sábado, 21 de abril de 2012

Médium Divaldo Pereira Franco recebe título de cidadão de MG


16-04-2012
A Assembleia Legislativa de Minas Gerais concedeu título de cidadão honorário do Estado ao médium e educador Divaldo Pereira Franco, em Reunião Especial de Plenário na noite desta segunda-feira (16/4/12).O comprometimento social com as parcelas mais carentes da sociedade foi um dos aspectos da trajetória do homenageado que foram ressaltados pelos presentes na reunião.
O deputado Luiz Carlos Miranda (PDT), que solicitou a entrega do título, lembrou que Divaldo Pereira Franco dedicou 65 anos de sua vida à causa cristã e às crianças excluídas da periferia de Salvador (BA). Ao falar sobre o trabalho do homenageado, Miranda ainda lembrou que o médium tem mais de 600 filhos adotivos e atende diariamente a mais de três mil crianças e adolescentes de famílias de baixa renda. Além disso, segundo o parlamentar, mais de 35 mil jovens já passaram pela sua orientação, por meio de cursos e oficinas em sua obra social, Mansão do Caminho. O deputado ainda afirmou que a homenagem é também uma maneira de reconhecer o trabalho de outros espíritas mineiros, que atuam no anonimato, “educando os corações e as mentes de milhões de pessoas”.
Após receber o documento com o título de cidadão honorários mineiro das mãos dos deputados Luiz Carlos Miranda e Dilzon Melo (PTB), que representou o presidente da Assembleia, deputado Dinis Pinheiro (PSDB), Divaldo Pereira Franco agradeceu a homenagem, que, segundo ele, deve ser projetada principalmente à doutrina espírita e a seus propagadores. “Tentarei corresponder à expectativa, abraçado à doutrina espírita, que me tirou da ignorância e me apontou o outro lado da vida”, afirmou o médium.
Exemplo - Para o deputado Dilzon Melo, a atuação social de Divaldo, que se baseia na preocupação com os cidadãos mais desfavorecidos, serve de inspiração para a Assembleia, no seu propósito de efetivar políticas públicas que visam à erradicação da pobreza. Para o parlamentar, além de Divaldo ser um profundo conhecedor da doutrina espírita, é também uma pessoa que, por suas atitudes, “vem mostrando ao mundo a necessidade de se construírem relações mais justas, fraternas, dentro da perspectiva da paz”.
Durante a reunião, o público, que lotou o Plenário da Assembleia, assistiu a um vídeo sobre a trajetória da vida e do trabalho do educador e médium, e acompanhou a apresentação do Coral da Assembleia. Além de Luiz Carlos Miranda e Dilzon Melo, também participou da reunião o deputado Dalmo Ribeiro Silva (PSDB).
Divaldo Pereira Franco nasceu em Feira de Santana (BA), em 5 de maio de 1927. Sua capacidade mediúnica se manifestou ainda na infância e, aos 20 anos, passou a proferir conferências no Brasil e no exterior. Somente em Minas Gerais, estima-se que ele já tenha feito 800 palestras.
Em 1952, Franco iniciou a obra social Mansão do Caminho, em Salvador (BA). Ao longo de sua vida, ele psicografou mais de 250 obras, vendendo mais de 8 milhões de livros.

Divaldo Pereira Franco, em Belo Horizonte, recebendo o titulo de Cidadão Honorário Mineiro
Foto Lucas Milagre

Divaldo Pereira Franco,  na tribuna,  recebeu o  titulo de Cidadão Mineiro
Foto Lucas Milagre

Veja o vídeo acessando:




