segunda-feira, 7 de março de 2016

Registro. XVIII Conferência Estadual Espírita Pinhais, PR



06 de março de 2016

Pinhais/PR
06 de março de 2016
1 - André Trigueiro
Com o esperado sucesso, a XVIII Conferência Estadual Espírita chegou ao seu final, estando programadas duas intervenções. Uma sob a responsabilidade de André Trigueiro e outra comandada por Divaldo Pereira Franco, com a atividade de encerramento na sequência.
André Trigueiro desenvolveu o tema O Evangelho da Sustentabilidade, afirmando que um dos objetivos mais importantes do Evangelho de Jesus é a cultura da paz, um convite ao diálogo, à tolerância e ao exercício do perdão.

2- Divaldo Franco
A atividade foi presidida por Adriano Lino Greca, Presidente da Federação Espírita do Paraná, que ao encerrar a XVIII Conferência Estadual Espírita, fez os agradecimentos aos funcionários e voluntários da Federação, divulgando que estiveram presentes 185 caravanas de 13 Estados Brasileiros. Presentes, também, representação da Itália, da Suécia e do Paraguai. Os números de acessos através do Facebook, da internet, e visualizações pela FEBTV, audiência pela Web Rádio Fraternidade, foram impressionantes, atingindo cerca de noventa mil ocorrências. Informou, também, que a XIX Conferência Estadual Espírita será realizada no período de 17 a 19 de março de 2017.

Assumindo a tribuna, Divaldo Franco discorreu sobre a Consciência da Imortalidade – II, descrevendo os momentos que se sucederam na Rússia a partir do ano de 1902, envolvendo o escritor Leon Tolstoi, autor de Anna Karenina e O Reino dos Céus está em vós, entre outras obras. Enfrentando problemas de ordem política muito graves, o escritor russo, sendo possuidor de título nobiliárquico, renunciou ao mesmo, passando a viver entre os camponeses, tornando-se um deles.
Seu amor pela Rússia era profundo, assim, preocupado com a situação em que viviam os russos, sob o governo do Czar Nicollau II, escreveu uma carta ao soberano alertando-o sobre a situação em que viviam os russos, que a glória da Terra é de natureza transitória. Posicionava-se contra a pena de morte, a escravidão e as injustiças sociais. Previu, na missiva, a tragédia que se abateria sobre a sua amada Rússia A partir dessa carta, Tolstoi conservou a sua consciência tranquila, por ter feito advertência ao soberano.
Convertido ao cristianismo, - Tolstoi era um fiel devoto da Igreja Ortodoxa Russa -, passou a viver na simplicidade, como os homens do campo, vestindo-se modestamente. No cristianismo descobriu que a imortalidade era para tornar as pessoas mais gentis, afáveis, melhores do que se encontravam. Excomungado pela Igreja Ortodoxa Russa, seus livros foram proibidos, e os títulos nobiliárquicos lhe foram retirados.

Tolstoi entendia que o conhecimento deveria ser aplicado para alcançar transformações para melhor. Sendo um pacifista e adepto da não-violência, Tolstoi escreveu para Mohandas Karamchand Gandhi, líder da libertação do povo indiano e paquistanês, que defendia o direito a dignidade, de cidadania, o direito à liberdade. Tolstoi e Gandhi trocaram inúmeras correspondências. Não há regime político que possa arrancar da consciência o anseio à liberdade.
Gandhi, passando a viver no meio dos Párias, como um deles, tornou-se uma sombra protetora para os desvalidos, e eles passaram a ter em Gandhi a sua voz, que se levanta divulgando a paz, a imortalidade, a liberdade, amando. Gandhi afirmava que se fossem perdidas todas as orientações ético/morais do mundo, e restasse somente o Sermão da Montanha, nada se perderia. Gandhi divulgava ser necessário introjetar o Reino dos Céus dentro do coração, como ele próprio fez.
Gandhi, sabendo da existência do movimento liderado por Martin Luther King Jr, escreveu-lhe uma carta de estímulo a manter-se liderando o processo de extinção da segregação racial nos EUA. O sonho de Martin Luther King Jr se concretizou.

O pensamento científico, disse Divaldo, vem contribuindo para a confirmação dos postulados da Doutrina Espírita. Dentre muitos experimentos e confirmações está o Projeto de decodificação do Genoma Humano, que conclui que a ciência sabe como Deus criou a vida. No Universo há uma ordem moral que rege tudo, com harmonia e sabedoria. A ciência, desta forma, vai conseguindo confirmar os postulados da Doutrina Espírita, embora o homem ainda não tenha conseguido compreender os aspectos espirituais, éticos e morais, estampados na doutrina codificada por Allan Kardec.
Um expoente da música, Ludwig van Beethoven, foi alguém que conseguiu introjetar no coração o Evangelho de Jesus. Comprovando isso, está a composição da Sonata ao Luar, composta especialmente para uma cega, que declarou, ao ouvir a sonata, estar vendo o luar. É necessário apreender a consciência da imortalidade e não somente o conhecimento dela.
Estando Divaldo Franco na Cidade do Cabo, na África do Sul, realizando atividades doutrinárias e hospedado em um hotel custeado pelos seus amigos que financiaram a sua viagem, foi advertido pelo Espírito Joanna de Ângelis, sua mentora espiritual, a abraçar um garçom africans específico. Relutou, chegando a imaginar tratar-se de uma obsessão, porém, Joanna insistiu. Como geralmente acontece em alguns locais, o café é servido sempre muito quente, e junto, invariavelmente vem o leite frio.

Ocorreu a Divaldo solicitar àquele garçom que providenciasse uma jarra de leite bem quente. Feito o pedido, e para demonstrar a sua gratidão, Divaldo Franco abraçou-o firmemente. O servidor sentiu-se constrangido, e ao mesmo tempo alegre pelo gesto. O grupo, atendendo um hábito, providenciou uma gorjeta, que foi cotizada entre eles, e Divaldo, dando-lhe outro abraço, discretamente colocou aquela importância na mão do garçom. No dia imediato, estando Divaldo com uma indisposição estomacal, ficou no apartamento. O garçom, notando a falta de Divaldo entre o grupo da família amiga e patrocinadora, indagou o motivo da falta. Informado que se encontrava indisposto, imediatamente foi ter com Divaldo, oferecendo-lhe diversas espécies de chás e torradas, instando Divaldo a comer.
Assim, os dois tiveram um tempo e um local adequado para conversarem um pouco. O garçom explicou que no dia anterior havia planejado o seu suicídio e que devido àquele abraço, desistiu. Estava com câncer de próstata, já com metástase, e que a família estava passando necessidades. Divaldo disse-lhe que ele não tinha o direito de suicidar-se, que o câncer é só uma palavra que mete medo. Quem ama não morre, transfere-se para a vida espiritual. O garçom informou que Divaldo havia sido a terceira pessoa branca que lhe tocou.

Joanna de Ângelis ultimamente vem orientando Divaldo para que divulgue a necessidade de se olhar e se preocupar, dando a atenção devida aos invisíveis, aqueles que estão à margem da sociedade por inúmeros motivos, e que geralmente as pessoas não notam a presença. Estamos em trânsito, e vamos nos despedir dessa indumentária e adentar na imortalidade. Outro aspecto a ser desenvolvido é a empatia, isto é, penetrar no sentimento do outro. Nós, os cristãos novos devemos introjetar que o Reino dos Céus está dentro de nós, colocando-nos em favor do próximo, amando-o, disse Divaldo Franco.
Finalizando a conferência, Divaldo Franco emprestou a sua psicofonia para o Espírito Bezerra de Menezes, que se pronunciou dizendo para que não nos desesperemos, para que não deixemos que o desencanto abra feridas na intimidade de cada um. O corpo, disse, é o instrumento do Espírito que merece respeito. Instou-nos a reflexionar profundamente sobre as lições do Evangelho de Jesus, conduzindo-nos pelas informações filosóficas da Doutrina Espírita. Necessitamos, continuou Bezerra, de Jesus mais do que nunca. O Mestre nos espera, sede feliz, aceitando o testemunho cristão, e que o nosso perfume seja o da caridade, edificando a vida nova.
Entre outros estímulos, Bezerra de Menezes informou que devemos aceitar a convocação para o desenvolvimento do conhecimento, da ética e da alegria do cristianismo, a compreender a lei de causa e efeito. A dor é a bênção aos eleitos, e que devemos celebrar o Reino de Deus em todos os corações. Com desejos de paz e plenitude, a mensagem foi encerrada.

           Texto: Paulo Salerno
           Fotos: Jorge Moehlecke

(Texto em português recebido de Jorge Moehlecke)

XVIII Conferência Estadual Espírita - 
Pinhais, Estado de Paraná, 06 de marzo de 2016.
 
