segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Registro. Seminário com Divaldo Franco no Clube Português de Niterói, RJ.

Divaldo Pereira Franco esteve na manhã deste domingo dia 6 de setembro de 2015 no Clube Português de Niterói, em evento promovido pela Sociedade Espírita Fraternidade (SEF), onde ministrou seminário com o tema "Compromissos de Amor", para um público em torno de 1000 pessoas.
Divaldo começou lembrando que todos nós firmamos um compromisso de amor antes de reencarnarmos. Todos os grandes do mundo falaram dele – o Amor. Citou a grandeza moral do Mahatma Gandhi, com a sua misericordiosa não violência.
É necessário aprender-se a amar, porquanto o amor também se aprende, aprimorando-se incessantemente. Esse aprendizado é feito através de treinamento, de exercícios repetitivos, no início sem muita convicção, para, de imediato, passar-se a senti-lo em forma de bem-estar e de harmonia íntima. A medida que se fixa no sentimento, ocorre uma mudança de comportamento, de saúde, de experiências humanas e o ser todo se transforma emulado pela sua dúlcida melodia envolvente. Ao mesmo tempo, irrompe calmamente em forma de auto-estima e confiança em si mesmo, fazendo que desabrochem os valores espirituais que dão sentido e significado à vida.
Ao final o público aplaudiu efusivamente o orador, sendo o evento encerrado por José Raul Teixeira, que agradeceu a Divaldo Franco, aos trabalhadores da SEF e ao público presente que retornando às suas atividades, deixaram o Clube Português de Niterói com importante material para suas reflexões.

                   Fotos e texto: Luismar Ornelas de Lima
  
 (Informação recebida em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo Franco - Temporada 2015 Rio de Janeiro dia 30/082015 - Colégio Militar. Rio de Janeiro, RJ

Encerrando a temporada de divulgação doutrinária no Estado do Rio de Janeiro, o médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco esteve no último domingo, dia 30 de agosto, no Colégio Militar, no bairro da Tijuca, onde, a partir das 9h, ocorreu o grande Feirão em prol das atividades da "Mansão do Caminho", obra socioeducativa fundada e dirigida pelo tribuno baiano, que atende a comunidade carente do bairro do Pau da Lima, em Salvador/BA, oferecendo educação gratuita para 3200 crianças e inúmeros outros serviços para elas e suas famílias.  
O evento, com entrada franca e organizado pelo Grupo Espírita Caminho da Esperança, completou neste ano a sua 25a. edição e atraiu ao longo do dia um público de cerca de 10.000 pessoas que pode circular por entre as mais de 40 barracas espalhadas no grande pátio do colégio, que ofereciam uma infinidade de produtos: grande variedade de comidas, artesanatos, roupas, calçados, serviços de estética, produtos eletrônicos, música ao vivo. 
Vale lembrar que todos os trabalhadores desse evento são voluntários e que a renda integral nele obtida é destinada à "Mansão do Caminho".  
Durante a feira, o público pode ver e cumprimentar Divaldo, que percorreu todas as barracas, cumprimentando e agradecendo os voluntários pelo esforço e trabalho. 
Ainda pela manhã, das 11h às 13h, ocorreu um minisseminário aberto ao público no auditório do colégio. Nesse encontro, Divaldo realizou uma análise do pensamento humano, nos campos da filosofia e da ciência através dos séculos, referindo-se a eminentes pensadores como Nicolau Copérnico, Blaise Pascal, Johannes Kleper, Galileu Galilei, Francis Bacon, Pierre Gassendi, John Locke, Thomas Hobbes, Immanuel Kant, Arthur Schopenhauer, Friedrich Nietzsche, Voltaire, Montesquieu, Diderot e outros, demonstrando o esforço da criatura humana para compreender a Divindade, as leis cósmicas e a nossa própria realidade profunda. Nesse sentido, afirmara Lord Bacon que uma filosofia superficial levaria a mente do homem ao ateísmo, mas que uma filosofia profunda levaria-o à religião.  
Foi, também, apresentada a proposta de Blaise Pascal, que dizia que a Humanidade encontrava-se, já em sua época (século XVII), em verdadeira encruzilhada, porque houvera desenvolvido a razão, a que chamava de "espírito de geometria", sem o correspondente desenvolvimento da gentileza, da solidariedade, o que denominara de "espírito de finesse",  o que levaria as criaturas a se entredevorarem. A sabedoria, afirmava, estava no equilíbrio desses dois elementos, como duas asas que ensejariam ao ser humano o voo da plenitude. 
Após esse introito, o orador falou a respeito do surgimento do Espiritismo na Terra, o que ocorreu em abril de 1857, em Paris, França, por meio do extraordinário trabalho do respeitado pedagogo Hippolyte Léon Denizard Rivail, mais conhecido com Allan Kardec, que reuniu, organizou e codificou os ensinamentos dos Espíritos nobres, dando luz à Doutrina Espírita. Conforme foi explicado, essa doutrina tem tríplice aspecto (científico, filosófico e religioso/moral) e está assentada sobre seis princípios basilares: a existência de Deus, a imortalidade da alma, a comunicabilidade dos Espíritos, a reencarnação, a pluralidade de mundos habitados e o Evangelho de Jesus como roteiro moral e recurso terapêutico para as nossas vidas. Divaldo discorreu sobre cada um desses postulados, explicando-os, apresentando suas aplicações práticas no cotidiano das pessoas, fazendo pontes entre eles e a Ciências, nas suas diversas ramificações, demonstrando que a Ciência tem, dia após dia, corroborado os princípios espíritas. 
Na parte final do seminário, foi abordada essa situação de grandes conflitos e sofrimentos, de toda espécie, em que se encontra o mundo, elucidando-se que experimentamos hoje os efeitos, as consequências, de nossos atos pretéritos, perpetrados em outras reencarnações, como a colheita de nossa semeadura infeliz, em virtude da lei de ação e reação, também chamada de lei de causa e efeito. Nesse sentido, asseverou Divaldo, o nosso dever perante a existência e os seus desafios é de não esmorecermos, assumirmos a responsabilidade pelos nossos atos e trabalharmos para nos libertarmos das ilusões, de nossas más inclinações morais, das mágoas, enfim, autoiluminando-nos e amando sempre, colaborando, dessa forma, com a instauração de um mundo mais feliz, justo e harmônico para todos.  
No período da tarde, Divaldo esteve à disposição do público para autógrafos e cumprimentos, durante cerca de duas horas. E, às 17h, proferiu ali mesmo no pátio do colégio, sobre uma escadaria, a palestra de encerramento do feirão.  
A mensagem proferida pelo médium baiano foi em torno do perdão e do autoperdão. Com base no livro "Os Pantanais da Alma", do escritor e psicanalista junguiano James Hollis, Divaldo narrou o caso de uma senhora que experimentou os horrores do campo de concentração nazista e sobreviveu ao holocausto, ficando, no entanto, com uma terrível marca psicológica por um fato ocorrido naquele período, uma culpa que arrastou por décadas e, provavelmente até o fim de sua existência. Segundo o autor da obra, a culpa é o grande algoz de nossa alma.  
Analisando a questão da culpa, Divaldo utilizou-se dos postulados espíritas da imortalidade da alma, da reencarnação, da lei de causa e efeito, para esclarecer que somos exatamente aquilo que fizemos de nós mesmos no passado, mas que temos o hoje para trabalharmos em prol do nosso futuro luminoso e pleno. 
Um ponto que mereceu grande destaque nessa abordagem, foi sobre a misericórdia divina, que nos faculta infinitas possibilidades de recomeço e reajuste, por meio das reencarnações, demonstrando o excelso Amor de Deus por todas as criaturas. E com base nesse ponto, o orador falou sobre a necessidade de também amarmos, o nosso próximo, mas antes de tudo, a nós mesmos. O autoamor, nada tendo a ver com o egoísmo, conduziria-nos ao autoperdão, à libertação de nossas culpas, que são profundamente perturbadoras e comprometem a nossa saúde espiritual, emocional e física. A partir do exercício do autoamor e do autoperdão, passaríamos a reconhecer em nossos semelhantes as mesmas dificuldades e sofrimentos que enfrentamos e disso surgiria em nós o amor aos nossos irmãos e o perdão às faltas alheias.  
Divaldo encerrou a sua palestra dizendo que a crise do mundo, seja no aspecto político, social ou econômico, é sempre resultado da crise moral dos indivíduos e que, por essa razão, é indispensável que trabalhemos para superarmos as nossas más paixões e realizarmos em nós mesmos a transformação moral para melhor, adquirindo hábitos mais saudáveis, sendo mais gentis e fraternos, diluindo as culpas de nossa consciência, perdoando as faltas alheias, cultivando a alegria de viver e estabelecendo para a nossa existência um sentindo psicológico profundo, que deve ser o Amor; amar sempre e mais.
Sob a claridade dos últimos raios de sol daquele entardecer, foram encerrados a conferência e o 25o. Feirão Pró-Mansão da Caminho com os transcendentes versos do Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues.

