quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Registro. Divaldo Franco em Congresso da Associação Médica Espírita de Minas Gerais. Belo Horizonte

20 e 21 de agosto de 2016

Divaldo Franco-Associação Médica Espírita de Minas Gerais  -Minas Gerais 20 e 21 de agosto de 2016
A Associação Médica Espírita de Minas Gerais – AMEMG -, comemorando seus 30 anos de existência, realizou nos dias 20 e 21 de agosto de 2016 seu Congresso Anual no Centro de convenções do Hotel Dayrell em Belo Horizonte, MG que acomodou cerca de 1600 participantes para o tema central, “O homem Sadio”.
Nesses dois dias revezaram-se na tribuna 15 palestrantes que discorreram sobre os mais variados temas em torno da saúde.
Na noite do fia 20.08.2016 Divaldo Franco emocionou-nos a todos ao narrar, com sua maestria habitual, o evento ocorrido em 11.04.1950 quando um grupo de Espíritos Superiores homenagearam, no Plano Espiritual, os 50 anos do retorno à Pátria Espiritual do Espírito Dr. Bezerra de Menezes.
Divaldo descreve o cenário das homenagens com tanta vivacidade e emoção que todos nós nos sentimos transportados para esse encontro.
Espíritos como Léon Denis e Manoel Vianna de Carvalho discursam à plateia referindo toda devoção e abnegação do homenageado em atender aos necessitados de amor e auxílio em ambos os Planos da Vida, nos quase 70 anos vividos na Terra seja como Espírita e irmão de todos quanto cruzassem o seu caminho, .
Surge, então, para surpresa dos participantes dessa assembleia, Celina, porta voz de Maria de Nazaré, trazendo uma mensagem da Mãe de Todos nós e disponibilizando ao Médico dos Pobres a oportunidade de uma tarefa maior em esfera superior, na qual a dor e as angústias típicas de um planeta de Provas e Expiações, como a Terra, já não mais existiam.
Emocionado com a oferta Dr. Bezerra chora de comoção e em seguida ajoelha-se diante da porta voz de Maria Santíssima e lhe suplica para poder continuar sua modesta tarefa junto aos sofredores da Pátria do Cruzeiro.
Nesse instante um facho de luz incide sobre a assembleia e uma mão generosa se materializa no céu estrelado e segurando uma pena autoriza Bezerra a continuar sua trajetória de amor e abnegação consagrando-se a levar a tantos sofredores o bálsamo e a consolação do Evangelho de Jesus redivivo pela Doutrina Espírita.
A emoção toma conta do imenso auditório em Belo Horizonte.
Tanto amor e abnegação exemplificados por Dr. Bezerra de Menezes inspira-nos a dar prosseguimento em nossa tarefa de progredir moral e espiritualmente repartindo com todos os que cruzam nosso caminho das sublimes luzes do Espiritismo.
No encontro seguinte Divaldo Franco abordou o tema “Jesus o Médico das Almas”
Inicia sua abordagem Joseph Ernest Renan (1823-1892) escritor, filósofo, teólogo e historiador Francês. Publicou em 1861 a Obra “A Vida de Jesus”
Em 1862 foi nomeado professor de hebraico no Collège de France, mas, após a primeira aula seu curso foi cancelado, pela simples razão de ter chamado Jesus de “um homem incomparável”, pois ao considerar Jesus um homem contrariava os dogmas da religião que considera Jesus parte da Santíssima Trindade e a manifestação de Deus na Terra.
Jesus, que homem é esse?
Divaldo Franco recua até os tempos de Cesar, Marco Antônio e Cleópatra e em uma viagem maravilhosa vem relatando os acontecimentos que antecederam a chegada de Jesus entre nós. Descreve o ambiente político da época discorrendo sobre Heródes, o Grande e suas ações nefastas para manter o poder terreno como se fora possível.
Relata os acontecimentos envolvendo Ignácio de Antioquia que levado preso para Roma, detém-se na via Ápia e põe-se a chorar extasiado com a cena maravilhosa que se lhe descortina diante dos olhos maravilhados ao contemplar o sol nascente refletindo no mármore das construções suntuosas.
O soldado que o conduzia, contrariado por interromper a viagem, esbofeteia Ignácio e lhe indaga se o motivo de tantas lágrimas era o medo de morrer na Arena.
Ignácio de coração tocado peços ensinamentos de Jesus responde ao soldado cruel e brutal:
— Estou radiante de alegria, pois se Deus concede aos romanos venais e sensuais paisagem tão bela, imagino o que estará ele reservando àqueles que O amam e faz-lhe as vontades.
Allan Kardec, através da questão 625 de O Livro dos Espíritos, indaga aos Espíritos Superiores: Qual o tipo mais perfeito que Deus ofereceu aos homens, para lhe servir de modelo e guia?
Ao que os Numes tutelares da humanidade respondem sinteticamente: Jesus;
E nesse momento de transição planetária onde as dores se tornam mais acerbas e os convites para eleger Mamon se avolumam, paira a doce figura do Mestre Jesus indicando-nos o caminho e servindo de referência para as nossas ações e pensamentos.
No ambiente saturado de doces vibrações que permeava a todos os presentes a voz de Divaldo Franco foi se alterando suavemente e todos emocionados constatamos a voz de Dr. Bezerra de Menezes a se manifestar  por intermédio da mediunidade psicofônica de Divaldo em uma mensagem que nos convida a deixarmos os erros do passado e agirmos de conformidade com os ensinamentos do Mestre Nazareno, que de há muito, aguarda nossa transformação, mediante a vivência contínua de Seus ensinamentos.
Lentamente a multidão, luarizada pelas palavras e recomendações ouvidas vão deixando o local, certos de que não há mais como procrastinar a vivência dos postulados cristãos.
Fotos: Sandra Patrocinio
Texto: Djair de Souza Ribeiro

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


DIVALDO FRANCO - Asociación Médica Espírita de Minas Gerais -
Minas Gerais, 20 y 21 de agosto de 2016.

