quarta-feira, 19 de março de 2014

Registro. Roteiro de Divaldo Franco em Goiânia durante o Carnaval 2014

Pai perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem (Lucas 23:34).
Foi com as palavras do Cristo no Gólgota intercedendo junto a Deus pela humanidade que, infeliz e imatura, havia retribuído a todo o amor de Jesus com a crucificação, que o Semeador de Estrela Divaldo Franco norteou suas palestras no recente périplo por Goiânia, Anápolis e Caldas Novas cidades de Goiás, durante os dias de Carnaval.
O perdão, ao próximo e a si próprio, foi a tônica desse incansável trabalhador do Cristo emocionando ao público nunca inferior a 1500 pessoas pelas cidades goianas.
Emoção, convite à  reflexão e porque não, risos, foram experimentados por todos aqueles que abrindo mão das folias carnavalescas, optaram por buscar conhecimento evangélico no intuito de desenvolver ou sedimentar valores morais que pudessem auxiliar na transformação moral e no enfrentamento dos dias tumultuosos da atualidade onde a inversão de valores parece dominar o cenário humano.
Mesmo após cumprir um exaustivo programa de compromissos nos EUA, Divaldo chegou em terras goianas disposto a iluminar com seu verbo fácil e poderoso a multidão que acorreu aos locais por onde passou semeando nos corações aflitos, amargurados  e ansiosos por paz as bonomias do Evangelho de Jesus agora reinterpretados pelo Consolador prometido.
Ganhou ênfase especial a abordagem ao mal do século: a depressão e os transtornos psiquiátricos da afetividade ficando sempre o convite a todos que experimentam a dor desses distúrbios a busca pela mudança das paisagens íntimas, mas sem jamais desprezar ou abandonar o apoio da medicina quando exigido.
Inspirado por Amélia Rodrigues, Espírito, Divaldo ressaltou que o Espiritismo é sim o CONSOLADOR prometido por Jesus e não o SOLUCIONADOR como muitos gostariam que fosse.
Imensas filas de pessoas que buscavam cumprimentar Divaldo se formavam nos locais das palestras, muitas alegres, algumas curiosas, outras ainda reverenciosas e agradecidas.
Contudo, nesse caleidoscópio de emoções,  uma ocorrência merece destaque. Uma senhora se aproximou do tribuno e com a alma em frangalhos, mas tocada pelo convite ao perdão, pediu-lhe entre lágrimas abundantes: Ajude-me a perdoar o assassino de minha filha!
Pai perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem...
Texto: Djair Ribeiro
Fotos: Edgard Patrocinio




domingo, 9 de março de 2014

Poema de Gratidão

Acessar aqui:

Registro. Divaldo Pereira Franco em Los Angeles, CA, EUA

23-02-2014

Divaldo Franco encerrou, nesta data, seu atual roteiro pelo oeste estadunidense, em renovado testemunho de perseverança e amor à Causa espírita, com nova e grandiosa demonstração de talento e energia na sua dedicação em trabalhar para o bem do próximo, legando-lhe ensinamentos iluminativos que despertam a fé que proporciona segurança, estabiliza as emoções e engrandece sentimentos, encaminhando-o a diretrizes seguras de saúde física e mental.
      Sua primeira atividade teve lugar no Blossom Spiritist Group, em Los Angeles, na manhã deste dia 23, Grupo dirigido por Akemi Adams. Tratou-se de um encontro dos diversos grupos da Califórnia para uma reunião mediúnica de atendimento a sofredores e recebimento de instruções dos Mentores espirituais, lançado por Divaldo desde há alguns anos com excelentes resultados doutrinários e de unificação.
      Médiuns e dialogadores dos diversos Centros reuniram-se e, à semelhança do Cristianismo primitivo, entregaram-se ao Senhor durante 90 minutos.
      Várias comunicações tiveram lugar, culminando com a mensagem final apresentada pelo Espírito dr. Bezerra de Menezes, através de Divaldo Franco.
      Às 14h, teve lugar o Seminário no Felicia Mahood Senior Center, sobre o tema: Ansiedade, Medo, Solidão e Rotina.
     Compareceram 182 inscritos, gerando-se a agradabilidade de um clima saudável de confraternização, produzindo bem-estar e alegria no ambiente.
    O mestre de cerimônias Gregory, fez-lhe a apresentação, Marcelo Neto proferiu sensibilizadora prece de abertura e a palavra foi concedida ao nosso baiano, que iniciou entretecendo considerações sobre o ser humano hodierno.
    Logo após, Divaldo abordou o tema, retirado do livro do dr. Mira y Lopes, o notável psiquiatra espanhol, abordando esses citados quatro gigantes da alma, realizando um estudo psicológico e sociológico de cada um deles.
    Divaldo narrou fatos clássicos de patologias derivadas da ação dos mesmos e apresentou diversos exemplos do cotidiano, que comoveram o público.
    Usando habilmente o bom humor, expôs alguns fatos característicos dos desconfortos morais dessas ações doentias e após 1h30 de explanações, fez o intervalo.
    Andreia Marshall, à abertura do segundo módulo, leu a mensagem psicográfica ditada ao Divaldo em Jerusalém, traduzida ao inglês, que se intitula De Retorno, a todos sensibilizando profundamente.
   Ato imediato, nosso Divaldo reassomou à tribuna e concluiu o tema em mais 1h30 minutos, com exemplos convergentes ao Evangelho de Jesus, como sendo a grande solução de todos os problemas que afligem a criatura em particular e a Humanidade em geral.
    Ao terminar, ovacionado pelo público de pé, foi encerrado o Evento que a todos iluminou, proporcionando reflexões profundas a respeito da existência terrestre.
    Após mais esta etapa vencida, disseminando os ideais espiritistas, consolidando e dinamizando atividades doutrinárias, Divaldo retornou a Salvador, partindo no dia 24, via Miami.
                            Fotos recebidas de Akemi Adams
                           Texto: Delcio Carvalho