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Luismar Ornelas de Lima

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)


Divaldo Franco - Temporada 2015 Rio de Janeiro FEB Rio de Janeiro, RJ

29/08/2015

Na manhã do último sábado, 29 de agosto, o médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco esteve presente na sede histórica da Federação Espírita Brasileira, na cidade do Rio de Janeiro, onde proferiu uma conferência pública para 600 pessoas.  
Após a prece inicial e algumas palavras do Brigadeiro Jorge Godinho, presidente daquela instituição, Divaldo iniciou sua palestra comentando uma das epístolas do apóstolo Paulo, falando da necessidade de mantermos contato com a divindade e com os Espíritos nobres e de nos impregnarmos da mensagem libertadora do Espiritismo.  
Nesse conferência, foi abordado o tema "mediunidade", sob a ótica da Doutrina Espírita. 
Conforme elucidou o orador, o momento da reunião mediúnica nos centros espíritas representa a comunhão dos encarnados com as forças espirituais superiores. 
Fazendo uma viagem através dos fatos ao longo da história da Humanidade, Divaldo demonstrou, com base nos estudos da Paleontologia, que os fenômenos mediúnicos são de todos os tempos e sociedades, surgindo já nos primeiros momentos da razão humana. Se analisadas as escritas rupestres, ali estão retratados os contatos com o mundo transcendente. A mediunidade também estava presente nas civilizações ancestrais do Egito, da Caldeia, da Índia, da Síria, do Japão, da China etc. Foi destacado que na filosofia dos pré-socráticos, como de Anaxímenes, ou nos ensinamentos de Sócrates, na doutrina de Platão, ou na teoria de Aristóteles, as afirmativas sobre a imortalidade da alma, a comunicabilidade dos Espíritos e a reencarnação eram seus princípios constitutivos.  
Foram narrados fatos sobre a vida do rei Creso da Lídia, do escritor italiano Dante Alighieri, do Papa Pio V, de Emanuel Swedenborg, polímata sueco, do Papa Pio XII, que evidenciavam a interferência de seres espirituais na vida física. 
Propondo o questionamento "qual seria o sentido da vida sem que houvesse a imortalidade da alma e a reencarnação?", o palestrante discorreu sobre a justiça e a misericórdia divinas, que nos proporcionam os meios hábeis para que possamos nos reabilitar de nossas faltas, reencontrando o equilíbrio em nós e realizando a nossa autoiluminação espiritual.  
A mediunidade, portanto, seria aquela luz a ser derramada sobre todos e prometida pelo Cristo, sendo, no entanto, necessário que os médiuns deixassem-se impregnar por essas luzes da espiritualidade superior.  
Explicando sobre o que é a mediunidade, seus mecanismos e fisiologia, benefícios e perigos, com base nas lições contidas na obra O Livro dos Médiuns, de Allan Kardec, Divaldo ressaltou que o que diferencia um médium de outro é o caráter moral do portador da faculdade mediúnica, que oferece qualidade ao fenômeno. Portanto, a mediunidade só poderia florescer e oferecer bons frutos quando exercida com Jesus, isto é, dentro dos preceitos do seu Evangelho.  
Evocando os 150 anos da vida missionária de Fernando de Lacerda, foi-lhe feita uma homenagem pela dedicação cristã à mediunidade enobrecida, com um apelo a todos os médiuns para que exerçam a mediunidade com simplicidade, unção, dignidade, total desinteresse pessoal, em regime de renúncia e amor.  
Afirmou Divaldo, no encerramento de sua conferência, que a mediunidade é uma porta de serviços para o amor e o bem e que todos podemos adentrá-la, na condição de médiuns dos Espíritos, de médiuns da boa palavra, do pedaço de pão ofertado aos famintos, do copo de água oferecido aos sedentos, do agasalho entregue aos que tem frio, do sorriso concedido aos que estão tristes...