Anencefalia


Joanna de Angelis
Imagem: Internet


Nada no Universo ocorre como fenômeno caótico, resultado de alguma desordem que nele predomine. O que parece casual, destrutivo, é sempre efeito de uma programação transcendente, que objetiva a ordem, a harmonia.
De igual maneira, nos destinos humanos sempre vige a Lei de Causa e Efeito, como responsável legítima por todas as ocorrências, por mais diversificadas apresentem-se.
O Espírito progride através das experiências que lhe facultam desenvolver o conhecimento intelectual enquanto lapida as impurezas morais primitivas, transformando-as em emoções relevantes e libertadoras.
Agindo sob o impacto das tendências que nele jazem, fruto que são de vivências anteriores, elabora, inconscientemente, o programa a que se deve submeter na sucessão do tempo futuro.
Harmonia emocional, equilíbrio mental, saúde orgânica ou o seu inverso, em forma de transtornos de vária denominação, fazem-se ocorrência natural dessa elaborada e transata proposta evolutiva.
Todos experimentam, inevitavelmente, as consequências dos seus pensamentos, que são responsáveis pelas suas manifestações verbais e realizações exteriores.
Sentindo, intimamente, a presença de Deus, a convivência social e as imposições educacionais, criam condicionamentos que, infelizmente, em incontáveis indivíduos dão lugar às dúvidas atrozes em torno da sua origem espiritual, da sua imortalidade.
Mesmo quando se vincula a alguma doutrina religiosa, com as exceções compreensíveis, o comportamento moral permanece materialista, utilitarista, atado às paixões defluentes do egotismo.
Não fosse assim, e decerto, muitos benefícios adviriam da convicção espiritual, que sempre define as condutas saudáveis, por constituírem motivos de elevação, defluentes do dever e da razão.
Na falta desse equilíbrio, adota-se atitude de rebeldia, quando não se encontra satisfeito com a sucessão dos acontecimentos tidos como frustrantes, perturbadores, infelizes...
Desequipado de conteúdos superiores que proporcionam a autoconfiança, o otimismo, a esperança, essa revolta, estimulada pelo primarismo que ainda jaz no ser, trabalhando em favor do egoísmo, sempre transfere a responsabilidade dos sofrimentos, dos insucessos momentâneos aos outros, às circunstâncias ditas aziagas, que consideram injustas e, dominados pelo desespero fogem através de mecanismos derrotistas e infelizes que mais o degrada, entre os quais o nefando suicídio.
Na imensa gama de instrumentos utilizados para o autocídio, o que é praticado por armas de fogo ou mediante quedas espetaculares de edifícios, de abismos, desarticula o cérebro físico e praticamente o aniquila...
Não ficariam aí, porém, os danos perpetrados, alcançando os delicados tecidos do corpo perispiritual, que se encarregará de compor os futuros aparelhos materiais para o prosseguimento da jornada de evolução.

                           *

É inevitável o renascimento daquele que assim buscou a extinção da vida, portando degenerescências físicas e mentais, particularmente a anencefalia.
Muitos desses assim considerados, no entanto, não são totalmente destituídos do órgão cerebral.
Há, desse modo, anencéfalos e anencéfalos.
Expressivo número de anencéfalos preserva o cérebro primitivo ou reptiliano, o diencéfalo e as raízes do núcleo neural que se vincula ao sistema nervoso central…
Necessitam viver no corpo, mesmo que a fatalidade da morte após o renascimento, reconduza-os ao mundo espiritual.
Interromper-lhes o desenvolvimento no útero materno é crime hediondo em relação à vida. Têm vida sim, embora em padrões diferentes dos considerados normais pelo conhecimento genético atual...
Não se tratam de coisas conduzidas interiormente pela mulher, mas de filhos, que não puderam concluir a formação orgânica total, pois que são resultado da concepção, da união do espermatozoide com o óvulo.
Faltou na gestante o ácido fólico, que se tornou responsável pela ocorrência terrível.
Sucede, porém, que a genitora igualmente não é vítima de injustiça divina ou da espúria Lei do Acaso, pois que foi corresponsável pelo suicídio daquele Espírito que agora a busca para juntos conseguirem o inadiável processo de reparação do crime, de recuperação da paz e do equilíbrio antes destruído.
Quando as legislações desvairam e descriminam o aborto do anencéfalo, facilitando a sua aplicação, a sociedade caminha, a passos largos, para a legitimação de todas as formas cruéis de abortamento.
... E quando a humanidade mata o feto, prepara-se para outros hediondos crimes que a cultura, a ética e a civilização já deveriam haver eliminado no vasto processo de crescimento intelecto-moral.
Todos os recentes governos ditatoriais e arbitrários iniciaram as suas dominações extravagantes e terríveis, tornando o aborto legal e culminando, na sucessão do tempo, com os campos de extermínio de vidas sob o açodar dos mórbidos preconceitos de raça, de etnia, de religião, de política, de sociedade...
A morbidez atinge, desse modo, o clímax, quando a vida é desvalorizada e o ser humano torna-se descartável.
As loucuras eugênicas, em busca de seres humanos perfeitos, respondem por crueldades inimagináveis, desde as crianças que eram assassinadas quando nasciam com qualquer tipo de imperfeição, não servindo para as guerras, na cultura espartana, como as que ainda são atiradas aos rios, por portarem deficiências, para morrer por afogamento, em algumas tribos primitivas.
Qual, porém, a diferença entre a atitude da civilização grega e o primarismo selvagem desses clãs e a moderna conduta em relação ao anencéfalo?
O processo de evolução, no entanto, é inevitável, e os criminosos legais de hoje, recomeçarão, no futuro, em novas experiências reencarnacionistas, sofrendo a frieza do comportamento, aprendendo através do sofrimento a respeitar a vida…