Registro. Divaldo Pereira Franco em San Diego, CA, EUA

22-02-2014

         No dia 22, Divaldo Franco acompanhados pelos confrades Marcelo e Andreia Marshall, de Miami (Fla),  que vieram especialmente para participar das atividades,
    rumaram a La Jolla, na grande San Diego, em um pouco mais de 2 horas de viagem, para o Seminário que se iniciou às 14h, prolongando-se, com um pequeno intervalo, até às 18h, no belo salão do Sheraton La Jolla Hotel.
         Acorreram ao evento 150 pessoas de diferentes cidades da Califórnia, assim como de outros Estados do país.
         Iniciou-se a atividade com a apresentação da consóror Luísa Marques que apresentou o canto Ave Maria, de Gounot, criando excelente psicosfera.
         Logo após, Divaldo Franco foi apresentado e lhe concederam a palavra, abordou o tema Desafios da vida em família, iniciando os estudos a respeito do ser humano e sua complexidade, conforme a psicologia: Personalidade, Conhecimento, Identificação, Consciência e Individualidade.
          Estudou as excelentes propostas de Gourdieff e Pedro Ouspenski, passando pelos notáveis Carl Gustav Jung, Viktor Frankel para demonstrar o grande desafio que é o ser humano.
          Dando o primeiro intervalo, permaneceu, como em todas as outras cidades, assinando livros, e atendendo as pessoas.
         Ao recomeçar, fez oportuna abordagem a respeito da família, desde o conceito latino de Famulus, a família romana, a cristã, a medieval, a moderna e a contemporânea, advertindo os pais e educadores para o grave  problema da desorganização doméstica e as consequências lamentáveis nos desastres sociais, individuais e coletivos da atualidade.
        Narrou experiências hauridas no próprio lar e encerrou a atividade com bela oração ditada pelo Espírito Amélia Rodrigues, evocando tudo quanto se gostaria de ser, embora as imperfeições...
        O tradutor foi novamente Daniel Assis, de excelente trabalho e qualificação.
       Após a agradável convivência com os amigos, o grupo retornou a Los Angeles, conduzido por um dedicado confrade que veio de Boston (MA), para cooperar com a organizadora Akemi Adams.
                         Fotos recebidas de Akemi Adams
                         Texto: Delcio Carvalho

(Informações recebidas em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo Pereira Franco em Los Angeles, EUA

21 de fevereiro de  2014

Às 19h00 do dia 21, no Olympic Colletion Conference Center, de Los Angeles, num dos seus majestosos salões, para um público de 182 pessoas, apresentado pelo confrade Gregory, de Sacramento, Divaldo abordou o tema sugerido: Relacionamentos: desafios e soluções.
 Divaldo também concedeu uma entrevista de 15 minutos a uma Empresa de divulgação de acontecimentos brasileiros na Califórnia, com muito êxito, em razão da sua versatilidade e a característica vibração de alegria, que promovem encantamento e conquistam simpatias em seus assistentes.
Logo após, durante 80 minutos o orador baiano fez um estudo da evolução antropossociopsicológica do ser humano, conforme a teoria do dr. Watson, estudando as emoções.
Na sequência, analisou o ser humano da atualidade, a problemática moderna das comunicações virtuais, a solidão que toma conta de quase todos, dominados pelas aparelhagens sofisticadas e passou ao estudo moral do comportamento.
Numa análise poética, inspirado pelo Espírito Amélia Rodrigues, apresentou a dualidade emocional de condutas, através de imagens inspiradas nos dois mares de Israel: o da Galileia e o mar Morto, na montanha das bem-aventuranças e Massada, em pontes e paredes, sensibilizando grandemente o auditório.
Narrou experiências pessoais e de outros autores clássicos e os desafios dos relacionamentos.
Traduzido com eficiência por Daniel Assis, concedeu um intervalo de 30 minutos e voltou à tribuna para as perguntas, em número de 14, quando foi traduzido por Daniel Benjamin. 
Ovacionado antes do intervalo e depois de concluída a conferência, as pessoas que vieram de diversas cidades e de outros Estados do país demonstravam júbilo incomum.
        Fotos recebidas de Akemi Adams
        Texto: Delcio Carvalho


Registro. Divaldo Pereira Franco em São Francisco, EUA

20/02/2014

Na noite do dia 20, prosseguiu Divaldo Franco em seu roteiro pelo oeste americano, tendo proferido sua conferência no auditório do Embassy Suites San Francisco Airport, para um público de 180 pessoas provenientes de diversos grupos e convidados da Bay Area e da cidade de San Francisco, assim realizando intensa divulgação do Espiritismo por toda a região, com o brilhantismo que lhe é peculiar.
Após a apresentação de praxe, a palavra foi-lhe confiada, oportunidade em que abordou o tema intitulado: A Psicologia do Perdão.
Fazendo um estudo da autobiografia de Simon Wiesenthal, referiu-se ao grande momento em que este foi convidado, no campo de concentração de Mauthausen, na Áustria, a ouvir a confissão do nazista Karl Seidl, que havia assassinado muitos judeus, e que pressentindo sua morte iminente, este jovem soldado das tropas de extermínio SS vem a implorar-lhe o perdão. Criminoso e vítima frente a frente, agora em circunstâncias antagônicas. Nessa proposta, dominados pela dramaticidade de um episódio real, e para que cada um viesse a autoavaliar-se na capacidade de estender o  perdão, perguntou Divaldo aos seus assistentes: “― Você perdoaria?”  Dessa forma, Divaldo abordou a temática do perdão sob vários ângulos, especialmente o da óptica espírita, que lança avantajadas luzes sobre essa questão, permitindo retificações de procedimento para a construção de um mundo melhor.
Logo depois, fez uma análise das lutas que ainda prosseguem no mundo, em conflitos e guerras lamentáveis, demonstrando a ferocidade da criatura humana. Examinou este comportamento à luz do Evangelho e do Espiritismo, narrando experiências pessoais luminosas e propondo o retorno à solidariedade e à paz.
Depois de 80 minutos, sugeriu uma pausa de 15 minutos, após a qual retornou, atendendo a 12 perguntas formuladas por escrito.
Traduzido muito bem por Daniel Assis, recebeu um longo e vibrante aplauso, retorno espontâneo e natural do carinho e da gratidão que aquele público tributa ao ilustre baiano.
 No dia 21, pela manhã, com os amigos que vieram de San Diego, Los Angeles e Boston, viajou ele a essa última cidade, dando continuidade à programação do seu giro  doutrinário.