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Luismar Ornelas de Lima

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)


Registro. Divaldo Franco - Temporada 2015 Rio de Janeiro Rio de Janeiro, RJ

28/08/2015

Na última sexta-feira, 28 de agosto, o médium e orador espírita Divaldo Franco proferiu uma conferência pública na Concha Acústica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, no Maracanã, para um público de cerca de quatro mil pessoas.

As atividades tiveram início às 18h30min, com a dramatização do livro "Filho de Deus", de autoria do Espírito Joanna de Ângelis, psicografado pelo médium e palestrante da noite, e com a participação dos membros do Grupo Espírita Caminho da Esperança, do Rio de Janeiro, entidade organizadora e promotora do evento.

O final da apresentação contou com a performance de Saulo Laucas, músico e tenor, que maravilhou o público com seu grandioso talento vocal.

Na sequência, Divaldo Franco foi convidado ao púlpito e suas primeiras palavras foram de exaltação ao Amor, afirmando que na vida de todos nós ocorrem situações que, de uma hora para outra, mudam, completamente, o nosso roteiro, a direção de nosso caminhar, e que, por isso, a melhor maneira de conduzirmos a nossa existência é através do Amor.

Para ilustrar a sua proposta doutrinária e terapêutica, narrou a estória de James Pike, eminente bispo americano da Igreja Episcopal, cujo filho toxicômano desencarnou pelo suicídio indireto, após ingerir uma grande dose de soníferos para poder dormir. Esse trágico acontecimento teria posto em cheque a fé do bispo que, oportunamente, teve contato com uma médium inglesa, por cujas faculdades paranormais manifestou-se o filho desencarnado e um seu amigo íntimo, também já falecido, ambos dando-lhe as maiores provas da imortalidade da alma e da comunicabilidade dos Espíritos. Diante das provas incontestes, James Pike passou a ter a fé inabalável na vida imortal, a ponto de escrever um livro sobre a sua experiência pessoal intitulado "O Outro Lado" e de ir a público, nas redes de televisão e rádio, ou proferindo sermões, declarando a veracidade do que houvera testemunhado.

Embasando os fatos narrados sobre a vida do Bispo Pike com os ensinamentos do Espiritismo, Divaldo asseverou que todos nós experimentamos momentos de crise interior, de dúvida, de questionamento sobre a vida, sobre o sentido de nossa existência. Afirmou, também, que o mundo atravessa um dos seus momentos mais críticos de toda a História, com crises de toda ordem - espiritual, moral, social, econômica, guerras-, que são resultados de nossos comportamentos equivocados, em desalinho com as leis divinas, as leis cósmicas.

A solução para essas crises e o retorno ao estado de equilíbrio, individual e social, estariam na vivência da proposta terapêutica do Evangelho de Jesus, na sua pureza, conforme aclarado pelo Espiritismo.

É necessário, disse o orador, que nós realizemos a viagem interior, para encontrarmos em nossa própria consciência a diretriz segura para bem viver, sendo essa diretriz a própria lei divina em nós. Nesse sentido, viveríamos dentro de um padrão de resignação dinâmica, isto é, aceitando as ocorrências inevitáveis, sem revolta que nos desequilibrasse mais ainda, e trabalhando os fatores de nossa existência e de nosso mundo interior para construirmos um futuro melhor para nós mesmos, concretizando a nossa autoiluminação.

Encerrando a sua conferência, Divaldo retornou à mesma exaltação de suas palavras iniciais, a exaltação ao Amor, dizendo que vale a pena amar a si mesmo e ao próximo, convocando todos a uma marcha de ternura, de amor, de carinho, de aprofundamente e enobrecimento dos laços de família, de cuidados amorosos aos filhos, para que os núcleos familiais, bem estruturados no Amor, possam compor uma sociedade mais justa, harmoniosa e feliz.

Como de hábito, Divaldo conclui sua oratória com a declamação da mensagem profunda dos versos do Poema da Gratidão, de autoria do Espírito Amélia Rodrigues.