La Associação Médica Espírita de Minas Gerais – AMEMG -, al conmemorar sus 30 años de existencia realizó, durante los días 20 y 21 de agosto de 2016, su Congreso Anual, en el Centro de convenciones del Hotel Dayrell, en Belo Horizonte, MG, que brindó comodidad a cerca de 1.600 participantes para que escucharan el tema central: El hombre saludable.
Durante los dos días se sucedieron en la tribuna 15 disertantes, conferencistas que desarrollaron los más variados temas acerca de la salud.
Por la noche del día 20.08.2016, Divaldo Franco nos emocionó a todos al narrar, con su maestría habitual, el acto realizado el 11.04.1950, cuando un grupo de Espíritus Superiores rindieron homenaje, en el Ámbito Espiritual, a los 50 años del retorno a la Patria Espiritual del Espíritu Dr. Bezerra de Menezes.
Divaldo describe el escenario de los homenajes con tanta exactitud y emoción, que todos nos sentimos transportados a ese encuentro.
Espíritus tales como Léon Denis y Manoel Vianna de Carvalho pronunciaron discursos para la platea, haciendo referencia a la devoción y abnegación del homenajeado, al atender a los necesitados de amor y auxilio en ambos lados de la vida, durante los casi 70 años que vivió en la Tierra, tanto como Espírita y  como hermano de todos aquellos que cruzaron su camino.
Surge, entonces, para sorpresa de los participantes de esa asamblea, Celina, portavoz de María de Nazaret, que llevaba un mensaje de la Madre de Todos nosotros, dispensando al Médico de los Pobres la oportunidad de una tarea mayor en la Esfera Superior, en la cual el dolor y las angustias características de un planeta de Pruebas y Expiaciones, como la Tierra, ya no existían.
Emocionado con el ofrecimiento, el Dr. Bezerra llora de emoción, y luego se arrodilla delante de la enviada de María Santísima para suplicarle, la posibilidad de que continuara su modesta tarea junto a los sufridores de la Patria de la Cruz.
En ese instante una antorcha luminosa incide sobre la asamblea, y una mano generosa se materializa en el cielo estrellado, la cual, sosteniendo una pluma, autoriza a Bezerra a que continúe su trayectoria de amor y abnegación, consagrándose a llevar a tantos sufridores el bálsamo y el consuelo del Evangelio de Jesús, redivivo por la Doctrina Espírita.
La emoción se apodera del inmenso auditorio en Belo Horizonte.
Tanto amor y abnegación ejemplificados por el Dr. Bezerra de Menezes, nos inspira para proseguir con nuestra tarea de progresar moral y espiritualmente, compartiendo con todos aquellos que cruzan nuestro camino las sublimes luces del Espiritismo.
En el encuentro siguiente, Divaldo Franco abordó el tema Jesús el Médico de las Almas.
Inicia su enfoque con Joseph Ernest Renan (1823-1892), escritor, filósofo, teólogo e historiador francés, que publicó en 1861 la obra La Vida de Jesús.
En 1862 fue designado profesor de la lengua hebraica en el Collège de France, pero después de la primera clase su curso fue cancelado, por la simple razón de que había llamado a Jesús un hombre incomparable, pues al considerar a Jesús un hombre, contrariaba los dogmas de la religión, que considera a Jesús parte de la Santísima Trinidad y la manifestación de Dios en la Tierra.
Jesús: ¿qué hombre es ése?
Divaldo Franco retrocede hasta la época de Julio César, Marco Antonio y Cleopatra, y en un viaje maravilloso va relatando los acontecimientos que precedieron a la llegada de Jesús hasta nosotros. Describe el clima político de la época, y alude a Herodes, el grande, y sus acciones nefastas para mantener el poder terrenal, como si eso fuera posible.
Relata los acontecimientos que involucran a Ignacio de Antioquía, quien mientras es conducido preso a Roma, se detiene en la Via Appia y se pone a llorar, extasiado con el panorama maravilloso que se presenta ante sus ojos, al contemplar el sol naciente reflejado en los mármoles de los edificios suntuosos.
El soldado que lo conducía, contrariado por la interrupción del viaje, abofetea a Ignacio y le pregunta si el motivo de tantas lágrimas era el miedo a morir en la arena del circo.
Ignacio, con el corazón conmovido por las enseñanzas de Jesús, responde al soldado cruel y brutal:
—Estoy radiante de alegría, pues si Dios concede a los romanos venales y sensuales, un paisaje tan hermoso, imagino lo que Él tendrá reservado para quienes lo aman y cumplen con su voluntad.
Allan Kardec, a través de la cuestión 625 de El Libro de los Espíritus, pregunta a los Espíritus superiores: ¿Cuál es el ejemplo más perfecto que Dios ha ofrecido al hombre para que le sirva de guía y modelo?
A lo que los númenes tutelares de la humanidad respondieron sintéticamente: Ved a Jesús.
Y en este momento de transición planetaria, cuando los sufrimientos se tornan más intensos, y las invitaciones para optar por Mamon aumentan, flota la delicada figura del Maestro Jesús indicándonos el camino, y sirviendo de referencia para nuestras acciones y pensamientos.
En el ambiente saturado de delicadas vibraciones, que impregnaban a todos los presentes, la voz de Divaldo Franco se fue modificando delicadamente y todos, emocionados, constatamos que la voz del Dr. Bezerra de Menezes se expresaba por medio de la mediumnidad psicofónica de Divaldo, en un mensaje en el que nos invita a dejar de lado los errores del pasado, y a que procedamos de conformidad con las enseñanzas del Maestro Nazareno, quien hace ya mucho tiempo, aguarda nuestra transformación, mediante la vivencia continuada de sus enseñanzas.
Con lentitud, el público -iluminado delicadamente por las palabras y las recomendaciones escuchadas-, va retirándose del lugar, con la certeza de que no se debe postergar la vivencia de los postulados cristianos.
Fotos: Sandra Patrocinio
Texto: Djair de Souza Ribeiro

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)


sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Artigo por Divaldo Franco no jornal “A Tarde”: Jogos Olímpicos Salvador, BA





JOGOS OLÍMPICOS

                                                                                    Divaldo Franco
Professor, médium e conferencista



E os Jogos Olímpicos chegaram ao Brasil! Todos nos regozijamos com o magnífico espetáculo de abertura, demonstrando a nossa posse de valores de alto significado, numa apresentação que se deve considerar uma das mais belas jamais apresentadas. Até o momento conseguimos a primeira medalha de ouro através de uma jovem de modesta condição socioeconômica, que conseguiu o triunfo depois de haver sido educada em uma ONG dedicada a crianças pobres do seu bairro, em zona perigosa do Rio de Janeiro.

Os Jogos Olímpicos chegam-nos em momento grave de convulsões de vária ordem, apresentando o seu belo espetáculo de competições, nas quais se destacam os mais preparados indivíduos do mundo, em intérmino desfile de harmonia. Jogos variados e fascinantes alguns, desviam-nos a atenção das crises e aberrações que nos vêm sacudindo nos últimos tempos, direcionando-nos para outros valores que estão ao alcance de quantos a eles se possam dedicar.