                      *

Compadece-te e ama o filhinho que se encontra no teu ventre, suplicando-te sem palavras a oportunidade de redimir-se.
Considera que se ele houvesse nascido bem formado e normal, apresentando depois algum problema de idiotia, de hebefrenia, de degenerescência, perdendo as funções intelectivas, motoras ou de outra natureza, como acontece amiúde, se também o matarias?
Se exercitares o aborto do anencéfalo hoje, amanhã pedirás também a eliminação legal do filhinho limitado, poupando-te o sofrimento como se alega no caso da anencefalia.
Aprende a viver dignamente agora, para que o teu seja um amanhã de bênçãos e de felicidade.

                            Joanna de Ângelis

(Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, na reunião mediúnica da noite de 11 de abril de 2012, quando o Supremo Tribunal de Justiça, estudava a questão do aborto do anencéfalo, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.)


O médium Divaldo Pereira Franco
Imagem: Internet
(Publicada com autorização de Divaldo Pereira Franco)

Franciscanos e Joana de Cusa vão comemorar os 85 anos de Divaldo Pereira Franco. Sydney, Austrália

CONVITE

                                               FRANCISCANOS, CONVIDA VOCE A PARTICIPAR DA COMEMORACAO  EM HOMENAGEM AO QUERIDO AMIGO DIVALDO FRANCO . A SER REALIZADA DIA 5 DE MAIO, AS 6:00PM.
VENHA SABOREAR UMA FATIA DO BOLO, QUE SERA FEITO COM MUITO AMOR E ALEGRIA.
ESTAREMOS PREPARANDO UM MINI DOCUMENTARIO EM DVD.
VENHA DAR SEU DEPOIMENTO, PARA ESSE HOMEM QUE SE CHAMA AMOR, IMBASTIVEL AMOR.
FRANCISCANOS E JOANA DE CUSA
1 LISTER AVE - ROCKDALE

WWW.JOANADECUSA.ORG.AU


(Informação recebida em email de Gloria Collaroy [gloriacollaroy@hotmail.com])

Noticias que merecem destaque Caravana da FEB realizou proveitosa excursão à Europa


PUBLICAÇÃO DO ANUÁRIO ESPIRITA, 1978,
IDE, ARARAS, SP PAGINAS 211 A 216







Homenagem a Jésus Gonçalves III O encontro de Divaldo Pereira Franco e Jésus Gonçalves (espírito)


Jésus Gonçalves
Borebi, SP 12-7-1902/ (Pirapitingui) Itu, SP 16-2-1947

Querido irmão Ismael:

Jésus Gonçalves merece esse carinho nosso. O que você vem fazendo é um trabalho de resgate da memória espírita e dos vultos espíritas de ontem.
Deus o inspire sempre!
Eu visitei o sanatório onde ele viveu e conheci a sua então esposa, uma excelente médium clarividente, embora fosse cega, de nome NINITA, bem como o filho de ambos, que se tornou, mais tarde, radialista.
Isso foi em janeiro de 1951, quando fui convidado a visitar São Paulo por primeira vez, e fui acompanhando D. Zaira Pitt, que era uma benfeitora do sanatório de Pirapitinguí onde ele viveu. Zaira foi sua amiga no corpo físico. Havia também uma jovem que trabalhava em favor dos hansenianos de nome Julinha Kohleisen, igualmente espírita.
D. Zaira ajudou a construir um pavilhão para cegos, surdos e tuberculosos do  Sanatório.
Nessa oportunidade eu proferi uma palestra no Centro que ele ali fundara, chamado Santo Agostinho, abordando a vida de Maria de Magdala, que terminou a existência no vale dos leprosos.
Na visão que dele tive, um ano antes, no quintal da casa em que então residia, apareceu-me deformado pela hanseníase e fiquei chocado.  Eu era quase totalmente ignorante em relação ao conhecimento espírita.
Ele disse-me ser meu irmão... Eu pensei: que tipo de irmão eu tenho no Além... Então ele se foi transfigurando e apareceu-me todo iluminado. Nos lugares do corpo em que a doença havia-lhe desfigurado, apresentava-se uma tecelagem em luz. Então, ele propôs-me visitar o Sanatório de Àguas Claras, em Salvador, para hansenianos. Apavorado com a doença eu respondi-lhe que não iria. Foi então, que ele me perguntou:
- Tu não preferes ir lá, a fim de não ires para lá?
Claro que aceitei o desafio e, durante 55 anos fomos visitar os irmãos internados, realizando um encontro de alegria, sempre no dia 1° de janeiro.
Quando os sanatórios passaram a abrigar somente casos cirúrgicos, já não havia necessidade de ali volver, porque o tratamento passou a ser ambulatorial e o denominado perigo de contágio ficou muito reduzido...
Ele informou-me haver sido em outras existências, Alarico (rei dos visigodos) que invadiu Roma em 410... Um pouco antes, ao tentá-lo, Santo Agostinho foi de barco pelo rio Tibre até fora dos muros da cidade, e com um gesto, apontando a distância, expulsou-o e as suas hordas... Mas ele retornou...
Curioso é Santo Agostinho haver-se tornado, desde aquela oportunidade, o que chamaríamos o seu guia espiritual.
Mais tarde ele reencarnou-se com o cardeal de Richelieu, quando eu teria sido alguém que lhe esteve ao lado (Mas esta é uma outra história, que um dia lhe narrarei).
E passou a ajudar-me, a socorrer-me. Em homenagem a ele visitei quase todos os antigos Leprosários existentes no Brasil e alguns no Exterior.
Chico Xavier também narrou-me que mantinha correspondência com ele, enquanto reencarnado, e que, ao desencarnar, apareceu-lhe e ditou-lhe um belíssimo poema, no qual ele diz sutilmente quem fora antes e que a hanseníase o libertou do luxo e das extravagâncias...

Perdoe-me por estender-me.
Abraços,
Divaldo 
(Texto que pedimos e  Divaldo P. Franco  gentilmente nos escreveu  em um intervalo
de suas atividades doutrinárias  em São José, SC, em 27/ 03/2012)

Alarico e o saque de Roma em 24 de agosto de 410

O rio Tibre com a ilha Tiberina e as pontes Cestius (E) e Fabricius, em Roma. Foto Ismael Gobbo



Alarico I, Rei dos Visigodos
Ilha de Peuce, atual Romênia 375/ Cosenza, Itália 410

Cardeal de Richelieu
Paris 1585/ Paris 1642




Divaldo Pereira Franco em sua primeira viagem a Porto Alegre, RS Conferência no Instituto de Belas Artes


O evento aconteceu no dia 22 de setembro de 1956

Divaldo Pereira Franco no Instituto de Belas Artes,  em Porto Alegre, RS,  em  22 de setembro de 1956.
Foto do acervo de Jorge Moehlecke

Divaldo Pereira Franco em São José, SC


27 de março de 2012

Visita à Federação Espírita Catarinense

Na manhã de 27 de março, Divaldo Franco visitou, a convite, a nova sede da Federação Espírita Catarinense, na rua Frei Fabiano de Cristo, 200, Bairro Monte Cristo, em Florianópolis/SC. Após percorrer as modernas e funcionais instalações, Divaldo foi entrevistado, falando sobre educação, disciplina, assiduidade, mediunidade, entre outros assuntos.