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Luismar Ornelas de Lima


Registro. Divaldo Pereira Franco na Casa de Espanha Rio de Janeiro, RJ

DIVALDO FRANCO - TEMPORADA 2015 NO RIO DE JANEIRO

Em continuidade das atividades doutrinárias no Estado do Rio de Janeiro, o médium e orador espírita Divaldo Franco realizou, na última quarta-feira, dia 26 de agosto, um seminário na Casa de Espanha, no Humaitá, com a presença de 1600 pessoas.
O seminário foi realizado em três módulos e dois intervalos.
Tomando por base a obra "O Cavaleiro da Armadura Enferrujada", de autoria de Robert Fisher, Divaldo propôs uma análise da problemática do ego e da necessidade de a criatura humana alterar a sua conduta moral para melhor.
Para que fosse possível realizar essa viagem de estudo sobre o autodescobrimento e a autoiluminação mais facilmente, foram apresentados ao público alguns conceitos da Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung, tais como o consciente, o inconsciente coletivo e o individual, os arquétipos, o ego, o Self, a sombra.
Em seguida, o orador passou à análise específica da estória contida no livro referido.
Tratava-se de um cavaleiro que, ao longo de muitos anos, habituou-se a manter-se vestido com sua armadura de ferro, a qual acabou por  se enferrujar. Ele era casado e tinha um filho, mas o seu relacionamento com a família era muito distante e difícil. Após uma discussão com a esposa, aborrecido, decidiu o cavaleiro afastar-se do domicílio e realizar uma viagem. Nesta viagem, ele passou a ter contato com alguns outros personagens, com os quais se relacionou e que o ajudaram a refletir sobre a própria existência. Por fim, o cavaleiro considerou que deveria retirar a armadura, o que não conseguiu de imediato, uma vez que ela já se encontrava muito enferrujada. Um dos personagens disse-lhe que seria necessário atravessar uma determinada trilha, onde encontraria três castelos: o do silêncio, o do conhecimento e o da vontade e ousadia. Seria-lhe necessário permanecer um certo tempo em cada um deles, para se lhes aprender as lições, a fim de que  ele pudesse seguir para o seguinte.Nesse processo, passando por cada castelo, o cavaleiro foi introjetando os diferentes ensinamentos, refletindo sobre a própria vida, conhecendo mais de si mesmo, ao tempo em que ele passou a mudar de pensamentos, de comportamentos, e , com isso, a armadura, de parte em parte, começou a cair de seu corpo, até que ele viu-se totalmente liberado dela.
Divaldo esclareceu que a viagem do cavaleiro pela trilha, visitando cada um daqueles castelos, é bem a viagem de autodescobrimento e de autoiluminação de todos nós, que trazemos as nossas máscaras, as personas a que se referia Carl Gustav Jung.
Ao longo de nossa jornada evolutiva, criamos em nós condicionamentos negativos, que tornaram-se uma segunda natureza em nós, passamos a usar máscaras que compõem a nossa personalidade, que usamos para agradar as convenções sociais. E assim, perdemos o contato com o nosso ser profundo, a nossa realidade espiritual.
Conforme afirmou o orador, é necessário que façamos a viagem interior, em busca do conhecimento da Verdade, dessas leis divinas que estão escritas em nós, para que tomemos consciência de que somos Espíritos imortais e de que a nossa meta psicológica profunda deve ser amar, vencendo os nossos medos e dúvidas, eliminando as nossas imperfeições morais e estabelecendo-se, assim, a conexão entre o ego e o Self.
Divaldo encerrou o seminário afirmando que o amor - a si mesmo e aos outros-, é a única solução para os nossos problemas e que, ao expandirmos a nossa visão espiritual, por meio dos processos de autoconhecimento e autoiluminação, passaremos a perceber o mundo maravilhoso em que vivemos e todas as bênçãos divinas de que somos beneficiários, de modo que as nossas queixas diminuirão e um profundo sentimento de gratidão à vida e a Deus extravasará  de nossos corações.

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Luismar Ornelas de Lima

(Informação recebida em email de Jorge Moehlecke)



Registro. Temporada 2015 Rio de Janeiro Rio Bonito, RJ

25-08-2015

Na noite da última terça-feira, 25 de agosto, o médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco realizou uma conferência pública na cidade de Rio Bonito, Estado do Rio de Janeiro, no Esporte Clube Fluminense, com um público de cerca de mil pessoas.
Abordando o tema sobre a felicidade, Divaldo narrou a estória comovente de dois médicos norteamericanos, os doutores Tadeu Merlin e Tadeu J. Müller. O primeiro, materialista e ainda no início de sua carreira médica, foi chamado a atender uma senhora pobre que estava iniciando o trabalho de parto em sua residência no subúrbio de Los Angeles. Após o nascimento da criança, o jovem médico notou-lhe o defeito congênito em seu pé. Pensou, por um momento, na possibilidade de realizar a eutanásia, como meio de evitar o sofrimento na vida do recém-nascido e também na da mãe . Mas, a sua consciência ordenou-lhe recuar na decisão de exterminar aquela vida. Várias décadas mais tarde, esse mesmo médico enfrentou o doloroso desafio de ver sua pequena neta vitimada por uma doença degenerativa incurável e fatal. Após visitar os melhores especialistas dos Estados Unidos e da Europa, sem nenhum prognóstico animador, ouviu dizer sobre um jovem médico do interior de seu país, cujas pesquisas apontavam para um tratamento e possível cura daquela rara enfermidade. O Dr. Tadeu Merlin entregou sua neta aos cuidados e tratamento do jovem colega, que logrou a integral cura da menina. Esse jovem médico, Dr. Tadeu J. Müller, era aquela mesma criança que nasceu com o defeito congênito no pé, pelas mãos do Dr. Merlin, que, por um momento, pensou em exterminar-lhe a existência por meio da eutanásia.
Essa narrativa serviu como base para as reflexões em torno do que é, afinal, a felicidade. Costumeiramente, assinalou o conferencista, não fruímos o momento presente, projetando as nossas possibilidades de sermos felizes para o futuro, sob condições que nem sempre realizam-se ou, mesmo, são impossíveis de se concretizar.
Divaldo recordou que a definição de felicidade e os meios de se conquistá-la sempre foram objeto de análise dos filósofos e cientistas. Desde a Antiguidade Clássica que os pensadores analisam a questão e propõem teorias sobre o assunto. Na sequência, foram analisadas as quatro principais propostas filosóficas sobre o que é a felicidade.
A primeira, fundada nos ensinos de Epicuro de Samos, que defendia que a felicidade estaria no "ter" (coisas, posição social, fama etc). Mas, essa hipótese seria desmentida pelos tormentos que carregam muitos daqueles que têm posses e também os consumistas.
A segunda, criada por Diógenes de Sinope, que dizia que as pessoas tinham medo de perder as suas posses, o que lhes causava angústia e outros transtornos, de maneira que a felicidade consistiria em não ter nada. Considerando, no entanto, que muitos são verdadeiramente escravos até daquilo que não tem, criando ambições, expectativas, que lhes obstaculizam o fruir da felicidade,  essa teoria, então, não poderia subsistir.
A terceira, fundada nos ensinamentos do Estoicismo, criado por Zenão de Cítio, propunha que a felicidade estaria na coragem de enfrentar-se a dor moral e física sem queixas, sem esmorecimento, sem sofrer, abandonado ao destino, impassivamente. Essa teoria também não poderia corresponder à vivência da real felicidade, uma vez que os seres humanos ainda trazemos em nós diversos conflitos, passamos por desafios, e que a dor ainda faz parte de nossas experiências evolutivas. 
Enfim, Divaldo analisou a proposta do filósofo grego Sócrates, que afirmou que a felicidade consiste em "ser". Sócrates, perfeitamente consciente de que o ser humano é o Espírito imortal, que está na Terra temporariamente, utilizando-se de um corpo físico para realizar o seu processo evolutivo, ensinava que os indivíduos deveriam buscar conhecerem-se a si mesmos, a sua realidade espiritual, a fim de encontrarem a real felicidade.
Nesse sentido - destacou o palestrante-, Allan Kardec, na obra O Livro dos Espíritos, apresentou a orientação segura dos Espíritos nobres para que os seres humanos buscassem o autoconhecimento e a autoiluminação, a fim de que pudessem eliminar de si mesmos as imperfeições morais e, assim, gozar de harmonia, paz e, portanto, de felicidade.
Divaldo recordou que os eminentes psiquiatras Carl Gustav Jung e Viktor Frankl estabeleceram que, para ser feliz, é necessário que o indivíduo estabeleça um sentido psicológico profundo para sua existência, que seria o amor, e, fazendo uma ponte entre a Ciência e o Espiritismo, o palestrante ressaltou que a proposta espírita está toda embasada nos ensinamentos ético-morais do Evangelho de Jesus, cujos ensinamentos estão centrados na lei de Amor.
A conferência foi encerrada com uma vibrante exaltação à vida, ao Amor, à gratidão e à felicidade, com os  lindos versos da poetisa Amélia Rodrigues.