Durante este período, poderemos discutir outros temas que não os do suborno, da indignidade, da malversação de recursos, mas dialogar em torno dos esforços e sacrifícios pessoais no investimento da ação chegando à perfeição possível. Reflexionando em torno desse notável esforço generalizado que se iniciou em Olímpia, na Grécia antiga, pensamos em um outro tipo de Olimpíadas, as que dizem respeito aos sentimentos de amor e de fraternidade entre os povos. As atuais já conseguem reunir as nações de diferentes comportamentos num interesse comum, o que torna factível a aquisição de outras de natureza espiritual, felicitando o mundo.

Nestes futuros dias, poderemos aspirar aos campeonatos da solidariedade, da compaixão, da caridade, auxiliando-nos reciprocamente, a fim de que a miséria de qualquer natureza fuja envergonhada, cedendo lugar ao esplendoroso comportamento do amor conforme Jesus o viveu e nos ensinou. Poderemos impor-nos o exercício da solidariedade, dando início às Olimpíadas espirituais...


Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em  11-08-2016.
                                      
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JUEGOS OLÍMPICOS

                                                                                    Divaldo Franco
Profesor, médium y conferencista.



¡Y los Juegos Olímpicos llegaron al Brasil!

Todos nos regocijamos con el magnífico espectáculo inaugural, que fue una muestra de que poseemos valores de elevada significación, durante una apertura que se debe considerar entre las más bellas jamás presentadas.

Hasta este momento hemos conseguido la primera medalla de oro, a través de una joven de modesta condición social y económica, que obtuvo el triunfo después de haber sido educada en una ONG dedicada a niños carentes de su barrio, en una zona peligrosa de Río de Janeiro.

Los Juegos Olímpicos nos llegan en un momento de convulsiones de diverso orden, para presentar su bello espectáculo de competencias, en las cuales se destacan los más preparados individuos del mundo, en un interminable desfile de armonía. Juegos variados y fascinantes algunos, desvían nuestra atención de las crisis y las aberraciones que nos han estado sacudiendo en los últimos tiempos, orientándonos hacia otros valores que están al alcance de todos quienes a ellos se puedan dedicar.

Durante este período podremos discutir acerca de otros temas, que no son los relativos al soborno, a la falta de dignidad, a la malversación de recursos; y dialogar acerca de los esfuerzos y los sacrificios personales invertidos en la acción, hasta llegar a la perfección posible.

Cuando reflexionamos acerca de ese gran esfuerzo generalizado que tuvo comienzo en Olimpia, en la Grecia antigua, pensamos en otro tipo de Olimpíadas, las relacionadas con los sentimientos de amor y de fraternidad entre los pueblos. Las actuales ya consiguen reunir a las naciones de diferentes comportamientos en un interés común, lo que torna factible la conquista de otras de naturaleza espiritual, para felicidad del mundo.

En estos futuros días podremos aspirar a los campeonatos de la solidaridad, de la compasión, de la caridad, mediante el auxilio recíproco, a fin de que la miseria -cualquiera sea su naturaleza- huya avergonzada, cediendo lugar al esplendoroso comportamiento del amor según Jesús lo vivió y nos lo enseñó.

Podremos imponernos el ejercicio de la solidaridad, dando comienzo a las Olimpíadas espirituales...


Artículo publicado en el periódico A Tarde, columna Opinión, el  11-08-2016.
                                      
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(Recebido em emails da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)

26º. Feirão Beneficente pró Mansão do Caminho Rio de Janeiro, RJ



segunda-feira, 8 de agosto de 2016

1º dia do feirão na Mansão do Caminho 6 e 7 de agosto de 2016

1º dia do feirão na Mansão do Caminho com Divaldo Franco.
Amanhã (domingo dia 07/08) estaremos dando continuidade a partir das 14h. PARTICIPE!!!

Fotos: Lucas Milagre

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)

1er. Día de la GRAN FERIA en la MANSIÓN del CAMINO con DIVALDO FRANCO.
Mañana (domingo 07/08) continuaremos a partir de las 14:00. ¡¡¡PARTICIPE!!!

Fotos: Lucas Milagre
No podemos perder el vínculo con el Evangelio - Divaldo P. Franco

 (Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Registro. Divaldo Franco na cidade franciscana de Quito, Equador.

Divaldo Franco na cidade franciscana de Quito

Tudo aconteceu de repente! Uma visita surpresa, porém, muito bem recebida por todos os que têm a honra de conhecer Divaldo Franco. 
Depois de uma exaustiva viagem pela Grécia, passando apenas poucos dias em Salvador, Bahia, Divaldo chegou, na noite de 22 de julho de 2016, à cidade de São Francisco de Quito, capital do Equador, país localizado no centro do mundo. 
No dia seguinte, 23, teve um Encontro Fraterno, com perguntas e respostas, na Fundação Espírita Luz  Fraterna, esclarecendo à luz da Doutrina Espírita e com breves e interessantes histórias, os vários temas que lhe foram propostos. Ponto relevante foi o relacionado à influência de Francisco de Assis sobre as pessoas, na atualidade. Indagado, Divaldo respondeu se referindo ao seu exemplo de humildade, desprendimento, ao não simplesmente dar mas dar-se a si mesmo, o que sempre caracterizou o Santo de Assis. 
No domingo, 24, visitou o Centro Histórico de Quito, declarado Patrimônio Cultural da Humanidade, pela Unesco, em setembro de 1978. Posteriormente, esteve no El Panecillo, uma elevação natural de 3.000 metros acima do nível do mar, situado no coração da cidade, de onde se pode avistar quase toda a cidade, com a escultura gigante da Virgem de Quito, em alumínio, em sua parte central. 
O dia 25 foi dedicado à visita às instalações da Fundação Espírita Luz Fraterna a fim de conhecer melhor o Programa de Apoio Terapêutico e Ocupacional para pessoas autistas,desenvolvido pela Fundação.
À noite, proferiu a conferência Psicologia da gratidão, para um auditório de tal lotado, que várias pessoa permaneceram em pé. 
O Semeador de estrelas expôs, de maneira extraordinária a respeito do sentimento de gratidão, convidando, com suas palavras, a reflexões em torno do tanto que devemos agradecer por tudo que nos rodeia: a água, o ar, as flores. Pelos nossos olhos, ouvidos, mãos, que nos permiten perceber a beleza de cada dia e, principalmente, pela oportunidade da reencarnação, que nos é dada  para melhoria e evolução moral. 
Finalizou declamando o formoso Poema da Gratidão, do Espírito Amélia Rodrigues, levando muitos dos presentes a lágrimas de felicidade. 
A caminho do aeroporto, no dia 26 de julho, Divaldo teve a despedi-lo uma encantadora paisagem composta pelas montanhas, um sol cálido e um céu de azul profundo, tendo ao fundo um colorido arco-íris. 
Divaldo partiu de Quito, físicamente. Ficou, para sempre, nos nossos corações.