1 - André Trigueiro
Con el esperado éxito, la XVIII Conferência Estadual Espírita llegó a su término, para lo que estaban programadas dos participaciones. Una bajo la responsabilidad de André Trigueiro, y la otra correspondió a Divaldo Pereira Franco, a modo de finalización del programa.
André Trigueiro desarrolló el tema El Evangelio de la sustentabilidad,  afirmando que uno de los objetivos más importantes del Evangelio de Jesús es la cultura de la paz, una invitación al diálogo, a la tolerancia y a la práctica del perdón.
2- Divaldo Franco
La actividad estuvo presidida por Adriano Lino Greca, Presidente de la Federación Espírita de Paraná, quien al finalizar la XVIII Conferência Estadual Espírita expresó los agradecimientos, a los funcionarios y voluntarios de la Federación, y manifestó que habían estado presentes 185caravanas -grupos de viajeros provenientes de 13 Estados brasileños. Estuvieron presentes, también, representaciones de Italia, de Suecia y del Paraguay. La cantidad de conexiones a través de Facebook, de Internet, y las visualizaciones a través de la FEBTV, además de la audiencia por la Web Rádio Fraternidade, fueron impresionantes, y estuvieron cerca de las noventa mil. Informó, también, que la XIX Conferência Estadual Espírita se realizará del 17 al 19 de marzo de 2017.

A su turno, Divaldo Franco disertó sobre la Consciencia de la Inmortalidad – II parte, y describió los acontecimientos ocurridos en Rusia a partir del año 1902, vinculados con el escritor Leon Tolstoi, autor de Anna Karenina y de El Reino de los Cielos está en vosotros, entre otras obras. Debido a que debió enfrentar problemas de índole política muy graves, el escritor ruso -que poseía un título de nobleza-, renunció al mismo para comenzar a vivir entre los campesinos, y se convirtió en uno de ellos.
Su amor por Rusia era profundo, y estaba preocupado por la situación en que vivía el pueblo ruso, bajo el gobierno del zar Nicolás II, de modo que escribió una carta al soberano, para alertarlo sobre la situación en que vivían los ciudadanos, además de referirse a que la gloria en la Tierra es de naturaleza transitoria. Tolstoi se oponía a la pena de muerte, a la esclavitud y a las injusticias sociales, de modo que en su misiva, expresó su temor por la tragedia que se abatiría sobre su amada Rusia. A partir de esa carta, Tolstoi mantuvo su consciencia tranquila, por haber hecho la advertencia al soberano.
Convertido al cristianismo -Tolstoi había sido un fiel devoto de la Iglesia Ortodoxa Rusa-, vivió con sencillez, como los hombres del campo, y se vistió modestamente. En el Cristianismo descubrió que la inmortalidad contribuía a que las personas fueran más gentiles, afables, mejores de lo que antes habían sido. Fue excomulgado por la Iglesia Ortodoxa Rusa; sus libros fueron prohibidos y se le quitaron los títulos nobiliarios.
Tolstoi comprendía que el conocimiento debía ser aplicado para obtener transformaciones para mejor en los individuos. Como era un pacifista y adepto de la no violencia, Tolstoi le escribió a Mohandas Karamchand Gandhi, líder de la liberación de los pueblos de la India y Paquistán, que defendían el derecho a la dignidad, a la ciudadanía; el derecho a la libertad. Tolstoi y Gandhi intercambiaron abundante correspondencia. No hay un régimen político que pueda arrancar de la conciencia el anhelo de libertad.
Gandhi, cuando comenzó a vivir entre los parias, como uno más de ellos, se convirtió en una sombra protectora para los desvalidos, mientras que estos comenzaron a considerar a Gandhi su vocero, que se eleva divulgando la paz, la inmortalidad, la libertad, amando. Gandhi manifestaba que si se perdieran todas las orientaciones ético-morales del mundo, y sólo quedase el Sermón de la Montaña, nada estaría perdido. Gandhi divulgaba que es necesario introducir el Reino de los Cielos en el corazón, como él mismo lo hizo.
Gandhi, en conocimiento de la existencia del movimiento liderado por Martin Luther King Jr, le escribió una carta de estímulo, animándolo a que permaneciera en el liderazgo del proceso de extinción de la segregación racial en los Estados Unidos de Norteamérica. El sueño de Martin Luther King Jr. se concretó.
El pensamiento científico, dijo Divaldo, ha estado contribuyendo a la confirmación de los postulados de la Doctrina Espírita. Entre muchos experimentos y constataciones está el proyecto de decodificación del genoma humano, que arriba a la conclusión de que la ciencia sabe cómo Dios creó la vida. En el universo existe un orden moral, que rige a todo con equilibrio y sabiduría. La ciencia, de esta forma, va consiguiendo la confirmación de los postulados de la Doctrina Espírita, pese a que el hombre aún no haya conseguido comprender los aspectos espirituales, éticos y morales, plasmados en la doctrina codificada por Allan Kardec.
Un exponente de la música, Ludwig van Beethoven, ha sido alguien que consiguió introducir en su corazón el Evangelio de Jesús. A modo de comprobación, está la composición de la sonata Claro de Luna, dedicada especialmente a una ciega, la cual manifestó que al escuchar la sonata veía el claro de luna. Es necesario aprehender la consciencia de la inmortalidad, y no solamente tener el conocimiento de ella.
Estaba Divaldo Franco en Ciudad del Cabo, en África del Sur, realizando actividades doctrinarias, hospedado en un hotel costeado por amigos suyos, que también habían financiado su viaje, cuando el Espíritu Joanna de Ângelis -su mentora espiritual-, le advirtió que abrazara a un joven africanodeterminado. Divaldo se resistía, y llegó a imaginar que se trataba de una obsesión, pero Joanna insistió. Como generalmente ocurre en algunos locales, el café es servido muy caliente, y lo acompaña, siempre, la leche fría.
Se le ocurrió a Divaldo solicitarle a aquel joven que le trajera una jarra de leche muy caliente. Luego de hacer el pedido, para demostrarle su gratitud, Divaldo Franco lo abrazó firmemente. El servidor se sintió sorprendido, y al mismo tiempo alegre por ese gesto. El grupo, respetando un hábito, reunió una propina, cuyo valor fue determinado por ellos, y Divaldo le dio otro abrazo, mientras discretamente colocó aquella suma en la mano del mozo. Al día siguiente, Divaldo estuvo con una indisposición estomacal, y se quedó en el departamento. El mozo, al notar que Divaldo no estaba en el grupo de la familia amiga -que lo patrocinaba-, preguntó el motivo de la ausencia. Informado de que se encontraba con una indisposición, de inmediato fue a ver a Divaldo y le ofreció diversos tipos de té y tostadas, invitándolo a que comiera.
De tal modo, ambos tuvieron cierto tiempo, en un lugar adecuado para conversar. El joven le explicó que el día anterior había planeado su suicidio, y que debido a aquel abrazo, desistió. Padecía cáncer de próstata, que ya tenía metástasis, y que su familia estaba atravesando necesidades. Divaldo le dijo que él no tenía el derecho de suicidarse, que el cáncer es sólo una palabra que inspira miedo. Quien ama no muere, se traslada a la vida espiritual. El joven le informó a Divaldo que había sido la tercera persona blanca que lo había tocado, en toda su vida.
Joanna de Ângelis ha estado, últimamente, orientando a Divaldo para que divulgue la necesidad de tener en cuenta y preocuparse, concediendo la atención debida a los invisibles, aquellos que están al margen de la sociedad por numerosos motivos, cuya presencia generalmente no es tenida en cuenta por las personas. Estamos en tránsito, y vamos a desprendernos de nuestra vestimenta e ingresar en la inmortalidad. Otro aspecto que es necesario desarrollar es la empatía, es decir, penetrar en el sentimiento del otro. Nosotros, los cristianos nuevos debemos compenetrarnos de que el Reino de los Cielos está dentro de nosotros, y ponernos a favor del prójimo, amándolo, dijo Divaldo Franco.
Para finalizar la conferencia, Divaldo Franco concedió su psicofonía para que se manifestara el Espíritu Bezerra de Menezes, quien recomendó que no nos desesperemos, que no permitamos que la desilusión abra heridas en nuestro interior. El cuerpo -dijo- es el instrumento del Espíritu y merece respeto. Nos instó a reflexionar profundamente sobre las lecciones del Evangelio de Jesús, y a que nos conduzcamos por las informaciones filosóficas de la Doctrina Espírita. Necesitamos a Jesús -prosiguió Bezerra-, más que nunca. El Maestro nos espera, sed felices aceptando el testimonio cristiano, y que nuestro aroma sea el de la caridad, en la edificación de la vida nueva.
Entre otros estímulos, Bezerra de Menezes informó que debemos asumir la convocatoria al desarrollo del conocimiento, de la ética y de la alegría del cristianismo; a comprender la ley de causa y efecto. El dolor es la bendición para los elegidos, y nos cabe celebrar el Reino de Dios en todos los corazones. Con votos de paz y de plenitud, el mensaje concluyó.
           Texto: Paulo Salerno
           Fotos: Jorge Moehlecke
(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])