                               Fotos: Akemi Adams
                              Texto: Delcio Carvalho

(Informações recebidas em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo Pereira Franco na Califórnia, EUA

Fevereiro de 2014.

 Desde o ano de 1976 Divaldo franco vai aos Estados Unidos para divulgação doutrinária, quando então proferiu sua primeira conferência em Miami. Lá, na costa leste, o Movimento desenvolveu-se com muita propriedade, alastrando-se por várias cidades, contando-se na atualidade com uma federação espírita na Flórida, e Movimentos de alta qualidade na Pensilvânia, Filadélfia, em Nova Yorque, Nova Jersey, Baltimore e várias outras localidades, em muito devidos ao apreciável e inusitado esforço que o querido baiano está a realizar, ano após ano, desde aquela recuada data. Esteve por primeira vez na costa oeste americana no ano de 1981, quando começou a desenvolver esforços para levar a Doutrina Espírita principalmente à Califórnia, onde encontra-se em jornada, no momento, com suas atividades sempre encontrado grande ressonância, e de resultados promissores.

Na noite de quinta feira, 18 de fevereiro, viajou ele de San Francisco a Sacramento com um grupo de amigos que vieram especialmente de Los Angeles para acompanhá-lo, capitaneados pela Sra. Akemi Adams, representante do Movimento Espírita Americano no Estado.
O tema que lhe foi sugerido versava sobre a questão Médiuns e mediunidades, temática que Divaldo sempre aborda com proficiência, apresentando-o para um público simpático e participativo, constituído por 102 pessoas de diversas cidades.

A abordagem constituiu-se de uma analise das conquistas modernas no campo das Neurociências, especialmente as iniciadas em San Diego, pelo neuropsiquiatra dr. Michael Persinger, nos seus fabulosos estudos sobre o cérebro, no que Divaldo estendeu considerações objetivas sobre a interação cérebro-mente, corpo-espírito, afirmando também que a Organização Mundial da Saúde já assinala, na sua definição sobre saúde, a necessária harmonia espiritual. Ainda referiu-se ao livro do dr. Ben Alexander III, neurocirurgião da Universidade de Harvard, narrando a sua experiência no período em que esteve com morte cerebral provocada por uma meningite, enquanto ele vivia intensamente noutra dimensão. Prosseguiu referindo-se a Allan Kardec e as conquistas científicas do Espiritismo, culminando com a narrativa de experiências pessoais.
Aplaudido de pé, ao encerramento da conferência, respondeu ainda a 10 perguntas formuladas pelo auditório, entre muitas outras que o tempo não mais permitiu abordar.
Findo seu labor, de imediato retornou com os amigos a San Francisco, certamente experimentando os júbilos decorrentes dessa atividade sumamente gratificante, ao serviço de Jesus.

                              Fotos: Akemi Adams
                              Texto: Delcio Carvalho

(Informações recebidas em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Workshop com Divaldo Pereira Franco Natal, RN

16-02-2014

A Federação Espírita do Rio Grande do Norte realizou com imenso carinho e gratidão a Divaldo Franco o workshop VIVENDO COM JESUS, nas dependências do Centro de Convenções, em Ponta Negra.
Neste 2014, a FERN ampliou o evento que contou com aproximadamente 1.400 pessoas,incluindo muitos jovens que foram convidados a participarem desse extraordinário momento de estudo e vibração.
Após uma apresentação artística do Coral PACO HORO (Coro da Paz) alusiva aos 150 anos de publicação de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Divaldo iniciou sua fala discorrendo sobre a história do Cristianismo, seus desafios e desvios ao longo dos séculos até atingir a vinda do Consolador Prometido.
No intervalo a FERN preparou uma homenagem especial a Divaldo pelos 60 anos de atividades no RN com a exibição de slides e uma interpretação ao vivo de EDELWEISS, uma de suas músicas prediletas,  com violino, teclado e voz de um barítono. Emoção geral na expressão de gratidão a Divaldo. Tio Nilson não foi esquecido.
No último bloco, belíssimo, o semeador refletiu em torno da questão: será possível viver a mensagem do Cristo hoje?
Exortando a solidariedade, conclamou  todos a voltar à beleza e simplicidade do Evangelho para que assim todos possamos colaborar na regeneração da Humanidade através do esforço de cada um.
                         Texto: Sandra Borba
                         Fotos: Rosália Figueiredo
                        Abraço-Jorge Moehlecke

(Informações  e fotos recebidas em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo Pereira Franco profere palestra em Natal, RN