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Luismar Ornelas de Lima


(Informação recebida em email de Jorge Moehlecke)


Registro. Divaldo Franco - Clube Hebraica Rio de Janeiro, RJ



24 agosto 2015

DIVALDO FRANCO - TEMPORADA 2015 NO RIO DE JANEIRO

No último dia 24 de agosto, o médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco realizou uma conferência no Clube Hebraica, na cidade do Rio de Janeiro, com a participação de um público de 1600 pessoas, tornando lotado o salão nobre da instituição.
O evento foi promovido pelo 5o. Conselho Espírita de Unificação (CEERJ), como parte do XXX ciclo de palestras espíritas, que teve como tema central "Céu e Inferno, Você Acredita?", marcando a celebração dos 150 anos da obra "O Céu e o Inferno", de Allan Kardec.
O tema da conferência foi "Provas Científicas da Existência de Deus".
Divaldo iniciou sua oratória evocando o pensamento do filósofo inglês dos séculos XVI e XVII Francis Bacon, exarado nos seguintes termos: "Um pouco de filosofia leva a mente humana ao ateísmo, mas a profundidade da filosofia leva-a para a religião".
Embasado nessa assertiva, o conferencista realizou verdadeiro périplo histórico de exploração do conhecimento filosófico e científico dos séculos XVII, XVIII, XIX, XX e XXI, referindo-se, também, ao pensamento filosófico da Antiguidade grega.
Demonstrando que o século XVII representou um marco histórico de mudança profunda do pensamento humano, Divaldo apresentou suscintamente as teorias de Pierre Gassendi, John Locke, Thomas Hobbes e Johannes Kleper.
Avançando na linha da História, trouxe para as suas análises as ideias do século XVIII, como as do iluminista Voltaire, as do político e revolucionário francês Pierre Gaspard Chaumette, assim como do matemático Jacob Dupont.
Já do período do século XIX, discorreu sobre a filosofia do pai do Positivismo, Auguste Comte, e sobre o pessimismo de Friedrich Nietzsche, destacando, entretanto, o surgimento da Doutrina Espírita, resultado do ensino coletivo dos Espíritos Superiores e do trabalho meticuloso de codificação desse conhecimento pelo Professor Rivail, mais conhecido como Allan Kardec.
A respeito do século XX, recordou o surgimento do hippieismo, que exaltava o materialismo.
O estudo histórico do pensamento universal realizado pelo orador mostrou que a ideia e o sentimento de Deus sempre estiveram presentes nas sociedades de todo o mundo e de todos os tempos, como algo inato do ser humano, malgrado as tentativas de alguns pensadores e cientistas de os negar ou aniquilar.
Referindo-se ao trabalho e às descobertas de eminentes cientistas, como Sir William Crookes, Albert Einstein, Carl Gustav Jung, Charles Richet, e outros, demonstrou a excelência dos postulados espíritas  e a sua perfeita concordância com a Ciência. Segundo o orador, vivemos um momento histórico em que os nobres cientistas realizam um movimento de retorno à Deus, promovendo, mesmo sem que o saibam, uma nova aliança entre a Ciência e a Religião.
Em seguida, Divaldo apresentou a tese do Dr. Abraham Cressy Morrison, químico americano e presidente da Academia de Ciências de Nova Iorque, que descreve sete razões pelas quais um cientista acredita na existência de Deus: a lei de probabilidades, a vida, os instintos dos animais, os genes e cromossomos, a inteligência/razão, o equilíbrio do ecossistema e a imaginação.
Essa constatação do cientista americano estaria perfeitamente concorde com os ensinamentos espíritas, notadamente no que diz respeito ao conteúdo das perguntas e respostas de números 1 e 4 de O Livro dos Espíritos, no qual está afirmado que Deus é a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas, e que a prova de sua existência está neste axioma aplicado à Ciência: "todo efeito tem uma causa; todo efeito inteligente, tem uma causa inteligente".
Após narrar a comovente estória de Leland Standford Junior e de sua família, que deu origem à Instituição Standford, nos Estados Unidos, uma das mais reconhecidas universidade no mundo, Divaldo falou da proposta da Doutrina Espírita e dos benefícios proporcionados por ela em nossas vidas.
O Espiritismo, segundo afirmara Divaldo, leva-nos além da simples crença nos seus postulados básicos, porquanto ofecere-nos as provas da existência de Deus, da imortalidade da alma, da comunicabilidade dos Espíritos e da reencarnação, convidando a todos a cultivar a beleza da vida e a alegria de viver, por meio da adoção de um sentindo psicológico profundo para a existência e da transformação moral para melhor.
Como de hábito, a conferência foi concluída com o Poema da Gratidão, de autoria do Espírito Amélia Rodrigues.