             Mayra Cortés
           Tradução de Maria Helena Marcon.
            Em 31.7.2016.

 (Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)

DIVALDO FRANCO EN LA CIUDAD FRANCISCANA DE QUITO.
22 de Julio de 2016.


¡Todo aconteció de repente! Una visita de sorpresa, que fue muy bien recibida por todos aquellos que tienen la honra de conocer a Divaldo Franco.  Después de un agotador viaje por Grecia, y de pasar unos pocos días en Salvador, Bahia, Divaldo llegó por la noche del 22 de julio de 2016, a la ciudad de San Francisco de Quito, capital de Ecuador, país ubicado en el centro del mundo.

Al día siguiente, 23, tuvo un Encuentro Fraterno, con preguntas y respuestas, en la Fundación Espírita Luz Fraterna, oportunidad en la que explicó -en concordancia con la Doctrina Espírita y mediante breves e interesantes anécdotas- los diversos temas que se le propusieron. Uno de los puntos relevantes fue el relacionado con la influencia de Francisco de Asís sobre las personas, en la actualidad. Ante la pregunta al respecto, Divaldo respondió haciendo alusión a su ejemplo de humildad, de desinterés, al no simplemente dar sino darse a sí mismo, lo que siempre caracterizó al Santo de Asís.

El domingo 24 visitó el Centro Histórico de Quito, declarado patrimonio cultural de la humanidad por la Unesco, en septiembre de 1978. Posteriormente estuvo en El Panecillo, una elevación natural de 3.000 metros por encima del nivel del mar, ubicada en el corazón de la ciudad, desde donde se puede apreciar casi toda la ciudad, con la escultura gigante de la Virgen de Quito, de aluminio, en su parte central. 

El día 25 estuvo dedicado a la visita a las instalaciones de la Fundación Espírita Luz Fraterna, a fin de conocer mejor el Programa de Apoyo Terapéutico y Ocupacional para personas autistas, que desarrolla la Fundación.

Por la noche, pronunció la conferencia Psicología de la gratitud, para un auditorio repleto, de tal modo que varias personas debieron permanecer de pie. El Sembrador de estrellas expuso, de una manera extraordinaria los conceptos relativos al sentimiento de la gratitud, e invitó mediante sus palabras, a reflexiones acerca de tanto que debemos agradecer por todo lo que nos rodea: el agua, el aire, las flores. Por nuestros ojos, nuestros oídos, nuestras manos, que nos permiten percibir la belleza de cada día y, principalmente, por la oportunidad de la reencarnación, que se nos concede para mejoramiento y evolución moral.

Finalizó, declamando el hermoso Poema de la Gratitud, del Espíritu Amélia Rodrigues, lo que hizo que brotaran -en muchos de los presentes- lágrimas de felicidad.

En camino hacia el aeropuerto, el día 26 de julio, Divaldo fue despedido por un encantador paisaje compuesto por las montañas, un sol cálido y un cielo azul profundo, que tuvo como marco un espléndido arco iris.

Divaldo partió de Quito físicamente, pero permanecerá para siempre en nuestros corazones.

             Mayra Cortés
           
            Traducción de Maria Helena Marcon.
            31.7.2016.


(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])


terça-feira, 2 de agosto de 2016

Registro. 4º Movimento Você e a Paz em Amparo, SP

31/07/2016 - Parte da noite

Às 18 horas, ao alvorecer do dia 31 de julho de 2016, iniciou-se a segunda parte do Movimento “Você e a Paz”, na cidade de Amparo.
Reflexões sobre a paz foram transmitidas por Dom Luiz Gonzaga Fechio, Bispo Diocesano de Amparo; Pastor José Lima, da Assembleia de Deus Ministério do Belém de Amparo e Divaldo Pereira Franco, fundador do Movimento.
O Pastor José Lima, da Assembleia de Deus Ministério do Belém de Amparo, iniciou as  mensagens da noite com a Parábola do Bom Samaritano, reforçando a importância da  fraternidade para uma cultura de paz.
Dom Luiz Gonzaga Fechio, Bispo Diocesano de Amparo, abordou a globalização da indiferença entre os seres humanos e afirmou que o mundo vive momentos assustadores de violência. Para ele, o ser humano comove-se com a violência distante e se esquece da ocorrida em sua própria vida cotidiana. Citou palavras de ordem de paz do Papa Francisco e  mencionou a importância compaixão, cantando em uníssono com a plateia a Oração de São Francisco.

Divaldo Pereira Franco, fundador do Movimento, iniciou sua fala abordando a importância do amor entre as pessoas e mencionou a frase de Gandhi: “Se um único homem atingir a plenitude do amor, neutralizará o ódio de milhões e o mundo estará salvo”. Ressaltou ainda, que não existe um caminho para paz, mas que a paz é o caminho. Referiu-se a Allan Kardec e reforçou a importância do amor para a paz, lembrando que esse inicia-se com a educação moral no lar e  na tolerância entre os parceiros, que o  transferem para os filhos.
Para ilustrar, recontou, à sua emoção, a Lenda do Esconderijo Seguro, ditado pelo Espírito Selma Lagerlöf. Ante a expectação geral dos anjos, o Deus explicou que desejava ensinar aos homens e mulheres uma forma condigna para O buscarem.  Todos sabiam que Ele residia no Paraíso, cujo endereço era muito conhecido, e para onde se dirigiam suas queixas e desgostos, raramente a gratidão e o amor. Assim, Ele estava pensando, pelo menos por um período, transferir-se da sua morada, para um lugar onde fosse difícil de ser encontrado. Isso seria uma espécie de férias que Ele desejava experimentar... E Deus passou a residir no coração do ser humano, somente sendo encontrado por aqueles que realizam a viagem interior, autoiluminando-se e amando profundamente ao seu próximo. Durante a narrativa, Divaldo, numa homenagem ao amigo de longa data, complementou a história, dizendo que quem indicou a Deus o lugar do esconderijo seguro, foi um lindo anjinho negro de olhos verdes, o Anjo de Niteroi: Raul Teixeira.