15/02/2014

   Há  60 (sessenta) anos Divaldo visita o Rio Grande do Norte para divulgar a Doutrina Espírita.
            No dia 15 de fevereiro, no Ginásio do Campus Central da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o semeador de estrelas proferiu mais uma inesquecível  palestra para mais de 2500 pessoas.
            O foco da palestra foi a necessidade do perdão, tratado através da narrativa da história de Simon Viesental, sobrevivente de campos de concentração nazistas que criou uma organização para descobrir, prender e enviar a julgamento  criminosos de guerra, especialmente os que mataram judeus.
            Com sua  acuidade psicológica e sensibilidade, Divaldo discorreu  sobre o drama consciencial de um jovem oficial que cometera atrocidades contra os judeus em razão da aceitação do discurso hitlerista da raça pura. Às portas da morte devido à explosão de uma granada, pede a presença de um judeu e Simon Viesental é o escolhido para ouvir  o jovem moribundo que lhe pede perdão e lhe suplica, em caso de sobrevivência, que procurasse sua mãe e lhe falasse desse seu arrependimento, no que foi atendido após o término da II Grande Guerra.
            Divaldo reflete sobre a situação de violência no mundo e exemplifica casos de superação da agressão pelo perdão como terapêutica  de superação e fraternidade, comno necessidade evolutiva. Discorre ainda sobre a visão evangélica do perdão bem como sobre os estudos na área médica sobre a necessidade de superação das mágoas para efeito de uma vida saudável.
            Finalmente enfoca a necessidade do amor, da não-violência e do perdão para a superação de nossa sombra, nosso conflito enquanto espíritos ainda imaturos.
                         Texto: Sandra Borba
                         Fotos: Rosália Figueiredo.
                        Abraço-Jorge Moehlecke

(Informações  e fotos recebidas em email de Jorge Moehlecke)


sábado, 22 de fevereiro de 2014

Registro. Divaldo Pereira Franco, palestra em Mossoró, RN

14/02/2014
            O semeador da Boa Nova à luz da Doutrina Espírita, Divaldo Pereira Franco, retornou às terras mossoroenses, dez  anos depois de sua última passagem por lá.
            Ao chegar ao belo Teatro Dix-huit Rosado, Divaldo foi aplaudido de pé pelo público que lotou  (cerca de 1000 pessoas)as dependências dessa casa de espetáculos, pela primeira vez recebendo um evento de caráter cultural e religioso.
            Mais de vinte e uma cidades de diversos estados estiveram representadas no local  e muitas outras acompanharam pela internet ou pela TCM (TV a Cabo de Mossoró) a palestra do tribuno baiano.
            Divaldo narrou a história do Bispo Pyke e seu filho Jim, recheando-a de reflexões em torno dos dilemas teológicos do religioso anglicano, da mediunidade, da imortalidade da alma, da relação do homem com Deus, da problemática da droga que avassala populações, conclamando a todos para o autoencontro e o encontro com Deus, através da harmonização da criatura com a lei divina ou natural. O Bispo Pyke assistiu a mais de 10 sessões mediúnicas com a médium Ena Twig e em São Francisco realizou uma conferência relatando sua experiência e afirmando sua crença na comunicação dos espíritos.
            Concluindo sua palestra Divaldo destacou  a necessidade do não-revide, do investimento na paz e destaca o convite do Espiritismo  para que vivamos o Evangelho e estejamos em permanente avaliação acerca de nossos valores, sentimentos, metas e ações.
            No encerramento proferiu a prece através da página Poema da Gratidão.

Fotos: Raul Pereira
Texto: Sandra Maria Borba Pereira  
Abraço-Jorge Moehlecke
 (Informações e fotos recebidas em email de Jorge Moehlecke)



Registro. Divaldo Pereira Franco profere conferência no Clube Juventus . São Paulo, SP