Registro. XVIII Conferência Estadual Espírita Pinhais



05 de março de 2016

Pinhais – 05 de março de 2016
1 – Haroldo Dutra Dias
Desenvolvendo o tema Evangelho da Imortalidade, Haroldo Dias apresentou rico e profícuo ensinamento a respeito da ressurreição, dizendo que o Evangelho do Cristo é o sol da imortalidade.
2 – Alberto Almeida
Após breve intervalo, Alberto Almeida assomou à tribuna para desenvolver o tema Aquém e além do cérebro - A Imortalidade.
3 – Haroldo Dutra Dias
No período da tarde, Haroldo Dutra Dias voltou a se pronunciar, abordando o tema O Espírito Imortal. O mais difícil na vida, disse o conferencista, é viver a imortalidade.
4 – André Trigueiro
André Trigueiro, jornalista, abordou a temática A Valorização da Vida, focando o suicídio, sendo necessário que se tenha carinho e acolhimento amoroso aos suicidas.
5 – Divaldo Franco
Divaldo Franco retornou ao palco para discorrer sobre a Consciência da Imortalidade 1ª parte, afirmando a justeza como Allan Kardec trabalhou e orientou o comportamento da Doutrina Espírita e as relações com a ciência, caminhando com ela passo a passo, e avançando onde a ciência deteve-se. O homem jamais se deteve na busca do conhecimento, assim, notáveis pesquisadores, cientistas e pensadores, de todos os tempos, e principalmente após a segunda metade do Século XX, se aplicaram em avançar na aquisição do conhecimento, propiciando ao homem condições melhores para as suas experiências de vida, de relações sociais, tecnológicas.

Os cientistas James Jeans e V. A. Firsoff através de suas análises e descobertas sobre o Universo e as partículas de mente, respectivamente, corroboram os preceitos da Doutrina Espírita. Outros, igualmente, caminham nessa direção, como Michael Persinger, ao fazer experiências com um capacete que emite ondas eletromagnéticas, de pósitrons, nos lobos temporais. As pessoas submetidas a essas experiências teriam tido “visões” e sentiram presenças espirituais. O Dr. Persinger atribui esses fenômenos à influência dessas ondas eletromagnéticas. Nessas pesquisas o Dr. Persinger, realizou uma descoberta inusitada, a existência de peculiar luminosidade, de um ponto de luz no interior do cérebro.
Buscando confirmar o que observara, o Dr. Persinger convidou o Dr. Vilayanur Ramachandran, pesquisador indiano, radicado nos Estados Unidos da América para fazer as suas experiências visando confirmar e ampliar o conhecimento até aquele momento sobre o ponto luminoso. Constatou o Dr. Vilayanur que ao pronunciar a palavra Deus, no idioma que for, aquele ponto amplia a sua luminosidade. Dean Hamer, pesquisando a origem da vida humana, descobriu que uma das causas é a presença de Deus.
A par de todas essas pesquisas, o autoconhecimento propicia a perfeita integração, ou vinculação com Deus, pois que Deus está presente no homem. O psicólogo transpessoal Stanislav Grof constatou, em seus estudos, a reencarnação e a influência dos Espíritos na vida das pessoas, a imortalidade da alma e a sua anterioridade.
Esse ponto de luz já era conhecido pelos chineses há dois mil anos aC. Igualmente os chacras, ou centros de força, possuem a propriedade de emanar fótons. Charles Richet, prêmio nobel de fisiologia, afirma que a criatura humana possui um sexto sentido.

Sete séculos antes de Cristo, Heródoto de Halicarnasso escreveu sobre Creso, Rei da Lídia. Pesava sobre Creso a espada de Dâmocles. Creso enviou embaixadores aos templos de todas as nações para que interrogassem os deuses sobre o que fazia naquele momento o Rei Creso na cidade de Sardes, na Lídia. Na data e hora aprazada a pergunta foi feita. Os embaixadores foram voltando e narrando ao rei as respostas dos deuses. Somente os embaixadores que voltaram do Templo de Delfos lograram obter dos deuses a resposta certa, coincidindo com o que fazia o rei naquele momento. A história se desdobra e o Rei Creso é derrotado pelos Persas.
Danah Zohar, autora da obra O Homem Quântico, examinou a questão sobre o ponto luminoso no cérebro. Ela e outros denominaram esse ponto como sendo o “Ponto de Deus” Ela é conhecida por seu trabalho sobre a inteligência espiritual - QS.
A vida possui um sentido pleno, como assevera Victor Frankl. O sentido da vida é tornar a imortalidade como a meta a ser alcançada, é dar a vida um objetivo psicológico, é amar sem condicionantes. Divaldo sempre muito inspirado apresentou algumas histórias vivenciadas por Francisco Cândido Xavier, extraindo o conteúdo doutrinário e moral, ampliando a gama de informações para uma reflexão a respeito da imortalidade e da transformação moral.
Destacou o Embaixador da Paz no Mundo que é o momento de os indivíduos encontrarem Deus dentro de si. Finalizando, afirmou que cada um foi convidado para tornar o mundo melhor, melhorando-se nos aspectos éticos e morais, amando-se e amando o próximo. O público de pé não poupou esforços em aplaudir demoradamente o ilustre conferencista.

6 – Alberto Almeida
No período noturno, o público foi contemplado com a excepcional apresentação do Coral do Centro Espírita Ildefonso Correa. Com a presença, entre outras, de Marta Antunes, vice-presidente da Federação Espírita Brasileira, as atividades tiveram prosseguimento com o lançamento do volume 29 do Momento Espírita, em comemoração à realização da XVIII Conferência Estadual Espírita.
Desafios e contradições de como viver a imortalidade no dia a dia foi o tema desenvolvido por Alberto Almeida, de Belém/PA. A filosofia espírita, com sua aplicabilidade, possuidora de uma ética, e uma proposta doutrinária que faculta aos que a aceitam possam mudar a forma de pensar, de agir, adotando um jeito, uma forma de ser.

  Observação: as duas ultimas fotos são de Junior Fuchter   ( 109 e 110 )
           Texto: Paulo Salerno
           Fotos: Jorge Moehlecke

(Texto em português recebido de jorge Moehleck)


Espanhol
XVIII Conferência Estadual Espírita -
Pinhais, 05 de marzo de 2016.


1 – Haroldo Dutra Dias
Desarrolló el tema Evangelio de la Inmortalidad, y presentó una rica y provechosa enseñanza acerca de la resurrección, expresando que el Evangelio del Cristo es el sol de la inmortalidad.

2 – Alberto Almeida
Luego de un breve intervalo, Alberto Almeida se hizo presente en el estrado para desarrollar el temaEl aquí y el más allá del cerebro - La Inmortalidad.

3 – Haroldo Dutra Dias
Por la tarde, Haroldo Dutra Dias volvió a disertar, y desarrolló el tema El Espíritu inmortal. Lo más difícil en la vida -manifestó el disertante- es vivir la inmortalidad.

4 – André Trigueiro
André Trigueiro, periodista, abordó el tema La valorización de la vida, y se refirió al suicidio, expresando que es necesario trasmitir cariño y una consideración amorosa a los suicidas.

5 – Divaldo Franco
Divaldo Franco retornó al escenario para disertar sobre la Consciencia de la Inmortalidad (1ª parte), y expresó el acierto con que Allan Kardec elaboró y orientó el desenvolvimiento de la Doctrina Espírita y sus relaciones con la ciencia, avanzando con ella paso a paso, y avanzando, incluso, más allá de donde la ciencia se detuvo. El hombre jamás se estancó en la búsqueda del conocimiento, y fue así que destacados investigadores, científicos y pensadores de todas las épocas, y principalmente después de la segunda mitad del siglo XX, se aplicaron para avanzar en la conquista del conocimiento, propiciando al hombre mejores condiciones para sus experiencias en la vida, en las relaciones sociales, y para el progreso tecnológico.