Depois de diversas reflexões, sobre a tolerância, a compaixão e o amor como pilares da Paz, narrou ainda que havia um casal que estava unido há 40 anos. O marido, já insatisfeito com sua esposa, possuía uma amante, que lhe pediu que se divorciasse. Certo dia, ele saiu de seu trabalho, chegou em casa e viu a mesa posta. Não pensou duas vezes em solicitar a separação matrimonial à esposa, complementando que lhe daria 30% de ações da empresa, a mansão, o carro e uma boa pensão para ela e o filho. A mulher gritou, blasfemou, falou mal e depois foi para seu quarto e não deu a resposta desejada.
Passou-se o segundo, o terceiro e enfim o quarto dia, o marido chegou em casa e viu sua mulher sentada na cadeira, escrevendo várias páginas. Ela estava com uma vibração de ternura, amor, muito carinho. O esposo, vendo-lhe, ficou abismado com a atitude de tamanha paz e indagando sobre o divórcio, ela respondeu que o daria sobre duas condições: ele teria de esperar 30 dias, pois nesse período o filho iria prestar o vestibular tão almejado, e também a teria de carregá-la no colo, do quarto para a sala, todos os dias. O homem aceitou sua condição e todos os dias antes de trabalhar carregava sua esposa do quarto para a sala. Um dia, seu filho vendo tal cena, ficou imensamente feliz, acreditando que o casal estava se reconciliando.

            Passou-se o quinto, o décimo, e então no décimo quinto dia, sua esposa usou o perfume da noite de núpcias e um vestido que a deixou muito interessante. Mas ela, estranhamente, estava ficando magra e pálida. Passaram-se os dias e ela continuava cada vez mais sem cor, sobrando pano em suas roupas. No vigésimo sexto dia, o homem foi à casa de sua amante e disse que não iria pedir mais o divórcio. Esta, revoltada, xingou e bateu-lhe a porta. Mas o marido não se abalou, foi até uma floricultura e comprou um buquê com 12 botões de rosas vermelhas para sua esposa. Chegou em casa assoviando de felicidade, foi até o quarto, sentou-se na cama ao lado de sua esposa . Ela olhou para ele e, enfraquecida fisicamente, apontou-lhe uma carta, com os seguintes dizeres: "Querido, eu lhe pedi 30 dias para o divórcio, porque fui ao Oncologista e  este me disse que eu estava com câncer no útero. É fatal e não há nada a fazer e no prazo de no máximo 30 dias estarei morta . Não quero suas ações, nem sua mansão, seu carro, seu dinheiro. Quero apenas lhe dizer que te amo e não queria que você se sentisse culpado pela nossa separação." Nesse momento sua esposa faleceu, deixando-lhe o sentimento de arrependimento por não ter demonstrado mais amor à sua companheira de tantos anos. Divaldo finalizou sua mensagem sobre o Amor e a Paz, com o Poema da Gratidão.
Durante o encerramento do encontro, houve ainda a apresentação do Musical América, com Jean William e Jazz Trio, tendo a participação especial de Fafá de Belém. Instituições, e trabalhadores que se empenham no ideal da Paz foram homenageados e reconhecidos através do troféu Você e a Paz.

Texto: Equipe do Livro do Estado de São Paulo.
Fotos: Sandra Patrocínio e Edgard Patrocínio.

 (Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)

4º MOVIMIENTO TÚ Y LA PAZ EN AMPARO (SP),
31/07/2016, por la noche.

 
Era el atardecer del día 31 de julio de 2016, cuando a las 18:00, dio comienzo la segunda parte del Movimiento Tú y la Paz, en la ciudad de Amparo.
Reflexiones sobre la paz fueron enunciadas por Don Luiz Gonzaga Fechio, Obispo Diocesano de Amparo; por el Pastor José Lima, de la Asamblea de Dios, Ministerio de Belén de Amparo, y por Divaldo Pereira Franco, fundador del Movimiento.
El Pastor José Lima, de la Asamblea de Dios, Ministerio de Belén de Amparo, dio comienzo a los mensajes de la noche con la Parábola del buen samaritano, enfatizando la importancia de la fraternidad para una cultura de paz.
Don Luiz Gonzaga Fechio, Obispo Diocesano de Amparo, abordó la globalización de la indiferencia entre los seres humanos, y manifestó que el mundo vive momentos de violencia, que infunden temor. Para él, el ser humano se conmueve con la violencia a distancia, pero se olvida de la que acontece en su propia vida cotidiana. Citó palabras de orden del Papa Francisco, a favor de la paz, y mencionó la importancia de la compasión. Finalmente, entonó al unísono con la platea, la Oración de San Francisco.

Divaldo Pereira Franco, fundador del Movimiento, dio comienzo a su alocución mencionando la importancia del amor entre las personas, y recordó la frase de Gandhi: Si un solo hombre alcanzara la plenitud del amor, neutralizará el odio de millones y el mundo estará a salvo. Destacó, además, que no existe un camino hacia la paz, sino que la paz es el camino. Se refirió a Allan Kardec y reforzó la importancia del amor para que exista la paz, recordando que este comienza con la educación moral en el hogar, y con la tolerancia en la pareja, que se traslada a los hijos.

Para ilustrar, relató con emoción, la Leyenda del escondrijo seguro, dictada por el Espíritu Selma Lagerlöf. Ante la expectación general de los ángeles, Dios explicó que deseaba enseñar a los hombres y a las mujeres una forma adecuada para buscarlo. Todos sabían que Él residía en el Paraíso, y su dirección era muy conocida, pues hacia ella dirigían sus quejas y reproches; raramente la gratitud y el amor. Por consiguiente, Él estaba pensando en trasladar su domicilio, al menos durante un cierto tiempo, a un lugar donde fuese difícil encontrarlo. Eso significaría una especie de vacaciones que Él deseaba intentar. Y Dios comenzó a vivir en el corazón del ser humano, donde solamente lo encuentran aquellos que realizan un viaje hacia su propio interior, con lo que se autoiluminan, y llegan a amar profundamente a su prójimo. Durante la narración, Divaldo, en homenaje a quien es un amigo desde mucho tiempo atrás, completó el relato diciendo que, quien le propuso a  Dios el lugar del escondrijo seguro, fue un bello angelito negro de ojos verdes, el Ángel de Niteroi: Raul Teixeira.