Conferência

No período noturno, a atividade do Semeador de Estrelas, Divaldo Franco, foi proferir uma conferência no Centro de Eventos São José, em São José/SC, na Grande Florianópolis.

Há exatos 65 anos Divaldo Franco iniciou sua tarefa na área da oratória espírita. Esta é uma data especial, - 27 de março de 2012 -, dando testemunho de sua fé e sabedor dos efeitos que o trabalho honrado produz, principalmente aquele que liberta a criatura de seus atavismos, encontramos o Arauto do Evangelho em plena atividade, proferindo mais uma conferência, a exemplo daquela que havia proferido em Aracaju/SE, no recuado 27 de março de 1947.

Nesta oportunidade, Divaldo apresentou a história verídica ocorrida com o Bispo Anglicano James Pike, seu filho toxicômano e os reflexos das ações de ambos, bem como a mediunidade a serviço do esclarecimento e consolo.

Homenageado pela Federação Espírita Catarinense, Divaldo Franco recebeu das mãos de seu Presidente Olenir Teixeira uma significativa placa, materializando e marcando o transcurso dos 65 anos de oratória espírita deste expoente divulgador da Doutrina Espírita.

TEXTO: Paulo Salerno FOTOS: Jorge Moehlecke

 (Texto e fotos recebidos em email de Jorge Moehlecke)
Divaldo visitou a nova sede da FEC. Florianópolis, SC

Divaldo na nova sede da FEC. Florianópolis, SC
Divaldo Pereira Franco em São José, SC
O numeroso público que compareceu ao Centro de Eventos São José
No dia em que se comemorou os seus 65 anos na tribuna espírita

Divaldo e equipe do livro em São José, SC

Homenagem para Divaldo Pereira Franco pelos 65 anos de atividades na tribuna espírita
Aracajú, SE 27-3-1947/ São José, SC 27-3-2012





terça-feira, 17 de abril de 2012

Divaldo Pereira Franco - Oitenta e cinco anos

Paulo Salerno

Porto Alegre, RS

O ano de 2012 transcorre célere. Divaldo Pereira Franco, ágil como sempre, não tem tempo para pensar em si. Vive para o próximo. Os diversos afazeres na Mansão do Caminho, instituição benemerente, os cuidados extremados para com o Centro Espírita Caminho da Redenção, o desvelo e atenção no trato com amigos, as viagens de divulgação da Doutrina Espírita, no Brasil e em mais outros 65 países, a atividade psicográfica ininterrupta, o esforço inaudito para responder prontamente a centenas de mensagens eletrônicas e outras missivas todos os dias, a rotina dos embarques e desembarques em centenas de aeroportos ao redor do mundo, o pernoite sistemático nos hotéis, mostra-nos que Divaldo é uma pessoa incomum.

São mais de 230 dias ao ano que Divaldo permanece fora de sua residência na Mansão do Caminho. A cada dia em uma cidade. Em cada uma delas um imenso número de amigos e conhecidos que Divaldo acolhe, aconselha, felicita, ampara. Sabe das particularidades de cada um. Estimula-os ao progresso espiritual. Sempre jovial, cortês, sorridente, transparece não experimentar as aflições naturais e pertinentes ao Planeta Terra. Enganamo-nos todos. Divaldo não é diferente. Vivencia aflições, dores, preocupações em profusão.