Los científicos James Jeans y V. A. Firsoff, a través de sus análisis y descubrimientos relativos al universo y a las partículas de la mente, respectivamente, corroboraron los principios de la Doctrina Espírita. Otros, asimismo, avanzan en esa dirección, como Michael Persinger, al realizar experiencias con un casco emisor de ondas electromagnéticas, de positrones en los lóbulos temporales. Las personas sometidas a esas experiencias habrían tenido visiones y percibido presencias espirituales. El Dr. Persinger atribuye esos fenómenos a la influencia de tales ondas electromagnéticas. Durante dichas investigaciones, el Dr. Persinger realizó un descubrimiento inusitado: la existencia de una singular luminosidad, correspondiente a un punto de luz en el interior del cerebro.
A fin de confirmar lo que había observado, el Dr. Persinger invitó al Dr. Vilayanur Ramachandran, investigador nacido en la India y radicado en los Estados Unidos de Norteamérica, para que hiciera sus experiencias a fin de confirmar y ampliar el conocimiento alcanzado hasta aquel momento acerca de dicho punto luminoso. Constató, el Dr. Vilayanur, que cuando se pronuncia la palabra Dios, cualquiera sea el idioma, ese punto amplía su luminosidad. Dean Hamer, aplicado a la investigación del origen de la vida humana, descubrió que una de sus causas es la presencia de Dios.
A la par de tales investigaciones, el autoconocimiento propicia la perfecta integración o vinculación con Dios, pues Dios está presente en el hombre. El psicólogo transpersonal Stanislav Grof constató, con sus estudios, la reencarnación y la influencia de los Espíritus en la vida de las personas, la inmortalidad del alma y su anterioridad. Ese punto de luz ya era conocido por los chinos dos mil años a. C. También los chacras o centros de fuerza, poseen la propiedad de emitir fotones. Charles Richet -premio Nobel de fisiología-, afirma que la criatura humana posee un sexto sentido.

Siete siglos antes de Cristo, Heródoto de Halicarnaso escribió sobre Creso, Rey de Lidia. Pesaba sobre Creso la espada de Damocles. Creso envió embajadores a los templos de todas las naciones para que interrogasen a los dioses acerca de qué hacía en aquel momento el Rey Creso en la ciudad de Sardes, en Lidia. En la fecha y la hora convenida, se hizo la pregunta. Los embajadores fueron retornando y narrando al rey las respuestas de los dioses. Solamente los embajadores que retornaron del Templo de Delfos habían obtenido de los dioses la respuesta acertada, que coincidió con lo que hacía el rey en aquel momento. La historia se desarrolla, y el Rey Creso es derrotado por los persas.
Danah Zohar, autora de la obra El hombre cuántico, analizó la cuestión relativa al punto luminoso en el cerebro. Ella y otros investigadores denominaron a ese punto el punto de Dios. Ella es conocida por su trabajo sobre la inteligencia espiritual - QS.
La vida tiene un sentido pleno, como sostiene Victor Frankl. El sentido de la vida es convertir a la inmortalidad en la meta que se debe alcanzar, lo que significa dar a la vida un objetivo psicológico, es decir amar sin condicionantes. Divaldo -siempre muy inspirado- relató algunas anécdotas de la vida de Francisco Cândido Xavier, de las cuales extrajo el contenido doctrinario y moral, con lo que amplió la gama de informaciones, para realizar una reflexión respecto de la inmortalidad y de la transformación moral.
Destacó el Embajador de la Paz en el Mundo que ha llegado el momento para que los individuos encuentren a Dios dentro de sí mismos. Para finalizar, manifestó que cada uno ha sido invitado para hacer el mundo mejor, al mejorarse en los aspectos éticos y morales, amándose y amando a su prójimo.
El público, de pie, no escatimó esfuerzos al aplaudir efusivamente al ilustre conferencista.

6 – Alberto Almeida
En el período nocturno, el público fue satisfecho con la excepcional presentación del Coro del Centro Espírita Ildefonso Correa. Con la presencia, entre otras, de Marta Antunes, vicepresidente de la Federación Espírita Brasileña, las actividades tuvieron continuidad mediante el lanzamiento del volumen 29 del Momento Espírita, en conmemoración de la XVIII Conferencia Estadual Espírita.
Los desafíos y las contradicciones acerca de cómo vivir la inmortalidad en la vida cotidiana, fue el tema desarrollado por Alberto Almeida, de Belém, PA. La filosofía espírita, con su aplicabilidad, poseedora de una ética, es una propuesta doctrinaria que posibilita a quienes la aceptan el cambio en la forma de pensar, de proceder, adoptando un nuevo modo, una nueva forma de ser.

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])


domingo, 6 de março de 2016

Divaldo Franco - XVIII Conferência Estadual Espírita - Pinhais – 04 de março de 2016



04 de março de 2016

Com o tema central, Construindo a Consciência da Imortalidade foi iniciada mais uma edição da Conferência Estadual Espírita que está sendo realizada no período de 04 a 06 de março de 2016, noExpoTrade Convention Center, em Pinhais, região metropolitana de Curitiba/PR. Contribuindo para a construção de uma compreensão sobre a imortalidade, os conferencistas Divaldo Pereira Franco, Alberto Almeida, André Trigueiro e Haroldo Dutra Dias estarão abordando temas sobre a consciência da vida espiritual, da imortalidade do ser humano.
Na abertura, Giovana Beira e Matheus Moretti apresentaram belíssimas interpretações musicais, encantando o público formado por cerca de doze mil pessoas. Esse magno evento da Federação Espírita do Paraná – FEP -, foi comandado por Adriano Lino Greca que em suas considerações apresentou breve resumo da história da Conferência Estadual Espírita, homenageando antigos e atuais participantes, destacando Divaldo Franco e José Raul Teixeira que participaram de todas as edições. Raul Teixeira está participando como convidado especial.
Na oportunidade, foi lançado a obra Vida e Valores, uma coletânea de textos selecionados do programa homônimo realizado com Raul Teixeira. Adriano Greca presenteou Raul Teixeira com um exemplar da obra.

Divaldo Franco, desenvolvendo o tema Estudos sobre a Existência de Deus, fez um breve relato histórico desde o Século XVII relativo à aceitação de Deus por parte de pensadores e cientistas daquela época, chegando mesmo a afirmarem que o homem não necessitava de Deus, substituindo-O pela lógica e a razão. As teorias de Pierre Gassendi, John Locke, Thomas Hobbes e Johannes Kleper; do iluminista Voltaire, as do político e revolucionário francês Pierre Gaspard Chaumette; do matemático Jacob Dupont; a filosofia do pai do Positivismo, Auguste Comte; o pessimismo de Friedrich Nietzsche; de Lord Bacon, foram brevemente apresentadas, assim como as de Isaac Newton e outros.
No Século XX, destacou o surgimento do movimento hippie exaltando o materialismo, apregoando a morte de Deus, que a ética não tinha nenhum sentido, e que a família era desnecessária; do conjunto The Beatles; de Hanna Wolf; o ceticismo holandês; a filosofia utilitarista.
Destacando a existência de Deus, Divaldo apresentou a tese do Dr. Abraham Cressy Morrison, químico americano e presidente da Academia de Ciências de Nova Iorque, que desenvolveu sete razões pelas quais um cientista acreditaria na existência de Deus: a lei de probabilidades; a vida; os instintos dos animais; o fenômeno da vida com os genes e cromossomos; a inteligência/razão; o equilíbrio do ecossistema; e a imaginação.

A conclusão desse cientista americano possui pontos de contato com os ensinamentos espíritas, principalmente os relacionados com o conteúdo das perguntas e respostas de números 1 e 4 de O Livro dos Espíritos, onde os Espíritos Superiores afirmam que Deus é a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas; e que a prova de sua existência está em um axioma aplicado à Ciência:todo efeito tem uma causa; todo efeito inteligente tem uma causa inteligente.
O sentido ético da vida, destacou o Professor Divaldo, é o Amor, e todo aquele que ama possui alegria de viver. Sobre o Amor, Albert Einstein afirmava ser a força maior que rege o Universo; e que a Humanidade estava necessitando de uma nova bomba, a do Amor. Levando o público a uma reflexão, indagou: Como está a sua vida, o que fazes dela na Terra, ela tem uma meta, um ideal? Encaminhando para uma resposta, o notável expositor afirmou que a meta essencial é a imortalidade. O Amor é convivência, frisou. A força mais poderosa do mundo é o Amor, pois que Deus ama sempre.
Elevando o padrão vibratório e emocional do imenso público, Divaldo narrou a comovente história de Leland Stanford Junior e de sua família. Depois da desencarnação do menino Leland, a família fundou a Universidade Stanford, nos Estados Unidos, uma das mais importantes universidades no mundo.
Finalizando, conclamou ao cultivo da beleza da vida e a alegria de viver, por meio da adoção de um sentido psicológico profundo para a existência e da transformação moral para melhor. Encerrando a apresentação do Poema de Gratidão, de Amélia Rodrigues, que se constitui em uma verdadeira prece, Divaldo Franco foi largamente aplaudido.