Después de hacer diversas reflexiones acerca de la tolerancia, la compasión y el amor, como pilares de la Paz, hizo otro relato, referido a un matrimonio que estaba unido hacía cuarenta años. El marido, insatisfecho con su esposa, tenía una amante, quien le pidió que se divorciara. Cierto día, llegó a su casa -de retorno de su trabajo-; notó que la mesa ya estaba servida. Sin pensarlo dos veces, le solicitó a su esposa la separación matrimonial. Agregó que le daría el 30% de las acciones de la empresa, la mansión, el auto y una buena pensión para ella y su hijo. La mujer gritó, blasfemó, y después se retiró a su cuarto, sin haberle dado la respuesta que él deseaba.
Transcurrió el segundo, el tercero y, finalmente, al cuarto día, al llegar a su casa, el marido vio a su mujer sentada en una silla, mientras escribía varias páginas. Ella estaba envuelta en una vibración de ternura, de amor, de mucho cariño. El esposo, al verla, quedó sorprendido por esa actitud de tanta paz, y al preguntarle acerca del divorcio, ella le respondió que se lo concedería, con dos condiciones: La primera: él tendría que esperar 30 días, pues dentro de ese período su hijo iría a rendir el examenvestibular tan ansiado; y la segunda que, además, tendría que cargarla en brazos, desde el dormitorio hasta la sala, todos los días. El hombre aceptó las condiciones; y cada día, antes de ir a su trabajo, cargaba a su esposa desde el dormitorio hasta la sala. En cierta ocasión, su hijo presenció la escena y se sintió inmensamente feliz, porque supuso que el matrimonio se estaba reconciliando.
Pasó el quinto día, el décimo día, y al décimoquinto día, su esposa se puso el perfume que había usado la noche del casamiento, y un vestido con el cual se la veía muy atractiva. Mientras tanto, extrañamente, ella había ido adelgazando, y empalideció. Transcurrieron los días, y ella continuaba cada vez más pálida, y estaba tan demacrada que la ropa le quedaba holgada. Al vigésimosexto día, el hombre fue a la casa de su amante y le dijo que él no volvería a pedir el divorcio. Ella, disgustada, lo insultó y lo echó.
El hombre no se inmutó: fue a una florería y compró un ramo de doce pimpollos de rosas rojas para su esposa. Llegó a su casa silbando, feliz; fue al dormitorio y se sentó en la cama, al lado de su esposa. Ella lo miró y, debilitada físicamente, le mostró una carta, que decía lo siguiente: Querido, te pedí 30 días para el divorcio, porque fui al oncólogo y me dijo que tenía un cáncer en el útero. Es terminal, no hay nada que hacer, y en el plazo máximo de treinta días estaré muerta. No quiero tus acciones, ni tu mansión, ni tu coche ni tu dinero. Quiero, sólo, decirte que te amo, y no deseo que te sientas culpable por nuestra separación. En ese momento su esposa falleció, y él se quedó con arrepentimiento por no haber demostrado más amor a su compañera de tantos años. Divaldo finalizó su mensaje sobre el Amor y la Paz, con el Poema de la Gratitud.

 Al cierre del encuentro se sumó, además, la presentación del Musical América, con Jean William y Jazz Trio, que contó con la participación especial de Fafá de Belém. Instituciones y trabajadores que aportan su colaboración al ideal de la Paz, fueron homenajeados y reconocidos mediante el trofeo Tú y la Paz.

Texto: Equipo del Libro del Estado de San Pablo.
Fotos: Sandra Patrocínio y Edgard Patrocínio.

  (Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Registro. 4º Movimento Você e a Paz em Amparo, SP

31/07/2016

Milhares de pessoas ávidas por contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de paz, uniram-se em torno da Praça Pádua Salles para o 4° encontro desta natureza na cidade de Amparo.  A manhã ensolarada de 31 de julho de 2016 foi repleta de atividades, iniciando-se pela distribuição de 4.500 camisetas e diversos balões brancos ecológicos, que simbolizaram a vontade dos participantes em manifestar o desejo pela não violência.
            Assinalaram presença no evento, os apoiadores Prefeitura Municipal de Amparo e Ypê, representados na figura ilustríssima da Sra. Ana Maria Veroneze Beira, que agradeceu a todos pela união e cuidados na realização da infraestrutura necessária ao movimento “Você e a Paz”.
            Divaldo Franco também honrou os participantes com reflexivas palavras sobre o tema. Afirmou ele que mais do que nunca há a necessidade de paz. Mesmo com as conquistas tecnológicas e científicas, que deram conforto a alguns, não se conseguiu solucionar o problema da criatura humana, que prossegue agressiva, violenta e atormentada.
            Propôs mudanças para este mundo de sofrimentos, alertando que modificações  só serão possíveis quando o ser humano resolver pela transformação interior, colocando  em seu mundo íntimo a sagrada proposta da paz. Para tanto, não é necessário qualquer artifício: basta que se faça uma viagem dentro de si mesmo, visando conhecer as necessidades reais da vida para melhor realizar a majestosa mensagem da conversão.
            “Eu vos desejo paz”: foi com estas palavras inolvidáveis de Jesus, a maior personagem da história da humanidade, que Divaldo acalentou e preparou os corações sedentos de pacificidade para este dia glorioso, almejando que o sentimento fosse duradouro nos seres ali presentes.
            Às 9h00, deu-se início ao percurso pelas ruas da cidade, em que Divaldo Franco ao percorrê-lo, resplendeu em atos de alegria, união, empenho e vigor; o exemplo da harmonia e da avença entre os seres humanos. Cantos de Paz foram entoados durante todo o percurso, que durou cerca de uma hora, pelos que avançavam em suas buscas pela convivência pacífica.
            Ao retornar à Praça, o grupo harmônico de caminhantes pôde ainda usufruir de apresentações do canil da guarda, capoeira, atividades com o Grupo de Escoteiros da cidade, distribuição de pipoca e algodão doce, brinquedos para as crianças e  exposição de desenhos sobre a paz. Foi oferecido, também, um espaço gratuito para corte de cabelos e pintura de unhas artísticas, além de orientações jurídicas para aqueles que as buscaram. Já o Espaço Saúde, trouxe aos presentes a oportunidade de aferir a pressão arterial, medir glicemia e realizar o cálculo do IMC, entre outros.
            Às 18h00 de hoje, encerramento do encontro, haverá ainda a apresentação do Musical América, com Jean William e Jazz Trio, tendo a participação especial de Fafá de Belém.  Reflexões sobre a paz serão transmitidas por Dom Luiz Gonzaga Fechio, Bispo Diocesano de Amparo; Pastor José Lima, da Assembleia de Deus Ministério do Belém de Amparo; Lama Rinchen Khyenrab, Monge Budista e Divaldo Pereira Franco, fundador do Movimento, para que, “por meio do Amor e da Fraternidade, vivamos a Paz”.
                  Texto: Carlyne Paiva 
                 Fotos: Sandra Patrocínio e Edgard Patrocínio
 (Texto em português recibo em email de Jorge Moehleckde)

 

4º MOVIMIENTO TÚ Y LA PAZ en AMPARO, SAN PABLO - 31/07/2016.

