a prece o médium de Joanna de Ângelis iniciou a preleção sobre a paz, após ser apresentado pela cerimonial ao auditório superlotado.
Discorrendo sobre a paz, narrou sob forte emoção a história da jovem armênia que foi feita prisioneira e violentada por um cruel general turco, nos idos de 1916, quando houve a vergonhosa guerra entre turcos e armênios. Mantida como prisioneira sexual por seu verdugo, mais tarde a jovem conseguiu fugir e fez-se enfermeira, adotando a doutrina de Jesus Cristo, o que suavizou seu coração das dores experimentadas. Pelas tramas do destino servindo na capital turca, a jovem foi indicada dez anos depois pelo diretor do hospital em que trabalhava para cuidar de um enfermo que apodrecia em vida, sendo digno de compaixão. Ela o tomou sob seus cuidados e seis meses depois ele recebeu alta, apresentando ao diretor do hospital o desejo de profunda gratidão, pelo que foi dito ao mesmo que tivera sua vida salva graças a uma competente enfermeira. Ao ficarem frente a frente, algoz e vítima do passado se reconhecem e ela, não obstante nutrir grande mágoa não o matou quando o teve aos seus cuidados, afirmando ao verdugo que a doutrina de Jesus lhe tinha ensinado o caminho do perdão.
Diante de uma plateia em “staccato”, Divaldo perguntou a todos que o ouviam – você perdoaria?
Grande silêncio caiu no auditório.
Enaltecendo a mensagem de Jesus como de valiosa contribuição para a saúde emocional e mental, o digno servidor do bem rematou a exposição de uma hora com a prece da gratidão, que para todos teve sabor de profunda emotividade.Aplaudido de pé entusiasticamente, Divaldo reservou após a exposição concorrida quase 45 minutos somente para autógrafos, tendo se formado uma fila imensa, que por razões de nosso voo não pode ser integralmente atendida.
Rumamos do elegante espaço para o aeroporto de Barreirase dali decolamos para a capital baiana, aqui desembarcando em jubilo e intensa alegria por volta das 13 horas. Essa é mais uma página que deixa em todos nós imensa saudade e profundas recordações.

Texto: Marcel Mariano
Fotos: Lucas Milagre
Barreiras, 11.2.17

ASSISTA A PALESTRA AQUI: https://youtu.be/ks9Byplc-IY


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


ESPANHOL

DIVALDO FRANCO  EN BARREIRAS, BA - 11/02/2017.
SEMINARIO TÚ Y LA PAZ

Una nublada y lluviosa mañana de domingo en Barreiras, pero eso no impidió que más de 1200 personas llegaran al Espacio Fortiori para participar del Seminario Tú y la Paz, dictado por el orador espírita DIVALDO PEREIRA Franco. Hubo grupos de diversas ciudades vecinas, e incluso algunos se trasladaron desde grandesdistancias, como Vitória da Conquista, ubicada a más de 700 km de Barreiras.
Salimos temprano de la residencia donde nos encontrábamos hospedados, y nos dirigimos -directamente- hacia el amplio ámbito, donde Divaldo fue recibido entusiastamente en el ingreso, por voluntarias que lo aguardaban, ostentando todas en el rostro la sonrisa de la felicidad. Después concedió una entrevista para dos emisoras de radio, una de las cuales está suscripta a la Red Globo local. A continuación, nos dirigimos hacia el escenario, donde no hubo  formación de mesa, lo que favoreció una mayor descontracción en el ambiente y después de la plegaria, el médium de Joanna de Ângelis dio comienzo a una lección sobre la paz, luego de que fuera presentado al público, que colmaba el lugar.
Se explayó sobre la paz, y narró con intensa emoción la historia de la joven armenia, que fue tomada prisionera y violada por un cruel general turco, en el transcurso de 1916, cuando se desarrolló una vergonzosa guerra entre turcos y armenios. Su verdugo la conservó como prisionera sexual hasta que, más tarde, la joven consiguió huir y se convirtió en enfermera, al mismo tiempo que adoptó la doctrina de Jesucristo, lo que alivió su corazón de los padecimientos que había experimentado. Por las tramas del destino, prestando servicio en la capital turca, la joven fue designada -diez años más tarde, por el diretor del hospital donde trabajaba, para cuidar un enfermo que se pudría en vida, quien era digno de compasión. Ella lo tomó a su cuidado, y seis meses después el recibió el alta, y expresando al director del hospital su profunda gratitud, por lo que fue informado al mismo tiempo, que su vida había sido salvada gracias a una competente enfermera. Cuando estuvieron frente a frente, el verdugo y la víctima del pasado se reconocieron, y ella, pese a  que conservaba un gran resentimiento, no lo mató cuando él estuvo a sus cuidados,  y manifestó al verdugo que la Doctrina de Jesús le había enseñado el camino del perdón.
Ante una platea que permanecía en staccato, Divaldo preguntó a todos quienes lo escuchaban: – ¿Usted perdonaría?
Se hizo un gran silencio en el auditorio. Enalteciendo el mensaje de Jesús como una valiosa contribución para la salud emocional y mental, el digno Servidor del Bien completó la exposición de una hora con la Plegaria de la Gratitud, la cual tuvo para todos el sabor de una profunda emotividad. Divaldo fue aplaudido de pie entusiastamente, y reservó luego de la exposición, a la concurrencia, casi 45 minutos solamente para autógrafos, y se formó una fila inmensa, que a causa del horario de nuestro vuelo, no pudo ser completamente atendida.
Nos dirigimos desde el elegante ámbito hacia el aeropuerto de Barreiras y desde allí decolamos rumbo a la capital bahiana, y jubilosos desembarcamos, con intensa alegría alrededor de las 13:00. Esa es una página más que deja en todos nosotros una inmensa nostalgia y profundos recuerdos.

Texto: Marcel Mariano
Fotos: Lucas Milagre
Barreiras, 11.02.17.


ASSISTA A PALESTRA AQUI: https://youtu.be/ks9Byplc-IY

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA, Buenos Aires, Argentina)