São Paulo/SP, Domingo, 09/02/2014 –  No dia 09/02/2014, na sede social do Clube Juventus, na cidade de São Paulo/SP, às 19h30min, foi realizada a conferência pública com o médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco, marcando o início das celebrações no Estado de São Paulo do sesquicentenário da obra O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, e que compõe a codificação da Doutrina Espírita. O palestrante iniciou a sua brilhante oratória evocando a figura de Ciro, rei dos Persas, que conquistara a Babilônia e libertara um grupo de judeus, pedindo-lhes que reerguessem o templo de Jerusalém, para se repetir as glórias do passado. No entanto, durante cerca de 400 anos, as vozes proféticas do mundo espiritual silenciaram, em razão do distanciamento daquele povo em relação às tradições da doutrina de Moisés. Os fatos históricos narrados prosseguiram, passando-se pelo primeiro triunvirato da República Romana, com Pompeu no poder, e atingindo-se o período do segundo triunvirato, cuja governança estava nas mãos de Caio Júlio César Otávio, o Augusto, quando estabeleceu-se a paz romana em todas as regiões dominadas, fato que sempre chamara a atenção dos historiadores, que se questionavam sobre qual a razão daquela mudança significativa no governo de Roma e no comportamento das terras governadas. Augusto era um líder diferente, pois que amava as artes, a beleza e a paz. Foi adicionado outro detalhe fundamental para a compreensão daquele fenômeno: muitos Espíritos extremamente belicosos, como Cipião, o Africano, Alexandre Magno da Macedônia e outros títeres, foram impedidos de se reencarnar na Terra por um determinado período, a fim de que o planeta pudesse experimentar a paz. Era a providência divina interferindo nos destinos do orbe. Augusto era uma alma nobre e devidamente preparada para organizar os domínios de Roma para a chegada de uma legião de Espíritos de escol que se revestiriam da indumentária carnal a fim de participar do banquete celestial que se concretizaria com a vinda, logo mais, de Jesus à paisagem física da Terra. Foi durante o governo déspota e arbitrário  de Herodes, o Grande, rei dos Judeus, que nasceu Jesus. Ernest Renan, filósofo e historiador francês, afirmaria que Jesus era uma homem incomparável, tão grande que não coube na História e dividiu-a em antes e depois de sua chegada neste mundo. Divaldo elucidou que Jesus veio à Terra para inaugurar a era sublime do Amor, afirmando que Buda houvera falado da auto-iluminação, da compaixão, da paz, mas não do Amor, que Akhenaton houvera estabelecido o monoteísmo, mas não se referira ao amor, e que outros excelentes pensadores e missionários houveram trazido as suas grandes contribuições, mas que ninguém conseguira falar do Amor como Jesus, porque a Sua descida ao orbe marcaria a grande saga da transformação moral da Humanidade para melhor. Jesus saiu de sua vida simples, dos trabalhos simples na marcenaria de seu pai, nas cercanias de Nazaré, para a sua aparição na sinagoga, quando interpretou as profecias de Elias e de outros profetas; e então seguiu a sua missão, tendo alcançado o momento magnífico quando cantou ao mundo o hino das bem-aventuranças. Se, antes, o vencedor era quem esmagava o outro no campo de batalhas e herói era o que submetia os demais ao tacão arbitrário da violência, com Jesus, o vencedor era o que usava da força para vencer as próprias paixões inferiores e herói era o que se libertava das más inclinações. Divaldo recordou que uma das mais notáveis psiquiatras, a Dra. Hanna Wolff, chegou a escrever um livro sobre Jesus, afirmando ser a sua mensagem a mais profunda psicoterapia existente no mundo até os nossos dias. Outro dado recordado foi o de que Jesus é a vida mais biografada no planeta, o que demonstra a sua grande importância para toda a Humanidade. Para demonstrar que a divina providência nunca se afasta de nós, foi narrada a aparição de Jesus, após sua desencarnação, aos 500 da Galiléia, que lhes deixou o convite de trabalho de divulgação da mensagem do Evangelho para todas as gentes, obra que se estenderia por vários séculos, com a reencarnação daqueles Espíritos ao longo da História. Um sério questionamento foi proposto a todos: o que temos feito da mensagem de Jesus? Foram narradas as diversas dissidências ocorridas após o retorno de Jesus à pátria espiritual, as quais se iniciaram apenas 16 anos depois da sua partida, assim como as perseguições implacáveis aos cristãos, cuja cifra de mortos chegaria ao número superior a 1 milhão de vítimas. Divaldo destacou o surgimento, no século II,  das grandes figuras da Patrística, os chamados pais da Igreja, como Orígenes, Tertuliano, Jerônimo, Agostinho de Hipona, Proclus, Jâmblico, os herdeiros da escola neo-platônica de Alexandria, e asseverou que cada qual, em vez de seguir a pureza dos ensinamentos de Jesus, apresentou a sua visão pessoal e conclusões próprias sobre a mensagem do Cristo. Foram também recordados o surgimento das denominadas heresias, com as doutrinas de Marcion, que teria os seus seguidores, também o surgimento dos denominados arianistas, os descendentes de Atanásio, e a multiplicação das correntes de interpretação dos ensinamentos cristãos. Divaldo narrou que no ano de 553 d.C. ocorreu o 2o. Concílio de Constantinopla, ocasião em que o imperador Justiniano, para atender a um pedido de sua esposa, falecida anos antes, tornou herética toda a doutrina de Orígenes, o que incluia o dogma da reencarnação. Um pouco antes, em 13 de junho de 313, surgia o Edito de Milão, tornando o Império Romano neutro em relação às religiões e impondo o fim das perseguições religiosas. Os templos pagãos foram transformados em catedrais faustosas e a doutrina cristã empalidecia na medida em que a luxúria, o poder, iam tomando conta das consciências. É nesse período que o Papa Damaso pede a Jerônimo que reúna os escritos sobre a mensagem de Jesus, e ele os agrupa, estuda, analisa, determina os que seriam chamados de canônicos e aqueloutros que seriam os apócrifos, e faz surgir, assim, a primeira versão da vulgata latina, a qual, com o tempo, teria outros textos nela inseridos, os chamados deutero-canônicos. A vulgata latina, por causa dos interesses mundanos, sofreu várias traduções, adulterações, interpolações. O palestrante chamou a atenção para algo importante: aquela que era a doutrina dos perseguidos, quando aliou-se ao poder temporal passou a ser a doutrina dos perseguidores. Na noite medieval, surgiram as cruzadas para a conquista dos chamados lugares santos e ocorreu a criação do Santo