Miles de personas ávidas por contribuir al desarrollo de una cultura de paz, se reunieron en torno de la Plaza Pádua Salles, para el 4° Encuentro de esta naturaleza en la ciudad de Amparo. La mañana soleada del 31 de julio de 2016 estuvo repleta de actividades, que comenzaron con la distribución de 4.500 remeras y diferentes globos blancos ecológicos, que simbolizaron la voluntad de los participantes de manifestarse a favor de la no violencia.
            Se hicieron presentes en el encuentro, los auspicios de la Prefeitura Municipal de Amparo y de Ypê, representados en la persona de la ilustrísima Sra. Ana Maria Veroneze Beira, que agradeció a todos por la unión y el esmero, aplicados a la realización de la infraestructura necesaria para elMovimiento Tú y la Paz.
            Divaldo Franco también honró a los participantes con reflexivas palabras acerca del tema. Manifestó él que, más que nunca, existe la necesidad de paz. Incluso, con las conquistas tecnológicas y científicas, que brindaron confort sólo a algunos, no se ha conseguido solucionar el problema de la criatura humana, que prosigue agresiva, violenta y atormentada.
            Propuso cambios para este mundo de sufrimientos, advirtiendo que las modificaciones sólo serán posibles cuando el ser humano se decida a la transformación interior, instalando en su mundo íntimo la sagrada propuesta de la paz. A tal efecto, no son necesarios los artificios: alcanza con que se haga un viaje hacia el interior de uno mismo, con el propósito de conocer las necesidades reales de la vida, para mejor realizar el majestuoso mensaje de la conversión.
            Yo os deseo paz. Fue con estas palabras inolvidables de Jesús, el máximo personaje de la historia de la humanidad, que Divaldo estimuló y preparó los corazones sedientos de pacificación, para este día glorioso, alentando el sentimiento de que perdurara en los seres allí presentes.
            A las 09:00 se dio comienzo al recorrido por las calles de la ciudad, cuando Divaldo Franco -durante el trayecto- desbordó en actos de alegría, unión, esfuerzo y vigor, ejemplificando la armonía y el entendimiento entre los seres humanos. Se entonaron canciones alusivas a la Paz durante todo el recorrido -que duró casi una hora-, por parte de quienes marchaban a favor de la convivencia pacífica.
            Al retornar a la Plaza, el armonioso grupo de caminantes pudo, además, disfrutar de presentaciones de perros amaestrados, capoeira, actividades a cargo del Grupo de Scouts de la ciudad, distribución de pororó y algodón de azúcar, juguetes para los niños y  exposición de dibujos sobre la paz. Hubo, también, un espacio gratuito para corte de cabello y pintura de uñas artística, además de orientación jurídica para quienes la necesitaran. También el Espacio Salud brindó a los presentes la oportunidad de controlar la presión arterial, medir la glucemia y realizar el cálculo del IMC, entre otros.
            A las 18:00 del día de hoy, cierre del encuentro, se producirá además la presentación delMusical América, con Jean William y el Jazz Trio, además de la participación especial de Fafá de Belém. Se trasmitirán reflexiones sobre la paz, a cargo del Obispo Diocesano de Amparo, Don Luiz Gonzaga Fechio; el Pastor José Lima, de la Asamblea de Dios, Ministerio de Belén de Amparo; el Lama Rinchen Khyenrab, monje budista y Divaldo Pereira Franco, fundador del Movimiento, para quepor medio del Amor y de la Fraternidad, vivamos la Paz.

                  Texto: Carlyne Paiva 
                 Fotos: Sandra Patrocínio e Edgard Patrocínio
  (Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])

domingo, 31 de julho de 2016

Registro. Divaldo Franco em Porto Rico

03/07/2016

Como parte do Congreso Espírita Puertorriqueño 03/07/2016, promovido pela Escuela de Consejo Moral de Puerto Rico (em San Juan), Divaldo Pereira Franco proferiu varias conferências em torno do tema central do evento O Espiritismo formando a grande família universal.

Entre as conferências, se destacou a de abertura, que levou o título do Congresso, em que pautou os preceitos da Doutrina Espírita e a importância do desenvolvimento do conceito de família.

Frisou que todos os membros do núcleo familiar exercem uma função que deve ser forjada no calor da solidariedade e da compreensão.

Recordou da importância de sermos parte da familia universal para os invisíveis, definindo-os como aqueles cujo trabalho não é observado por ninguém, embora esse trabalho seja vital para o funcionamento da sociedade. Alertou para que reconheçamos as necessidades e sentimentos desses que não percebemos, que estão ao nosso redor, e que necessitam uma atenção mais direta.

Divaldo ainda teve um Encontro com os jovens, abordando O serviço da Caridade na juventude,  que lhe permitiu narrar diversas experiências da Mansão do Caminho, a respeito de crianças e jovens que cresceram e foram educados por ele próprio e Nilson (de Souza Pereira).

Os jovens tiveram, ainda, a oportunidade de formular perguntas a Divaldo, compartilhando suas experiências como integrantes da Brigada de amor, grupo juvenil que atua na Égida Espírita Posada la Caridad, vinculada à Escuela de Consejo Moral de Puerto Rico.

Na conferencia de encerramento, Amanhecer de uma Nova Era, Divaldo assinalou o alvorecer da familia fraternal, dos diversos processos da transição planetária e nossa responsablidade perante esses acontecimentos.

Serão as atitudes morais dos encarnados que permitirão o desenvolvimento do mundo de regeneração. Sob a égide de Jesus de Nazaré, os benfeitores espirituais colaboram constantemente na Espiritualidade, para a chegada da nova era orquestrada pela paz e o bem.

A conferência foi finalizada com a declamação do Poema de gratidão, do Espírito Amélia Rodrigues.

                       Edgardo Machuca Torres                     
                      Tradução, Maria Helena Marcon.
                                        Em 29.7.2016.


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


Divaldo Pereira Franco - Puerto Rico - 03/07/2016.

Como parte del Congreso Espírita Puertorriqueño,  llevado a cabo el día 03/07/2016, promovido por la Escuela de Consejo Moral de Puerto Rico (en la ciudad de San Juan), Divaldo Pereira Franco pronunció varias conferencias acerca del tema central: El Espiritismo en la formación de la gran familia universal.

Entre las conferencias se destacó la de la inauguración, cuyo tema fue el que dio título al Congreso, en la cual enunció los preceptos de la Doctrina Espírita y la importancia del desenvolvimiento del concepto de familia.