           Texto: Paulo Salerno
           Fotos: Jorge Moehlecke


 DIVALDO FRANCO:
XVIII Conferência Estadual Espírita - Pinhais/PR, 04 de marzo de 2016.
Con el tema central -Edificando la Consciencia de la Inmortalidad- dio comienzo otra edición de la Conferência Estadual Espírita que se está llevando a cabo entre el 04 y el 06 de marzo de 2016, en el ExpoTrade Convention Center, en Pinhais, región metropolitana de Curitiba/PR. A modo de contribución para edificar una comprensión acerca de la inmortalidad, los conferencistas Divaldo Pereira Franco, Alberto Almeida, André Trigueiro y Haroldo Dutra Dias abordarán temas relativos a la conciencia de la vida espiritual y de la inmortalidad del ser humano.
En la apertura, Giovana Beira y Matheus Moretti ofrecieron bellísimas interpretaciones musicales, que cautivaron al público, constituido por cerca de doce mil personas. Ese magno acontecimiento de la Federación Espírita de Paraná –FEP-, fue conducido por Adriano Lino Greca, quien junto con sus consideraciones presentó un breve resumen de la historia de la Conferência Estadual Espírita, a modo de homenaje a los antiguos y los actuales participantes, destacando a Divaldo Franco y a José Raul Teixeira, quienes participaron de todas las ediciones. Raul Teixeira está participando como invitado especial.
En la ocasión, fue lanzada la obra Vida y Valores, una colección de textos seleccionados del programa homónimo realizado con Raul Teixeira. Adriano Greca entregó como presente a Raul Teixeira, un ejemplar de la obra.

Divaldo Franco, para desarrollar el tema Estudios sobre la Existencia de Dios, hizo un breve relato histórico a partir del siglo XVII, relativo a la aceptación de Dios por parte de pensadores y científicos de aquella época, quienes llegaron incluso a manifestar que el hombre no necesitaba de Dios, y lo sustituyeron por la lógica y la razón. Las teorías de Pierre Gassendi, John Locke, Thomas Hobbes y Johannes Kepler; del iluminista Voltaire, las del político y revolucionario francés Pierre Gaspard Chaumette; del matemático Jacob Dupont; la filosofía del creador del Positivismo, Augusto Comte; el pesimismo de Friedrich Nietzsche y la teoría de Lord Bacon, fueron brevemente expuestos, así como el pensamiento de Isaac Newton entre otros.

En el siglo XX destacó la aparición del movimiento hippie, que exaltaba el materialismo, pregonando la muerte de Dios, que la ética no tenía ningún sentido y que la familia no era necesaria; del conjuntoThe Beatles; de Hanna Wolf; del escepticismo holandés; de la filosofía utilitarista.
Destacando la existencia de Dios, Divaldo presentó la tesis del Dr. Abraham Cressy Morrison, químico norteamericano y presidente de la Academia de Ciencias de Nueva York, que desarrolló siete razones mediante las cuales un científico creería en la existencia de Dios: la Ley de probabilidades; la vida; los instintos de los animales; el fenómeno de la vida con los genes y los cromosomas; la inteligencia o capacidad de razonar; el equilibrio del ecosistema; y la imaginación.

La conclusión de ese científico norteamericano tiene puntos de contacto con las enseñanzas espíritas, principalmente con las relacionadas con el contenido de las preguntas y respuestas del número 1 a 4 de El Libro de los Espíritus, donde los Espíritus Superiores manifiestan que Dios es la inteligencia suprema, causa primera de todas las cosas; y que la prueba de su existencia reside en un axioma aplicado a la Ciencia: todo efecto tiene una causa; todo efecto inteligente tiene una causa inteligente.
El sentido ético de la vida -destacó el Profesor Divaldo-, es el Amor, y todo aquel que ama posee alegría de vivir. Acerca del Amor, Albert Einstein afirmaba que era la mayor potencia que rige el Universo, y que la humanidad estaba necesitando una nueva bomba, la del Amor. Para conducir al público a una reflexión, preguntó: ¿Cómo está su vida? ¿Qué hace con ella en la Tierra? ¿Tiene su vida una meta, un ideal? Sugiriendo la respuesta, el destacado expositor manifestó que la meta esencial es la inmortalidad. El Amor es convivencia, manifestó. La fuerza más poderosa del mundo es el Amor, pues Dios siempre ama.
Divaldo narró la conmovedora historia de Leland Stanford Junior y de su familia, elevando el nivel vibratorio y emocional del inmenso público. Después de la desencarnación del pequeño Leland, la familia fundó la Universidad Stanford, en los Estados Unidos de Norteamérica, una de las más importantes universidades en el mundo.
Para finalizar, convocó al cultivo de la belleza de la vida y de la alegría de vivir, mediante la adopción de un sentido psicológico profundo para la existencia junto con la transformación moral para mejor. Para dar por conluida la presentación, recitó el Poema de la Gratitud, de Amélia Rodrigues, que se convirtió en una verdadera plegaria. Divaldo Franco fue largamente aplaudido.
            Texto: Paulo Salerno
           Fotos: Jorge Moehlecke
(Texto em espanhol recebido em email de MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])




sexta-feira, 4 de março de 2016

Registro. Divaldo Franco no Paraná Ponta Grossa




03 de março de 2016

Cumprindo fielmente a sua agenda de conferências, Divaldo Franco esteve pela 62ª vez consecutiva em Ponta Grossa, atividade que se repete anualmente desde o ano de 1954. Recebido com muito carinho e amado pelos espíritas desta bela cidade – a Princesa dos Campos Gerais -, e de outras próximas, o Embaixador da Paz no Mundo vem cativando os corações e despertando as mentes de muitos que o escutam com atenção. Consolando e esclarecendo, conforme proposta da Doutrina Espírita, Divaldo Franco é um referencial. Seu magnetismo torna-se um estimulador para as transformações íntimas, ao mesmo tempo em que se apresenta como uma criatura acolhedora, compreensiva e abnegada.
O Clube Princesa dos Campos ficou lotado com aproximadamente duas mil e quinhentas pessoas expectantes para ouvirem Divaldo Franco. O Coral Vozes de Francisco, com cinco integrantes, apresentou-se com brilhantismo, compondo um clima de enlevo e reconhecimento ao Mestre Nazareno. A mesa diretiva estava formada por Iara de Freitas Souza, 1ª Vice-Presidente da União Regional Espírita – URE - 2ª Região; Luís Maurício Resende, Conselheiro da Federação Espírita do Paraná – FEP; Adriano Lino Greca, Presidente da FEP; Luiz Henrique da Silva, 2º Vice-Presidente da FEP; Divaldo Pereira Franco, Conferencista; e Edson Luiz Wachols, Presidente da URE – 2ª Região.

Atento as necessidades do público, e por inspiração dos benfeitores, Divaldo Pereira Franco discorreu sobre os transtornos psiquiátricos. Ambientando o estudo que desenvolveria, o conferencista fez breve descrição da obra de Friedrich Nietzsche, filósofo alemão, autor do livro “Assim Falava Zaratustra”; que afirmava: Louco é todo aquele que perdeu tudo, menos o direito à vida.
A Revolução Francesa encontrava-se em pleno desenvolvimento, com todas as suas consequências; a sociedade francesa ansiava por alcançar a cidadania; e a implantação do reino de terror por Maximilien Robespierre, contribuíam para o desequilíbrio emocional da criaturas.
Nesse cenário vivia um jovem médico francês, Dr. Philippe Pinel, considerado por muitos com o pai da moderna psiquiatria. Em 1.792, após assumir o cargo de diretor do Hospital de La Bicêtre, libertou da prisão os seus pacientes esquizofrênicos, em número de 53, para tratá-los com mais humanidade, procurando restituir-lhes a dignidade, desenvolvendo o que passou a ser conhecido como “terapia moral”.

As ações do Dr. Philippe Pinel inspiraram outros eminentes médicos e cientistas, como o Dr. Tucker, da Inglaterra, e o Dr. Chiarucci, da Itália. A psiquiatria estava iniciando os seus momentos mais notáveis. Louis Pasteur, Paul Pierre Broca e outros notáveis investigadores contribuíram para dignificar o tratamento aos doentes com as suas descobertas. Os estudos de Sigmund Freud sobre o inconsciente, o consciente e o subconsciente, e a tese de Carl Gustav Jung sobre os arquétipos, a sua psicanálise, os estudos sobre os traumas psicológicos, lançaram novas luzes para a ampliação do conhecimento da mente humana. A ciência começava a ser influenciada pelos conceitos novos, aceitando-os.
Com os experimentos hipnológicos do Dr. Jean Martin Charcot, do Hospital Salpêtrière, em Paris, os fenômenos mediúnicos eram considerados histéricos, esquizofrênicos ou fraude do subconsciente. Os médiuns recebiam a classificação de psicopatas, na ótica da ciência, da fisiologia e da psiquiatria.
Humanizando as relações com os pacientes, o psiquiatra Stanislav Grof, um dos fundadores da Psicologia Transpessoal, estabeleceu que a vida é única, com várias existências, identificando que os transtornos procedem da alma, do Espírito.
Divaldo Franco enfatizou que as descobertas científicas estão corroborando os ensinamentos espíritas, pois que em 1861, a Ciência Espírita, codificada por Allan Kardec, em O Livros dos Médiuns, em seu capítulo XXIII, caracteriza a interferência dos Espíritos na vida das pessoas. Os transtornos psicológicos e psiquiátricos, as obsessões espirituais, receberam a atenção necessária por parte do Codificador da Doutrina Espírita, propondo uma psicoterapia de excelência para esses casos.