Íntegro, Divaldo é, na rotina das jornadas diuturnas, o praticante diligente dos ensinamentos proferidos em suas preleções públicas e daqueles outros encontrados nas centenas de obras ditadas por nobres Espíritos através de sua psicografia. É praticante fiel dos ensinos do Mestre Galileu. Suas atitudes, seus pensamentos, suas palavras corroboram a assertiva acima. Vivencia plenamente o Evangelho do Cristo.

Março de 2012, mais precisamente o dia 27, marcou o transcurso dos 65 anos de oratória de Divaldo Franco. Não desmentindo a sua trajetória, encontramos Divaldo em pleno labor doutrinário no dia em que completava seis décadas e meia de seu profícuo trabalho. Desta feita em Florianópolis e São José/SC. Já se vai distante no tempo aquele 27 de março de 1947. Foi em Aracaju/SE que o jovem, ainda por completar 20 anos de idade, proferiu sua primeira conferência pública. Jamais interrompeu esta atividade de esclarecer, promover, alentar a criatura humana à luz dos ensinamentos cristãos.

Homem de seu tempo, está atualizado com o panorama brasileiro e mundial. Estudioso contumaz, agrega sistematicamente conhecimento ao seu trabalho de divulgação e expansão da Doutrina Espírita no Planeta. Mente brilhante. Sabe, como poucos, vestir o seu pensamento com palavras que promovem a criatura humana. Dedilha, como um exímio músico, as fibras da alma dos que o ouve com atenção. Todos os que sabem ouvir e percebem a dimensão espiritual jamais serão os mesmos após ouvir o trovador do Evangelho.

Com uma faculdade mediúnica impar, serve de instrumento dócil e plenamente capacitado para apresentar à criatura humana os ensinos, estímulos e generosas bênçãos de luzes impregnadas de conhecimento superior. Convivendo ostensivamente, desde criança, com os Espíritos desencarnados, Divaldo é um dos mais profícuos canais a estabelecer contato permanente entre os dois planos da vida. Sua discrição, como todo servidor do Cristo deve ser, não permite aos menos atilados perceber o quanto este servidor incomparável conhece o pensamento daqueles que o cercam.

O ano de 2012 também será o ano em que este arauto do evangelho completará 85 anos de idade. Seu vigor, físico e moral, capacita-o para as mais diversas atividades de divulgação da Doutrina Espírita. Fundador de diversos Centros Espíritas ao redor do Planeta, é sempre requisitado para alentar as criaturas na tarefa do autoconhecimento, do autoamor, da conquista moral elevada, da paz íntima, da caridade superlativa.

Incansável, não se permite passar pelo tempo sem que suas atitudes, ações e vibrações sejam colocadas em favor ao próximo, seja ele qual for. Seus pés são céleres, suas mãos acolhedoras, seus braços sustentam os mais fracos, seu coração é de todos, pois que escolheu viver o Evangelho de Jesus sem tergiversações, doando-se ao seu irmão em nome do Mestre Nazareno.

Parabéns, nobre amigo Divaldo. Receba a nossa gratidão. A gratidão de uma multidão de aflitos que tu vens, sistematicamente, consolando e instruindo no caminho do bem, que tão bem tu conhece. Que o teu exemplo de trabalho, de vida, seja farol para a trajetória evolutiva de todos nós!


Divaldo Pereira Franco proferindo conferência no ano de 2006. Foto recebida de Paulo Salerno


Divaldo Pereira Franco em conferência no Teatro São Pedro de Porto Alegre, RS, no ano de 1956

sábado, 14 de abril de 2012

Mais um roteiro de Divaldo Pereira Franco aos Estados Unidos

O tribuno brasileiro Divaldo Pereira Franco cumpriu mais uma jornada pelos Estados Unidos, na Califórnia, onde desenvolveu Seminários, Conferências e reuniões com os trabalhadores de casas espíritas. O roteiro que começou por San Francisco no dia 3 de abril prosseguiu em San Leandro, Los Angeles, San Diego e Hawthorne. Dentre os temas desenvolvidos constou: Transição Planetária e Psicologia da Gratidão.