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Luismar Ornelas de Lima



Registro. Divaldo Franco - 6º Congresso Espírita CEJA-Barra Rio de Janeiro, RJ

23 agosto 2015

O médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco participou, neste último domingo (23/08), do 6o. Congresso CEJA-Barra, promovido pelo Centro Espírita Joanna de Ângelis-Barra e realizado no Citibank Hall, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, com a participação de 3.600 pessoas, que lotaram a grande casa de espetáculos.

O congresso teve como tema central "O Corpo Expressa as  Dores da Alma" e sua apresentação ficou por conta dos atores Felipe de Carolis e Mariana Molina.

Abrindo a cerimônia, a consagrada cantora Leila Pinheiro ofereceu ao público momentos de encantamento com canções sobre a paz, o bem e o amor.

Divaldo proferiu a conferência de encerramento, que versou sobre "Transtornos Psiquiátricos e Obsessivos".

Fazendo uma análise sobre a história da Medicina, relacionou vários vultos das ciências, da filosofia, das artes, das religiões, e seus conflitos e experiências pessoais, demonstrando que os fenômenos extrafísicos estão presentes na vida de todos nós, interagindo diretamente com a dimensão física do ser, o corpo. 

Com base no conceito junguiano do Self e nas descobertas da Neurociência e das Ciências Psíquicas - destacando as pesquisas e experiências dos Drs. Ian Stevenson e Stanislav Grof -, que corroboraram os postulados espíritas, afirmou que o centro da vida não é o cérebro, uma vez que este responderia aos comandos do pensamento, que é extrafísico e criado pelo ser profundo que somos, o Espírito imortal; afirmou, também, que somos o que pensamos e que todos trazemos dores na alma, que acabam por se expressar no corpo pelo processo de somatização, gerando processos como a depressão, a bipolaridade, o Parkinson, o Alzheimer, o câncer etc. Essas aflições da alma teriam a sua causa estabelecida, muito frequentemente, em reencarnações anteriores, em decorrência de nossos atos e pensamentos desequilibrados.

Em seguida, Divaldo discorreu sobre uma outra causa das aflições da alma: a obsessão espiritual. Utilizando-se dos conceitos contidos na obra O Livro dos Médiuns, de Allan Kardec, explicou o que são as obsessões, a sua gênese, os seus tratamentos, a sua profilaxia e a sua cura. Esclareceu que, comumente, essas influências persistentes e negativas dos Espíritos sobre os indivíduos são confundidas com outros transtornos psiquiátricos e que as obsessões de longo curso podem degenerar em doenças físicas, exigindo uma abordagem terapêutica espírita associada à médica.

Para exemplificar a sua tese, apresentou um caso de obsessão que se deu com um jovem criado na "Mansão do Caminho", instituição sócioeducativa que Divaldo fundou na cidade do Salvador e que atende diariamente mais de 3200 crianças. A narrativa, repleta de detalhes do processo obsessivo e de sua causa, demonstrou que somos todos colhedores de nossa sementeira no passado e que o amor e do perdão são as mais excelentes psicoterapias de profundidade para todos os seres.

Na conclusão de suas reflexões em torno do tema, Divaldo afirmou ser o Espiritismo o próprio Cristo que retornou à Terra, na forma do consolador que houvera prometido enviar à Humanidade, a fim de que ele consolasse as dores das almas e, oferecendo o entendimento das causas geradores dessas aflições, facultasse aos invidívuos a extirpação delas e encontrar um sentido psicológico profundo para a existência, ensejando, portanto, a plenificação da vida.

O encerramento da conferência deu-se com a declamação do belíssimo Poema da Gratidão, de autoria da benfeitora espiritual Amélia Rodrigues.

Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Luismar Ornelas de Lima

Registro. Divaldo Franco - X SIMESPE - Centro de Convenções do Recife, PE

31/07/2015

Na última sexta-feira, 31/07/2015, o professor, médium e orador espírita Divaldo Franco participou do X SIMESPE, no Centro de Convenções do Recife, onde realizou uma conferência para um público de 2.600 pessoas.

Antes da conferência houve um momento artístico, com a participação de um coral oriundo da cidade de Goiânia/GO, enriquecido com a participação de músicos locais, seguido da solenidade de concessão do Título de Cidadão Paulistense, que Divaldo recebeu com satisfação mas atribuiu o mérito à Alan Kardec e não a si, que se considera apenas um humilde divulgador da doutrina que ele codificou. 

O tema desenvolvido foi “ Da célula à espiritualidade: a fascinante construção do homem de bem”

Divaldo fez inicialmente uma retrospectiva de diversas correntes de pensamento,  passando por teorias que fundamentam o materialismo, notadamente a dos Atomistas, até as que fundamentam a ideia da existência do espírito, alma ou outro nome que se dê. Citou vários pensadores alinhados com cada ideia, dando embasamento teórico ao tema abordado e ilustrando com fatos e experiências. Citou fenômenos ocorridos na família Fox,   o surgimento da Doutrina Espírita como o começo de uma nova era e o retorno da humanidade à Jesus Cristo.