Ofício. Então, novamente a providência divina intercedeu nos destinos da Terra e Jesus enviou o seu discípulo João, que se reencarnaria como Francisco de Assis, para restaurar a sua mensagem, revivendo os ensinamentos do Mestre em sua pureza. Divaldo, em perfeita sequência cronológica da História, trouxe outro fato marcante, relatando que no século XV, na Tcheco-Eslováquia, outro Espírito de escol reencarnou-se para resgatar a mensagem de Jesus, João Huss, que tomou contato com as lições de John Wycliffe e passou a defender a necessidade de que o povo pudesse ler o Evangelho no idioma nacional, sendo por isso, perseguido e levado à Constança, na Alemanha, pelo então bispo, onde foi julgado e condenado à morte na fogueira. No momento de seu martírio, ele teria anunciado que viria dia em que o pato, “Huss” no seu idioma, voaria tão alto que as chamas não mais o alcançariam, pre-anunciando o seu futuro retorno, agora na condição do codificador do Espiritismo. Um ano mais tarde, Jerônimo de Praga também seria condenado e queimado vivo em Constança. No fim do século XV, iniciou-se o período das descobertas do novo mundo, incluindo o descobrimento do Brasil, com a preparação da terra que, tempos mais tardes, abrigaria o Evangelho de Jesus e a Doutrina dos Espíritos.  No início do século XVI, Martinho Lutero apresentou as suas 93 teses de protesto contra as discrepâncias da teologia da Igreja em relação ao Evangelho de Jesus. Entretanto, os interesses personalistas agiriam novamente e, assim, Calvino, em Genebra, alteraria parcialmente a doutrina Protestante, e, depois, em Zurique, Zuinglio, também a adaptaria, dando margens para as múltiplas adaptações que se seguiriam ao longo do tempo, a ponto de termos, hoje, somente nos EUA, mais de 2000 diferentes denominações protestantes. Foi destacada importante ocorrência no século XVIII, quando a Ciência, não suportando mais a intolerância dogmática das religiões, rompe com a fé cega e inicia o renascimento do Atomismo grego, surgindo pensadores como Hobbes, Locke, Isaac Newton, Galileu Galilei, os grandes pais do conhecimento, que demonstrariam o sentido da vida e o significado da existência. Ainda nesse século, surgiram a enciclopédia, o pensamento de Voltaire e os filósofos idealistas, com a consequente Revolução Francesa, a instituir os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade. Contudo, a  intolerância dos líderes da Revolução levou milhares de vítimas à guilhotina. E, mais uma vez, conforme salientou Divaldo, os destinos da Terra foram alterados pelas mãos invisíveis de nosso governador planetário, Jesus, porque Napoleão Bonaparte, que se reencarnara a pedido do Cristo, saiu da Córsega e chegou em Paris para firmar um pacto com a Santa Sé e trazer de novo a doutrina cristã para a França. Ele proclamou-se imperador e organizou o país em bases que possibilitariam, mais tarde, a Hyppolite Léon Denizard Rivail, nascido em 03/10/1804 e tendo estudado em Yverdon/Suiça, com Pestalozzi, investigar os fenômenos das mesas girantes e falantes e publicar a 18/04/1857 a obra inaugural do Espiritismo, O Livro dos Espíritos, em cujo conteúdo ficara estabelecido, mais especificamente na pergunta e resposta de número 621, que Jesus era o Espírito mais perfeito que Deus ofereceu à Humanidade para servir-lhe de modelo e guia. A obra O Livro dos Espíritos, verdadeiro tratado de filosofia científica, trouxe-nos a ética moral e religiosa da nova era, que foi desdobrada e aprofundada na obra que surgiria em abril de 1864, a “Imitação do Evangelho Segundo o Espiritismo”, cujo título mais tarde foi alterado a pedido dos Espíritos para “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. Divaldo esclareceu que, nessa obra, dividida em 5 partes, Kardec não se deteve no Cristo histórico, mas sim na proposta ético-moral contida nos seus ensinamentos, para que o reino dos céus fosse insculpido no coração das criaturas humanas. Assim, cumpria-se a profecia contida no Evangelho de João, capítulo 14, versículos 16-18 e 25-26, sobre a chegada do Espírito de Verdade, do Consolador prometido por Jesus, que viria falar de tudo quanto ele houvera falado, porque seus ensinamentos seriam esquecidos ou adulterados, e para dizer também muito mais, o que à época, a Humanidade não tinha condições de compreender porque seria necessário que as ciências progredissem, como a Física, a Astrofísica, as ciências biológicas, para dar subsídios intelectuais aos seres humanos para a compreensão de outras verdades espirituais. Divaldo confirmou que o Espírito de Verdade é o próprio Cristo, conforme verificamos na mensagem contida em O Livro dos Médiuns, na parte final, e que foi pelo codificador transcrita em O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 6, intitulada “O advento do Espírito de Verdade” e que foi assinada com o nome de Jesus de Nazaré. Segundo o conferencista, a finalidade da obra O Evangelho Segundo o Espiritismo é a de diminuir as nossas dores, de dizer que a nossa vida na Terra tem um sentido psicológico e a de transformação moral dos seres humanos para melhor. Allan Kardec, então, utilizando-se da tradução dos Evangelhos feita por Saci, a melhor tradução da vulgata latina ao francês, examinou com cuidado e brilhantismo as bem-aventuranças do sermão do monte e fez a aliança da Ciência e da Religião, da Religião Cósmica do Amor. O Espiritismo, confirmando a doutrina socrático-platônica, diz-nos que somos imortais, que estamos na Terra transitoriamente para a realização de nosso progresso moral. A obra O Evangelho segundo o Espiritismo apresentou Jesus e a sua mensagem como a mais elevada psicoterapia para a Humanidade, conforme confirmaram os excelentes especialistas Milton Erickson, Elisabeth Kübler Ross, Viktor Frankl, Carl G. Jung, Roberto Assagioli e outros. O Evangelho é um manto de consolações para todos nós. Divaldo Franco, após cerca de 70 minutos, nos quais usou de sua oratória efusiva e contagiante, atravessando mais de 2 milênios de cultura e civilização, concluiu a sua mensagem conclamando a todos para a efetiva participação na era nova, cada qual oferecendo a sua contribuição para um mundo melhor, por menor que ela seja, através de um simples sorriso, da doação de um pedaço de pão, do perdão concedido, e, além disso, da nossa conduta de fidelidade à mensagem de Jesus e à codificação do Espiritismo, vivenciando-as e não permitindo nenhuma adulteração de seu conteúdo, seja na teoria , seja nas atividades das casas espíritas. Divaldo declamou, ao final, o poema da gratidão, de autoria do Espírito Amélia Rodrigues.