Albert Einstein, em sua relação com a sua filha, através de cartas, declarou que o mundo necessitava de uma nova bomba, a Bomba do Amor. O Amor, segundo o grande físico, é a lei mais poderosa que rege o Universo. No mesmo sentido, Allan Kardec asseverava que a lei de caridade é a lei do amor em nível mais elevado.
Eben Alexander III, neurocirurgião americano, após passar por uma experiência de quase morte – EQM -, descreveu como é a vida espiritual. Diz o Dr. Eben que noventa por cento dos esquizofrênicos possuem um componente, uma gênese, de matriz espiritual.
Encaminhando a sua conferência para o final, Divaldo Franco narrou a sua experiência com a obsessão, apresentando em rápidas pinceladas as suas relações com uma figura que ele denominou como sendo o “Máscara de Ferro”, que embora recebendo de Divaldo todo o carinho e amor, somente compreendeu, o obsessor, que o amor é a energia, a força, que liberta as criaturas de si mesmas, de seu pretérito.
É necessário, frisou, resgatar as dívidas para com a Lei Divina, através do amor, encontrando um sentido para a vida, alcançando a compreensão sobre a imortalidade da alma. Quando o indivíduo ama, o organismo produz substâncias salutares à vida orgânica.
A humanidade da Terra vive um período decadência moral crítica, experimentando a sexolatria, o individualismo, o consumismo, o egoísmo. Para que esse quadro seja revertido faz-se necessário viver o Amor, em seu sentido mais profundo, retomando a mensagem de Jesus em sua totalidade. O Espiritismo está com os homens na Terra para propiciar a saúde integral, estimulando-o a tornar-se a cada dia melhor do que era antes. Em gratidão, o público pôs-se de pé e aplaudiu vivamente oPaulo de Tarso dos dias atuais.

           Texto: Paulo Salerno
           Fotos: Jorge Moehlecke

(Texto em portugues recebido via email de Jorge Moehlecke)



Divaldo Franco en Paraná:
Ponta Grossa, 03 de marzo de 2016.

En fiel cumplimiento de su agenda de conferencias, Divaldo Franco estuvo por 62ª vez consecutiva en Ponta Grossa, una actividad que se repite anualmente desde el año 1954.
Recibido con mucho cariño y amado por los espíritas de esta hermosa ciudad – la Princesa de los Campos Generales -, y de otras cercanas, el Embajador de la Paz en el Mundo cautiva los corazones y despierta las mentes de los muchos que lo escuchan con atención. Mediante el consuelo y el esclarecimiento, en concordancia con la propuesta de la Doctrina Espírita, Divaldo Franco es un referente: su magnetismo se vuelve un estímulo para las transformaciones íntimas, al mismo tiempo que se presenta como una persona acogedora, comprensiva y abnegada.
El Club Princesa dos Campos estuvo repleto, con aproximadamente dos mil quinientas personas expectantes, dispuestas a escuchar a Divaldo Franco. El Coro Voces de Francisco, compuesto por cinco personas, hizo una brillante presentación, que contribuyó a un clima de elevación y reconocimiento al Maestro Nazareno. La Mesa Directiva estuvo constituida por Iara de Freitas Souza, 1ª Vicepresidente de la União Regional Espírita – URE - 2ª Região; Luís Maurício Resende, Consejero de la Federación Espírita de Paraná – FEP; Adriano Lino Greca, Presidente de la FEP; Luiz Henrique da Silva, 2º Vicepresidente de la FEP; Divaldo Pereira Franco, conferencista; y Edson Luiz Wachols, Presidente da URE – 2ª región.

Atento a las necesidades del público, y por inspiración de los benefactores, Divaldo Pereira Franco hizo referencia a los trastornos psiquiátricos. A modo de introducción al estudio que desarrollaría, el conferencista hizo una breve descripción de la obra de Friedrich Nietzsche, filósofo alemán, autor del libro Así hablaba Zaratustra; que manifestaba: Loco es aquel que perdió todo, menos el derecho a la vida.
La Revolución Francesa se encontraba en pleno desarrollo, con todas sus consecuencias; la sociedad francesa ansiaba alcanzar la ciudadanía; y la implantación del reino del terror por Maximilien Robespierre, contribuían al desequilibrio emocional de la criaturas.
En ese escenario vivía un joven médico francés, el Dr. Philippe Pinel, considerado por muchos como el Padre de la moderna psiquiatría. En 1792, después de asumir el cargo de Director del Hospital deLa Bicêtre, liberó de la prisión a sus pacientes esquizofrénicos -eran 53-, para tratarlos más humanamente, en procura de devolverles la dignidad, desarrollando lo que comenzó a ser conocido como terapia moral.

Las iniciativas del Dr. Philippe Pinel inspiraron a otros eminentes médicos y científicos, tales como el Dr. Tucker, de Inglaterra, y el Dr. Chiarucci, de Italia. La psiquiatría estaba comenzando su etapa más notable. Louis Pasteur, Paul Pierre Broca y otros destacados investigadores contribuyeron a dignificar el tratamiento de los enfermos con sus descubrimientos. Los estudios de Sigmund Freud sobre el inconsciente, el consciente y el subconsciente, sumados a la tesis de Carl Gustav Jung sobre los arquetipos, su psicoanálisis, los estudios sobre los traumas psicológicos, arrojaron nuevas luces para la ampliación del conocimiento de la mente humana. La ciencia comenzaba a ser influida por los conceptos nuevos, a los que aceptaba.
Con los experimentos hipnóticos del Dr. Jean Martin Charcot, del Hospital Salpêtrière, en París, los fenómenos mediúmnicos eran considerados histéricos, esquizofrénicos o un fraude del subconsciente. Los médiums recibían la calificación de psicópatas, según la perspectiva de la ciencia, de la fisiología y de la psiquiatría.
Mediante la humanización de las relaciones con los pacientes, el psiquiatra Stanislav Grof, uno de los fundadores de la Psicología Transpersonal, estableció que la vida es única, con varias existencias, identificando que los trastornos proceden del alma, del Espíritu.
Divaldo Franco enfatizó que los descubrimientos científicos están corroborando las enseñanzas espíritas, pues en 1861, la Ciencia Espírita, codificada por Allan Kardec en El Libro de los Médiums, en su capítulo XXIII, caracteriza la intervención de los Espíritus en la vida de las personas. Los trastornos psicológicos y psiquiátricos, las obsesiones espirituales, recibieron la atención necesaria por parte del Codificador de la Doctrina Espírita, que propuso una psicoterapia de excelencia para tales casos.

Albert Einstein, en la relación con su hija a través de cartas, declaró que el mundo necesitaba una nueva bomba: la Bomba del Amor. El Amor, según el gran físico, es la ley más poderosa que rige el Universo. En ese mismo sentido, Allan Kardec sostenía que la ley de caridad es la ley del amor en un nivel más elevado.
Eben Alexander III, un neurocirujano norteamericano, después de pasar por una experiencia de casi muerte –EQM-, describió cómo es la vida espiritual. Manifiesta el Dr. Eben que el noventa por ciento de los esquizofrénicos poseen un componente, una génesis, de matriz espiritual.

Ya en la finalización de su conferencia, Divaldo Franco narró su propia experiencia con la obsesión, exponiendo en rápidas pinceladas su relación con una presencia a la que él denominó el Máscara de Hierro, quien pese a que recibiera de Divaldo todo su afecto y amor, tardó en comprender que el amor es la energía, la potencia que libera a las criaturas de sí mismas, de su propio pasado.
Es necesario -destacó- rescatar las deudas con la Ley Divina, a través del amor, a fin de encontrar un sentido para la vida y alcanzar la comprensión relativa a la inmortalidad del alma. Cuando el individuo ama, el organismo produce sustancias saludables para la vida orgánica.
La humanidad de la Tierra atraviesa un período crítico de decadencia moral, experimentando la sexolatría, el individualismo, el consumismo, el egoísmo. Para que ese panorama sea revertido es necesario vivir el Amor en su sentido más profundo, rescatando el mensaje de Jesús en su totalidad.
El Espiritismo está entre los hombres, en la Tierra, para propiciar la salud integral, estimulándolos a que sean cada día mejores. En demostración de gratitud, el público se puso de pie y aplaudió efusivamente al Pablo de Tarso de los días actuales.
           Texto: Paulo Salerno
           Fotos: Jorge Moehlecke
(texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])





quinta-feira, 3 de março de 2016

Registro. Divaldo Pereira Franco em União da Vitória, PR



 

Divaldo Franco no Paraná - União da Vitória - 02 de março de 2016

Em continuidade a programação referente a XVIII Conferência Estadual Espírita, realizada de forma descentralizada pelo interior do Paraná, Divaldo Franco atendeu a mais um compromisso realizando uma conferência no Cine Ópera, em Porto União/SC, cidade contígua a União da Vitória/PR. Após sessão de autógrafos, Divaldo concedeu rápida entrevista para a TV MIL, destacando a mensagem da paz, da vivência dos preceitos exarados pela Doutrina Espírita e por Jesus, salientando o trabalho profícuo do nobre codificador da Doutrina, consubstanciado nas Obras Básicas.
Com o auditório superlotado, com mais de 1.200 pessoas, Divaldo foi recebido com aplausos. Na mesa diretiva estavam lideranças espíritas do Paraná e de Santa Catarina que apreciaram, com o público, a apresentação do Grupo Musical Meimei, da evangelização infantojuvenil do Centro Espírita Amor e Caridade, de União da Vitória.