Com grande vibração, enorme carga de energia na voz e muita ênfase, Divaldo, para não se alongar, citou sete motivos para crer em Deus. Nesta hora, ele não parecia fazer uma conferência, mas uma profunda e fervorosa oração; elevava o olhar e os braços para o alto e parecia retirar de dentro de si e lançar ao infinito toda a sua energia vital em direção a Deus, fazendo-Lhe uma linda declaração de amor.

Por fim, os participantes ficaram profundamente comovidos quando o querido palestrante contou a  triste história da família Stanford, cujo filho Leland fora tido como uma espécie de “órfão de pais vivos”, cuja mãe, dramitazda com a morte prematura do filho, fundou na Inglaterra a Universidade Stanford, uma das mais importantes do mundo.
O Semeador de luz concluiu a conferência citando que o amor é a força do universo e que é através dele que se realiza a fascinante construção do homem de bem.

Ao encerrar a conferência Divaldo foi demoradamente aplaudido de pé pelos participantes do evento.

                 Texto: Aguinaldo Melo      -           Fotos: Alexei Joseph


(Texto copiado em email de Jorge Moehlecke)


Registro. Homenageando Divaldo Franco – “Dia dos Pais” Salvador, BA

Noite de Gratidão
 Conforme Joanna de Angelis: “A gratidão individual é uma nota harmônica a contribuir para a sinfonia universal, ampliando-se e tornando-se um sentimento coletivo que proporciona o equilíbrio social e espiritual da humanidade”. E ali, diante dos nossos olhos, na visão diminuta, restritiva, registrada pelo globo ocular, tínhamos um exemplo vivo, verdadeiro do que nos expressa a veneranda.
A confreira Solange Seixas, ao iniciar a homenagem denominou aquela noite de “especial”.
Sua fala conduziu-nos a lembrança, o retorno à tela mental, o trabalho árduo e nobre, duro e profícuo, dos dois pilares, as duas rochas que se lançaram como bases, estruturas de sustentação, que, juntamente com outros ombros amigos, erigiram o empreendimento que hoje nos encanta e sustenta as nossas vidas.
Oportunamente, Marcel Proust, escritor francês, escreveu: “Sejamos gratos às pessoas que nos fazem felizes. Eles são os jardineiros encantadores que fazem nossas almas florescerem”.
Ali, no cenáculo do Centro Espírita Caminho da Redenção não se encontravam todos, o que é, compreensivelmente, impossível, mas se faziam representar por uma parcela significativa do imenso número de sementes que floresceram. E, logo no inicio, seguindo a fala daquela que conduzia a cerimônia, em uníssono, declararam: “Meu coração ainda mora aqui”. É o titulo do livro que, simbolizando e expressando os seus sentimentos, elaboraram para presenteá-lo, naquele momento, através das mãos de uma de suas filhas, Maria da Paz.
Ele, ao falar, expressou sua emoção pelo momento inesperado, e declarou: “pela primeira vez, em 63 anos nesta casa, algo aconteceu sem que eu soubesse”, e, me atrevo em dizer, o que é muito difícil de acontecer.
Em sua fala, diante dos filhos, netos, bisnetos, etc., não só os que estão presentes, diariamente, na instituição, mas também aqueloutros que não os via a mais de 35 anos, confessou sua alegria por revê-los.
Lembrou os dias inesquecíveis que assinalaram as existências dos dois (Di e tio Nilson) e de todos eles (os filhos). Também, a pergunta que sempre a faz: “está trabalhando? Está casado? É fiel à esposa ou ao marido? Como vão aos filhos?”
Agradeceu aos “filhos do coração” manifestando a imensa alegria de haver convivido com os mesmos por largo período, e vê-los felizes no relativismo da existência terrena.
Falou das presenças espirituais de tio Nilson e uma equipe muito grande: D. Otilia, D. Isaura, tia Ivone, tia Amália, tia Carmen, as tias Ligia e Ziza (jubilosas em lágrimas), tia Leonor Ribas. Mas também os filhos: Eunice, Jaguarassu, Antonio Carlos, André Luiz Pereira Franco, e tantos outros.
63 anos de existência a serviço dos reais necessitados, que afinal somos todos nós, dignificando vidas, iluminando consciências, lançando balizas de luz para assinalar as rotas seguras a seguirem, na condição de verdadeiros cidadãos e homens e mulheres de bem.
Não foram apenas momentos de gratidão e comemoração antecipada dos 63 anos, que completará a Mansão do Caminho, no próximo dia 15 de agosto, podemos afirmar que, também, foi a comemoração antecipada do dia dos pais, verdadeiros pais, pois só estes para doarem em regime de total entrega, amorosidade plena, pura e real, como eles fizeram e continuarão a fazer.

Texto: João Araújo
Fotos: Lucas Milagre e Cláudio Úrpia



Abraços,
Lucas
 

Registro. Divaldo Franco é agraciado com Comenda 2 de Julho -06/08/2015, Salvador, BA

Médium baiano Divaldo Franco é agraciado com Comenda 2 de Julho
Cerimônia foi realizada nesta quinta-feira, na Assembleia Legislativa.
Comenda é outorgada a quem contribui para desenvolvimento social da BA.
O médium baiano Divaldo Franco recebeu, na tarde desta quinta-feira (6), a Comenda 2 de Julho, em cerimônia realizada na Assembleia Legislativa, localizada no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.
A condecoração é a mais alta honraria concedida pela casa legislativa, e é outorgada à figuras ilustres que contribuíram ou contribuem para o desenvolvimento social do estado e para a sociedade em geral. A comenda foi proposta pela trajetória e trabalho do médium na Mansão do Caminho.
Fundada há mais de seis décadas, a obra social funciona no bairro de Pau da Lima, em Salvador, e já tirou 160 mil pessoas da miséria oferecendo escola e profissão. Na Mansão do Caminho funcionam creche e escolas que atendem mais de 3 mil crianças, que são diariamente educadas e alimentadas de graça. A escola de primeiro grau da instituição tem um dos menores índices de violência e evasão escolar e um dos mais altos índices de acompanhamento, incentivo e disciplina.
Além disso, o local conta com um centro de saúde que atende mais de 2 mil adultos, também gratuitamente. A Mansão conta também com o Centro de Parto Normal Marieta de Souza Pereira, que já realizou mais de 1,8 mil partos sem nenhum custo às mães, além de ser o primeiro do Norte e Nordeste. São assistidos também idosos e pessoas inválidas, portadores de doenças irrecuperáveis e degenerativas, que recebem cestas básicas, atendimento médico e remédios através da Caravana Auta de Souza. Para manter toda a obra social funcionando, a Mansão do Caminho conta com 400 voluntários.
   Fotos: Lucas Milagre e Tito Bosco
   Texto: G1 Globo