Texto: Júlio Zacarchenco, fotos: Edgard Patrocinio

(Texto e fotos recebidos em email de Jorge Moehlecke)



quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Registro: Divaldo Pereira Franco. Seminário em São Paulo, SP

Segundo e Terceiro dias  de encontro com Divaldo Franco, no Seminário: Amanhecer de Uma  Nova Era, no Hotel Jaraguá em São Paulo/SP.

São Paulo/SP, sábado, 08/02/2014 – As atividades foram iniciadas às 9h da manhã, com a projeção de um vídeo que continha imagens do espaço infinito, do processo evolutivo do Homem na Terra e da presença excelsa do Mestre Jesus no orbe, ao som de comovente música que dizia: “O amor é o nosso destino, deixe as vozes soarem, rejubilarem-se e cantarem ‘agora é o tempo’ . A breve e belíssima introdução remeteu o público às ideias do Universo ilimitado e da destinação feliz de nossa Humanidade, cuja cultura de cerca de 10 mil anos tem progredido imensamente. A partir disso, Divaldo Franco iniciou sua explanação discorrendo sobre a filosofia da Grécia Antiga, referindo-se ao período pré-socrático, depois, ao idealismo de Sócrates, que defendia o princípio da imortalidade da alma e ressaltava que o importante para o ser humano era “ser” e não “ter”, e educava as criaturas pelo método maiêutico, ou seja, pelo “parto” das ideias, do conhecimento e das virtudes do interior do próprio indivíduo. Seguindo a linha da História, foram recordados o discípulo de Sócrates, Platão, cujos ensinamentos compreendiam também a tese reencarnacionista, e, ainda, a contribuição das escolas filosóficas pós-socráticas. Além dessas referências, também foi apresentado o pensamento de Siddharta Gautama, o Buda, que propunha a negação do “eu”, a superação do ego e o despertamento da criatura, com a sua auto-iluminação. Divaldo destacou que todas essas revelações e conhecimentos foram, mais tarde, sintetizados na mensagem incomparável de Jesus de Nazaré, especialmente no conteúdo do sermão do monte, numa proposta de conquista do reino dos céus, que está dentro de nós mesmos. Nesse contexto, os presentes foram convidados a refletir a respeito de como as paixões inferiores da criatura humana maculam os conteúdos enobrecedores da vida, numa tentativa de corromper a Verdade, em decorrência do seu lado sombra, do ego, conforme a análise do psicólogo americano James Hollis. Desfilaram na oratória de Divaldo exemplos históricos de indivíduos que entregaram a vida aos ideais da verdade e do amor, como Inácio de Antioquia, Francisco de Assis, Lutero, e também de outros que empenharam os seus esforços na  adulteração da Verdade e no espalhamento do sofrimento e da treva. Como encerramento desta primeira etapa das ativididades, o público ouviu o pensamento de Blaise Pascal, que asseverou, no século XVII, que a Humanidade encontrava-se numa encruzilhada, porque houvera desenvolvido o espírito de geometria, isto é, o conhecimento, a Ciência, o intelecto, mas necessitava, urgentemente, de aperfeiçoar-se no campo dos sentimentos nobres e desenvolver o que ele chamava de espírito de gentileza, para se alcançar o perfeito equilíbrio, ou seja, o espírito de coração. Neste amanhecer da nova era, a proposta do Espiritismo, revivendo a mensagem consoladora e libertadora de Jesus, é a de transcendência do ser, por meio das renúncias às paixões inferiores e desenvolvimento dos caracteres do Homem de bem, para se viver, desde já, o reino dos céus no imo de cada um de nós.
Foi feito um breve intervalo nos trabalhos. No retorno, Divaldo apresentou interessante dado histórico: na data de 31 de março de 1848, no Velho Mundo, foi publicado o Manifesto Comunista, de Karl Marx, propondo o materialismo e afirmando que a religião era o ópio das massas; nessa mesma data, no Novo Continente, em Hydesville/NY, Estados Unidos, os fenômenos mediúnicos , por meio das irmãs Fox, deram início ao que foi chamado de uma verdadeira invasão organizada dos Espíritos, que rompiam o silêncio das tumbas para proclamar a verdade da imortalidade e a mentira do materialismo. Foi realizada profunda análise do paranorama atual da Terra e da sua Humanidade, mencionando-se os fenômenos de alterações geológicas e climáticas, as mudanças na estrutura de comportamento das crianças do presente, gerando desafios para os pais e especialistas na área da educação, e as grandes problemáticas das sociedades, como o consumismo, a perda do sentido psicológico da vida, o total desrespeito aos valores éticos, o orgulho e o egoísmo e as obsessões espirituais. Divaldo discorreu sobre o capítulo da obra “O Céu e o Inferno”, de Allan Kardec, intitulado “Código Penal da Vida Futura”, explicando que o caminho de reabilitação do Espírito endividado passa por 3 estações, quais sejam: o arrependimento, a expiação ou sofrimento e , por fim, a reparação. Nessa análise, foi apresentada a grande contribuição da Ciência, especialmente nas áreas da Genética, das Neurociências, e da Física Quântica, que, dia-após-dia, tem corroborado os postulados espíritas, propiciando aos seres humanos uma visão cósmica da vida.