O Semeador de Estrelas, Divaldo Franco cativou o público apresentando o tema: felicidade. Com uma breve análise antroposociopsicológica do ser humano, envolvendo o medo, a ansiedade, o pânico e a depressão, o conferencista de escol discorreu, desde os filósofos pré-socráticos, que indagavam sobre a finalidade da vida e os efeitos dos eventos de vida, detendo-se nas quatro fundamentações filosóficas sobre a felicidade. A de Epicuro, a doutrina filosófica hedonista, que preconizava o ter, o possuir. A proposta filosófica do cinismo, com Diógenes como seu expoente, afirmava que a felicidade seria não ter nada. A terceira corrente filosófica, o estoicismo, era defendida por Zenão de Cítio. Sócrates personalizou a quarta vertente filosófica, e que está em acordo com a mensagem de Jesus, defendia que para a criatura humana se sentir feliz é necessário adquirir a consciência de ser, autoconhecendo-se. Portanto, para Sócrates a felicidade não é ter, nem deixar de ter, mas se constitui em o homem sentir-se pleno, integral.

Com toques de humor, e apresentando histórias de alto significado moral e ético, Divaldo discorreu sobre a solidariedade, a busca pelo autoconhecimento, o controle dos impulsos como fatores propiciatórios para que a criatura humana conquiste a felicidade, vivendo os postulados de amor ensinados pelo Mestre de todos os tempos. O Século XIX, preparando os vindouros, recebeu e conviveu com a presença e o trabalho de grandes e notáveis pensadores. O Século XXI, disse o Professor Divaldo Franco, será o período em que as pessoas estarão voltadas ao fazer bem, com correção. Será a filosofia do bem fazer.
Porém, a filosofia mais notável é a do amor. Amar a si e ao próximo, ao passo em que o indivíduo vai transformando-se em um ser melhor, fazendo aos outros tudo o que desejaria receber de seu semelhante. O amor, na atualidade, deixou de ser teológico, passando a ser considerado pelos psicoterapeutas como terapêutico, recomendando aos portadores de depressão, por exemplo, a leitura das parábolas de Jesus, notadamente a do Filho Pródigo.

Cada criatura humana é autora de seu destino, como bem ensina a Doutrina Espírita sobre a Lei de causa e efeito. É necessário, frisou o nobre conferencista, que as criaturas humanas amem-se, iniciando por amar os da família, transformando-se em um ser melhor, moralizando-se, descobrindo-se imortal, reconstruindo a afetividade. Deus é Amor. É possível ser feliz, basta fazer aos outros tudo o que desejaria receber do outro. Finalizando, ressaltou a importância da prece, seja para louvar, agradecer ou pedir. A vida, enriquecida de objetivos nobres, é propiciadora de plenitude, de felicidade que se apresenta a cada momento. O público encantado e externando o seu agradecimento e reconhecimento pelo belo trabalho, levantou-se e aplaudiu o Semeador de Estrelas com intensidade e demoradamente. Estiveram presentes caravanas de várias cidades do Paraná, Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

              Texto: Paulo Salerno
              Fotos: Jorge Moehlecke

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)


DIVALDO FRANCO EN PARANÁ - União da Vitória,
02 de marzo de 2016.


Dando continuidad a la programación relacionada con la XVIII Conferência Estadual Espírita, llevada a cabo en forma descentralizada en el interior del Estado de Paraná, Divaldo Franco atendió un compromiso más realizando una conferencia en el Cine Ópera, en Porto União/SC, ciudad aledaña a União da Vitória/PR. Después de la sesión de autógrafos, Divaldo concedió una breve entrevista a la TV MIL, destacando el mensaje de la paz, de la aplicación diaria de los preceptos que constan en la Doctrina Espírita, enseñados por Jesús, destacando el trabajo fecundo del preclaro Codificador de la Doctrina, plasmado en las Obras Básicas.
En el auditorio, repleto con más de 1.200 personas, Divaldo fue recibido con aplausos. En la mesa directiva estaban los líderes espíritas de Paraná y de Santa Catarina, quienes apreciaron, al igual que el público, la presentación del Grupo Musical Meimei, compuesto por frecuentadores de la evangelización infantojuvenil del Centro Espírita Amor y Caridad, de União da Vitória.

El Sembrador de Estrellas, Divaldo Franco, cautivó al público al presentar el tema Felicidad. Con un breve análisis antroposociopsicológico del ser humano,  que incluyó el miedo, la ansiedad, el pánico y la depresión, el destacado conferencista se refirió a los filósofos presocráticos, que indagaban acerca de la finalidad de la vida y de los efectos de los acontecimientos de la vida, para detenerse en los cuatro fundamentos filosóficos relativos a la felicidad: la propuesta de Epicuro, la doctrina filosófica hedonista, que preconizaba el tener, el poseer. La propuesta filosófica del cinismo, con Diógenes como su exponente, afirmaba que la felicidad consistiría en no tener cosa alguna. La tercera corriente filosófica, el estoicismo, era defendida por Zenón de Citio. Sócrates representó la cuarta vertiente filosófica, que está de acuerdo con el mensaje de Jesús, y sostenía que para que la criatura humana se sienta feliz, le es necesario adquirir la conciencia de ser, autoconociéndose. Por lo tanto, para Sócrates la felicidad no es ter ni dejar de tener, sino que consiste en que el hombre se sienta pleno, íntegro.

Con acentos de humor, y relatando anécdotas de elevada significación moral y ética, Divaldo se refirió a la solidaridad, a la búsqueda a través del autoconocimiento, el control de los impulsos, como factores que propician la conquista de la felicidad por parte de la criatura humana, a través de la vivencia de los postulados de amor enseñados por el Maestro de todas las épocas. El siglo XIX, preparando los que vendrían, recibió -y se desarrolló- con la presencia y la tarea de grandes y destacados pensadores. El siglo XXI, expresó el Profesor Divaldo Franco, será el período en que las personas estarán orientadas hacia hacer el bien, con corrección. Será la etapa de la filosofía del bien hacer.

No obstante, la filosofía más notable es la del amor. Amarse a sí mismo y al prójimo, mientras el individuo se va transformando en un ser mejor, a través del hacer a los otros todo lo que desearía recibir de su semejante. El amor, en la actualidad, ha dejado de ser teológico y ha pasado a ser considerado por los psicoterapeutas como terapéutico, y ellos recomiendan a los portadores de depresión -por ejemplo-, la lectura de las parábolas de Jesús, particularmente la del Hijo Pródigo.

Cada criatura humana es autora de su destino, como bien lo enseña la Doctrina Espírita acerca de la Ley de Causa y Efecto. Es necesario -destacó el ilustre conferencista-, que las criaturas humanas se amen, comenzando por amar a los miembros de su familia, transformándose en un ser mejor, moralizándose, descubriéndose como ser inmortal, reconstruyendo la afectividad. Dios es Amor. Es posible ser feliz, basta con hacer a los otros todo lo que se desearía recibir del otro. Finalmente, destacó la importancia de la plegaria, sea para loar, agradecer o pedir. La vida, enriquecida de objetivos enaltecedores, propicia la plenitud, la felicidad que se presenta a cada momento.
El público, encantado, exteriorizó su agradecimiento y reconocimiento por la extraoedinaria tarea; se puso de pie y aplaudió al Sembrador de Estrellas con entusiasmo y demoradamente. Estuvieron presentes grupos provenientes de varias ciudades de Paraná, Santa Catarina y de Rio Grande do Sul.
               Texto: Paulo Salerno
              Fotos: Jorge Moehlecke

(Texto em espanhol recebido da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com],  Buenos Aires, Argentina)







quarta-feira, 2 de março de 2016

Registro. Divaldo Franco no Paraná Maringá




1º de março de 2016  


Divaldo Franco no Paraná

Maringá – 1º de março de 2016
As atividades doutrinárias, espirituais e administrativas que são desenvolvidas por Divaldo Franco, oEmbaixador da Paz e da Bondade no Mundo, requerem do abnegado divulgador da mensagem cristã uma dedicação e uma disposição física e emocional muito grande. A amplitude da abnegação, a superação de limites e a atenção incondicional ao próximo fazem de Divaldo Franco uma pessoa ímpar, difícil de ser aquilatada em todos os pormenores de sua existência como ser humano, como médium, orador espírita e pelas obras assistenciais.
As pessoas que não estejam diretamente envolvidas com o trabalho do Semeador de Estrelas têm dificuldades de compreender a superação, a dedicação e o desprendimento daqueles que buscam facilitar e a executar as tarefas relativas as atividades de Divaldo Franco em diversas oportunidades.