Destacó que todos los miembros del núcleo familiar ejercen una función que debe forjarse al calor de la solidaridad y la comprensión.

Recordó la importancia de que seamos parte de la familia universal para los invisibles, a los cuales definió como aquellos cuya labor nadie tiene en cuenta, pese a que esa tarea sea vital para el funcionamiento de la sociedad. Nos alertó, a fin de que identifiquemos las necesidades y los sentimientos de aquellos a quienes no percibimos, que están alrededor nuestro, y necesitan una atención más directa.

Divaldo tuvo, asimismo, un Encuentro con los jóvenes, en el cual desarrolló el tema La tarea de la Caridad en la juventud, el cual le permitió compartir diversas experiencias de la Mansión del Camino, respecto de niños y jóvenes que crecieron y fueron educados por él mismo y por Nilson de Souza Pereira.

Los jóvenes tuvieron, además, la oportunidad de formular preguntas a Divaldo, compartiendo sus experiencias como miembros de la Brigada de Amor, un grupo juvenil que se desempeña en la Égida Espírita Posada de la Caridad, vinculada a la Escuela de Consejo Moral de Puerto Rico.

En la conferencia de clausura, Amanecer de una Nueva Era, Divaldo destacó la alborada de la familia fraternal, de los diversos procesos de transición planetaria y nuestra responsabilidad en relación con tales acontecimientos.

Serán las aptitudes morales de los encarnados, las que permitirán el desarrollo del mundo de regeneración. Bajo la égida de Jesús de Nazaret, los benefactores espirituales colaboran constantemente, desde la Espiritualidad, para la llegada de la Nueva Era, caracterizada por la paz y el bien.

La conferencia finalizó con la declamación del Poema de la gratitud, del Espíritu Amelia Rodrigues.

                       Edgardo Machuca Torres                     
                      Traducción al portugués: Maria Helena Marcon.
                                        El 29.7.2016.
 (Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])



domingo, 3 de julho de 2016

Registro. Divaldo Franco - Conferência em Cartagena, Colômbia


08/06/2016

Em continuidade às comemorações do 22º aniversário do Centro Espírita Joanna de Ângelis, de Cartagena, Colômbia, a 8 de junho de 2016, Divaldo Pereira Franco proferiu Conferência, no auditório do Hotel Dorado Plaza, sobre Reencarnação e Justiça Divina. 
Iniciou sua fala, com as palavras do filósofo grego imortalista Pitágoras: A alma é uma chama oculta. Quando lhe colocamos os santos óleos do amor, ela se ilumina toda. Quando nos descuidamos, diminui a sua claridade, desaparece e se extingue. 
A vida é única, mas as existências corporais são muitas. Entramos e saímos do corpo com a mesma naturalidade com que vestimos determinada vestimenta e depois a abandonamos. Vamos acumulando experiências, apresentando conquistas positivas em cada etapa, diminuindo as negativas na medida em que logramos aprendizado.

Ao estudar a criatura humana, Allan Kardec a apresentou como um corpo, períspirito e Espírito. Ao perispírito compete manter a memória, as conquistas, as atitudes. 
Sequencialmente, Divaldo apresenta as diferentes posturas com relação à reencarnação no Egito, a Grécia antiga, a Índia. 
Jesus ensinou a reencarnação, falando da multiplicidade das existências, conforme se encontra no Evangelho de João, que narra seu encontro com Nicodemus, asseverando que é necessário nascer de novo, da água e do Espírito, para entrar no reino dos céus. 
O que é nascer da água? Refere-se à primeira forma de manifestação de vida animal – a união do espermatozoide, uma partícula gelatinosa, com o óvulo, outra gotícula d´agua, que forma o ovo. 
A reencarnação somente foi retirada do Evangelho no ano de 553, no Concílio de Constantinopla. 
Enfatiza a questão da liberdade de semeadura e obrigatoriedade da colheita e de que a Doutrina Espírita nos recomenda a caridade moral, de ternura, de amor ao próximo, de ajuda, de trabalho, de cultura, de desenvolvimento da cidadania. 
Encerra com a oração de Francisco, o Sol de Assis.
           
                Diana Burgos.
               Tradução sintetizada de Maria Helena Marcon.


(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


Espanhol


DIVALDO FRANCO - Conferencia en Cartagena, Colombia, 08/06/2016.


Para proseguir con las conmemoraciones del 22º aniversario del Centro Espírita Joanna de Ângelis, de Cartagena, Colombia, el 8 de junio de 2016, Divaldo Pereira Franco pronunció una conferencia en el auditorio del Hotel Dorado Plaza, sobre Reencarnación y Justicia Divina. 
Dio comienzo a su disertación, con las palabras del filósofo griego inmortalista Pitágoras: El alma es una llama oculta. Cuando le colocamos los sagrados óleos del amor, esta se ilumina toda. Cuando nos descuidamos, disminuye su luminosidad, desaparece y se extingue. 
La vida es única, pero las existencias corporales son muchas. Entramos y salimos del cuerpo con la misma naturalidad con que nos ponemos una determinada vestimenta y después la abandonamos. Vamos acumulando experiencias: presentamos conquistas positivas en cada etapa; disminuimos las negativas a medida que logramos el aprendizaje.

Al estudiar a la criatura humana, Allan Kardec la presentó como un cuerpo, un periespíritu y un Espíritu. Al periespíritu le compete conservar la memoria, las conquistas, las actitudes. 
Sucesivamente, Divaldo presenta las diferentes posiciones con relación a la reencarnación, en Egipto, en la Grecia antigua, y en la India. 
Jesús enseñó la reencarnación, hablando de la multiplicidad de las existencias, conforme con lo que consta en el Evangelio de Juan, que narra su encuentro con Nicodemo, afirmando que es necesario nacer de nuevo, del agua y del Espíritu, para entrar en el Reino de los Cielos. 
¿Qué es nacer del agua? Se refiere a la primera forma de manifestación de la vida animal: la unión del espermatozoide, una partícula gelatinosa, con el óvulo, otra diminuta gota de agua, que forma el huevo. 
La reencarnación fue retirada del Evangelio en el año 553, en el Concilio de Constantinopla. 
Enfatiza la cuestión de la libertad de siembra y de la obligatoriedad de la cosecha, y en cuanto a que la Doctrina Espírita nos recomienda la caridad moral, de ternura, de amor al prójimo, de ayuda, de trabajo, de cultura, de desenvolvimiento de la ciudadanía. 
Finaliza con la oración de Francisco, el Sol de Asís.
           
                Diana Burgos.
               Traducción sintetizada de Maria Helena Marcon.


(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])