(Com informações e fotos recebidas em email de Akemi [adamsakemi@aol.com])


Divaldo na Califórnia em San Francisco com o seminário Transição Planetária



Divaldo Pereira Franco em San Leandro, na Califórnia, EUA, falando para os trabalhadores espíritas da “Bay área”



Divaldo em Los Angeles, na Califórnia, EUA



O público que participou do seminário com Divaldo em San Diego, CA, EUA



Seminário Psicologia da Gratidão, com Divaldo Pereira Franco, em Hawthorne, CA, EUA

Divaldo em Hawthorne se despede de mais um roteiro pelos Estados Unidos, desta vez na Califórnia

Um depoimento sincero sobre Divaldo, um amigo do tempo de todas as horas

José Antonio Luiz Balieiro

Presidente da USE/SP

1962, um dia do meio de ano, tempo de futebol, o Brasil havia conquistado a copa do mundo do Chile, batendo a então Tchecoslováquia, lembro-me como se fosse hoje, 3x2, e lá íamos nós, cinco jovens espíritas, de Ribeirão Preto para Ibitinga, onde à noite aconteceria conferência de Divaldo Pereira Franco. O Brasil estava em festa e nós estávamos felizes pelo encontro amigo e esclarecedor. Sem me lembrar do tema que ouvimos, é viva a memória sobre a ágape na residência de Dr. Flávio Pinheiro. Levamos e acertamos com o amigo um roteiro de trabalho pela nossa região, em momento tumultuado de diz que diz na comunidade espírita, alertados por Divaldo sobre o fato, perguntou-nos se mesmo assim faríamos a programação, dissemos que sim, e prontamente fechamos o rol de compromissos. O acordo foi para pequeno período, menos de uma semana, mas prevaleceu por toda a vida.

Antes disso, Divaldo já era habitual em Ribeirão Preto desde os anos 50, onde muito jovem já fazia as suas pregações, atendendo aos convites de Dr. Jaime Monteiro de Barros e encaminhamentos de José Soares Cardoso que, envolvido pelo exemplo do amigo, introduziu nos estatutos da União dos Moços Espíritas de Ribeirão Preto um item projetando a criação de um trabalho similar ao da Mansão do Caminho em nossa cidade, isto em 1955. Mas o encontro de 1962 foi um marco no nosso relacionamento. Temos ai, de lá para cá, 50 anos vividos. Hoje Divaldo chega aos 85 anos, nós com os nossos 70 anos, com uma boa caminhada juntos.

O que aconteceu? Divaldo participou do projeto de construção e inauguração da sede própria de nossa mocidade, hoje Centro Espírita Joana de Angelis; viveu o início das atividades das confraternizações de mocidade do nordeste de nosso estado; apoiou desde o princípio as confraternizações de mocidades no Estado de São Paulo, a Comjesp; esteve conosco em campanhas e eventos; no estado, assume e contribui para a implantação dos trabalhos da USE, valorizando o trabalho federativo a entidade e visitando-nos, nas várias partes do estado, certamente, em todos os meses do ano. Antes eram as cartas que iam e vinham, agora, modernos, os e-mails e telefonemas em ocasiões especiais.

Divaldo acompanhou a nossa vida, juventude, idade adulta, a velhice, sentimos necessidade de afirmar. Discreto viu o namoro, acompanhou o casamento, viu o nascer dos filhos e netos e ganhou uma família de coração junto de nossa família. Em nossa casa é amigo, irmão e tio, pessoa querida que tangencia a nossa vida, vez ou outra no relacionamento dos encontros entre encarnados, mas que ganha dimensão significativa no aspecto espiritual, onde os sentimentos e emoções calam forte em nossas almas. Vemos amigos escrevendo histórias e fatos onde se envolvem com Divaldo, temos também um livro sobre ele, marcado no dia a dia, no coração e na alma, sem ousar escrever por termos muitos capítulos pela frente ainda sendo construídos.