Depois de um profícuo trabalho realizado em Natal/RN, nos dias 27 e 28 de fevereiro, o incansável Divaldo Franco esteve proferindo grande conferência em Maringá/PR, onde chegou por volta das 17 horas. Essa atividade faz parte da programação da XVIII Conferência Estadual Espírita que promove palestras, com convidados especiais, pelo interior do Paraná. O evento foi realizado às 20 horas no Excellence Centro de Eventos, na Av. Virgílio Manília, 250, Jardim Ouro Cola, com cerca de 2.500 pessoas presentes.
Com a presença de diversas lideranças espíritas da região de Maringá e dos dois vice-presidentes da Federação Espírita do Paraná, de representantes do poder público municipal, da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e de representações de outras religiões, Divaldo Franco destacou que o homem hodierno vive um período de insatisfação que se manifesta pelo sexismo, pelo consumismo e pelo individualismo, conforme estudiosos do comportamento humano.

O Professor Divaldo Franco fazendo uma análise da história da humanidade a partir do Século XVII, com base em vários pesquisadores, informou que o homem utilizando-se da tecnologia tem experimentado a solidão, a depressão, afastando-se de seu semelhante, sendo indiferente com relação ao próximo. Porém, a Doutrina Espírita com seus fundamentos filosóficos, éticos e morais com consequências religiosas apresenta Jesus e a Sua mensagem de amor, capaz de redirecionar o homem ao seu estado de solidariedade, de compaixão e de caridade.
Com narrativas emocionantes que destacavam a ação amorosa de seus personagens, Divaldo apresentou a possibilidade para reflexões em torno do perdão, do autoperdão, do amor e da dedicação ao próximo, mesmo sendo esse um inimigo, um adversário. É necessário, frisou o inolvidável expositor, que o ser humano comece a descobrir os irmãos invisíveis, isto é, aqueles que estando à margem da sociedade não são percebidos pelos que lhe estão próximos. São os desvalidos de saúde, de recursos educacionais, financeiros, morais, éticos.

É necessário amar, amar até doer, conforme ensinava Madre Tereza de Calcutá. Nessa hora de desolação é fundamental viver o e no amor do Cristo. A mensagem espírita é uma proposta ética para preencher o vazio existencial, transformando o homem em um ser melhor, melhorando, assim, a humanidade, pois que é um ser imortal em constante progresso. Vivamente aplaudido, após o Poema de Gratidão, de Amélia Rodrigues, Divaldo se recolheu ao hotel para o merecido repouso, pois que deverá estar no aeroporto às 5 horas da manhã para embarcar no voo que o levará à Curitiba, e de lá, via rodoviária, por mais 245 quilômetros, chegar em seu destino, União da Vitória, onde proferirá mais uma conferência no dia 02 de março de 2016.
A Equipe do Livro Divaldo Franco/RS, e que realiza um trabalho voluntário para a Mansão do Caminho e de divulgação da Doutrina Espírita, se deslocou no dia 28 de fevereiro desde Porto Alegre, passando por Novo Hamburgo, cumpriu a primeira etapa, transportando os livros, percorrendo mais de 850 quilômetros. A segunda etapa, no dia 29, foram mais 460 quilômetros percorridos em oito horas e trinta minutos, dadas as condições da estrada.
Cumpridas as atividades em Maringá, e tendo que se deslocar para União da Vitória/PR, na divisa com Santa Catarina, a Equipe sairá pela madrugada pois que precisará percorrer por via terrestre um trecho de 500 quilômetros, devendo estar pronta no local do evento às 17h00min do dia 02 de março de 2016.

              Texto: Paulo Salerno
              Fotos: Jorge Moehlecke

(Texto em português recebido em email de Jorge Moehlecke)



DIVALDO FRANCO EN PARANÁ - Maringá, 1º de marzo de 2016.
 
Las actividades doctrinarias, espirituales y administrativas que desarrolla Divaldo Franco, elEmbajador de la Paz y la Bondad en el Mundo, requieren del abnegado divulgador del mensaje cristiano una dedicación y una disposición física y emocional muy importante. La magnitud de la abnegación, la superación de límites y la atención incondicional al prójimo hacen de Divaldo Franco una persona singular, difícil de aquilatar en todos los pormenores de su existencia como ser humano, como médium, orador espírita y también por las obras asistenciales.
Las personas que no están directamente involucradas con el trabajo del Sembrador de Estrellastienen dificultades para comprender la superación, la dedicación y el desinterés de quienes tratan de facilitar y efectuar las tareas relacionadas con las actividades de Divaldo Franco en diversas oportunidades.

Después de un fecundo trabajo llevado a cabo en Natal, RN, durante los días 27 y 28 de febrero, el incansable Divaldo Franco estuvo pronunciando una importante conferencia en Maringá, PR, adonde llegó alrededor de las 17:00. Esa actividad forma parte de la programación de la XVIII Conferencia Estadual Espírita, que promueve disertaciones con invitados especiales en el interior del Estado de Paraná. El acto se realizó a las 20:00 en el Excellence Centro de Eventos, en la Av. Virgílio Manília 250, Jardim Ouro Cola, con cerca de 2.500 personas presentes.

Con la concurrencia de diversos representantes de instituciones espíritas de la región de Maringá, y de los dos vicepresidentes de la Federación Espírita de Paraná, de representantes del poder público municipal, de la Policía Militar, del Cuerpo de Bomberos y de representaciones de otras religiones, Divaldo Franco destacó que el hombre de hoy vive un período de insatisfacción, que se pone de manifiesto mediante el sexismo, el consumismo y el individualismo, según los estudiosos del comportamiento humano.

El Profesor Divaldo Franco hizo un análisis de la historia de la humanidad a partir del siglo XVII, con base en varios investigadores, e informó que el hombre, valiéndose de la tecnología, ha experimentado la soledad, la depresión, y se ha apartado de sus semejantes, por ser indiferente en relación con el prójimo. No obstante, la Doctrina Espírita con sus fundamentos filosóficos, éticos y morales, con consecuencias religiosas, presenta a Jesús y a su mensaje de amor, capaz de volver a conducir al hombre a su estado de solidaridad, de compasión y de caridad.
Mediante narraciones emocionantes que destacaban las acciones amorosas de sus personajes, Divaldo concedió la posibilidad de efectuar reflexiones acerca del perdón, del autoperdón, del amor y de la dedicación al prójimo, aunque este sea un enemigo, un adversario. Es necesario, destacó el inolvidable expositor, que el ser humano comience a descubrir a los hermanos invisibles, es decir, a aquellos que por estar al margen de la sociedad, no son percibidos por los que están cerca de ellos: se trata de los desvalidos de salud, de recursos educativos, financieros, morales, éticos.

Es necesario amar, amar hasta experimentar dolor -según enseñaba la Madre Teresa de Calcuta. En esta hora de desolación es fundamental vivir en el amor del Cristo. El mensaje espírita es una propuesta ética para llenar el vacío existencial, que transforma al hombre en un ser mejor, lo que hace mejor, pues, a la humanidad, porque se trata de un ser inmortal en constante progreso. Efusivamente aplaudido, después del Poema de la Gratitud de Amélia Rodrigues, Divaldo se retiró hacia el hotel para el merecido reposo, pues deberá estar en el aeropuerto a las 05:00 de la mañana para embarcarse en el vuelo que lo llevará a Curitiba, y desde allí, por carretera, cubrir 245 km para llegar a su destino: Unión de la Victoria, donde pronunciará otra conferencia el día 02 de marzo de 2016.
El Equipo del Libro Divaldo Franco, constituido por colaboradores de Rio Grande do Sul, Equipo que realiza una tarea voluntaria para la Mansión del Camino y de divulgación de la Doctrina Espírita, se trasladó el día 28 de febrero desde Porto Alegre, pasando por Novo Hamburgo, y completó la primera etapa -transportando los libros para la venta-, con un recorrido de más de 850 km. La segunda etapa, el día 29, fueron otros 460 km superados en ocho horas y treinta minutos, dadas las condiciones de la ruta.
Cumplidas las actividades en Maringá, y teniendo que trasladarse a União da Vitória, PR, en el límite con Santa Catarina, el Equipo saldrá de madrugada, pues recorrerá por vía terrestre un trayecto de 500 km, a fin de estar presente en el lugar del acto, a las 17:00 del día 02 de marzo de 2016.
               Texto: Paulo Salerno
              Fotos: Jorge Moehlecke
(Texto em espanhol recebido em email da tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com])