domingo, 30 de agosto de 2015

Registro. 3ª Edição do Movimento Você e a Paz com Divaldo Franco Programação da noite. Amparo, SP

A culminância da 3ª edição do Movimento Você e a Paz de Amparo/SP teve início às 18h00min do dia 02 de agosto de 2015, com a presença de diversas autoridades civis e militares, com vínculos municipais, estaduais ou federais. Dentre estes destacamos a presença do Comandante do Comando Militar do Sudeste, General de Exército João Camilo Pires de Campos e do Prefeito Municipal de Amparo, Luiz Oscar Vitale Jacob. Após belo momento musical apresentado pelo pianista Matheus Moretti foram soltos balões pelo público.
Com pronunciamentos iniciais do Prefeito Municipal e da Sra. Ana Beira saudando o público, foi iniciada a apresentação dos oradores oficiais do Movimento Você e a Paz. O Padre Carlos Roberto Panassolo, Representante da Diocese de Amparo, e o Pastor José Lima, da Assembleia de Deus Ministério do Belém, destacaram a excelência do amor como fonte geradora da paz.
Divaldo Franco, idealizador do Movimento Você e a Paz, e recém-chegado de Olinda/PE, destacou que a paz é um estado dinâmico, gerador da vida e que o herói não é aquele que abate o outro, mas, verdadeiramente, vencedor é o indivíduo que vence a si mesmo. A paz no mundo começa em cada um. É necessário que a criatura humana seja pacífica, promovendo a paz, tornando-se pacificadora. Frisou que cada indivíduo deve se esforçar por se tornar melhor a cada dia, superando suas inclinações más. A paz somente se estabelecerá no seio da sociedade quando os indivíduos se tornarem pacíficos, pacificadores.
Foram ofertados Troféus Você e a Paz para os oradores e para diversas instituições que cooperam na promoção da paz, bem como a pessoas que se destacaram em seu meio como pacificadoras.
Um grande e exuberante momento artístico foi protagonizado pelos cantores Giovana Beira e Matheus Moretti, e pelo Maestro João Carlos Martins e Orquestra Bachiana, com a participação da soprano Rosana Lamosa e do tenor Lucas Cozzani. Finalizando, foi lançada uma chuva de pétalas de flores sobre o público enquanto esse catava a canção de Nando Cordel, Paz pela Paz. Foi o poder transformador da paz se fazendo presente, contagiando as pessoas que participaram desse magnífico evento.
    Texto: Paulo Salerno
    Fotos: Jorge Moehlecke
 


Registro. Movimento Você e a Paz - 02 Agosto 2015 Amparo, SP

3ª Edição do Movimento Você e a Paz com Divaldo Franco em Amparo/SP
Nas primeiras horas da manhã do belo e ensolarado dia 02 de agosto de 2015 teve início a 3ª Edição do Movimento Você e a Paz com Divaldo Franco em Amparo/SP. Tão logo Divaldo Franco, acompanhado da Sra. Ana Beira, chegou ao local percorreu todo o espaço cumprimentando e conversando com os participantes, bem como posando para fotos. Com organização impecável, onde o sentimento de fraternidade apresentava-se na fisionomia dos participantes, foi realizada a abertura desse grande evento na Praça Pádua Salles. Presentes, entre outros, Divaldo Franco, Médium e Orador Espírita; a Senhora Ana Maria Veroneze Beira, anfitriã do evento; o Prefeito Municipal de Amparo, Luiz Oscar Vitale Jacob; e o Secretário Municipal de Esportes, Lazer e Cultura, Hélio Favoretto.
A Caminhada pela Paz percorreu várias ruas de Amparo. Todos muito animados, com alegria e determinação acompanharam Divaldo Franco, Raul Teixeira e outros expoentes da cidade e de outros Estados, promovendo esse sentimento em favor da paz, contagiando as pessoas por onde passavam. Animado em com muita disposição, Divaldo Franco fez todo o percurso que levou cerca de 1h30mim.
A programação, após a caminhada teve seu seguimento com atividades gratuitas para todos os públicos: brinquedos para as crianças, pintura de rosto, pipoca e algodão doce. Apresentação de canil, atividade de educação ambiental, atividades para terceira idade. Espaço da saúde com informações sobre hipertensão, diabetes, saúde da família, cálculo IMC, entre outros. Corte de cabelo, esmaltação de unha e design de sobrancelha. Desenho e pintura para as crianças. Atividades com o Grupo de escoteiros. Cartaz da paz. Orientações jurídicas, e muito mais.
O Movimento Você e a Paz de Amparo/SP, em sua 3ª edição terá, a partir das 18h00min, a sua culminância com a participação do Pastor José Lima (Assembleia de Deus Ministério do Belém); do Médium e Orador Espírita Divaldo Franco (Fundador do Movimento Você e a Paz); do Padre Carlos Roberto Panassolo (Representante da Diocese de Amparo); e do Maestro João Carlos Martins e Orquestra Bachiana, com a participação da soprano Rosana Lamosa e do tenor Lucas Cozzani.
  Texto: Paulo Salerno
   Fotos: Jorge Moehlecke