Após o almoço, Divaldo retomou o seminário, discorrendo sobre as experiências do Dr. Michael Persinger, neuropsicólogo americano, e do Dr. Vilayanur Ramachandran, neurocientista e Professor na Universidade da Califórnia/EUA, que, por meio de escaneamentos de topografia com emissão de pósitrons, revelaram a existência de um ponto no cérebro dos humanos que reagia toda vez que o indivíduo ouvia a palavra “Deus”em qualquer idioma ou discutia assuntos espirituais, tendo chamado tal área cerebral de “ponto de Deus”. O resultado de tais experiências teriam levado a Dra. Danah Zohar, Física formada pelo MIT, com pós graduação em Harvard e lecionando na Universidade de Oxford, a considerar que além das já conhecidas Inteligência Intelectual (QI) e da Inteligência Emocional (QE), os seres humanos teriam um outro tipo de inteligência, que seria a mais importante de todas para uma vida saudável, de equilíbrio, para uma vida integral, a qual chamou de Inteligência Espiritual. Diante de tais observações, conclui-se que o cérebro é um veículo de manifestação da inteligência, mas que a sede da inteligência é, portanto, extra-física, ou seja, o Espírito imortal. Nesse sentido, foi apresentada a explicação do Espírito André Luiz, que na sua obra “Missionários da Luz”, psicografada por Francisco Cândido Xavier, esclareceu que a glândula pineal ou epífise seria responsável pelos fenômenos mediúnicos, capaz de captar o campo eletromagnético, as irradiações dos Espíritos e decodificá-las, provocando, assim, a fenomenologia mediúnica, corroborando, dessa forma, a colocação de Allan Kardec que afirmara ser a mediunidade uma faculdade orgânica. Divaldo narrou ao público uma sua experiência com o médium Francisco Cândido Xavier, numa ocasião em que, estando acometido de sérios problemas na garganta com riscos de ter a voz definitivamente comprometida, recebeu a intercessão espiritual por meio da ajuda do Espírito Sheila, que, utilizando-se dos recursos mediúnicos de efeitos físicos de Chico Xavier, materializou-se e tratou do seu problema de saúde, curando-o totalmente daquela afecção, mas também advertindo-o de que a cura de sua garganta tinha uma razão muito específica: a de que ele pudesse continuar a divulgar o Espiritismo, a mensagem de Jesus, em todo o mundo, para todas as pessoas, até o findar de sua existência. Esse exemplo foi utilizado para esclarecer que a função primordial do Espiritismo não é a de promover curas do corpo, para remendar os corpos que os próprios indivíduos dilaceram e prejudicam com os seus maus comportamentos e pensamentos, mas sim a de socorrer e curar almas, estimulando as pessoas à transformação moral para melhor. Divaldo apresentou uma informação de grande interesse e significação, relatando que o Espírito São Luís, guia espiritual da França, solicitou a Ismael, guia espiritual da pátria brasileira, que recebesse cerca de 2 milhões de Espíritos franceses, vinculados aos episódios históricos da Noite de São Bartolomeu e da Revolução Francesa, ambos que provocaram terríveis mortes de milhares de indivíduos, a fim de se aliviar a psicosfera francesa da emissão de vibrações negativas de tantos Espíritos e ao mesmo tempo concedendo a eles a oportunidade de recomeço em terras brasileiras, em nova reencarnação, na qual deveriam estar comprometidos com a mensagem de Jesus. Divaldo concluiu esse módulo afirmando ser a mediunidade, nos dias de hoje, uma verdadeira floração para a nova era, quando todos deveremos educar os nossos recursos divinos, da alma, para nos transformarmos em verdadeiros servidores de Jesus, médiuns do bem e do belo, em todas as ocasiões.
Houve novo intervalo , após o que Divaldo reiniciou os trabalhos falando-nos sobre a proposta da Psicossíntese, do psiquiatra italiano Roberto Assagioli, destacando o seu excelente trabalho sobre a necessidade da gentileza em nossas vidas, assim como sobre a proposta do psiquiatra austríaco Viktor Frankl, que dizia ser indispensável a todo ser humano a busca de um sentido existencial profundo. Na sequência, apresentou o excelente trabalho da Dra. Elisabeth Lukas, discípula de Viktor Frankl, e explanou sobre os 10 mandamentos na versão logoterápica, exaltando a importância da espiritualização do ser humano e de sua reconexão consigo mesmo e, por conseguinte, com Deus.
No período da noite, as atividades foram retomadas. Divaldo fez uma belíssima intodução por meio de uma parábola que apresentava o Rio Jordão como afluente do mar da Galiléia e do mar Morto e as diferenças entre esses 2 mares, um cheio de vida e outro sem nenhuma vida, e, então, fez a transposição dessas imagens para a vida humana. Em seguida, realizou uma visualização terapêutica com os presentes, esclarecendo antes que as visualizações, conquanto não tenham o caráter espírita, possuem um valor terapêutico de grande valia. As atividades do dia foram encerradas.
São Paulo/SP, Hotel Jaraguá, 09/02/2014 - No domingo, a tarefa foi reiniciada às 9h das manhã. Houve uma linda apresentação musical. Essa etapa do seminário foi destinada a perguntas e respostas. Divaldo respondeu questões sobre: auto-perdão, crianças hiperativas, educação dos filhos, drogadição e consequências no perispírito, reencarnação e problemas congênitos, desafios das casas espíritas, genética e bio-ética, cirurgias preventivas, desafios no período de transição planetária, conflitos sociais, dentre outros temas. Para o encerramento do encontro, Divaldo narrou a comovente estória de uma famosa meretriz que no auge de sua vida conheceu Jesus e por Ele encantou-se, reencontrando-o bem mais tarde, no fim de sua existência física, quando já vitimada pela hanseníase, sendo pelo sublime nazareno socorrida e recambiada ao mundo espiritual. Sob as bênçãos de Deus e de Jesus, o encontro foi encerrado, coroado de êxito e júbilo.
Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Edgard Patrocinio e Vânia Caroza
         
                     Abraço,
                               Jorge Moehlecke


 (Informações recebidas em email de Jorge Moehlecke)

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

4th U.S. Peace and You Movement (4º. Movimento Voce e a Paz dos EUA) com Divaldo Franco. Washington, DC, EUA




(Informação recebida em email de Spiritist Society of Baltimore [ssb@ssbaltimore.org])