Temos visão e impressão de Divaldo as mais diferentes registrando como referências situações e fatos diferentes: a de nossa juventude sentados no chão; a dos encontros e confraternizações, orientando e mostrando a fidelidade à causa e aos trabalhos; a de sua vida na Mansão onde é reconhecido e tratado pelos mais próximos com carinho; à maneira como é visto pelo povo de sua terra que o acompanha pelas longas viagens e dele sentem saudade; àquela do seu relacionamento com companheiros de outras nações sempre solícita e fraterna; a do participante ativo nas reuniões do Conselho Federativo Nacional; a do amigo e parceiro nas atividades da USE; a do Divaldo do lar, conversando, brincando, cozinhando, criando motivação e situações novas para o nosso viver. Todavia, em todas elas aparece o mesmo Divaldo íntegro, alegre, responsável e generoso no tocante à moral e ao compromisso com Jesus.

Dos momentos significativos, entre tantos, de nossos encontros com o

amigo baiano, um foi vivido em Assunção no Paraguai, onde em passeio, amigos se encontraram com ele durante o dia nas compras e souberam dos trabalhos doutrinários à noite, e lá fomos todos juntos à palestra, recebidos com muita alegria, em noite admirável, aonde pela primeira vez o vimos pregar em outra língua, comovente em todos os sentidos. O outro, em congresso na Bahia, homenagem aos 500 anos do descobrimento do Brasil, onde fomos a convite da federativa para seminário e presenciamos o relacionamento de Divaldo com os baianos, no habitat natural, e presenciamos como ele é querido e respeitado, deixando por terra àquela sina popular de que “santo de casa não faz milagre...”

Um amigo nosso aqui de Ribeirão Preto, já no plano espiritual, dizia “Divaldo é um Paulo de Tarso dos tempos modernos...”, mas deixamos isso para lá, pois bom é dizer que Divaldo é gente, compromissado com a gente, vivendo com a gente na sintonia do compromisso com a Doutrina Espírita e com os ensinamentos do Amorável Mestre Jesus.


Divaldo Pereira Franco. Conferência em Salvador, Bahia, no ano de 1967, para 8 mil pessoas.

Comemoração dos 110 anos de “O Livro dos Espíritos”

Anuário Espírita, Ide, Araras, ano 1968, pag. 142

domingo, 8 de abril de 2012

Divaldo Pereira Franco em Jaraguá do Sul, SC

Jaraguá do Sul - 26 de março de 2012

O Grande Teatro do Centro Cultural de Jaraguá do Sul em Santa Catarina engalanou-se para receber, uma vez mais, o nobre conferencista de Feira de Santana/BA, Divaldo Pereira Franco.

O evento, primorosamente preparado pelos Espíritas desta aprazível cidade do norte catarinense, alcançou os objetivos colimados.

Além do público que lotou o teatro, notava-se um magno interesse na busca de conhecimento para bem viver a vida.

Divaldo Franco apresentou as propostas de construção da felicidade, desde que atendendo aos impositivos suaves da lei Divina, bem como pode, também, modificar o seu destino a qualquer momento adotando atitude mental harmônica, equilibrada e saudável.

A felicidade, ensinou Divaldo, não é a ausência de problemas, pois que toda a pessoa normal vive em uma sinuosidade.

Experimenta momentos de equilíbrio físico/emocional/espiritual, quando então sente-se feliz, e momentos de desiquilíbrio onde se vê envolvido por sentimentos de tristeza, melancolia, identificando-se como um ser infeliz.

A vida possui um sentido terno. É uma bendita escola onde o erro possui um significado pedagógico, educacional, cabendo ao homem reter o conhecimento, aplicando-o em sua vida.

O público, parecia estar hebetado ao final da conferência. Aplaudiu de pé o Arauto do Evangelho e expectante por mais luzes de conhecimento ainda permaneceu no teatro em silêncio, reverenciando os momentos de gratidão.

FOTOS: Jorge Moehlecke TEXTO: PAULO SALERNO

(Texto e fotos recebidos em email de Jorge Moehlecke)

A recepção a Divaldo Pereira Franco

O Grande Teatro do Centro Cultural e o público que o lotou na conferência de Divaldo Pereira Franco


Divaldo autografando

Divaldo autografando

A equipe do livro com Divaldo Pereira Franco